Sancionada lei que cria o sistema nacional de informação sobre a primeira infância

(Foto: Child Fund Brasil) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a criação do sistema nacional de informação sobre o desenvolvimento integral da primeira infância – Lei 15.220, de 26 de setembro de 2025. O texto, que foi publicado na edição desta segunda-feira (29) do Diário Oficial da União, prevê que esse sistema contará com informações detalhadas sobre creches e demais instituições de atendimento à primeira infância. De acordo com a nova lei, que altera o Marco Legal da Primeira Infância, o sistema nacional deverá integrar bancos de dados das áreas de saúde, educação, assistência e proteção social. A ideia é permitir o diagnóstico de problemas e a busca por soluções para a falta de creches e outros serviços direcionados à primeira infância. A medida tem origem no PL 1.533/2024, do senador Jader Barbalho (MDB-PA). O texto foi relatado na Comissão de Educação (CE) pelo senador Flávio Arns (PSB-PR) e aprovado em junho. Arns, em seu texto substitutivo ao projeto, optou por direcionar as mudanças para o Marco Legal da Primeira Infância porque ele já prevê que a União mantenha sistema informatizado com registros de dados do crescimento e desenvolvimento da criança, como instrumento de monitoramento das políticas públicas da área. Fonte: Agência Senado https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/09/29/sancionada-lei-que-cria-o-sistema-nacional-de-informacao-sobre-a-primeira-infancia
MEC apresenta Medalha Paulo Freire em videoconferência

Edital que estabeleceu as regras da condecoração destinará até R$ 4 milhões em premiações, distribuídas entre 20 redes públicas de ensino, contemplando quatro experiências por região do Brasil com R$ 200 mil O Ministério da Educação (MEC) apresentou, nesta quinta-feira, 25 de setembro, a Medalha Paulo Freire, iniciativa em celebração ao aniversário do patrono da educação brasileira, nascido em 19 de setembro de 1921. A condecoração visa reconhecer e estimular experiências educacionais relevantes para a superação do analfabetismo, como parte do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA). A seleção destinará até R$ 4 milhões, distribuídos entre 20 redes públicas de ensino. Serão contempladas quatro experiências por região do Brasil, cada uma com R$ 200 mil. A apresentação da iniciativa aconteceu em videoconferência da Undime, por meio do Conviva Educação, com participação de Ana Lucia Sanches, diretora de Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos da Secadi/MEC; e Timothy Denis Ireland, representante da Cátedra Paulo Freire/UNESCO. A mediação foi de Luiz Miguel Garcia, presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP. Durante o evento on-line, a representante do MEC apresentou o Edital nº 6/2025, que estabeleceu as regras da medalha. “Um dos itens mais importantes para avaliar a experiência educacional na EJA [educação de jovens e adultos] é a possibilidade de sua replicabilidade em outros contextos”, explicou. “Assim que o Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira] apresentar o Censo Escolar 2025, provavelmente em fevereiro ou março do ano que vem, 15 dias após, poderemos divulgar as secretarias elegíveis e, em 21 dias, serão abertas as inscrições para a premiação”, informou Sanches. O edital foi publicado em maio deste ano, com as condições para a concessão da medalha às redes públicas de ensino que cumprirem, cumulativamente, as seguintes condições: ter aderido ao Pacto EJA; ter registrado aumento do número de matrículas na comparação entre os dados do Censo Escolar de 2024 e 2025; ter obtido pontuação no Índice de Esforço de Alfabetização (IEA) que as classifique entre as 50% melhores redes municipais; e ter obtido pontuação no Índice de Esforço de Qualificação (IEQ) que as classifique entre as 60% melhores redes estaduais e distrital. Confira o vídeo com a íntegra da transmissão: Fonte: MEC com adaptações Edital que estabeleceu as regras da condecoração destinará até R$ 4 milhões em premiações, distribuídas entre 20 redes públicas de ensino, contemplando quatro experiências por região do Brasil com R$ 200 mil O Ministério da Educação (MEC) apresentou, nesta quinta-feira, 25 de setembro, a Medalha Paulo Freire, iniciativa em celebração ao aniversário do patrono da educação brasileira, nascido em 19 de setembro de 1921. A condecoração visa reconhecer e estimular experiências educacionais relevantes para a superação do analfabetismo, como parte do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA). A seleção destinará até R$ 4 milhões, distribuídos entre 20 redes públicas de ensino. Serão contempladas quatro experiências por região do Brasil, cada uma com R$ 200 mil. A apresentação da iniciativa aconteceu em videoconferência da Undime, por meio do Conviva Educação, com participação de Ana Lucia Sanches, diretora de Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos da Secadi/MEC; e Timothy Denis Ireland, representante da Cátedra Paulo Freire/UNESCO. A mediação foi de Luiz Miguel Garcia, presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP. Durante o evento on-line, a representante do MEC apresentou o Edital nº 6/2025, que estabeleceu as regras da medalha. “Um dos itens mais importantes para avaliar a experiência educacional na EJA [educação de jovens e adultos] é a possibilidade de sua replicabilidade em outros contextos”, explicou. “Assim que o Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira] apresentar o Censo Escolar 2025, provavelmente em fevereiro ou março do ano que vem, 15 dias após, poderemos divulgar as secretarias elegíveis e, em 21 dias, serão abertas as inscrições para a premiação”, informou Sanches. O edital foi publicado em maio deste ano, com as condições para a concessão da medalha às redes públicas de ensino que cumprirem, cumulativamente, as seguintes condições: ter aderido ao Pacto EJA; ter registrado aumento do número de matrículas na comparação entre os dados do Censo Escolar de 2024 e 2025; ter obtido pontuação no Índice de Esforço de Alfabetização (IEA) que as classifique entre as 50% melhores redes municipais; e ter obtido pontuação no Índice de Esforço de Qualificação (IEQ) que as classifique entre as 60% melhores redes estaduais e distrital. Confira o vídeo com a íntegra da transmissão: Fonte: MEC com adaptações
Anuário da Educação aponta desigualdades na oferta de infraestrutura básica das escolas públicas do país

Publicação chega à 12ª edição reunindo os principais dados educacionais do país em temas como acesso, aprendizagem, infraestrutura, professores, tecnologia, financiamento e equidade étnico-racial Apesar dos avanços ao longo dos anos, o Brasil ainda enfrenta desafios na oferta de infraestrutura básica das escolas públicas, como acesso à água potável, energia elétrica, banheiros e cozinha. Um cenário que evidencia desigualdades na realidade da escola pública em diferentes regiões do país. Esse é um dos destaques do Anuário Brasileiro da Educação Básica 2025, elaborado pelo Todos Pela Educação, Fundação Santillana e Editora Moderna. Acesse a plataforma aqui. No retrato nacional, a publicação mostra que menos da metade das escolas públicas conta com tratamento de esgoto, e mais de 20% não possuem serviço de coleta de lixo. Entre as disparidades regionais relacionadas à oferta de infraestrutura básica, destacam-se:– Falta de água potável, que ainda afeta 3 em cada dez escolas públicas no Acre e em Roraima;– Falta de energia elétrica, que afeta aproximadamente um terço das unidades públicas no Acre e no Amazonas;– Falta de banheiro, que atinge mais de 25% das escolas públicas em Roraima; “A ausência de infraestrutura básica, além de ser uma questão de dignidade, está diretamente ligada às condições de aprendizagem dos estudantes. Já houve muitos avanços no país, mas há regiões em que a situação permanece crítica. No caso do Norte, por exemplo, esses fatores são ainda mais complexos, e é fundamental que as políticas levem em consideração o Fator Amazônico, ou seja, os custos logísticos e operacionais adicionais que a região impõe”, destaca Gabriel Corrêa, diretor de Políticas Públicas do Todos Pela Educação. Climatização nas salas de aula O Anuário também aponta que apenas 38,7% das salas de aula das escolas públicas contam com algum tipo de climatização, como ar-condicionado, aquecedor ou climatizador. O Sudeste (21,5%) apresenta a menor taxa, enquanto o Centro-Oeste (64,2%) tem o maior índice. Entre os estados, Minas Gerais aparece com o menor percentual (11,7%) e Rondônia, com o maior (91,4%). Veja mais aqui. Tecnologia No que se refere à tecnologia, 44% das escolas públicas estão conectadas com parâmetros adequados para uso pedagógico em sala de aula. Por outro lado, 4,6% não possuem nenhuma conexão ou nem mesmo energia elétrica adequada. Anuário Brasileiro da Educação Básica Além do foco tradicional na rede pública, a 12ª edição do Anuário Brasileiro da Educação Básica volta a incorporar dados das redes privadas e da rede total, ampliando o panorama educacional sem perder o foco na equidade e na redução das desigualdades. Outro destaque desta edição é o monitoramento do Indicador Criança Alfabetizada, que reflete o compromisso com a aprendizagem na idade certa como pilar para todo o percurso educacional. “O Anuário reúne os principais dados educacionais do país de forma acessível, contribuindo para o fortalecimento das políticas públicas e a garantia do direito à aprendizagem. A publicação está estruturada a partir de temáticas prioritárias da Educação Básica, e contempla aspectos fundamentais como acesso, aprendizagem, infraestrutura, carreira docente, financiamento, equidade racial, entre outros temas essenciais para análises aprofundadas e para o planejamento educacional”, observa Luciano Monteiro, presidente-executivo da Fundação Santillana. Abaixo, alguns destaques da publicação por eixo temático: Professores Entre 2014 e 2024, a Educação Básica pública avançou na formação docente: nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, a proporção de professores com licenciatura ou bacharelado com complementação pedagógica na área de atuação subiu de 56,6% para 75,3%. No total, o número de docentes sem graduação caiu de 23,8% para 12,5%. Ainda assim, na Educação Infantil, 19,4% dos professores seguem sem diploma de Ensino Superior. Já em relação à remuneração, dados de 2023 mostram que 68,5% dos municípios pagavam ao menos o piso nacional do magistério para jornadas de 40 horas semanais. Acesse o capítulo na íntegra aqui. Equidade étnico-racial na educação Enquanto 91,5% dos jovens brancos concluem o Ensino Fundamental aos 16 anos, esse índice cai para 83,5% entre os pardos e para 80,9% entre os pretos. A defasagem se amplia no Ensino Médio: aos 19 anos, 79,4% dos brancos concluíram essa etapa, frente a 66,6% dos pardos e 62,1% dos pretos. As desigualdades também se refletem nos níveis de aprendizagem, com alunos brancos e amarelos registrando desempenho superior ao de alunos pretos, pardos e indígenas em avaliações de Língua Portuguesa e Matemática. Confira os detalhes aqui. Acesso aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Ao observar as matrículas no Ensino Fundamental, os dados dos Anos Iniciais chamam atenção. Em 2024, a taxa de crianças de 6 a 10 anos matriculadas nessa etapa manteve-se em 93,3%, representando o menor nível da série histórica pelo segundo ano consecutivo. Desde a pandemia, a taxa líquida de matrículas na etapa caiu e até hoje não conseguiu ser recuperada. Veja mais aqui. “O Anuário se consolida, a cada edição, como uma ferramenta essencial para gestores públicos, organizações da sociedade civil, jornalistas e todos que atuam pela melhoria da Educação no país. Em um momento decisivo, com o novo Plano Nacional de Educação em debate e políticas estruturantes, como a da Primeira Infância ganhando forma, reunir e organizar dados com rigor técnico é essencial para orientar escolhas mais eficazes”, completa Priscila Cruz, presidente-executiva do Todos Pela Educação. Fonte: Todos pela Educação Publicação chega à 12ª edição reunindo os principais dados educacionais do país em temas como acesso, aprendizagem, infraestrutura, professores, tecnologia, financiamento e equidade étnico-racial Apesar dos avanços ao longo dos anos, o Brasil ainda enfrenta desafios na oferta de infraestrutura básica das escolas públicas, como acesso à água potável, energia elétrica, banheiros e cozinha. Um cenário que evidencia desigualdades na realidade da escola pública em diferentes regiões do país. Esse é um dos destaques do Anuário Brasileiro da Educação Básica 2025, elaborado pelo Todos Pela Educação, Fundação Santillana e Editora Moderna. Acesse a plataforma aqui. No retrato nacional, a publicação mostra que menos da metade das escolas públicas conta com tratamento de esgoto, e mais de 20% não possuem serviço de coleta de lixo. Entre as disparidades regionais relacionadas à oferta de infraestrutura básica, destacam-se:- Falta de água potável, que ainda
Anuário da Educação aponta desigualdades na oferta de infraestrutura básica das escolas públicas do país

Publicação chega à 12ª edição reunindo os principais dados educacionais do país em temas como acesso, aprendizagem, infraestrutura, professores, tecnologia, financiamento e equidade étnico-racial Apesar dos avanços ao longo dos anos, o Brasil ainda enfrenta desafios na oferta de infraestrutura básica das escolas públicas, como acesso à água potável, energia elétrica, banheiros e cozinha. Um cenário que evidencia desigualdades na realidade da escola pública em diferentes regiões do país. Esse é um dos destaques do Anuário Brasileiro da Educação Básica 2025, elaborado pelo Todos Pela Educação, Fundação Santillana e Editora Moderna. Acesse a plataforma aqui. No retrato nacional, a publicação mostra que menos da metade das escolas públicas conta com tratamento de esgoto, e mais de 20% não possuem serviço de coleta de lixo. Entre as disparidades regionais relacionadas à oferta de infraestrutura básica, destacam-se:– Falta de água potável, que ainda afeta 3 em cada dez escolas públicas no Acre e em Roraima;– Falta de energia elétrica, que afeta aproximadamente um terço das unidades públicas no Acre e no Amazonas;– Falta de banheiro, que atinge mais de 25% das escolas públicas em Roraima; “A ausência de infraestrutura básica, além de ser uma questão de dignidade, está diretamente ligada às condições de aprendizagem dos estudantes. Já houve muitos avanços no país, mas há regiões em que a situação permanece crítica. No caso do Norte, por exemplo, esses fatores são ainda mais complexos, e é fundamental que as políticas levem em consideração o Fator Amazônico, ou seja, os custos logísticos e operacionais adicionais que a região impõe”, destaca Gabriel Corrêa, diretor de Políticas Públicas do Todos Pela Educação. Climatização nas salas de aula O Anuário também aponta que apenas 38,7% das salas de aula das escolas públicas contam com algum tipo de climatização, como ar-condicionado, aquecedor ou climatizador. O Sudeste (21,5%) apresenta a menor taxa, enquanto o Centro-Oeste (64,2%) tem o maior índice. Entre os estados, Minas Gerais aparece com o menor percentual (11,7%) e Rondônia, com o maior (91,4%). Veja mais aqui. Tecnologia No que se refere à tecnologia, 44% das escolas públicas estão conectadas com parâmetros adequados para uso pedagógico em sala de aula. Por outro lado, 4,6% não possuem nenhuma conexão ou nem mesmo energia elétrica adequada. Anuário Brasileiro da Educação Básica Além do foco tradicional na rede pública, a 12ª edição do Anuário Brasileiro da Educação Básica volta a incorporar dados das redes privadas e da rede total, ampliando o panorama educacional sem perder o foco na equidade e na redução das desigualdades. Outro destaque desta edição é o monitoramento do Indicador Criança Alfabetizada, que reflete o compromisso com a aprendizagem na idade certa como pilar para todo o percurso educacional. “O Anuário reúne os principais dados educacionais do país de forma acessível, contribuindo para o fortalecimento das políticas públicas e a garantia do direito à aprendizagem. A publicação está estruturada a partir de temáticas prioritárias da Educação Básica, e contempla aspectos fundamentais como acesso, aprendizagem, infraestrutura, carreira docente, financiamento, equidade racial, entre outros temas essenciais para análises aprofundadas e para o planejamento educacional”, observa Luciano Monteiro, presidente-executivo da Fundação Santillana. Abaixo, alguns destaques da publicação por eixo temático: Professores Entre 2014 e 2024, a Educação Básica pública avançou na formação docente: nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, a proporção de professores com licenciatura ou bacharelado com complementação pedagógica na área de atuação subiu de 56,6% para 75,3%. No total, o número de docentes sem graduação caiu de 23,8% para 12,5%. Ainda assim, na Educação Infantil, 19,4% dos professores seguem sem diploma de Ensino Superior. Já em relação à remuneração, dados de 2023 mostram que 68,5% dos municípios pagavam ao menos o piso nacional do magistério para jornadas de 40 horas semanais. Acesse o capítulo na íntegra aqui. Equidade étnico-racial na educação Enquanto 91,5% dos jovens brancos concluem o Ensino Fundamental aos 16 anos, esse índice cai para 83,5% entre os pardos e para 80,9% entre os pretos. A defasagem se amplia no Ensino Médio: aos 19 anos, 79,4% dos brancos concluíram essa etapa, frente a 66,6% dos pardos e 62,1% dos pretos. As desigualdades também se refletem nos níveis de aprendizagem, com alunos brancos e amarelos registrando desempenho superior ao de alunos pretos, pardos e indígenas em avaliações de Língua Portuguesa e Matemática. Confira os detalhes aqui. Acesso aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Ao observar as matrículas no Ensino Fundamental, os dados dos Anos Iniciais chamam atenção. Em 2024, a taxa de crianças de 6 a 10 anos matriculadas nessa etapa manteve-se em 93,3%, representando o menor nível da série histórica pelo segundo ano consecutivo. Desde a pandemia, a taxa líquida de matrículas na etapa caiu e até hoje não conseguiu ser recuperada. Veja mais aqui. “O Anuário se consolida, a cada edição, como uma ferramenta essencial para gestores públicos, organizações da sociedade civil, jornalistas e todos que atuam pela melhoria da Educação no país. Em um momento decisivo, com o novo Plano Nacional de Educação em debate e políticas estruturantes, como a da Primeira Infância ganhando forma, reunir e organizar dados com rigor técnico é essencial para orientar escolhas mais eficazes”, completa Priscila Cruz, presidente-executiva do Todos Pela Educação. Fonte: Todos pela Educação
MEC apresenta Medalha Paulo Freire em videoconferência

Edital que estabeleceu as regras da condecoração destinará até R$ 4 milhões em premiações, distribuídas entre 20 redes públicas de ensino, contemplando quatro experiências por região do Brasil com R$ 200 mil O Ministério da Educação (MEC) apresentou, nesta quinta-feira, 25 de setembro, a Medalha Paulo Freire, iniciativa em celebração ao aniversário do patrono da educação brasileira, nascido em 19 de setembro de 1921. A condecoração visa reconhecer e estimular experiências educacionais relevantes para a superação do analfabetismo, como parte do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA). A seleção destinará até R$ 4 milhões, distribuídos entre 20 redes públicas de ensino. Serão contempladas quatro experiências por região do Brasil, cada uma com R$ 200 mil. A apresentação da iniciativa aconteceu em videoconferência da Undime, por meio do Conviva Educação, com participação de Ana Lucia Sanches, diretora de Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos da Secadi/MEC; e Timothy Denis Ireland, representante da Cátedra Paulo Freire/UNESCO. A mediação foi de Luiz Miguel Garcia, presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP. Durante o evento on-line, a representante do MEC apresentou o Edital nº 6/2025, que estabeleceu as regras da medalha. “Um dos itens mais importantes para avaliar a experiência educacional na EJA [educação de jovens e adultos] é a possibilidade de sua replicabilidade em outros contextos”, explicou. “Assim que o Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira] apresentar o Censo Escolar 2025, provavelmente em fevereiro ou março do ano que vem, 15 dias após, poderemos divulgar as secretarias elegíveis e, em 21 dias, serão abertas as inscrições para a premiação”, informou Sanches. O edital foi publicado em maio deste ano, com as condições para a concessão da medalha às redes públicas de ensino que cumprirem, cumulativamente, as seguintes condições: ter aderido ao Pacto EJA; ter registrado aumento do número de matrículas na comparação entre os dados do Censo Escolar de 2024 e 2025; ter obtido pontuação no Índice de Esforço de Alfabetização (IEA) que as classifique entre as 50% melhores redes municipais; e ter obtido pontuação no Índice de Esforço de Qualificação (IEQ) que as classifique entre as 60% melhores redes estaduais e distrital. Confira o vídeo com a íntegra da transmissão: Fonte: MEC com adaptações
Undime participa do Encontro Nacional de Avaliação da Alfabetização no Inep

Evento reuniu dirigentes e especialistas para debater processos avaliativos no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada A Undime participou, nos dias 24 e 25 de setembro, do Encontro Nacional de Avaliação da Alfabetização, realizado na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em Brasília/DF. Na solenidade de abertura, a instituição foi representada por José Marques Aurélio de Souza, presidente da Undime Ceará e Dirigente Municipal de Educação de Jucás/CE. Também estiveram presentes Anderson Passos, presidente da Undime Bahia e DME de Aratuípe/BA, a coordenadora institucional da Undime, Maria Edineide de Almeida Batista, além de articuladores e articuladoras da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa), criada no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA). Durante sua fala, Aurélio destacou a relevância do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, que, segundo ele, “é a política que oferece maior suporte, funcionando como um verdadeiro guarda-chuva sobre as demais”. Ainda para o presidente da Undime Ceará, o CNCA promove equidade, contribui para a redução das desigualdades socioeconômicas e étnico-raciais e fortalece a formação desde a educação infantil, envolvendo professores e gestores, o que considera essencial para o avanço de outras políticas educacionais. O encontro teve como objetivo aprofundar o debate técnico e promover o diálogo colaborativo sobre os processos de avaliação da alfabetização no Brasil. Ao longo dos dois dias de programação, foram discutidos temas como as avaliações no âmbito do CNCA; o compartilhamento de experiências e boas práticas; as habilidades das matrizes de Língua Portuguesa e Matemática no Saeb, com destaque para os materiais do Saeb Alfabetização; além do Indicador Criança Alfabetizada (ICA), e a apresentação do cálculo das metas divulgadas pelo Inep em nível nacional, estadual e municipal. Fonte e fotos: Undime Evento reuniu dirigentes e especialistas para debater processos avaliativos no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada A Undime participou, nos dias 24 e 25 de setembro, do Encontro Nacional de Avaliação da Alfabetização, realizado na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em Brasília/DF. Na solenidade de abertura, a instituição foi representada por José Marques Aurélio de Souza, presidente da Undime Ceará e Dirigente Municipal de Educação de Jucás/CE. Também estiveram presentes Anderson Passos, presidente da Undime Bahia e DME de Aratuípe/BA, a coordenadora institucional da Undime, Maria Edineide de Almeida Batista, além de articuladores e articuladoras da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa), criada no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA). Durante sua fala, Aurélio destacou a relevância do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, que, segundo ele, “é a política que oferece maior suporte, funcionando como um verdadeiro guarda-chuva sobre as demais”. Ainda para o presidente da Undime Ceará, o CNCA promove equidade, contribui para a redução das desigualdades socioeconômicas e étnico-raciais e fortalece a formação desde a educação infantil, envolvendo professores e gestores, o que considera essencial para o avanço de outras políticas educacionais. O encontro teve como objetivo aprofundar o debate técnico e promover o diálogo colaborativo sobre os processos de avaliação da alfabetização no Brasil. Ao longo dos dois dias de programação, foram discutidos temas como as avaliações no âmbito do CNCA; o compartilhamento de experiências e boas práticas; as habilidades das matrizes de Língua Portuguesa e Matemática no Saeb, com destaque para os materiais do Saeb Alfabetização; além do Indicador Criança Alfabetizada (ICA), e a apresentação do cálculo das metas divulgadas pelo Inep em nível nacional, estadual e municipal. Fonte e fotos: Undime
Undime participa da apresentação do Compromisso Nacional Toda Matemática

Iniciativa do MEC busca fortalecer o ensino da disciplina em todas as etapas da educação básica, com foco na recomposição das aprendizagens e na equidade Na tarde desta quarta-feira (24), a Undime participou da apresentação do Compromisso Nacional Toda Matemática, iniciativa do Ministério da Educação (MEC) que tem como objetivo fortalecer o ensino da disciplina em todas as etapas da educação básica. O programa dá ênfase à recomposição das aprendizagens, à promoção da equidade e à garantia do direito de aprender. A Undime foi representada pela presidente da seccional Pernambuco, Andreika Amarante, Dirigente Municipal de Educação de Igarassu/PE e vice-presidente regional Nordeste. Também estiveram presentes os presidentes das seccionais Bahia, Anderson Passos, Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA, e Ceará, José Marques Aurélio, Dirigente Municipal de Educação de Jucás/CE, além da coordenadora institucional da Undime, Maria Edineide de Almeida Batista. Em sua fala na mesa de abertura, Andreika destacou que a matemática está presente no cotidiano das pessoas, contribui para a resolução de problemas e vai muito além dos cálculos. Reforçou que o Compromisso Nacional Toda Matemática pode ser uma virada de chave para mudar essa concepção e aproximar a disciplina da vida real. “Quero aqui parabenizar e reconhecer a importância desse programa, que já nasce forte e necessário”. Ao abordar os desafios, a presidente ressaltou a discrepância nos resultados educacionais, principalmente na alfabetização, em que a matemática costuma apresentar índices inferiores aos de língua portuguesa. Nesse sentido, defendeu a necessidade de um apoio financeiro para fortalecer o programa. Andreika lembrou ainda que a experiência do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), com bolsistas atuando diretamente nas redes, já mostrou resultados positivos. “A sugestão da Undime é ampliar essa iniciativa para a matemática, investir na criação de ambientes escolares mais acolhedores para o ensino da disciplina, a exemplo do que ocorre com o Cantinho da Leitura, e garantir materiais pedagógicos de apoio. A Undime está junto com o MEC nesse compromisso histórico. Tenho certeza de que, daqui a alguns anos, veremos uma matemática diferente, com melhores resultados e menos desigualdades em nosso país”, concluiu. Fonte e fotos: Undime Iniciativa do MEC busca fortalecer o ensino da disciplina em todas as etapas da educação básica, com foco na recomposição das aprendizagens e na equidade Na tarde desta quarta-feira (24), a Undime participou da apresentação do Compromisso Nacional Toda Matemática, iniciativa do Ministério da Educação (MEC) que tem como objetivo fortalecer o ensino da disciplina em todas as etapas da educação básica. O programa dá ênfase à recomposição das aprendizagens, à promoção da equidade e à garantia do direito de aprender. A Undime foi representada pela presidente da seccional Pernambuco, Andreika Amarante, Dirigente Municipal de Educação de Igarassu/PE e vice-presidente regional Nordeste. Também estiveram presentes os presidentes das seccionais Bahia, Anderson Passos, Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA, e Ceará, José Marques Aurélio, Dirigente Municipal de Educação de Jucás/CE, além da coordenadora institucional da Undime, Maria Edineide de Almeida Batista. Em sua fala na mesa de abertura, Andreika destacou que a matemática está presente no cotidiano das pessoas, contribui para a resolução de problemas e vai muito além dos cálculos. Reforçou que o Compromisso Nacional Toda Matemática pode ser uma virada de chave para mudar essa concepção e aproximar a disciplina da vida real. “Quero aqui parabenizar e reconhecer a importância desse programa, que já nasce forte e necessário”. Ao abordar os desafios, a presidente ressaltou a discrepância nos resultados educacionais, principalmente na alfabetização, em que a matemática costuma apresentar índices inferiores aos de língua portuguesa. Nesse sentido, defendeu a necessidade de um apoio financeiro para fortalecer o programa. Andreika lembrou ainda que a experiência do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), com bolsistas atuando diretamente nas redes, já mostrou resultados positivos. “A sugestão da Undime é ampliar essa iniciativa para a matemática, investir na criação de ambientes escolares mais acolhedores para o ensino da disciplina, a exemplo do que ocorre com o Cantinho da Leitura, e garantir materiais pedagógicos de apoio. A Undime está junto com o MEC nesse compromisso histórico. Tenho certeza de que, daqui a alguns anos, veremos uma matemática diferente, com melhores resultados e menos desigualdades em nosso país”, concluiu. Fonte e fotos: Undime
Formação de professores de Matemática é pauta de simpósio nacional em Brasília

Representada por Andreika Amarante, presidente da seccional Pernambuco, Undime reforça a importância da formação docente para o fortalecimento do ensino da disciplina no Brasil A presidente da Undime Pernambuco e vice-presidente regional Nordeste, Andreika Amarante, Dirigente Municipal de Educação de Igarassu/PE, representou a Undime no 8º Simpósio Nacional de Formação de Professores de Matemática, nesta quinta-feira (25), em Brasília/DF. O evento, que acontece de 25 a 28 de setembro, reúne matemáticos, professores e pesquisadores de diferentes instituições para discutir e construir caminhos transformadores para o ensino da matemática no Brasil. O simpósio tem como objetivo contribuir para a formação de professores da Educação Básica, estudantes de licenciatura em Matemática e pós-graduandos da área. Nesse sentido, promove a disseminação de trabalhos e pesquisas relacionados ao ensino da disciplina nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio; a comunicação de estudos desenvolvidos em cursos de graduação e pós-graduação; a integração e a troca de experiências entre pesquisadores, professores e estudantes, especialmente os egressos do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat); a reflexão sobre a formação docente, com foco em propostas e possibilidades de fortalecimento da qualidade do ensino; e o incentivo à cooperação entre pesquisadores de instituições de ensino superior e professores da Educação Básica. Durante sua fala na solenidade de abertura, Andreika destacou a importância de pensar a formação inicial e continuada de professores de maneira articulada com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com as demandas reais das escolas. Segundo ela, é essencial apoiar tanto os pedagogos, que dominam metodologias, mas podem ter dificuldades com o conteúdo matemático, quanto os licenciados em Matemática, que, apesar de terem amplo domínio do conteúdo, enfrentam desafios para realizar a transposição didática necessária à prática escolar. A representante da Undime parabenizou a iniciativa por promover um diálogo tão necessário e reforçou o compromisso da instituição com as redes municipais de ensino. “A Undime se coloca à disposição para apoiar as redes municipais e contribuir para uma matemática mais viva, acessível e presente no cotidiano das escolas e na vida dos estudantes. Precisamos reafirmar que todos podem aprender matemática e que ela é essencial para compreender o mundo atual.” Também compuseram o dispositivo de abertura, o diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do Ministério da Educação (MEC); Juliana de Freitas Dias, diretora de Inovação para o Ensino de Graduação da Universidade de Brasília (UnB); Sumaia Almeida Ramos, presidente da Associação Nacional de Professores de Matemática (ANPMat); Marcelo Viana, diretor-geral do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA); Sandra Maria Pinto Magina, presidente da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM); MA TO FU, membro do Conselho Diretor da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM); e Patrícia Mota Guedes, Superintendente do Itaú Social; e Tatiana da Silva Evangelista, coordenadora da comissão de organização do Simpósio. Fonte e fotos: Undime Representada por Andreika Amarante, presidente da seccional Pernambuco, Undime reforça a importância da formação docente para o fortalecimento do ensino da disciplina no Brasil A presidente da Undime Pernambuco e vice-presidente regional Nordeste, Andreika Amarante, Dirigente Municipal de Educação de Igarassu/PE, representou a Undime no 8º Simpósio Nacional de Formação de Professores de Matemática, nesta quinta-feira (25), em Brasília/DF. O evento, que acontece de 25 a 28 de setembro, reúne matemáticos, professores e pesquisadores de diferentes instituições para discutir e construir caminhos transformadores para o ensino da matemática no Brasil. O simpósio tem como objetivo contribuir para a formação de professores da Educação Básica, estudantes de licenciatura em Matemática e pós-graduandos da área. Nesse sentido, promove a disseminação de trabalhos e pesquisas relacionados ao ensino da disciplina nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio; a comunicação de estudos desenvolvidos em cursos de graduação e pós-graduação; a integração e a troca de experiências entre pesquisadores, professores e estudantes, especialmente os egressos do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat); a reflexão sobre a formação docente, com foco em propostas e possibilidades de fortalecimento da qualidade do ensino; e o incentivo à cooperação entre pesquisadores de instituições de ensino superior e professores da Educação Básica. Durante sua fala na solenidade de abertura, Andreika destacou a importância de pensar a formação inicial e continuada de professores de maneira articulada com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com as demandas reais das escolas. Segundo ela, é essencial apoiar tanto os pedagogos, que dominam metodologias, mas podem ter dificuldades com o conteúdo matemático, quanto os licenciados em Matemática, que, apesar de terem amplo domínio do conteúdo, enfrentam desafios para realizar a transposição didática necessária à prática escolar. A representante da Undime parabenizou a iniciativa por promover um diálogo tão necessário e reforçou o compromisso da instituição com as redes municipais de ensino. “A Undime se coloca à disposição para apoiar as redes municipais e contribuir para uma matemática mais viva, acessível e presente no cotidiano das escolas e na vida dos estudantes. Precisamos reafirmar que todos podem aprender matemática e que ela é essencial para compreender o mundo atual.” Também compuseram o dispositivo de abertura, o diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do Ministério da Educação (MEC); Juliana de Freitas Dias, diretora de Inovação para o Ensino de Graduação da Universidade de Brasília (UnB); Sumaia Almeida Ramos, presidente da Associação Nacional de Professores de Matemática (ANPMat); Marcelo Viana, diretor-geral do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA); Sandra Maria Pinto Magina, presidente da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM); MA TO FU, membro do Conselho Diretor da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM); e Patrícia Mota Guedes, Superintendente do Itaú Social; e Tatiana da Silva Evangelista, coordenadora da comissão de organização do Simpósio. Fonte e fotos: Undime
Undime participa do Encontro Nacional de Avaliação da Alfabetização no Inep

Evento reuniu dirigentes e especialistas para debater processos avaliativos no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada A Undime participou, nos dias 24 e 25 de setembro, do Encontro Nacional de Avaliação da Alfabetização, realizado na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em Brasília/DF. Na solenidade de abertura, a instituição foi representada por José Marques Aurélio de Souza, presidente da Undime Ceará e Dirigente Municipal de Educação de Jucás/CE. Também estiveram presentes Anderson Passos, presidente da Undime Bahia e DME de Aratuípe/BA, a coordenadora institucional da Undime, Maria Edineide de Almeida Batista, além de articuladores e articuladoras da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa), criada no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA). Durante sua fala, Aurélio destacou a relevância do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, que, segundo ele, “é a política que oferece maior suporte, funcionando como um verdadeiro guarda-chuva sobre as demais”. Ainda para o presidente da Undime Ceará, o CNCA promove equidade, contribui para a redução das desigualdades socioeconômicas e étnico-raciais e fortalece a formação desde a educação infantil, envolvendo professores e gestores, o que considera essencial para o avanço de outras políticas educacionais. O encontro teve como objetivo aprofundar o debate técnico e promover o diálogo colaborativo sobre os processos de avaliação da alfabetização no Brasil. Ao longo dos dois dias de programação, foram discutidos temas como as avaliações no âmbito do CNCA; o compartilhamento de experiências e boas práticas; as habilidades das matrizes de Língua Portuguesa e Matemática no Saeb, com destaque para os materiais do Saeb Alfabetização; além do Indicador Criança Alfabetizada (ICA), e a apresentação do cálculo das metas divulgadas pelo Inep em nível nacional, estadual e municipal. Fonte e fotos: Undime
Undime participa da apresentação do Compromisso Nacional Toda Matemática

Iniciativa do MEC busca fortalecer o ensino da disciplina em todas as etapas da educação básica, com foco na recomposição das aprendizagens e na equidade Na tarde desta quarta-feira (24), a Undime participou da apresentação do Compromisso Nacional Toda Matemática, iniciativa do Ministério da Educação (MEC) que tem como objetivo fortalecer o ensino da disciplina em todas as etapas da educação básica. O programa dá ênfase à recomposição das aprendizagens, à promoção da equidade e à garantia do direito de aprender. A Undime foi representada pela presidente da seccional Pernambuco, Andreika Amarante, Dirigente Municipal de Educação de Igarassu/PE e vice-presidente regional Nordeste. Também estiveram presentes os presidentes das seccionais Bahia, Anderson Passos, Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA, e Ceará, José Marques Aurélio, Dirigente Municipal de Educação de Jucás/CE, além da coordenadora institucional da Undime, Maria Edineide de Almeida Batista. Em sua fala na mesa de abertura, Andreika destacou que a matemática está presente no cotidiano das pessoas, contribui para a resolução de problemas e vai muito além dos cálculos. Reforçou que o Compromisso Nacional Toda Matemática pode ser uma virada de chave para mudar essa concepção e aproximar a disciplina da vida real. “Quero aqui parabenizar e reconhecer a importância desse programa, que já nasce forte e necessário”. Ao abordar os desafios, a presidente ressaltou a discrepância nos resultados educacionais, principalmente na alfabetização, em que a matemática costuma apresentar índices inferiores aos de língua portuguesa. Nesse sentido, defendeu a necessidade de um apoio financeiro para fortalecer o programa. Andreika lembrou ainda que a experiência do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), com bolsistas atuando diretamente nas redes, já mostrou resultados positivos. “A sugestão da Undime é ampliar essa iniciativa para a matemática, investir na criação de ambientes escolares mais acolhedores para o ensino da disciplina, a exemplo do que ocorre com o Cantinho da Leitura, e garantir materiais pedagógicos de apoio. A Undime está junto com o MEC nesse compromisso histórico. Tenho certeza de que, daqui a alguns anos, veremos uma matemática diferente, com melhores resultados e menos desigualdades em nosso país”, concluiu. Fonte e fotos: Undime
