Seleção do ProLEEI abre inscrições em 17 de agosto

As inscrições para a seleção de projetos de instituições federais de ensino superior que ofertarão formação continuada a profissionais da educação infantil em 2027 começam no dia 17 de agosto e seguem até 9 de setembro. O Edital nº 2, de 7 de agosto de 2026 foi publicado pelo Ministério da Educação (MEC) na segunda-feira, 10 de agosto, e integra o Programa Leitura e Escrita na Educação Infantil (ProLEEI), que faz parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA). O programa prevê investimentos e recursos para as instituições que ofertarão a formação e para as bolsas dos formadores municipais. A iniciativa prevê até 154 mil vagas distribuídas em 4.406 turmas em todo o país. Podem participar da seleção universidades federais e institutos federais que atendam aos requisitos estabelecidos no edital. As propostas deverão ser apresentadas por coordenadores de grupos de pesquisa em educação infantil e formação de professores, com anuência da reitoria da instituição. Formação – A formação será destinada prioritariamente a professores que atuam na regência de turmas de pré-escola, com crianças de quatro e cinco anos, e de creches, com crianças acima de dois anos. Caso haja disponibilidade de vagas, poderão ser contemplados também coordenadores pedagógicos, diretores escolares e professores que atuam em instituições que atendem crianças de zero a dois anos. A indicação dos profissionais participantes será realizada pelas redes ou sistemas de ensino, de acordo com os critérios estabelecidos pelo ProLEEI. Em caso de demanda superior ao número de vagas disponíveis, terão prioridade os professores efetivos das respectivas redes de ensino. As instituições selecionadas serão responsáveis pela execução das atividades formativas, pela formação das equipes envolvidas, pela disponibilização dos materiais pedagógicos e pela certificação dos profissionais que concluírem a formação. Seleção das instituições – Para participar da chamada pública, as instituições de ensino superior deverão comprovar experiência em formação de professores da educação infantil, além de atuação em pesquisa e extensão na área. As instituições também deverão apresentar programa de extensão consolidado voltado à formação desses profissionais. As propostas serão avaliadas em etapas de análise técnica e de mérito. Entre os critérios considerados estão a adequação da proposta aos objetivos do ProLEEI, a relevância das ações para o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, a viabilidade de execução, o planejamento das atividades e a aplicação dos recursos. Cronograma – As propostas deverão ser submetidas por meio do módulo do ProLEEI no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), no período de 17 de agosto a 9 de setembro de 2026. A análise técnica e de mérito está prevista para ocorrer entre 10 de setembro e 7 de outubro. O resultado preliminar será divulgado em 9 de outubro, seguido de período para recursos. O resultado final está previsto para 30 de outubro de 2026. As formações deverão ser realizadas preferencialmente ao longo do ano letivo de 2027. ProLEEI – O Programa Leitura e Escrita na Educação Infantil integra as ações do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) voltadas à formação de profissionais da educação. A iniciativa busca fortalecer as práticas pedagógicas na educação infantil e apoiar professores no desenvolvimento de experiências de leitura e escrita adequadas às especificidades dessa etapa da educação básica. https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/agosto/selecao-do-proleei-abre-inscricoes-em-17-de-agosto 

FNDE disponibiliza Guia Digital do PNLD para os Anos Iniciais

  O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), disponibilizou o Guia Digital do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano). A publicação reúne resenhas e a íntegra das obras didáticas (Objeto 1) aprovadas para o ciclo 2027-2030 e apresenta orientações para o processo de escolha pelas escolas públicas.  O acesso ao guia é aberto a professores, estudantes, gestores educacionais e ao público em geral e serve como instrumento de apoio para as escolas no processo de seleção das obras que serão adotadas durante os quatro anos de vigência do ciclo. Nova funcionalidade  Nesta edição, o guia passa a contar com um modelo de ata integrado que encaminhará o(a) diretor(a) da escola para o sistema PNLD Gestão. As informações registradas na ata ficarão armazenadas automaticamente. Quando o período de escolha estiver disponível no sistema, o(a) diretor(a) da escola poderá confirmar a seleção realizada na ata ou efetuar alterações antes do envio. Ao clicar em “Enviar”, o registro da ata será considerado a escolha oficial da escola e será possível emitir o comprovante da escolha. A ata é etapa obrigatória para conclusão do processo.   As obras selecionadas serão distribuídas conforme modelo de escolha definido pelas redes de ensino. Durante a análise dos materiais, professores e gestores deverão observar o alinhamento das obras ao projeto pedagógico e às necessidades específicas de cada comunidade escolar. Organização das categorias  O guia está organizado em três categorias: Categoria 1 (escolha obrigatória) – destinada ao 1º e ao 2º anos do Ensino Fundamental. Todos os livros do estudante são consumíveis (não reutilizáveis), permanecendo com o aluno. A categoria contempla os componentes de Língua Portuguesa, Arte, Educação Física*, Matemática, Ciências da Natureza, História e Geografia e Educação Digital e Midiática.  Categoria 2 (escolha obrigatória) – destinada ao 3º, 4º e 5º anos. Os livros de Língua Portuguesa e Matemática são consumíveis. Os demais componentes, como Ciências, História, Geografia, Arte e Produção de Texto, são reutilizáveis e devem ser devolvidos à escola ao término do ano letivo.  Categoria 3 (escolha optativa) – destinada ao 1º ao 5º ano, composta pelas obras de Língua Inglesa e Língua Espanhola. A escolha é facultativa para as redes de ensino e todos os livros são reutilizáveis.  O livro de Educação Física das categorias 1 e 2 é destinado exclusivamente ao professor.  Caso a escola opte por não receber determinado título, deverá selecionar a opção “NÃO DESEJO RECEBER O LIVRO” no sistema PNLD Gestão durante o registro da escolha. O registro em ata é obrigatório. Na ausência desse registro, será necessário apresentar justificativa no sistema.   Se a escola não fizer a escolha nem registrar o não recebimento nas Categorias 1 e 2, o FNDE fará a atribuição técnica. A Categoria 3 é optativa, e não haverá atribuição técnica para os que não fizerem a escolha dos livros desta categoria. Como acessar o guia  O Guia Digital do PNLD está disponível em www.fnde.gov.br/guialivro.  Para consultar a íntegra das obras, o professor deverá estar cadastrado no Sistema Gestão Presente (SGP) ou no antigo Portal do Livro. No guia, basta selecionar a opção “Acessar livro na íntegra” e realizar a autenticação por meio da conta Gov.br. Em caso de dúvidas sobre o acesso ao SGP, as orientações estão disponíveis no portal do MEC Gestão Presente.  As escolas e as redes de ensino devem observar o cronograma e os procedimentos previstos no PNLD para a realização da escolha. Também é importante verificar a atualização dos cadastros dos diretores e das equipes responsáveis pela gestão do programa nos estados, DF e municípios.    Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias-1/fnde-disponibiliza-guia-digital-do-pnld-para-os-anos-iniciais

Última semana para participar da Consulta ao Marco Regulatório da EaD

Objetivo é receber sugestões e análises que subsidiarão a consolidação definitiva da nova regulamentação para a modalidade de ensino. Interessados têm até 14 de agosto para contribuir por meio do Brasil Participativo   O Ministério da Educação (MEC) recebe, até a próxima sexta-feira, 14 de agosto, respostas à consulta pública do Novo Marco Regulatório dos cursos de graduação da educação a distância (EaD). A finalidade da iniciativa é receber sugestões e análises fundamentadas sobre o texto-base da nova regulação para embasar a consolidação definitiva. A iniciativa é voltada a estudantes, professores, pesquisadores, gestores de instituições de ensino superior (públicas e privadas), entidades da sociedade civil e demais interessados. Para participar, os interessados devem acessar a plataforma Brasil Participativo.  A atualização das diretrizes dos cursos de graduação em EaD busca adaptar as normas da educação a distância às transformações digitais e aos novos critérios de acompanhamento acadêmico. A proposta estabelece regras para a oferta de cursos, mediação pedagógica, suporte ao estudante e atuação do corpo docente. Além disso, define critérios para atividades presenciais e conteúdos digitais, garantindo que os padrões acadêmicos exigidos sejam equivalentes em todas as modalidades de ensino.   Mudanças propostas na regulamentação da EaD no Brasil – A partir da necessidade de regulamentar o Decreto nº 12.456 de 2025, a proposta do Novo Marco Regulatório sugere novas regras para acompanhamento da permanência e infraestrutura dos polos, diretrizes para a atuação docente, bem como institucionalização formal do formato semipresencial. O texto, elaborado pela Comissão da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CES/CNE), apresenta pontos organizacionais para a oferta de cursos superiores:   Regulamentação da modalidade semipresencial – Formaliza o formato semipresencial, estabelecendo percentuais e critérios para carga horária presencial obrigatória (como práticas de laboratório e extensão) combinada com atividades síncronas e assíncronas mediadas.   Critérios para mediação e docência – Estabelecem parâmetros para a atuação de professores e tutores, com diretrizes de interatividade com os estudantes e regras para o trabalho acadêmico.   Estrutura dos polos de apoio – Define requisitos para os polos de apoio presencial no suporte tecnológico e acadêmico aos estudantes.   Suporte acadêmico – Estabelece parâmetros de acompanhamento pedagógico ao longo da jornada do estudante de graduação.     Como participar – Para enviar contribuições, o participante deve realizar o seguinte procedimento:   Textos de referência – Acessar o edital da consulta pública, a minuta da proposta e o texto da resolução anterior, que estão disponíveis na página do Conselho Nacional de Educação (CNE), na seção “Audiências e Consultas Públicas“.   Contribuições – Após ter conhecimento sobre a proposta, basta acessar a plataforma Brasil Participativo; fazer o login com a conta Gov.br; preencher o formulário para contribuir com o levantamento de informações que permitam a elaboração de um diagnóstico mais preciso acerca do alcance social e institucional da consulta pública, subsidiando a avaliação da participação social; e inserir as contribuições fundamentadas nos campos indicados no sistema.     Após o término do prazo, as contribuições submetidas serão analisadas para a consolidação da redação final do Parecer e do Projeto de Resolução pelo CNE.   Sobre o CNE – O Conselho Nacional de Educação é o órgão colegiado do MEC responsável por assessorar o ministério na formulação e avaliação da política nacional de educação, emitindo diretrizes e regulamentações para a educação nacional. https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/agosto/ultima-semana-para-participar-da-consulta-ao-marco-regulatorio-da-ead

Balcão Virtual do FNDE tem novo horário de atendimento institucional

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), informa que o atendimento por meio do Balcão Virtual passa a funcionar em novo horário. O serviço atende agora de segunda a quinta-feira, das 8h30 às 17h30, e às sextas-feiras, das 8h30 às 17h.  O Balcão Virtual é um canal de atendimento por videoconferência destinado a gestores públicos, representantes de instituições, parlamentares e demais usuários que buscam esclarecimentos e orientações relacionados a programas, ações e serviços do FNDE.  Entre os temas abordados estão análise de obras, gestão de recursos educacionais, prestação de contas com foco em transparência e orientações sobre programas estratégicos, como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), o Plano de Ações Articuladas (PAR), obras escolares, além de outros programas e ações do FNDE.  Quando a demanda exigir análise ou esclarecimentos específicos, o usuário poderá solicitar atendimento ou agendamento com a área técnica responsável, conforme os procedimentos disponíveis no portal do FNDE. O atendimento é realizado por videoconferência. Antes do início da chamada, o usuário deverá apresentar, pela câmera, documento oficial de identificação com foto para confirmação da identidade.  Serviço  Atendimento Institucional: Balcão Virtual  Público: gestores públicos municipais, estaduais e distritais e parlamentares  Segunda a quinta-feira: das 8h30 às 17h30  Sexta-feira: das 8h30 às 17h    https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias-1/balcao-virtual-do-fnde-tem-novo-horario-de-atendimento-institucional  

Escolas de fronteira poderão aderir ao Peif em setembro

Secretarias de educação e escolas elegíveis deverão realizar a adesão ao Programa Escolas Interculturais de Fronteira pelo PDDE Interativo. Repasses às unidades participantes estão previstos para novembro   Estados, municípios e escolas localizadas em regiões de fronteira poderão aderir ao Programa Escolas Interculturais e de Fronteira (Peif) neste segundo semestre. O procedimento será realizado por meio do sistema PDDE Interativo e seguirá as regras e o cronograma definidos para a participação no programa. O Peif é voltado ao fortalecimento da cooperação educacional, cultural e linguística entre escolas brasileiras localizadas em municípios de fronteira e instituições de países vizinhos. O programa já foi oficializado e está em fase de organização dos procedimentos de adesão. A adesão será feita pelas secretarias de educação em módulo específico do programa. Os gestores deverão indicar um professor coordenador, responsável pela interlocução com o Ministério da Educação (MEC), além de selecionar escolas consideradas elegíveis para participação. Poderão integrar o programa unidades de ensino situadas em cidades gêmeas de fronteira, caracterizadas pela forte integração territorial e social com municípios de países vizinhos. Cada localidade poderá contar com até duas escolas participantes. Após a seleção, as escolas deverão confirmar a adesão e apresentar um plano de atendimento com a descrição das atividades e dos projetos que serão desenvolvidos no programa. As ações deverão estar alinhadas aos eixos temáticos definidos pelo MEC, como turismo, gastronomia, esporte, lazer, direitos humanos, educação midiática, artesanato, cultura, danças e artes plásticas. O cronograma definitivo dependerá da publicação de resolução específica do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A expectativa é que os gestores educacionais tenham acesso ao sistema a partir de setembro, quando também serão realizados encontros virtuais e atividades de orientação para estados e municípios sobre os procedimentos de participação. Repasses previstos – Concluídas as etapas de adesão e análise da documentação, os repasses financeiros às escolas habilitadas estão previstos para começar a partir de 1º de novembro, conforme a regulamentação do programa. O FNDE será responsável por verificar a documentação das escolas indicadas e os requisitos necessários para o recebimento dos recursos. Após essa etapa, será homologada a relação das unidades aptas a participar do programa. O Peif é destinado a escolas localizadas em municípios de fronteira e tem como proposta apoiar o desenvolvimento de projetos pedagógicos em cooperação com instituições de ensino de países vizinhos, conforme as diretrizes estabelecidas na regulamentação da iniciativa. https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/agosto/escolas-de-fronteira-poderao-aderir-ao-peif-em-setembro  

Undime e FNDE orientam municípios sobre transição dos CACS-Fundeb e novidades do SisCACS

Nessa quinta-feira, 6 de agosto, a Undime promoveu uma live para orientar dirigentes municipais de educação, técnicos e conselheiros do Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (CACS Fundeb), sobre a importância do controle social dos recursos públicos destinados à educação e as melhorias promovidas no Sistema de Informações sobre os Conselhos de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb (SisCACS), que é operacionalizado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), tendo em vista a transição de mandato dos Conselhos Municipais em 2027. Participaram da videoconferência o presidente do CACS Fundeb da União e representante da Undime, Vilmar Klemann, e o coordenador de Apoio Operacional ao SIOPE e SisCACS do FNDE, Ulisses Orlando. A mediação foi realizada pela dirigente municipal de Educação de Maringá/PR e presidente da Undime Paraná, Adriana Palmieri. Durante a live, os participantes destacaram o papel e a importância dos CACS-Fundeb para a fiscalização, a transparência e o acompanhamento da aplicação dos recursos destinados à educação pública em todos os âmbitos da federação. Um dos principais pontos debatidos foi a orientação para a transição de mandato dos conselhos municipais a partir de 2027. Destacou-se que todos os mandatos dos atuais conselheiros se encerrarão em 31/12/2026, mas que ainda neste semestre os municípios já poderão realizar o processo para escolha dos novos conselheiros, já que a partir de 1º de novembro de 2026, o SisCACS permitirá a antecipação cadastral do mandato 2027-2030. Outra orientação importante é que não é permitida a recondução de conselheiros independentemente do tempo de mandato, ou seja, mesmo que uma pessoa tenha assumido o mandato por um mês em 2026, ela não poderá ser reconduzida para o mandato 2027-2030. Além disso, os segmentos de Escolas Indígenas, Escolas Quilombolas e Escolas do Campo passarão a ter composição obrigatória nos conselhos quando o município receber recursos do Fundeb destinados a esses segmentos sociais. Controle social fortalece a gestão dos recursos do Fundeb Durante a live, Vilmar Klemann destacou a importância da participação social para o acompanhamento da aplicação dos recursos públicos e apresentou aspectos relacionados ao funcionamento e às atribuições dos CACS-Fundeb. Entre as competências dos conselhos está o acompanhamento e o controle social sobre a distribuição e a transferência dos recursos do Fundeb. No âmbito da União, o CACS também supervisiona o Censo Escolar anual e a elaboração da proposta orçamentária anual, contribuindo para o tratamento adequado dos dados estatísticos e financeiros que fundamentam a operacionalização do Fundo. A apresentação ressaltou que a participação social é um pressuposto da democracia e coloca a sociedade no papel de acompanhar a gestão da coisa pública e cobrar responsabilidade dos gestores. Nesse contexto, também foi reforçado que um CACS atuante contribui para melhorar a própria atuação do dirigente municipal de educação. Entre os desafios apontados para fortalecer os conselhos estão a garantia de melhor infraestrutura, assessoramento técnico contínuo e oferta permanente de cursos de formação, além do combate ao uso político-partidário desses colegiados. Novidades no SisCACS Na apresentação, o coordenador de Apoio Operacional ao SIOPE e SisCACS do FNDE, Ulisses Orlando, detalhou o processo de atualização dos conselhos no SisCACS. A edição é de responsabilidade do representante do município (secretário ou secretária de Educação) e/ou do técnico cadastrado. Ao iniciar uma edição, o conselho fica, temporariamente, com o status “Irregular – Pendente de edição de Cadastro”, o que não representa um erro do sistema, mas indica que a atualização ainda não foi concluída. Após o preenchimento e a correção de eventuais pendências, os dados devem ser enviados para validação do presidente ou vice-presidente do conselho. Nessa etapa, o responsável deve acessar o SisCACS com a conta Gov.br, conferir as informações cadastradas e finalizar a validação. A plataforma também ganhou melhorias na funcionalidade Consulta Pública. Com a atualização, será possível exportar os dados públicos dos membros dos conselhos municipais e estaduais em arquivos Excel (XLSX) e CSV, além da opção de salvar as informações em PDF. A mudança busca facilitar a consulta, o compartilhamento e o registro dos dados. O coordenador informou ainda que está elaborando um Manual do SisCACS, com previsão de publicação na página oficial da autarquia até o fim de agosto. Vamos divulgar assim que for disponibilizado. Dúvidas e orientações Durante a transmissão, também houve espaço para perguntas e esclarecimentos do público sobre o funcionamento da plataforma e os procedimentos relacionados aos conselhos. Entre os questionamentos estava a obrigatoriedade do CACS possuir CNPJ. Vale destacar que o CACS-Fundeb não precisa ter um CNPJ próprio por ser um órgão colegiado de controle social e não possuir personalidade jurídica. No entanto, as contas bancárias específicas do Fundeb devem ser abertas obrigatoriamente utilizando o CNPJ da Secretaria de Educação (ou órgão equivalente) do respectivo município ou estado. Em caso de dúvidas sobre o preenchimento do SisCACS, a orientação é utilizar o SIOPE Fale Conosco. Usuários com conta Gov.br devem selecionar o assunto “CACS”; quem optar por não se identificar pode selecionar a categoria “Público”. A live permanece disponível na galeria de vídeos do Conviva Educação para quem não conseguiu acompanhar a transmissão ou deseja rever as orientações apresentadas. Acesse aqui: https://www.youtube.com/watch?v=-QtBEl09rsY

Conselho Fiscal da Undime se reúne em Brasília

  Encontro teve como objetivo examinar os balanços contábeis referentes ao exercício de 2025 e emitir o parecer   A Undime promoveu, na quinta (6) e na sexta-feira (7), a reunião do Conselho Fiscal da atual gestão. O encontro foi realizado na sede da instituição, em Brasília/DF, e reuniu integrantes do conselho fiscal, o secretário de finanças e colaboradores da Undime para exame dos balanços contábeis referentes ao exercício de 2025 e emissão do parecer. Participaram da reunião os conselheiros Humberto de Campos de Castilho, dirigente municipal de Educação de Sucupira/TO e presidente da Undime Tocantins; Ana Paula Nunes da Silva, dirigente municipal de Educação de Princesa Isabel/PB e presidente da Undime Paraíba; e Alsione Pereira de Alencar Sulbaran, dirigente municipal de Educação de Pacaraima/RR e presidente da Undime/RR. Também estiveram presentes o secretário de finanças da Undime, Anderson Passos, dirigente municipal de Educação de Aratuípe/BA e presidente da Undime Bahia; a coordenadora institucional, Maria Edineide de Almeida Batista; a coordenadora administrativa, Maria de Fátima Soares de Melo; o coordenador contábil, Wendell Silva de Assunção; e a coordenadora de projetos, Renata Dias Meireles Alencar. Durante a reunião, foram apresentados os balanços contábeis referente ao exercício de 2025. Após a análise da documentação, os integrantes do Conselho Fiscal deliberaram, por unanimidade, pela aprovação das contas da Undime, emitindo parecer favorável. A reunião foi convocada com base no artigo 42 do Estatuto e no artigo 52 do Regimento da Undime. Sobre o Conselho Fiscal De acordo com o Regimento da Undime, o Conselho Fiscal reúne-se, ordinariamente, uma vez por ano para examinar as contas da instituição ou, extraordinariamente, sempre que convocado. Entre suas competências estão: – examinar os balanços contábeis da Undime; – opinar sobre os balanços e os relatórios de desempenho financeiro e contábil e sobre as operações patrimoniais realizadas, emitindo pareceres para as instâncias superiores da instituição; – requisitar ao secretário de finanças a documentação comprobatória das operações econômico- financeiras realizadas pela Undime; – acompanhar o trabalho de eventuais auditores externos independentes; – elaborar parecer, por escrito, opinando sobre a viabilidade da aprovação das contas da Undime.  

Em comemoração aos 40 anos, Undime lança novo portal com mais segurança e estabilidade

A Undime colocou no ar, na quinta-feira, 6 de agosto, o novo portal institucional. Disponível no mesmo endereço eletrônico (undime.org.br), a plataforma passou por um amplo processo de atualização e modernização para oferecer uma experiência de navegação mais ágil, intuitiva, segura e eficiente aos usuários. O projeto foi desenvolvido ao longo de 12 meses e envolveu a reformulação completa da infraestrutura tecnológica do portal. A nova plataforma foi construída com tecnologias atuais, que garantem maior segurança, desempenho e estabilidade. O layout também foi totalmente redesenhado para proporcionar uma navegação responsiva, adaptando-se aos diferentes dispositivos utilizados pelos usuários, como computadores, smartphones e tablets. Para o presidente da Undime, Luiz Miguel Martins Garcia, dirigente municipal de Educação de Nova Odessa/SP, o lançamento do novo portal é uma entrega simbólica dos 40 anos da instituição, pois une a preservação da história construída ao longo de quatro décadas com a preparação da entidade para os desafios do futuro. “Celebrar os 40 anos da Undime é, também, olhar para frente. O novo portal representa esse movimento: preservamos a história construída pela instituição ao longo de quatro décadas e, ao mesmo tempo, investimos em tecnologia, segurança e inovação para fortalecer nossa atuação nos próximos anos. Essa modernização amplia nossa capacidade de atender os dirigentes municipais de educação, aprimora nossos processos internos e reafirma o compromisso da Undime com uma gestão cada vez mais eficiente, transparente e conectada às necessidades dos municípios brasileiros”, explica. De acordo com Álvaro Prestes, analista de sistemas da empresa responsável pela reformulação do portal, o projeto representa um avanço na transformação digital da Undime. “Para além do portal institucional, foram desenvolvidos sistemas internos que dão suporte à gestão da entidade. Com isso, o portal e os sistemas administrativos passam a operar de maneira integrada, tornando os processos internos mais eficientes”. Para garantir o funcionamento desse conjunto de soluções, a Undime investiu em uma infraestrutura de hospedagem em nuvem com recursos dedicados. “A medida amplia a confiabilidade dos serviços, melhora o desempenho da plataforma e oferece maior estabilidade para o acesso às informações”, afirma Álvaro. Outro destaque do projeto foi o trabalho de preservação da memória institucional da Undime. Durante o processo de migração, foram transferidos para a nova plataforma 82 páginas institucionais, todas as notícias, 125 vídeos, 37 álbuns de fotos, cerca de 15 mil documentos e imagens, além de registros de bens patrimoniais e toda a relação dos municípios filiados dos últimos três anos, que reúne milhares de registros. A importação dos dados dos períodos anteriores seguirá sendo realizada gradualmente. Com a modernização do portal, a Undime amplia a capacidade de comunicação com os dirigentes municipais de educação, gestores públicos, parceiros e toda a comunidade educacional, oferecendo um ambiente mais seguro, acessível e preparado para atender às demandas atuais da instituição.   Fonte: Undime

Salas de Aprendizagem abordará o uso da estratégia Busca Ativa Escolar na Educação Infantil

  As Salas de Aprendizagem acabam de ganhar mais uma temática em agosto de 2026. A partir de agora, toda quinta-feira às 10h e às 13h15, as tutoras trabalharão na Sala A o assunto “Busca Ativa Escolar na Educação Infantil: garantindo o direito de cuidar, educar e proteger desde a Primeira Infância”. O acesso ao novo tema é exclusivo para as equipes da Busca Ativa Escolar (BAE) nos municípios. Com a chegada do novo Plano Nacional de Educação (PNE 2026–2036), a meta de atendimento em creches subiu de 50% para 60% da população total de crianças de 0 a 3 anos de idade. A introdução da temática na grade das Salas de Aprendizagem visa justamente apoiar os municípios no alcance dessa meta. Segundo a publicação Busca Ativa Escolar na Educação Infantil: guia para efetivar direitos de bebês e crianças, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 81% dos municípios brasileiros ofertam menos de 60% das vagas necessárias para a faixa  etária de 0 a 3 anos. Além disso, embora a pré-escola (4 e 5 anos) devesse estar universalizada, 16% dos municípios ainda atendem menos de 90% das crianças dessa idade. A falta de acesso atinge de forma desigual a população, sendo a maioria das crianças excluídas negras, pardas ou indígenas (67%), do sexo masculino (55%) e pertencentes ao quintil mais pobre do país (40%). Exclusão escolar e das violências Em julho de 2026, a grade das Salas de Aprendizagem ganhou outro reforço importante: o debate prático sobre como agir diante da exclusão escolar e das violências contra crianças e adolescentes. A temática é trabalhada nas duas salas, atendendo as equipes estaduais e municipais. O tema “Exclusão escolar e violências contra crianças e adolescentes: como agir a partir da estratégia Busca Ativa Escolar”, é tratado às quartas-feiras, às 10h e às 15h. As Salas de Aprendizagem são espaços virtuais de atendimento, suporte e formação continuada da BAE, que ficam abertos de segunda a quinta-feira nos turnos da manhã e da tarde. Elas são divididas para atender de forma específica às demandas de quem opera a estratégia, com a Sala A oferecendo suporte aos municípios e a Sala B atendendo os profissionais dos estados. A participação dos profissionais que atuam na implementação da estratégia é indispensável para que compreendam a metodologia a fundo e utilizem a plataforma de maneira efetiva. Por isso, o engajamento na capacitação não pode parar.   Fonte: Busca Ativa Escolar

Saeb 2025: consulte os resultados finais da avaliação

Dados da avaliação estão disponíveis para consulta no Saeb e abrangem escolas participantes de todo o país. Os resultados subsidiam análises e acompanhamento de indicadores da educação básica Os resultados finais do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2025 já estão disponíveis no Sistema Saeb. Os dados, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), podem ser consultados por gestores educacionais, dirigentes escolares, professores, pesquisadores e demais interessados. Os dados apresentam informações sobre o desempenho dos estudantes avaliados e integram o conjunto de dados produzidos pelo Saeb. As informações podem ser utilizadas para análises sobre a educação básica em diferentes níveis de agregação, conforme os critérios de divulgação do exame. Na edição de 2025, participaram do Saeb 73.767 escolas, distribuídas em 247.744 turmas, totalizando aproximadamente 5,9 milhões de estudantes. O Saeb é uma avaliação em larga escala realizada periodicamente pelo Inep. A aplicação reúne dados sobre o desempenho dos estudantes em componentes curriculares e produz informações estatísticas referentes às redes e às escolas participantes, de acordo com a metodologia da avaliação. Saeb – O Sistema de Avaliação da Educação Básica, criado em 1990, é um conjunto de avaliações externas em larga escala aplicado bienalmente a estudantes da educação básica. A avaliação é composta por testes e questionários que apresentam informações sobre o desempenho dos estudantes e sobre fatores contextuais relacionados ao processo educacional. As médias de desempenho dos estudantes, apuradas no Saeb, juntamente com as taxas de aprovação, reprovação e abandono, apuradas no Censo Escolar, compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Os resultados também permitem o acompanhamento de indicadores educacionais por escolas, redes de ensino e unidades da Federação (UFs) ao longo das diferentes edições da avaliação. Confira os resultados finais do Saeb Confira os resultados do Ideb Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/agosto/saeb-2025-consulte-os-resultados-finais-da-avaliacao