Escolas têm até 31 de outubro para regularizar pendências do PDDE

FNDE alerta que regularização é condição essencial para garantir o repasse automático dos recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola em 2025   O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), alerta as escolas públicas de todo o país sobre o prazo final para a regularização de pendências junto ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e suas Ações Integradas. As unidades de ensino têm até o dia 31 de outubro para resolver eventuais irregularidades e, assim, assegurar o recebimento dos recursos programados para o exercício de 2025. Para orientar os gestores educacionais nesse processo, o FNDE disponibilizou um boletim informativo com instruções detalhadas sobre como identificar e corrigir as pendências mais comuns. O documento oferece um passo a passo para consulta da situação da escola ou rede de ensino no sistema PDDE Info, a partir do número de CNPJ ou do código INEP da unidade. Entre os principais motivos de irregularidade apontados estão: – CNPJ irregular na Receita Federal;– Ausência de Unidade Executora (UEx) vinculada à escola;– Inadimplência ou pendências na prestação de contas;– UEx sem dirigente ativo cadastrado;– UEx sem conta corrente ativa;– Informações bancárias inválidas ou agência inexistente. Para facilitar a navegação, o boletim reúne seis QR Codes que direcionam para páginas específicas com orientações sobre cada uma dessas situações. Também estão disponíveis links úteis, como o acesso ao webinário “PDDE e suas Ações Integradas: caminhos para regularização dos repasses em 2025”, além de guias, resoluções e acesso direto ao sistema PDDE Info. O FNDE reforça que a regularização até o prazo estabelecido é condição essencial para o recebimento dos recursos em 2025. “Garantir a regularidade da unidade de ensino no PDDE é fundamental para assegurar o repasse automático dos recursos, que são essenciais para a manutenção e melhoria do ambiente escolar”, destaca a coordenadora de Planejamento, Adesão e Execução do PDDE, Amanda Vargas Maia. Investimento para 2025 Para o exercício de 2025, o FNDE prevê um investimento total de mais de R$ 2 bilhões por meio do PDDE, distribuído da seguinte forma: – R$ 1,16 bilhão para o PDDE Básico;– R$ 378 milhões para o PDDE Equidade;– R$ 485 milhões para o PDDE Qualidade. Esses recursos são voltados a escolas públicas estaduais, municipais e distritais da educação básica, além de instituições de educação especial qualificadas como beneficentes ou de atendimento direto e gratuito ao público. O investimento contribui diretamente para o cumprimento de metas do Plano Nacional de Educação (PNE), especialmente as de número 19 (gestão democrática) e 20 (financiamento e investimento público em educação). Acesse aqui o boletim completo. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/escolas-tem-ate-31-de-outubro-para-regularizar-pendencias-do-pdde-1 

O que é preciso saber sobre a implementação da BNCC Computação e integração curricular de educação digital e midiática

Confira o documento com perguntas e respostas elaborado pela Undime para apoiar os dirigentes municipais de educação e equipes técnicas   Com o objetivo de apoiar os dirigentes municipais de educação e equipes técnicas das Secretarias de Educação, a Undime elaborou perguntas e respostas referentes a implementação da BNCC Computação e integração curricular de educação digital e midiática. São 12 perguntas e um resumo, organizados de maneira didática, objetiva e de fácil consulta. Confira: Clique aqui e acesse o documento em pdf.1. O QUE É A BNCC-COMPUTAÇÃO E POR QUE É IMPORTANTE? A BNCC-Computação é um complemento à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), regulamentado pela Resolução CNE/ CEB nº 1/ 2022. Ela estabelece diretrizes para que os sistemas de ensino e as escolas incorporem a computação em seus currículos, preparando os estudantes para o mundo digital de forma crítica e cidadã. Desse modo, seu objetivo é garantir que as(os) estudantes desenvolvam competências, habilidades e conhecimentos específicos em computação, preparando-os para os desafios da era digital. A implementação das diretrizes é obrigatória e deve ser feita em regime de colaboração entre estados e municípios. Importante destacar que essa adequação curricular não é opcional, sendo uma exigência para que as redes de ensino possam receber a complementação do Valor Aluno Ano Resultados (VAAR) do Fundeb. Segundo a Resolução CNE/ CEB nº  2/ 2025, que institui as Diretrizes Operacionais Nacionais sobre o uso de dispositivos digitais em espaços escolares e integração curricular de Educação Digital e Midiática, a adequação deve se dar ao longo do ano de 2025, com efetiva implementação obrigatória a partir do ano de 2026, cabendo às redes de ensino discutir com a comunidade escolar se esta implementação se realizará com a opção de currículos de transição, em função de cada etapa de ensino e do nível de proficiência e necessidades de formação do corpo docente. 2. O QUE MUDA PARA OS CURRÍCULOS MUNICIPAIS COM A BNCC COMPUTAÇÃO? A Computação passa a ser área obrigatória da BNCC, em todas as etapas da Educação Básica, organizada em três eixos: pensamento computacional: foca em estratégias cognitivas e criativas, envolvendo a resolução de problemas de forma lógica e criativa e usando o “raciocínio” dos computadores para resolver problemas (lógica, algoritmos, resolução de problemas); mundo digital: aborda atividades, interações e informações que ocorrem no ambiente virtual, incluindo a internet, redes sociais e tecnologias como a inteligência artificial, hardware, software, além de segurança e ética em seu uso; cultura digital: trata das práticas, costumes e formas de interação social mediadas pela tecnologia digital, promovendo a reflexão sobre seus impactos na vida e na sociedade (produção, criação, cidadania e inovação digital).A meta é formar cidadãos capazes de “pensar, analisar, planejar, testar, avaliar, criar e aplicar tecnologias digitais de maneira ética e responsável”. Os currículos municipais precisam incluir objetivos e habilidades dos três eixos progressivamente. 3. ONDE A COMPUTAÇÃO PODE SER INSERIDA NA MATRIZ CURRICULAR? As redes de ensino têm autonomia para escolher a abordagem que melhor se adapta à sua realidade. As principais estratégias são: – componente curricular específico: a computação é ensinada como uma disciplina própria, como “Educação Digital e Midiática” ou “Computação”, para refletir a abordagem integrada dos três eixos; – transversalidade: as competências e habilidades da computação são integradas aos componentes curriculares já existentes, como Língua Portuguesa, Matemática e História, permeando as diferentes Áreas do Conhecimento; – abordagem híbrida: a rede pode combinar as duas estratégias anteriores, usando a transversalidade em algumas etapas e um componente específico em outras. 4. COMO OS MUNICÍPIOS PODEM ALINHAR SEU CURRÍCULO À BNCC-COMPUTAÇÃO E À EDUCAÇÃO DIGITAL E MIDIÁTICA? A adequação do currículo deve seguir um processo estruturado: criar um Grupo de Trabalho(GT): reúna profissionais da Secretaria de Educação, especialistas e representantes de diferentes áreas do conhecimento. É importante que o GT seja formalmente institucionalizado para dar publicidade ao trabalho; analisar o currículo vigente: o GT deve avaliar como as tecnologias e a computação já são tratadas no currículo atual para identificar oportunidades de integração; desenvolver o novo currículo: decida se a abordagem será como componente específico ou transversal, revise as habilidades e elabore os objetos de conhecimento. Para garantir a rastreabilidade, é recomendado manter os códigos das habilidades da BNCC-Computação; validar o documento: submeta a minuta do currículo à validação interna da Secretaria e, em seguida, à validação externa, que pode incluir consulta pública e aprovação do Conselho de Educação; revisar e publicar: antes da publicação, o documento deve ser revisado, diagramado e disponibilizado em formatos acessíveis; planejar a infraestrutura: avalie os recursos tecnológicos disponíveis na escola e os que são necessários; formar os professores: a formação continuada é fundamental. Os educadores precisam adquirir conhecimento suficiente sobre computação para ensinar as habilidades de forma contextualizada. 5. O QUE COMPETE À SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO? – Revisar os currículos municipais, incluindo a Computação como componente transversal e progressivo;– organizar planos de formação inicial e continuada para professores e gestores;– garantir infraestrutura mínima (conectividade, equipamentos, laboratórios ou espaços digitais);– regulamentar o uso pedagógico de dispositivos digitais nas escolas, alinhado à Resolução CNE/ CEB nº  2/ 2025;– estabelecer parcerias com universidades, institutos e sociedade civil para apoio técnico-pedagógico. 6. O QUE CABE ÀS EQUIPES GESTORAS DAS ESCOLAS? – Atualizar o Projeto Político-Pedagógico (PPP) com as competências da BNCC Computação.– estimular projetos interdisciplinares que integrem Computação com Matemática, Ciências, Artes, Línguas e outras áreas;– apoiar professores no planejamento e uso de recursos digitais;– definir coletivamente regras de uso de celulares e dispositivos, com participação de famílias e estudantes;– garantir que a Computação e a Educação Digital e Midiática estejam ligadas a práticas de cidadania, ética e inclusão. 7. A FALTA DE INFRAESTRUTURA IMPEDE A IMPLEMENTAÇÃO? Embora a infraestrutura seja um fator determinante para o sucesso, a ausência de equipamentos como computadores e kits de robótica não deve ser um impedimento. As competências e habilidades podem ser desenvolvidas de forma “desplugada”, ou seja, sem o auxílio de artefatos computacionais. A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec) busca universalizar a internet de qualidade e a infraestrutura tecnológica nas escolas até 2026, com

MEC apresenta programa Na Ponta do Lápis para educadores

Programa de educação e letramento financeiro para estudantes do ensino fundamental e médio está com adesão de estados e municípios aberta até 21 de novembro. Entes podem receber apoio técnico da pasta     Nesta quinta-feira, 23 de outubro, a Undime, por meio do Conviva Educação, e em parceria com o Ministério da Educação (MEC) realizou a videoconferência “Na Ponta do Lápis: Educação Financeira, Fiscal, Previdenciária e Securitária nas Escolas”. A iniciativa, direcionada a gestores, diretores, coordenadores pedagógicos e professores das redes públicas de ensino, teve como objetivo principal apresentar o programa Na Ponta do Lápis. A ideia central do programa é promover o letramento financeiro para estudantes como parte do processo de construção de cidadania. A adesão pelos entes federados está aberta até 21 de novembro por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Participaram da transmissão: Daiane Lopes, coordenadora de Estratégia para a Educação Básica do Ministério da Educação; Ana Márcia de Oliveira, auditora da Divisão de Educação Financeira do Banco Central do Brasil; e Alexandre Bortolini, consultor em Educação Financeira do Ministério da Educação. A medicação foi da presidente da Undime Roraima e Dirigente Municipal de Educação de Pacaraima/RR, Alsione Sulbaran. Falando da importância do programa, a coordenadora de Estratégia da Educação Básica do MEC, Daiane Lopes, explicou que “várias questões que estão acontecendo na nossa sociedade alavancaram a necessidade de tratarmos mais desse assunto dentro das escolas: altos índices de endividamento; a questão das apostas e dos jogos on-line; a questão do uso responsável dos recursos advindos do programa Pé-de-Meia; e também uma articulação dentro do ecossistema da educação financeira para alunos da educação básica”. Daiane também citou iniciativas parceiras como o programa Aprender Valor (Banco Central), a Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira (Olitef) e a Semana Nacional de Educação Financeira (Semana Enef) como parte da conjugação de esforços no âmbito do Governo do Brasil para desenvolver a educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária na educação básica. Matriz – A Matriz de Competências em Letramento Financeiro é o principal instrumento de referência pedagógica do programa Na Ponta do Lápis. Estruturada em oito unidades temáticas — circulação social do dinheiro; planejamento; consumo; poupança e investimento; crédito e endividamento; renda e empreendedorismo; risco e proteção; e cenário financeiro e cidadania —, ela propõe um conjunto de competências que orientam o desenvolvimento do pensamento crítico, da autonomia e da responsabilidade financeira dos estudantes. Além de apoiar a prática docente, a matriz oferece subsídios para que redes de ensino planejem ações de formação de professores e promovam o compartilhamento de boas práticas entre escolas, estimulando o fortalecimento das políticas de educação financeira nos territórios. O documento orienta ainda o desenvolvimento de atividades pedagógicas contextualizadas, conectando o aprendizado à vida cotidiana dos estudantes. A videoconferência foi gravada e está disponível na galeria de vídeos do Conviva Educação. Confira aqui. Na Ponta do Lápis – Instituído pela Portaria nº 502/2025, o programa Na Ponta do Lápis busca apoiar estados, municípios e o Distrito Federal na inserção desses temas como componentes transversais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), no campo da macroárea Economia. O objetivo é proporcionar aos alunos uma formação que estimule o uso consciente do dinheiro, o planejamento financeiro e o entendimento sobre cidadania fiscal e previdenciária, contribuindo para o bem-estar individual e coletivo. O programa está organizado em cinco eixos estratégicos: governança interfederativa e articulação nos territórios; orientação curricular; formação de profissionais da educação; sistematização e disseminação de boas práticas; e monitoramento e avaliação. Com isso, busca-se consolidar uma política pública de longo prazo voltada ao desenvolvimento de competências econômicas e sociais, promovendo maior equidade e sustentabilidade financeira. Fonte: MEC com adaptações

Escolas têm até 31 de outubro para regularizar pendências do PDDE

FNDE alerta que regularização é condição essencial para garantir o repasse automático dos recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola em 2025   O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), alerta as escolas públicas de todo o país sobre o prazo final para a regularização de pendências junto ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e suas Ações Integradas. As unidades de ensino têm até o dia 31 de outubro para resolver eventuais irregularidades e, assim, assegurar o recebimento dos recursos programados para o exercício de 2025. Para orientar os gestores educacionais nesse processo, o FNDE disponibilizou um boletim informativo com instruções detalhadas sobre como identificar e corrigir as pendências mais comuns. O documento oferece um passo a passo para consulta da situação da escola ou rede de ensino no sistema PDDE Info, a partir do número de CNPJ ou do código INEP da unidade. Entre os principais motivos de irregularidade apontados estão: – CNPJ irregular na Receita Federal;– Ausência de Unidade Executora (UEx) vinculada à escola;– Inadimplência ou pendências na prestação de contas;– UEx sem dirigente ativo cadastrado;– UEx sem conta corrente ativa;– Informações bancárias inválidas ou agência inexistente. Para facilitar a navegação, o boletim reúne seis QR Codes que direcionam para páginas específicas com orientações sobre cada uma dessas situações. Também estão disponíveis links úteis, como o acesso ao webinário “PDDE e suas Ações Integradas: caminhos para regularização dos repasses em 2025”, além de guias, resoluções e acesso direto ao sistema PDDE Info. O FNDE reforça que a regularização até o prazo estabelecido é condição essencial para o recebimento dos recursos em 2025. “Garantir a regularidade da unidade de ensino no PDDE é fundamental para assegurar o repasse automático dos recursos, que são essenciais para a manutenção e melhoria do ambiente escolar”, destaca a coordenadora de Planejamento, Adesão e Execução do PDDE, Amanda Vargas Maia. Investimento para 2025 Para o exercício de 2025, o FNDE prevê um investimento total de mais de R$ 2 bilhões por meio do PDDE, distribuído da seguinte forma: – R$ 1,16 bilhão para o PDDE Básico;– R$ 378 milhões para o PDDE Equidade;– R$ 485 milhões para o PDDE Qualidade. Esses recursos são voltados a escolas públicas estaduais, municipais e distritais da educação básica, além de instituições de educação especial qualificadas como beneficentes ou de atendimento direto e gratuito ao público. O investimento contribui diretamente para o cumprimento de metas do Plano Nacional de Educação (PNE), especialmente as de número 19 (gestão democrática) e 20 (financiamento e investimento público em educação). Acesse aqui o boletim completo. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/escolas-tem-ate-31-de-outubro-para-regularizar-pendencias-do-pdde-1 

Undime participa da reunião da Comissão Intergovernamental de Financiamento para a Educação Básica de Qualidade

Encontro aconteceu na terça-feira, 21 de outubro   A Undime participou, nesta terça-feira (21), da reunião da Comissão Intergovernamental de Financiamento para a Educação Básica de Qualidade (CIF), na Capes, em Brasília. Essa foi a terceira reunião ordinária da Comissão realizada este ano.  Participaram presencialmente: Eduardo Ferreira da Silva, Dirigente Municipal de Educação (DME) de Canarana/MT, pela região Centro-Oeste; Luslarlene Fiamett, DME de Santa Luzia D’Oeste/RO, pela região Norte; e Petrúcio de Lima Ferreira, DME de Goianinha/RN, pela região Nordeste. A assessora de políticas públicas, Vivian Ka, acompanhou as discussões. Virtualmente participaram: o presidente nacional da Undime, Luiz Miguel Garcia, DME de Sud Mennucci/SP, e Marcia Baldini, DME Cascavel/PR, pela região Sul. A pauta da reunião contemplou debates sobre a Emenda Constitucional Nº 135/2024 e a apresentação de critérios de análise das normas sobre Computação na Educação Básica (BNCC Computação) para habilitação na condicionalidade V em 2026. Além disso, a equipe do MEC falou sobre o processo de avaliação do cumprimento das condicionalidades I, IV e V. Foram apresentadas também algumas contribuições para a discussão sobre as possibilidades de melhoria dos indicadores de equidade da complementação – VAAR. Sobre a CIF A Comissão Intergovernamental de Financiamento para a Educação Básica de Qualidade foi instituída pelo art. 12 da Lei nº 11.494/2007, e posteriormente mantida pelo art. 17 da Lei nº 14.113/2020, que regulamenta o Fundeb. A instância intergovernamental é responsável por regulamentar o que está previsto na lei do Fundo e é composta por cinco representantes, da Undime, um de cada uma das cinco regiões político-administrativas do Brasil; do Consed; do Ministério da Educação, do Inep e do FNDE.   Fonte/Fotos: Undime

Curso “Juventudes na EJA” está disponível na plataforma Avamec

Lançada na terça (21), capacitação on-line e gratuita é a terceira de uma série de 15 cursos autoinstrucionais oferecidos pelo MEC que compõem o Programa Nacional de Formação para a Docência na EJA (Foto: Divulgação/Projeto Observatório Jovem)   Iniciativa do Ministério da Educação (MEC) em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), o curso “Juventudes na EJA – Formação Continuada de Educadores da Educação Básica” foi lançado na terça-feira, 21 de outubro, em transmissão ao vivo pelo YouTube.  Com carga horária de 80 horas, a capacitação é on-line, gratuita e traz contribuições para a elaboração de estratégias político-didático-pedagógicas que consideram as diversidades, reconhecem os desafios da interação e valorizam as inúmeras possibilidades da convivência entre adultos, idosos e as juventudes.  A formação está disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem (Avamec) e é a terceira de uma série de 15 cursos autoinstrucionais oferecidos pelo MEC pelo Programa Nacional de Formação para a Docência na Educação de Jovens e Adultos (ProfEJA), como parte do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA.  De acordo com a diretora de Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos, Ana Lucia Sanches, o curso visa apoiar os profissionais da EJA das redes públicas de ensino na construção de currículos que possibilitem a elevação da escolaridade. “Há dois grandes públicos para a EJA: o trabalhador adulto ou idoso e também a juventude. É preciso compreender a juventude, suas expectativas, seus desejos; entender os jovens como sujeitos da educação ao longo da vida. A EJA está aqui para atender a todos e todas”, pontuou a diretora.  Para o vice-reitor da UFF, Fábio Passos, as instituições de ensino superior podem colaborar com a inclusão na educação básica. “Com o conhecimento que geramos na universidade, queremos incentivar e melhorar a formação dos jovens e adultos que tanto necessitam”, destacou. “O Brasil é um país de grandes contrastes, e isso deve ser levado em consideração na hora de fazer a educação de jovens e adultos. Um ponto importante também é a valorização dos conhecimentos tradicionais”, completou Passos.  Mediador do evento, o professor da Faculdade de Educação e do Observatório Jovem da UFF, Paulo Carrano, trouxe informações voltadas ao cotidiano escolar. “Muitos educadores sentem-se solitários e despreparados para lidar com os desafios de lecionar para jovens em salas da EJA, marcadas pela diversidade de idades e trajetórias. O curso oferece ferramentas para que os professores possam construir coletivamente projetos político-pedagógicos para uma ação inclusiva e intergeracional”, afirmou.  Vivências – Também participaram do lançamento a professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Nádia Falcão, que ministrou a aula inaugural do curso; e alguns estudantes, os quais discutiram sobre a rotina, as oportunidades e os desafios de quem precisa conciliar educação e mercado de trabalho.  “A EJA, para mim, é a oportunidade de voltar a sonhar com o futuro. Gratidão por ter uma EJA pertinho da minha casa”, compartilhou a aluna Nathália Rodrigues. Sua trajetória escolar, interrompida a primeira vez aos 15 anos depois de ter sido mãe, foi marcada por tentativas de retomada e abandonos pela incompatibilidade com o trabalho. Em 2025, com a EJA, pôde retornar à sala de aula, graças à flexibilidade do horário e à combinação de atividades presenciais com outras a distância, sob a orientação dos professores.    Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/curso-201cjuventudes-na-eja201d-esta-disponivel-na-plataforma-avamec 

Inep iniciou a aplicação do Saeb 2025

Avaliação ocorre em todo o país até 7 de novembro e envolve estudantes, professores, diretores e secretários municipais de Educação   O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) iniciou, no dia 20 de outubro, a aplicação do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2025. A avaliação será realizada até o dia 7 de novembro, conforme o cronograma de aplicação que tem previsão para ocorrer, em cada estado, dentro de um período de até duas semanas, seguindo o padrão das edições anteriores.   Em todo o Brasil, professores e equipes escolares estão mobilizados para garantir o bom andamento da avaliação. É o caso da professora Ana Cláudia de Sousa Ferrer, da Escola de Ensino Infantil e Fundamental Manuel Pontes de Medeiros, em Pacatuba (CE), que participa do Saeb há algumas edições. Para ela, o envolvimento docente é essencial para que os alunos se sintam preparados e confiantes. “Me sinto uma facilitadora da aprendizagem, criando estratégias para que as competências e habilidades avaliadas sejam consolidadas, além de promover um ambiente de aprendizagem motivador e significativo”, afirma. Na escola onde atua, o período de aplicação é marcado por uma preparação coletiva. A equipe realiza reuniões com pais e responsáveis e organiza atividades com foco no socioemocional, com o apoio da psicóloga da escola. “Também preparamos o clima escolar para o dia da avaliação e mobilizamos todos os funcionários”, conta a professora. Durante a aplicação, o trabalho nas escolas envolve diferentes papéis. O professor atua como um elo entre os estudantes e o processo avaliativo, incentivando, orientando e ajudando a criar um ambiente favorável à participação. Já o aplicador, profissional contratado pela instituição responsável pela aplicação, é quem conduz a prova e garante o sigilo e o cumprimento dos procedimentos. Elisabete Maria da Costa Ricci, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Joel Job Fachini, em Araras (SP), participa do Saeb há cinco anos como aplicadora. Desde então, tem atuado em todas as edições do exame às quais é convocada e considera a experiência enriquecedora e desafiadora. Segundo Elisabete, a rotina de um aplicador segue um cronograma rigoroso. Antes da aplicação, ela participa de treinamentos obrigatórios, confere e organiza os materiais e verifica a documentação da escola e dos alunos. Durante a aplicação, as provas são conduzidas com atenção constante aos estudantes, registrando qualquer ocorrência. “Manter postura profissional, garantir imparcialidade, controlar o tempo corretamente e estar atento a qualquer situação que possa comprometer a aplicação são passos essenciais”, destaca. Sobre o Saeb – O Saeb é um dos principais instrumentos de diagnóstico da educação básica brasileira. Desde 1990, o sistema coleta dados sobre o desempenho dos estudantes e o contexto das escolas, por meio de dois tipos de instrumentos: testes cognitivos e questionários. A professora Ana Cláudia ressalta que o Saeb é uma ferramenta importante para o planejamento pedagógico. “Os resultados são utilizados pela coordenação como uma ferramenta essencial de diagnóstico e planejamento. A partir da análise dos dados, conseguimos compreender o nível de desempenho dos estudantes e identificar fragilidades e potencialidades”, explica. Os testes cognitivos avaliam o aprendizado dos estudantes do ensino fundamental e médio, enquanto os questionários reúnem informações que ajudam a contextualizar os resultados das provas, considerando aspectos pedagógicos, socioeconômicos e de gestão escolar. Além dos alunos, também participam dessa etapa professores, diretores e secretários municipais de Educação, que respondem a questionários específicos. Os resultados do Saeb subsidiam o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e orientam políticas públicas voltadas à melhoria da qualidade do ensino no país. Saiba mais sobre o Saeb   Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/saeb/inep-iniciou-a-aplicacao-do-saeb-2025 

Undime participa da reunião da Comissão Intergovernamental de Financiamento para a Educação Básica de Qualidade

Encontro aconteceu na terça-feira, 21 de outubro   A Undime participou, nesta terça-feira (21), da reunião da Comissão Intergovernamental de Financiamento para a Educação Básica de Qualidade (CIF), na Capes, em Brasília. Essa foi a terceira reunião ordinária da Comissão realizada este ano.  Participaram presencialmente: Eduardo Ferreira da Silva, Dirigente Municipal de Educação (DME) de Canarana/MT, pela região Centro-Oeste; Luslarlene Fiamett, DME de Santa Luzia D’Oeste/RO, pela região Norte; e Petrúcio de Lima Ferreira, DME de Goianinha/RN, pela região Nordeste. A assessora de políticas públicas, Vivian Ka, acompanhou as discussões. Virtualmente participaram: o presidente nacional da Undime, Luiz Miguel Garcia, DME de Sud Mennucci/SP, e Marcia Baldini, DME Cascavel/PR, pela região Sul. A pauta da reunião contemplou debates sobre a Emenda Constitucional Nº 135/2024 e a apresentação de critérios de análise das normas sobre Computação na Educação Básica (BNCC Computação) para habilitação na condicionalidade V em 2026. Além disso, a equipe do MEC falou sobre o processo de avaliação do cumprimento das condicionalidades I, IV e V. Foram apresentadas também algumas contribuições para a discussão sobre as possibilidades de melhoria dos indicadores de equidade da complementação – VAAR. Sobre a CIF A Comissão Intergovernamental de Financiamento para a Educação Básica de Qualidade foi instituída pelo art. 12 da Lei nº 11.494/2007, e posteriormente mantida pelo art. 17 da Lei nº 14.113/2020, que regulamenta o Fundeb. A instância intergovernamental é responsável por regulamentar o que está previsto na lei do Fundo e é composta por cinco representantes, da Undime, um de cada uma das cinco regiões político-administrativas do Brasil; do Consed; do Ministério da Educação, do Inep e do FNDE.   Fonte/Fotos: Undime

Inep iniciou a aplicação do Saeb 2025

Avaliação ocorre em todo o país até 7 de novembro e envolve estudantes, professores, diretores e secretários municipais de Educação   O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) iniciou, no dia 20 de outubro, a aplicação do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2025. A avaliação será realizada até o dia 7 de novembro, conforme o cronograma de aplicação que tem previsão para ocorrer, em cada estado, dentro de um período de até duas semanas, seguindo o padrão das edições anteriores.   Em todo o Brasil, professores e equipes escolares estão mobilizados para garantir o bom andamento da avaliação. É o caso da professora Ana Cláudia de Sousa Ferrer, da Escola de Ensino Infantil e Fundamental Manuel Pontes de Medeiros, em Pacatuba (CE), que participa do Saeb há algumas edições. Para ela, o envolvimento docente é essencial para que os alunos se sintam preparados e confiantes. “Me sinto uma facilitadora da aprendizagem, criando estratégias para que as competências e habilidades avaliadas sejam consolidadas, além de promover um ambiente de aprendizagem motivador e significativo”, afirma. Na escola onde atua, o período de aplicação é marcado por uma preparação coletiva. A equipe realiza reuniões com pais e responsáveis e organiza atividades com foco no socioemocional, com o apoio da psicóloga da escola. “Também preparamos o clima escolar para o dia da avaliação e mobilizamos todos os funcionários”, conta a professora. Durante a aplicação, o trabalho nas escolas envolve diferentes papéis. O professor atua como um elo entre os estudantes e o processo avaliativo, incentivando, orientando e ajudando a criar um ambiente favorável à participação. Já o aplicador, profissional contratado pela instituição responsável pela aplicação, é quem conduz a prova e garante o sigilo e o cumprimento dos procedimentos. Elisabete Maria da Costa Ricci, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Joel Job Fachini, em Araras (SP), participa do Saeb há cinco anos como aplicadora. Desde então, tem atuado em todas as edições do exame às quais é convocada e considera a experiência enriquecedora e desafiadora. Segundo Elisabete, a rotina de um aplicador segue um cronograma rigoroso. Antes da aplicação, ela participa de treinamentos obrigatórios, confere e organiza os materiais e verifica a documentação da escola e dos alunos. Durante a aplicação, as provas são conduzidas com atenção constante aos estudantes, registrando qualquer ocorrência. “Manter postura profissional, garantir imparcialidade, controlar o tempo corretamente e estar atento a qualquer situação que possa comprometer a aplicação são passos essenciais”, destaca. Sobre o Saeb – O Saeb é um dos principais instrumentos de diagnóstico da educação básica brasileira. Desde 1990, o sistema coleta dados sobre o desempenho dos estudantes e o contexto das escolas, por meio de dois tipos de instrumentos: testes cognitivos e questionários. A professora Ana Cláudia ressalta que o Saeb é uma ferramenta importante para o planejamento pedagógico. “Os resultados são utilizados pela coordenação como uma ferramenta essencial de diagnóstico e planejamento. A partir da análise dos dados, conseguimos compreender o nível de desempenho dos estudantes e identificar fragilidades e potencialidades”, explica. Os testes cognitivos avaliam o aprendizado dos estudantes do ensino fundamental e médio, enquanto os questionários reúnem informações que ajudam a contextualizar os resultados das provas, considerando aspectos pedagógicos, socioeconômicos e de gestão escolar. Além dos alunos, também participam dessa etapa professores, diretores e secretários municipais de Educação, que respondem a questionários específicos. Os resultados do Saeb subsidiam o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e orientam políticas públicas voltadas à melhoria da qualidade do ensino no país. Saiba mais sobre o Saeb   Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/saeb/inep-iniciou-a-aplicacao-do-saeb-2025 

Curso “Juventudes na EJA” está disponível na plataforma Avamec

Lançada na terça (21), capacitação on-line e gratuita é a terceira de uma série de 15 cursos autoinstrucionais oferecidos pelo MEC que compõem o Programa Nacional de Formação para a Docência na EJA (Foto: Divulgação/Projeto Observatório Jovem)   Iniciativa do Ministério da Educação (MEC) em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), o curso “Juventudes na EJA – Formação Continuada de Educadores da Educação Básica” foi lançado na terça-feira, 21 de outubro, em transmissão ao vivo pelo YouTube.  Com carga horária de 80 horas, a capacitação é on-line, gratuita e traz contribuições para a elaboração de estratégias político-didático-pedagógicas que consideram as diversidades, reconhecem os desafios da interação e valorizam as inúmeras possibilidades da convivência entre adultos, idosos e as juventudes.  A formação está disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem (Avamec) e é a terceira de uma série de 15 cursos autoinstrucionais oferecidos pelo MEC pelo Programa Nacional de Formação para a Docência na Educação de Jovens e Adultos (ProfEJA), como parte do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA.  De acordo com a diretora de Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos, Ana Lucia Sanches, o curso visa apoiar os profissionais da EJA das redes públicas de ensino na construção de currículos que possibilitem a elevação da escolaridade. “Há dois grandes públicos para a EJA: o trabalhador adulto ou idoso e também a juventude. É preciso compreender a juventude, suas expectativas, seus desejos; entender os jovens como sujeitos da educação ao longo da vida. A EJA está aqui para atender a todos e todas”, pontuou a diretora.  Para o vice-reitor da UFF, Fábio Passos, as instituições de ensino superior podem colaborar com a inclusão na educação básica. “Com o conhecimento que geramos na universidade, queremos incentivar e melhorar a formação dos jovens e adultos que tanto necessitam”, destacou. “O Brasil é um país de grandes contrastes, e isso deve ser levado em consideração na hora de fazer a educação de jovens e adultos. Um ponto importante também é a valorização dos conhecimentos tradicionais”, completou Passos.  Mediador do evento, o professor da Faculdade de Educação e do Observatório Jovem da UFF, Paulo Carrano, trouxe informações voltadas ao cotidiano escolar. “Muitos educadores sentem-se solitários e despreparados para lidar com os desafios de lecionar para jovens em salas da EJA, marcadas pela diversidade de idades e trajetórias. O curso oferece ferramentas para que os professores possam construir coletivamente projetos político-pedagógicos para uma ação inclusiva e intergeracional”, afirmou.  Vivências – Também participaram do lançamento a professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Nádia Falcão, que ministrou a aula inaugural do curso; e alguns estudantes, os quais discutiram sobre a rotina, as oportunidades e os desafios de quem precisa conciliar educação e mercado de trabalho.  “A EJA, para mim, é a oportunidade de voltar a sonhar com o futuro. Gratidão por ter uma EJA pertinho da minha casa”, compartilhou a aluna Nathália Rodrigues. Sua trajetória escolar, interrompida a primeira vez aos 15 anos depois de ter sido mãe, foi marcada por tentativas de retomada e abandonos pela incompatibilidade com o trabalho. Em 2025, com a EJA, pôde retornar à sala de aula, graças à flexibilidade do horário e à combinação de atividades presenciais com outras a distância, sob a orientação dos professores.    Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/curso-201cjuventudes-na-eja201d-esta-disponivel-na-plataforma-avamec