Inep publica resultados definitivos de elaboradores de itens do Saeb

Processo seletivo é voltado a professores que vão elaborar e revisar itens do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) Estão disponíveis os resultados finais da seleção e do credenciamento de professores para elaboração e revisão de itens do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou, na sexta-feira, 26 de julho, no Diário Oficial da União (DOU), o Edital nº 133, com a lista de docentes selecionados. O processo seletivo é voltado a docentes com nível superior em licenciatura nas seguintes áreas: história; geografia; ciências sociais (sociologia, ciência política ou antropologia); filosofia; ciências; biologia; física; e química. A seletiva conta com reserva de vagas para pessoas pretas, pardas, indígenas, quilombolas e com deficiência. Saeb – Realizado desde 1990, o Sistema de Avaliação da Educação Básica é uma avaliação em larga escala que oferece subsídios para a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de políticas educacionais. Permite que os diversos níveis governamentais avaliem a qualidade da educação praticada no país, a partir de evidências. Entre outros aspectos, também possibilita a compreensão sobre as condições de acesso à escola e a permanência nela, além de avaliar o quão eficiente é o ensino. Por meio de testes e questionários, a avaliação reflete os níveis de aprendizagem demonstrados pelo conjunto de estudantes no contexto escolar. Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/saeb/elaboradores-de-itens-inep-publica-resultados-definitivos 

Undime participa do Seminário Internacional Brasília na Rota dos Escravizados

Evento foi promovido pelo Ministério da Educação em colaboração com a Unesco O presidente da Undime Bahia e Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA, Anderson Passos, representou a instituição essa semana, nos dias 24 e 25 de julho, no Seminário Internacional Brasília na Rota dos Escravizados. O evento aconteceu em comemoração aos 30 anos do Projeto da Unesco “Rota dos Escravizados: resistência, liberdade, patrimônio” e foi promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC), em colaboração com a Unesco. O seminário teve como objetivos resgatar a memória e dar visibilidade para a história da população de comunidades quilombolas, mostrando a importância para a formação da sociedade brasileira. Para tanto, promoveu uma reflexão sobre o tema à luz da Lei nº 10.639/2003, que inseriu a obrigatoriedade do estudo de história e cultura afro-brasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio do país. No primeiro dia de evento, a programação aconteceu no Instituto Rio Branco, em Brasília, e contemplou a apresentação da Política Nacional de Educação para as relações Étnico-Racias e Educação Escolar Quilombola, instituída pela Portaria nº 470/2024; a exibição do documentário intitulado “Quilombolas de Mesquita, os brasileiros que iniciaram a construção da capital do Brasil”; e o lançamento dos livros da Unesco e MEC: África e suas Diásporas – História Geral da África, Volume 10; e Brasil-África: Histórias cruzadas – Ensino Fundamental 1. “Entender a rota dos escravizados é muito interessante para compreendermos para onde vamos, partindo de onde viemos. Nesse sentido, precisamos saber a rota dos escravizados para entendermos de onde surgirmos, enquanto povo negro aqui no Brasil, quais são os espaços que os africanos ocuparam, até porque cada localidade da África tem sua história. O estudante entender como se construiu o povo brasileiro através dos africanos, é essencial até para saber onde toda essa ancestralidade vai se consolidar no futuro”, disse o representante da Undime. Anderson acrescenta ainda que é interessante parar para entender a importância do ser negro, não só na construção do Brasil, como na de outros países”. No segundo dia, o público do seminário foi a campo e visitou o Quilombo Mesquita, localizado na Cidade Ocidental/GO. O quilombo completou 278 anos, no último dia 19 de maio, e teve um papel importante – e pouco conhecido – na fundação de Brasília. A visita começou com um momento de acolhimento e boas-vindas que contou com falas de representantes do quilombo, do MEC, da Unesco, da Fundação Palmares e da Embaixada da África do Sul. Na sequência, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer a Escola Municipal Alípio Pereira Braga, localizada no quilombo, e que atende estudantes do 1° ao 5° ano do Ensino Fundamental. Ainda sob a perspectiva de conhecer a cultura do Quilombo Mesquita, a visita seguiu com a oportunidade de conversar com pessoas que carregam consigo a bagagem das vivências e histórias locais. Dona Joana, de 99 anos, é uma das moradoras do quilombo e pode compartilhar um pouco de sua experiência. Na sequência, os participantes conheceram as terras, plantações e produções feitas pela população local. Açafrão, hibisco, marmelo, mamão, manga, jabuticaba, mandioca, tudo plantado e colhido por eles. Para o representante da Undime, Anderson Passos, a oportunidade de conhecer e vivenciar a cultura local é única, sobretudo em se tratando de um quilombo. “Acredito muito na relação de que só se preserva o que se conhece. Nesse sentido, ter contato com toda a riqueza da cultura, da identidade e da história de um quilombo, é essencial para entender e valorizá-lo”. No que tange à educação, o presidente da seccional Bahia, acredita que não adianta, enquanto dirigentes municipais de educação, cobrar um trabalho relacionado à equidade sem proporcionar vivências nesse sentido. “É essencial oferecermos aos nossos professores processos de formação continuada”, destacou. Fonte/Fotos: Undime Evento foi promovido pelo Ministério da Educação em colaboração com a Unesco O presidente da Undime Bahia e Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA, Anderson Passos, representou a instituição essa semana, nos dias 24 e 25 de julho, no Seminário Internacional Brasília na Rota dos Escravizados. O evento aconteceu em comemoração aos 30 anos do Projeto da Unesco “Rota dos Escravizados: resistência, liberdade, patrimônio” e foi promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC), em colaboração com a Unesco. O seminário teve como objetivos resgatar a memória e dar visibilidade para a história da população de comunidades quilombolas, mostrando a importância para a formação da sociedade brasileira. Para tanto, promoveu uma reflexão sobre o tema à luz da Lei nº 10.639/2003, que inseriu a obrigatoriedade do estudo de história e cultura afro-brasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio do país. No primeiro dia de evento, a programação aconteceu no Instituto Rio Branco, em Brasília, e contemplou a apresentação da Política Nacional de Educação para as relações Étnico-Racias e Educação Escolar Quilombola, instituída pela Portaria nº 470/2024; a exibição do documentário intitulado “Quilombolas de Mesquita, os brasileiros que iniciaram a construção da capital do Brasil”; e o lançamento dos livros da Unesco e MEC: África e suas Diásporas – História Geral da África, Volume 10; e Brasil-África: Histórias cruzadas – Ensino Fundamental 1. “Entender a rota dos escravizados é muito interessante para compreendermos para onde vamos, partindo de onde viemos. Nesse sentido, precisamos saber a rota dos escravizados para entendermos de onde surgirmos, enquanto povo negro aqui no Brasil, quais são os espaços que os africanos ocuparam, até porque cada localidade da África tem sua história. O estudante entender como se construiu o povo brasileiro através dos africanos, é essencial até para saber onde toda essa ancestralidade vai se consolidar no futuro”, disse o representante da Undime. Anderson acrescenta ainda que é interessante parar para entender a importância do ser negro, não só na construção do Brasil, como na de outros países”. No segundo dia, o público do seminário foi a campo e visitou o Quilombo Mesquita, localizado na Cidade Ocidental/GO. O quilombo completou 278

Inep publica edital para compor banco de itens do Enem

Inscrição deverá ser efetuada exclusivamente pelo Sistema BNI, no período de 23 de julho a 22 de agosto O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou, no dia 19 de julho, no Diário Oficial da União (DOU), o Edital nº 121 referente às diretrizes para seleção e credenciamento de colaboradores interessados em compor o Banco de Colaboradores do Banco Nacional de Itens (BC-BNI) do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As áreas contempladas são: linguagens e códigos; matemática e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias. Entre os requisitos, o candidato deve: – Ser docente como servidor efetivo, ativo ou inativo, do ensino público, básico ou superior, nas esferas municipal, estadual, distrital ou federal;– Ter formação prevista na área pretendida;– Ter experiência docente no ensino médio;– Ter disponibilidade e aptidão para elaboração e revisão técnico-pedagógica de itens que poderão compor os instrumentos de avaliação do Inep. Inscrições – Os interessados devem realizar a inscrição de 23 de julho a 22 de agosto, pelo Sistema BNI. O Inep realizará a classificação dos candidatos a partir da conferência dos documentos comprobatórios. Serão destinadas 20% das vagas, em cada área, a candidatos autodeclarados pretos, pardos e quilombolas; 3% para candidatos autodeclarados indígenas; 5% para candidatas mulheres e 5% para pessoas com deficiência. Capacitação – A convocação para a capacitação não garante ao participante a condição de colaborador do BNI. Para tanto, é necessário que os convocados concluam o processo de capacitação e obtenham aproveitamento mínimo nas atividades. As capacitações poderão ocorrer na modalidade presencial ou a distância. Confira o cronograma da seleção: Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem se tornou a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni). Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são utilizados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. Acesse o Sistema BNI Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/enem/inep-publica-edital-para-compor-banco-de-itens-do-enem Inscrição deverá ser efetuada exclusivamente pelo Sistema BNI, no período de 23 de julho a 22 de agosto O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou, no dia 19 de julho, no Diário Oficial da União (DOU), o Edital nº 121 referente às diretrizes para seleção e credenciamento de colaboradores interessados em compor o Banco de Colaboradores do Banco Nacional de Itens (BC-BNI) do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As áreas contempladas são: linguagens e códigos; matemática e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias. Entre os requisitos, o candidato deve: – Ser docente como servidor efetivo, ativo ou inativo, do ensino público, básico ou superior, nas esferas municipal, estadual, distrital ou federal;- Ter formação prevista na área pretendida;- Ter experiência docente no ensino médio;- Ter disponibilidade e aptidão para elaboração e revisão técnico-pedagógica de itens que poderão compor os instrumentos de avaliação do Inep.Inscrições – Os interessados devem realizar a inscrição de 23 de julho a 22 de agosto, pelo Sistema BNI. O Inep realizará a classificação dos candidatos a partir da conferência dos documentos comprobatórios. Serão destinadas 20% das vagas, em cada área, a candidatos autodeclarados pretos, pardos e quilombolas; 3% para candidatos autodeclarados indígenas; 5% para candidatas mulheres e 5% para pessoas com deficiência. Capacitação – A convocação para a capacitação não garante ao participante a condição de colaborador do BNI. Para tanto, é necessário que os convocados concluam o processo de capacitação e obtenham aproveitamento mínimo nas atividades. As capacitações poderão ocorrer na modalidade presencial ou a distância. Confira o cronograma da seleção: Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem se tornou a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni). Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são utilizados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. Acesse o Sistema BNI Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/enem/inep-publica-edital-para-compor-banco-de-itens-do-enem

Inep publica edital para compor banco de itens do Enem

Inscrição deverá ser efetuada exclusivamente pelo Sistema BNI, no período de 23 de julho a 22 de agosto O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou, no dia 19 de julho, no Diário Oficial da União (DOU), o Edital nº 121 referente às diretrizes para seleção e credenciamento de colaboradores interessados em compor o Banco de Colaboradores do Banco Nacional de Itens (BC-BNI) do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As áreas contempladas são: linguagens e códigos; matemática e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias. Entre os requisitos, o candidato deve: – Ser docente como servidor efetivo, ativo ou inativo, do ensino público, básico ou superior, nas esferas municipal, estadual, distrital ou federal;– Ter formação prevista na área pretendida;– Ter experiência docente no ensino médio;– Ter disponibilidade e aptidão para elaboração e revisão técnico-pedagógica de itens que poderão compor os instrumentos de avaliação do Inep. Inscrições – Os interessados devem realizar a inscrição de 23 de julho a 22 de agosto, pelo Sistema BNI. O Inep realizará a classificação dos candidatos a partir da conferência dos documentos comprobatórios. Serão destinadas 20% das vagas, em cada área, a candidatos autodeclarados pretos, pardos e quilombolas; 3% para candidatos autodeclarados indígenas; 5% para candidatas mulheres e 5% para pessoas com deficiência. Capacitação – A convocação para a capacitação não garante ao participante a condição de colaborador do BNI. Para tanto, é necessário que os convocados concluam o processo de capacitação e obtenham aproveitamento mínimo nas atividades. As capacitações poderão ocorrer na modalidade presencial ou a distância. Confira o cronograma da seleção:   Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem se tornou a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni). Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são utilizados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. Acesse o Sistema BNI Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/enem/inep-publica-edital-para-compor-banco-de-itens-do-enem 

Educação integral: construindo conhecimentos que vão além da sala de aula

A prática que busca formar indivíduos com competências e habilidades essenciais para o mundo atual tem pautado debates  (Foto: Image by freepik)   O tema da Educação Integral está ganhando cada vez mais destaque nas escolas e redes de ensino. Isso porque, a educação sob a perspectiva integral possui uma abordagem que visa ao desenvolvimento completo dos estudantes em todas as suas dimensões, isto é, cognitiva, física, emocional, social, cultural e política. Ela não se limita ao tempo e ao espaço escolar, mas envolve a articulação entre a escola, a família e a comunidade para promover a formação completa do indivíduo. No mundo globalizado e em constantes mudanças, essa educação tem se tornado cada vez mais necessária, pois busca preparar os estudantes para encarar os diferentes desafios postos; e proporcionar um desenvolvimento holístico, incluindo por exemplo, além do conteúdo acadêmico, habilidades socioemocionais. Na Constituição Federal, por exemplo, o artigo 205 estabelece que “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB (Lei Nº 9.394/1996) traz a perspectiva da educação integral na Educação Infantil (Art. 29); no Ensino Fundamental (§ 2º Art. 34); e no Ensino Médio (§ 7º Art. 35-A). Para além disso, há o Plano Nacional de Educação (PNE), que na Meta 6, determina que deve-se “oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos(as) alunos(as) da educação básica”. Há também a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que aborda a formação global dos estudantes e as competências gerais. A partir da identificação do problema, ou seja, da distância de se atingir a Meta 6 do Plano Nacional de Educação, pois o Brasil ofertava em 2021, segundo dados do Inep, apenas 15,1% das matrículas de tempo integral e tinha 22,4% das escolas em tempo integral, o Ministério da Educação (MEC) criou o Programa Escola em Tempo Integral. Instituído pela Lei nº 14.640, de 31 de julho de 2023, a estratégia do Programa se dá em duas frentes: fomento financeiro para a criação de matrículas (igual ou superior a 7 horas diárias ou 35 horas semanais) e assistência técnica para ampliação de matrículas com qualidade e equidade. Para tanto, o Programa está estruturado a partir de cinco eixos: ampliar, formar, fomentar, estruturar e entrelaçar. O objetivo do Governo Federal é atingir o patamar de 3,2 milhões de novas matrículas em tempo integral até 2026. “A gente pode entender a educação integral de múltiplas formas. Podemos entender que trabalhar a ampliação da jornada é apenas trabalhar mais conteúdo. Mas, o Ministério da Educação, nesta gestão, entende a educação integral muito mais como a formação do sujeito em suas múltiplas dimensões. E, para isso, precisamos considerar essas múltiplas dimensões tanto no sentido do que a gente precisa prover para esse estudante quanto em relação a sua própria formação. E quando falamos em prover, me refiro às ações intersetoriais. A escola não pode assumir sozinha uma série de direitos que o estudante precisa, mas a gente precisa trabalhar cada vez mais juntos com outras áreas para que aquele estudante não seja visto só no seu cognitivo. Em relação a sua formação, aqui me refiro à matriz curricular, as atividades pedagógicas, em relação a tudo que a gente entende como uma ampliação desses horizontes de formação, que não fique apenas no conteúdo”, defendeu a coordenadora de Educação Integral em Tempo Integral do Ministério da Educação, Aline Zero, ao explicar que a educação integral está ancorada em dispositivos legais do projeto de nação brasileira, como a Constituição Federal, LDB, PNE e BNCC. De acordo com dados do MEC, apresentados no Fórum Regional Norte da Undime, em julho de 2024, o Ciclo 1 do Programa Escola em Tempo Integral, referente aos anos de 2023 e 2024, contou com a pactuação de 100% das Secretaria Estaduais de Educação e 84,3% das Secretarias Municipais, resultando em 950.614 matrículas em tempo integral novas declaradas nos dois anos do ciclo. Ao todo foram repassados mais de R$ 4,055 bilhões aos entes federados. Para o presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, a educação integral é bastante desafiadora, por uma questão de concepção. “Não dá para pensar em uma educação que, de fato, não considere a existência e a interdependência das dimensões do ser. A verdadeira educação é aquela que consegue trabalhar o desenvolvimento da criança em múltiplos aspectos. Precisamos começar a entender que a educação na perspectiva integral do ser humano necessita de uma expansão da jornada escolar”, afirma. Alessio pondera que com uma jornada de quatro horas diárias é difícil desenvolver um modelo de educação na perspectiva integral. Neste sentido, o presidente da Undime acredita que uma política de educação integral pressupõe necessariamente a ampliação da jornada. “A educação integral é estratégica e hoje temos uma política focada para a garantia da educação em tempo integral. No entanto, nós gestores, sabemos que a implantação desse modelo requer uma jornada ampliada para possibilitar o desenvolvimento do ser nas suas dimensões social, política, física, cognitiva, emocional e cultural. Porém, também precisamos de mais investimentos, uma estrutura adequada, profissionais melhores e mais qualificados”, explica. Mesmo com os incentivos financeiros, sabe-se que a concretização da educação integral se dá também a partir de outros fatores. “Não basta mais tempo na escola. São necessárias ações de assistência técnica com foco em equidade e qualidade”, disse a representante do MEC. Foi a partir dessa premissa, que o Programa pensou também na assistência técnica por meio, por exemplo, da oferta de formação continuada de Secretários(as) e Equipes Técnicas de Secretarias de Educação com foco na implementação de políticas locais de Educação Integral. A Undime ressalta a importância de o currículo e os projetos político-pedagógicos serem o ponto central da iniciativa, a fim de se garantir a qualidade

Lei prorroga atual Plano Nacional de Educação até 31 de dezembro de 2025

Prazo do documento havia vencido em 25 de junho de 2024 (Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília) O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou sem vetos a Lei Nº 14.934/24, que prorroga, até 31 de dezembro de 2025, a vigência do atual Plano Nacional de Educação (PNE). O texto foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (26). A norma decorre do Projeto de Lei 5665/23, da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), aprovado pela Câmara dos Deputados em julho. Segundo a senadora, a ideia foi evitar período sem o PNE, como ocorreu entre a primeira e a segunda edições. O atual PNE venceu em 25 de junho de 2024. A proposta para a terceira edição, de autoria do Poder Executivo (PL 2614/24), estabelece 18 objetivos a serem cumpridos até 2034. O texto ainda aguarda votação na Câmara. Fonte: Agência Câmara de Notícias https://www.camara.leg.br/noticias/1085255-lei-prorroga-atual-plano-nacional-de-educacao-ate-31-de-dezembro-de-2025/ 

Undime participa do Seminário Internacional Brasília na Rota dos Escravizados

Evento foi promovido pelo Ministério da Educação em colaboração com a Unesco   O presidente da Undime Bahia e Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA, Anderson Passos, representou a instituição essa semana, nos dias 24 e 25 de julho, no Seminário Internacional Brasília na Rota dos Escravizados. O evento aconteceu em comemoração aos 30 anos do Projeto da Unesco “Rota dos Escravizados: resistência, liberdade, patrimônio” e foi promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC), em colaboração com a Unesco. O seminário teve como objetivos resgatar a memória e dar visibilidade para a história da população de comunidades quilombolas, mostrando a importância para a formação da sociedade brasileira. Para tanto, promoveu uma reflexão sobre o tema à luz da Lei nº 10.639/2003, que inseriu a obrigatoriedade do estudo de história e cultura afro-brasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio do país. No primeiro dia de evento, a programação aconteceu no Instituto Rio Branco, em Brasília, e contemplou a apresentação da Política Nacional de Educação para as relações Étnico-Racias e Educação Escolar Quilombola, instituída pela Portaria nº 470/2024; a exibição do documentário intitulado “Quilombolas de Mesquita, os brasileiros que iniciaram a construção da capital do Brasil”; e o lançamento dos livros da Unesco e MEC: África e suas Diásporas – História Geral da África, Volume 10; e Brasil-África: Histórias cruzadas – Ensino Fundamental 1. “Entender a rota dos escravizados é muito interessante para compreendermos para onde vamos, partindo de onde viemos. Nesse sentido, precisamos saber a rota dos escravizados para entendermos de onde surgirmos, enquanto povo negro aqui no Brasil, quais são os espaços que os africanos ocuparam, até porque cada localidade da África tem sua história. O estudante entender como se construiu o povo brasileiro através dos africanos, é essencial até para saber onde toda essa ancestralidade vai se consolidar no futuro”, disse o representante da Undime. Anderson acrescenta ainda que é interessante parar para entender a importância do ser negro, não só na construção do Brasil, como na de outros países”. No segundo dia, o público do seminário foi a campo e visitou o Quilombo Mesquita, localizado na Cidade Ocidental/GO. O quilombo completou 278 anos, no último dia 19 de maio, e teve um papel importante – e pouco conhecido – na fundação de Brasília. A visita começou com um momento de acolhimento e boas-vindas que contou com falas de representantes do quilombo, do MEC, da Unesco, da Fundação Palmares e da Embaixada da África do Sul. Na sequência, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer a Escola Municipal Alípio Pereira Braga, localizada no quilombo, e que atende estudantes do 1° ao 5° ano do Ensino Fundamental. Ainda sob a perspectiva de conhecer a cultura do Quilombo Mesquita, a visita seguiu com a oportunidade de conversar com pessoas que carregam consigo a bagagem das vivências e histórias locais. Dona Joana, de 99 anos, é uma das moradoras do quilombo e pode compartilhar um pouco de sua experiência. Na sequência, os participantes conheceram as terras, plantações e produções feitas pela população local. Açafrão, hibisco, marmelo, mamão, manga, jabuticaba, mandioca, tudo plantado e colhido por eles. Para o representante da Undime, Anderson Passos, a oportunidade de conhecer e vivenciar a cultura local é única, sobretudo em se tratando de um quilombo. “Acredito muito na relação de que só se preserva o que se conhece. Nesse sentido, ter contato com toda a riqueza da cultura, da identidade e da história de um quilombo, é essencial para entender e valorizá-lo”. No que tange à educação, o presidente da seccional Bahia, acredita que não adianta, enquanto dirigentes municipais de educação, cobrar um trabalho relacionado à equidade sem proporcionar vivências nesse sentido. “É essencial oferecermos aos nossos professores processos de formação continuada”, destacou. Fonte/Fotos: Undime

Undime Sergipe abre 4º Fórum Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação

O encontro tem como tema central os “Desafios para a implementação de uma educação na perspectiva inclusiva” O regime de colaboração entre estados e municípios, os desafios do ensino em tempo integral e a prestação de contas da gestão educacional foram algumas temáticas que permearam a abertura do 4º Fórum Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação de Sergipe, que acontece até esta sexta-feira, 26, no hotel Aquários, em Aracaju. O encontro traz como tema central os “Desafios para a implementação de uma educação na perspectiva inclusiva” e reúne mais de 160 inscritos, entre Dirigentes Municipais de Educação, gestores da Secretária de Estado da Educação e da Cultura (Seduc), técnicos das redes municipais, instituições públicas educacionais e órgãos de controle. O evento foi aberto com a apresentação de dança clássica do Projeto Arte na Escola, do município de Nossa Senhora do Socorro. A presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, seccional Sergipe e Região Nordeste, Dirigente Municipal de Nossa Senhora do Socorro, Josevanda Franco, destacou que o momento exige pensar a educação de agora e que a inclusão vai além da deficiência física e engloba a escuta dos adolescentes, a diversidade de gênero, entre outros temas. A presidente também destacou ser um momento oportuno para se discutir a prestação de contas da gestão, a exemplo das verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Programação Na primeira palestra do encontro denominada “Desafios da implementação da Política Educacional de Educação em Tempo Integral, a assessora técnica da Undime, Maria Regina Passos, fez um histórico da implantação do ensino integral e mostrou como é importante o regime de colaboração para a efetivação da política pública. A coordenadora institucional da Undime, Edneide Almeida, representou o presidente Alessio Costa, DME de Ibaretama/CE. Para ela, os fóruns são fundamentais para os dirigentes, por tratar de duas temáticas, consideradas por ela, extremamente pertinentes para as necessidades do contexto atual: a educação em tempo integral e a formação de professores. “A Undime segue cumprindo o seu papel de levar a reflexão sobre as políticas educacionais aos Dirigentes Municipais de Educação”, destacou. No turno da tarde, as temáticas giraram em torno da formação dos profissionais da educação e a prestação de contas do BB Ágil, com o coordenador de Prestação de Contas do FNDE, Bruno Ribeiro. Participaram da mesa de abertura, além dos representantes da Undime/ SE e da Seduc; Adriana Carrara, coordenadora-geral de Relações Institucionais do FNDE; Edneide Almeida, coordenadora institucional da Undime Nacional; João Augusto Bandeira de Melo, procurador do Ministério Público de Contas; Humberto Gonzaga, presidente nacional da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme); Bruno Ribeiro, coordenador geral de Prestação de Contas do FNDE; e Socorro Araújo, do UNICEF Brasil. Ainda durante o evento os Dirigentes que compõem a Undime Sergipe elegeram Perla Reboiras, Dirigente Municipal de Educação (DME) de Campo do Britto, como vice-presidente da seccional sergipana, Rosilda Ferreira Machado, DME de Neópolis, como titular do Conselho Nacional de Representantes e Sandra Mara Muniz Dantas, DME de Amparo de São Francisco, como membro suplente. Fonte e fotos: Undime Sergipe O encontro tem como tema central os “Desafios para a implementação de uma educação na perspectiva inclusiva” O regime de colaboração entre estados e municípios, os desafios do ensino em tempo integral e a prestação de contas da gestão educacional foram algumas temáticas que permearam a abertura do 4º Fórum Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação de Sergipe, que acontece até esta sexta-feira, 26, no hotel Aquários, em Aracaju. O encontro traz como tema central os “Desafios para a implementação de uma educação na perspectiva inclusiva” e reúne mais de 160 inscritos, entre Dirigentes Municipais de Educação, gestores da Secretária de Estado da Educação e da Cultura (Seduc), técnicos das redes municipais, instituições públicas educacionais e órgãos de controle. O evento foi aberto com a apresentação de dança clássica do Projeto Arte na Escola, do município de Nossa Senhora do Socorro. A presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, seccional Sergipe e Região Nordeste, Dirigente Municipal de Nossa Senhora do Socorro, Josevanda Franco, destacou que o momento exige pensar a educação de agora e que a inclusão vai além da deficiência física e engloba a escuta dos adolescentes, a diversidade de gênero, entre outros temas. A presidente também destacou ser um momento oportuno para se discutir a prestação de contas da gestão, a exemplo das verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Programação Na primeira palestra do encontro denominada “Desafios da implementação da Política Educacional de Educação em Tempo Integral, a assessora técnica da Undime, Maria Regina Passos, fez um histórico da implantação do ensino integral e mostrou como é importante o regime de colaboração para a efetivação da política pública. A coordenadora institucional da Undime, Edneide Almeida, representou o presidente Alessio Costa, DME de Ibaretama/CE. Para ela, os fóruns são fundamentais para os dirigentes, por tratar de duas temáticas, consideradas por ela, extremamente pertinentes para as necessidades do contexto atual: a educação em tempo integral e a formação de professores. “A Undime segue cumprindo o seu papel de levar a reflexão sobre as políticas educacionais aos Dirigentes Municipais de Educação”, destacou. No turno da tarde, as temáticas giraram em torno da formação dos profissionais da educação e a prestação de contas do BB Ágil, com o coordenador de Prestação de Contas do FNDE, Bruno Ribeiro. Participaram da mesa de abertura, além dos representantes da Undime/ SE e da Seduc; Adriana Carrara, coordenadora-geral de Relações Institucionais do FNDE; Edneide Almeida, coordenadora institucional da Undime Nacional; João Augusto Bandeira de Melo, procurador do Ministério Público de Contas; Humberto Gonzaga, presidente nacional da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme); Bruno Ribeiro, coordenador geral de Prestação de Contas do FNDE; e Socorro Araújo, do UNICEF Brasil. Ainda durante o evento os Dirigentes que compõem a Undime Sergipe elegeram Perla Reboiras, Dirigente Municipal de Educação (DME) de Campo do Britto, como vice-presidente da seccional sergipana, Rosilda Ferreira Machado, DME de Neópolis, como titular do Conselho Nacional de Representantes

Undime recebe comenda em evento de comemoração aos 30 anos do Instituto Ayrton Senna

Iniciativa reconheceu e homenageou autoridades, entidades e mais de 80 municípios comprometidos com a educação Nesta quinta-feira, 25, a Undime participou, em São Paulo/ SP, do “Evento de Reconhecimento aos Territórios Parceiros”, promovido pelo Instituto Ayrton Senna. A instituição foi representada, na mesa de abertura, pelo presidente da Região Sudeste e presidente da Undime São Paulo, Luiz Miguel Martins Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/ SP. O evento que celebra os 30 aos do Instituto reuniu prefeitos, gestores da educação e autoridades de mais de 70 cidades do Brasil e teve o objetivo de homenagear municípios comprometidos com políticas educacionais e que apresentaram resultados relevantes no avanço da educação. “As crianças precisam de oportunidade. Precisam do melhor carro, no caso, da educação, para avançarem para a ‘pole position’ (primeira posição). Só assim vencerão. Para isso, os estudantes precisam das melhores equipes e de todo apoio possível. Daremos a volta por cima quando compreendermos que educação é processo e que precisa de atitudes assertivas em rede”, comentou Viviane Senna, presidente do IAS. A Undime foi uma das homenagedas e recebeu uma comenda pelo trabalho desempenhado e pela parceria com Instituto ao longo dos anos. “O reconhecimento que recebemos hoje retrata o compromisso da entidade na construção de políticas que vão ao encontro das necessidades das redes municipais de educação de todo o país”, comentou Luiz Miguel Garcia. A programação incluiu painéis de homenagens, premiação de municípios destaques na educação e apresentação de políticas educacionais de sucesso dos municípios de Licínio de Almeida/ BA, Ribeirão Pires/ SP, Boca do Acre/ AM, Manaus/ AM e Domingos Mourão/ PI. Além desses, o Instituto também homenageou outros municípios por seu compromisso com a educação, sendo eles: Salvador/ BA; Fortaleza/ CE; Araguaína/ TO; Guariba/ SP; Jaboatão dos Guararapes/ PE; Santarém/ PA; Natal/ RN; Itaberaí/ GO; São Miguel do Tapuio/ PI; Bandeirantes do Tocantins/ TO; Castelo do Piauí/ PI; Pereira Barreto/ SP e Ji-Paraná/ RO. Fonte: Undime (com informações da Undime/ SP) Fotos: Undime/ SP Iniciativa reconheceu e homenageou autoridades, entidades e mais de 80 municípios comprometidos com a educação Nesta quinta-feira, 25, a Undime participou, em São Paulo/ SP, do “Evento de Reconhecimento aos Territórios Parceiros”, promovido pelo Instituto Ayrton Senna. A instituição foi representada, na mesa de abertura, pelo presidente da Região Sudeste e presidente da Undime São Paulo, Luiz Miguel Martins Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/ SP. O evento que celebra os 30 aos do Instituto reuniu prefeitos, gestores da educação e autoridades de mais de 70 cidades do Brasil e teve o objetivo de homenagear municípios comprometidos com políticas educacionais e que apresentaram resultados relevantes no avanço da educação. “As crianças precisam de oportunidade. Precisam do melhor carro, no caso, da educação, para avançarem para a ‘pole position’ (primeira posição). Só assim vencerão. Para isso, os estudantes precisam das melhores equipes e de todo apoio possível. Daremos a volta por cima quando compreendermos que educação é processo e que precisa de atitudes assertivas em rede”, comentou Viviane Senna, presidente do IAS. A Undime foi uma das homenagedas e recebeu uma comenda pelo trabalho desempenhado e pela parceria com Instituto ao longo dos anos. “O reconhecimento que recebemos hoje retrata o compromisso da entidade na construção de políticas que vão ao encontro das necessidades das redes municipais de educação de todo o país”, comentou Luiz Miguel Garcia. A programação incluiu painéis de homenagens, premiação de municípios destaques na educação e apresentação de políticas educacionais de sucesso dos municípios de Licínio de Almeida/ BA, Ribeirão Pires/ SP, Boca do Acre/ AM, Manaus/ AM e Domingos Mourão/ PI. Além desses, o Instituto também homenageou outros municípios por seu compromisso com a educação, sendo eles: Salvador/ BA; Fortaleza/ CE; Araguaína/ TO; Guariba/ SP; Jaboatão dos Guararapes/ PE; Santarém/ PA; Natal/ RN; Itaberaí/ GO; São Miguel do Tapuio/ PI; Bandeirantes do Tocantins/ TO; Castelo do Piauí/ PI; Pereira Barreto/ SP e Ji-Paraná/ RO. Fonte: Undime (com informações da Undime/ SP) Fotos: Undime/ SP

Undime promove videoconferência sobre o módulo Fundeb no Simec

Transmissão será no dia 1º de agosto pela plataforma Conviva Educação No dia 1º de agosto, a Undime com apoio do Ministério da Educação realizará videoconferência para falar sobre o módulo Fundeb no Simec. O objetivo é trazer orientações aos dirigentes municipais de educação para que possam preencher as informações e inserir os documentos relacionados ao atendimento das condicionalidades I, IV e V do VAAR/Fundeb, dispostas na Lei nº 14.113/2020. A transmissão está marcada para 15h (horário de Brasília) e será pelo Conviva Educação e pelo canal do MEC no Youtube. Para acompanhar não é necessário realizar inscrição prévia, basta acessar convivaeducacao.org.br/videoconferencia Os participantes poderão enviar dúvidas ao vivo para que sejam respondidas durante a transmissão e quem participar ao vivo e preencher a lista de presença receberá uma declaração de participação. Sobre o módulo Fundeb no Simec Para efetivar o registro das informações, as redes devem identificar, no Simec, o módulo “Fundeb – Vaar – Condicionalidades” e preencher os formulários das condicionalidades na aba “Registro”. O MEC ressalta, entretanto, que a comprovação, nesse momento, estará focada nas seguintes condicionalidades: I – voltada para fortalecer a gestão democrática; IV – relacionada ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e exclusiva das redes estaduais; e V – referente à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). As redes de ensino terão até 31 de agosto de 2024 para fazerem o registro, conforme definido no art. 4º da Resolução nº 3/2024, da Comissão Intergovernamental de Financiamento (CIF) para Educação Básica de Qualidade. Quanto mais rápido for preenchido o módulo do Fundeb no Simec, mais cedo a rede receberá o retorno sobre a avaliação dos documentos enviados. Para colaborar com o trabalho das redes, o Ministério da Educação disponibilizou o Guia do Módulo Fundeb no Simec. Fonte: Undime Transmissão será no dia 1º de agosto pela plataforma Conviva Educação No dia 1º de agosto, a Undime com apoio do Ministério da Educação realizará videoconferência para falar sobre o módulo Fundeb no Simec. O objetivo é trazer orientações aos dirigentes municipais de educação para que possam preencher as informações e inserir os documentos relacionados ao atendimento das condicionalidades I, IV e V do VAAR/Fundeb, dispostas na Lei nº 14.113/2020. A transmissão está marcada para 15h (horário de Brasília) e será pelo Conviva Educação e pelo canal do MEC no Youtube. Para acompanhar não é necessário realizar inscrição prévia, basta acessar convivaeducacao.org.br/videoconferencia Os participantes poderão enviar dúvidas ao vivo para que sejam respondidas durante a transmissão e quem participar ao vivo e preencher a lista de presença receberá uma declaração de participação. Sobre o módulo Fundeb no Simec Para efetivar o registro das informações, as redes devem identificar, no Simec, o módulo “Fundeb – Vaar – Condicionalidades” e preencher os formulários das condicionalidades na aba “Registro”. O MEC ressalta, entretanto, que a comprovação, nesse momento, estará focada nas seguintes condicionalidades: I – voltada para fortalecer a gestão democrática; IV – relacionada ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e exclusiva das redes estaduais; e V – referente à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). As redes de ensino terão até 31 de agosto de 2024 para fazerem o registro, conforme definido no art. 4º da Resolução nº 3/2024, da Comissão Intergovernamental de Financiamento (CIF) para Educação Básica de Qualidade. Quanto mais rápido for preenchido o módulo do Fundeb no Simec, mais cedo a rede receberá o retorno sobre a avaliação dos documentos enviados. Para colaborar com o trabalho das redes, o Ministério da Educação disponibilizou o Guia do Módulo Fundeb no Simec. Fonte: Undime