Videoconferência traz orientações sobre a adesão à política de educação escolar indígena

Transmissão ao vivo, promovida pela Undime, apresentou detalhes da Política Nacional de Educação Escolar Indígena e orientou gestores sobre o processo de adesão, aberto até 7 de novembro     A Undime, por meio do Conviva Educação, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), promoveu videoconferência na quinta-feira, 30 de outubro, a videoconferência “Política Nacional de Educação Escolar Indígena – Dúvidas e orientações sobre a adesão”. No decorrer da transmissão o MEC apresentou de forma detalhada, a Política Nacional de Educação Escolar Indígena nos Territórios Etnoeducacionais (PNEEI-TEE), esclareceu dúvidas e orientou os entes federados sobre o processo de adesão, que segue aberto até o dia 7 de novembro no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Participaram da videoconferência: Rosilene Tuxá, diretora de Políticas de Educação Escolar Indígena; e Pierlangela Nascimento da Cunha, coordenadora-geral de Políticas Educacionais Indígena, ambas da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação. A mediação ficou sob responsabilidade do presidente da Undime Bahia e Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA, Anderson Passos. O vídeo com a íntegra da transmissão está disponível na galeria do Conviva e no canal da plataforma no YouTube. A PNEEI-TEE tem como finalidade promover a organização e a oferta de qualidade da educação escolar indígena multilíngue, específica, diferenciada e intercultural, com respeito às especificidades e organizações etnoterritoriais dos povos indígenas. A política busca concretizar, na prática, a organização da educação escolar indígena em territórios etnoeducacionais (TEEs), conforme orienta o Decreto nº 6.861/2009. Os objetivos específicos da PNEEI-TEE estão estruturados em sete eixos de atuação: implantar a governança da educação escolar indígena organizada em territórios etnoeducacionais; fomentar a formação inicial e continuada de professores indígenas; fomentar a produção, avaliação e distribuição de material didático e literário; fomentar a infraestrutura física, tecnológica e pedagógica das escolas indígenas; induzir o acesso e garantir a permanência de estudantes indígenas na educação básica e no ensino superior; reconhecer, valorizar e difundir saberes indígenas; e monitorar a oferta da educação escolar indígena. Na oportunidade, Rosilene Tuxá, ressaltou a importância do trabalho colaborativo para garantir a equidade da iniciativa: “Precisamos construir uma gestão compartilhada com os entes federados no programa, para que, de fato, possamos implementar territórios etnoeducacionais com virtudes de uma educação com equidade”. Pierlangela Cunha, completou: “O MEC está aproximando, por meio da implementação dessa política, a escuta aos municípios e aos entes federados. A adesão dos municípios será muito importante para que a gente possa entender os territórios e para que o diálogo aconteça de forma efetiva”. A adesão à PNEEI-TEE pode garantir benefícios às redes de ensino, como acesso a até R$ 45 mil para obras de saneamento básico via Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Água e Campo para escolas elegíveis. Há, ainda, a possibilidade de obter até R$ 3.700, por escola elegível, pelo PDDE Diversidades – Territórios Etnoeducacionais. A política também prevê ações de formação e profissionalização docente, bem como investimentos em infraestrutura física e tecnológica para as escolas indígenas, além do fomento à produção, à avaliação e à distribuição de material didático e literário. Estados e municípios que fazem parte da política também possuem diferencial no financiamento da educação básica: cada matrícula indígena vale até 28% a mais no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), sendo 17% nos anos iniciais e 28% nos anos finais do ensino fundamental. Guia de Adesão – Para apoiar os gestores no processo de adesão, o MEC disponibilizou um Guia de Orientação para Adesão da PNEEI-TEE, elaborado pela Secadi. O material explica, passo a passo, como realizar o cadastro e a assinatura do termo de adesão no Simec. O guia detalha o acesso ao programa, a geração e o envio do termo, garantindo que estados e municípios possam efetivar a adesão de forma simples e segura. Fonte: Undime com informações do MEC

Sistema Nacional de Educação é sancionado pelo presidente Lula

Nova Lei estrutura de maneira permanente a governança e articulação das políticas educacionais, respeitando a autonomia dos estados, do Distrito Federal e dos municípios O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta sexta-feira (31), o Projeto de Lei Complementar nº 235/2019, que cria o Sistema Nacional de Educação (SNE). A Undime participou da cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, em Brasília, representada pelo presidente Luiz Miguel Martins Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP. O SNE estabelece uma estrutura permanente de governança e articulação das políticas educacionais, sob coordenação do Ministério da Educação (MEC), respeitando a autonomia dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. O sistema tem como proposta criar um ambiente de colaboração efetiva entre os entes federativos, definindo papéis e responsabilidades para que as ações na área da educação sejam mais integradas e equilibradas. Durante a cerimônia, Luiz Miguel, destacou a importância histórica da criação do Sistema Nacional de Educação, especialmente para os municípios. Ele ressaltou que o SNE representa o fortalecimento do pacto federativo na educação, garantindo que estados e municípios possam desenvolver suas políticas educacionais com autonomia, planejamento e apoio técnico e financeiro, sem depender de iniciativas pontuais. Segundo ele, a ausência de um sistema estruturado dificultava a continuidade das ações e a superação das desigualdades entre as redes. “O SNE é um marco que assegura um caminho permanente de colaboração, respeito e corresponsabilidade entre os entes federados, essencial para que cada município possa garantir o direito à aprendizagem de suas crianças, jovens, adultos e idosos”, afirmou. Entre os principais objetivos do Sistema, destacam-se a integração de dados e informações entre os poderes executivos e a criação de instâncias de pactuação e negociação voltadas à redução das assimetrias nas decisões educacionais, na normatização e na formulação de políticas públicas. Outro aspecto central é o mapeamento e a redistribuição de recursos, com vistas a diminuir as desigualdades regionais e educacionais em todo o país. “Agora nós vamos ter um sistema único da educação, com prefeitos, governadores e governo federal. Quem ganha com isso é o povo brasileiro. E o fato de a gente poder fazer o acompanhamento do estudante desde a creche até a universidade é como se fosse uma identidade única para que a gente possa saber a evolução dessa criança na escola, quais são os problemas que ela enfrenta, para que o Estado brasileiro assuma o papel de solucionar. Sem educação, este país não dará o salto para se transformar em um país mais justo socialmente. Não há soberania sem educação”, ressaltou o presidente Lula. Luiz Miguel afirmou ainda que a sanção representa a concretização de um sonho histórico dos educadores brasileiros: a criação de um sistema que traduza, em políticas e ações, o compromisso de todos com o direito à educação. Fonte: UndimeFoto: Ricardo Stuckert / PR

BNI: inscrições para elaboradores de itens do Encceja são prorrogadas até 19 de novembro

Serão aceitos apenas os documentos inseridos no Sistema BNI durante o período de inscrição   As inscrições para seleção e credenciamento de colaboradores interessados em compor o Banco de Colaboradores do Banco Nacional de Itens (BC-BNI) do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) foram prorrogadas até 19 de novembro. A retificação foi publicada nesta quinta-feira, 30 de outubro, no Diário Oficial da União (DOU). Os candidatos devem ficar atentos, pois serão aceitos somente os documentos inseridos no Sistema BNI durante o período de inscrição. – Caso o(a) participante identifique que algum documento já consta no Sistema em razão de inscrições anteriores, deverá excluí-lo e inseri-lo novamente, garantindo o registro da atualização e a validade do documento. Os interessados devem preencher o Formulário para Entrega da Documentação (Anexo VIII do edital) e anexá-lo, no Sistema BNI, junto às demais comprovações de experiência e declarações. – As inscrições que não incluírem o formulário devidamente preenchido não serão aceitas. Requisitos – Entre os requisitos básicos para a inscrição, está a atuação docente como servidor(a) efetivo(a) concursado(a), ativo(a) ou inativo(a), do ensino público, básico ou superior, nas esferas municipal, estadual, distrital ou federal. Os candidatos também devem possuir diploma de ensino superior, conhecimentos de informática e não ter vínculo com o Ministério da Educação ou outras instituições do setor. Cronograma – Os selecionados na inscrição participarão da etapa de capacitação. Após a conclusão dessa etapa, com aproveitamento mínimo nas atividades, os professores passarão a integrar o banco de colaboradores do Inep, contribuindo para ampliar o número de profissionais qualificados e credenciados. O cronograma da seleção prevê ainda a análise documental dos candidatos, a divulgação preliminar dos classificados e o prazo para envio e análise de recursos. A divulgação final dos selecionados está programada para 11 de fevereiro de 2026. Confira a retificação do editalAcesse o Sistema BNI   Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/encceja/bni-inscricoes-para-elaboradores-de-itens-do-encceja-sao-prorrogadas-ate-19-11 

Publicada Resolução que amplia prazo para execução dos recursos financeiros do Ciclo 2023-2024 do Programa Escola em Tempo Integral

Normativa foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (31); entes terão mais 12 meses para utilizar os recursos   (Imagem: MEC)   Foi publicada no Diário Oficial da União, desta sexta-feira (31), a Resolução Nº 13, de 29 de outubro de 2025, alterando a Resolução CD/FNDE nº 18, de 27 de setembro de 2023, que estabelece os critérios e procedimentos operacionais de distribuição, de repasse, de execução e de prestação de contas do apoio financeiro do Programa Escola em Tempo Integral. A normativa dá nova redação ao artigo 11., que passa a valer da seguinte forma: “O EEx terá o período de trinta e seis meses para execução dos recursos financeiros a contar da data final da fase de pactuação, conforme cronograma estabelecido por portaria específica da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação.” (NR) A partir da publicação, o prazo para execução dos recursos financeiros do Ciclo 2023-2024 do Programa Escola em Tempo Integral, que se encerraria nesta sexta-feira (31), foi ampliado mais 12 meses. Com isso, os entes terão até 31 de outubro de 2026 para utilizar os recursos em conta referentes ao Ciclo I do Programa. A Undime já havia solicitado a dilação do prazo por meio de uma carta enviada ao ministro da Educação, Camilo Santana, agora em outubro. O texto, assinado pelo presidente da Undime, Luiz Miguel Martins Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/ SP, afirma que o pedido de ampliação do prazo foi uma demanda apresentada pelas 26 seccionais da Undime. O início de nova gestão nas prefeituras municipais, em janeiro deste ano, que impactou também na permanência dos titulares nas secretarias municipais de educação e, consequentemente, na implementação e execução dos programas; o prazo estabelecido para o cumprimento de exigências legais, como a lei de licitações; e falta de entendimento, por parte dos gestores, de todas as etapas do programa, principalmente de sua execução, foram as justificativas apresentadas na carta da Undime. Para além disso, o texto argumentava que além de prejudicar o desenvolvimento de ações locais, a não prorrogação do prazo significaria a devolução de recursos da educação diretamente à União. Guia Para apoiar estados e municípios quanto à execução financeira, o Ministério da Educação disponibiliza o Manual de Execução Financeira. Clique aqui e confira. Fonte: Undime 

BNI: inscrições para elaboradores de itens do Encceja são prorrogadas até 19 de novembro

Serão aceitos apenas os documentos inseridos no Sistema BNI durante o período de inscrição   As inscrições para seleção e credenciamento de colaboradores interessados em compor o Banco de Colaboradores do Banco Nacional de Itens (BC-BNI) do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) foram prorrogadas até 19 de novembro. A retificação foi publicada nesta quinta-feira, 30 de outubro, no Diário Oficial da União (DOU). Os candidatos devem ficar atentos, pois serão aceitos somente os documentos inseridos no Sistema BNI durante o período de inscrição. – Caso o(a) participante identifique que algum documento já consta no Sistema em razão de inscrições anteriores, deverá excluí-lo e inseri-lo novamente, garantindo o registro da atualização e a validade do documento. Os interessados devem preencher o Formulário para Entrega da Documentação (Anexo VIII do edital) e anexá-lo, no Sistema BNI, junto às demais comprovações de experiência e declarações. – As inscrições que não incluírem o formulário devidamente preenchido não serão aceitas. Requisitos – Entre os requisitos básicos para a inscrição, está a atuação docente como servidor(a) efetivo(a) concursado(a), ativo(a) ou inativo(a), do ensino público, básico ou superior, nas esferas municipal, estadual, distrital ou federal. Os candidatos também devem possuir diploma de ensino superior, conhecimentos de informática e não ter vínculo com o Ministério da Educação ou outras instituições do setor. Cronograma – Os selecionados na inscrição participarão da etapa de capacitação. Após a conclusão dessa etapa, com aproveitamento mínimo nas atividades, os professores passarão a integrar o banco de colaboradores do Inep, contribuindo para ampliar o número de profissionais qualificados e credenciados. O cronograma da seleção prevê ainda a análise documental dos candidatos, a divulgação preliminar dos classificados e o prazo para envio e análise de recursos. A divulgação final dos selecionados está programada para 11 de fevereiro de 2026. Confira a retificação do editalAcesse o Sistema BNI   Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/encceja/bni-inscricoes-para-elaboradores-de-itens-do-encceja-sao-prorrogadas-ate-19-11 

Undime participa da Jornada de Formação para Gestores da Educação Bilíngue de Surdos, promovida pelo MEC

Evento reuniu dirigentes e gestores educacionais, em Brasília, para fortalecer o diálogo sobre políticas públicas voltadas à inclusão e à diversidade   A Undime participou da Jornada de Formação para Gestores da Educação Bilíngue de Surdos, promovida pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), do Ministério da Educação (MEC). A iniciativa aconteceu nesta quarta (29) e quinta-feira (30), em Brasília, e foi voltada para gestores das Secretarias de Educação e diretores de escolas com turmas bilíngues ou escolas bilíngues de surdos, em consonância com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Na solenidade de abertura, a instituição foi representada pela presidente da seccional Goiás, Anderlúcia Castro, Dirigente Municipal de Educação de Anicuns/GO. Também esteve presente a vice-presidente da Undime Maranhão, Genilza Sipião, Dirigente Municipal de Educação de Imperatriz/MA. O evento teve como objetivo promover um espaço de diálogo formativo sobre a política de Educação Bilíngue de Surdos e a realidade vivenciada pelas redes de ensino, além de difundir as políticas públicas orientadas pelo MEC voltadas à inclusão e à diversidade. Durante a abertura da Jornada, a presidente da Undime Goiás, professora Anderlúcia Castro, destacou a importância de fortalecer o preparo das redes municipais para o atendimento aos estudantes surdos. Ela ressaltou que muitas vezes os municípios enfrentam dificuldades em oferecer a estrutura necessária, não por falta de vontade, mas por limitações de conhecimento, recursos e profissionais especializados. “Precisamos estar preparados antes que a criança chegue à escola. Não podemos esperar o momento da matrícula para buscar formação ou estrutura, pois isso pode significar a perda de um tempo precioso no desenvolvimento dessa criança”, afirmou. A dirigente também enfatizou a necessidade de ampliar os espaços de formação e diálogo sobre a Educação Bilíngue de Surdos, desde a Educação Infantil, reforçando o papel das políticas públicas na promoção da inclusão. “Que esta jornada seja o início de uma caminhada contínua, para que possamos não apenas falar sobre o tema, mas colocar em prática ações que garantam o direito à comunicação e à aprendizagem de todos”, concluiu. Também compuseram a mesa de abertura, Roberta Guedes, representante do Fórum Nacional de Educação (FNE); Hélio Daher, secretário de Educação do Mato Grosso do Sul, representando o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); e Marisa Lima, Coordenadora-Geral Bilíngue de Educação Básica e Educação Superior e Bianca Ribeiro Pontin, Coordenadora-Geral de Atendimento Especializado ambas do Ministério da Educação.   Fonte e fotos: Undime  

Cetic.br lança versão online de livro da TIC Educação 2024

Publicação gratuita reúne dados e análises sobre como escolas, educadores e estudantes se apropriam de tecnologias digitais no país       Em tempos de Inteligência Artificial, como os estudantes brasileiros buscam informações? E o que fazer para ampliar a oferta de educação digital nas escolas? Estas são algumas das questões aprofundadas pelo livro TIC Educação 2024, que reúne dados e análises sobre como escolas, educadores e estudantes têm incorporado tecnologias digitais em atividades de gestão e de ensino e aprendizagem no país. Lançada nesta terça-feira (28) pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), a versão online da publicação foi apresentada durante a 3ª Semana Brasileira de Educação Midiática, promovida pela Secretaria de Políticas Digitais da SECOM/PR em parceria com o Ministério da Educação e a UNESCO. Além dos dados mais recentes sobre acesso à Internet e a dispositivos digitais nas escolas de Ensino Fundamental e Médio de todas as regiões do Brasil, o livro também traz análises sobre tendências e desafios na adoção de novas tecnologias – incluindo a IA generativa –, indicadores aprofundados sobre educação midiática e para a cidadania digital, artigos exclusivos de especialistas e metodologia detalhada. Pela primeira vez, a pesquisa investigou quais fontes de informação os estudantes utilizam para realizar pesquisas escolares na Internet. Embora 74% recorram a sites de busca, 72% mencionaram canais e aplicativos de vídeo como fontes de informação. Entre alunos do Ensino Médio, 70% já recorrem a ferramentas de inteligência artificial generativa em suas pesquisas. No entanto, apenas 32% dizem ter recebido orientação nas escolas sobre como utilizar essas tecnologias. Entre as edições 2022 e 2024 da pesquisa, a proporção de alunos de Ensino Fundamental e Médio que afirmaram buscar os professores para se informar sobre o uso de tecnologias digitais passou de 44% para 56%. “Em uma sociedade mediada por tecnologias digitais baseadas em algoritmos, a educação digital e midiática tem o potencial de estimular os estudantes a pensarem criticamente sobre os impactos desses recursos na sociedade”, analisa Daniela Costa, coordenadora da pesquisa TIC Educação 2024. “Os dados da pesquisa TIC Educação 2024 evidenciam que a ampliação da oferta de educação digital e midiática nas escolas de Educação Básica passa por superar desafios de conectividade significativa, de disponibilidade de recursos educacionais e, especialmente, de apoio aos professores, por meio de programas de formação e de apoio institucional”, conclui a especialista. Acesse gratuitamente o livro TIC Educação 2024 no site: https://www.cetic.br/pt/publicacao/pesquisa-sobre-o-uso-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-nas-escolas-brasileiras-tic-educacao-2024/ Veja também o Resumo Executivo da TIC Educação 2024: https://www.cetic.br/pt/publicacao/resumo-executivo-pesquisa-sobre-o-uso-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-nas-escolas-brasileiras-tic-educacao-2024/    Fonte: Cetic.brFoto: Freepik

Undime lança edital de seleção de empresa prestadora de serviço para elaboração de guia sobre Busca Ativa Escolar em Territórios Indígenas e Quilombolas

Propostas devem ser enviadas até o dia 16 de novembro A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) torna público o Edital Nº 9/2025 cujo objetivo é a contratação de empresa prestadora de serviço para elaboração do guia sobre Busca Ativa Escolar em Territórios Indígenas e Quilombolas. O edital determina que seja elaborado um guia sobre Busca Ativa Escolar em Territórios Indígenas e Quilombolas, com 30 páginas, incluindo texto com indicação de locais para inserção de fotos, minutas de quadros, tabelas, infográficos e outros recursos de imagem; em páginas A4 ou dimensão aproximada. As etapas de produção deverão contemplar: planejamento editorial, produção de texto com base na ementa apresentada pela Undime e pelo UNICEF; sugestão/criação de gráficos, infográficos, fluxogramas e outros recursos de imagem; e revisões de texto. Para produzir o material será necessário o levantamento de dados, referências bibliográficas e legislativas, realização de sessões com grupos focais ou rodas de conversa para escuta ativa e validação e demais itens apresentados no edital e anexos. A proposta comercial deve ser apresentada em formato PDF com a devida identificação da empresa prestadora de serviço (razão social, CNPJ, Inscrição estadual e endereço). As empresas interessadas devem enviar ainda o currículo do especialista que será responsável pela produção do material, bem como a relação de referências contendo títulos e links para acesso aos materiais já produzidos pelo especialista. A proposta técnica e comercial deve ser enviada à Undime através dos e-mails renata.dias@undime.org.br e vilmar.klemann@undime.org.br até 16 de novembro de 2025. Acesse aqui o Edital 09/2025. Acesse aqui o Edital 09/2025 – Primeira Alteração. Sobre a Busca Ativa Escolar A Busca Ativa Escolar é uma estratégia composta por uma metodologia social e uma plataforma tecnológica gratuitas, lançada em junho de 2017, e que apoia municípios e estados no enfrentamento da exclusão escolar. Ela foi desenvolvida pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e com o apoio do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Fonte: Undime (Atualizado em 11/11/2025)

FNDE lança Manual de Análises Técnicas para obras e projetos escolares

Documento orienta estados, municípios e gestores sobre adaptações, fiscalização de projetos padrão do FNDE e traz matrizes de risco para obras financiadas     O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), publicou nesta terça-feira (28) o Manual de Análises Técnicas, documento que orienta estados, municípios, dirigentes de educação, profissionais de arquitetura e engenharia, além de analistas internos do fundo, sobre a elaboração, adaptação, fiscalização e monitoramento de projetos e obras de edificações escolares financiadas pela autarquia. O manual reúne procedimentos para análise de solicitações de alteração dos projetos-padrão, bem como critérios para identificação e tratamento de inconformidades e restrições nas obras. Segundo a publicação, a iniciativa busca melhorar a assistência técnica prestada aos entes federados, aumentar o controle das obras monitoradas, tornar a comunicação entre os atores mais clara e elevar a eficiência dos processos de execução, fiscalização e supervisão. O documento integra um conjunto de volumes elaborados pela Diretoria de Gestão, Articulação e Projetos Educacionais (DIGAP) com o objetivo de qualificar a atuação técnica da equipe interna do FNDE e das equipes técnicas dos entes federados no acompanhamento e prestação de contas das edificações públicas de ensino. O FNDE disponibiliza projetos padrão e realiza repasses financeiros conforme convênios e termos de compromisso, permanecendo responsável pelo monitoramento e pela correta aplicação dos recursos. O manual reconhece que os projetos padrão, por sua origem e evolução, podem apresentar incompatibilidades documentais, ausência de detalhamento em itens ou alterações de especificações técnicas, por exemplo, pela descontinuidade de produtos no mercado. Por isso, orienta procedimentos para adaptações técnicas que considerem características geográficas, climáticas e socioeconômicas locais, sem comprometer parâmetros essenciais como segurança, funcionalidade e habitabilidade. A publicação descreve objetivos gerais e específicos: além de melhorar a assistência técnica e a comunicação, o manual baliza a solicitação e a análise de alterações em obras em execução financiadas pelo FNDE; orienta a elaboração de documentação compatível com o que é efetivamente executado; e define como devem ser conduzidas as análises de inconformidades e restrições. Estrutura e ferramentas – O conteúdo está organizado em títulos que incluem “Conceito e Aplicação da Matriz de Risco”, “Elaboração da Matriz de Risco”, “Matriz de Risco Proinfância e Escolas” e “Matriz de Risco Quadras Cobertas”. As matrizes de risco funcionam como ferramenta visual de gestão, relacionando probabilidade e impacto de riscos sobre o projeto e indicando grau de severidade e prioridade de intervenção por meio de tabelas e orientações metodológicas Com a adoção do manual, o FNDE espera padronizar critérios técnicos, reduzir incertezas na execução de obras e acelerar a tomada de decisões locais, mantendo a conformidade com os objetos pactuados nos instrumentos de financiamento e promovendo maior eficiência no uso dos recursos públicos. Acesse o Manual de Análises Técnicas.   Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-lanca-manual-de-analises-tecnicas-para-obras-e-projetos-escolares 

Cetic.br lança versão online de livro da TIC Educação 2024

Publicação gratuita reúne dados e análises sobre como escolas, educadores e estudantes se apropriam de tecnologias digitais no país       Em tempos de Inteligência Artificial, como os estudantes brasileiros buscam informações? E o que fazer para ampliar a oferta de educação digital nas escolas? Estas são algumas das questões aprofundadas pelo livro TIC Educação 2024, que reúne dados e análises sobre como escolas, educadores e estudantes têm incorporado tecnologias digitais em atividades de gestão e de ensino e aprendizagem no país. Lançada nesta terça-feira (28) pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), a versão online da publicação foi apresentada durante a 3ª Semana Brasileira de Educação Midiática, promovida pela Secretaria de Políticas Digitais da SECOM/PR em parceria com o Ministério da Educação e a UNESCO. Além dos dados mais recentes sobre acesso à Internet e a dispositivos digitais nas escolas de Ensino Fundamental e Médio de todas as regiões do Brasil, o livro também traz análises sobre tendências e desafios na adoção de novas tecnologias – incluindo a IA generativa –, indicadores aprofundados sobre educação midiática e para a cidadania digital, artigos exclusivos de especialistas e metodologia detalhada. Pela primeira vez, a pesquisa investigou quais fontes de informação os estudantes utilizam para realizar pesquisas escolares na Internet. Embora 74% recorram a sites de busca, 72% mencionaram canais e aplicativos de vídeo como fontes de informação. Entre alunos do Ensino Médio, 70% já recorrem a ferramentas de inteligência artificial generativa em suas pesquisas. No entanto, apenas 32% dizem ter recebido orientação nas escolas sobre como utilizar essas tecnologias. Entre as edições 2022 e 2024 da pesquisa, a proporção de alunos de Ensino Fundamental e Médio que afirmaram buscar os professores para se informar sobre o uso de tecnologias digitais passou de 44% para 56%. “Em uma sociedade mediada por tecnologias digitais baseadas em algoritmos, a educação digital e midiática tem o potencial de estimular os estudantes a pensarem criticamente sobre os impactos desses recursos na sociedade”, analisa Daniela Costa, coordenadora da pesquisa TIC Educação 2024. “Os dados da pesquisa TIC Educação 2024 evidenciam que a ampliação da oferta de educação digital e midiática nas escolas de Educação Básica passa por superar desafios de conectividade significativa, de disponibilidade de recursos educacionais e, especialmente, de apoio aos professores, por meio de programas de formação e de apoio institucional”, conclui a especialista. Acesse gratuitamente o livro TIC Educação 2024 no site: https://www.cetic.br/pt/publicacao/pesquisa-sobre-o-uso-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-nas-escolas-brasileiras-tic-educacao-2024/ Veja também o Resumo Executivo da TIC Educação 2024: https://www.cetic.br/pt/publicacao/resumo-executivo-pesquisa-sobre-o-uso-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-nas-escolas-brasileiras-tic-educacao-2024/    Fonte: Cetic.brFoto: Freepik