MEC busca professores para banco de avaliadores do PNLD

Banco de Avaliadores do programa é escolhido por uma comissão técnica, que leva em conta a formação acadêmica, o Currículo Lattes, o perfil para a atuação no trabalho e a diversidade nacional   (Foto: Isabelle Araújo/MEC)   Para garantir a qualidade dos livros e dos materiais escolares fornecidos às escolas públicas de todo o país, o Ministério da Educação (MEC) abriu o cadastro para o Banco de Avaliadores do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD). Para participar, é preciso ter curso superior de licenciatura plena ou magistério reconhecido pelo MEC. Outro requisito é realizar o curso PNLD Básico: trajetória essencial do processo de avaliação pedagógica na plataforma PNLD Formação. A inscrição é gratuita e pode ser realizada durante todo o ano na Plataforma de Avaliação Pedagógica. Basta se cadastrar uma única vez no banco de dados para estar apto a participar das avaliações dos livros, realizadas por meio de editais e de forma cíclica. Os avaliadores não são selecionados pelo MEC, mas por uma comissão técnica instituída para supervisionar a avaliação pedagógica. Essa comissão tem autonomia de escolha a partir das pessoas cadastradas no banco de dados. A seleção considera a formação acadêmica, o perfil para a atuação no trabalho que será desenvolvido, a análise do Currículo Lattes e a diversidade nacional. Nem todos os profissionais cadastrados serão selecionados. No entanto, à medida que houver necessidade, novas pessoas serão incluídas no processo. Além disso, não há divulgação dos escolhidos por se tratar de um processo sigiloso. O profissional selecionado receberá um e-mail com o convite para a atuação. Antes de as obras chegarem às escolas, elas passam por uma rigorosa avaliação pedagógica e somente as obras aprovadas são disponibilizadas no Guia do PNLD Digital para a escolha das escolas. O PNLD atende às etapas de educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, nas modalidades de educação de jovens e adultos (EJA), educação escolar indígena, educação do campo, da educação quilombola e educação especial, com disponibilização de obras didáticas, literárias e de apoio à prática educativa. PNLD – O Programa Nacional do Livro e do Material Didático é a política pública educacional brasileira mais antiga, criada em 1937, e tem a finalidade de avaliar e disponibilizar obras didáticas, pedagógicas e literárias, entre outros materiais de apoio à prática educativa, de forma sistemática, regular e gratuita, para escolas públicas, contribuindo significativamente para a formação educacional dos brasileiros. Com a edição do Decreto nº 12.021, de maio de 2024, o programa foi expandido também para abastecer bibliotecas públicas e comunitárias de todo o país. O MEC, em cooperação com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), publica editais referentes aos processos de aquisição de materiais didáticos para o atendimento das etapas da educação básica, de forma alternada.   Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/mec-busca-professores-para-banco-de-avaliadores-do-pnld 

Novo Pronacampo: prazo para adesão é prorrogado até 30 de novembro

Segundo dados do MEC, Nordeste tem 91,7% de adesão entre os municípios com escolas do campo. Objetivo da política é ampliar, qualificar e garantir a oferta, o acesso e a permanência de estudantes na modalidade (Fotos: Geyson Magno/MEC)   Os estados e municípios que desejam integrar a Política Nacional de Educação do Campo, das Águas e das Florestas (Novo Pronacampo) poderão aderir ao programa até o dia 30 de novembro. A iniciativa tem como propósito fortalecer e expandir a oferta educacional destinada às populações do campo, das águas e das florestas, promovendo melhorias na qualidade do ensino e garantindo o direito à permanência dos estudantes.  A adesão voluntária deve ser realizada por secretarias estaduais e municipais de educação por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Para orientar os gestores nesse processo, o Ministério da Educação (MEC) elaborou um Guia de Navegação.     O MEC também realizou, em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), um encontro on-line para incentivar estados e municípios a realizarem a adesão, além de tirar dúvidas e esclarecer os benefícios do Novo Pronacampo.  Adesão – Desde o lançamento do Novo Pronacampo, a adesão vem crescendo em todas as regiões do Brasil. De acordo com dados atualizados do MEC, até esta segunda-feira, 3 de novembro, o Nordeste tem o maior número de entes participantes, com 91,7% de adesão entre os municípios com escolas do campo. Em seguida, aparecem as regiões Norte (77,8%), Sudeste (52,6%), Sul (52%) e Centro-Oeste (44,9%).  O destaque geral fica para o Acre, que já atingiu 100% de adesão, todos os 22 municípios com escolas do campo aderiram ao programa. A Paraíba também apresenta resultado expressivo: dos 212 municípios com escolas do campo, 211 já aderiram, alcançando 99,5% de participação.  No Sudeste e no Sul, os índices de adesão ainda estão baixos: São Paulo registra 37%, com 111 dos 300 municípios aptos; e Santa Catarina tem 37% de adesão, relativa a 94 entre 254 municípios com escolas do campo. O Distrito Federal, que possui apenas uma escola do campo, ainda não formalizou adesão ao programa.  Novo Pronacampo – Instituída pela Portaria nº 538, de 24 de julho de 2025, a Política Nacional de Educação do Campo, das Águas e das Florestas (Novo Pronacampo) busca a ampliação do acesso e a qualificação da oferta da educação básica e da educação superior; a melhoria da infraestrutura das escolas; a formação inicial e continuada de professores; e a disponibilização de material específico aos estudantes em todas as etapas e as modalidades de ensino.     Entre as metas da política, estão: a estruturação de um sistema de avaliação e monitoramento da educação dos povos do campo, das águas e das florestas; o estímulo à construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de educação dos povos pelos entes federados e no sistema de governança popular; e a consolidação da modalidade de educação do campo, das águas e das florestas, com a implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar do Campo, conforme a Resolução CNE/CEB nº 1, de 3 de abril de 2002.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/novo-pronacampo-prazo-para-adesao-e-prorrogado-ate-30-11 

Undime MG realiza Seminário Estadual sobre Educação Inclusiva e Educação Infantil

A União dos Dirigentes Municipais de Educação de Minas Gerais (Undime MG) promove, nos dias 5 e 6 de novembro de 2025, no Espaço The One Eventos, em Belo Horizonte, o Seminário Estadual de Educação Inclusiva e Educação Infantil, com os lemas: “Incluir com QUALIDADE e RESPEITO, nosso compromisso” e “EDUCAÇÃO INFANTIL, investimento futuro no momento presente.” O encontro reunirá dirigentes municipais de educação com convite aos 853 municípios do estado, gestores, técnicos, especialistas e autoridades para dois dias de debates sobre os desafios e caminhos para o fortalecimento das políticas públicas nessas áreas. O primeiro dia do encontro foi estruturado a partir das principais demandas e gargalos reportados pelos municípios mineiros. A escolha dos temas reflete o cenário atual da educação básica, marcado pelo crescimento expressivo dos laudos de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e de Transtorno do Espectro Autista (TEA), bem como pela publicação das novas Diretrizes Nacionais para o Atendimento Educacional de Estudantes com Autismo, que impõem novos desafios para as redes públicas. A educação inclusiva é, hoje, um dos temas mais sensíveis e urgentes nas redes de educação. A Undime MG tem recebido constantes relatos de dificuldades enfrentadas pelos municípios em garantir a inclusão efetiva, desde a estrutura física e pedagógica adequada até a formação de professores e o acompanhamento multiprofissional dos estudantes. Nesse contexto, o Seminário pretende contribuir com reflexões e práticas que orientem as políticas municipais na busca de uma educação verdadeiramente inclusiva. Já no eixo da educação infantil, pauta proposta para o segundo dia, as demandas por vagas em creches e a alfabetização na idade certa aparecem como prioridades recorrentes dos gestores. A Undime MG destaca que o atendimento a essas metas exige cuidados intensos com o currículo da educação infantil, a realização de avaliações que monitorem a evolução das aprendizagens, autismo e escolarização e a atenção constante aos impactos das legislações e políticas públicas da área, sobretudo na transição entre a educação infantil e o ensino fundamental. Entre os destaques da programação, o encontro contará com a presença do educador e pesquisador espanhol Eladio Sebastián-Heredero, que abordará os entraves e desafios da educação inclusiva. A participação internacional reforça o compromisso da seccional mineira da Undime em trazer referências globais para subsidiar a construção de políticas educacionais sólidas e inovadoras no estado. Com palestras de especialistas de instituições como o INEP, a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG), o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o Instituto Reúna, o CAED/UFJF e a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, o Seminário promete promover um espaço de formação, escuta e diálogo interinstitucional sobre os rumos da educação infantil e inclusiva em Minas Gerais. Regime de colaboração O encontro também reforça o regime de colaboração estabelecido entre a Undime MG e a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) nas tratativas desses e de outros temas fundamentais da educação pública. Em conjunto com diversos parceiros institucionais, essa parceria tem fortalecido ações e estratégias voltadas à melhoria da qualidade da educação no estado. As políticas de alfabetização em Minas Gerais vivem um momento decisivo, marcado pela adesão dos 853 municípios ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, coordenado em parceria entre a SEE/MG e a Undime MG. Durante o Seminário, o secretário de Estado de Educação e ex-ministro da Educação, Rossieli Soares, fará uma fala especial sobre as políticas em curso, as ações conjuntas em desenvolvimento e o planejamento das próximas etapas. Serviço Evento: Seminário Estadual de Educação Inclusiva e Educação Infantil Realização: Undime Minas Gerais Data: 5 e 6 de novembro de 2025 Local: Espaço The One Eventos – Av. Raja Gabáglia, 1143 – Bairro Luxemburgo – Belo Horizonte/MG Público: 600 pessoas Inscrições: Encerradas Coletiva de imprensa: No dia 5 de novembro, às 10h30, será realizada uma coletiva de imprensa com o secretário de Estado de Educação de Minas Gerais, Rossieli Soares, e o presidente da Undime MG, presidente da Undime Sudeste e dirigente municipal de educação de Mirabela, Jônatas Gonçalves Rêgo. Na ocasião, serão apresentados anúncios e atualizações sobre as políticas públicas da educação mineira e as ações conjuntas desenvolvidas no âmbito do regime de colaboração entre o estado e os municípios, com destaque para o calendário de 2026. Confira a programação completa AQUI. Fonte: Undime MG

FNDE realiza pesquisa sobre oferta de pescado na alimentação escolar

Levantamento on-line pretende reunir dados e evidências para fortalecer consumo de pescado e alimentação saudável em escolas públicas   Fonte: FNDE   O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) realizam pesquisa com nutricionistas sobre a oferta e o consumo de pescado na alimentação escolar para inclusão no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O prazo para resposta é 15 de novembro. A pesquisa está disponível aqui.  A consulta pretende identificar os principais entraves, mapear as formas de preparo e a oferta de pescado na alimentação escolar. O levantamento subsidiará o FNDE e o MEC a buscar alternativas para fortalecer o consumo de pescado nas escolas públicas, promovendo inclusão produtiva e alimentação saudável. A iniciativa faz parte de cooperação técnica entre o FNDE, o MEC e o MPA para ampliar a oferta de pescado oriundo da pesca artesanal e da aquicultura familiar nas escolas públicas brasileiras.   Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-realiza-pesquisa-sobre-oferta-de-pescado-na-alimentacao-escolar 

FNDE divulga lista de concluintes da 7ª Jornada de EAN e lança livro com relatos inspiradores da 6ª edição

Iniciativas destacam o reconhecimento às boas práticas e o incentivo à educação alimentar e nutricional nas redes públicas de ensino       Fonte: FNDE     O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) avança nas ações da Jornada de Educação Alimentar e Nutricional (EAN) com duas importantes iniciativas que reforçam o compromisso do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) com a promoção da alimentação saudável e o reconhecimento de boas práticas nas redes de ensino. A autarquia disponibilizou, na sexta-feira (31), a lista preliminar de escolas concluintes da 7ª edição e lançou o livro Melhores Relatos da Jornada de EAN – 6ª edição, que reúne experiências inspiradoras desenvolvidas por escolas participantes de todo o país. O lançamento do livro ocorreu durante o Seminário Regional da Região Sul, realizado em Foz do Iguaçu (PR), no âmbito do projeto Alimentação Escolar Nota 10. O evento contou com a premiação das 20 escolas que tiveram seus relatos selecionados e, em seguida, com o lançamento oficial da publicação, que apresenta práticas inovadoras e transformadoras no campo da alimentação escolar. O livro está disponível para acesso neste link. Paralelamente, o FNDE divulgou a lista preliminar de escolas que concluíram as quatro etapas da 7ª Jornada de EAN, iniciativa que estimula boas práticas de alimentação saudável no ambiente escolar e reconhece o empenho das comunidades educacionais em todo o país. O documento pode ser acessado aqui. De acordo com o edital da Jornada, a lista definitiva com as 20 escolas selecionadas para integrar o livro Melhores Relatos da 7ª Jornada de EAN será publicada em janeiro de 2026. Ao todo, cerca de 2.800 escolas se inscreveram nesta edição, com o envio de quase 3.500 relatos de atividades. Destas, 817 escolas concluíram todas as etapas, que envolvem o protagonismo de estudantes, merendeiras(os), agricultores(as) familiares e profissionais da educação na promoção da alimentação adequada e saudável. Para esta edição, oito bolsistas – estudantes de mestrado e doutorado vinculados ao projeto Alimentação Escolar Nota 10 – foram contratados para compor a comissão avaliadora, responsável pela análise dos relatos conforme critérios de originalidade, relevância, metodologias participativas e aderência às diretrizes do PNAE. Os 20 melhores relatos selecionados integrarão a publicação da 7ª edição e receberão premiação de R$ 10 mil cada, como forma de incentivo e reconhecimento às ações de Educação Alimentar e Nutricional desenvolvidas nas escolas públicas. O projeto Alimentação Escolar Nota 10: Formação e Valorização de Merendeiras e Nutricionistas é uma parceria entre o FNDE, a Itaipu Binacional, o Instituto Federal do Sul de Minas (IFSULDEMINAS) e a Fundação Fadema. Mais informações sobre as edições anteriores da Jornada estão disponíveis neste link.   Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-divulga-lista-de-concluintes-da-7a-jornada-de-ean-e-lanca-livro-com-relatos-inspiradores-da-6a-edicao 

Undime e Fundação Lemann realizam pesquisa sobre a implementação das escolas com matrículas em tempo integral nos anos finais do Ensino Fundamental

Respostas podem ser enviadas até o dia 30 de novembro; questionário pode ser solicitado diretamente a cada seccional   As redes municipais de ensino têm ampliado a oferta de escolas com matrículas de Educação Integral em tempo integral nos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano), uma etapa decisiva para o desenvolvimento dos adolescentes, buscando a garantia da aprendizagem e o fortalecimento do vínculo escolar. Nesse contexto, ressalta-se a importância da Lei 14.640/23 que institui o Programa Escola em Tempo Integral, assim como do conceito de Educação Integral estabelecido pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), cujo propósito é a formação e o desenvolvimento global dos estudantes, compreendendo a complexidade desse desenvolvimento, incluindo tanto a dimensão intelectual (cognitiva) quanto as dimensões científica, cultural, tecnológica e esportiva. Para compreender melhor esse cenário, a Fundação Lemann e a Undime estão realizando uma pesquisa com dirigentes municipais de educação, visando colaborar na incidência de políticas públicas e que busca: – Mapear os principais desafios e as estratégias na implementação da educação em tempo integral;– Identificar boas práticas e arranjos locais;– Levantar percepções de gestores sobre fatores que facilitam ou dificultam o processo;– Produzir recomendações práticas que orientem o aprimoramento dessa política. O tempo estimado para preenchimento do questionário é de aproximadamente 20 minutos e não exige o levantamento de informações adicionais; é necessário apenas manter a página aberta até a finalização do preenchimento. As respostas podem ser enviadas até o dia 30 de novembro. As informações coletadas terão uso exclusivo para fins de pesquisa e os resultados serão apresentados de maneira agrupada, sem identificação individual dos respondentes. Como participar Como o estudo é voltado exclusivamente para as Secretarias Municipais de Educação, o questionário pode ser solicitado diretamente à seccional da Undime em cada estado. Caso não tenha o contato, clique no link: http://undime.org.br/seccionais/. Fonte: Undime

Videoconferência traz orientações sobre a adesão à política de educação escolar indígena

Transmissão ao vivo, promovida pela Undime, apresentou detalhes da Política Nacional de Educação Escolar Indígena e orientou gestores sobre o processo de adesão, aberto até 7 de novembro     A Undime, por meio do Conviva Educação, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), promoveu videoconferência na quinta-feira, 30 de outubro, a videoconferência “Política Nacional de Educação Escolar Indígena – Dúvidas e orientações sobre a adesão”. No decorrer da transmissão o MEC apresentou de forma detalhada, a Política Nacional de Educação Escolar Indígena nos Territórios Etnoeducacionais (PNEEI-TEE), esclareceu dúvidas e orientou os entes federados sobre o processo de adesão, que segue aberto até o dia 7 de novembro no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Participaram da videoconferência: Rosilene Tuxá, diretora de Políticas de Educação Escolar Indígena; e Pierlangela Nascimento da Cunha, coordenadora-geral de Políticas Educacionais Indígena, ambas da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação. A mediação ficou sob responsabilidade do presidente da Undime Bahia e Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA, Anderson Passos. O vídeo com a íntegra da transmissão está disponível na galeria do Conviva e no canal da plataforma no YouTube. A PNEEI-TEE tem como finalidade promover a organização e a oferta de qualidade da educação escolar indígena multilíngue, específica, diferenciada e intercultural, com respeito às especificidades e organizações etnoterritoriais dos povos indígenas. A política busca concretizar, na prática, a organização da educação escolar indígena em territórios etnoeducacionais (TEEs), conforme orienta o Decreto nº 6.861/2009. Os objetivos específicos da PNEEI-TEE estão estruturados em sete eixos de atuação: implantar a governança da educação escolar indígena organizada em territórios etnoeducacionais; fomentar a formação inicial e continuada de professores indígenas; fomentar a produção, avaliação e distribuição de material didático e literário; fomentar a infraestrutura física, tecnológica e pedagógica das escolas indígenas; induzir o acesso e garantir a permanência de estudantes indígenas na educação básica e no ensino superior; reconhecer, valorizar e difundir saberes indígenas; e monitorar a oferta da educação escolar indígena. Na oportunidade, Rosilene Tuxá, ressaltou a importância do trabalho colaborativo para garantir a equidade da iniciativa: “Precisamos construir uma gestão compartilhada com os entes federados no programa, para que, de fato, possamos implementar territórios etnoeducacionais com virtudes de uma educação com equidade”. Pierlangela Cunha, completou: “O MEC está aproximando, por meio da implementação dessa política, a escuta aos municípios e aos entes federados. A adesão dos municípios será muito importante para que a gente possa entender os territórios e para que o diálogo aconteça de forma efetiva”. A adesão à PNEEI-TEE pode garantir benefícios às redes de ensino, como acesso a até R$ 45 mil para obras de saneamento básico via Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Água e Campo para escolas elegíveis. Há, ainda, a possibilidade de obter até R$ 3.700, por escola elegível, pelo PDDE Diversidades – Territórios Etnoeducacionais. A política também prevê ações de formação e profissionalização docente, bem como investimentos em infraestrutura física e tecnológica para as escolas indígenas, além do fomento à produção, à avaliação e à distribuição de material didático e literário. Estados e municípios que fazem parte da política também possuem diferencial no financiamento da educação básica: cada matrícula indígena vale até 28% a mais no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), sendo 17% nos anos iniciais e 28% nos anos finais do ensino fundamental. Guia de Adesão – Para apoiar os gestores no processo de adesão, o MEC disponibilizou um Guia de Orientação para Adesão da PNEEI-TEE, elaborado pela Secadi. O material explica, passo a passo, como realizar o cadastro e a assinatura do termo de adesão no Simec. O guia detalha o acesso ao programa, a geração e o envio do termo, garantindo que estados e municípios possam efetivar a adesão de forma simples e segura. Fonte: Undime com informações do MEC

Undime e Fundação Lemann realizam pesquisa sobre a implementação das escolas com matrículas em tempo integral nos anos finais do Ensino Fundamental

Respostas podem ser enviadas até o dia 30 de novembro; questionário pode ser solicitado diretamente a cada seccional   As redes municipais de ensino têm ampliado a oferta de escolas com matrículas de Educação Integral em tempo integral nos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano), uma etapa decisiva para o desenvolvimento dos adolescentes, buscando a garantia da aprendizagem e o fortalecimento do vínculo escolar. Nesse contexto, ressalta-se a importância da Lei 14.640/23 que institui o Programa Escola em Tempo Integral, assim como do conceito de Educação Integral estabelecido pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), cujo propósito é a formação e o desenvolvimento global dos estudantes, compreendendo a complexidade desse desenvolvimento, incluindo tanto a dimensão intelectual (cognitiva) quanto as dimensões científica, cultural, tecnológica e esportiva. Para compreender melhor esse cenário, a Fundação Lemann e a Undime estão realizando uma pesquisa com dirigentes municipais de educação, visando colaborar na incidência de políticas públicas e que busca: – Mapear os principais desafios e as estratégias na implementação da educação em tempo integral;– Identificar boas práticas e arranjos locais;– Levantar percepções de gestores sobre fatores que facilitam ou dificultam o processo;– Produzir recomendações práticas que orientem o aprimoramento dessa política. O tempo estimado para preenchimento do questionário é de aproximadamente 20 minutos e não exige o levantamento de informações adicionais; é necessário apenas manter a página aberta até a finalização do preenchimento. As respostas podem ser enviadas até o dia 30 de novembro. As informações coletadas terão uso exclusivo para fins de pesquisa e os resultados serão apresentados de maneira agrupada, sem identificação individual dos respondentes. Como participar Como o estudo é voltado exclusivamente para as Secretarias Municipais de Educação, o questionário pode ser solicitado diretamente à seccional da Undime em cada estado. Caso não tenha o contato, clique no link: http://undime.org.br/seccionais/. Fonte: Undime

FNDE realiza pesquisa sobre oferta de pescado na alimentação escolar

Levantamento on-line pretende reunir dados e evidências para fortalecer consumo de pescado e alimentação saudável em escolas públicas   Fonte: FNDE   O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) realizam pesquisa com nutricionistas sobre a oferta e o consumo de pescado na alimentação escolar para inclusão no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O prazo para resposta é 15 de novembro. A pesquisa está disponível aqui.  A consulta pretende identificar os principais entraves, mapear as formas de preparo e a oferta de pescado na alimentação escolar. O levantamento subsidiará o FNDE e o MEC a buscar alternativas para fortalecer o consumo de pescado nas escolas públicas, promovendo inclusão produtiva e alimentação saudável. A iniciativa faz parte de cooperação técnica entre o FNDE, o MEC e o MPA para ampliar a oferta de pescado oriundo da pesca artesanal e da aquicultura familiar nas escolas públicas brasileiras.   Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-realiza-pesquisa-sobre-oferta-de-pescado-na-alimentacao-escolar 

FNDE divulga lista de concluintes da 7ª Jornada de EAN e lança livro com relatos inspiradores da 6ª edição

Iniciativas destacam o reconhecimento às boas práticas e o incentivo à educação alimentar e nutricional nas redes públicas de ensino       Fonte: FNDE     O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) avança nas ações da Jornada de Educação Alimentar e Nutricional (EAN) com duas importantes iniciativas que reforçam o compromisso do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) com a promoção da alimentação saudável e o reconhecimento de boas práticas nas redes de ensino. A autarquia disponibilizou, na sexta-feira (31), a lista preliminar de escolas concluintes da 7ª edição e lançou o livro Melhores Relatos da Jornada de EAN – 6ª edição, que reúne experiências inspiradoras desenvolvidas por escolas participantes de todo o país. O lançamento do livro ocorreu durante o Seminário Regional da Região Sul, realizado em Foz do Iguaçu (PR), no âmbito do projeto Alimentação Escolar Nota 10. O evento contou com a premiação das 20 escolas que tiveram seus relatos selecionados e, em seguida, com o lançamento oficial da publicação, que apresenta práticas inovadoras e transformadoras no campo da alimentação escolar. O livro está disponível para acesso neste link. Paralelamente, o FNDE divulgou a lista preliminar de escolas que concluíram as quatro etapas da 7ª Jornada de EAN, iniciativa que estimula boas práticas de alimentação saudável no ambiente escolar e reconhece o empenho das comunidades educacionais em todo o país. O documento pode ser acessado aqui. De acordo com o edital da Jornada, a lista definitiva com as 20 escolas selecionadas para integrar o livro Melhores Relatos da 7ª Jornada de EAN será publicada em janeiro de 2026. Ao todo, cerca de 2.800 escolas se inscreveram nesta edição, com o envio de quase 3.500 relatos de atividades. Destas, 817 escolas concluíram todas as etapas, que envolvem o protagonismo de estudantes, merendeiras(os), agricultores(as) familiares e profissionais da educação na promoção da alimentação adequada e saudável. Para esta edição, oito bolsistas — estudantes de mestrado e doutorado vinculados ao projeto Alimentação Escolar Nota 10 — foram contratados para compor a comissão avaliadora, responsável pela análise dos relatos conforme critérios de originalidade, relevância, metodologias participativas e aderência às diretrizes do PNAE. Os 20 melhores relatos selecionados integrarão a publicação da 7ª edição e receberão premiação de R$ 10 mil cada, como forma de incentivo e reconhecimento às ações de Educação Alimentar e Nutricional desenvolvidas nas escolas públicas. O projeto Alimentação Escolar Nota 10: Formação e Valorização de Merendeiras e Nutricionistas é uma parceria entre o FNDE, a Itaipu Binacional, o Instituto Federal do Sul de Minas (IFSULDEMINAS) e a Fundação Fadema. Mais informações sobre as edições anteriores da Jornada estão disponíveis neste link.   Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-divulga-lista-de-concluintes-da-7a-jornada-de-ean-e-lanca-livro-com-relatos-inspiradores-da-6a-edicao