04/06/2003 Undime
O Mapa do Analfabetismo, divulgado hoje pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) do Ministério da Educação (MEC), mostra que existem 16 milhões de analfabetos no País, ou 13,3% da população. Ao contrário do que se poderia pensar, o estudo comprova que o maior contingente de pessoas que não sabem ler nem escrever se concentra nas grandes capitais, e não na área rural.
Segundo a pesquisa, metade dos analfabetos se concentra em apenas 10% dos municípios brasileiros, e 22,4% dessas pessoas moram em 1,8% dos municípios. Somente na cidade de São Paulo, 383 mil pessoas (4,9% da população) não sabem ler nem escrever, e no Rio 199 mil (4,4%) estão na mesma situação. Em sua maior parte, os analfabetos são mulheres de cor parda ou negra.
Conforme o levantamento, dos 5.507 municípios, em apenas 19 a população tem escolaridade equivalente ao ensino fundamental, de oito anos ou mais. Em 1.796 municípios, a escolaridade média é inferior a quatro anos.
A taxa de analfabetismo nas famílias mais pobres (com renda inferior a um salário-mínimo) é quase 20 vezes maior do que nas famílias mais ricas(renda superior a 10 salários-mínimos).
Enquanto o município com maior taxa de analfabetismo está no Norte, a menor taxa é do Sul. O município Jordão (AC) é o que tem a maior taxa da analfabetismo: 60,7% da população com 15 anos ou mais não sabe ler ou escrever. A cidade de São João d'Oeste (SC) tem apenas 0,9% da população de jovens e adultos que ainda permanecem analfabetos.
O Mapa do Analfabetismo, divulgado hoje pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) do Ministério da Educação (MEC), mostra que existem 16 milhões de analfabetos no País, ou 13,3% da população. Ao contrário do que se poderia pensar, o estudo comprova que o maior contingente de pessoas que não sabem ler nem escrever se concentra nas grandes capitais, e não na área rural.Segundo a pesquisa, metade dos analfabetos se concentra em apenas 10% dos municípios brasileiros, e 22,4% dessas pessoas moram em 1,8% dos municípios. Somente na cidade de São Paulo, 383 mil pessoas (4,9% da população) não sabem ler nem escrever, e no Rio 199 mil (4,4%) estão na mesma situação. Em sua maior parte, os analfabetos são mulheres de cor parda ou negra. Conforme o levantamento, dos 5.507 municípios, em apenas 19 a população tem escolaridade equivalente ao ensino fundamental, de oito anos ou mais. Em 1.796 municípios, a escolaridade média é inferior a quatro anos. A taxa de analfabetismo nas famílias mais pobres (com renda inferior a um salário-mínimo) é quase 20 vezes maior do que nas famílias mais ricas(renda superior a 10 salários-mínimos). Enquanto o município com maior taxa de analfabetismo está no Norte, a menor taxa é do Sul. O município Jordão (AC) é o que tem a maior taxa da analfabetismo: 60,7% da população com 15 anos ou mais não sabe ler ou escrever. A cidade de São João d'Oeste (SC) tem apenas 0,9% da população de jovens e adultos que ainda permanecem analfabetos.