Abertas inscrições para formação de professores de matemática

Professores que ensinam matemática no 5º e 6º ano do ensino fundamental podem participar da formação “Conhecimentos Profissionais para o Ensino de Matemática na Educação Básica”. Inscrições vão até 15 de maio e são gratuitas Foto: Divulgação/MEC O Ministério da Educação (MEC), com o apoio técnico da Universidade Federal do Ceará (UFC), abriu as inscrições para o curso de aperfeiçoamento “Conhecimentos Profissionais para o Ensino de Matemática na Educação Básica”. A iniciativa integra o Compromisso Nacional Toda Matemática (CNTM), instituído pelo Decreto nº 12.641/2025, e tem como objetivo qualificar a prática docente nas redes públicas de ensino nos anos de transição. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até 15 de maio de 2026, no formulário de inscrição. Todas as informações sobre o processo seletivo e o curso estão disponíveis no edital, na página da UFC. Podem participar do processo seletivo profissionais que lecionem especificamente para turmas de 5º ou 6º ano, efetivos ou temporários, ou que integrem equipes de formadores pedagógicos voltadas a essas etapas, em escolas devidamente registradas no MEC e vinculadas a entes que tenham aderido formalmente ao Compromisso Nacional Toda Matemática. O edital disponibiliza 100 vagas para cada unidade da federação participante. Essa ocupação é dividida igualmente, destinando 50 vagas para professores do 5º ano e outras 50 para aqueles que atuam no 6º ano do ensino fundamental. A formação, com carga horária total de 180 horas, é estruturada pelo Instituto UFC Virtual (IUVI) e pelo Centro de Excelência em Políticas Educacionais (CEnPE) na modalidade a distância. O curso articula atividades no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) com encontros obrigatórios por videoconferência, realizados quinzenalmente em diferentes opções de horários, a serem definidas com os cursistas. Além disso, há a previsão de realização de até dois encontros presenciais em localidades a serem definidas nos estados de lotação dos cursistas, com despesas financiadas pelo MEC em parceria com a UFC. Para tanto, é necessária a anuência dos dirigentes municipais ou secretários estaduais, a fim de garantir que os professores possam se deslocar nas datas dos encontros. Ao final do curso, serão certificados os participantes que cumprirem frequência mínima de 75% nas atividades síncronas, incluindo os encontros presenciais, e concluírem todas as atividades obrigatórias no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Mais informações podem ser consultadas nos portais oficiais: http://www.virtual.ufc.br e http://www.cenpe.ufc.br. Fonte:MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/abril/abertas-inscricoes-para-formacao-de-professores-de-matematica
Undime participa de reunião técnica sobre a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva

Dirigentes municipais de educação de todo o Brasil participaram da apresentação das estratégias da nova política nacional que será desenvolvida pelo MEC Foto: Carlos Dias A Undime participou, nesta quinta-feira (30), de reunião técnica promovida pelo Ministério da Educação (MEC) para apresentação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva. O encontro reuniu representantes das redes estaduais e municipais de ensino de todo o país, incluindo Dirigentes Municipais de Educação indicados pela Undime, garantindo a representação de todos os estados brasileiros. A instituição foi representada na mesa de abertura, pelo presidente Luiz Miguel Martins Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Nova Odessa/SP. O encontro que foi conduzido pela secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), Zara Figueiredo, também teve a participação de representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e pela presidente, Socorro Batista, secretária de Estado da Educação do Rio Grande do Norte; e do presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais (Consec), Leonardo Pascoal, Dirigente Municipal de Educação de Porto Alegre/RS. Foto: Carlos Dias A iniciativa integra o conjunto de ações voltadas ao fortalecimento da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), instituída pelos Decretos nº 12.686/2025 e nº 12.773/2025. O objetivo da reunião foi apresentar às redes de ensino a estrutura e as diretrizes da nova Rede Nacional, que busca ampliar o acesso, a permanência e a aprendizagem de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação. Durante o encontro, o MEC destacou investimentos realizados desde 2023, destinados à estruturação do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e à formação de professores, além de iniciativas como o PDDE Equidade (Salas de Recursos Multifuncionais). Foto: Carlos Dias A Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva será organizada em cinco frentes principais: Centros de Referência em Formação Continuada e em Serviço; Observatório da Educação Especial Inclusiva; Núcleos de Apoio Técnico e Acessibilização de Materiais; Rede de Autodefensoria contra o Capacitismo; e Estratégia de Articulação Intersetorial. Esta última contará com mais de dois mil articuladores para apoiar estados e municípios na implementação das políticas e no fortalecimento da governança local. A Undime terá papel estratégico na articulação junto às redes municipais, especialmente no planejamento e na execução das ações de formação de gestores e professores, reforçando seu compromisso com a promoção de uma educação pública inclusiva, equitativa e de qualidade. “A participação da Undime no encontro reforça o papel da entidade na construção de políticas públicas educacionais e na defesa do direito à educação inclusiva em todos os municípios brasileiros”, afirmou o presidente da Undime, Luiz Miguel Martins Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Nova Odessa/SP, durante o encontro. Fonte: Undime (com informações do MEC)
FNDE divulga resultado da etapa classificatória do concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar

Com 2.772 preparações avaliadas, 136 receitas avançam para a votação popular, marcada para 15 a 30 de maio O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) divulgou nesta quinta-feira, 30 de abril, o resultado da etapa classificatória da 3ª edição do Concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar. Ao todo, 2.772 receitas de todo o país foram avaliadas pela comissão julgadora, que selecionou 136 preparações para a próxima fase da iniciativa. A lista dos selecionados está disponível na página do certame. Na etapa classificatória, a comissão analisou as receitas habilitadas na fase anterior e escolheu até cinco por unidade da Federação, além de até cinco receitas das Instituições Federais de Ensino que ofertam educação básica. A avaliação considerou critérios previstos em edital, como viabilidade de execução no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), criatividade, uso de alimentos regionais e da sociobiodiversidade e preferência por alimentos in natura ou minimamente processados. As receitas classificadas seguem agora para a etapa de votação popular, que será aberta ao público de 15 a 30 de maio. Nesse período, qualquer pessoa poderá acessar as preparações e votar em sua preferida. As equipes participantes também poderão mobilizar comunidades escolares, municípios, estados e a rede federal para ampliar o engajamento na disputa. Ao final do processo, serão premiadas duas receitas por unidade da Federação e uma receita da entidade executora federal, totalizando 55 merendeiras e merendeiros vencedores, juntamente com as escolas que representam. Cada participante premiado receberá R$ 5 mil, enquanto a escola vinculada à receita vencedora será contemplada com R$ 8 mil, valor que deverá ser aplicado na aquisição de equipamentos ou na melhoria da infraestrutura da cozinha escolar. As 55 receitas vencedoras também serão reunidas em um e-book digital. Promovido no âmbito do PNAE, por meio do projeto Alimentação Escolar Nota 10, em parceria com Itaipu Binacional, IFSULDEMINAS e FADEMA, o concurso tem como objetivo valorizar o trabalho das merendeiras e dos merendeiros, além de incentivar a promoção de uma alimentação saudável, adequada e sustentável no ambiente escolar. O resultado final está previsto para até 10 de junho, e o evento de premiação terá data a ser definida. Visite a página do concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar. Fonte: FNDEhttps://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-divulga-resultado-da-etapa-classificatoria-do-concurso-melhores-receitas-da-alimentacao-escolar
PDDE Equidade: webinário marca abertura do período da adesão

Evento vai orientar gestores escolares sobre como aderir ao Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade. Em 2026, serão distribuídos aproximadamente R$ 378,2 milhões para cerca de 27 mil escolas públicas vulneráveis Foto: Divulgação MEC Para orientar os gestores escolares sobre como deve ser feita a adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade (PDDE Equidade), o Ministério da Educação (MEC) realizará um webinário no canal do MEC no YouTube, na segunda-feira, 4 de maio, às 14h (horário de Brasília). O encontro marca o início do período de adesão ao programa, que pode ser realizado pelo gestor escolar, por meio do Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do MEC (Simec) até o dia 27 de maio. Em 2026, o PDDE Equidade contará com investimento de cerca de R$ 378,2 milhões, a serem distribuídos entre aproximadamente 27 mil escolas públicas dentre as mais vulneráveis do país. O programa é coordenado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, e destina recursos financeiros em caráter suplementar às escolas públicas de educação básica que atendem populações historicamente excluídas. Durante o webinário, além de receberem orientações e tirarem dúvidas sobre o processo de adesão, os gestores escolares também serão apresentados às principais mudanças do programa deste ano. As alterações são resultado da escuta realizada com gestores escolares em 2025, para melhoria do PDDE Equidade, com o intuito de garantir o compromisso do MEC com a construção de políticas educacionais com forte interlocução com as redes de ensino e escolas. Mudanças no programa – De modo geral, o programa mantém a estrutura geral de funcionamento da descentralização orçamentária, mas adequa rotas, incluindo maior precisão na categorização da natureza da despesa; redução de desafios com a prestação de contas; aperfeiçoamento de critérios de elegibilidade e priorização de cada subprograma e eixo; e fortalecimento e monitoramento da política. Um dos ajustes nos critérios de elegibilidade diz respeito à ampliação do acesso institucional –incluindo Unidades Executoras (UEx) consorciadas e, também, a articulação com políticas estruturantes do MEC, como a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), e o Novo Pronacampo. Em relação aos critérios de priorização, há ajustes como a consideração no histórico de atendimento pelo programa, a fim de garantir que mais escolas, sobretudo aquelas que nunca receberam o recurso, sejam priorizadas, e a inclusão de indicador de priorização por vulnerabilidade educacional. Muitas dessas mudanças visam fortalecer o potencial redistributivo dos recursos, facilitar o recebimento dos repasses pelas escolas e qualificar a articulação de políticas de educação com equidade do MEC. O programa não muda seus eixos principais: modelo de adesão; papéis e responsabilidades das escolas, redes e demais órgãos envolvidos; valores repassados por escolas. Destaca-se que em decorrência da boa execução do ano passado com mais de 92% da execução financeira, o Programa PDDE Equidade mantém o valor empenhado em 2026 de R$ 378,2 milhões que serão distribuídos da seguinte maneira: – PDDE Água, Campo e Agroecologia: R$ 93,0 milhões; – PDDE DIVERSIDADES (considerando os eixos de educação bilíngue de surdos; educação de jovens e adultos; educação escolar indígena; educação escolar quilombola; educação para as relações étnico-raciais): R$ 84,9 milhões; – PDDE Sala de Recursos Multifuncionais: R$ 200,3 milhões. Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/abril/pdde-equidade-webinario-marca-abertura-do-periodo-da-adesao
Undime Alagoas realiza o 14° Fórum Extraordinário e 4° Encontro Interestadual Undime Alagoas e Sergipe

Evento reúne até quinta-feira, 30, mais de 500 Dirigentes Municipais de Educação, técnicos e gestores dos dois estados nordestinos “A Educação Inclusiva como Direito: gestão, prática pedagógica e compromisso com a equidade na Educação Especial” é o tema central do 14° Fórum Extraordinário da Undime Alagoas e 4° Encontro Interestadual da Undime Alagoas e Sergipe, aberto nesta terça-feira, 28 de abril, no Centro de Convenções, em Maceió/AL. O Fórum prossegue até esta quinta-feira, 30 de abril, e conta com uma vasta programação de oficinas temáticas, conferências e exposições de produtos e serviços educacionais de instituições e empresas educacionais parceiras. A abertura do Fórum Extraordinário lembrou o Dia Nacional da Educação, 28 de abril, e contou com a entrega da Menção Honrosa Paulo Freire a personalidades que fazem a educação uma missão de vida, a exemplo de gestores públicos e ex-reitor da UFAL, além de instituições públicas, dirigentes municipais de educação e personalidades do campo da justiça e da defesa dos direitos fundamentais. “São personalidades e instituições que se destacam na implantação de políticas educacionais, na consolidação e na defesa de uma educação inclusiva e equitativa”, afirmou o presidente da Undime/AL e Dirigente Municipal de Educação de Feliz Deserto/AL, Djalma Barros, ao entregar as homenagens. Quanto ao Fórum, Djalma Barros destacou que o evento aborda a política nacional de educação inclusiva, com debates relevantes, trazendo reflexões sobre os marcos legais e as garantias dos direitos sem discriminação. “Seguiremos com debates de suma importância e relevância como a importância das avaliações no contexto das deficiências intelectuais, a formação de professores para a educação inclusiva, reconhecendo que não há inclusão sem investimentos na formação e no desenvolvimento profissional e a gestão municipal com foco na organização da rede, no planejamento e na garantia do acesso, permanência e aprendizagem”, disse. A abertura do evento contou com o presidente da Undime Sergipe e Dirigente Municipal de Educação de Estância/SE, João Luiz Dória. O chefe da delegação de Sergipe chamou atenção para o tema e como a Undime Alagoas foi feliz ao trazer à tona a educação inclusiva como um direito. “Dialoga com tudo aquilo que temos vivenciado na gestão: a educação inclusiva como um direito. Não é simples, mas extremante importante para que possamos avançar. Trabalhar com inclusão tem sido desafiador, mas gratificante, exige muito da gestão, do aperfeiçoamento da equipe técnica, de ampliação da capacidade de atendimento. É um momento muito importante dos dirigentes de Sergipe e Alagoas”, afirmou. Também participaram do momento de abertura, a secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, Zara Figueiredo; o presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), Marcelo Beltrão; a superintendente do Sistema Estadual de Ensino e Cooperação com os Municípios da Seduc, Dileusa Maria Costa Ferro; a coordenadora estadual da União dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), Marly Vidinha. Programação A conferência magna da abertura trouxe a “Política Nacional de Educação Especial Inclusiva, instituída pelos decretos n° 12.668/2025 e 12.773/2025: garantia do direito à educação sem discriminação para o público da Educação Especial”, com a secretária Zara Figueiredo e mediação do presidente da Undime AL, Djalma Barros. A representante do MEC trouxe dados específicos da educação especial, lembrou da formação dos profissionais, da necessidade de ampliação da oferta em salas regulares, do enfrentamento aos desafios, entre outros temas. “Um evento como esse, que traz exatamente quem faz a educação, que está lá na ponta, é muito importante para o MEC. Quem efetivamente lida com os desafios são as redes municipais e nós apresentamos qual a nossa concepção da educação inclusiva e ao mesmo tempo trazermos os programas que ajudam as redes nesses desafios para efetivamente termos inclusão”, socializou. Paralelo às conferências, os inscritos participam de oficinas temáticas pré-definidas, enquanto no auditório principal, prosseguem as atividades em formato de mesas redondas com mediadores, sempre trazendo temas que dialogam com a realidade da gestão educacional. O Fórum prosseguirá até esta quinta-feira, 30 de abril, e reúne mais de 500 inscritos entre Dirigentes Municipais de Educação, gestores e técnicos de Alagoas e Sergipe. Fonte: Undime Sergipe
Confira a íntegra da live que apresentou o sistema do CadEJA aos gestores

Transmissão foi realizada nesta terça-feira, 28 de abril, pelo canal do Conviva Educação no YouTube A Undime e o Ministério da Educação (MEC) realizaram, nesta terça-feira (28), uma live por meio do canal do Conviva Educação no YouTube para falar sobre o Cadastro da Educação de Jovens e Adultos (CadEJA), uma plataforma do MEC lançada recentemente, que contém informações sobre a oferta e a demanda por matrículas de EJA em todo o território nacional. O vídeo com a íntegra da transmissão está disponível e pode ser acessado aqui. O objetivo do encontro foi apresentar o funcionamento da plataforma, destacar os benefícios e incentivar o uso da ferramenta pelas redes de ensino. Durante a transmissão, gestores municipais puderam conhecer as principais funcionalidades do sistema e como ele tem potencial de apoiar o planejamento da oferta de educação de jovens e adultos (EJA). As duas principais interfaces do CadEJA foram detalhadas: a área de registro de demanda, destinada a pessoas que desejam voltar a estudar, e o painel do gestor, que reúne informações sobre os estudantes que buscam vagas. As informações são organizadas de forma simples e acessível, o que facilita o planejamento das ações das redes de ensino. A diretora de Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos do MEC, Ana Lucia Sanches, participou da live e destacou que a criação do CadEJA representa um avanço importante para a consolidação do direito à educação em todas as etapas da vida. “Essa é uma conquista histórica. O CadEJA nasce dessa vontade coletiva e intensa de melhorar a educação de jovens e adultos pelo Brasil, ouvindo gestores, dirigentes municipais e equipes da EJA por todo o país”, destacou. A transmissão também contou com a participação da Ana Clara Carneiro, consultora Unesco, responsável pela implementação e acompanhamento do CadEJA no MEC; e Maria Elza da Silva, Dirigente Municipal de Educação de Bonito/PE e representante Undime na Comissão Nacional de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos (CNAEJA), que fez a mediação da live. Plataforma – O CadEJA é uma plataforma do governo federal que reúne informações sobre a oferta e a demanda por matrículas na educação de jovens e adultos em todo o país. Por meio da ferramenta, qualquer cidadão brasileiro com 15 anos ou mais, sem escolaridade completa, pode registrar o interesse em voltar a estudar de maneira prática e acessível, facilitando o encaminhamento posterior para matrícula nas redes públicas de ensino. O processo é simples e pode ser feito diretamente na plataforma ou com auxílio de intermediadores. O questionário é rápido e conta com suporte em áudio. Após o registro da demanda, o gestor da rede de ensino pode visualizar os dados e buscar a oferta mais adequada. A partir disso, a rede entra em contato com o interessado para orientar o processo de matrícula. Além disso, o CadEJA oferece um painel exclusivo para gestores, com recursos que permitem acompanhar a demanda por EJA, visualizar a oferta georreferenciada de turmas, integrar dados de diferentes áreas e monitorar a relação entre oferta e demanda da modalidade. A ferramenta também contribui para aprimorar a gestão e fortalecer o controle social das políticas de educação de jovens e adultos. A iniciativa integra o Pacto EJA, política coordenada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). O pacto reúne ações voltadas à superação do analfabetismo, à elevação da escolaridade da população e à ampliação da oferta de matrículas de EJA nos sistemas públicos, inclusive para pessoas privadas de liberdade, além da expansão da modalidade integrada à educação profissional. Clique aqui e confira a apresentação utilizada pelas palestrantes na live. Fonte: Undime com informações do MEC
Undime designa membros do Compliance Office para 2026/2027

Portaria define representantes de todas as regiões do país para atuar na promoção da integridade, transparência e conformidade institucional A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) publicou a Portaria nº 5/2026, que designa os integrantes do Compliance Office (Escritório de Integridade e Conformidade) para o biênio 2026/2027. A iniciativa reforça o compromisso da entidade com as boas práticas de governança, a transparência institucional e a integridade em suas ações e relações. O Compliance Office é responsável pela implementação, execução e monitoramento do Sistema de Gestão de Integridade e Conformidade da Undime. Compõem o colegiado, representantes de todas as regiões do país, garantindo pluralidade e alinhamento nacional nas ações do programa. A presidência do Compliance Office será exercida por Ana Paula Ferreira Cruz Bennemann, Dirigente Municipal de Educação de São Francisco de Paula/RS e secretária de Assuntos Jurídicos da Undime. Também integram o grupo Luslarlene Umbelina de Souza Fiamett, Dirigente Municipal de Educação de Santa Luzia do Oeste/RO (Região Norte); Felipe Sartori Sigollo, Dirigente Municipal de Educação de Diadema/SP (Região Sudeste); Anderson Passos dos Santos, Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA (Região Nordeste); Anderlúcia de Castro Ferreira, Dirigente Municipal de Educação de Anicuns/GO (Região Centro-Oeste); e Maria Edineide de Almeida Batista, representante dos colaboradores da Undime. Os membros terão mandato de dois anos, com possibilidade de recondução, e atuarão na promoção de ações formativas, no desenvolvimento de normas de compliance e no monitoramento contínuo do programa, com foco na prevenção, detecção e tratamento de situações que possam comprometer a integridade institucional. Entre as atribuições do Compliance Office estão a coordenação do Programa de Integridade, o apoio na identificação e mitigação de riscos, a gestão do canal de denúncias e a promoção de ações de orientação e capacitação para dirigentes e colaboradores. A medida está alinhada ao Planejamento Estratégico da Undime e à Instrução Normativa nº 1/2020, que instituiu o Compliance Office como instância fundamental para assegurar a conformidade, a ética e a credibilidade da instituição. Conheça os representantes do biênio 2026/2027. Clique aqui e acesse a Portaria nº 5/2006. Fonte: Undime
Boletim Em pauta – Edição nº 815 – 29 de abril de 2026

Undime Alagoas realiza o 14° Fórum Extraordinário e 4° Encontro Interestadual Undime Alagoas e Sergipe Leia mais Confira a íntegra da live que apresentou o sistema do CadEJA aos gestores Leia mais Escolas Conectadas: MEC apresenta orientações para ciclo de 2026 Leia mais Inscrições para Olimpíada de Professores de Português vão até 30 de abril Leia mais Undime promove encontros técnicos com foco em como gestores podem apoiar professores na implementação da BNCC Computação Leia mais Enem 2026: prazo para isenção da taxa é estendido até 30 de abril Leia mais Curso capacitou articuladores para equidade na educação básica Leia mais Escuta nacional sobre formação docente é ampliada até 29 de maio Leia mais Prorrogadas inscrições para a Medalha Paulo Freire Leia mais Vacinação nas escolas públicas começa nesta sexta (24) Leia mais MEC atualiza painéis de diagnóstico do Novo PAR Leia mais Prorrogada adesão ao programa de cidadania e sustentabilidade Leia mais
Escolas Conectadas: MEC apresenta orientações para ciclo de 2026

Webinário transmitido pelo canal do MEC no YouTube nesta segunda (27) orientou redes de ensino sobre o monitoramento da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas e o ciclo 2026 da Política de Inovação Educação Conectada Foto: Divulgação/MEC O Ministério da Educação realizou, nesta segunda-feira, 27 de abril, um webinário para orientar redes estaduais e municipais sobre o monitoramento da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec) e as etapas do ciclo 2026 da Política de Inovação Educação Conectada (Piec). Transmitido pelo canal do MEC no YouTube, o encontro foi voltado a gestores públicos, equipes técnicas das secretarias de educação e gestores escolares. Durante a transmissão, especialistas da pasta detalharam o passo a passo das ações que precisam ser realizadas no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec) e no Programa Dinheiro Direto na Escola Interativo (PDDE Interativo), além de esclarecer prazos, responsabilidades e procedimentos técnicos necessários para a participação das redes de ensino no ciclo de 2026. A iniciativa teve como objetivo apoiar a execução qualificada das políticas de conectividade nas escolas públicas e reforçar o papel das redes na atualização das informações e na seleção das unidades participantes. O coordenador-geral de Apoio à Gestão Escolar do MEC, Pedro Barreto, destacou a importância do preenchimento correto das informações pelas redes de ensino para o planejamento das políticas públicas. “Esse processo não é apenas burocrático para garantir o acesso ao recurso, ele é um processo também muito estratégico: é a partir dos dados que são inseridos que a gente consegue orientar a priorização dos investimentos, a distribuição dos recursos e o planejamento das ações de conectividade”, explicou. Monitoramento – O monitoramento da conectividade das escolas ocorre por meio do módulo da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec) no Simec. As redes de ensino devem preencher informações sobre a infraestrutura digital das escolas, como contratação de internet, disponibilidade de redes Wi-Fi e existência de dispositivos tecnológicos utilizados por estudantes e professores. O processo envolve o preenchimento de diferentes abas no sistema, incluindo dados institucionais das redes de ensino, informações sobre a internet das escolas – seja contratada pela secretaria, seja diretamente pelas unidades –, estrutura de Wi-Fi e quantidade de equipamentos disponíveis. O MEC orientou que todos os campos sejam preenchidos atentamente e salvos ao longo do processo, pois isso evita inconsistências ou perda de informações. As redes também devem atualizar os contatos dos técnicos responsáveis pelo acompanhamento da política dentro das secretarias de educação. Somente após o preenchimento completo de todas as sub-abas do sistema é que o envio das informações ao MEC poderá ser concluído. O cronograma prevê que as redes preencham e enviem as informações no Simec entre 15 de abril e 4 de maio. Contudo, em uma etapa posterior, de 1º a 19 de junho, as secretarias deverão validar os dados de monitoramento informados pelas escolas no PDDE Interativo. O preenchimento do monitoramento no Simec é uma obrigação das redes de ensino que aderiram à estratégia, além de ser uma etapa essencial para o planejamento e a priorização das ações de conectividade nas escolas públicas brasileiras. Os dados declarados pelas redes subsidiam diretamente as decisões do MEC e alimentam o painel de monitoramento da política, disponível para consulta pública. Redes que não realizarem o envio dentro do prazo terão suas escolas prejudicadas na classificação do Ciclo 2026 da Piec, podendo comprometer o recebimento de recursos financeiros e a oferta de serviços de conectividade adequados à realidade local. Seleção – O módulo Educação Conectada no Simec é utilizado pelas redes para organizar a participação das escolas no Ciclo 2026 da Política de Inovação Educação Conectada (Piec). Entre as principais tarefas apresentadas está a atualização dos articuladores responsáveis pela política nas redes. Também caberá às redes selecionar e enviar ao MEC as escolas que participarão do ciclo de 2026 no Simec entre 15 de abril e 4 de maio, bem como acompanhar o processo realizado pelas unidades escolares na próxima etapa no PDDE Interativo. O MEC orienta que escolas com conectividade inadequada ou sem informações registradas permanecerão selecionadas no sistema, para que possam avançar para as próximas etapas no PDDE Interativo e, se necessário, acessar recursos destinados à contratação de internet ou à melhoria da infraestrutura tecnológica. Enec – A Enec tem como objetivo universalizar o acesso à internet de qualidade e promover a educação digital e midiática nas escolas públicas da educação básica. Desde sua criação, em 2023, a política busca integrar conectividade, currículo, formação docente, recursos educacionais digitais e gestão escolar com o uso pedagógico das tecnologias. Dados apresentados durante o encontro indicam que o país avançou de 45% para 71,7% das escolas com conectividade adequada para fins pedagógicos, alcançando 99.005 unidades e cerca de 24 milhões de estudantes, com mais de R$ 3 bilhões investidos desde 2023. Documentos apresentados na transmissão ao vivo Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/abril/escolas-conectadas-mec-apresenta-orientacoes-para-ciclo-de-2026
Inscrições para Olimpíada de Professores de Português vão até 30 de abril

Professores de língua portuguesa do 6º ao 9º ano do ensino fundamental de todo o Brasil podem participar. Para isso, sua rede precisa ter aderido ao programa Escola das Adolescências Foto: Divulgação As inscrições da 8ª edição da Olimpíada de Professores de Língua Portuguesa (8ª OPLP), promovida pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Universidade Federal do Piauí (UFPI), podem ser realizadas até o dia 30 de abril. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas na página da olimpíada. Podem se inscrever professores e professoras de redes públicas aderidas ao Programa Escola das Adolescências e que estejam lecionando em turmas do 6º ao 9º ano do ensino fundamental. Para participar, devem comunicar e obter a concordância da direção de sua escola. A participação é dividida por categorias de gêneros textuais, de acordo com o ano escolar: 6º ano – poema; 7º ano – crônica; 8º ano – biografia; 9º ano – artigo de opinião. Nesta edição, o professor deverá desenvolver o “relato de prática” em texto e em vídeo, tendo como base o tema “O lugar onde vivo”. Os educadores deverão registrar suas experiências pedagógicas, orientando seus estudantes a resgatar histórias e estreitar vínculos com a sua comunidade local. A participação contribui diretamente para o desenvolvimento da cidadania dos estudantes e para a valorização da prática docente. Nos termos do edital da 8ª edição, disponível no portal oficial, a inscrição do professor é efetivada apenas quando seu diretor confirma sua inscrição no portal. Sem essa validação, a inscrição do professor não será efetivada. A olimpíada vai além de uma competição tradicional. Trata-se de uma iniciativa de mobilização nacional para o fortalecimento da leitura e escrita, com uma proposta formativa para os professores participantes e buscando o fortalecimento das práticas de leitura e escrita nas escolas públicas. As dúvidas podem ser enviadas para o e-mail: olimpiadasdeprofessores@ufpi.edu.br. Etapas – A OPLP é organizada em diferentes etapas ao longo do ano e envolve escolas, municípios, estados e uma comissão nacional de avaliação. De 30 de maio a 21 de agosto, os docentes desenvolverão sequências didáticas nas escolas, realizando atividades com suas turmas, elaborando relatos de prática e organizando os registros do trabalho pedagógico. A etapa escolar, realizada de 18 de maio a 9 de setembro, envolve a formação de comissões julgadoras nas escolas para selecionar os relatos de prática que representarão cada unidade de ensino. Depois, entre 10 de setembro e 16 de outubro, ocorre a etapa municipal, quando as secretarias municipais organizam novas comissões avaliadoras para escolher os trabalhos que seguirão para a fase seguinte. Já a etapa estadual acontecerá de 19 de outubro a 3 de novembro, com a seleção dos relatos que representarão cada estado na olimpíada. Essa etapa inclui a realização de um encontro on-line, com atividades pedagógicas, além da avaliação pelas comissões julgadoras, responsáveis pela definição dos finalistas. Na sequência, os trabalhos classificados participarão da etapa nacional (final), realizada de 16 de novembro a 2 de dezembro, quando a comissão julgadora nacional selecionará os professores e turmas vencedores. O processo é concluído com o evento de divulgação dos vencedores, previsto para 10 de dezembro, momento em que são revelados e celebrados os vencedores da edição. Já a premiação dos vencedores está prevista para ocorrer no dia 10 de março de 2027. Escola das Adolescências – O Escola das Adolescências é um programa de fortalecimento para os anos finais do ensino fundamental. Ele conjuga esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal e tem como objetivo construir uma proposta para a referida etapa que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil; promova um espaço acolhedor; e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes. Essa é uma estratégia do governo federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro, que inclui a produção e a divulgação de guias temáticos sobre os anos finais do ensino fundamental e incentiva financeiramente escolas priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/abril/inscricoes-para-olimpiada-de-professores-de-portugues-vao-ate-30-4
