MEC lança pesquisa sobre violência contra educadores

O estudo será lançado em videoconferência na sexta-feira, 7 de junho. Interessados podem acompanhar a live por meio do canal do MEC no YouTube   O Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), lançará na sexta-feira, 7 de junho, a pesquisa “A violência contra educadores como ameaça à educação democrática: um estudo sobre a perseguição de educadores no Brasil”. O estudo é produzido pelo Observatório Nacional da Violência contra Educadores (Onve), e o lançamento será feito em live no canal do MEC no YouTube, a partir das 15h (horário de Brasília). O objetivo do Observatório é gerar dados e conhecimentos técnicos que permitam a defesa e a reparação de educadores que sofram ou tenham sofrido violência no exercício da profissão. No momento, a instituição tem três frentes principais de atuação: Elaboração de uma pesquisa nacional para, a partir de um banco de dados seguro e confiável, traçar um diagnóstico da violência contra educadores em nosso país; Elaboração de protocolos de acolhimento jurídico e psicológico para educadores vítimas de violência no exercício de suas funções que possam ser implantados em momento posterior, bem como replicados e adaptados pelas mais diversas instituições, tanto do poder público quanto da sociedade civil; Elaboração de protocolos para o Disque 100 ser usado como ferramenta de recepção de denúncias por professores que passam por violência no exercício de sua função. O estudo, de caráter nacional, é dedicado a investigar as diversas formas de violência contra as liberdades de aprender e de ensinar enfrentadas por profissionais da educação no Brasil. Com abrangência em todos os níveis de ensino e em todas as regiões do País, essa pesquisa busca mapear a situação atual por meio de um questionário on-line, visando contribuir para a formulação de políticas públicas e estratégias de apoio concretas. Onve – O Onve é um projeto de extensão interinstitucional, com sede na UFF e voltado para o estudo e o combate a violências cometidas contra profissionais da educação, as quais violam as liberdades de aprender e de ensinar. Os pesquisadores, as associações e os movimentos sociais os quais compõem o Observatório entendem que o entrelaçamento entre as liberdades de aprender e de ensinar e o direito à educação é um fundamento da democracia no Brasil. O diagnóstico do Observatório é que existe uma perseguição sistemática a educadores, um fenômeno ainda menos discutido do que se deveria. O Onve foi criado para investigar tal perseguição e produzir dados e estudos sobre o assunto. O combate a esse problema será feito por meio de: formação com sindicatos da categoria, campanhas direcionadas, publicização dos dados obtidos e apoio na produção de políticas públicas de defesa desse público. Por fim, o Observatório vai produzir protocolos de atendimento jurídico e psicológico a educadores para serem utilizados pelo poder público e pela sociedade civil.     Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/junho/mec-lanca-pesquisa-sobre-violencia-contra-educadores   

MEC lança 1ª Olimpíada de Educação Financeira

Parceria entre MEC, Tesouro Nacional e B3 busca promover educação financeira entre alunos dos anos finais do ensino fundamental e da 1ª série do ensino médio O Ministério da Educação (MEC), junto ao Tesouro Nacional e à B3, lançou a 1ª Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira (Olitef): Tesouros do Amanhã. A ação, que deve ocorrer anualmente, visa fomentar os conceitos da educação e da responsabilidade financeira entre os estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e da 1ª série do ensino médio. A previsão é de que as provas sejam aplicadas no dia 17 de setembro, em todas as unidades federativas do Brasil, para alunos de escolas públicas e privadas. A iniciativa parte da premissa de que todos os estudantes devem ter acesso a conteúdos e materiais sobre planejamento orçamentário e educação financeira, essenciais para a tomada de decisões cada vez mais conscientes e responsáveis ao longo da vida. Como preparação para as olimpíadas, será oferecida uma plataforma que capacita professores com recursos didáticos especializados, ao mesmo tempo em que prepara os alunos para gerenciar os recursos (ganhos e gastos), economizar dinheiro de forma eficaz e entender as diferentes alternativas de investimentos. Além de ser uma olimpíada, a ação pretende criar uma jornada de conhecimento de educação financeira para escolas, professores e alunos. Todos os participantes receberão certificados digitais, e os melhores desempenhos serão reconhecidos com medalhas. Para incentivar a participação e o engajamento, a olimpíada oferecerá também um plano de premiações, contemplando as escolas públicas e seus professores. Aquelas que tiverem maior nível de engajamento e desempenho, bem como os professores mais comprometidos, receberão premiações para investir em melhorias na própria escola, como laboratórios de ciência e computação, bibliotecas, compra de equipamentos, entre outros. Haverá duas escolas contempladas por estado, totalizando 54 instituições de ensino. Inscrições – As escolas interessadas em participar da Olitef Tesouros do Amanhã devem acessar o site oficial (clique aqui) para se inscrever, até o dia 9 de setembro. As provas serão realizadas no mesmo mês, de forma presencial nas escolas cadastradas. As inscrições para a fase de premiações ocorrerão em momento posterior, assim que for publicado o regulamento que dispõe sobre as regras para os prêmios. Todas as escolas públicas e particulares do Brasil estão convidadas a participar dessa iniciativa. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/maio/mec-lanca-1a-olimpiada-de-educacao-financeira Parceria entre MEC, Tesouro Nacional e B3 busca promover educação financeira entre alunos dos anos finais do ensino fundamental e da 1ª série do ensino médio O Ministério da Educação (MEC), junto ao Tesouro Nacional e à B3, lançou a 1ª Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira (Olitef): Tesouros do Amanhã. A ação, que deve ocorrer anualmente, visa fomentar os conceitos da educação e da responsabilidade financeira entre os estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e da 1ª série do ensino médio. A previsão é de que as provas sejam aplicadas no dia 17 de setembro, em todas as unidades federativas do Brasil, para alunos de escolas públicas e privadas. A iniciativa parte da premissa de que todos os estudantes devem ter acesso a conteúdos e materiais sobre planejamento orçamentário e educação financeira, essenciais para a tomada de decisões cada vez mais conscientes e responsáveis ao longo da vida. Como preparação para as olimpíadas, será oferecida uma plataforma que capacita professores com recursos didáticos especializados, ao mesmo tempo em que prepara os alunos para gerenciar os recursos (ganhos e gastos), economizar dinheiro de forma eficaz e entender as diferentes alternativas de investimentos. Além de ser uma olimpíada, a ação pretende criar uma jornada de conhecimento de educação financeira para escolas, professores e alunos. Todos os participantes receberão certificados digitais, e os melhores desempenhos serão reconhecidos com medalhas. Para incentivar a participação e o engajamento, a olimpíada oferecerá também um plano de premiações, contemplando as escolas públicas e seus professores. Aquelas que tiverem maior nível de engajamento e desempenho, bem como os professores mais comprometidos, receberão premiações para investir em melhorias na própria escola, como laboratórios de ciência e computação, bibliotecas, compra de equipamentos, entre outros. Haverá duas escolas contempladas por estado, totalizando 54 instituições de ensino. Inscrições – As escolas interessadas em participar da Olitef Tesouros do Amanhã devem acessar o site oficial (clique aqui) para se inscrever, até o dia 9 de setembro. As provas serão realizadas no mesmo mês, de forma presencial nas escolas cadastradas. As inscrições para a fase de premiações ocorrerão em momento posterior, assim que for publicado o regulamento que dispõe sobre as regras para os prêmios. Todas as escolas públicas e particulares do Brasil estão convidadas a participar dessa iniciativa. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/maio/mec-lanca-1a-olimpiada-de-educacao-financeira

Educação Conectada: Conviva realiza encontro técnico sobre o tema

Objetivo foi abordar com diretores escolares a elaboração do Plano de Aplicação Financeira (PAF) da política A Undime, por meio da plataforma Conviva Educação, realizou nesta quarta-feira, 5 de junho, o Encontro Técnico “Educação Conectada 2024: gestores escolares & PDDE Interativo”, com o objetivo de abordar a elaboração do Plano de Aplicação Financeira (PAF) do Educação Conectada de 2024 no PDDE Interativo. A política busca apoiar as escolas na contratação de internet de alta velocidade e fomentar o uso pedagógico de tecnologias digitais na educação básica. Para garantir o acesso aos recursos, o gestor escolar deve acessar o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE Interativo) até o dia 14 de junho e seguir o caminho indicado. “Com o Escolas Conectadas, queremos educar com tecnologia para garantir a inclusão e a cidadania digital. É utilizar esses como ferramentas para contribuir com o aprendizado dos estudantes e prepará-los para os novos desafios do mundo digital”, afirmou coordenadora-geral de Tecnologia e Inovação da Secretaria de Educação Básica (SEB), Ana Dal Fabbro. Caso tenha perdido o Encontro, acesse aqui a galeria de vídeos do Conviva. https://convivaeducacao.org.br/galeria/688 Fonte: Conviva, com informações do MEC Objetivo foi abordar com diretores escolares a elaboração do Plano de Aplicação Financeira (PAF) da política A Undime, por meio da plataforma Conviva Educação, realizou nesta quarta-feira, 5 de junho, o Encontro Técnico “Educação Conectada 2024: gestores escolares & PDDE Interativo”, com o objetivo de abordar a elaboração do Plano de Aplicação Financeira (PAF) do Educação Conectada de 2024 no PDDE Interativo. A política busca apoiar as escolas na contratação de internet de alta velocidade e fomentar o uso pedagógico de tecnologias digitais na educação básica. Para garantir o acesso aos recursos, o gestor escolar deve acessar o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE Interativo) até o dia 14 de junho e seguir o caminho indicado. “Com o Escolas Conectadas, queremos educar com tecnologia para garantir a inclusão e a cidadania digital. É utilizar esses como ferramentas para contribuir com o aprendizado dos estudantes e prepará-los para os novos desafios do mundo digital”, afirmou coordenadora-geral de Tecnologia e Inovação da Secretaria de Educação Básica (SEB), Ana Dal Fabbro. Caso tenha perdido o Encontro, acesse aqui a galeria de vídeos do Conviva. https://convivaeducacao.org.br/galeria/688 Fonte: Conviva, com informações do MEC

Fórum Undime Região Sul: acesse as apresentações utilizadas nas palestras

Evento aconteceu nos dias 3 e 4 de junho, em Curitiba/PR (Foto: Undime) O Fórum Regional Sul da Undime contou com a participação de cerca de 500 pessoas, entre dirigentes municipais de educação e técnicos, dos municípios do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sulte do país. O evento foi realizado em Curitiba, nos dias 3 e 4 de junho. Confira as apresentações dos palestrantes que permitiram a divulgação dos materiais: 3 de junho – segunda-feira Execução do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada: regime de colaboração, monitoramento e avaliação das atividades e resultados – Alexsandro Santos, Diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do Ministério da Educação (clique aqui)– Caíque Bellato, Doutor e Mestre em Ciências Sociais pelo PPGCIS/PUC-Rio. Articulador CAEd na implementação e execução da Plataforma Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, do Ministério de Educação (clique aqui) O Censo Escolar como ferramenta para qualificar a colaboração federativa: matrículas em EJA e em Tempo Integral / Construção do Indicador Criança Alfabetizada – Fábio Pereira Bravin, Coordenador-Geral de Controle de Qualidade e de Tratamento da Informação do Inep (clique aqui)– Rubens Campos de Lacerda Júnior, Diretor de Avaliação da Educação Básica – do Inep (clique aqui) Educação integral, integrada e integradora e as dimensões do ser – Aline Zero Soares, Coordenadora de Projetos de Educação Integral em Tempo Integral do Ministério da Educação (clique aqui)– Audria Constantin, Gerente do Programa Educação Cidadã da Controladoria Geral da União (clique aqui)– Marcos Antonio Fari Junior, Professor de Educação Física e Mestre em Educação (clique aqui)– Maria Lúcia Voto, Gerente de Gestão do Instituto Ayrton Senna (clique aqui) 4 de junho – terça-feira Como implementar as Leis 10.639/03 e 11.645/08 e promover o ensino da “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”– Giane Vargas, Coordenadora de Projetos na Coordenação-Geral de Formação Continuada para Relações Étnico-Raciais e Educação Quilombola do Ministério da Educação (clique aqui) Gestão democrática, redução das desigualdades educacionais e o VAAR – Maria Teresa Gonzaga Alves, Diretora de Estudos Educacionais do Inep (clique aqui) – Valdoir Pedro Wathier, Diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica do Ministério da Educação (clique aqui) Os desafios da implementação das Políticas de Conectividade e de Educação Digital no cotidiano escolar– Ana dal Fabbro, Coordenadora-Geral de de Tecnologia e Inovação da Educação Básica do Ministério da Educação (clique aqui)– Catherine Merchan, Gerente de Estudos e Coalizões da Fundação Telefônica Vivo (clique aqui) Os desafios das adolescências no processo de escolarização– Allan Greicon, Consultor da Coordenação-Geral de Ensino Fundamental do Ministério da Educação (clique aqui)– Cláudia Varela Sintoni, Gerente de Implementação no Itaú Social (clique aqui) Fonte: Undime Evento aconteceu nos dias 3 e 4 de junho, em Curitiba/PR (Foto: Undime) O Fórum Regional Sul da Undime contou com a participação de cerca de 500 pessoas, entre dirigentes municipais de educação e técnicos, dos municípios do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sulte do país. O evento foi realizado em Curitiba, nos dias 3 e 4 de junho. Confira as apresentações dos palestrantes que permitiram a divulgação dos materiais: 3 de junho – segunda-feira Execução do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada: regime de colaboração, monitoramento e avaliação das atividades e resultados – Alexsandro Santos, Diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do Ministério da Educação (clique aqui)- Caíque Bellato, Doutor e Mestre em Ciências Sociais pelo PPGCIS/PUC-Rio. Articulador CAEd na implementação e execução da Plataforma Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, do Ministério de Educação (clique aqui) O Censo Escolar como ferramenta para qualificar a colaboração federativa: matrículas em EJA e em Tempo Integral / Construção do Indicador Criança Alfabetizada – Fábio Pereira Bravin, Coordenador-Geral de Controle de Qualidade e de Tratamento da Informação do Inep (clique aqui)- Rubens Campos de Lacerda Júnior, Diretor de Avaliação da Educação Básica – do Inep (clique aqui) Educação integral, integrada e integradora e as dimensões do ser – Aline Zero Soares, Coordenadora de Projetos de Educação Integral em Tempo Integral do Ministério da Educação (clique aqui)- Audria Constantin, Gerente do Programa Educação Cidadã da Controladoria Geral da União (clique aqui)- Marcos Antonio Fari Junior, Professor de Educação Física e Mestre em Educação (clique aqui)- Maria Lúcia Voto, Gerente de Gestão do Instituto Ayrton Senna (clique aqui) 4 de junho – terça-feira Como implementar as Leis 10.639/03 e 11.645/08 e promover o ensino da “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”- Giane Vargas, Coordenadora de Projetos na Coordenação-Geral de Formação Continuada para Relações Étnico-Raciais e Educação Quilombola do Ministério da Educação (clique aqui)Gestão democrática, redução das desigualdades educacionais e o VAAR- Maria Teresa Gonzaga Alves, Diretora de Estudos Educacionais do Inep (clique aqui) – Valdoir Pedro Wathier, Diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica do Ministério da Educação (clique aqui) Os desafios da implementação das Políticas de Conectividade e de Educação Digital no cotidiano escolar- Ana dal Fabbro, Coordenadora-Geral de de Tecnologia e Inovação da Educação Básica do Ministério da Educação (clique aqui)- Catherine Merchan, Gerente de Estudos e Coalizões da Fundação Telefônica Vivo (clique aqui) Os desafios das adolescências no processo de escolarização- Allan Greicon, Consultor da Coordenação-Geral de Ensino Fundamental do Ministério da Educação (clique aqui)- Cláudia Varela Sintoni, Gerente de Implementação no Itaú Social (clique aqui) Fonte: Undime

Undime participa do lançamento do pacto nacional para valorização da EJA e superação do analfabetismo

Governo Federal pretende inverstir cerca de R$ 4 bilhões em diferentes ações; adesão ficará disponível a partir de 17 de junho no Simec A Undime participou, nesta quinta-feira (6), em Brasília, da cerimônia de lançamento do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos – Lendo o Mundo e Escrevendo a Própria História. A instituição foi representada pelo vice-presidente, Silvio Fidelis, Dirigente Municipal de Educação de Várzea Grande/MT e presidente da Undime Mato Grosso, compondo a mesa de autoridades. Também participaram do lançamento, o presidente da Undime Paraíba e Dirigente Municipal de Educação de Esperança/PB, Michael Lopes da Silva, vice-presidente da Undime Região Nordeste; e a coordenadora institucional, Maria Edineide de Almeida Batista. O ministro da Educação Camilo Santana, assinou o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (EJA), com a finalidade de apoiar os Estados, o Distrito Federal e os Municípios na erradicação do analfabetismo e na qualificação dos estudantes da EJA e contará com a articulação intersetorial e a participação de diferentes ministérios, da sociedade civil organizada, dos organismos internacionais e do setor produtivo. Para a execução do Pacto, haverá mais de R$ 4 bilhões investidos em diferentes ações. Os objetivos são superar o analfabetismo de jovens, adultos e idosos; elevar a escolaridade de jovens, adultos e idosos; ampliar a oferta de matrículas da educação de jovens e adultos (EJA) nos sistemas públicos de ensino, inclusive entre os estudantes privados de liberdade; e ampliar a oferta da EJA integrada à educação profissional. De acordo com o Decreto Nº 12.048, de 5 de Junho de 2024, publicado no Diário Oficial da União, as ações do Pacto serão orientadas pelos seguintes eixos: I – governança e participação social; II – estratégias e desenhos diferenciados para expansão da EJA; e III – fortalecimento do processo de alfabetização e qualificação da EJA, bem como de quatro subeixos: a) formação dos profissionais da educação e dos educadores populares; b) governança e gestão; c) materiais didáticos e pedagógicos; e d) monitoramento e avaliação. O conjunto de ações, programas e estratégias previstos será implementado por meio de uma estrutura de governança que estimula a articulação e a colaboração entre diferentes atores nos territórios, em benefício de estudantes, professores, educadores populares e gestores envolvidos nas diferentes etapas da EJA e nas turmas do Programa Brasil Alfabetizado (PBA). Integram a estrutura de governança: Governança Executiva: Câmara Permanente de Alfabetização e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (CampEja), por meio do MEC, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). Coordenação Estratégica: 56 coordenadores de gestão e formação; 1.719 articuladores regionais de gestão e formação. Governança Consultiva: Comissão Nacional de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos (Cnaeja). Acompanhamento e Monitoramento: Comissão Permanente de Educação do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Justiça (Copeduc), Associação dos Membros dos Tribunais de Contas (Atricon) e Controladoria-Geral da União (CGU). A adesão pelos entes estaduais e municipais será iniciada no dia 17 de junho de 2024 e será realizada por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec), disponível em: https://simec.mec.gov.br/login.php O vice-presidente da Undime, Silvio Fidelis, parabenizou a iniciativa do Governo Federal. “Acreditamos nessa parceria para que nós, enquanto representantes dos gestores da educação nos 5.569 municípios, possamos realizar uma grande mobilização para a adesão. É um trabalho em regime de colaboração dos entes federal, estadual e municipal que vai unir forças para a erradicação do analfabetismo e para que nossos jovens e adultos tenham melhores condições de aprendizado. Quando buscamos essas alternativas de propiciar superação é para que as pessoas, ao serem alfabetizadas, possam se aperfeiçoar, crescer profissionalmente e se integrar ainda melhor no mercado de trabalho, promovendo uma verdadeira mudança de vida”, completou Durante a cerimônia de lançamento, o Ministro de Estado da Educação, Camilo Santana, informou que a EJA é um desafio histórico e persistente para a política educacional brasileira. “Os dados do Censo Demográfico de 2022 nos mostram que, em plena sociedade da informação, da tecnologia, da inteligência artificial, o Brasil tem uma taxa de 7% de analfabetismo. Os números também escancaram que o analfabetismo tem cor, raça e está marcado regionalmente. Portanto, queremos, por meio do Pacto, atacar o analfabetismo, as desigualdades e a baixa escolaridade brasileira”, finalizou. Conheça as demais ações previstas acessando a cartilha do Pacto. Fonte: Undime (com informações do MEC) Governo Federal pretende inverstir cerca de R$ 4 bilhões em diferentes ações; adesão ficará disponível a partir de 17 de junho no Simec A Undime participou, nesta quinta-feira (6), em Brasília, da cerimônia de lançamento do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos – Lendo o Mundo e Escrevendo a Própria História. A instituição foi representada pelo vice-presidente, Silvio Fidelis, Dirigente Municipal de Educação de Várzea Grande/MT e presidente da Undime Mato Grosso, compondo a mesa de autoridades. Também participaram do lançamento, o presidente da Undime Paraíba e Dirigente Municipal de Educação de Esperança/PB, Michael Lopes da Silva, vice-presidente da Undime Região Nordeste; e a coordenadora institucional, Maria Edineide de Almeida Batista. O ministro da Educação Camilo Santana, assinou o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (EJA), com a finalidade de apoiar os Estados, o Distrito Federal e os Municípios na erradicação do analfabetismo e na qualificação dos estudantes da EJA e contará com a articulação intersetorial e a participação de diferentes ministérios, da sociedade civil organizada, dos organismos internacionais e do setor produtivo. Para a execução do Pacto, haverá mais de R$ 4 bilhões investidos em diferentes ações. Os objetivos são superar o analfabetismo de jovens, adultos e idosos; elevar a escolaridade de jovens, adultos e idosos; ampliar a oferta de matrículas da educação de jovens e adultos (EJA) nos sistemas públicos de ensino, inclusive entre os estudantes privados de liberdade; e ampliar a oferta da EJA integrada à educação profissional. De acordo com o Decreto Nº

Undime participa do lançamento do pacto nacional para valorização da EJA e superação do analfabetismo

Governo Federal pretende inverstir cerca de R$ 4 bilhões em diferentes ações; adesão ficará disponível a partir de 17 de junho no Simec A Undime participou, nesta quinta-feira (6), em Brasília, da cerimônia de lançamento do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos – Lendo o Mundo e Escrevendo a Própria História. A instituição foi representada pelo vice-presidente, Silvio Fidelis, Dirigente Municipal de Educação de Várzea Grande/MT e presidente da Undime Mato Grosso, compondo a mesa de autoridades. Também participaram do lançamento, o presidente da Undime Paraíba e Dirigente Municipal de Educação de Esperança/PB, Michael Lopes da Silva, vice-presidente da Undime Região Nordeste; e a coordenadora institucional, Maria Edineide de Almeida Batista. O ministro da Educação Camilo Santana, assinou o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (EJA), com a finalidade de apoiar os Estados, o Distrito Federal e os Municípios na erradicação do analfabetismo e na qualificação dos estudantes da EJA e contará com a articulação intersetorial e a participação de diferentes ministérios, da sociedade civil organizada, dos organismos internacionais e do setor produtivo. Para a execução do Pacto, haverá mais de R$ 4 bilhões investidos em diferentes ações. Os objetivos são superar o analfabetismo de jovens, adultos e idosos; elevar a escolaridade de jovens, adultos e idosos; ampliar a oferta de matrículas da educação de jovens e adultos (EJA) nos sistemas públicos de ensino, inclusive entre os estudantes privados de liberdade; e ampliar a oferta da EJA integrada à educação profissional. De acordo com o Decreto Nº 12.048, de 5 de Junho de 2024, publicado no Diário Oficial da União, as ações do Pacto serão orientadas pelos seguintes eixos: I – governança e participação social; II – estratégias e desenhos diferenciados para expansão da EJA; e III – fortalecimento do processo de alfabetização e qualificação da EJA, bem como de quatro subeixos: a) formação dos profissionais da educação e dos educadores populares; b) governança e gestão; c) materiais didáticos e pedagógicos; e d) monitoramento e avaliação.   O conjunto de ações, programas e estratégias previstos será implementado por meio de uma estrutura de governança que estimula a articulação e a colaboração entre diferentes atores nos territórios, em benefício de estudantes, professores, educadores populares e gestores envolvidos nas diferentes etapas da EJA e nas turmas do Programa Brasil Alfabetizado (PBA). Integram a estrutura de governança: Governança Executiva: Câmara Permanente de Alfabetização e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (CampEja), por meio do MEC, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). Coordenação Estratégica: 56 coordenadores de gestão e formação; 1.719 articuladores regionais de gestão e formação. Governança Consultiva: Comissão Nacional de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos (Cnaeja). Acompanhamento e Monitoramento: Comissão Permanente de Educação do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Justiça (Copeduc), Associação dos Membros dos Tribunais de Contas (Atricon) e Controladoria-Geral da União (CGU). A adesão pelos entes estaduais e municipais será iniciada no dia 17 de junho de 2024 e será realizada por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec), disponível em: https://simec.mec.gov.br/login.php O vice-presidente da Undime, Silvio Fidelis, parabenizou a iniciativa do Governo Federal. “Acreditamos nessa parceria para que nós, enquanto representantes dos gestores da educação nos 5.569 municípios, possamos realizar uma grande mobilização para a adesão. É um trabalho em regime de colaboração dos entes federal, estadual e municipal que vai unir forças para a erradicação do analfabetismo e para que nossos jovens e adultos tenham melhores condições de aprendizado. Quando buscamos essas alternativas de propiciar superação é para que as pessoas, ao serem alfabetizadas, possam se aperfeiçoar, crescer profissionalmente e se integrar ainda melhor no mercado de trabalho, promovendo uma verdadeira mudança de vida”, completou Durante a cerimônia de lançamento, o Ministro de Estado da Educação, Camilo Santana, informou que a EJA é um desafio histórico e persistente para a política educacional brasileira. “Os dados do Censo Demográfico de 2022 nos mostram que, em plena sociedade da informação, da tecnologia, da inteligência artificial, o Brasil tem uma taxa de 7% de analfabetismo. Os números também escancaram que o analfabetismo tem cor, raça e está marcado regionalmente. Portanto, queremos — por meio do Pacto — atacar o analfabetismo, as desigualdades e a baixa escolaridade brasileira”, finalizou.     Conheça as demais ações previstas acessando a cartilha do Pacto.   Fonte: Undime (com informações do MEC)    

Fórum Undime Região Sul: acesse as apresentações utilizadas nas palestras

Evento aconteceu nos dias 3 e 4 de junho, em Curitiba/PR (Foto: Undime)   O Fórum Regional Sul da Undime contou com a participação de cerca de 500 pessoas, entre dirigentes municipais de educação e técnicos, dos municípios do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sulte do país. O evento foi realizado em Curitiba, nos dias 3 e 4 de junho. Confira as apresentações dos palestrantes que permitiram a divulgação dos materiais: 3 de junho – segunda-feira Execução do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada: regime de colaboração, monitoramento e avaliação das atividades e resultados – Alexsandro Santos, Diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do Ministério da Educação (clique aqui)– Caíque Bellato, Doutor e Mestre em Ciências Sociais pelo PPGCIS/PUC-Rio. Articulador CAEd na implementação e execução da Plataforma Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, do Ministério de Educação (clique aqui) O Censo Escolar como ferramenta para qualificar a colaboração federativa: matrículas em EJA e em Tempo Integral / Construção do Indicador Criança Alfabetizada – Fábio Pereira Bravin, Coordenador-Geral de Controle de Qualidade e de Tratamento da Informação do Inep (clique aqui)– Rubens Campos de Lacerda Júnior, Diretor de Avaliação da Educação Básica – do Inep (clique aqui) Educação integral, integrada e integradora e as dimensões do ser – Aline Zero Soares, Coordenadora de Projetos de Educação Integral em Tempo Integral do Ministério da Educação (clique aqui)– Audria Constantin, Gerente do Programa Educação Cidadã da Controladoria Geral da União (clique aqui)– Marcos Antonio Fari Junior, Professor de Educação Física e Mestre em Educação (clique aqui)– Maria Lúcia Voto, Gerente de Gestão do Instituto Ayrton Senna (clique aqui) 4 de junho – terça-feira Como implementar as Leis 10.639/03 e 11.645/08 e promover o ensino da “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”– Giane Vargas, Coordenadora de Projetos na Coordenação-Geral de Formação Continuada para Relações Étnico-Raciais e Educação Quilombola do Ministério da Educação (clique aqui) Gestão democrática, redução das desigualdades educacionais e o VAAR – Maria Teresa Gonzaga Alves, Diretora de Estudos Educacionais do Inep (clique aqui) – Valdoir Pedro Wathier, Diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica do Ministério da Educação (clique aqui) Os desafios da implementação das Políticas de Conectividade e de Educação Digital no cotidiano escolar– Ana dal Fabbro, Coordenadora-Geral de de Tecnologia e Inovação da Educação Básica do Ministério da Educação (clique aqui)– Catherine Merchan, Gerente de Estudos e Coalizões da Fundação Telefônica Vivo (clique aqui) Os desafios das adolescências no processo de escolarização– Allan Greicon, Consultor da Coordenação-Geral de Ensino Fundamental do Ministério da Educação (clique aqui)– Cláudia Varela Sintoni, Gerente de Implementação no Itaú Social (clique aqui)   Fonte: Undime

Educação Conectada: Conviva realiza encontro técnico sobre o tema

Objetivo foi abordar com diretores escolares a elaboração do Plano de Aplicação Financeira (PAF) da política   A Undime, por meio da plataforma Conviva Educação, realizou nesta quarta-feira, 5 de junho, o Encontro Técnico “Educação Conectada 2024: gestores escolares & PDDE Interativo”, com o objetivo de abordar a elaboração do Plano de Aplicação Financeira (PAF) do Educação Conectada de 2024 no PDDE Interativo. A política busca apoiar as escolas na contratação de internet de alta velocidade e fomentar o uso pedagógico de tecnologias digitais na educação básica. Para garantir o acesso aos recursos, o gestor escolar deve acessar o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE Interativo) até o dia 14 de junho e seguir o caminho indicado. “Com o Escolas Conectadas, queremos educar com tecnologia para garantir a inclusão e a cidadania digital. É utilizar esses como ferramentas para contribuir com o aprendizado dos estudantes e prepará-los para os novos desafios do mundo digital”, afirmou coordenadora-geral de Tecnologia e Inovação da Secretaria de Educação Básica (SEB), Ana Dal Fabbro. Caso tenha perdido o Encontro, acesse aqui a galeria de vídeos do Conviva.  https://convivaeducacao.org.br/galeria/688 Fonte: Conviva, com informações do MEC

MEC lança 1ª Olimpíada de Educação Financeira

Parceria entre MEC, Tesouro Nacional e B3 busca promover educação financeira entre alunos dos anos finais do ensino fundamental e da 1ª série do ensino médio   O Ministério da Educação (MEC), junto ao Tesouro Nacional e à B3, lançou a 1ª Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira (Olitef): Tesouros do Amanhã. A ação, que deve ocorrer anualmente, visa fomentar os conceitos da educação e da responsabilidade financeira entre os estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e da 1ª série do ensino médio. A previsão é de que as provas sejam aplicadas no dia 17 de setembro, em todas as unidades federativas do Brasil, para alunos de escolas públicas e privadas. A iniciativa parte da premissa de que todos os estudantes devem ter acesso a conteúdos e materiais sobre planejamento orçamentário e educação financeira — essenciais para a tomada de decisões cada vez mais conscientes e responsáveis ao longo da vida. Como preparação para as olimpíadas, será oferecida uma plataforma que capacita professores com recursos didáticos especializados, ao mesmo tempo em que prepara os alunos para gerenciar os recursos (ganhos e gastos), economizar dinheiro de forma eficaz e entender as diferentes alternativas de investimentos. Além de ser uma olimpíada, a ação pretende criar uma jornada de conhecimento de educação financeira para escolas, professores e alunos. Todos os participantes receberão certificados digitais, e os melhores desempenhos serão reconhecidos com medalhas. Para incentivar a participação e o engajamento, a olimpíada oferecerá também um plano de premiações, contemplando as escolas públicas e seus professores. Aquelas que tiverem maior nível de engajamento e desempenho, bem como os professores mais comprometidos, receberão premiações para investir em melhorias na própria escola, como laboratórios de ciência e computação, bibliotecas, compra de equipamentos, entre outros. Haverá duas escolas contempladas por estado, totalizando 54 instituições de ensino. Inscrições – As escolas interessadas em participar da Olitef Tesouros do Amanhã devem acessar o site oficial (clique aqui) para se inscrever, até o dia 9 de setembro. As provas serão realizadas no mesmo mês, de forma presencial nas escolas cadastradas. As inscrições para a fase de premiações ocorrerão em momento posterior, assim que for publicado o regulamento que dispõe sobre as regras para os prêmios. Todas as escolas públicas e particulares do Brasil estão convidadas a participar dessa iniciativa. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/maio/mec-lanca-1a-olimpiada-de-educacao-financeira 

Inep publica o Indicador Criança Alfabetizada

Índice é calculado com base nos resultados das avaliações do 2º ano do fundamental, realizadas pelos sistemas estaduais, em cooperação técnica com o Instituto O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou, na última semana, o Indicador Criança Alfabetizada, que revela o percentual de estudantes matriculados no 2º ano do ensino fundamental com o padrão nacional de alfabetização, estabelecido pela pesquisa Alfabetiza Brasil. O indicador é calculado com base nos resultados das avaliações da alfabetização, conduzidas pelos sistemas estaduais em organização complementar ao Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O objetivo é permitir o monitoramento do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, do Ministério da Educação (MEC). Em 2023, no Brasil, 56% das crianças nessa etapa de ensino estavam alfabetizadas. Em relação às cinco regiões do país, o Sul e o Centro-Oeste obtiveram resultados acima da média nacional, com 67% e 57% de crianças alfabetizadas, respectivamente. O Sudeste e o Nordeste ficaram com os seguintes percentuais: 55% e 54%. A Região Norte obteve um percentual abaixo da média nacional, com 50% de crianças alfabetizadas ao final do 2º ano do fundamental. Isso significa que: Esses estudantes leem palavras, frases e textos curtos; Localizam informações explícitas em textos curtos (até seis linhas), como em bilhete, crônica e fragmento de conto infantil; Inferem informações em textos que articulam linguagem verbal e não verbal, entre outras habilidades. O Inep também calculou metas globais e intermediárias específicas para estados e municípios, a fim de que toda criança esteja alfabetizada até 2030. As metas foram divididas em 5 níveis: Abaixo do nível 1 – até 40%; Nível 1 – entre 40% e 50%; Nível 2 – entre 50% e 60%; Nível 3 – entre 60% e 70%; Nível 4 – entre 70% e 80%; Nível 5 – acima de 80%. A meta proposta para 2023 foi que cada estado da Federação alcançasse ou superasse o resultado obtido no período pré-pandemia. Ao todo, 19 deles (veja a tabela) conseguiram atingir o objetivo neste primeiro ano de vigência do Compromisso. Foram eles: Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Sergipe e Tocantins. Resultados e metas Participação – Todos os estados que possuem sistemas de avaliação tiveram os resultados publicados. Já nas redes municipais, que concentram 86% das 11.644.258 matrículas dos anos iniciais do ensino fundamental, os resultados foram divulgados somente para aquelas que atingiram, pelo menos, 70% de participação. Apenas 1,5% dos municípios participantes não conseguiram o percentual mínimo. Cerca de 90% dos municípios alcançaram mais de 80% de participação nas avaliações aplicadas. Confira os resultadosSaiba mais sobre a Avaliação da AlfabetizaçãoSaiba mais sobre a Alfabetiza Brasil Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/avaliacao-da-alfabetizacao/inep-publica-o-indicador-crianca-alfabetizada Índice é calculado com base nos resultados das avaliações do 2º ano do fundamental, realizadas pelos sistemas estaduais, em cooperação técnica com o Instituto O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou, na última semana, o Indicador Criança Alfabetizada, que revela o percentual de estudantes matriculados no 2º ano do ensino fundamental com o padrão nacional de alfabetização, estabelecido pela pesquisa Alfabetiza Brasil. O indicador é calculado com base nos resultados das avaliações da alfabetização, conduzidas pelos sistemas estaduais em organização complementar ao Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O objetivo é permitir o monitoramento do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, do Ministério da Educação (MEC). Em 2023, no Brasil, 56% das crianças nessa etapa de ensino estavam alfabetizadas. Em relação às cinco regiões do país, o Sul e o Centro-Oeste obtiveram resultados acima da média nacional, com 67% e 57% de crianças alfabetizadas, respectivamente. O Sudeste e o Nordeste ficaram com os seguintes percentuais: 55% e 54%. A Região Norte obteve um percentual abaixo da média nacional, com 50% de crianças alfabetizadas ao final do 2º ano do fundamental. Isso significa que: Esses estudantes leem palavras, frases e textos curtos; Localizam informações explícitas em textos curtos (até seis linhas), como em bilhete, crônica e fragmento de conto infantil; Inferem informações em textos que articulam linguagem verbal e não verbal, entre outras habilidades. O Inep também calculou metas globais e intermediárias específicas para estados e municípios, a fim de que toda criança esteja alfabetizada até 2030. As metas foram divididas em 5 níveis: Abaixo do nível 1 – até 40%; Nível 1 – entre 40% e 50%; Nível 2 – entre 50% e 60%; Nível 3 – entre 60% e 70%; Nível 4 – entre 70% e 80%; Nível 5 – acima de 80%. A meta proposta para 2023 foi que cada estado da Federação alcançasse ou superasse o resultado obtido no período pré-pandemia. Ao todo, 19 deles (veja a tabela) conseguiram atingir o objetivo neste primeiro ano de vigência do Compromisso. Foram eles: Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Sergipe e Tocantins. Resultados e metas Participação – Todos os estados que possuem sistemas de avaliação tiveram os resultados publicados. Já nas redes municipais, que concentram 86% das 11.644.258 matrículas dos anos iniciais do ensino fundamental, os resultados foram divulgados somente para aquelas que atingiram, pelo menos, 70% de participação. Apenas 1,5% dos municípios participantes não conseguiram o percentual mínimo. Cerca de 90% dos municípios alcançaram mais de 80% de participação nas avaliações aplicadas. Confira os resultadosSaiba mais sobre a Avaliação da AlfabetizaçãoSaiba mais sobre a Alfabetiza Brasil Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/avaliacao-da-alfabetizacao/inep-publica-o-indicador-crianca-alfabetizada