Resultado preliminar do Saeb 2025 disponível para as escolas

Diretores e secretários devem fazer a consulta pelo Sistema Saeb. O prazo para recursos será de 14 a 17 de abril     O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou, na segunda-feira, 13 de abril, a consulta aos resultados preliminares do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2025. Os dados do Saeb dizem respeito a aplicações censitárias nas escolas públicas e amostrais na rede privada. Os resultados estão abertos para conferência de diretores escolares e secretários municipais de Educação por meio do Sistema Saeb. Para o acesso é necessário ter o cadastro atualizado. As informações subsidiam o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e orientam políticas públicas no direcionamento de recursos para a melhoria da educação. – O prazo para interpor recursos começa nesta terça-feira (14) e se estende até as 17h (horário de Brasília) do dia 17 de abril. – Os resultados finais serão divulgados em junho. – O Saeb 2025 foi aplicado em todas as unidades da Federação. – Participaram do levantamento cerca de 5.945.018 alunos, em mais de 248.074 turmas, distribuídas entre mais de 73.829 escolas do país. A aplicação do Saeb é feita a cada dois anos, sendo fundamental para o diagnóstico da educação básica. Trata-se de um conjunto de avaliações externas em larga escala que permite ao Inep realizar um diagnóstico da educação básica brasileira e de fatores que podem interferir no desempenho do estudante. Também permite também entender fatores socioeconômicos, pedagógicos e de gestão que influenciam o aprendizado. Saeb – Realizado desde 1990, o Sistema de Avaliação da Educação Básica é uma avaliação em larga escala que oferece subsídios para a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de políticas educacionais. Permite que os diversos níveis governamentais avaliem a qualidade da educação praticada no país, a partir de evidências. Entre outros aspectos, também possibilita a compreensão das condições de acesso à escola e de permanência nela, além de avaliar o quão eficiente é o ensino. Por meio de testes e questionários, a avaliação reflete os níveis de aprendizagem demonstrados pelo conjunto de estudantes no contexto escolar. Confira a Portaria do Saeb 2025 Acesse o Sistema Saeb Saiba mais sobre o Saeb Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/saeb/resultado-preliminar-do-saeb-2025-disponivel-para-as-escolas   

Materiais do MEC orientam na prevenção de bullying na escola

Foram produzidos dois flyers para orientar as escolas, as famílias e os estudantes sobre como agir diante de casos de violência e bullying, além da necessidade do cuidado coletivo para impedir esse tipo de atitude Foto: Divulgação/MEC No mês dedicado ao combate ao bullying e à violência nas escolas, o Ministério da Educação (MEC) reforça a importância da prevenção e do cuidado coletivo com a divulgação de materiais orientativos voltados a estudantes, famílias e comunidades escolares. A iniciativa integra o programa Escola que Protege, coordenado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). Os flyers estão disponíveis na página do programa Escola que Protege, no portal do MEC. Os documentos, que podem ser impressos pelas escolas ou compartilhados digitalmente, reúnem orientações práticas sobre como agir diante de situações de violência no ambiente escolar, com foco na escuta, no acolhimento e na responsabilidade compartilhada entre escola, família e estudantes. Entre as recomendações, o MEC destaca que a convivência respeitosa é fundamental para um ambiente seguro e acolhedor. Atitudes como escutar, apoiar e não compartilhar conteúdos violentos fazem diferença no dia a dia escolar. Os conteúdos orientam os estudantes a levarem a sério manifestações ou postagens preocupantes e procurarem ajuda de adultos responsáveis sempre que necessário. O alerta é claro: comunicar uma situação de risco não é “dedurar”, mas sim proteger colegas e contribuir para a segurança de todos. Para o MEC, as famílias também têm um papel essencial na prevenção da violência. O direcionamento é que os responsáveis estejam atentos às mudanças de comportamento, especialmente quando repentinas ou intensas, e levem a sério qualquer sinal de sofrimento ou risco. Outras recomendações incluem manter o diálogo constante com os filhos, observar o acesso a objetos que possam causar danos, evitar a disseminação de conteúdos violentos e informar a escola situações preocupantes. O MEC reforça, ainda, que a construção de uma escola segura depende do envolvimento de toda a comunidade. A prevenção da violência passa pela identificação precoce de sinais, pelo acolhimento e pela atuação conjunta entre escola e famílias. Flyer voltado para os estudantes Cartaz voltado para as famílias Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/abril/materiais-do-mec-orientam-na-prevencao-de-bullying-na-escola

Complementação VAAR do Fundeb: confira a íntegra do webinário que tratou da condicionalidade V

Profissionais do MEC deram orientações às redes de ensino de todo o país sobre como atualizar referenciais curriculares de forma a se alinhar à BNCC Computação   A Undime, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), realizou um webinário, na última quinta-feira (9), para tratar da condicionalidade V (BNCC Computação) da complementação VAAR do Fundeb. O webinário contou com a participação da secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt; do coordenador de Manutenção da Educação Básica do MEC, Igor Queiroz; e da coordenadora-geral de Educação Digital, Inovação e Conectividade do Ministério, Ana Dal Fabbro. Clique aqui e confira o vídeo com a íntegra da transmissão. Na ocasião, o Ministério da Educação orientou as redes de ensino de todo o país sobre como atualizar seus referenciais curriculares de forma a se alinhar à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) Computação. A implementação das diretrizes da BNCC Computação é uma das condicionalidades exigidas para que a complementação do Valor Aluno Ano Redução de Desigualdades (VAAR) do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) seja efetivada pela União. A exigência determina que as redes de ensino incluam as competências específicas relacionadas a esse tema, que estão estruturadas nos eixos de pensamento computacional, mundo digital e cultura digital. Atualmente, 20 estados já possuem currículos atualizados, enquanto quatro estão com os documentos em análise em seus conselhos de educação e três ainda estão em fase de elaboração. Segundo a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, a atualização curricular e a formação docente são fundamentais para fortalecer a aprendizagem dos estudantes em um contexto cada vez mais digital. “Muitos estudos têm mostrado para a gente que se nossos professores estiverem preparados e as escolas tiverem conectividade adequada, a gente pode sim potencializar a aprendizagem. Essa condicionalidade vai apoiar o uso ético da tecnologia para uma formação de cidadãos críticos e o combate às fake news. Assim, cada vez mais, promovendo ações para a educação digital e midiática”. A coordenadora-geral de Educação Digital, Inovação e Conectividade do Ministério, Ana Dal Fabbro, explicou que a atualização curricular amplia a forma como a tecnologia é tratada nas escolas. “Nesse novo conjunto, a tecnologia chega na educação básica não só como uma ferramenta que o estudante ou o professor vão usar, mas também como prática pedagógica. Passa-se a entender o mundo digital e ter uma educação que fala sobre a tecnologia e seus impactos”, ressaltou. Os representantes da pasta ressaltaram que a educação digital e midiática é interdisciplinar e envolve o desenvolvimento de competências relacionadas ao uso crítico das tecnologias, análise de informações e comunicação em ambientes digitais. Assim, as redes de ensino podem adotar diferentes estratégias para implementar essas competências. Entre as possibilidades estão a integração transversal entre as disciplinas já existentes ou a criação de componentes curriculares específicos voltados à educação digital. O MEC também destacou que o currículo deve considerar fatores como pertinência pedagógica, contextualização ao território, cumprimento das normas educacionais e progressão das habilidades ao longo das etapas da educação básica. Registro das informações no Simec A comprovação deverá ser feita por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Para isso, as redes precisam anexar documentos que comprovem o referencial curricular alinhado à BNCC, o ato de aprovação pelo respectivo sistema de ensino e o referencial curricular atualizado com as normas da BNCC Computação. Para apoiar os dirigentes, a Secretaria de Educação Básica do MEC realizará plantões de dúvidas para os municípios que ainda não cumpriram a condicionalidade da BNCC Computação, em parceria com a Undime, para colaborar com o processo de atualização curricular. Gestores e equipes técnicas podem encaminhar questionamentos pelo e-mail vaarfundeb.seb@mec.gov.br ou pelo WhatsApp institucional (61) 2022-2066. Clique aqui e confira o vídeo com a íntegra do webinário. Clique aqui e confira a apresentação utilizada pelos convidados. Confira também a íntegra do webinário que tratou da condicionalidade I – Seleção de Diretores Escolares. Clique aqui e saiba mais. Fonte: Undime com informações do MEC

MEC lança 3ª Olimpíada de Professores de Matemática

Iniciativa busca reconhecer e incentivar a excelência docente, promovendo o compartilhamento de boas práticas e estimulando o desenvolvimento profissional. Inscrições ficam abertas de 10 de abril a 17 de maio Foto: Divulgação/MEC O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta sexta-feira, 10 de abril, a 3ª edição da Olimpíada de Professores de Matemática do Brasil (OPMBr). O objetivo da iniciativa, voltada a professores dos anos finais do ensino fundamental, é valorizar o trabalho desses profissionais e contribuir para o fortalecimento da aprendizagem da matemática nas escolas públicas brasileiras. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente pelo portal oficial da olimpíada, no período de 10 de abril a 17 de maio. “O Brasil tem professores incríveis que transformam a prática pedagógica em matemática, produzindo muito mais engajamento e aprendizagem para os estudantes”, afirmou a diretora de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica, Tereza Farias. “Essa iniciativa, que terá as inscrições abertas nesta sexta-feira, busca mobilizar e reunir os docentes em prol do compartilhamento de boas práticas no ensino da matemática. Assim, poderemos potencializar esses profissionais e criar políticas públicas efetivas, avançando no aumento da proficiência acadêmica dos estudantes”. Podem se inscrever professores efetivos ou temporários que estejam em sala de aula, desde que estejam vinculados a redes públicas que aderiram ao Compromisso Nacional Toda Matemática (CNTM). A OPMBr é estruturada em três fases: enquanto as duas primeiras serão classificatórias e eliminatórias, a terceira será apenas classificatória. A Fase I consiste em testes com questões de matemática e didática; a Fase II envolve o envio de um vídeo com proposta pedagógica; e a Fase III é composta pela avaliação por meio de portfólio e entrevista. O regulamento completo está disponível no site oficial da olimpíada. Toda Matemática – O Compromisso Nacional Toda Matemática tem como objetivo assegurar que todos os estudantes da educação básica se apropriem dos conhecimentos e desenvolvam as competências e habilidades estabelecidas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para a área da matemática. Além disso, busca garantir a institucionalização de programas de fortalecimento da educação matemática em todos os sistemas e redes de ensino que atendem à educação básica. Os princípios do Toda Matemática incluem o fortalecimento da colaboração entre estados e municípios, com foco na promoção da equidade educacional no território, no enfrentamento das desigualdades regionais, socioeconômicas, étnico-raciais e de gênero, e na centralidade dos processos de ensino-aprendizagem da matemática, atendendo às necessidades das escolas. A estratégia, do governo federal, de apoio técnico-pedagógico e financeiro inclui a produção de materiais de orientação para currículo, avaliação e formação, e incentiva financeiramente a execução de iniciativas e projetos voltados ao aprimoramento do ensino e da aprendizagem em matemática. Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/abril/mec-lanca-3a-olimpiada-de-professores-de-matematica

Inscrições abertas para o 11º Fórum Nacional da Undime

Evento será realizado de 24 a 27 de maio, em Brasília/DF, e terá como tema “Undime 40 anos: trajetória, desafios e perspectivas para a educação municipal”     Estão abertas, a partir desta segunda-feira (13), as inscrições para participar do 11º Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação. O evento será realizado de 24 a 27 de maio, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília/DF. Em um ano simbólico, em que a Undime celebra 40 anos de atuação em defesa da educação pública de qualidade, com equidade e compromisso com cada criança e estudante do Brasil, o Fórum terá como tema “Undime 40 anos: trajetória, desafios e perspectivas para a educação municipal”. O encontro será um espaço estratégico de diálogo, formação e articulação, reunindo Dirigentes Municipais de Educação (DME) e equipes técnicas das secretarias de todo o país, além de promover a construção coletiva das políticas públicas educacionais. Ao reunir dirigentes, técnicos, gestores, prefeitos, vereadores, conselheiros e educadores de todos os estados brasileiros para debater temas fundamentais para o presente e o futuro da educação nos municípios, o Fórum da Undime se consolida, cada vez mais, como o maior encontro da educação básica pública brasileira. A programação abordará temas centrais para o fortalecimento das políticas públicas educacionais, com foco na promoção da equidade e na garantia do direito à educação para todos os estudantes. Ao longo dos quatro dias de evento, serão realizados painéis e salas temáticas, além de um espaço de exposição, no qual os participantes terão a oportunidade de conhecer iniciativas de dos parceiros institucionais da Undime, bem como produtos e tecnologias de empresas credenciadas a expor no local. Quem pode participar? Podem participar do Fórum Nacional prefeitos, vereadores, Dirigentes Municipais de Educação e técnicos de municípios adimplentes com a Undime (ano de referência 2026). Por isso, no ato da inscrição, o participante será informado se o município está adimplente com a Undime (seccional e nacional). Clique aqui e confira os contatos das seccionais da Undime em cada estado. Valor da inscrição Cada inscrição tem o valor de R$ 650,00 (seiscentos e cinquenta reais) por participantes. A taxa de inscrição inclui o acesso ao evento e o kit participante. Despesas com passagens aéreas, hospedagem, alimentação e deslocamento são de responsabilidade de cada participante. Programação A programação completa com os nomes dos palestrantes será divulgada em breve. A programação resumida para fins de organização dos participantes pode ser consultada aqui. Reunião do Conselho Nacional de Representantes O Edital de Convocação do Fórum (confira aqui) traz ainda a convocação dos dirigentes municipais de educação que compõem o Conselho Nacional de Representantes (CNR) da Undime para reunião deliberativa, no dia 26 de maio de 2026, às 16h, com o objetivo de analisar e deliberar sobre propostas de alteração estatutária, que serão submetidas à plenária do 11º Fórum Nacional Extraordinário, no dia 27 de maio. 11º Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de EducaçãoData: 24 a 27 de maio de 2026Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília/DFInscrições: 11forumextraordinario.undime.org.brInformações: (61) 3037-7888   Fonte: Undime

MEC lança orientações sobre IA na educação básica

Foto: Divulgação/MEC O Ministério da Educação (MEC) realizou, nesta quarta-feira, 8 de abril, o webinário “IA na educação básica: caminhos para o currículo e a prática docente”, com transmissão ao vivo pelo canal do MEC no YouTube. Durante o encontro, foram apresentadas diretrizes para o uso pedagógico da inteligência artificial nas escolas e lançado o documento orientador “Inteligência Artificial na Educação Básica”, que traz orientações curriculares e princípios para o uso ético da tecnologia no ambiente educacional. A agenda também marcou o lançamento do curso “IA na prática docente: uso ético, criativo e pedagógico”, voltado a professores do ensino médio. A formação está disponível na Plataforma Mais Professores e integra as ações da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec). Realizado em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o webinário reuniu gestores públicos, especialistas e educadores para debater como integrar a inteligência artificial às práticas pedagógicas da educação básica, com foco no uso crítico, responsável e alinhado às políticas educacionais brasileiras. O evento também contou com a participação de especialistas e pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, da Universidade de São Paulo, do Instituto Federal Farroupilha e da Universidade Federal do Pampa. Durante a abertura, a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, destacou que a presença da IA no cotidiano de docentes e estudantes exige que as redes de ensino se preparem para incorporá-la de forma consciente e pedagógica. “A inteligência artificial já é uma realidade, não é mais uma escolha. Então, nós da educação básica, nessa frente de diretrizes e políticas, precisamos estar ao lado das redes educacionais e das escolas, apoiando cada vez mais o fortalecimento do uso dessa ferramenta por professoras e professores e, também, por parte dos nossos estudantes. Não vamos ter medo, vamos aprender a usar”. A diretora de Apoio à Gestão Educacional do MEC, Anita Stefani, ressaltou que a adoção da tecnologia nas escolas precisa vir acompanhada de investimentos em infraestrutura e, principalmente, em formação docente. “A gente precisa garantir a formação de professores, assim como o desenvolvimento de competências, adaptação de currículos, materiais didáticos e recursos educacionais digitais que atendam ao conceito de educação digital e midiática”, destacou. As orientações apresentadas pelo MEC também incluíram o alinhamento do ensino sobre IA às diretrizes curriculares nacionais, bem como o monitoramento contínuo do uso das tecnologias para garantir conformidade com as legislações de proteção de dados e com os direitos de crianças e adolescentes. Documento orientador – O documento apresentado pelo MEC tem como objetivo orientar redes de ensino na construção de currículos, práticas pedagógicas e políticas institucionais que integrem a inteligência artificial de forma ética, crítica e segura. As recomendações estão alinhadas à educação digital e midiática e buscam garantir qualidade e equidade no acesso às tecnologias educacionais. O documento articula o ensino sobre IA e o ensino com IA, e está organizado em cinco capítulos que orientam redes e escolas desde os fundamentos até a implementação. O material propõe caminhos para a integração curricular e apresenta aprendizagens essenciais alinhadas à BNCC e à educação digital e midiática. O texto também traz uma análise de oportunidades e riscos do uso da IA, além de critérios para adoção de soluções tecnológicas e princípios baseados em ética, transparência e centralidade no ser humano, em consonância com legislações como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o ECA Digital. Por fim, apresenta referenciais para a formação de professores e recomendações práticas para sua implementação, reforçando o protagonismo docente e a integração entre currículo, prática pedagógica e gestão educacional. Curso – O curso “IA na prática docente: uso ético, criativo e pedagógico” foi organizado em cinco módulos que abordam fundamentos conceituais, aspectos técnicos, implicações éticas e aplicações pedagógicas da inteligência artificial na educação. A formação busca desenvolver competências para que professores compreendam, analisem criticamente e integrem a IA às práticas educacionais de forma responsável e contextualizada. A proposta está alinhada às competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), aos Saberes Digitais Docentes e aos referenciais de competências em IA para professores e estudantes da Unesco. Escolas Conectadas – A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), do MEC, promove a educação digital e midiática como pilar para a transformação de escolas públicas. Para isso, está estruturada em seis eixos interligados e articula políticas públicas, a fim de universalizar a conectividade com qualidade e garantir o uso pedagógico intencional das tecnologias. Na dimensão pedagógica, além das ações mencionadas, a Enec busca fortalecer o uso da tecnologia de forma consciente e segura a partir de diversas ações, como: – apoio direto às redes de ensino: assessoria técnica para atualização curricular e formação docente, com oferta de especialização, alcançando mais de 4.700 municípios e 6.400 profissionais, em parceria com universidades públicas; – publicação do Guia de Educação Digital e Midiática e do Referencial de Saberes Digitais Docentes, com mais de 186 mil respostas na ferramenta de autodiagnóstico nacional de professores; – formação continuada de professores: ampliação da oferta no Portal Mais Professores, com 83 cursos disponíveis sobre educação digital e midiática e mais de 471 mil certificados emitidos; – disponibilização da plataforma MECRED, com mais de 36 mil recursos educacionais digitais disponíveis para uso pedagógico; – entrega dos primeiros livros didáticos de educação digital e midiática, em 2026, a todas as escolas de ensino médio, por meio do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Essas ações impulsionam a inovação pedagógica, fortalecem a formação docente e promovem a equidade no letramento digital e midiático da comunidade escolar. Resumo | Inteligência Artificial na Educação Básica Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/abril/mec-lanca-orientacoes-sobre-ia-na-educacao-basica

Fórum Nacional Extraordinário da Undime será realizado em maio de 2026

Brasília foi a cidade escolhida para receber Dirigentes Municipais de Educação de todo país     A Undime anunciou a data e o local do 11º Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação. Nas redes sociais (confira aqui), já está pública a informação e o Edital de Convocação foi publicado na edição desta quinta-feira (9), no Diário Oficial da União. O evento será realizado de 24 a 27 de maio, em Brasília/DF, e terá como tema “Undime 40 anos: trajetória, desafios e perspectivas para a educação municipal”. Reunião do Conselho Nacional de Representantes O Edital traz ainda a convocação dos dirigentes municipais de educação que compõem o Conselho Nacional de Representantes (CNR) da Undime para reunião deliberativa no dia 26 de maio de 2026, às 16h, com o objetivo de analisar e deliberar sobre propostas de alteração estatutária, que serão submetidas à plenária do 11º Fórum Nacional Extraordinário, no dia 27 de maio. Edital de patrocinadores e empresas interessadas em expor no evento Outra informação que já disponível sobre o Fórum Nacional de 2026, é o processo de seleção que contemplará patrocinadores nas categorias Diamante e Ouro, além de empresas interessadas em expor no evento. Os editais com todas as informações estão no site da Undime e podem ser acessados aqui.  Em breve serão divulgadas mais informações sobre o evento, bem como o período de inscrições, critérios de participação, programação e outros detalhes. 11º Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de EducaçãoData: 24 a 27 de maio de 2026Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília/DFEdital de Convocação para o Fórum: clique aqui  Fonte: Undime

FNDE e Instituto Alana lançam guia para adaptação de escolas às mudanças climáticas

Publicação reúne orientações objetivas, exemplos aplicáveis e recomendações técnicas para enfrentar calor extremo, enchentes e secas no ambiente escolar. Foto: Joel Reichert O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), e o Instituto Alana lançaram um guia prático voltado à adaptação de escolas e creches diante dos impactos das mudanças climáticas. O material foi desenvolvido no por meio do Acordo de Cooperação Técnica nº 9/2025 e tem como foco orientar gestores públicos, equipes escolares e profissionais da área de infraestrutura na adoção de soluções simples, eficazes e baseadas na natureza. A publicação, “Educação baseada na Natureza: um guia para escolas mais verdes e resilientes”, apresenta soluções baseadas na natureza e propõe intervenções que podem ser aplicadas de forma gradual, conforme a realidade de cada unidade escolar. A proposta é tornar os espaços mais verdes, permeáveis e ventilados, contribuindo para o conforto térmico, a redução de riscos e a melhoria das condições de ensino e aprendizagem. Estruturado de forma didática, o guia está organizado em eixos que vão de diagnósticos, orientações práticas, até caminhos para implementação. Entre os tópicos abordados estão a relação entre infraestrutura escolar e qualidade da educação, diretrizes para adaptação dos espaços com base na natureza, além de informações sobre acesso a recursos públicos para viabilizar intervenções. Dicas práticas do guia O documento reúne um conjunto de medidas que podem ser implementadas em reformas ou adaptações graduais. Entre elas: – Ampliar áreas verdes e plantar árvores para gerar sombra e reduzir a temperatura nos pátios; – Criar pátios naturalizados, que funcionam como espaços de aprendizagem ao ar livre; – Investir em jardins de chuva e áreas permeáveis para melhorar a drenagem e reduzir alagamentos; – Implantar telhados verdes e sistemas de captação de água da chuva; – Utilizar espécies nativas, que exigem menos manutenção e se adaptam melhor ao clima local. Planejamento e recursos O planejamento é apontado como um dos pilares centrais do guia. A publicação orienta que as escolas mantenham diagnósticos atualizados de sua infraestrutura, com laudos técnicos, registros fotográficos e relatórios detalhados, como forma de qualificar a gestão e ampliar as possibilidades de acesso a recursos públicos. Entre as estratégias recomendadas estão a adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE Interativo), o fortalecimento do envolvimento da comunidade escolar e a articulação com secretarias de educação e parlamentares, para viabilizar investimentos e priorizar intervenções estruturais. A iniciativa parte do entendimento de que a infraestrutura escolar é um componente estratégico para assegurar o direito à educação diante da intensificação de eventos climáticos extremos. O material está disponível na plataforma Escola + Natureza. Fonte: FNDEhttps://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-e-instituto-alana-lancam-guia-para-adaptacao-de-escolas-as-mudancas-climaticas

Comissão de Educação terá subcomissão para acompanhar metas do PNE

Colegiado proposto pela presidente da CE, Teresa Leitão, terá 5 senadores Andressa Anholete/Agência Senado A Comissão de Educação (CE) terá uma subcomissão para acompanhar a implementação do Plano Nacional de Educação – PNE (PL 2.614/2024), aprovado pelo Senado em março. A criação do colegiado, que terá cinco senadores, foi aprovada nesta terça-feira (7). O requerimento para a subcomissão foi apresentado pela presidente da CE, senadora Teresa Leitão (PT-PE), que relatou o projeto do PNE. Para ela, os desafios para a efetivação do plano exigem ação coordenada do Poder Público e da sociedade. Por isso, os parlamentares precisarão acompanhar os indicadores de evolução das metas propostas pelo texto, informando possíveis necessidades de revisão. A criação de uma subcomissão para acompanhar as metas foi um compromisso feito pela senadora durante a votação, primeiro na CE e depois no Plenário. —  Acho que o Senado deu um salto de qualidade nessa discussão. Eu, na condição de relatora, contei com o apoio irrestrito de todos os membros da comissão e, depois, do próprio Plenário do Senado, para a gente ver se agiliza e qualifica o processo de implantação do plano — disse Teresa, apoiada pelos senadores Esperidião Amin (PP-SC) e Damares Alves (Republicanos-DF). Outros requerimentosDurante a reunião desta terça-feira, também foram aprovados outros requerimentos, entre eles, para as audiências públicas: – REQ 18/2026 – CE — sobre efetivação do direito à educação nos países lusófonos; – REQ 20/2026 – CE — para instruir o PL 3.535/2025, que institui o Dia Nacional dos Mártires da Confederação do Equador; – REQ 24/2026 – CE — para debater o Estatuto do Trabalhador e da Trabalhadora da Cultura, das Artes e dos Eventos.  Fonte: Agência Senadohttps://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/04/07/comissao-de-educacao-tera-subcomissao-para-acompanhar-metas-do-pne

Boletim Em pauta – Edição nº 812 – 08 de abril de 2026

Comissão de Educação terá subcomissão para acompanhar metas do PNE Leia mais MEC abre as adesões à PND e divulga calendário de 2026 Leia mais MEC disponibiliza ferramentas gratuitas de livros e idiomas Leia mais Nova lei expande oferta de creches e pré-escolas em zonas rurais Leia mais FNDE divulga resultado da etapa eliminatória do concurso Melhores Receitas do PNAE Leia mais Leonardo Barchini assume Ministério da Educação Leia mais MEC lança curso de leitura e escrita para professores Leia mais MEC divulga manual para inscrição na Medalha Paulo Freire Leia mais Educação em movimento: Fórum Undime Santa Catarina 2026 reúne 780 gestores, mobiliza estados e transforma debates em ações concretas Leia mais FNDE amplia prazo para escolas participarem da 8ª Jornada de EAN Leia mais Undime lança editais para o 11º Fórum Nacional Extraordinário Leia mais