FNDE e UFG realizam Levantamento Anual de Programas Educacionais 2024

Pesquisa avalia a eficácia do Programa Dinheiro Direto na Escola em quase seis mil instituições de ensino básico O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG), está conduzindo o Levantamento Anual de Programas Educacionais (Lapef) 2024. Desde março, quase seis mil escolas de educação básica foram selecionadas, por amostragem, para participar da avaliação do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). A pesquisa, realizada por telefone com os diretores das escolas, segue até junho. A participação de todas as escolas selecionadas é essencial para o sucesso da pesquisa. Apesar do início da coleta de dados, muitas unidades de ensino ainda não responderam, o que pode comprometer a melhoria do PDDE e de outros programas educacionais do FNDE. Os diretores das escolas selecionadas são contatados por pesquisadores do DataUFG, laboratório especializado em pesquisa e avaliação de políticas públicas da UFG. Nesse primeiro momento, os pesquisadores agendam os dias e horários para a realização das entrevistas. A participação no Lapef é fundamental para obter dados precisos que auxiliem na melhoria da execução e impacto do PDDE. O questionário, estruturado em blocos, foi elaborado para ser respondido de forma rápida e eficiente. Essa divisão permite a coleta de dados abrangentes e específicos sobre a participação das escolas no PDDE, os motivos para a não adesão de algumas escolas e os efeitos do programa no contexto escolar. Essas informações são essenciais para compreender as implicações e os benefícios gerados pelo PDDE na educação básica. Sobre o Lapef – O Levantamento Anual de Programas Educacionais (Lapef) é um projeto amplo de avaliação dos programas educacionais do FNDE, em parceria com a UFG e os Centros Colaboradores de Apoio ao Monitoramento e à Gestão de Programas Educacionais (Cecampes). O Lapef 2024 é dividido em duas partes: quantitativa e qualitativa. A pesquisa quantitativa visa levantar informações em uma amostra probabilística nacional de escolas sobre a gestão operacional do PDDE e os fatores que influenciam a execução e uso de recursos na manutenção escolar. Esta pesquisa está sendo realizada por telefone e inclui escolas de áreas urbanas e rurais de todas as cinco regiões do país. A pesquisa qualitativa, por sua vez, busca identificar aspectos relacionados ao entorno, contexto e infraestrutura escolar, considerando diversos arquétipos escolares nas regiões. Esta fase será realizada presencialmente e envolverá observações e entrevistas em profundidade com diretores, gestores do PDDE, professores e pais de alunos de diferentes contextos escolares, como rural, periférico, urbano, escolas indígenas, quilombolas, ribeirinhas e de educação especial. A primeira etapa do Lapef foi executada em novembro de 2023, com o objetivo de avaliar a viabilidade de uma pesquisa nacional por meio eletrônico e a compreensão do questionário aplicado presencialmente. Mais de 130 mil escolas receberam o questionário eletrônico, enquanto cerca de 50 escolas participaram da aplicação presencial nas cinco regiões do Brasil. Para mais informações sobre a pesquisa, acesse data.ufg.br. Conheça também o primeiro livro do projeto “Avaliação Sistêmica e Multicêntrica do Programa Dinheiro Direto na Escola: Proposta conceitual e estudos de viabilidade – Volume 1″. Fonte: FNDE  https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-e-ufg-realizam-levantamento-anual-de-programas-educacionais-2024 

FNDE e Cecampe Nordeste abrem inscrições para capacitações presenciais sobre o PDDE

Formação visa aprimorar gestão democrática e fortalecer a educação do programa na região Nordeste O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e o Centro Colaborador de Apoio ao Monitoramento e à Gestão de Programas Educacionais da Região Nordeste (Cecampe Nordeste) abriram inscrições para formações presenciais voltadas a dirigentes de educação, gestores escolares, suas equipes e demais interessados no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e suas Ações Integradas. O objetivo é aprimorar a gestão do PDDE na região Nordeste, promovendo uma execução democrática que garanta o direito à educação. As atividades, divididas em quatro partes, ocorrerão nos nove estados da região durante o mês de junho de 2024. A expectativa é atender aproximadamente 10 mil profissionais da educação básica envolvidos na gestão do PDDE e suas Ações Integradas. As vagas são limitadas, variando entre 100 e 200 inscritos por turma. Cronograma das capacitações: Capacitação Técnica Presencial: PDDE e Ações Integradas – novas formas de gestãoDatas: 10 e 11 de junhoLocais: PB (Patos), RN (Natal e Mossoró) Capacitação Técnica Presencial Campo/Assentamento e Quilombola: O PDDE e o Fortalecimento das Escolas do Campo, Assentamentos e Quilombolas na Região NordesteDatas: 13 e 14 de junhoLocais: AL (Japaratinga), BA (Casa Nova, Caetanos e Irecê), CE (Independência), MA (Bacabal, Caxias e São Luiz Gonzaga do Maranhão), PB (Manaíra), PE (Palmares), PI (Floriano), SE (Canhoba) e RN (João Câmara) Capacitação Técnica Presencial Indígenas: O PDDE e o Fortalecimento das Escolas Indígenas na Região NordesteDatas: 13 e 14 de junhoLocais: AL (São Sebastião), BA (Paulo Afonso e Ilhéus), CE (Fortaleza), MA (Presidente Dutra e Imperatriz), PB (Rio Tinto), PE (Caruaru), RN (Natal) Eventos Realizados:1º Encontro de Dirigentes de Educação da Região NordesteTema: PDDE e Ações Integradas na Região Nordeste: novos cenários, novas possibilidadesData: 5 de junho 1ª Capacitação Técnica Presencial: PDDE e Ações Integradas: novas formas de gestãoDatas: 6 e 7 de junhoLocais: AL (Arapiraca e Maceió), BA (Feira de Santana, Ilhéus, Itaberaba, Juazeiro, Paulo Afonso, Porto Seguro, Seabra, Salvador e Vitória da Conquista), CE (Crato, Senador Pompeu e Fortaleza), MA (Caxias, Bacabal, Imperatriz, Pedreiras, Presidente Dutra e São Luís), PB (João Pessoa), PE (Caruaru e Recife), PI (Parnaíba, Picos, Pio IX, São Raimundo Nonato e Teresina) A lista de endereços dos locais onde acontecem as formações está disponível no site do Cecampe Nordeste (www.cecampe.ufpb.br). As atividades são certificadas como extensão universitária pela Universidade Federal da Paraíba. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através deste link. É importante confirmar sua inscrição no e-mail cadastrado. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-e-cecampe-nordeste-abrem-inscricoes-para-capacitacoes-presenciais-sobre-o-pdde Formação visa aprimorar gestão democrática e fortalecer a educação do programa na região Nordeste O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e o Centro Colaborador de Apoio ao Monitoramento e à Gestão de Programas Educacionais da Região Nordeste (Cecampe Nordeste) abriram inscrições para formações presenciais voltadas a dirigentes de educação, gestores escolares, suas equipes e demais interessados no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e suas Ações Integradas. O objetivo é aprimorar a gestão do PDDE na região Nordeste, promovendo uma execução democrática que garanta o direito à educação. As atividades, divididas em quatro partes, ocorrerão nos nove estados da região durante o mês de junho de 2024. A expectativa é atender aproximadamente 10 mil profissionais da educação básica envolvidos na gestão do PDDE e suas Ações Integradas. As vagas são limitadas, variando entre 100 e 200 inscritos por turma. Cronograma das capacitações: Capacitação Técnica Presencial: PDDE e Ações Integradas – novas formas de gestãoDatas: 10 e 11 de junhoLocais: PB (Patos), RN (Natal e Mossoró) Capacitação Técnica Presencial Campo/Assentamento e Quilombola: O PDDE e o Fortalecimento das Escolas do Campo, Assentamentos e Quilombolas na Região NordesteDatas: 13 e 14 de junhoLocais: AL (Japaratinga), BA (Casa Nova, Caetanos e Irecê), CE (Independência), MA (Bacabal, Caxias e São Luiz Gonzaga do Maranhão), PB (Manaíra), PE (Palmares), PI (Floriano), SE (Canhoba) e RN (João Câmara) Capacitação Técnica Presencial Indígenas: O PDDE e o Fortalecimento das Escolas Indígenas na Região NordesteDatas: 13 e 14 de junhoLocais: AL (São Sebastião), BA (Paulo Afonso e Ilhéus), CE (Fortaleza), MA (Presidente Dutra e Imperatriz), PB (Rio Tinto), PE (Caruaru), RN (Natal) Eventos Realizados:1º Encontro de Dirigentes de Educação da Região NordesteTema: PDDE e Ações Integradas na Região Nordeste: novos cenários, novas possibilidadesData: 5 de junho 1ª Capacitação Técnica Presencial: PDDE e Ações Integradas: novas formas de gestãoDatas: 6 e 7 de junhoLocais: AL (Arapiraca e Maceió), BA (Feira de Santana, Ilhéus, Itaberaba, Juazeiro, Paulo Afonso, Porto Seguro, Seabra, Salvador e Vitória da Conquista), CE (Crato, Senador Pompeu e Fortaleza), MA (Caxias, Bacabal, Imperatriz, Pedreiras, Presidente Dutra e São Luís), PB (João Pessoa), PE (Caruaru e Recife), PI (Parnaíba, Picos, Pio IX, São Raimundo Nonato e Teresina) A lista de endereços dos locais onde acontecem as formações está disponível no site do Cecampe Nordeste (www.cecampe.ufpb.br). As atividades são certificadas como extensão universitária pela Universidade Federal da Paraíba. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através deste link. É importante confirmar sua inscrição no e-mail cadastrado. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-e-cecampe-nordeste-abrem-inscricoes-para-capacitacoes-presenciais-sobre-o-pdde

FNDE e Cecampe Nordeste abrem inscrições para capacitações presenciais sobre o PDDE

Formação visa aprimorar gestão democrática e fortalecer a educação do programa na região Nordeste     O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e o Centro Colaborador de Apoio ao Monitoramento e à Gestão de Programas Educacionais da Região Nordeste (Cecampe Nordeste) abriram inscrições para formações presenciais voltadas a dirigentes de educação, gestores escolares, suas equipes e demais interessados no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e suas Ações Integradas. O objetivo é aprimorar a gestão do PDDE na região Nordeste, promovendo uma execução democrática que garanta o direito à educação. As atividades, divididas em quatro partes, ocorrerão nos nove estados da região durante o mês de junho de 2024. A expectativa é atender aproximadamente 10 mil profissionais da educação básica envolvidos na gestão do PDDE e suas Ações Integradas. As vagas são limitadas, variando entre 100 e 200 inscritos por turma. Cronograma das capacitações: Capacitação Técnica Presencial: PDDE e Ações Integradas – novas formas de gestãoDatas: 10 e 11 de junhoLocais: PB (Patos), RN (Natal e Mossoró) Capacitação Técnica Presencial Campo/Assentamento e Quilombola: O PDDE e o Fortalecimento das Escolas do Campo, Assentamentos e Quilombolas na Região NordesteDatas: 13 e 14 de junhoLocais: AL (Japaratinga), BA (Casa Nova, Caetanos e Irecê), CE (Independência), MA (Bacabal, Caxias e São Luiz Gonzaga do Maranhão), PB (Manaíra), PE (Palmares), PI (Floriano), SE (Canhoba) e RN (João Câmara) Capacitação Técnica Presencial Indígenas: O PDDE e o Fortalecimento das Escolas Indígenas na Região NordesteDatas: 13 e 14 de junhoLocais: AL (São Sebastião), BA (Paulo Afonso e Ilhéus), CE (Fortaleza), MA (Presidente Dutra e Imperatriz), PB (Rio Tinto), PE (Caruaru), RN (Natal) Eventos Realizados:1º Encontro de Dirigentes de Educação da Região NordesteTema: PDDE e Ações Integradas na Região Nordeste: novos cenários, novas possibilidadesData: 5 de junho 1ª Capacitação Técnica Presencial: PDDE e Ações Integradas: novas formas de gestãoDatas: 6 e 7 de junhoLocais: AL (Arapiraca e Maceió), BA (Feira de Santana, Ilhéus, Itaberaba, Juazeiro, Paulo Afonso, Porto Seguro, Seabra, Salvador e Vitória da Conquista), CE (Crato, Senador Pompeu e Fortaleza), MA (Caxias, Bacabal, Imperatriz, Pedreiras, Presidente Dutra e São Luís), PB (João Pessoa), PE (Caruaru e Recife), PI (Parnaíba, Picos, Pio IX, São Raimundo Nonato e Teresina) A lista de endereços dos locais onde acontecem as formações está disponível no site do Cecampe Nordeste (www.cecampe.ufpb.br). As atividades são certificadas como extensão universitária pela Universidade Federal da Paraíba. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através deste link. É importante confirmar sua inscrição no e-mail cadastrado. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-e-cecampe-nordeste-abrem-inscricoes-para-capacitacoes-presenciais-sobre-o-pdde 

MEC lança pesquisa sobre violência contra educadores

O estudo será lançado em videoconferência na sexta-feira, 7 de junho. Interessados podem acompanhar a live por meio do canal do MEC no YouTube O Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), lançará na sexta-feira, 7 de junho, a pesquisa “A violência contra educadores como ameaça à educação democrática: um estudo sobre a perseguição de educadores no Brasil”. O estudo é produzido pelo Observatório Nacional da Violência contra Educadores (Onve), e o lançamento será feito em live no canal do MEC no YouTube, a partir das 15h (horário de Brasília). O objetivo do Observatório é gerar dados e conhecimentos técnicos que permitam a defesa e a reparação de educadores que sofram ou tenham sofrido violência no exercício da profissão. No momento, a instituição tem três frentes principais de atuação: Elaboração de uma pesquisa nacional para, a partir de um banco de dados seguro e confiável, traçar um diagnóstico da violência contra educadores em nosso país; Elaboração de protocolos de acolhimento jurídico e psicológico para educadores vítimas de violência no exercício de suas funções que possam ser implantados em momento posterior, bem como replicados e adaptados pelas mais diversas instituições, tanto do poder público quanto da sociedade civil; Elaboração de protocolos para o Disque 100 ser usado como ferramenta de recepção de denúncias por professores que passam por violência no exercício de sua função. O estudo, de caráter nacional, é dedicado a investigar as diversas formas de violência contra as liberdades de aprender e de ensinar enfrentadas por profissionais da educação no Brasil. Com abrangência em todos os níveis de ensino e em todas as regiões do País, essa pesquisa busca mapear a situação atual por meio de um questionário on-line, visando contribuir para a formulação de políticas públicas e estratégias de apoio concretas. Onve – O Onve é um projeto de extensão interinstitucional, com sede na UFF e voltado para o estudo e o combate a violências cometidas contra profissionais da educação, as quais violam as liberdades de aprender e de ensinar. Os pesquisadores, as associações e os movimentos sociais os quais compõem o Observatório entendem que o entrelaçamento entre as liberdades de aprender e de ensinar e o direito à educação é um fundamento da democracia no Brasil. O diagnóstico do Observatório é que existe uma perseguição sistemática a educadores, um fenômeno ainda menos discutido do que se deveria. O Onve foi criado para investigar tal perseguição e produzir dados e estudos sobre o assunto. O combate a esse problema será feito por meio de: formação com sindicatos da categoria, campanhas direcionadas, publicização dos dados obtidos e apoio na produção de políticas públicas de defesa desse público. Por fim, o Observatório vai produzir protocolos de atendimento jurídico e psicológico a educadores para serem utilizados pelo poder público e pela sociedade civil. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/junho/mec-lanca-pesquisa-sobre-violencia-contra-educadores O estudo será lançado em videoconferência na sexta-feira, 7 de junho. Interessados podem acompanhar a live por meio do canal do MEC no YouTube O Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), lançará na sexta-feira, 7 de junho, a pesquisa “A violência contra educadores como ameaça à educação democrática: um estudo sobre a perseguição de educadores no Brasil”. O estudo é produzido pelo Observatório Nacional da Violência contra Educadores (Onve), e o lançamento será feito em live no canal do MEC no YouTube, a partir das 15h (horário de Brasília). O objetivo do Observatório é gerar dados e conhecimentos técnicos que permitam a defesa e a reparação de educadores que sofram ou tenham sofrido violência no exercício da profissão. No momento, a instituição tem três frentes principais de atuação: Elaboração de uma pesquisa nacional para, a partir de um banco de dados seguro e confiável, traçar um diagnóstico da violência contra educadores em nosso país; Elaboração de protocolos de acolhimento jurídico e psicológico para educadores vítimas de violência no exercício de suas funções que possam ser implantados em momento posterior, bem como replicados e adaptados pelas mais diversas instituições, tanto do poder público quanto da sociedade civil; Elaboração de protocolos para o Disque 100 ser usado como ferramenta de recepção de denúncias por professores que passam por violência no exercício de sua função. O estudo, de caráter nacional, é dedicado a investigar as diversas formas de violência contra as liberdades de aprender e de ensinar enfrentadas por profissionais da educação no Brasil. Com abrangência em todos os níveis de ensino e em todas as regiões do País, essa pesquisa busca mapear a situação atual por meio de um questionário on-line, visando contribuir para a formulação de políticas públicas e estratégias de apoio concretas. Onve – O Onve é um projeto de extensão interinstitucional, com sede na UFF e voltado para o estudo e o combate a violências cometidas contra profissionais da educação, as quais violam as liberdades de aprender e de ensinar. Os pesquisadores, as associações e os movimentos sociais os quais compõem o Observatório entendem que o entrelaçamento entre as liberdades de aprender e de ensinar e o direito à educação é um fundamento da democracia no Brasil. O diagnóstico do Observatório é que existe uma perseguição sistemática a educadores, um fenômeno ainda menos discutido do que se deveria. O Onve foi criado para investigar tal perseguição e produzir dados e estudos sobre o assunto. O combate a esse problema será feito por meio de: formação com sindicatos da categoria, campanhas direcionadas, publicização dos dados obtidos e apoio na produção de políticas públicas de defesa desse público. Por fim, o Observatório vai produzir protocolos de atendimento jurídico e psicológico a educadores para serem utilizados pelo poder público e pela sociedade civil. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/junho/mec-lanca-pesquisa-sobre-violencia-contra-educadores

Pnate completa 20 anos de atuação neste domingo

Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar é essencial para garantir o direito à educação A Constituição Federal já previa, em 1988, o dever do Estado com a educação. O mesmo Art. 208 da Carta Magna também garantia o atendimento ao educando com programas suplementares de alimentação, material didático e transporte escolar. Em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) veio para reforçar esse compromisso com a educação e a importância do transporte escolar nessa equação. Afinal, como assegurar o direito fundamental à educação sem fornecer o devido acesso às unidades de ensino? Para apoiar estados e municípios nessa tarefa primordial de garantir o deslocamento dos estudantes nos trajetos entre casa e escola, em 2004, o governo federal instituiu o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate), que segue desde essa época sob a responsabilidade do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Criado durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente do Executivo Federal, o Pnate completa 20 anos de existência neste domingo, dia 9 de junho, com desafios no horizonte, mas com muitos avanços a comemorar ao longo de sua trajetória. Inicialmente, o programa atendia apenas os alunos do ensino fundamental. Em 2009, passou pela primeira mudança significativa e ampliou seu escopo de atendimento para toda a educação básica pública. Além disso, o orçamento destinado ao Pnate também teve incrementos ao longo dos anos e, atualmente, o governo federal repassa R$ 872 milhões, anualmente, para apoiar o transporte dos estudantes das redes públicas. Neste ano, mais um aperfeiçoamento considerável. Para ajudar no planejamento e na gestão dos recursos do transporte escolar por parte dos entes executores, os valores do Pnate passam a ser transferidos em duas parcelas anuais, em vez das usuais 10 parcelas realizadas até 2023. “O programa é essencial para garantir o acesso dos estudantes às unidades de ensino, e essa mudança nos repasses busca aprimorar a gestão desses recursos, que chegam mais cedo e com maior volume nas contas dos entes federativos”, ressalta a presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba. “Também estamos reforçando a capacitação dos nossos parceiros nos estados e municípios para otimizar as ações na área do transporte escolar. Afinal, prestar assistência técnica é um dos pilares da atuação do FNDE na educação”, completa. Nos mais diversos recantos do Brasil, a importância do transporte escolar é avalizada por gestores e outros atores ligados à educação pública. “As demandas do transporte escolar são um dos maiores desafios dentro de uma secretaria municipal de educação, e precisamos garantir o direito dos meninos e meninas dos nossos municípios. É o nosso papel”, destaca a secretária de Educação de Bom Jesus da Lapa-BA, Cristina Fernandes Alves Macedo. Para a professora Marly do Socorro Peixoto Vidinha, coordenadora da Seccional de Alagoas da União Nacional dos Conselhos Municipais da Educação (Uncme), o transporte escolar é fundamental para garantir a permanência dos alunos no ambiente escolar. “Não se pode perder de vista que o transporte escolar é essencial para garantir que todos cheguem à escola com segurança, inclusive contribuindo para diminuir a evasão escolar.” Sistema – Outra evolução importante ocorrida nos últimos anos foi a criação do Sistema Eletrônico de Gestão do Transporte Escolar (Sete). Desenvolvido pelo Centro Colaborador de Apoio ao Transporte Escolar da Universidade Federal de Goiás (Cecate-UFG), em parceria com o FNDE, o Sete é um software gratuito de e-governança, para auxiliar os entes federativos na gestão do transporte dos estudantes das redes públicas. Serve também para apoiar as ações de monitoramento e avaliação empreendidas pelo FNDE em relação aos programas federais de transporte escolar: Pnate e Caminho da Escola. O desafio atual é aumentar a utilização do sistema entre os entes federativos municipais, já que os normativos dos dois programas federais de transporte escolar determinam o uso do Sete na gestão local do transporte dos estudantes. “Já temos mais de 4.370 municípios com acesso ao sistema, mas menos de 3 mil estão efetivamente usando o Sete. Para podermos melhorar essa realidade, estamos trabalhando incessantemente com gestores e técnicos municipais, levando assistência técnica e capacitação aos entes federados”, afirma a coordenadora de Monitoramento, Avaliação e Apoio à Gestão do Transporte Escolar, Lívia Moura. Cecates – A implantação de Centros Colaboradores de Apoio ao Transporte Escolar (Cecates) foi outro progresso consumado nos últimos anos. Frutos de parceria entre o FNDE e Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), os centros colaboradores têm como objetivo apoiar os entes federativos na gestão do Pnate e do Caminho da Escola, com reforço nas atividades de pesquisa, assistência técnica e monitoramento. Atualmente, o FNDE possui acordos com três universidades federais no âmbito dos programas de transporte escolar: a Universidade Federal de Goiás (UFG), que atua junto aos municípios do Centro-Oeste; a Universidade Federal de Uberlândia (UFU), voltada para o Sudeste; e a Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob), que tem como foco os entes federativos do Nordeste. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/pnate-completa-20-anos-de-atuacao-neste-domingo Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar é essencial para garantir o direito à educação A Constituição Federal já previa, em 1988, o dever do Estado com a educação. O mesmo Art. 208 da Carta Magna também garantia o atendimento ao educando com programas suplementares de alimentação, material didático e transporte escolar. Em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) veio para reforçar esse compromisso com a educação e a importância do transporte escolar nessa equação. Afinal, como assegurar o direito fundamental à educação sem fornecer o devido acesso às unidades de ensino? Para apoiar estados e municípios nessa tarefa primordial de garantir o deslocamento dos estudantes nos trajetos entre casa e escola, em 2004, o governo federal instituiu o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate), que segue desde essa época sob a responsabilidade do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Criado durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente do Executivo Federal, o Pnate completa 20 anos de existência neste domingo, dia 9 de junho, com desafios

ICMS Educacional é tema de mais um encontro do MEC

Evento acontecerá nesta sexta-feira, 7 de junho. Estarão presentes representantes de Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso Nesta sexta-feira, 7 de junho, o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), realizará, em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), o webinário ICMS Educacional: experiências estaduais (GO, MS e MT). O encontro vai tratar das leis estaduais que definem como os indicadores educacionais são usados na distribuição de parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). A transmissão será feita pelo canal do MEC no YouTube e pelo canal Conviva Educação, da Undime, a partir das 15h. Parte do Ciclo de Debates sobre ICMS Educacional, o webinário contará com a presença de representantes das Secretarias de Educação de Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. A instituição do ICMS Educacional em todos os estados do Brasil é previsão constitucional, decorrente da Emenda Constitucional nº 108/2020. Para induzir o processo de formalização da lei e de sua execução, a matéria também está prevista na Lei do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A norma trata do regime de colaboração entre estado e município, um dos requisitos obrigatórios para que as redes possam se habilitar ao recebimento da complementação Valor Aluno Ano por Resultado (Vaar)/Redução das Desigualdades. A SEB é coordenadora da Comissão Intergovernamental de Financiamento para a Educação Básica de Qualidade (CIF), colegiado responsável pela aprovação das metodologias de aferição das condicionalidades previstas na Lei do Fundeb. Sendo assim, a SEB promove esse ciclo de debates com o intuito de contribuir para a discussão e para o entendimento acerca da implementação do ICMS Educacional pelos estados, que é uma das condicionalidades presentes na Lei. A Secretaria é encarregada, ainda, da aferição do cumprimento da condicionalidade que trata do regime de colaboração. A metodologia aprovada pela CIF para essa condicionalidade estabelece ações que precisam ser garantidas para a implantação do ICMS Educacional. Este deve distribuir o mínimo de 10% dos recursos do ICMS, no máximo, até 2025. Estima-se que o ICMS educacional representará, em todo o Brasil, cerca de R$ 70 bilhões por ano, distribuídos com base em indicadores educacionais e no aumento da equidade, considerando o nível socioeconômico dos estudantes. Ciclo de Debates – O primeiro encontro virtual sobre o tema aconteceu em 8 de maio. Foram ouvidos especialistas de universidades; instituições de pesquisa; a Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados; e representantes do MEC e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O segundo encontro aconteceu em 22 de maio, com a participação de representantes das Secretarias de Educação da Bahia, da Paraíba, do Maranhão, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Já o terceiro encontro aconteceu no dia 29 de maio, com a participação de representantes do Amazonas, do Amapá, do Espírito Santo e de São Paulo. Os referidos entes apresentaram suas leis e o estágio de implementação da norma no seu estado. Na ocasião, foram identificadas experiências que poderão contribuir para a possibilidade de intercâmbio entre os entes federados, a partir do conhecimento de ações implementadas. Tal movimento destaca a relevância de iniciativas como a desse Ciclo de Debates para promover a troca de experiências. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/junho/icms-educacional-e-tema-de-mais-um-encontro-do-mec Evento acontecerá nesta sexta-feira, 7 de junho. Estarão presentes representantes de Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso Nesta sexta-feira, 7 de junho, o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), realizará, em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), o webinário ICMS Educacional: experiências estaduais (GO, MS e MT). O encontro vai tratar das leis estaduais que definem como os indicadores educacionais são usados na distribuição de parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). A transmissão será feita pelo canal do MEC no YouTube e pelo canal Conviva Educação, da Undime, a partir das 15h. Parte do Ciclo de Debates sobre ICMS Educacional, o webinário contará com a presença de representantes das Secretarias de Educação de Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. A instituição do ICMS Educacional em todos os estados do Brasil é previsão constitucional, decorrente da Emenda Constitucional nº 108/2020. Para induzir o processo de formalização da lei e de sua execução, a matéria também está prevista na Lei do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A norma trata do regime de colaboração entre estado e município, um dos requisitos obrigatórios para que as redes possam se habilitar ao recebimento da complementação Valor Aluno Ano por Resultado (Vaar)/Redução das Desigualdades. A SEB é coordenadora da Comissão Intergovernamental de Financiamento para a Educação Básica de Qualidade (CIF), colegiado responsável pela aprovação das metodologias de aferição das condicionalidades previstas na Lei do Fundeb. Sendo assim, a SEB promove esse ciclo de debates com o intuito de contribuir para a discussão e para o entendimento acerca da implementação do ICMS Educacional pelos estados, que é uma das condicionalidades presentes na Lei. A Secretaria é encarregada, ainda, da aferição do cumprimento da condicionalidade que trata do regime de colaboração. A metodologia aprovada pela CIF para essa condicionalidade estabelece ações que precisam ser garantidas para a implantação do ICMS Educacional. Este deve distribuir o mínimo de 10% dos recursos do ICMS, no máximo, até 2025. Estima-se que o ICMS educacional representará, em todo o Brasil, cerca de R$ 70 bilhões por ano, distribuídos com base em indicadores educacionais e no aumento da equidade, considerando o nível socioeconômico dos estudantes. Ciclo de Debates – O primeiro encontro virtual sobre o tema aconteceu em 8 de maio. Foram ouvidos especialistas de universidades; instituições de pesquisa; a Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados; e representantes do MEC e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Novo PAC: prorrogado até 28 de junho prazo para cadastro de propostas educacionais selecionadas

Gestores de estados, municípios e do DF devem cadastrar suas propostas via Transferegov.br O prazo para gestores educacionais de estados, municípios e do DF cadastrarem, via Transferegov.br, suas propostas selecionadas no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) foi prorrogado até 28 de junho. O resultado da seleção pode ser conferido na Portaria FNDE nº 215, de 7 de março de 2024. Os proponentes devem apresentar os seguintes critérios para análise do FNDE: – Descrição do objeto; – Justificativa incluindo caracterização dos interesses, relação com os objetivos do programa federal, público-alvo, problema a ser resolvido e resultados esperados; – Estimativa dos recursos financeiros, discriminando valor global da proposta, repasse da União e contrapartida do proponente; – Prazo para execução do objeto; – Informações sobre capacidade técnica e gerencial do proponente; – Declaração de contrapartida e compromisso de conclusão da obra, conforme modelo do FNDE. Além disso, documentos específicos precisam ser anexados caso a proposta cadastrada seja um projeto padrão do FNDE ou um projeto próprio do ente. Próximos passos Após o cadastro realizado pelos entes federados, o FNDE analisará as propostas e, se necessário, solicitará complementações. O proponente deve ficar atento às datas de resposta, pois o descumprimento de prazos pode levar à desclassificação da proposta. Após a aprovação pelo FNDE, o processo seguirá para a Caixa Econômica Federal para acompanhamento das fases da obra. Todo o processo será realizado pelo Transferegov, sem a necessidade do envio de ofícios para o FNDE ou para a Caixa. Para mais detalhes, acesse o Manual de Preenchimento da Proposta de Formalização. Novo PAC Coordenado pelo Governo Federal em parceria com diversos setores, o Novo PAC tem como objetivo acelerar o crescimento econômico e a inclusão social no Brasil. No âmbito da educação, serão construídas 685 novas escolas de tempo integral, bem como 1.178 creches e escolas de educação infantil. Também serão adquiridos 1.500 ônibus escolares, destinados ao Programa Caminho da Escola. O investimento previsto nesta etapa é de R$ 10,7 bilhões. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/novo-pac-prorrogado-ate-28-de-junho-prazo-para-cadastro-de-propostas-educacionais-selecionadas Gestores de estados, municípios e do DF devem cadastrar suas propostas via Transferegov.br O prazo para gestores educacionais de estados, municípios e do DF cadastrarem, via Transferegov.br, suas propostas selecionadas no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) foi prorrogado até 28 de junho. O resultado da seleção pode ser conferido na Portaria FNDE nº 215, de 7 de março de 2024. Os proponentes devem apresentar os seguintes critérios para análise do FNDE: – Descrição do objeto; – Justificativa incluindo caracterização dos interesses, relação com os objetivos do programa federal, público-alvo, problema a ser resolvido e resultados esperados; – Estimativa dos recursos financeiros, discriminando valor global da proposta, repasse da União e contrapartida do proponente; – Prazo para execução do objeto; – Informações sobre capacidade técnica e gerencial do proponente; – Declaração de contrapartida e compromisso de conclusão da obra, conforme modelo do FNDE. Além disso, documentos específicos precisam ser anexados caso a proposta cadastrada seja um projeto padrão do FNDE ou um projeto próprio do ente. Próximos passos Após o cadastro realizado pelos entes federados, o FNDE analisará as propostas e, se necessário, solicitará complementações. O proponente deve ficar atento às datas de resposta, pois o descumprimento de prazos pode levar à desclassificação da proposta. Após a aprovação pelo FNDE, o processo seguirá para a Caixa Econômica Federal para acompanhamento das fases da obra. Todo o processo será realizado pelo Transferegov, sem a necessidade do envio de ofícios para o FNDE ou para a Caixa. Para mais detalhes, acesse o Manual de Preenchimento da Proposta de Formalização. Novo PAC Coordenado pelo Governo Federal em parceria com diversos setores, o Novo PAC tem como objetivo acelerar o crescimento econômico e a inclusão social no Brasil. No âmbito da educação, serão construídas 685 novas escolas de tempo integral, bem como 1.178 creches e escolas de educação infantil. Também serão adquiridos 1.500 ônibus escolares, destinados ao Programa Caminho da Escola. O investimento previsto nesta etapa é de R$ 10,7 bilhões. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/novo-pac-prorrogado-ate-28-de-junho-prazo-para-cadastro-de-propostas-educacionais-selecionadas

Belém do Pará sedia evento para tratar sobre a educação pública municipal da Região Norte

Fórum da Undime reúne gestores da educação para debater as demandas prioritárias do setor em busca da melhoria da qualidade do ensino ofertado pelas redes municipais; podem se inscrever dirigentes e técnicos das secretarias de todo país Nos dias 2 e 3 de julho, o município de Belém, capital do Pará, será palco das discussões sobre os rumos da educação pública no Brasil com a realização do Fórum Regional Norte da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). O evento será realizado no Hotel Grand Mercure Belém do Pará, localizado à Av. Nossa Senhora de Nazaré, número 375, no bairro Nazaré, e contará com a participação de centenas de participantes, entre Dirigentes Municipais de Educação, técnicos das secretarias e prefeitos dos municípios do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, e Tocantins. Com um formato que prestigia o diálogo e o compartilhamento de experiências, o Fórum se propõe a debater temas estruturantes da educação pública brasileira através de conferências e mesas-redondas. Dentre os assuntos prioritários em pauta, destacam-se questões relacionadas à Nova Lei de licitações (Lei 14.133/2021); gestão democrática, redução das desigualdades educacionais e o VAAR/Fundeb; educação integral; como implementar as Leis 10.639/03 e 11.645/08 e promover o ensino da história e cultura afro-brasileira e Indígena, entre outros. Os desafios da implementação das Políticas de Conectividade e de Educação Digital no cotidiano escolar e as dificuldades das adolescências e juventudes no processo de Escolarização também representam aspectos fundamentais para a melhoria da qualidade do ensino ofertado pelas redes públicas municipais e estarão em pauta no evento. Durante dois dias de imersão, os participantes terão a oportunidade de se aprofundar nos temas em discussão, explorando diferentes perspectivas e estratégias para enfrentar os desafios presentes no cenário educacional. Além das conferências e mesas-redondas, o evento contará com um espaço de exposição, onde os participantes poderão conhecer iniciativas de institutos e fundações parceiras da Undime, assim como produtos e tecnologias de empresas credenciadas a expor no local. Prestes a iniciar o quarto dos cinco encontros regionais que a Undime vai realizar em 2024, o presidente da Undime, Alessio Costa, explica que a realização do Fórum Norte representa um importante passo da instituição em estar cada vez mais perto dos municípios brasileiros. “A educação desempenha um papel fundamental na superação das desigualdades sociais presentes em todo Brasil. A Região Norte do país tem suas particularidades e reconhecê-las é compreender a diversidade e a riqueza que a região amazônica nos agrega”. Serviço Fórum Regional NorteData: 2 e 3 de julho de 2024Local: Hotel Grand Mercure Belém do Pará (Av. Nossa Senhora de Nazaré, número 375, bairro Nazaré) – Belém/ PAProgramação: https://forunsregionais.undime.org.br/regional-norte Atualizado em 25/06/2024 Fórum da Undime reúne gestores da educação para debater as demandas prioritárias do setor em busca da melhoria da qualidade do ensino ofertado pelas redes municipais; podem se inscrever dirigentes e técnicos das secretarias de todo país Nos dias 2 e 3 de julho, o município de Belém, capital do Pará, será palco das discussões sobre os rumos da educação pública no Brasil com a realização do Fórum Regional Norte da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). O evento será realizado no Hotel Grand Mercure Belém do Pará, localizado à Av. Nossa Senhora de Nazaré, número 375, no bairro Nazaré, e contará com a participação de centenas de participantes, entre Dirigentes Municipais de Educação, técnicos das secretarias e prefeitos dos municípios do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, e Tocantins. Com um formato que prestigia o diálogo e o compartilhamento de experiências, o Fórum se propõe a debater temas estruturantes da educação pública brasileira através de conferências e mesas-redondas. Dentre os assuntos prioritários em pauta, destacam-se questões relacionadas à Nova Lei de licitações (Lei 14.133/2021); gestão democrática, redução das desigualdades educacionais e o VAAR/Fundeb; educação integral; como implementar as Leis 10.639/03 e 11.645/08 e promover o ensino da história e cultura afro-brasileira e Indígena, entre outros. Os desafios da implementação das Políticas de Conectividade e de Educação Digital no cotidiano escolar e as dificuldades das adolescências e juventudes no processo de Escolarização também representam aspectos fundamentais para a melhoria da qualidade do ensino ofertado pelas redes públicas municipais e estarão em pauta no evento. Durante dois dias de imersão, os participantes terão a oportunidade de se aprofundar nos temas em discussão, explorando diferentes perspectivas e estratégias para enfrentar os desafios presentes no cenário educacional. Além das conferências e mesas-redondas, o evento contará com um espaço de exposição, onde os participantes poderão conhecer iniciativas de institutos e fundações parceiras da Undime, assim como produtos e tecnologias de empresas credenciadas a expor no local. Prestes a iniciar o quarto dos cinco encontros regionais que a Undime vai realizar em 2024, o presidente da Undime, Alessio Costa, explica que a realização do Fórum Norte representa um importante passo da instituição em estar cada vez mais perto dos municípios brasileiros. “A educação desempenha um papel fundamental na superação das desigualdades sociais presentes em todo Brasil. A Região Norte do país tem suas particularidades e reconhecê-las é compreender a diversidade e a riqueza que a região amazônica nos agrega”. Serviço Fórum Regional NorteData: 2 e 3 de julho de 2024Local: Hotel Grand Mercure Belém do Pará (Av. Nossa Senhora de Nazaré, número 375, bairro Nazaré) – Belém/ PAProgramação: https://forunsregionais.undime.org.br/regional-norte Atualizado em 25/06/2024

Pnate completa 20 anos de atuação neste domingo

Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar é essencial para garantir o direito à educação A Constituição Federal já previa, em 1988, o dever do Estado com a educação. O mesmo Art. 208 da Carta Magna também garantia o atendimento ao educando com programas suplementares de alimentação, material didático e transporte escolar. Em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) veio para reforçar esse compromisso com a educação e a importância do transporte escolar nessa equação. Afinal, como assegurar o direito fundamental à educação sem fornecer o devido acesso às unidades de ensino? Para apoiar estados e municípios nessa tarefa primordial de garantir o deslocamento dos estudantes nos trajetos entre casa e escola, em 2004, o governo federal instituiu o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate), que segue desde essa época sob a responsabilidade do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Criado durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente do Executivo Federal, o Pnate completa 20 anos de existência neste domingo, dia 9 de junho, com desafios no horizonte, mas com muitos avanços a comemorar ao longo de sua trajetória. Inicialmente, o programa atendia apenas os alunos do ensino fundamental. Em 2009, passou pela primeira mudança significativa e ampliou seu escopo de atendimento para toda a educação básica pública. Além disso, o orçamento destinado ao Pnate também teve incrementos ao longo dos anos e, atualmente, o governo federal repassa R$ 872 milhões, anualmente, para apoiar o transporte dos estudantes das redes públicas. Neste ano, mais um aperfeiçoamento considerável. Para ajudar no planejamento e na gestão dos recursos do transporte escolar por parte dos entes executores, os valores do Pnate passam a ser transferidos em duas parcelas anuais, em vez das usuais 10 parcelas realizadas até 2023. “O programa é essencial para garantir o acesso dos estudantes às unidades de ensino, e essa mudança nos repasses busca aprimorar a gestão desses recursos, que chegam mais cedo e com maior volume nas contas dos entes federativos”, ressalta a presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba. “Também estamos reforçando a capacitação dos nossos parceiros nos estados e municípios para otimizar as ações na área do transporte escolar. Afinal, prestar assistência técnica é um dos pilares da atuação do FNDE na educação”, completa. Nos mais diversos recantos do Brasil, a importância do transporte escolar é avalizada por gestores e outros atores ligados à educação pública. “As demandas do transporte escolar são um dos maiores desafios dentro de uma secretaria municipal de educação, e precisamos garantir o direito dos meninos e meninas dos nossos municípios. É o nosso papel”, destaca a secretária de Educação de Bom Jesus da Lapa-BA, Cristina Fernandes Alves Macedo. Para a professora Marly do Socorro Peixoto Vidinha, coordenadora da Seccional de Alagoas da União Nacional dos Conselhos Municipais da Educação (Uncme), o transporte escolar é fundamental para garantir a permanência dos alunos no ambiente escolar. “Não se pode perder de vista que o transporte escolar é essencial para garantir que todos cheguem à escola com segurança, inclusive contribuindo para diminuir a evasão escolar.” Sistema – Outra evolução importante ocorrida nos últimos anos foi a criação do Sistema Eletrônico de Gestão do Transporte Escolar (Sete). Desenvolvido pelo Centro Colaborador de Apoio ao Transporte Escolar da Universidade Federal de Goiás (Cecate-UFG), em parceria com o FNDE, o Sete é um software gratuito de e-governança, para auxiliar os entes federativos na gestão do transporte dos estudantes das redes públicas. Serve também para apoiar as ações de monitoramento e avaliação empreendidas pelo FNDE em relação aos programas federais de transporte escolar: Pnate e Caminho da Escola. O desafio atual é aumentar a utilização do sistema entre os entes federativos municipais, já que os normativos dos dois programas federais de transporte escolar determinam o uso do Sete na gestão local do transporte dos estudantes. “Já temos mais de 4.370 municípios com acesso ao sistema, mas menos de 3 mil estão efetivamente usando o Sete. Para podermos melhorar essa realidade, estamos trabalhando incessantemente com gestores e técnicos municipais, levando assistência técnica e capacitação aos entes federados”, afirma a coordenadora de Monitoramento, Avaliação e Apoio à Gestão do Transporte Escolar, Lívia Moura. Cecates – A implantação de Centros Colaboradores de Apoio ao Transporte Escolar (Cecates) foi outro progresso consumado nos últimos anos. Frutos de parceria entre o FNDE e Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), os centros colaboradores têm como objetivo apoiar os entes federativos na gestão do Pnate e do Caminho da Escola, com reforço nas atividades de pesquisa, assistência técnica e monitoramento. Atualmente, o FNDE possui acordos com três universidades federais no âmbito dos programas de transporte escolar: a Universidade Federal de Goiás (UFG), que atua junto aos municípios do Centro-Oeste; a Universidade Federal de Uberlândia (UFU), voltada para o Sudeste; e a Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob), que tem como foco os entes federativos do Nordeste. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/pnate-completa-20-anos-de-atuacao-neste-domingo 

Novo PAC: prorrogado até 28 de junho prazo para cadastro de propostas educacionais selecionadas

Gestores de estados, municípios e do DF devem cadastrar suas propostas via Transferegov.br O prazo para gestores educacionais de estados, municípios e do DF cadastrarem, via Transferegov.br, suas propostas selecionadas no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) foi prorrogado até 28 de junho. O resultado da seleção pode ser conferido na Portaria FNDE nº 215, de 7 de março de 2024. Os proponentes devem apresentar os seguintes critérios para análise do FNDE: – Descrição do objeto; – Justificativa incluindo caracterização dos interesses, relação com os objetivos do programa federal, público-alvo, problema a ser resolvido e resultados esperados; – Estimativa dos recursos financeiros, discriminando valor global da proposta, repasse da União e contrapartida do proponente; – Prazo para execução do objeto; – Informações sobre capacidade técnica e gerencial do proponente; – Declaração de contrapartida e compromisso de conclusão da obra, conforme modelo do FNDE. Além disso, documentos específicos precisam ser anexados caso a proposta cadastrada seja um projeto padrão do FNDE ou um projeto próprio do ente. Próximos passos Após o cadastro realizado pelos entes federados, o FNDE analisará as propostas e, se necessário, solicitará complementações. O proponente deve ficar atento às datas de resposta, pois o descumprimento de prazos pode levar à desclassificação da proposta. Após a aprovação pelo FNDE, o processo seguirá para a Caixa Econômica Federal para acompanhamento das fases da obra. Todo o processo será realizado pelo Transferegov, sem a necessidade do envio de ofícios para o FNDE ou para a Caixa. Para mais detalhes, acesse o Manual de Preenchimento da Proposta de Formalização. Novo PAC Coordenado pelo Governo Federal em parceria com diversos setores, o Novo PAC tem como objetivo acelerar o crescimento econômico e a inclusão social no Brasil. No âmbito da educação, serão construídas 685 novas escolas de tempo integral, bem como 1.178 creches e escolas de educação infantil. Também serão adquiridos 1.500 ônibus escolares, destinados ao Programa Caminho da Escola. O investimento previsto nesta etapa é de R$ 10,7 bilhões. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/novo-pac-prorrogado-ate-28-de-junho-prazo-para-cadastro-de-propostas-educacionais-selecionadas