Presidente da Undime participa de Simpósio sobre Educação Infantil

Evento marcou o lançamento oficial da Fundação Bracell e reuniu especialistas nomes que atuam com pesquisa e políticas públicas de educação   O presidente nacional da Undime, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, participou nesta quinta-feira (27), da 1ª edição de Simpósio de Educação Infantil da Fundação Bracell, entidade filantrópica sem fins lucrativos, que atua pelo fortalecimento da educação infantil e apoia iniciativas voltadas para a primeira infância. O Simpósio marcou o lançamento oficial da Fundação Bracell e reuniu, em São Paulo, grandes nomes que atuam com pesquisa e políticas públicas de educação. Alessio participou do debate que abordou o tema “Qualidade da educação infantil”, com foco na apresentação e análise dos resultados do processo de revisão dos Parâmetros de Qualidade da Educação Infantil – evolução e pautas pendentes e o que deve ser garantido nessa etapa. A mesa também contou com a participação de Rita Coelho, coordenadora-geral de Educação Infantil do Ministério da Educação (MEC); Eliana Behring, pesquisadora sênior da Fundação Carlos Chagas (FCC); e mediação de Lucimar Dias, professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Alessio reforçou a importância e o papel da educação infantil para o desenvolvimento da criança ao longo de sua trajetória escolar. “Precisamos avançar na ampliação do acesso, especialmente em relação à creche, bem como na melhoria da qualidade da oferta e desenvolvimento das crianças. Destacou, ainda, os avanços alcançados atualmente, especialmente pelo esforço que os municípios vem fazendo no sentido de buscar atender a demanda manifesta e ressaltou a melhoria nos indicadores de profissionais concursados nesta etapa, bem como com formação de nível superior.” Durante o evento foram divulgadas evidências sobre os impactos da educação infantil de qualidade no desenvolvimento e aprendizagem das crianças e sobre a urgência e a pertinência dos investimentos em educação infantil e pré-escola. A programação contou também com a participação da ganhadora do Prêmio Nobel de economia e co-fundadora do centro de pesquisas J-PAL, Esther Duflo, que abordou a importância da avaliação de impacto na educação infantil.  O Simpósio audiência foi transmitido no Youtube. Confira o vídeo com a íntegra aqui: https://www.youtube.com/live/A0wyYi3GbjY    Fonte: Undime (com informações da Fundação Bracell)

Diretores escolares concluem curso de aperfeiçoamento do MEC

Mais de 400 diretores da primeira turma concluíram a formação. Ação faz parte do Programa de Formação Continuada para Diretores Escolares e Técnicos das Secretarias de Educação (Proditec) Durante o primeiro semestre de 2024, o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB) e em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), ofertou o curso de aperfeiçoamento Mentoria de Diretores Escolares, vinculado ao Programa de Formação Continuada para Diretores Escolares e Técnicos das Secretarias de Educação (Proditec). Mais de 400 diretores da primeira turma concluíram a formação, que contou com a participação de docentes de todas as regiões do País. As atividades se encerraram nos dias 24 e 25 de junho, com a presença de representantes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). A formação, oportunizada pela SEB, ofereceu aos diretores escolares uma perspectiva da gestão democrática, vinculação da comunidade, escuta ativa e alteridade institucional. Os encontros aconteceram de forma híbrida e os diretores, por meio de situações problemas, determinavam métodos de solução de forma dialógica e colaborativa. O itinerário formativo do curso de 210 horas dialoga com as políticas prioritárias do MEC, como o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, a Estratégia Nacional Escola Conectadas e o Escola em Tempo Integral. A formação contou com os seguintes módulos: – Mentoria de diretores: perspectivas teóricas metodológicas; – A relação com o saber e o aprender acadêmico, prático e relacional; – Escola conectada e a cidadania digital; – Relações intra e interpessoais: comunicações no ambiente escolar; – Violências e os contextos sociais escolares; – Projeto Político Pedagógico e a Gestão Escolar; – Gestão escolar no processo de alfabetização e na recomposição das aprendizagens; – Política de educação integral: Tempos e espaços escolares; – Gestão administrativa e financeira da escola; – Liderança e organização escolar. Para Lourival Martins Filho, diretor de Formação Docente e Valorização dos Profissionais da Educação da SEB, o Proditec é um programa voltado para qualificar o fazer pedagógico de diretores e equipes técnicas das secretarias de educação. “Na liderança da Professora Katia S. Secretaria da educação básica todas as formações devem dialogar entre si com foco no Compromisso, na Escola de Tempo Integral e na Estratégia Nacional Escolas Conectadas e neste sentido os diretores escolares assumem um papel importante no cotidiano escolar”, disse. O coordenador-geral de Formação de Gestores Técnicos da Educação Básica, José Roberto Junior, apresentou a proposta de ampliação do Proditec. “A perspectiva é que até em 2026 mais de 70% de todos os diretores do Brasil tenham realizado uma formação continuada qualificada nesta parceria SEB e instituições formadoras referências na gestão escolar”, explicou. Em 24 de junho, durante o encerramento das atividades, a diretora escolar Marli Lago, do Rio Grande do Sul, destacou a importância do curso em sua atuação profissional. “Fazer o mentoria para diretores e trocar experiencias sobre a tomada de decisão nos contextos escolares é fundamental”, destacou. O presidente do Consed e secretário de Estado da Educação do Espírito Santo, Vitor de Ângelo, enfatizou a importância da formação continuada para que tem atua na gestão escolar na atualidade. “Os diretores são fundamentais para uma escola com foco na aprendizagem e por isso precisam estar em constante aprimoramento profissional”, argumentou. Alessio Costa Lima, presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação Ibaretama/CE destacou que bons diretores fazem a diferença no contexto escolar. “Uma boa formação para os professores e para os que atuam na gestão escolar, diretores e coordenadores precisam sempre trocar experiencias e refletir sobre suas práticas”, disse. Maria Cecilia Luiz, professora da UFSCar, mencionou da importância do diálogo com redes e sistemas de ensino oportunizado pela proposta formativa em parceria com a SEB. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/junho/diretores-escolares-concluem-curso-de-aperfeicoamento-do-mec 

Escola em Tempo Integral: MEC conclui repasse de R$ 4 bi a entes

Estados e municípios receberam, ao longo de junho, os valores destinados à criação de novas matrículas em tempo integral, que chegam a quase 1 milhão em todo o Brasil O Ministério da Educação (MEC) finalizou o repasse nesta quarta-feira 26 de junho, da segunda parcela do ciclo 2023-2024 do programa Escola em Tempo Integral para expansão de matrículas nas redes de ensino de todo o País. O pagamento, que chegou ao montante de cerca de R$ 1,96 bilhões, é referente às matrículas efetivamente declaradas pelos entes federativos, que somam mais de 950 mil. Desde o lançamento do programa, foram investidos mais de R$ 4 bilhões nos 26 estados, no Distrito Federal e em 4.689 municípios. As matrículas declaradas atingiram 95% da meta estabelecida pelo MEC, que é de 1 milhão de novas vagas com jornada estendida e currículo voltado para o desenvolvimento integral das crianças, adolescentes e jovens. Esse número ainda pode crescer, pois o prazo de adesão ao programa para o Rio Grande do Sul foi ampliado devido ao desastre climático enfrentado pelo estado. Além do pagamento do fomento, as ações de assistência técnica realizadas pela Pasta seguem em implementação. Até agosto, uma formação com mais de 9.500 gestores de secretarias estaduais e municipais de educação vai apoiá-los na implementação de suas políticas locais de educação integral. “A Escola em Tempo Integral é uma estratégia para dar ao estudante uma escola mais completa, com jornada estendida e currículo voltado para o desenvolvimento integral. É, também, segurança para pais e mães, sabendo que seus filhos estão na escola todo o dia”, afirmou o Ministério da Educação, Camilo Santana. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/junho/escola-em-tempo-integral-mec-conclui-repasse-de-r-4-bi-a-entes Estados e municípios receberam, ao longo de junho, os valores destinados à criação de novas matrículas em tempo integral, que chegam a quase 1 milhão em todo o Brasil O Ministério da Educação (MEC) finalizou o repasse nesta quarta-feira 26 de junho, da segunda parcela do ciclo 2023-2024 do programa Escola em Tempo Integral para expansão de matrículas nas redes de ensino de todo o País. O pagamento, que chegou ao montante de cerca de R$ 1,96 bilhões, é referente às matrículas efetivamente declaradas pelos entes federativos, que somam mais de 950 mil. Desde o lançamento do programa, foram investidos mais de R$ 4 bilhões nos 26 estados, no Distrito Federal e em 4.689 municípios. As matrículas declaradas atingiram 95% da meta estabelecida pelo MEC, que é de 1 milhão de novas vagas com jornada estendida e currículo voltado para o desenvolvimento integral das crianças, adolescentes e jovens. Esse número ainda pode crescer, pois o prazo de adesão ao programa para o Rio Grande do Sul foi ampliado devido ao desastre climático enfrentado pelo estado. Além do pagamento do fomento, as ações de assistência técnica realizadas pela Pasta seguem em implementação. Até agosto, uma formação com mais de 9.500 gestores de secretarias estaduais e municipais de educação vai apoiá-los na implementação de suas políticas locais de educação integral. “A Escola em Tempo Integral é uma estratégia para dar ao estudante uma escola mais completa, com jornada estendida e currículo voltado para o desenvolvimento integral. É, também, segurança para pais e mães, sabendo que seus filhos estão na escola todo o dia”, afirmou o Ministério da Educação, Camilo Santana. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/junho/escola-em-tempo-integral-mec-conclui-repasse-de-r-4-bi-a-entes

Mais de 400 estados e municípios podem perder complementação da União ao Fundeb na modalidade VAAT em 2025

Entes federativos inabilitados precisam enviar informações contábeis ao Siope e Siconfi até 31 de agosto Em levantamento conjunto realizado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação, e pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Ministério da Fazenda, em 24 de junho, foram identificados 424 entes federativos estaduais e municipais (confira aqui a relação) que ainda não disponibilizaram as informações e dados contábeis, orçamentários e fiscais de 2023 no Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope) e no Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi). Caso não adotem medidas corretivas até 31 de agosto deste ano, esses entes não receberão a complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) na modalidade VAAT em 2025. A habilitação à complementação-VAAT constitui pré-requisito para que as respectivas informações sejam apuradas e consideradas no cálculo do Valor Anual Total por Aluno (VAAT) de cada ente federativo. Conforme a lei de regulamentação do novo Fundeb, os recursos dessa modalidade de complementação da União somente são devidos aos entes cujo VAAT seja inferior ao Valor Anual Total Mínimo por Aluno/Ano (VAAT-MIN). Em 2025, a complementação da União ao VAAT a ser distribuída a estados e municípios corresponderá a 9% da receita total do Fundeb do referido exercício. Clique aqui para mais informações sobre a habilitação ao VAAT/2025. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/mais-de-400-estados-e-municipios-podem-perder-complementacao-da-uniao-ao-fundeb-na-modalidade-vaat-em-2025 Entes federativos inabilitados precisam enviar informações contábeis ao Siope e Siconfi até 31 de agosto Em levantamento conjunto realizado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação, e pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Ministério da Fazenda, em 24 de junho, foram identificados 424 entes federativos estaduais e municipais (confira aqui a relação) que ainda não disponibilizaram as informações e dados contábeis, orçamentários e fiscais de 2023 no Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope) e no Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi). Caso não adotem medidas corretivas até 31 de agosto deste ano, esses entes não receberão a complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) na modalidade VAAT em 2025. A habilitação à complementação-VAAT constitui pré-requisito para que as respectivas informações sejam apuradas e consideradas no cálculo do Valor Anual Total por Aluno (VAAT) de cada ente federativo. Conforme a lei de regulamentação do novo Fundeb, os recursos dessa modalidade de complementação da União somente são devidos aos entes cujo VAAT seja inferior ao Valor Anual Total Mínimo por Aluno/Ano (VAAT-MIN). Em 2025, a complementação da União ao VAAT a ser distribuída a estados e municípios corresponderá a 9% da receita total do Fundeb do referido exercício. Clique aqui para mais informações sobre a habilitação ao VAAT/2025. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/mais-de-400-estados-e-municipios-podem-perder-complementacao-da-uniao-ao-fundeb-na-modalidade-vaat-em-2025

Mais de 400 estados e municípios podem perder complementação da União ao Fundeb na modalidade VAAT em 2025

Entes federativos inabilitados precisam enviar informações contábeis ao Siope e Siconfi até 31 de agosto Em levantamento conjunto realizado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação, e pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Ministério da Fazenda, em 24 de junho, foram identificados 424 entes federativos estaduais e municipais (confira aqui a relação) que ainda não disponibilizaram as informações e dados contábeis, orçamentários e fiscais de 2023 no Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope) e no Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi). Caso não adotem medidas corretivas até 31 de agosto deste ano, esses entes não receberão a complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) na modalidade VAAT em 2025. A habilitação à complementação-VAAT constitui pré-requisito para que as respectivas informações sejam apuradas e consideradas no cálculo do Valor Anual Total por Aluno (VAAT) de cada ente federativo. Conforme a lei de regulamentação do novo Fundeb, os recursos dessa modalidade de complementação da União somente são devidos aos entes cujo VAAT seja inferior ao Valor Anual Total Mínimo por Aluno/Ano (VAAT-MIN). Em 2025, a complementação da União ao VAAT a ser distribuída a estados e municípios corresponderá a 9% da receita total do Fundeb do referido exercício. Clique aqui para mais informações sobre a habilitação ao VAAT/2025. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/mais-de-400-estados-e-municipios-podem-perder-complementacao-da-uniao-ao-fundeb-na-modalidade-vaat-em-2025 

Escola em Tempo Integral: MEC conclui repasse de R$ 4 bi a entes

Estados e municípios receberam, ao longo de junho, os valores destinados à criação de novas matrículas em tempo integral, que chegam a quase 1 milhão em todo o Brasil O Ministério da Educação (MEC) finalizou o repasse nesta quarta-feira 26 de junho, da segunda parcela do ciclo 2023-2024 do programa Escola em Tempo Integral para expansão de matrículas nas redes de ensino de todo o País. O pagamento, que chegou ao montante de cerca de R$ 1,96 bilhões, é referente às matrículas efetivamente declaradas pelos entes federativos, que somam mais de 950 mil. Desde o lançamento do programa, foram investidos mais de R$ 4 bilhões nos 26 estados, no Distrito Federal e em 4.689 municípios. As matrículas declaradas atingiram 95% da meta estabelecida pelo MEC, que é de 1 milhão de novas vagas com jornada estendida e currículo voltado para o desenvolvimento integral das crianças, adolescentes e jovens. Esse número ainda pode crescer, pois o prazo de adesão ao programa para o Rio Grande do Sul foi ampliado devido ao desastre climático enfrentado pelo estado. Além do pagamento do fomento, as ações de assistência técnica realizadas pela Pasta seguem em implementação. Até agosto, uma formação com mais de 9.500 gestores de secretarias estaduais e municipais de educação vai apoiá-los na implementação de suas políticas locais de educação integral. “A Escola em Tempo Integral é uma estratégia para dar ao estudante uma escola mais completa, com jornada estendida e currículo voltado para o desenvolvimento integral. É, também, segurança para pais e mães, sabendo que seus filhos estão na escola todo o dia”, afirmou o Ministério da Educação, Camilo Santana.     Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/junho/escola-em-tempo-integral-mec-conclui-repasse-de-r-4-bi-a-entes 

Undime participa do lançamento da pesquisa Seleção e Alocação de Professores no Brasil

Evento aconteceu na capital paulista, nesta quarta-feira, 26 de junho O presidente da Undime São Paulo e Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP, Luiz Miguel Garcia, participou representando a Undime Nacional, nesta quarta-feira (26), do evento de lançamento da pesquisa de seleção e alocação de professores no Brasil, realizada pelo Instituto Península. Com o tema: “Os professores que precisamos: diagnóstico da seleção e alocação de professores no Brasil”, o evento, que aconteceu na sede do Instituto Península, contou com a participação de lideranças e instituições educacionais de todo o Brasil, e apresentou o resultado da pesquisa, que teve o objetivo de mapear como funcionam os mecanismos de seleção e alocação de professores no país e como eles se diferenciam entre as regiões e municípios. Além da representação da Undime, a mesa de abertura teve a participação do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE/ES) e presidente do Comitê Técnico de Educação do Instituto Rui Barbosa, Rodrigo Coelho; do secretário de Estado de Educação do Paraná e representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Roni Miranda Vieira; e do coordenador do Movimento Profissão Docente, Haroldo Rocha. Para o presidente da Undime/SP e Região Sudeste, é necessário criar parâmetros e diálogos constantes com todas as esferas, em colaboração, para um planejamento nacional sobre a seleção, qualificação e profissionalização dos educadores, além de um olhar para os planos de carreira e remuneração. “Os professores são peças fundamentais para a aprendizagem e desenvolvimento dos estudantes. Professores bem formados, desde a formação inicial, fazem com que as crianças e adolescentes aprendam mais”. Fonte: Undime/SP com adaptaçõesFotos: Undime/SP Evento aconteceu na capital paulista, nesta quarta-feira, 26 de junho O presidente da Undime São Paulo e Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP, Luiz Miguel Garcia, participou representando a Undime Nacional, nesta quarta-feira (26), do evento de lançamento da pesquisa de seleção e alocação de professores no Brasil, realizada pelo Instituto Península. Com o tema: “Os professores que precisamos: diagnóstico da seleção e alocação de professores no Brasil”, o evento, que aconteceu na sede do Instituto Península, contou com a participação de lideranças e instituições educacionais de todo o Brasil, e apresentou o resultado da pesquisa, que teve o objetivo de mapear como funcionam os mecanismos de seleção e alocação de professores no país e como eles se diferenciam entre as regiões e municípios. Além da representação da Undime, a mesa de abertura teve a participação do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE/ES) e presidente do Comitê Técnico de Educação do Instituto Rui Barbosa, Rodrigo Coelho; do secretário de Estado de Educação do Paraná e representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Roni Miranda Vieira; e do coordenador do Movimento Profissão Docente, Haroldo Rocha. Para o presidente da Undime/SP e Região Sudeste, é necessário criar parâmetros e diálogos constantes com todas as esferas, em colaboração, para um planejamento nacional sobre a seleção, qualificação e profissionalização dos educadores, além de um olhar para os planos de carreira e remuneração. “Os professores são peças fundamentais para a aprendizagem e desenvolvimento dos estudantes. Professores bem formados, desde a formação inicial, fazem com que as crianças e adolescentes aprendam mais”. Fonte: Undime/SP com adaptaçõesFotos: Undime/SP

Saiba como foi a videoconferência sobre Educação Inclusiva

Encontro apresentou uma breve contextualização sobre as ações para fortalecimento dos Sistemas Educacionais Inclusivos (Foto: Undime) A Undime, por meio da plataforma Conviva Educação, realizou videoconferência, com o apoio do Ministério da Educação, a partir do tema “Construindo uma Educação Inclusiva: diálogo sobre a Educação Especial com as redes de ensino”. A transmissão aconteceu na tarde desta terça-feira, 25 de junho, e contou com a participação de Alexandre Mapurunga, diretor de Políticas de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva, da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), do Ministério da Educação; e Liliane Garcez, coordenadora-geral de Estruturação do Sistema Educacional Inclusivo da Secadi/MEC. A mediação do debate ficou por conta da presidente da Undime Rio Grande do Sul e Região Sul, Maristela Guasselli, Dirigente Municipal de Educação de Novo Hamburgo/RS. Ela também é a representante da Undime na Comissão Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. O objetivo do debate foi apresentar uma breve contextualização sobre as ações para fortalecimento dos Sistemas Educacionais Inclusivos, com foco nos programas de Formação e de descentralização de verbas para aquisição de materiais e equipamentos para as Salas de Recursos Multifuncionais. Além disso, foram apresentadas as novas ações que compõem o Plano de Ação para Autismo, bem como o andamento das diretrizes para o Profissional de Apoio Escolar e sobre a compatibilização do Atendimento Educacional Especializado e da Educação em Tempo Integral. Por fim, ocorreu um diálogo sobre as principais questões trazidas pelas próprias redes de ensino que participaram ao vivo enviando perguntas. O diretor de Políticas de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva da Secadi, Alexandre Mapurunga, defendeu a educação inclusiva como um instrumento de valorização da diversidade, das potências dos alunos e da proeminência do saber pedagógico na promoção da educação dentro do contexto escolar. “O MEC entende que todas as crianças podem aprender e o melhor lugar para isso são as escolas comuns. No entanto, é preciso pensar quais são os meios, os recursos, as metodologias e as abordagens utilizadas para ensinar esses alunos da melhor maneira. Não cabe mais perguntar se é direito de uma criança estar em uma escola comum e, por isso, precisamos sempre trabalhar para a universalização da educação”, disse. Para a coordenadora-geral de Estruturação do Sistema Educacional Inclusivo da Secadi, Liliane Garcez, “a inclusão acontece na sala de aula e por isso as ações de formação precisam dar conta não só do professor especializado em educação inclusiva, mas também de gestores e de educadores de salas comuns”. Segundo ela, “se essas mudanças não forem feitas, não será passada para os alunos a ideia de que eles fazem parte da escola e de que serão contemplados pelas ações pedagógicas”, completou. A representante da Undime definiu o bate como “valioso e potente”. Maristela destacou ainda a fala de um dos convidados que afirmou que “o diálogo nos conduz para uma política exitosa” e afirmou que acredita nessa premissa. “Nós precisamos pensar uma política pública que contemple as nossas crianças e também os nossos professores. Cada pessoa é singular. Assim como os estudantes têm suas singularidades, os nossos professores precisam de um olhar especial”, disse ela. O vídeo com a íntegra da transmissão está disponível na galeria de vídeos do Conviva. Confira aqui. Fonte: Undime com informações do MEC Encontro apresentou uma breve contextualização sobre as ações para fortalecimento dos Sistemas Educacionais Inclusivos (Foto: Undime) A Undime, por meio da plataforma Conviva Educação, realizou videoconferência, com o apoio do Ministério da Educação, a partir do tema “Construindo uma Educação Inclusiva: diálogo sobre a Educação Especial com as redes de ensino”. A transmissão aconteceu na tarde desta terça-feira, 25 de junho, e contou com a participação de Alexandre Mapurunga, diretor de Políticas de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva, da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), do Ministério da Educação; e Liliane Garcez, coordenadora-geral de Estruturação do Sistema Educacional Inclusivo da Secadi/MEC. A mediação do debate ficou por conta da presidente da Undime Rio Grande do Sul e Região Sul, Maristela Guasselli, Dirigente Municipal de Educação de Novo Hamburgo/RS. Ela também é a representante da Undime na Comissão Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. O objetivo do debate foi apresentar uma breve contextualização sobre as ações para fortalecimento dos Sistemas Educacionais Inclusivos, com foco nos programas de Formação e de descentralização de verbas para aquisição de materiais e equipamentos para as Salas de Recursos Multifuncionais. Além disso, foram apresentadas as novas ações que compõem o Plano de Ação para Autismo, bem como o andamento das diretrizes para o Profissional de Apoio Escolar e sobre a compatibilização do Atendimento Educacional Especializado e da Educação em Tempo Integral. Por fim, ocorreu um diálogo sobre as principais questões trazidas pelas próprias redes de ensino que participaram ao vivo enviando perguntas. O diretor de Políticas de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva da Secadi, Alexandre Mapurunga, defendeu a educação inclusiva como um instrumento de valorização da diversidade, das potências dos alunos e da proeminência do saber pedagógico na promoção da educação dentro do contexto escolar. “O MEC entende que todas as crianças podem aprender e o melhor lugar para isso são as escolas comuns. No entanto, é preciso pensar quais são os meios, os recursos, as metodologias e as abordagens utilizadas para ensinar esses alunos da melhor maneira. Não cabe mais perguntar se é direito de uma criança estar em uma escola comum e, por isso, precisamos sempre trabalhar para a universalização da educação”, disse. Para a coordenadora-geral de Estruturação do Sistema Educacional Inclusivo da Secadi, Liliane Garcez, “a inclusão acontece na sala de aula e por isso as ações de formação precisam dar conta não só do professor especializado em educação inclusiva, mas também de gestores e de educadores de salas comuns”. Segundo ela, “se essas mudanças não forem feitas, não será passada para os alunos a ideia de que eles fazem parte da escola e de que serão contemplados pelas ações pedagógicas”, completou. A representante da Undime

Conviva Educação atualiza material com orientações para o período eleitoral

Documento que aborda as limitações e diretrizes impostas pela legislação eleitoral está disponível na biblioteca da plataforma   O ano de 2024 é marcado pelas eleições municipais, em que serão eleitos prefeitos e vereadores nos 5.568 municípios brasileiros. Com isso, o período possui um calendário atípico, com responsabilidades que devem ser observadas pelas administrações municipais, dentre elas as secretarias municipais de educação. Para contribuir com as redes municipais de ensino, no sentido de que elas possam adotar práticas corretas e a fim de fortalecer a integridade do processo eleitoral, o Conviva Educação atualizou o material “Condutas vedadas em ano eleitoral: o que pode e não pode ser feito este ano pelas equipes das secretarias municipais de educação”, com o objetivo de orientar quanto às regras direcionadas aos agentes públicos, tendo em vista que foram criadas com a intenção de garantir um equilíbrio na disputa aos cargos eletivos, impedindo que os candidatos utilizem a máquina pública para obter vantagens. No material é possível  encontrar algumas das vedações presentes no Artigo 73 da Lei no 9.504 de 1997, que trata sobre Condutas Vedadas aos Agentes Públicos em Campanhas Eleitorais, e conhecer ainda as restrições que estão relacionadas ao dia a dia da secretaria de educação em quatros grandes temas, sendo eles: bens, materiais e serviços públicos; servidores públicos e ações sociais; obras e serviços públicos; e realização de publicação institucional. As condutas vedadas são normas que pretendem tornar a disputa eleitoral a mais equilibrada possível, sem que um candidato obtenha vantagens sobre o outro, indicando quais ações são proibidas. Para melhor ilustrar os assuntos que mais interessam às equipes técnicas das secretarias municipais de Educação, o documento foi pensado para preservar a credibilidade das instituições públicas perante a comunidade. Além disso, a publicação observa as normas eleitorais para que as redes de ensino possam continuar contribuindo significativamente para a construção de um ambiente democrático, justo e igualitário, respeitando as limitações e diretrizes impostas pela legislação eleitoral. O material pode ser acessado aqui.   Fonte: Conviva Educação

Saiba como foi a videoconferência sobre Educação Inclusiva

Encontro apresentou uma breve contextualização sobre as ações para fortalecimento dos Sistemas Educacionais Inclusivos (Foto: Undime)   A Undime, por meio da plataforma Conviva Educação, realizou videoconferência, com o apoio do Ministério da Educação, a partir do tema “Construindo uma Educação Inclusiva: diálogo sobre a Educação Especial com as redes de ensino”. A transmissão aconteceu na tarde desta terça-feira, 25 de junho, e contou com a participação de Alexandre Mapurunga, diretor de Políticas de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva, da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), do Ministério da Educação; e Liliane Garcez, coordenadora-geral de Estruturação do Sistema Educacional Inclusivo da Secadi/MEC. A mediação do debate ficou por conta da presidente da Undime Rio Grande do Sul e Região Sul, Maristela Guasselli, Dirigente Municipal de Educação de Novo Hamburgo/RS. Ela também é a representante da Undime na Comissão Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. O objetivo do debate foi apresentar uma breve contextualização sobre as ações para fortalecimento dos Sistemas Educacionais Inclusivos, com foco nos programas de Formação e de descentralização de verbas para aquisição de materiais e equipamentos para as Salas de Recursos Multifuncionais. Além disso, foram apresentadas as novas ações que compõem o Plano de Ação para Autismo, bem como o andamento das diretrizes para o Profissional de Apoio Escolar e sobre a compatibilização do Atendimento Educacional Especializado e da Educação em Tempo Integral. Por fim, ocorreu um diálogo sobre as principais questões trazidas pelas próprias redes de ensino que participaram ao vivo enviando perguntas. O diretor de Políticas de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva da Secadi, Alexandre Mapurunga, defendeu a educação inclusiva como um instrumento de valorização da diversidade, das potências dos alunos e da proeminência do saber pedagógico na promoção da educação dentro do contexto escolar. “O MEC entende que todas as crianças podem aprender e o melhor lugar para isso são as escolas comuns. No entanto, é preciso pensar quais são os meios, os recursos, as metodologias e as abordagens utilizadas para ensinar esses alunos da melhor maneira. Não cabe mais perguntar se é direito de uma criança estar em uma escola comum e, por isso, precisamos sempre trabalhar para a universalização da educação”, disse. Para a coordenadora-geral de Estruturação do Sistema Educacional Inclusivo da Secadi, Liliane Garcez, “a inclusão acontece na sala de aula e por isso as ações de formação precisam dar conta não só do professor especializado em educação inclusiva, mas também de gestores e de educadores de salas comuns”. Segundo ela, “se essas mudanças não forem feitas, não será passada para os alunos a ideia de que eles fazem parte da escola e de que serão contemplados pelas ações pedagógicas”, completou. A representante da Undime definiu o bate como “valioso e potente”. Maristela destacou ainda a fala de um dos convidados que afirmou que “o diálogo nos conduz para uma política exitosa” e afirmou que acredita nessa premissa. “Nós precisamos pensar uma política pública que contemple as nossas crianças e também os nossos professores. Cada pessoa é singular. Assim como os estudantes têm suas singularidades, os nossos professores precisam de um olhar especial”, disse ela. O vídeo com a íntegra da transmissão está disponível na galeria de vídeos do Conviva. Confira aqui.  Fonte: Undime com informações do MEC