XI Seminário de Educação Infantil reúne educadores, apresentações e troca de experiências em três dias de muito aprendizado

Promovido pela Undime Tocantins, evento reuniu educadores, gestores, especialistas e convidados em um encontro marcado pela reflexão, emoção e valorização do trabalho docente Durante três dias de intensa programação, o XI Seminário de Educação Infantil, promovido pela Undime Tocantins, reuniu educadores, gestores, especialistas e convidados em um encontro marcado pela reflexão, emoção e valorização do trabalho docente. O evento, que se consolidou como um dos mais importantes espaços de formação continuada para profissionais da primeira infância no estado, teve como objetivo principal fortalecer práticas pedagógicas, discutir políticas públicas e promover o compartilhamento de experiências exitosas das redes municipais. Primeiro dia – Abertura, cultura e reflexões sobre práticas pedagógicas O seminário teve início na tarde de quarta-feira (8) com o credenciamento dos participantes, seguido por uma apresentação cultural da Orquestra Intergeracional de Papel, composta por crianças do Centro Municipal de Educação Infantil Amâncio José de Moraes e acadêmicos da Universidade da Maturidade da Universidade Federal do Tocantins, um momento de celebração e reconhecimento dos professores que atuam na educação infantil. A emoção tomou conta do público, reforçando o papel da arte e da expressão na formação das crianças. Em seguida, foi realizada a composição da mesa de autoridades, com representantes da Undime/TO, do MEC e de instituições parceiras. Na sequência, as professoras Ma. Andrea Carla e Dra. Rita Coelho (MEC) ministraram a palestra “O papel da Educação Infantil na Alfabetização”. O momento trouxe reflexões sobre a importância de compreender a alfabetização como um processo que começa na primeira infância, com base na escuta, nas interações e nas experiências significativas das crianças. O primeiro dia encerrou-se com um clima de entusiasmo e troca de ideias entre os participantes, que compartilharam impressões e expectativas sobre os debates que viriam. Oralidade, leitura, escrita e habilidades socioemocionais Na manhã de quinta-feira (9), a programação teve início com a palestra “Alfabetização na Primeira Infância: oralidade, leitura e escrita”, ministrada pela Profa. Dra. Maria Carmem Silveira (UFRGS). A convidada destacou a importância da linguagem como eixo estruturante da alfabetização e do desenvolvimento cognitivo das crianças pequenas. Após o intervalo, a Profa. Dra. Catarina Carneiro (UFPE) conduziu a palestra “Habilidades socioemocionais na Educação Infantil”, ressaltando o papel do afeto, da empatia e da escuta ativa na formação integral das crianças. As reflexões da manhã inspiraram os educadores a repensar suas práticas e olhar para o desenvolvimento infantil de forma mais sensível e acolhedora. Durante a tarde, a Profa. Ma. Ivanilde Moreira, consultora educacional, apresentou a palestra “Os campos de experiências e as interfaces com a leitura”, abordando a leitura como um caminho de imaginação, descoberta e ampliação de repertórios. Logo após o intervalo, a Profa. Dra. Minéia Fratelli, articuladora estadual do CNCA/Undime-SP, conduziu a palestra “Os marcos legais e a prática pedagógica da Educação Infantil”. Ela destacou a importância da BNCC e dos direitos de aprendizagem para o planejamento e o acompanhamento do desenvolvimento das crianças na primeira infância. O segundo dia encerrou-se com um ambiente de integração e troca, onde o conhecimento e a alegria caminharam lado a lado, em um verdadeiro encontro de educadores comprometidos com o futuro. Inclusão, práticas pedagógicas e encerramento com premiações Na manhã de sexta-feira (10), o evento teve início com uma apresentação cultural emocionante do projeto Doceduca Formação Continuada, que encantou o público presente. O grupo, formado por professores e formadores da rede municipal de Palmas, apresentou uma performance que simbolizou o compromisso e a sensibilidade dos educadores que atuam na Educação Infantil, traduzindo em arte o papel transformador da docência. Em seguida, a Profa. Ma. Laila Cristine ministrou a palestra “Docência e Autismo: estratégias para promover o desenvolvimento na primeira infância”. A educadora apresentou reflexões profundas sobre práticas inclusivas, destacando o papel da docência no acolhimento e no estímulo de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Após o intervalo, foi realizada uma roda de troca de experiências entre professoras de diferentes municípios:– Palmas: Profa. Ma. Priscila Machado;– Araguaína: Profa. Esp. Gercivane Barbosa e Profa. Ma. Nádya Reis;– Paraíso do Tocantins: Profa. Érica Cláudia. Cada uma compartilhou práticas pedagógicas desenvolvidas nas creches e pré-escolas de suas redes, mostrando resultados concretos e inspiradores sobre o trabalho com as crianças. O evento foi encerrado com premiações e homenagens realizadas em parceria com empresas e instituições que apoiam a Undime Tocantins. Também houve apresentações artísticas, reforçando o caráter humano e afetivo do seminário. O XI Seminário de Educação Infantil da Undime Tocantins encerrou-se deixando uma marca profunda de aprendizado, união e valorização dos profissionais da educação. Durante os três dias de evento, foi possível vivenciar uma verdadeira imersão em temas essenciais para o fortalecimento da primeira infância com palestras, trocas de experiências, apresentações culturais e momentos de reconhecimento. As fotos dos três dias do evento estão disponíveis no Drive!Acesse aqui e confira todos os registros do XI Seminário de Educação Infantil da Undime/TO. Fonte e fotos: Undime Tocantins
Divulgado resultado preliminar do 9º Prêmio VivaLeitura

MEC, MinC e OEI publicaram lista nesta segunda (13). Com investimento total de R$ 550 mil, premiação reconhecerá 25 práticas inovadoras de incentivo à leitura e escrita em escolas, bibliotecas e espaços culturais (Foto: Gaia Schüler) O Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Cultura (MinC), em parceria com a Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação (OEI), divulgaram nesta segunda-feira, 13 de outubro, os resultados preliminares da primeira fase do 9º Prêmio VivaLeitura 2025. Com um total de R$ 550 mil em premiações, a iniciativa reconhecerá 25 práticas inovadoras que incentivam a leitura e a escrita em escolas, bibliotecas e outros espaços culturais de todo o país. A premiação prevê R$ 50 mil para cada vencedor e R$ 15 mil para cada finalista (do 2º ao 5º lugar), em reconhecimento pela contribuição na formação de leitores críticos e criativos no país. Os nomes dos vencedores serão divulgados durante a cerimônia de premiação, prevista para dezembro, após a segunda etapa do processo seletivo — que consiste em avaliação feita por jurados especializados. Os participantes poderão apresentar recurso ao resultado preliminar até quinta-feira (16), conforme previsto em edital. Os pedidos devem ser enviados exclusivamente pela plataforma Mapa da Cultura, por meio do formulário de recurso disponível para download. O prêmio contempla cinco categorias, voltadas a diferentes contextos educativos e culturais: bibliotecas públicas, comunitárias e privadas; escolas públicas, privadas e bibliotecas escolares; espaços diversos de práticas continuadas em leitura; escrita criativa, voltada à produção textual; e iniciativas realizadas no sistema prisional e socioeducativo. A diversidade de categorias permite identificar e destacar projetos que alcançam públicos variados e promovem a leitura de formas criativas e inclusivas. Histórico – Criado em 2006, o VivaLeitura já premiou diversas iniciativas que transformaram comunidades por meio da leitura. É o caso do projeto “Jegue Livro”, no Maranhão, que levou acervos literários a zonas rurais em cestos de jegue, e da “Borrachalioteca”, biblioteca criada em uma borracharia na periferia de Sabará (MG), que virou ponto de encontro para leitores da região. Esses são exemplos de como a leitura, quando acessível e próxima do cotidiano das pessoas, pode mobilizar territórios e criar redes de troca e aprendizado. A iniciativa foi recriada pela Portaria Interministerial nº 4, de 26 de maio de 2025. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/divulgado-resultado-preliminar-do-9o-premio-vivaleitura
MEC lança curso sobre círculos restaurativos nas escolas

Curso Técnicas de Facilitação de Círculos Restaurativos na “Teia da Paz da Escola”: Planos e Ações Estruturantes está disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem do Ministério da Educação (Avamec) (Fotos: Gaia Schüler) Para capacitar professores e profissionais das escolas de educação básica de todo o país e ajudá-los a solucionar conflitos do dia a dia e casos de violência de forma amigável, o Ministério da Educação (MEC) lançou o curso Técnicas de Facilitação de Círculos Restaurativos na “Teia da Paz da Escola”: Planos e Ações Estruturantes. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas no Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC (Avamec). O objetivo é capacitar educadores e gestores da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio. O curso é autoinstrucional e tem carga horária de 40 horas. O conteúdo da formação é inédito por trazer simulações gravadas de círculos restaurativos realizados especialmente para essa formação, demonstrando passo a passo o papel do facilitador e o funcionamento dos processos circulares em situações reais da escola. Um círculo restaurativo é um encontro facilitado em que pessoas afetadas por um conflito se reúnem para discutir o ocorrido, ouvir as experiências uns dos outros e encontrar formas de reparar os danos, promovendo a cura, a compreensão e o senso de comunidade. Essa é uma prática da Justiça Restaurativa, que foca nas necessidades das vítimas e nas responsabilidades dos ofensores, utilizando a comunicação não violenta para criar um ambiente seguro de diálogo e transformação. A iniciativa integra as ações de formação continuada e fazem parte das estratégias do Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave). O intuito é fomentar espaços de convivência democrática, participação estudantil e prevenção às violências no ambiente escolar. Desenvolvido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime-SE), a formação complementa e aprofunda os conceitos apresentados no curso Práticas Restaurativas: Construindo Escolas Seguras e Promovendo a Cultura de Paz, também disponível na plataforma Avamec. Ambos se baseiam nos princípios de Howard Zehr e Kay Pranis e na filosofia da Justiça Restaurativa, adaptada ao contexto educacional brasileiro. A formação está organizada em três módulos que articulam teoria e prática. No módulo introdutório, o participante é acolhido e convidado a refletir sobre os fundamentos da Justiça Restaurativa no contexto escolar. O módulo 1, Práxis, aprofunda conceitos e técnicas das Práticas Restaurativas, abordando a construção de relações saudáveis, liderança compartilhada, condução de círculos restaurativos e o papel de facilitadores, mediadores e articuladores. Já o módulo 2, Organização, orienta sobre como implantar processos restaurativos nas escolas, analisando o território e o clima escolar, identificando situações de violência e planejando iniciativas emancipadoras que fortaleçam a cultura de paz. Contexto – O curso foi desenvolvido a partir da reflexão de que a escola é um espaço privilegiado de convivência, aprendizagem relacional e construção de vínculos. Nesse sentido, propõe que os conflitos sejam compreendidos e abordados como oportunidades pedagógicas, sem a necessidade do uso de uma justiça formal. O intuito é buscar o fortalecimento de práticas restaurativas que promovem pertencimento, corresponsabilidade, reparação e cultura de paz. A Secadi destaca que tem sido comum, em suas escutas com redes e gestores, que a Justiça Restaurativa ainda apareça associada ao sistema de justiça. Já as Práticas Restaurativas têm ganhado corpo no cotidiano escolar, ao integrar toda a comunidade educacional (estudantes, professores, famílias e equipes de apoio) em experiências concretas de diálogo, escuta e cooperação. Para o MEC, a Justiça Restaurativa se sustenta nas Práticas Restaurativas, que se tornam o verdadeiro campo de atuação pedagógica. Mais do que um modelo de resolução de conflitos, o curso traz metodologias educativas que transformam a cultura escolar, instaurando novas formas de convivência baseadas na escuta, no diálogo e na reparação coletiva. Para subsidiar a implementação dessa metodologia, a Secadi disponibilizou o guia: Práticas Restaurativas na Educação: guia introdutório à promoção da cultura da paz nas escolas por meio de processos circulares. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/mec-lanca-curso-sobre-circulos-restaurativos-nas-escolas
Undime participa de Sessão Solene no Senado em homenagem ao Dia do Professor

Vice-presidente da Undime, Idilvan Alencar, destaca a importância da valorização docente e da garantia de direitos como pilares da educação pública A Undime marcou presença, nesta terça-feira (14), na Sessão Solene do Senado Federal em comemoração ao Dia do Professor, celebrado na quarta-feira (15). A homenagem foi uma iniciativa da senadora Professora Dorinha Seabra (União/TO). A instituição foi representada pelo vice-presidente, Idilvan Alencar, Dirigente Municipal de Educação de Fortaleza/CE, que durante sua fala, destacou a importância de garantir direitos e valorizar a profissão docente como pilares para o fortalecimento da educação pública no Brasil. Segundo Idilvan, a essência da celebração está justamente na garantia dos direitos dos profissionais da educação. Ele lembrou que conquistas como o novo Fundeb, aprovado há cinco anos, foram determinantes para assegurar condições mais justas e sustentáveis para professores e estudantes em todo o país. “O Fundeb é, sem dúvida, a maior conquista da educação brasileira nas últimas décadas. Ele garante que professores e alunos tenham seus direitos preservados e que a educação pública continue avançando”, afirmou. O vice-presidente também reforçou a importância de proteger o piso salarial dos professores, instrumento que, segundo ele, simboliza a valorização contínua da categoria. “Já se escuta rumores de possíveis retrocessos, e precisamos agir com rapidez e firmeza para impedir qualquer pessoa ou movimento que ameace essa valorização. Não podemos abrir mão do piso. Ele é a garantia de que o professor seja valorizado todos os anos”, ressaltou. O dirigente pontuou ainda desafios que precisam ser enfrentados, como o excesso de alunos por sala de aula, o fortalecimento da educação inclusiva e o enfrentamento da violência nas escolas, temas que, segundo ele, exigem políticas públicas e ações efetivas. Idilvan também chamou atenção para a importância de adotar medidas simples, mas de grande impacto no cotidiano dos professores, como garantir que esses profissionais possam realizar suas refeições nas próprias escolas. Para ele, ações como essa expressam de maneira concreta o reconhecimento e o respeito à profissão docente. “Valorizar o professor também é pensar nas condições humanas e básicas do seu dia a dia. São gestos que fortalecem o vínculo com a escola e demonstram, na prática, o compromisso com quem ensina”, destacou. Ao encerrar sua participação, o vice-presidente da Undime ressaltou que celebrar o Dia do Professor é mais do que fazer homenagens. “Valorizar o educador vai além do discurso. É preciso adotar medidas concretas que façam diferença no cotidiano das escolas, ações que garantam condições dignas de trabalho, oportunidades de formação e respeito à profissão docente. Essa é a forma mais justa e verdadeira de reconhecer quem dedica a vida a ensinar e transformar o futuro do nosso país”. Fonte e fotos: Undime
Undime participa de Sessão Solene no Senado em homenagem ao Dia do Professor

Vice-presidente da Undime, Idilvan Alencar, destaca a importância da valorização docente e da garantia de direitos como pilares da educação pública A Undime marcou presença, nesta terça-feira (14), na Sessão Solene do Senado Federal em comemoração ao Dia do Professor, celebrado na quarta-feira (15). A homenagem foi uma iniciativa da senadora Professora Dorinha Seabra (União/TO). A instituição foi representada pelo vice-presidente, Idilvan Alencar, Dirigente Municipal de Educação de Fortaleza/CE, que durante sua fala, destacou a importância de garantir direitos e valorizar a profissão docente como pilares para o fortalecimento da educação pública no Brasil. Segundo Idilvan, a essência da celebração está justamente na garantia dos direitos dos profissionais da educação. Ele lembrou que conquistas como o novo Fundeb, aprovado há cinco anos, foram determinantes para assegurar condições mais justas e sustentáveis para professores e estudantes em todo o país. “O Fundeb é, sem dúvida, a maior conquista da educação brasileira nas últimas décadas. Ele garante que professores e alunos tenham seus direitos preservados e que a educação pública continue avançando”, afirmou. O vice-presidente também reforçou a importância de proteger o piso salarial dos professores, instrumento que, segundo ele, simboliza a valorização contínua da categoria. “Já se escuta rumores de possíveis retrocessos, e precisamos agir com rapidez e firmeza para impedir qualquer pessoa ou movimento que ameace essa valorização. Não podemos abrir mão do piso. Ele é a garantia de que o professor seja valorizado todos os anos”, ressaltou. O dirigente pontuou ainda desafios que precisam ser enfrentados, como o excesso de alunos por sala de aula, o fortalecimento da educação inclusiva e o enfrentamento da violência nas escolas, temas que, segundo ele, exigem políticas públicas e ações efetivas. Idilvan também chamou atenção para a importância de adotar medidas simples, mas de grande impacto no cotidiano dos professores, como garantir que esses profissionais possam realizar suas refeições nas próprias escolas. Para ele, ações como essa expressam de maneira concreta o reconhecimento e o respeito à profissão docente. “Valorizar o professor também é pensar nas condições humanas e básicas do seu dia a dia. São gestos que fortalecem o vínculo com a escola e demonstram, na prática, o compromisso com quem ensina”, destacou. Ao encerrar sua participação, o vice-presidente da Undime ressaltou que celebrar o Dia do Professor é mais do que fazer homenagens. “Valorizar o educador vai além do discurso. É preciso adotar medidas concretas que façam diferença no cotidiano das escolas, ações que garantam condições dignas de trabalho, oportunidades de formação e respeito à profissão docente. Essa é a forma mais justa e verdadeira de reconhecer quem dedica a vida a ensinar e transformar o futuro do nosso país”. Fonte e fotos: Undime
Na Ponta do Lápis: aberto período de adesão no Simec

Destinado a estudantes da educação básica, o programa busca promover uma relação responsável com dinheiro e consumo. Período de adesão fica aberto até 21 de novembro pelo Simec Foto: Divulgação/MEC Nesta segunda-feira, 13 de outubro, começou o período de adesão ao Programa Na Ponta do Lápis, iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e parceiros para promover ações destinadas à consolidação de esforços para a educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária na educação básica. Os entes federativos podem aderir até 21 de novembro por meio do módulo do programa no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Instituído pela Portaria MEC nº 502/2025, o programa investe também na construção da cidadania ao promover uma relação responsável com dinheiro e consumo, bem como uma compreensão crítica e consciente acerca de temas como previdência, impostos, seguros, entre outros tópicos que afetam tanto a experiência de vida quanto os projetos de futuro dos estudantes. Adesão – A adesão é voluntária, mediante assinatura do termo de compromisso pelos secretários de educação dos municípios, dos estados e do Distrito Federal. Com a adesão ao Na Ponta do Lápis, as redes de educação deverão: – indicar o profissional de sua rede de ensino para atuar como coordenador técnico do programa;– compartilhar com o MEC informações e dados necessários ao planejamento e à execução das ações de assistência da União referentes ao programa, bem como ao monitoramento e à avaliação de sua implementação e seus resultados;– elaborar plano de trabalho com foco em elaboração, implantação, fortalecimento e consolidação de ações dedicadas à educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária; e– mobilizar e engajar os profissionais de sua rede de ensino para a participação nas ações de formação, compartilhamento, sistematização e disseminação de boas práticas no campo da educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária. Para apoiar as redes, o MEC criou um Guia Rápido de Adesão, com orientações sobre como realizar o processo dentro do Simec. Também disponibilizou o e-mail cogeb@mec.gov.br para tirar dúvidas e oferecer mais informações. Fonte: MECFoto: Divulgação/MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/na-ponta-do-lapis-aberto-periodo-de-adesao-no-simec
Dia do Professor: Undime e Conviva Educação promovem videoconferência em homenagem a educadores

Encontro celebra a dedicação e o compromisso de quem transforma vidas pela educação Em celebração ao Dia do Professor, a Undime e o Conviva Educação realizam, no dia 15 de outubro, às 15h (horário de Brasília), videoconferência intitulada “Um encontro para celebrar quem ensina”. A transmissão será feita pelo canal do Conviva Educação no YouTube e contará com a participação do escritor, jornalista e contador de histórias André Curvello, que abordará o papel dos professores na construção de futuros. A mediação ficará a cargo de Luiz Miguel Martins Garcia, presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP. Não é necessário realizar inscrição para assistir. Basta acessar o link no dia e horário marcado. Os participantes que acompanharem o evento ao vivo e preencherem a lista de presença receberão declaração de participação. Acesse o Canal do Conviva no YouTube. Para assistir na plataforma Conviva Educação, basta clicar neste link: https://convivaeducacao.org.br/videoconferencia Fonte: Conviva Educação
MEC lança curso sobre relações étnico-raciais na EJA

Iniciativa integra o Programa Nacional de Formação para a Docência na EJA e reforça o compromisso do MEC com a equidade racial. O curso está disponível, gratuitamente, na plataforma Avamec Foto: Divulgação/MEC O Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), lançou o curso e o e-book “Educação de Jovens e Adultos e Educação das Relações Étnico-Raciais” em videoconferência realizada na quinta-feira, 9 de outubro. O objetivo é apoiar profissionais da educação das redes públicas na construção de currículos que promovam a elevação da escolaridade e a qualificação profissional de jovens, adultos e idosos. As iniciativas buscam superar o racismo, reduzir desigualdades e promover a diversidade, assegurando o direito à educação de qualidade para todos os públicos historicamente excluídos. O lançamento articula duas agendas prioritárias do MEC conduzidas pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi): o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos Pacto (Pacto EJA) e a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ). A iniciativa integra o Programa Nacional de Formação para a Docência na EJA (ProfEJA) do pacto. A diretora de Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos da Secadi, Ana Lúcia Sanches, afirmou que o curso e o programa “se dedicam a analisar toda a subjetividade necessária para as metodologias pedagógicas que se consideram de fato de EJA [educação de jovens e adultos]”. Sanches ainda informou que, de acordo com o Censo de 2022, as pessoas negras não alfabetizadas no país representam mais de 10% da população brasileira, as pardas 8% e a população quilombola chega a quase 20%. Para ela, os números evidenciam os traços de exploração e de escravização, materializados nas desigualdades socioeducacionais. “Quando nós olhamos para educação de jovens e adultos do Censo Escolar de 2024, quase 75% dos estudantes são pretos e pardos. É um público que, de fato, representa o racismo estrutural. Então, as políticas de fortalecimento e de qualidade da educação de jovens e adultos passam obrigatoriamente pelo reflexo de uma pauta voltada para uma política antirracista, voltada para as reflexões étnico-raciais”, considerou. Também participaram da videoconferência de lançamento: a vice-reitora da UFSCar, Maria de Jesus Dutra dos Reis; e a coordenadora do curso, Tatiane Cosentino Rodrigues. Na oportunidade, ocorreu a aula inaugural “Educação de Jovens e Adultos e Educação das Relações Étnico-Raciais: desafios e caminhos”, com as professoras Dayse Moura, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e Ayodele Floriano Silva da UFSCar. O debate foi mediado pela professora e pesquisadora da UFSCar, Maria Caroline de Souza. Curso – O curso está disponível, gratuitamente, no Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC (Avamec). Já o e-book reúne o conteúdo do curso, incluindo propostas de atividades didáticas que articulam temas das relações étnico-raciais às diferentes áreas do conhecimento. ProfEJA – O curso “Educação de Jovens e Adultos e Educação das Relações Étnico-Raciais” é o segundo curso da série de 15 formações autoinstrucionais que compõem o programa. As ações são desenvolvidas em parceria com universidades e institutos federais de todas as regiões do país, que abordam temas como alfabetização de jovens e adultos, juventudes, currículo integrado, práticas pedagógicas e inclusão. O público potencial inclui 60 mil educadores populares do Programa Brasil Alfabetizado (PBA), professores da EJA das redes públicas, 53 coordenadores pedagógicos, 650 articuladores, 1.300 formadores do Pacto Nacional, além de cerca de 900 mil educandos do PBA, em 2.786 municípios com os maiores índices de analfabetismo do país. Fonte: MECFoto: Divulgação/MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/mec-lanca-curso-sobre-relacoes-etnico-raciais-na-eja
Dia do Professor: Undime e Conviva Educação promovem videoconferência em homenagem a educadores

Encontro celebra a dedicação e o compromisso de quem transforma vidas pela educação Em celebração ao Dia do Professor, a Undime e o Conviva Educação realizam, no dia 15 de outubro, às 15h (horário de Brasília), videoconferência intitulada “Um encontro para celebrar quem ensina”. A transmissão será feita pelo canal do Conviva Educação no YouTube e contará com a participação do escritor, jornalista e contador de histórias André Curvello, que abordará o papel dos professores na construção de futuros. A mediação ficará a cargo de Luiz Miguel Martins Garcia, presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP. Não é necessário realizar inscrição para assistir. Basta acessar o link no dia e horário marcado. Os participantes que acompanharem o evento ao vivo e preencherem a lista de presença receberão declaração de participação. Acesse o Canal do Conviva no YouTube. Para assistir na plataforma Conviva Educação, basta clicar neste link: https://convivaeducacao.org.br/videoconferencia Fonte: Conviva Educação
Na Ponta do Lápis: aberto período de adesão no Simec

Destinado a estudantes da educação básica, o programa busca promover uma relação responsável com dinheiro e consumo. Período de adesão fica aberto até 21 de novembro pelo Simec Foto: Divulgação/MEC Nesta segunda-feira, 13 de outubro, começou o período de adesão ao Programa Na Ponta do Lápis, iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e parceiros para promover ações destinadas à consolidação de esforços para a educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária na educação básica. Os entes federativos podem aderir até 21 de novembro por meio do módulo do programa no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Instituído pela Portaria MEC nº 502/2025, o programa investe também na construção da cidadania ao promover uma relação responsável com dinheiro e consumo, bem como uma compreensão crítica e consciente acerca de temas como previdência, impostos, seguros, entre outros tópicos que afetam tanto a experiência de vida quanto os projetos de futuro dos estudantes. Adesão – A adesão é voluntária, mediante assinatura do termo de compromisso pelos secretários de educação dos municípios, dos estados e do Distrito Federal. Com a adesão ao Na Ponta do Lápis, as redes de educação deverão: – indicar o profissional de sua rede de ensino para atuar como coordenador técnico do programa;– compartilhar com o MEC informações e dados necessários ao planejamento e à execução das ações de assistência da União referentes ao programa, bem como ao monitoramento e à avaliação de sua implementação e seus resultados;– elaborar plano de trabalho com foco em elaboração, implantação, fortalecimento e consolidação de ações dedicadas à educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária; e– mobilizar e engajar os profissionais de sua rede de ensino para a participação nas ações de formação, compartilhamento, sistematização e disseminação de boas práticas no campo da educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária. Para apoiar as redes, o MEC criou um Guia Rápido de Adesão, com orientações sobre como realizar o processo dentro do Simec. Também disponibilizou o e-mail cogeb@mec.gov.br para tirar dúvidas e oferecer mais informações. Fonte: MECFoto: Divulgação/MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/na-ponta-do-lapis-aberto-periodo-de-adesao-no-simec
