Conselho Fiscal da Undime se reúne em Brasília

Encontro teve como objetivo examinar os balanços contábeis referentes ao exercício de 2025 e emitir o parecer A Undime promoveu, na quinta (6) e na sexta-feira (7), a reunião do Conselho Fiscal da atual gestão. O encontro foi realizado na sede da instituição, em Brasília/DF, e reuniu integrantes do conselho fiscal, o secretário de finanças e colaboradores da Undime para exame dos balanços contábeis referentes ao exercício de 2025 e emissão do parecer. Participaram da reunião os conselheiros Humberto de Campos de Castilho, dirigente municipal de Educação de Sucupira/TO e presidente da Undime Tocantins; Ana Paula Nunes da Silva, dirigente municipal de Educação de Princesa Isabel/PB e presidente da Undime Paraíba; e Alsione Pereira de Alencar Sulbaran, dirigente municipal de Educação de Pacaraima/RR e presidente da Undime/RR. Também estiveram presentes o secretário de finanças da Undime, Anderson Passos, dirigente municipal de Educação de Aratuípe/BA e presidente da Undime Bahia; a coordenadora institucional, Maria Edineide de Almeida Batista; a coordenadora administrativa, Maria de Fátima Soares de Melo; o coordenador contábil, Wendell Silva de Assunção; e a coordenadora de projetos, Renata Dias Meireles Alencar. Durante a reunião, foram apresentados os balanços contábeis referente ao exercício de 2025. Após a análise da documentação, os integrantes do Conselho Fiscal deliberaram, por unanimidade, pela aprovação das contas da Undime, emitindo parecer favorável. A reunião foi convocada com base no artigo 42 do Estatuto e no artigo 52 do Regimento da Undime. Sobre o Conselho Fiscal De acordo com o Regimento da Undime, o Conselho Fiscal reúne-se, ordinariamente, uma vez por ano para examinar as contas da instituição ou, extraordinariamente, sempre que convocado. Entre suas competências estão: – examinar os balanços contábeis da Undime; – opinar sobre os balanços e os relatórios de desempenho financeiro e contábil e sobre as operações patrimoniais realizadas, emitindo pareceres para as instâncias superiores da instituição; – requisitar ao secretário de finanças a documentação comprobatória das operações econômico- financeiras realizadas pela Undime; – acompanhar o trabalho de eventuais auditores externos independentes; – elaborar parecer, por escrito, opinando sobre a viabilidade da aprovação das contas da Undime.
Em comemoração aos 40 anos, Undime lança novo portal com mais segurança e estabilidade

A Undime colocou no ar, na quinta-feira, 6 de agosto, o novo portal institucional. Disponível no mesmo endereço eletrônico (undime.org.br), a plataforma passou por um amplo processo de atualização e modernização para oferecer uma experiência de navegação mais ágil, intuitiva, segura e eficiente aos usuários. O projeto foi desenvolvido ao longo de 12 meses e envolveu a reformulação completa da infraestrutura tecnológica do portal. A nova plataforma foi construída com tecnologias atuais, que garantem maior segurança, desempenho e estabilidade. O layout também foi totalmente redesenhado para proporcionar uma navegação responsiva, adaptando-se aos diferentes dispositivos utilizados pelos usuários, como computadores, smartphones e tablets. Para o presidente da Undime, Luiz Miguel Martins Garcia, dirigente municipal de Educação de Nova Odessa/SP, o lançamento do novo portal é uma entrega simbólica dos 40 anos da instituição, pois une a preservação da história construída ao longo de quatro décadas com a preparação da entidade para os desafios do futuro. “Celebrar os 40 anos da Undime é, também, olhar para frente. O novo portal representa esse movimento: preservamos a história construída pela instituição ao longo de quatro décadas e, ao mesmo tempo, investimos em tecnologia, segurança e inovação para fortalecer nossa atuação nos próximos anos. Essa modernização amplia nossa capacidade de atender os dirigentes municipais de educação, aprimora nossos processos internos e reafirma o compromisso da Undime com uma gestão cada vez mais eficiente, transparente e conectada às necessidades dos municípios brasileiros”, explica. De acordo com Álvaro Prestes, analista de sistemas da empresa responsável pela reformulação do portal, o projeto representa um avanço na transformação digital da Undime. “Para além do portal institucional, foram desenvolvidos sistemas internos que dão suporte à gestão da entidade. Com isso, o portal e os sistemas administrativos passam a operar de maneira integrada, tornando os processos internos mais eficientes”. Para garantir o funcionamento desse conjunto de soluções, a Undime investiu em uma infraestrutura de hospedagem em nuvem com recursos dedicados. “A medida amplia a confiabilidade dos serviços, melhora o desempenho da plataforma e oferece maior estabilidade para o acesso às informações”, afirma Álvaro. Outro destaque do projeto foi o trabalho de preservação da memória institucional da Undime. Durante o processo de migração, foram transferidos para a nova plataforma 82 páginas institucionais, todas as notícias, 125 vídeos, 37 álbuns de fotos, cerca de 15 mil documentos e imagens, além de registros de bens patrimoniais e toda a relação dos municípios filiados dos últimos três anos, que reúne milhares de registros. A importação dos dados dos períodos anteriores seguirá sendo realizada gradualmente. Com a modernização do portal, a Undime amplia a capacidade de comunicação com os dirigentes municipais de educação, gestores públicos, parceiros e toda a comunidade educacional, oferecendo um ambiente mais seguro, acessível e preparado para atender às demandas atuais da instituição. Fonte: Undime
Salas de Aprendizagem abordará o uso da estratégia Busca Ativa Escolar na Educação Infantil

As Salas de Aprendizagem acabam de ganhar mais uma temática em agosto de 2026. A partir de agora, toda quinta-feira às 10h e às 13h15, as tutoras trabalharão na Sala A o assunto “Busca Ativa Escolar na Educação Infantil: garantindo o direito de cuidar, educar e proteger desde a Primeira Infância”. O acesso ao novo tema é exclusivo para as equipes da Busca Ativa Escolar (BAE) nos municípios. Com a chegada do novo Plano Nacional de Educação (PNE 2026–2036), a meta de atendimento em creches subiu de 50% para 60% da população total de crianças de 0 a 3 anos de idade. A introdução da temática na grade das Salas de Aprendizagem visa justamente apoiar os municípios no alcance dessa meta. Segundo a publicação Busca Ativa Escolar na Educação Infantil: guia para efetivar direitos de bebês e crianças, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 81% dos municípios brasileiros ofertam menos de 60% das vagas necessárias para a faixa etária de 0 a 3 anos. Além disso, embora a pré-escola (4 e 5 anos) devesse estar universalizada, 16% dos municípios ainda atendem menos de 90% das crianças dessa idade. A falta de acesso atinge de forma desigual a população, sendo a maioria das crianças excluídas negras, pardas ou indígenas (67%), do sexo masculino (55%) e pertencentes ao quintil mais pobre do país (40%). Exclusão escolar e das violências Em julho de 2026, a grade das Salas de Aprendizagem ganhou outro reforço importante: o debate prático sobre como agir diante da exclusão escolar e das violências contra crianças e adolescentes. A temática é trabalhada nas duas salas, atendendo as equipes estaduais e municipais. O tema “Exclusão escolar e violências contra crianças e adolescentes: como agir a partir da estratégia Busca Ativa Escolar”, é tratado às quartas-feiras, às 10h e às 15h. As Salas de Aprendizagem são espaços virtuais de atendimento, suporte e formação continuada da BAE, que ficam abertos de segunda a quinta-feira nos turnos da manhã e da tarde. Elas são divididas para atender de forma específica às demandas de quem opera a estratégia, com a Sala A oferecendo suporte aos municípios e a Sala B atendendo os profissionais dos estados. A participação dos profissionais que atuam na implementação da estratégia é indispensável para que compreendam a metodologia a fundo e utilizem a plataforma de maneira efetiva. Por isso, o engajamento na capacitação não pode parar. Fonte: Busca Ativa Escolar
Saeb 2025: consulte os resultados finais da avaliação

Dados da avaliação estão disponíveis para consulta no Saeb e abrangem escolas participantes de todo o país. Os resultados subsidiam análises e acompanhamento de indicadores da educação básica Os resultados finais do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2025 já estão disponíveis no Sistema Saeb. Os dados, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), podem ser consultados por gestores educacionais, dirigentes escolares, professores, pesquisadores e demais interessados. Os dados apresentam informações sobre o desempenho dos estudantes avaliados e integram o conjunto de dados produzidos pelo Saeb. As informações podem ser utilizadas para análises sobre a educação básica em diferentes níveis de agregação, conforme os critérios de divulgação do exame. Na edição de 2025, participaram do Saeb 73.767 escolas, distribuídas em 247.744 turmas, totalizando aproximadamente 5,9 milhões de estudantes. O Saeb é uma avaliação em larga escala realizada periodicamente pelo Inep. A aplicação reúne dados sobre o desempenho dos estudantes em componentes curriculares e produz informações estatísticas referentes às redes e às escolas participantes, de acordo com a metodologia da avaliação. Saeb – O Sistema de Avaliação da Educação Básica, criado em 1990, é um conjunto de avaliações externas em larga escala aplicado bienalmente a estudantes da educação básica. A avaliação é composta por testes e questionários que apresentam informações sobre o desempenho dos estudantes e sobre fatores contextuais relacionados ao processo educacional. As médias de desempenho dos estudantes, apuradas no Saeb, juntamente com as taxas de aprovação, reprovação e abandono, apuradas no Censo Escolar, compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Os resultados também permitem o acompanhamento de indicadores educacionais por escolas, redes de ensino e unidades da Federação (UFs) ao longo das diferentes edições da avaliação. Confira os resultados finais do Saeb Confira os resultados do Ideb Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/agosto/saeb-2025-consulte-os-resultados-finais-da-avaliacao
Ideb é maior em escolas com educação em tempo integral

Levantamento divulgado na última quarta (5) apresenta o Ideb médio das escolas conforme o tempo médio de permanência dos estudantes em atividades escolares no ensino fundamental e no ensino médio Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2025 mostram que, em média, as escolas com jornada de sete horas diárias ou mais registram desempenho superior ao das escolas com menor tempo de permanência dos estudantes nas três etapas da educação básica. Esse comportamento é observado em todas as regiões do país e evidencia o potencial da ampliação da jornada escolar como estratégia de fortalecimento das oportunidades educacionais. Os dados do Ideb e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) referentes a 2025 foram divulgados na última quarta-feira, 5 de agosto, pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Leia mais: Ideb avança em todas as etapas da educação básica No Brasil, as escolas de tempo integral apresentaram Ideb médio de 6,2 nos anos iniciais do ensino fundamental, enquanto nas escolas com jornada inferior a sete horas o índice foi de 6,0. Nos anos finais do ensino fundamental, o índice foi de 5,2 nas escolas de tempo integral e de 4,9 nas demais. No ensino médio, o Ideb médio alcançou 4,7 nas escolas com jornada de sete horas diárias ou mais, enquanto as escolas com jornada inferior registraram 4,3. Regiões – O mesmo comportamento foi observado nas cinco regiões brasileiras. Em todas elas, as escolas de tempo integral registraram Ideb superior ao das escolas com jornada inferior a sete horas nos anos iniciais e finais do ensino fundamental e no ensino médio. Nos anos iniciais do ensino fundamental, a Região Sul registrou o maior Ideb entre as escolas de tempo integral (6,7), seguida pelo Sudeste (6,5), Centro-Oeste (6,3), Nordeste (6,0) e Norte (5,5). Nos anos finais do ensino fundamental, o Sul também apresentou o maior índice (5,6), seguido pelo Sudeste (5,5), Centro-Oeste (5,3), Nordeste (5,1) e Norte (4,7). No ensino médio, as regiões Sul e Centro-Oeste registraram o maior Ideb entre as escolas de tempo integral (5,0), seguidas pelo Sudeste (4,8), Nordeste (4,6) e Norte (4,4). Esse resultado deve ser compreendido em um contexto mais amplo: a principal contribuição da educação em tempo integral não é apenas elevar indicadores de desempenho, mas ampliar as possibilidades de desenvolvimento integral das crianças e dos adolescentes. Mais tempo na escola significa mais oportunidades para aprender. A ampliação da jornada permite desenvolver atividades de aprofundamento das aprendizagens, recuperação de defasagens, acompanhamento individualizado dos estudantes, incentivo à leitura, projetos científicos, culturais e artísticos, práticas esportivas, educação digital, desenvolvimento de competências socioemocionais e construção de projetos de vida. Em outras palavras, cria condições para que o currículo seja desenvolvido de forma mais rica, diversificada e menos condicionado pelas limitações do tempo escolar tradicional. Esse potencial assume especial importância para estudantes em situação de maior vulnerabilidade social. Para muitas crianças e adolescentes, a escola representa o principal espaço de acesso ao conhecimento, à cultura, ao esporte e à convivência comunitária. A jornada ampliada possibilita oferecer apoio à realização de atividades escolares, reforço das aprendizagens, experiências culturais e esportivas, alimentação adequada e um ambiente de proteção e acolhimento. Ao fortalecer o vínculo dos estudantes com a escola, a educação em tempo integral contribui para reduzir desigualdades, favorecer a permanência, prevenir o abandono escolar e ampliar as oportunidades de desenvolvimento humano. Entretanto, ampliar o tempo de permanência dos estudantes na escola, por si só, não caracteriza uma política de educação em tempo integral. O sucesso dessa estratégia depende da construção de um projeto político-pedagógico específico, que atribua sentido educativo ao tempo adicional. Não se trata apenas de permanecer mais horas na escola, mas de organizar novas experiências de aprendizagem, articuladas ao currículo e às necessidades dos estudantes, valorizando diferentes linguagens, espaços e formas de aprender. Da mesma forma, a implementação da educação em tempo integral exige investimentos na ampliação das capacidades institucionais das redes e das escolas. São necessárias adequações da infraestrutura física, dos espaços pedagógicos, dos equipamentos, da alimentação escolar, do transporte, dos materiais didáticos, da equipe pedagógica e da gestão escolar para que a jornada ampliada seja efetivamente viável e produza melhores oportunidades educativas. Essa transformação também alcança o trabalho docente. Uma política consistente de educação em tempo integral pressupõe a reorganização da jornada de trabalho dos professores, permitindo que sua atuação ocorra em uma única escola, sempre que possível. Isso amplia as possibilidades de planejamento coletivo, formação continuada em serviço, acompanhamento das aprendizagens, atendimento individualizado aos estudantes e integração entre os diferentes projetos pedagógicos desenvolvidos ao longo da jornada. O tempo integral do estudante torna-se mais consistente quando está associado a melhores condições para o exercício da docência. Por fim, é importante reconhecer que o Ideb constitui um dos principais indicadores da qualidade da educação básica brasileira, ao combinar o desempenho dos estudantes no Saeb com as taxas de aprovação. Contudo, ele representa apenas uma dimensão dos resultados educacionais. A missão da escola é mais ampla do que aquilo que pode ser capturado por avaliações externas de língua portuguesa e matemática. A educação básica deve promover também a formação ética, cidadã, cultural, científica, artística e socioemocional, desenvolvendo autonomia, criatividade, pensamento crítico, capacidade de convivência e participação na vida em sociedade, conforme dita o Art. 205 da Constituição Federal, “visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania”. Nesse sentido, os resultados observados nas escolas de tempo integral devem ser compreendidos como um indicativo do potencial dessa política pública, mas não como seu único objetivo. O verdadeiro alcance da educação em tempo integral está na capacidade de ampliar direitos, reduzir desigualdades e oferecer a todas as crianças e adolescentes oportunidades mais amplas de aprender, conviver, participar e construir seus projetos de vida. Ideb – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, criado em 2007, no âmbito do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), é um indicador que combina o desempenho dos estudantes em Língua Portuguesa e Matemática no Saeb com as taxas de aprovação apuradas pelo
3º episódio do Tá Sabendo aborda avanços da educação básica, orientações sobre políticas para a primeira infância e prazos importantes

Programa semanal da Undime reúne os principais informes da semana para as redes municipais de ensino A 3º edição do Tá Sabendo já está no ar com informações estratégicas para dirigentes municipais de educação e equipes técnicas das redes de ensino. O episódio reúne os principais destaques da semana, com foco em resultados educacionais, políticas públicas e prazos que demandam atenção dos gestores. Entre os assuntos está a divulgação dos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025, que registrou o melhor desempenho desde a criação do indicador, em 2005. Os dados mostram avanço em todas as etapas da educação básica (anos iniciais e finais do ensino fundamental e ensino médio), além da evolução da aprendizagem em Língua Portuguesa e Matemática, conforme apontado pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O programa também destaca a expressiva redução no número de municípios com desempenho inferior a 4,9 nos anos iniciais do ensino fundamental. Enquanto na primeira edição do Ideb eram 4.110 municípios nessa condição, em 2025 esse número caiu para 442. “Cada avanço do Ideb representa o trabalho de milhares de profissionais da educação em todo o Brasil. Agora, o desafio é fazer com que esse progresso alcance todos os municípios, especialmente aqueles que ainda enfrentam maiores dificuldades. Com cooperação e apoio técnico, esse caminho é possível. A Undime seguirá atuando como parceira para fortalecer as redes municipais e garantir que todas as crianças tenham acesso a uma educação de qualidade”, afirma o presidente da Undime, Luiz Miguel Garcia. Confira aqui os resultados do Ideb 2025. Outro tema do episódio é a prorrogação, até 15 de agosto, do prazo de adesão à Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre União, estados, municípios e Distrito Federal na formulação e implementação de políticas voltadas às crianças de até seis anos de idade. Neste link, os gestores encontram todas as orientações para realizar a adesão à comunidade. Além disso, o programa chama a atenção para a disponibilização do módulo Fundeb VAAR Condicionalidades no Simec. Estados, municípios e o Distrito Federal devem preencher as informações e anexar a documentação comprobatória até 31 de agosto, prazo estabelecido pelo Ministério da Educação. Saiba mais aqui. Acesse: https://www.instagram.com/p/DbtEDhiR0GL/ https://www.facebook.com/reel/1070823072076524 Fonte: Undime
Ideb avança em todas as etapas da educação básica

Foto: Luís Fortes/MEC De 2023 a 2025, em uma escala de 0 a 10, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do ensino fundamental brasileiro nas redes públicas e privadas passou de 6 para 6,3 nos anos iniciais (do 1º ao 5º ano) e de 5 para 5,3 nos anos finais (do 6º ao 9º ano). Já o Ideb do ensino médio em ambas as redes passou de 4,3 para 4,5. Considerando apenas a rede pública, o resultado passou de 5,7 para 6,1 nos anos iniciais; de 4,7 para 5.0 nos anos finais; e de 4,1 para 4,3 no ensino médio. Com esses resultados, o Ideb alcançou, nas três etapas avaliadas, os maiores valores da série histórica iniciada em 2005. Os dados do Ideb e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) referentes a 2025, que revelam o desempenho da educação básica brasileira, calculados pelo Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), foram divulgados nesta quarta-feira, 5 de agosto. Durante coletiva de imprensa, o MEC anunciou ações para acompanhamento próximo dos 442 municípios que seguem com Ideb abaixo de 4,9 nos anos iniciais do ensino fundamental. Em 2023, eram 1.097 municípios nessa situação. Em 2005, há 20 anos, eram 4.110. A pasta vai oferecer assistência técnica com ênfase nos processos de aprendizagem e acompanhamento de ações para estes municípios. Além disso, o MEC também prevê para outubro a divulgação do plano de ação e das metas que estão sendo construídos para atender às demandas do Novo Plano Nacional de Educação (PNE), focados em aprendizagem e, principalmente, em equidade. Ideb ensino fundamental | Anos iniciais | Brasil | 2005-2025 Fonte: Ideb/Inep, 2025 Ideb ensino fundamental | Anos finais | Brasil | 2005-2025 Fonte: Ideb/Inep, 2025 Ideb ensino médio | Brasil | 2005-2025 Fonte: Ideb/Inep, 2025 Estados – Todas as unidades da Federação (UFs) tiveram resultados superiores nos anos iniciais do ensino fundamental. Nos anos finais, 24 UFs tiveram índices maiores, dois estados ficaram estáveis e um estado registrou queda. No ensino médio, 23 UFs subiram o Ideb, três mantiveram os índices de 2023 e uma registrou queda. O Ideb reflete o desempenho dos estudantes e as taxas de aprovação em diferentes etapas de ensino. Em 2025, os dados do ensino fundamental nos anos iniciais refletem a realidade de 14,5 milhões de matrículas em 101 mil escolas. Nos anos finais, o índice retrata 11,2 milhões de matrículas em 61 mil escolas. Em relação ao ensino médio, os resultados do Ideb correspondem a 7,3 milhões de matrículas em 30 mil escolas. Ideb ensino fundamental | Anos Iniciais | Por UF | 2025 Fonte: Inep/Ideb, 2025 Ideb ensino fundamental | Anos Finais | Por UF | 2025 Fonte: Inep/Ideb, 2025 Ideb ensino médio | Por UF | 2025 Fonte: Inep/Ideb, 2025 Aprendizagem de língua portuguesa e matemática na rede pública – Em uma escala que vai de 0 a 500, no 5º ano do ensino fundamental, em português, a avaliação passou de 207,6 em 2023, para 215,1 pontos, em 2025; e em matemática, de 218,3 para 227,4. No caso do 9º ano do ensino fundamental, em língua portuguesa a média passou de 252,9 para 256,6; e em matemática, de 249,9 para 255,3. Já no 3º ano do ensino médio, em língua portuguesa, o resultado passou de 269,1 para 272,3; e em matemática, de 263,9 para 268,0. Considerando a totalidade da rede estadual, que inclui o ensino médio tradicional e o ensino médio integrado à educação profissional e tecnológica, em língua portuguesa, o desempenho dos estudantes que cursavam o 3º ano passou de 271,7 para 275,8; e em matemática, de 267,3 para 271,4 no mesmo período. O Saeb 2025 avaliou 5,9 milhões de alunos distribuídos por 73,7 mil escolas e 247,7 mil turmas em todo o território nacional. Saeb 5º ano do ensino fundamental Fonte: Saeb/Inep, 2025 Saeb 9º ano do ensino fundamental Fonte: Saeb/Inep, 2025 Saeb 3º ano do ensino médio Fonte: Saeb/Inep, 2025 – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, criado em 2007, no âmbito do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), é um indicador que combina o desempenho dos estudantes em Língua Portuguesa e Matemática no Saeb com as taxas de aprovação apuradas pelo Censo Escolar, permitindo acompanhar a qualidade da educação básica brasileira. Integra o conjunto de indicadores utilizados para o monitoramento das metas educacionais previstas no Plano Nacional de Educação (PNE). Considerando que a vigência do PNE foi prorrogada até 31 de dezembro de 2025, o índice permanece como referência para o monitoramento das políticas educacionais e para a avaliação dos avanços e desafios na consecução dos objetivos estabelecidos pelo PNE durante o período de vigência. – O Sistema de Avaliação da Educação Básica, criado em 1990, é um conjunto de avaliações externas em larga escala aplicado bienalmente a estudantes da educação básica. A avaliação é composta por testes e questionários que apresentam informações sobre o desempenho dos estudantes e sobre fatores contextuais relacionados ao processo educacional. As médias de desempenho obtidas no Saeb, em conjunto com os dados de fluxo escolar do Censo Escolar, compõem o Ideb. Os resultados também permitem o acompanhamento de indicadores educacionais por escolas, redes de ensino e UFs ao longo das diferentes edições da avaliação. Resultados Ideb Resumo | Ideb – Resultados 2025
Novo PAR: MEC disponibiliza cursos para capacitação da RenaPAR

Formação é um dos eixos da atuação da rede, que atuará na mobilização, na assistência técnica e na formação dos profissionais envolvidos no Novo PAR, fortalecendo as capacidades das redes de ensino e o regime de colaboração federativa Foto: Fábio Nakakura/MEC O Ministério da Educação (MEC) instituiu, por meio da Portaria nº 640/2026, a Rede Nacional de Mobilização, Assistência Técnica e Formação para a Gestão do Novo Plano de Ações Articuladas (RenaPAR). Entre os eixos de atuação da rede está a formação continuada, que conta com conteúdos formativos destinados aos profissionais das redes de ensino que atuam no Novo PAR. No Ambiente Virtual de Aprendizagem do Ministério da Educação (Avamec) e no Avamec Interativo, estão previstas formações sobre as etapas Preparatória, Diagnóstico e Planejamento, além de novos cursos destinados aos articuladores, coordenadores do PAR e demais profissionais envolvidos na Rede. A carga horária de cada curso varia de 20 a 60 horas. Para realizar a formação, basta acessar o Avamec via site ou aplicativo próprio, disponível no Google Play. Em seguida, o usuário deve selecionar a opção “Acessar cursos” e escolher o curso da etapa desejada. Por fim, é preciso clicar em inscrever-se e preencher os dados solicitados. RenaPAR – A Rede Nacional de Mobilização, Assistência Técnica e Formação para a Gestão do Novo Plano de Ações Articuladas é uma rede colaborativa voltada ao fortalecimento das capacidades institucionais e técnicas das redes de ensino para o planejamento, a execução e o monitoramento das ações do Novo PAR. A rede também busca promover a troca de experiências, a aprendizagem entre pares, a cooperação e a colaboração federativa. A atuação da RenaPAR será organizada em quatro instâncias de coordenação técnica — nacional, estadual, regional e municipal —, com articuladores responsáveis pela mobilização, assistência técnica e formação para a gestão. A rede será composta por representantes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e das redes estaduais e municipais de ensino, aproximando as ações de apoio das necessidades dos diferentes territórios. A RenaPAR visa consolidar uma comunidade de aprendizagem em torno do Novo PAR, fortalecendo a assistência técnica, a circulação de conhecimentos e a articulação entre União, estados, Distrito Federal e municípios. A coordenação nacional da rede será responsável por definir diretrizes, estratégias, orientações, instrumentos e metodologias para a assistência técnica aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios, além de promover ações formativas e de assistência técnica nacionais em articulação com as coordenações estaduais. Avamec Interativo – O Avamec Interativo é uma extensão do ambiente virtual de aprendizagem do MEC e serve para apoiar cursos de formação continuada de professores, organizar conteúdos em rede e facilitar o envio de tarefas. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/agosto/novo-par-mec-disponibiliza-cursos-para-capacitacao-da-renapar
Boletim Em pauta – Edição nº 828 – 5 de agosto de 2026

Novo PAR: MEC disponibiliza cursos para capacitação da RenaPAR Leia mais Sancionada parceria entre pontos de cultura e escolas Leia mais Estudante da rede municipal de Wagner/BA recebe resposta da Presidência da República após carta lida em Fórum da Undime Bahia Leia mais Adesão à Comunidade Nacional da Primeira Infância é prorrogada Leia mais Municípios sergipanos usam a Busca Ativa Escolar para resgatar trajetórias interrompidas de jovens e adultos Leia mais No Ceará, Undime debate o tema da alfabetização em Seminário Nacional Leia mais MEC disponibiliza guia para regularização do PDDE Leia mais Na fronteira com a Venezuela, Busca Ativa Escolar protege e fortalece o direito à educação Leia mais Inscrições para formação continuada são prorrogadas até sexta (7/8) Leia mais
Sancionada parceria entre pontos de cultura e escolas

A Lei 15.481 determina que a parceria entre escolas e associações culturais deve estar alinhada à proposta pedagógica e priorizar entidades próximas à comunidade escolar Andre Borges/Agência Brasília Pontos e pontões de cultura — associações sem fins lucrativos que desenvolvem atividades culturais dentro de suas próprias comunidades — poderão estabelecer parceria e intercâmbio com os estabelecimentos de ensino. É o que estabelece a Lei 15.481, de 2026, sancionada e publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (3). De acordo com a lei, essas parcerias e intercâmbios serão estabelecidos com unidades de educação básica, ensino superior e ensino técnico e com entidades de pesquisa e extensão. A novidade é que no caso da educação básica, a parceria deve estar alinhada à proposta pedagógica da escola e priorizar entidades culturais próximas à comunidade escolar. O texto altera a Política Nacional de Cultura Viva, instituída para ampliar o acesso da população aos direitos culturais, tendo como pilares os pontos e pontões de cultura. A lei é oriunda do Projeto de Lei (PL) 3.039/2021, da deputada Benedita da Silva (PT-RJ). A matéria foi aprovada pelo Plenário do Senado em julho, com o parecer favorável de Humberto Costa (PT-PE). Fonte: Agência Senado https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/08/03/sancionada-parceria-entre-pontos-de-cultura-e-escolas
