26/03/2003 Undime
A velha história, em que os estudantes “mergulhavam” nos livros e cadernos quando entravam na escola, ficou para trás. Uma das mais novas e aprovadas propostas para unir o útil ao agradável, chama-se DomiZoo - um dominó didático - criado por uma equipe de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa).
O DomiZoo é um projeto pedagógico que contém 28 peças, apresentando 42 animais amazônicos. Além do entretenimento de uma simples brincadeira, o jogo permite que dentro de sala de aula alunos estudem matemática, ciências, português, arte, informática, geografia e história.
O projeto foi desenvolvido durante todo o ano de 2001, no Inpa, quando também aconteceu a capacitação de 40 professores de escolas municipais de todas as quatro zonas da cidade. Em 2003, foi a vez de apresentar o dominó aos alunos, de diferentes séries.
A pesquisadora do Inpa em área ambiental, Genoveva Chagas de Azevedo, também pedagoga e mestre em psicologia a frente do projeto, explica que a preocupação do órgão é que apesar de produzirem conhecimento, muitas informações nem sempre são acessíveis aos estudantes ou ao público leigo em geral. “A maioria das informações são técnicas”, esclarece Genoveva, mencionando que a sociedade de Manaus merece conhecer o ambiente amazônico.
A melhor forma de disseminar informação, segundo a mestre em psicologia, é levar a educação ambiental para a escola. “Normalmente os livros didáticos são feitos em São Paulo enquanto o Inpa tem muita informação específica sobre a região que, pela distância, acaba não constando no material”, acrescenta a coordenadora do Grupo de Pesquisa em Educação Ambiental (Gepea) do Inpa, a pesquisadora Maria Inês Higuchi.
Ela conta que após um ano estudando, pesquisando e reunindo informações, foi tudo validado na forma do jogo DomiZoo. Por meio da atividade lúdica, Inês revela que pretendia verificar se era possível trabalhar o conteúdo interdisciplinar. “Se os professores usarem esse recurso, será que as crianças vão aprender mais rápido?”, questionava Inês junto com os demais pesquisadores, frisando que mais tarde, veio a validação: “foi feito para ensinar e, realmente, fazia isso.”
A velha história, em que os estudantes “mergulhavam” nos livros e cadernos quando entravam na escola, ficou para trás. Uma das mais novas e aprovadas propostas para unir o útil ao agradável, chama-se DomiZoo - um dominó didático - criado por uma equipe de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa). O DomiZoo é um projeto pedagógico que contém 28 peças, apresentando 42 animais amazônicos. Além do entretenimento de uma simples brincadeira, o jogo permite que dentro de sala de aula alunos estudem matemática, ciências, português, arte, informática, geografia e história. O projeto foi desenvolvido durante todo o ano de 2001, no Inpa, quando também aconteceu a capacitação de 40 professores de escolas municipais de todas as quatro zonas da cidade. Em 2003, foi a vez de apresentar o dominó aos alunos, de diferentes séries. A pesquisadora do Inpa em área ambiental, Genoveva Chagas de Azevedo, também pedagoga e mestre em psicologia a frente do projeto, explica que a preocupação do órgão é que apesar de produzirem conhecimento, muitas informações nem sempre são acessíveis aos estudantes ou ao público leigo em geral. “A maioria das informações são técnicas”, esclarece Genoveva, mencionando que a sociedade de Manaus merece conhecer o ambiente amazônico. A melhor forma de disseminar informação, segundo a mestre em psicologia, é levar a educação ambiental para a escola. “Normalmente os livros didáticos são feitos em São Paulo enquanto o Inpa tem muita informação específica sobre a região que, pela distância, acaba não constando no material”, acrescenta a coordenadora do Grupo de Pesquisa em Educação Ambiental (Gepea) do Inpa, a pesquisadora Maria Inês Higuchi. Ela conta que após um ano estudando, pesquisando e reunindo informações, foi tudo validado na forma do jogo DomiZoo. Por meio da atividade lúdica, Inês revela que pretendia verificar se era possível trabalhar o conteúdo interdisciplinar. “Se os professores usarem esse recurso, será que as crianças vão aprender mais rápido?”, questionava Inês junto com os demais pesquisadores, frisando que mais tarde, veio a validação: “foi feito para ensinar e, realmente, fazia isso.”