MEC lança compromisso pelo ensino da matemática

Política pública prevê fortalecimento do regime de colaboração entre os entes federativos, articulação entre os sistemas de avaliação educacional e assistência técnica e financeira para a melhoria da aprendizagem (Foto: Ricardo Stuckert/PR) O Ministério da Educação (MEC) lançou o Compromisso Nacional Toda Matemática. A iniciativa busca fortalecer o regime de colaboração entre os entes federativos na elaboração de ações e programas voltados a garantir o ensino de qualidade e melhorar o desempenho acadêmico dos estudantes nesse componente curricular. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou o Decreto nº 12.641/2025, que regulamenta o programa, na quarta-feira, 1º de outubro, acompanhado do ministro da Educação, Camilo Santana. Por meio de apoio técnico e financeiro às redes de ensino, o MEC busca reduzir desigualdades regionais, consolidando a matemática como ferramenta essencial para o desenvolvimento educacional dos estudantes e do país. A política também visa à articulação entre os sistemas de avaliação educacional da educação básica para a tomada de decisões de gestão pelas redes de ensino, pelas escolas e pelos professores, ao longo do processo de ensino-aprendizagem. O programa terá um orçamento previsto de aproximadamente R$ 70 milhões, ainda em 2025, voltados à formação de professores e gestores escolares, à disponibilização de materiais didáticos suplementares e a outros recursos pedagógicos. Desse total, R$ 20 milhões estão previstos no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Toda Matemática. O MEC adotará os critérios de desempenho do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) para a priorização do apoio via PDDE Toda Matemática. Os outros R$ 50 milhões deverão vir dos PDDEs Escola das Adolescências e Recomposição das Aprendizagens, destinados à melhoria da aprendizagem por meio da implementação de clubes de letramento nas escolas para os anos finais do ensino fundamental. Em 2024, a pasta investiu R$ 107 milhões via PDDE Escola das Adolescências para a melhoria da aprendizagem de matemática, em especial, de alunos do 6º ano. Contexto – Dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2022 apontaram que 73% dos estudantes brasileiros apresentaram um desempenho insuficiente em matemática, resultado que colocou o país abaixo da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O quadro atestou as grandes dificuldades dos estudantes com operações básicas de matemática, como realizar cálculos simples e converter moedas, o que compromete o exercício de uma cidadania plena. Para enfrentar esse quadro, o Compromisso Nacional Toda Matemática se integra a outras iniciativas do MEC já em curso para a melhoria do currículo e da aprendizagem dos estudantes desse componente curricular. Em 2025, a Escuta Nacional de Professores e Professoras que Ensinam Matemática mobilizou a comunidade educacional para compartilhar experiências exitosas de redes de ensino e gerar dados sobre a urgência do olhar para a aprendizagem de matemática na educação básica. O levantamento ouviu mais de 57 mil educadores dos anos iniciais do ensino fundamental ao ensino médio em mais de 28 mil escolas. O relatório produzido com as contribuições será lançado no final de setembro. Além disso, o MEC segue investindo na formação continuada dos professores e ofertando materiais de inovação curricular para apoiar o planejamento pedagógico. A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) identifica e estimula talentos na área desde 2005. O Impa Tech, inaugurado em 2024, oferta o primeiro curso de graduação do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), em matemática da tecnologia e inovação, capacitando talentos da matemática selecionados a partir do desempenho em olimpíadas do conhecimento, como a OBMEP, e do resultado em matemática no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/mec-lanca-compromisso-pelo-ensino-da-matematica Política pública prevê fortalecimento do regime de colaboração entre os entes federativos, articulação entre os sistemas de avaliação educacional e assistência técnica e financeira para a melhoria da aprendizagem (Foto: Ricardo Stuckert/PR) O Ministério da Educação (MEC) lançou o Compromisso Nacional Toda Matemática. A iniciativa busca fortalecer o regime de colaboração entre os entes federativos na elaboração de ações e programas voltados a garantir o ensino de qualidade e melhorar o desempenho acadêmico dos estudantes nesse componente curricular. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou o Decreto nº 12.641/2025, que regulamenta o programa, na quarta-feira, 1º de outubro, acompanhado do ministro da Educação, Camilo Santana. Por meio de apoio técnico e financeiro às redes de ensino, o MEC busca reduzir desigualdades regionais, consolidando a matemática como ferramenta essencial para o desenvolvimento educacional dos estudantes e do país. A política também visa à articulação entre os sistemas de avaliação educacional da educação básica para a tomada de decisões de gestão pelas redes de ensino, pelas escolas e pelos professores, ao longo do processo de ensino-aprendizagem. O programa terá um orçamento previsto de aproximadamente R$ 70 milhões, ainda em 2025, voltados à formação de professores e gestores escolares, à disponibilização de materiais didáticos suplementares e a outros recursos pedagógicos. Desse total, R$ 20 milhões estão previstos no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Toda Matemática. O MEC adotará os critérios de desempenho do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) para a priorização do apoio via PDDE Toda Matemática. Os outros R$ 50 milhões deverão vir dos PDDEs Escola das Adolescências e Recomposição das Aprendizagens, destinados à melhoria da aprendizagem por meio da implementação de clubes de letramento nas escolas para os anos finais do ensino fundamental. Em 2024, a pasta investiu R$ 107 milhões via PDDE Escola das Adolescências para a melhoria da aprendizagem de matemática, em especial, de alunos do 6º ano. Contexto – Dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2022 apontaram que 73% dos estudantes brasileiros apresentaram um desempenho insuficiente em matemática, resultado que colocou o país abaixo da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O quadro atestou as grandes dificuldades dos estudantes com operações básicas de matemática, como realizar cálculos simples e converter moedas, o que compromete o exercício de uma cidadania plena. Para enfrentar esse quadro, o Compromisso Nacional Toda Matemática se integra a outras iniciativas do MEC já em curso para a melhoria do currículo e da
Undime Sergipe realiza seminário formativo sobre PME e novo PAR

A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, seccional Sergipe (Undime/SE) realizou nos dias 2 e 3 de outubro, em Aracaju, o Seminário Formativo da instituição, com uma vasta programação de palestras e oficinas sobre a temática “Desafios para Construção do Novo PAR e PME”. O evento integra a programação anual da entidade e reuniu 170 inscritos entre dirigentes municipais de educação e articuladores estaduais e municipais de programas educacionais do MEC. O presidente da Undime/SE, Dirigente Municipal de Educação de Estância/SE, João Luiz Andrade Dória, lançou o projeto Undime Itinerante, que percorrerá as Diretorias Regionais de Educação a partir de janeiro de 2026, aproximando a instituição da comunidade escolar e dos gestores. “Faz parte do princípio basilar da Undime estar perto dos Dirigentes Municipais de Educação. Começaremos no início de 2026 a fazer encontros nos territórios sergiapanos tirando dúvidas, levando ações e se aproximando cada vez mais da base da Educação “, afirmou João Luiz. Além do presidente da Undime/SE, a mesa de abertura contou com a coordenadora do Fórum Estadual de Educação de Sergipe, Christiane Almeida; o presidente da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), Manoel Humberto; o procurador-geral do MPE/ SE, João Augusto Bandeira; a coordenadora dos planos decenais do Sase/MEC, Stela Cunha; e a secretária-adjunta de Educação de Aracaju, Osvaldina Ribeiro. No primeiro dia, os Dirigentes Municipais de Educação e gestores puderam tirar dúvidas sobre Renalfa, Programa Aprender Valor, Pacto pela EJA, Escola das Adolescências, Política Nacional de Equidade, Educação Étnico-Raciais e a Educação Escolar Quilombola, Renapeti, Planos Municipais de Educação e uma oficina “Construindo os Planos Municipais de Educação”. Durante a programação do segundo dia, o primeiro turno contou a palestra “Estratégias Nacional das Escolas Conectadas (ENEC)”, facilitada pela técnica da Undime/SE, Maria José Rocha, além da contribuição do coordenador-geral de apoio às redes de educação básica do MEC, João César Neto, com a oficina “Formação da Plataforma do Novo PAR”. Os “Sistemas de Avaliação Sase e Saeb” foi tema da palestra-show com o professor Lucas Roofer, do Instituto João de Barros. No turno da tarde, a oficina da Plataforma do PAR foi exclusiva para 30 coordenadores estaduais e articuladores regionais. O técnico do MEC, João César Neto, destacou a importância da conectividade do PAR com os Planos Municipais de Educação. “É muito importante e estratégico para os dirigentes municipais de Educação, porque o PAR é um instrumento muito forte e potente, a fim de que os Planos Municipais sejam efetivamente implementados nos territórios”, avaliou. Fonte/Fotos: Undime Sergipe A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, seccional Sergipe (Undime/SE) realizou nos dias 2 e 3 de outubro, em Aracaju, o Seminário Formativo da instituição, com uma vasta programação de palestras e oficinas sobre a temática “Desafios para Construção do Novo PAR e PME”. O evento integra a programação anual da entidade e reuniu 170 inscritos entre dirigentes municipais de educação e articuladores estaduais e municipais de programas educacionais do MEC. O presidente da Undime/SE, Dirigente Municipal de Educação de Estância/SE, João Luiz Andrade Dória, lançou o projeto Undime Itinerante, que percorrerá as Diretorias Regionais de Educação a partir de janeiro de 2026, aproximando a instituição da comunidade escolar e dos gestores. “Faz parte do princípio basilar da Undime estar perto dos Dirigentes Municipais de Educação. Começaremos no início de 2026 a fazer encontros nos territórios sergiapanos tirando dúvidas, levando ações e se aproximando cada vez mais da base da Educação “, afirmou João Luiz. Além do presidente da Undime/SE, a mesa de abertura contou com a coordenadora do Fórum Estadual de Educação de Sergipe, Christiane Almeida; o presidente da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), Manoel Humberto; o procurador-geral do MPE/ SE, João Augusto Bandeira; a coordenadora dos planos decenais do Sase/MEC, Stela Cunha; e a secretária-adjunta de Educação de Aracaju, Osvaldina Ribeiro. No primeiro dia, os Dirigentes Municipais de Educação e gestores puderam tirar dúvidas sobre Renalfa, Programa Aprender Valor, Pacto pela EJA, Escola das Adolescências, Política Nacional de Equidade, Educação Étnico-Raciais e a Educação Escolar Quilombola, Renapeti, Planos Municipais de Educação e uma oficina “Construindo os Planos Municipais de Educação”. Durante a programação do segundo dia, o primeiro turno contou a palestra “Estratégias Nacional das Escolas Conectadas (ENEC)”, facilitada pela técnica da Undime/SE, Maria José Rocha, além da contribuição do coordenador-geral de apoio às redes de educação básica do MEC, João César Neto, com a oficina “Formação da Plataforma do Novo PAR”. Os “Sistemas de Avaliação Sase e Saeb” foi tema da palestra-show com o professor Lucas Roofer, do Instituto João de Barros. No turno da tarde, a oficina da Plataforma do PAR foi exclusiva para 30 coordenadores estaduais e articuladores regionais. O técnico do MEC, João César Neto, destacou a importância da conectividade do PAR com os Planos Municipais de Educação. “É muito importante e estratégico para os dirigentes municipais de Educação, porque o PAR é um instrumento muito forte e potente, a fim de que os Planos Municipais sejam efetivamente implementados nos territórios”, avaliou. Fonte/Fotos: Undime Sergipe
MEC inicia o período de diligência das informações registradas no módulo Fundeb-VAAR-Condicionalidades – Ciclo 2025-2026 no Simec

Orientação é que cada dirigente acesse, com frequência, a aba Situação do módulo Fundeb ao longo deste mês de outubro; a partir do momento em que o município foi diligenciado, o prazo para envio das informações é de 15 dias (Imagem: Freepik) Já estão disponíveis, na aba Situação do módulo “Fundeb – VAAR – Condicionalidades” do Sistema de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), as primeiras análises das documentações enviadas pelos municípios em situação de diligência, no que se refere ao ciclo 2025-2026. A informação é da Secretaria de Educação Básica, do Ministério da Educação. De acordo com a pasta, este é um momento importante, pois o período de diligência já se encontra aberto e possibilita que Estados, Distrito Federal e Municípios corrijam informações e documentações relacionadas ao cumprimento das condicionalidades previstas nos incisos I (voltada ao fortalecimento da gestão democrática) e V (relativa à Base Nacional Comum Curricular) do §1º do art. 14 da Lei nº 14.113/2020. Cada dirigente municipal de Educação poderá conferir a devolutiva da avaliação dos documentos de seu município no Simec. Caso não haja pendências nesse momento, não haverá alteração na aba Situação do módulo Fundeb. Em caso de diligências, o município identificará destaque em cor vermelha com detalhamento e orientações sobre como realizar os ajustes necessários. Portanto, é importante que cada dirigente acesse, com frequência, a aba Situação do módulo Fundeb ao longo do mês de outubro. Para assegurar o acesso aos recursos do VAAR, é essencial que cada rede realize os ajustes necessários dentro do prazo exposto no Simec. A partir do momento em que o município foi diligenciado, o prazo para envio das informações no Simec é de 15 dias. Uma vez enviadas as informações, não será mais possível editá-las. Por isso, em caso de dúvidas, a recomendação é entrar em contato com o setor responsável no MEC por meio do número (61) 2022-2066 – whatsapp. O MEC informa ainda que nem todas as diligências serão realizadas ao mesmo tempo. Por isso, a importância de entrar com frequência, na aba Situação do módulo Fundeb ao longo do mês de outubro e/ou procurar a seccional da Undime em cada estado. Confira as orientações gerais:1. Acesse o Simec no módulo Fundeb-VAAR-Condicionalidades. 2. Verifique a aba Situação. Caso haja Diligência, leia atentamente as colunas Detalhamento e a Orientação.3. Fique atento ao prazo previsto na coluna Orientação.4. Havendo dúvidas, entrar em contato com (61) 2022-2066.5. Na aba Registro, preencha novamente modificando o que for necessário, de acordo com o que foi solicitado na Diligência. 6. Na aba Envio, o DME deve enviar novamente ao MEC. Fonte: Undime Orientação é que cada dirigente acesse, com frequência, a aba Situação do módulo Fundeb ao longo deste mês de outubro; a partir do momento em que o município foi diligenciado, o prazo para envio das informações é de 15 dias (Imagem: Freepik) Já estão disponíveis, na aba Situação do módulo “Fundeb – VAAR – Condicionalidades” do Sistema de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), as primeiras análises das documentações enviadas pelos municípios em situação de diligência, no que se refere ao ciclo 2025-2026. A informação é da Secretaria de Educação Básica, do Ministério da Educação. De acordo com a pasta, este é um momento importante, pois o período de diligência já se encontra aberto e possibilita que Estados, Distrito Federal e Municípios corrijam informações e documentações relacionadas ao cumprimento das condicionalidades previstas nos incisos I (voltada ao fortalecimento da gestão democrática) e V (relativa à Base Nacional Comum Curricular) do §1º do art. 14 da Lei nº 14.113/2020. Cada dirigente municipal de Educação poderá conferir a devolutiva da avaliação dos documentos de seu município no Simec. Caso não haja pendências nesse momento, não haverá alteração na aba Situação do módulo Fundeb. Em caso de diligências, o município identificará destaque em cor vermelha com detalhamento e orientações sobre como realizar os ajustes necessários. Portanto, é importante que cada dirigente acesse, com frequência, a aba Situação do módulo Fundeb ao longo do mês de outubro. Para assegurar o acesso aos recursos do VAAR, é essencial que cada rede realize os ajustes necessários dentro do prazo exposto no Simec. A partir do momento em que o município foi diligenciado, o prazo para envio das informações no Simec é de 15 dias. Uma vez enviadas as informações, não será mais possível editá-las. Por isso, em caso de dúvidas, a recomendação é entrar em contato com o setor responsável no MEC por meio do número (61) 2022-2066 – whatsapp. O MEC informa ainda que nem todas as diligências serão realizadas ao mesmo tempo. Por isso, a importância de entrar com frequência, na aba Situação do módulo Fundeb ao longo do mês de outubro e/ou procurar a seccional da Undime em cada estado. Confira as orientações gerais:1. Acesse o Simec no módulo Fundeb-VAAR-Condicionalidades. 2. Verifique a aba Situação. Caso haja Diligência, leia atentamente as colunas Detalhamento e a Orientação.3. Fique atento ao prazo previsto na coluna Orientação.4. Havendo dúvidas, entrar em contato com (61) 2022-2066.5. Na aba Registro, preencha novamente modificando o que for necessário, de acordo com o que foi solicitado na Diligência. 6. Na aba Envio, o DME deve enviar novamente ao MEC. Fonte: Undime
3ª edição da Semana de Educação Midiática tem foco na mobilização para a cidadania digital

Videoconferência anuncia o lançamento do evento que será promovido pela Secom-PR de 28 a 31 de outubro. Interessados em participar podem inscrever atividades até 24 de outubro Na quinta-feira, 2 de outubro, foi realizada videoconferência, no Conviva Educação, de lançamento da 3ª Semana Brasileira de Educação Midiática. A Semana é um evento realizado pelo Governo Federal em parceria com a Undime, o Consed e a Unesco que celebra e compartilha as diversas iniciativas e boas práticas de educação midiática no Brasil. O tema este ano é: “Mobilizar uma geração para a cidadania digital”. A ideia da Semana de Educação Midiática é propor a criação de um espaço de reflexão e mobilização em torno da educação digital e midiática como eixo fundamental para o desenvolvimento de competências essenciais no século XXI. A proposta reconhece a urgência de preparar estudantes para um mundo cada vez mais conectado, onde a leitura crítica das mídias, o uso ético das tecnologias e a capacidade de participar ativamente do ambiente digital são habilidades indispensáveis à formação cidadã. As atividades desta 3ª edição serão realizadas de 28 a 31 de outubro e ao longo da videoconferência vamos explicar como serão as inscrições e as possibilidades de participação. O encontro contou com a participação de Adalto Cândido Soares, Coordenador do Setor de Comunicação e Informação da UNESCO no Brasil; Ana Dal Fabbro, Coordenadora-geral de Tecnologia e Inovação na Educação Básica do Ministério da Educação; David Almansa, Diretor de Direitos na Rede de Educação Midiática da Secretaria de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República; Helder Nogueira Andrade, Secretário Executivo de Equidade, Direitos Humanos, Educação Complementar e Protagonismo Estudantil da Secretaria de Estado de Educação do Ceará e representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); e Virgínia Rocha, Dirigente Municipal de Educação de Nova Iguaçu/RJ e presidente da Undime Rio de Janeiro. As inscrições podem ser feitas até 24 de outubro pelo site da 3ª Semana Brasileira de Educação Midiática. “A ideia é que professores, estudantes, e a comunidade em geral inscrevam atividades na temática da educação midiática no site. Pode ser uma aula, oficina, encontro, vários formatos e temas possíveis no contexto da educação midiática para serem realizados durante a Semana. Todos os públicos são contemplados e a gente incentiva que, quem quiser mais inspirações, acesse o site da 1ª e da 2ª semana para conhecer os exemplos de outras atividades que aconteceram nas outras edições”, explicou Mariana Filizola, coordenadora-geral de Educação Midiática da Secom. Os debates envolvem temas como os currículos de educação digital e midiática, vínculos entre educação midiática e educação ambiental e oportunidades com a inteligência artificial. Assista à íntegra da videoconferência: Fonte: Conviva Educação (com informações da Secom-PR) Videoconferência anuncia o lançamento do evento que será promovido pela Secom-PR de 28 a 31 de outubro. Interessados em participar podem inscrever atividades até 24 de outubro Na quinta-feira, 2 de outubro, foi realizada videoconferência, no Conviva Educação, de lançamento da 3ª Semana Brasileira de Educação Midiática. A Semana é um evento realizado pelo Governo Federal em parceria com a Undime, o Consed e a Unesco que celebra e compartilha as diversas iniciativas e boas práticas de educação midiática no Brasil. O tema este ano é: “Mobilizar uma geração para a cidadania digital”. A ideia da Semana de Educação Midiática é propor a criação de um espaço de reflexão e mobilização em torno da educação digital e midiática como eixo fundamental para o desenvolvimento de competências essenciais no século XXI. A proposta reconhece a urgência de preparar estudantes para um mundo cada vez mais conectado, onde a leitura crítica das mídias, o uso ético das tecnologias e a capacidade de participar ativamente do ambiente digital são habilidades indispensáveis à formação cidadã. As atividades desta 3ª edição serão realizadas de 28 a 31 de outubro e ao longo da videoconferência vamos explicar como serão as inscrições e as possibilidades de participação. O encontro contou com a participação de Adalto Cândido Soares, Coordenador do Setor de Comunicação e Informação da UNESCO no Brasil; Ana Dal Fabbro, Coordenadora-geral de Tecnologia e Inovação na Educação Básica do Ministério da Educação; David Almansa, Diretor de Direitos na Rede de Educação Midiática da Secretaria de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República; Helder Nogueira Andrade, Secretário Executivo de Equidade, Direitos Humanos, Educação Complementar e Protagonismo Estudantil da Secretaria de Estado de Educação do Ceará e representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); e Virgínia Rocha, Dirigente Municipal de Educação de Nova Iguaçu/RJ e presidente da Undime Rio de Janeiro. As inscrições podem ser feitas até 24 de outubro pelo site da 3ª Semana Brasileira de Educação Midiática. “A ideia é que professores, estudantes, e a comunidade em geral inscrevam atividades na temática da educação midiática no site. Pode ser uma aula, oficina, encontro, vários formatos e temas possíveis no contexto da educação midiática para serem realizados durante a Semana. Todos os públicos são contemplados e a gente incentiva que, quem quiser mais inspirações, acesse o site da 1ª e da 2ª semana para conhecer os exemplos de outras atividades que aconteceram nas outras edições”, explicou Mariana Filizola, coordenadora-geral de Educação Midiática da Secom. Os debates envolvem temas como os currículos de educação digital e midiática, vínculos entre educação midiática e educação ambiental e oportunidades com a inteligência artificial. Assista à íntegra da videoconferência: Fonte: Conviva Educação (com informações da Secom-PR)
Nova coleta de dados da pesquisa TIC Educação está em campo

Diretores e gestores escolares podem participar da edição 2025 Está em andamento a nova coleta de dados da pesquisa TIC Educação, realizada anualmente pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), sob os auspícios da UNESCO. O Cetic.br é um departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). A pesquisa tem como objetivo identificar o acesso, o uso e o desenvolvimento de habilidades relacionadas às tecnologias digitais nas escolas brasileiras, como computadores, dispositivos móveis e Internet, além de oferecer subsídios para políticas públicas que promovam equidade e qualidade na educação. Com base nas informações coletadas, o estudo busca compreender as oportunidades, as desigualdades e os desafios da incorporação das tecnologias de informação e comunicação (TIC) nos processos de ensino e aprendizagem, contribuindo para a melhoria da qualidade da educação no país. A TIC Educação conta com o apoio institucional do Ministério da Educação (MEC), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da própria UNESCO. Em 2025, foram selecionadas de forma aleatória 9.359 escolas de Ensino Fundamental e Médio, localizadas em áreas rurais e urbanas, em todas as regiões do país. As entrevistas, realizadas por telefone, envolvem diretores e gestores escolares e utilizam questionários estruturados sobre o uso das TIC na gestão escolar e nos processos pedagógicos. A Undime reforça a importância da participação das redes de ensino selecionadas. Caso a sua rede tenha sido incluída na amostra, informe as escolas sobre a realização das entrevistas e incentive a comunidade escolar a participar da coleta de dados. A colaboração das redes é essencial para que os resultados reflitam a realidade da educação pública brasileira e orientem políticas mais eficazes. Vale lembrar que todas as informações são sigilosas: as respostas dos(as) participantes não são divulgadas individualmente e nem escolas, educadores(as) ou estudantes são identificados nas análises ou na divulgação dos resultados. Confira os resultados das edições anteriores: http://cetic.br/pesquisa/educacao/indicadores Tire suas dúvidas no FAQ da pesquisa: https://cetic.br/pt/pesquisa/educacao/faq/ Fonte: Undime Foto: Freepik
Undime Sergipe realiza seminário formativo sobre PME e novo PAR

A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, seccional Sergipe (Undime/SE) realizou nos dias 2 e 3 de outubro, em Aracaju, o Seminário Formativo da instituição, com uma vasta programação de palestras e oficinas sobre a temática “Desafios para Construção do Novo PAR e PME”. O evento integra a programação anual da entidade e reuniu 170 inscritos entre dirigentes municipais de educação e articuladores estaduais e municipais de programas educacionais do MEC. O presidente da Undime/SE, Dirigente Municipal de Educação de Estância/SE, João Luiz Andrade Dória, lançou o projeto Undime Itinerante, que percorrerá as Diretorias Regionais de Educação a partir de janeiro de 2026, aproximando a instituição da comunidade escolar e dos gestores. “Faz parte do princípio basilar da Undime estar perto dos Dirigentes Municipais de Educação. Começaremos no início de 2026 a fazer encontros nos territórios sergiapanos tirando dúvidas, levando ações e se aproximando cada vez mais da base da Educação “, afirmou João Luiz. Além do presidente da Undime/SE, a mesa de abertura contou com a coordenadora do Fórum Estadual de Educação de Sergipe, Christiane Almeida; o presidente da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), Manoel Humberto; o procurador-geral do MPE/ SE, João Augusto Bandeira; a coordenadora dos planos decenais do Sase/MEC, Stela Cunha; e a secretária-adjunta de Educação de Aracaju, Osvaldina Ribeiro. No primeiro dia, os Dirigentes Municipais de Educação e gestores puderam tirar dúvidas sobre Renalfa, Programa Aprender Valor, Pacto pela EJA, Escola das Adolescências, Política Nacional de Equidade, Educação Étnico-Raciais e a Educação Escolar Quilombola, Renapeti, Planos Municipais de Educação e uma oficina “Construindo os Planos Municipais de Educação”. Durante a programação do segundo dia, o primeiro turno contou a palestra “Estratégias Nacional das Escolas Conectadas (ENEC)”, facilitada pela técnica da Undime/SE, Maria José Rocha, além da contribuição do coordenador-geral de apoio às redes de educação básica do MEC, João César Neto, com a oficina “Formação da Plataforma do Novo PAR”. Os “Sistemas de Avaliação Sase e Saeb” foi tema da palestra-show com o professor Lucas Roofer, do Instituto João de Barros. No turno da tarde, a oficina da Plataforma do PAR foi exclusiva para 30 coordenadores estaduais e articuladores regionais. O técnico do MEC, João César Neto, destacou a importância da conectividade do PAR com os Planos Municipais de Educação. “É muito importante e estratégico para os dirigentes municipais de Educação, porque o PAR é um instrumento muito forte e potente, a fim de que os Planos Municipais sejam efetivamente implementados nos territórios”, avaliou. Fonte/Fotos: Undime Sergipe
MEC lança compromisso pelo ensino da matemática

Política pública prevê fortalecimento do regime de colaboração entre os entes federativos, articulação entre os sistemas de avaliação educacional e assistência técnica e financeira para a melhoria da aprendizagem (Foto: Ricardo Stuckert/PR) O Ministério da Educação (MEC) lançou o Compromisso Nacional Toda Matemática. A iniciativa busca fortalecer o regime de colaboração entre os entes federativos na elaboração de ações e programas voltados a garantir o ensino de qualidade e melhorar o desempenho acadêmico dos estudantes nesse componente curricular. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou o Decreto nº 12.641/2025, que regulamenta o programa, na quarta-feira, 1º de outubro, acompanhado do ministro da Educação, Camilo Santana. Por meio de apoio técnico e financeiro às redes de ensino, o MEC busca reduzir desigualdades regionais, consolidando a matemática como ferramenta essencial para o desenvolvimento educacional dos estudantes e do país. A política também visa à articulação entre os sistemas de avaliação educacional da educação básica para a tomada de decisões de gestão pelas redes de ensino, pelas escolas e pelos professores, ao longo do processo de ensino-aprendizagem. O programa terá um orçamento previsto de aproximadamente R$ 70 milhões, ainda em 2025, voltados à formação de professores e gestores escolares, à disponibilização de materiais didáticos suplementares e a outros recursos pedagógicos. Desse total, R$ 20 milhões estão previstos no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Toda Matemática. O MEC adotará os critérios de desempenho do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) para a priorização do apoio via PDDE Toda Matemática. Os outros R$ 50 milhões deverão vir dos PDDEs Escola das Adolescências e Recomposição das Aprendizagens, destinados à melhoria da aprendizagem por meio da implementação de clubes de letramento nas escolas para os anos finais do ensino fundamental. Em 2024, a pasta investiu R$ 107 milhões via PDDE Escola das Adolescências para a melhoria da aprendizagem de matemática, em especial, de alunos do 6º ano. Contexto – Dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2022 apontaram que 73% dos estudantes brasileiros apresentaram um desempenho insuficiente em matemática, resultado que colocou o país abaixo da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O quadro atestou as grandes dificuldades dos estudantes com operações básicas de matemática, como realizar cálculos simples e converter moedas, o que compromete o exercício de uma cidadania plena. Para enfrentar esse quadro, o Compromisso Nacional Toda Matemática se integra a outras iniciativas do MEC já em curso para a melhoria do currículo e da aprendizagem dos estudantes desse componente curricular. Em 2025, a Escuta Nacional de Professores e Professoras que Ensinam Matemática mobilizou a comunidade educacional para compartilhar experiências exitosas de redes de ensino e gerar dados sobre a urgência do olhar para a aprendizagem de matemática na educação básica. O levantamento ouviu mais de 57 mil educadores dos anos iniciais do ensino fundamental ao ensino médio em mais de 28 mil escolas. O relatório produzido com as contribuições será lançado no final de setembro. Além disso, o MEC segue investindo na formação continuada dos professores e ofertando materiais de inovação curricular para apoiar o planejamento pedagógico. A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) identifica e estimula talentos na área desde 2005. O Impa Tech, inaugurado em 2024, oferta o primeiro curso de graduação do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), em matemática da tecnologia e inovação, capacitando talentos da matemática selecionados a partir do desempenho em olimpíadas do conhecimento, como a OBMEP, e do resultado em matemática no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/mec-lanca-compromisso-pelo-ensino-da-matematica
FNDE libera R$ 460 milhões da 2ª parcela do PDDE Básico e alerta gestores contra golpes

Mais de 138 mil escolas de todo o Brasil recebem recursos do programa; prazo para regularização de pendências vai até 31 de outubro de 2025 O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), está realizando o pagamento da segunda parcela do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Básico. O repasse teve início no final de setembro e soma R$ 460 milhões, alcançando mais de 138 mil escolas públicas em todo o país, que beneficiam cerca de 37 milhões de estudantes da educação básica. O pagamento integral das unidades executoras (UExs) tem previsão de finalização ainda no começo de outubro. Segundo Anderson Sampaio, diretor de Ações Educacionais do FNDE, “o PDDE é uma das principais políticas para fortalecer a gestão escolar e melhorar a educação básica”. Com a verba, as unidades de ensino podem realizar pequenas obras, contratar serviços e adquirir materiais de forma direta, fortalecendo a autonomia da gestão escolar e agilizando melhorias no cotidiano das escolas. Regularização de pendências Os gestores que ainda possuem pendências têm até 31 de outubro de 2025 para regularizar a situação e garantir o recebimento dos recursos. Para apoiar esse processo, o FNDE promoveu um webinário com orientações detalhadas, disponível no canal da autarquia no YouTube. Também foi disponibilizado material de apoio no portal institucional, com o passo a passo para a regularização. Assista ao webinário com orientações. Baixe o arquivo sobre a regularização. Tire suas dúvidas e não deixe para a última hora! Atenção a tentativas de golpeCom a liberação da nova parcela, aumentaram os relatos de tentativas de fraude envolvendo os repasses. O FNDE reforça que não solicita dados cadastrais por telefone e orienta que informações pessoais ou bancárias não sejam compartilhadas fora dos canais oficiais. Caso ocorram abordagens suspeitas, as autoridades policiais devem ser notificadas. Canais oficiais de contatoPortal: www.fnde.gov.br E-mail: pdde@fnde.gov.br Telefones: 61 2022-4850 / 0800-616161 Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-libera-r-460-milhoes-da-2a-parcela-do-pdde-basico-e-alerta-gestores-contra-golpes
Evento mostra experiências inspiradoras de educação integral

Sediada em Belo Horizonte, Mostra Nacional de Experiências Inspiradoras de Gestão e Projetos Pedagógicos de Educação Integral em Tempo Integral dá visibilidade a projetos realizados pelas redes de ensino Nesta terça-feira, 1º de outubro, foi realizada a cerimônia de abertura da Mostra Nacional de Experiências Inspiradoras de Gestão e Projetos Pedagógicos de Educação Integral em Tempo Integral – confira aqui o vídeo. O evento ocorrerá até quinta-feira (2) e apresentará 127 iniciativas inspiradoras, das 893 inscrições submetidas. O objetivo é promover trocas, reflexões e colaboração entre escolas e secretarias de educação das cinco regiões do país. O encontro é promovido pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Campus Pampulha. As redes que participam da mostra foram selecionadas por meio do Edital nº 2/2025. A iniciativa é uma das estratégias de divulgação de políticas e práticas de ampliação da jornada escolar e das dimensões educativas das redes. Na abertura a Undime foi representada pelo presidente Luiz Miguel Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP. O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica da SEB, Alexsandro do Nascimento Santos, também presente na abertura, destacou que escola é lugar de aprendizagem. “Esse é o centro da escola. E visibilizar a aprendizagem para além dos resultados nas provas é papel nosso, de pedagogo, de educador, de quem está comprometido com o desenvolvimento integral das crianças. E eu vejo nessa mostra um jeito de mostrar isso”. Em sua fala, a reitora da UFMG, Sandra Goulart Almeida, citou o verso de um poema da Conceição Evaristo que diz: “‘do coletivo eu tiro a minha força e vejo que não estou sozinha’. Essa mostra demonstra isso, que vocês não estão sozinhos, que estamos todos juntos em prol de um projeto de educação como bem público, um direito de todos e dever do Estado”. Além das redes selecionadas que apresentarão suas práticas na mostra nacional, também estarão presentes no evento 146 redes de educação que foram selecionadas para o Mapa de Experiências Inspiradoras, outra ação de difusão do edital de seleção. A estimativa é que 600 pessoas participem do encontro. A programação completa do evento pode ser conferida na página experiências de educação integral – confira aqui. Edital – Realizado em parceria com a UFMG, por meio do grupo Teia, vinculado à Faculdade de Educação, o edital é uma iniciativa do Programa Escola em Tempo Integral do MEC e teve como objetivo identificar, mapear e divulgar experiências inspiradoras de gestão pública e de projetos pedagógicos de educação integral em tempo integral. Escola em Tempo Integral – O programa fomenta a criação de matrículas em tempo integral (igual ou superior a sete horas diárias ou 35 horas semanais) em todas as etapas e as modalidades da educação básica. Essa medida proporciona a ampliação da jornada de tempo na perspectiva da educação integral e a priorização das escolas que atendem estudantes em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica. O governo federal fornece assistência técnica e financeira considerando propostas pedagógicas alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Fonte: MEC com adaptações https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/evento-mostra-experiencias-inspiradoras-de-educacao-integral Sediada em Belo Horizonte, Mostra Nacional de Experiências Inspiradoras de Gestão e Projetos Pedagógicos de Educação Integral em Tempo Integral dá visibilidade a projetos realizados pelas redes de ensino Nesta terça-feira, 1º de outubro, foi realizada a cerimônia de abertura da Mostra Nacional de Experiências Inspiradoras de Gestão e Projetos Pedagógicos de Educação Integral em Tempo Integral – confira aqui o vídeo. O evento ocorrerá até quinta-feira (2) e apresentará 127 iniciativas inspiradoras, das 893 inscrições submetidas. O objetivo é promover trocas, reflexões e colaboração entre escolas e secretarias de educação das cinco regiões do país. O encontro é promovido pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Campus Pampulha. As redes que participam da mostra foram selecionadas por meio do Edital nº 2/2025. A iniciativa é uma das estratégias de divulgação de políticas e práticas de ampliação da jornada escolar e das dimensões educativas das redes. Na abertura a Undime foi representada pelo presidente Luiz Miguel Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP. O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica da SEB, Alexsandro do Nascimento Santos, também presente na abertura, destacou que escola é lugar de aprendizagem. “Esse é o centro da escola. E visibilizar a aprendizagem para além dos resultados nas provas é papel nosso, de pedagogo, de educador, de quem está comprometido com o desenvolvimento integral das crianças. E eu vejo nessa mostra um jeito de mostrar isso”. Em sua fala, a reitora da UFMG, Sandra Goulart Almeida, citou o verso de um poema da Conceição Evaristo que diz: “‘do coletivo eu tiro a minha força e vejo que não estou sozinha’. Essa mostra demonstra isso, que vocês não estão sozinhos, que estamos todos juntos em prol de um projeto de educação como bem público, um direito de todos e dever do Estado”. Além das redes selecionadas que apresentarão suas práticas na mostra nacional, também estarão presentes no evento 146 redes de educação que foram selecionadas para o Mapa de Experiências Inspiradoras, outra ação de difusão do edital de seleção. A estimativa é que 600 pessoas participem do encontro. A programação completa do evento pode ser conferida na página experiências de educação integral – confira aqui. Edital – Realizado em parceria com a UFMG, por meio do grupo Teia, vinculado à Faculdade de Educação, o edital é uma iniciativa do Programa Escola em Tempo Integral do MEC e teve como objetivo identificar, mapear e divulgar experiências inspiradoras de gestão pública e de projetos pedagógicos de educação integral em tempo integral. Escola em Tempo Integral – O programa fomenta a criação de matrículas em tempo integral (igual ou superior a sete horas diárias ou 35 horas semanais) em todas as etapas e as modalidades da educação básica. Essa medida proporciona a ampliação da jornada de tempo na perspectiva da educação integral e a
Lei amplia compra da agricultura familiar para o Pnae

Quase metade das aquisições para alimentação escolar (45%) deverá ser realizada diretamente de agricultores, assentamentos e comunidades tradicionais, com prioridade para grupos formais e informais de mulheres (Foto: Ângelo Miguel/MEC) A Lei nº 15.226/2025, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, amplia o percentual mínimo de recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) destinados à aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural. A nova regra eleva o índice de 30% para 45% a partir de 1º de janeiro de 2026. O normativo foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 1º de outubro, e altera a Lei nº 11.947/2009. O ministro da Educação, Camilo Santana, reforçou o Pnae como uma rede de garantia da segurança alimentar e enfrentamento à fome. “O Pnae é um eixo fundamental para a garantia da segurança alimentar e nutricional, baseado no emprego da alimentação saudável e adequada, compreendendo o uso de alimentos variados, seguros, em respeito à cultura e às tradições locais. Estamos ampliando ainda mais essa rede de economia local e agricultura familiar em todo o país”. Coordenado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), o Pnae completa 70 anos como uma das maiores políticas públicas de alimentação e nutrição escolar do mundo, atendendo diariamente cerca de 40 milhões de estudantes da educação básica pública. Com orçamento anual de R$ 5,5 bilhões, o programa destina recursos suplementares para a compra de alimentos que chegam à mesa dos estudantes em todas as regiões do país. Com a nova regra, aproximadamente 45% desse valor será aplicado diretamente na agricultura familiar, o que representa um incremento superior a R$ 2,4 bilhões para fortalecer comunidades locais e promover o desenvolvimento sustentável. A mudança reforça o papel do Pnae na oferta de uma alimentação saudável e adequada, respeitando a diversidade cultural e os hábitos alimentares locais, além de estimular práticas sustentáveis de produção. O texto também prioriza alimentos provenientes de assentamentos da reforma agrária, comunidades indígenas, quilombolas e de grupos formais e informais de mulheres. A presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba, destacou a relevância da medida. “Não há como falar de educação sem falar de alimentação de qualidade. Essa vitória significa mais sustentabilidade, mais respeito à diversidade cultural e mais saúde para milhões de estudantes brasileiros. Tudo que aperfeiçoa o Pnae é bom para o país e para o futuro da educação”, afirmou. Além do aumento no percentual, a lei determina que os gêneros alimentícios adquiridos no âmbito do programa tenham, no momento da entrega, prazo de validade igual ou superior à metade do período entre a data de fabricação e a data final de validade. A exceção vale para produtos oriundos da agricultura familiar, geralmente entregues in natura. Outra inovação é a ampliação das atribuições dos Conselhos de Alimentação Escolar (CAE), que passam a ter também a responsabilidade de zelar pela variabilidade dos alimentos adquiridos, garantindo qualidade, diversidade e cumprimento das regras de validade. Com a nova lei, o Pnae fortalece ainda mais a sua contribuição para a segurança alimentar e nutricional dos estudantes e para o desenvolvimento social e econômico em todo o país, consolidando-se como referência mundial em políticas públicas de alimentação escolar. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/lei-amplia-compra-da-agricultura-familiar-para-o-pnae Quase metade das aquisições para alimentação escolar (45%) deverá ser realizada diretamente de agricultores, assentamentos e comunidades tradicionais, com prioridade para grupos formais e informais de mulheres (Foto: Ângelo Miguel/MEC) A Lei nº 15.226/2025, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, amplia o percentual mínimo de recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) destinados à aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural. A nova regra eleva o índice de 30% para 45% a partir de 1º de janeiro de 2026. O normativo foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 1º de outubro, e altera a Lei nº 11.947/2009. O ministro da Educação, Camilo Santana, reforçou o Pnae como uma rede de garantia da segurança alimentar e enfrentamento à fome. “O Pnae é um eixo fundamental para a garantia da segurança alimentar e nutricional, baseado no emprego da alimentação saudável e adequada, compreendendo o uso de alimentos variados, seguros, em respeito à cultura e às tradições locais. Estamos ampliando ainda mais essa rede de economia local e agricultura familiar em todo o país”. Coordenado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), o Pnae completa 70 anos como uma das maiores políticas públicas de alimentação e nutrição escolar do mundo, atendendo diariamente cerca de 40 milhões de estudantes da educação básica pública. Com orçamento anual de R$ 5,5 bilhões, o programa destina recursos suplementares para a compra de alimentos que chegam à mesa dos estudantes em todas as regiões do país. Com a nova regra, aproximadamente 45% desse valor será aplicado diretamente na agricultura familiar, o que representa um incremento superior a R$ 2,4 bilhões para fortalecer comunidades locais e promover o desenvolvimento sustentável. A mudança reforça o papel do Pnae na oferta de uma alimentação saudável e adequada, respeitando a diversidade cultural e os hábitos alimentares locais, além de estimular práticas sustentáveis de produção. O texto também prioriza alimentos provenientes de assentamentos da reforma agrária, comunidades indígenas, quilombolas e de grupos formais e informais de mulheres. A presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba, destacou a relevância da medida. “Não há como falar de educação sem falar de alimentação de qualidade. Essa vitória significa mais sustentabilidade, mais respeito à diversidade cultural e mais saúde para milhões de estudantes brasileiros. Tudo que aperfeiçoa o Pnae é bom para o país e para o futuro da educação”, afirmou. Além do aumento no percentual, a lei determina que os gêneros alimentícios adquiridos no âmbito do programa tenham, no momento da entrega, prazo de validade igual ou superior à metade do período entre a data de fabricação e a data final de validade. A exceção vale para produtos oriundos da agricultura familiar, geralmente entregues in natura. Outra
