Undime participa de seminário sobre monitoramento e avaliação de Políticas de Educação Básica

Instituição foi representada pela presidente da seccional Paraná, Marcia Baldini, e pela coordenadora institucional da Undime, Maria Edineide de Almeida Batista   A Undime participou, nos dias 20 e 21 de agosto, do I Seminário de Monitoramento e Avaliação de Políticas de Educação Básica, realizado pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), por meio da Coordenação-Geral de Monitoramento e Avaliação, da Diretoria de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica. A instituição foi representada, na mesa de abertura, pela presidente da seccional Paraná e Dirigente Municipal de Educação de Cascavel/PR, Marcia Baldini, que é integrante do Comitê Estratégico Nacional do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (Cenac). A coordenadora institucional da Undime, Maria Edineide de Almeida Batista, também participou do evento. O Seminário aconteceu em Brasília, no Centro de Formação e Desenvolvimento dos Trabalhadores em Educação do Ministério da Educação (Cetremec), e teve por objetivo contribuir para a formação de gestores e equipes técnicas da SEB/MEC, de equipes técnicas estaduais e dos articuladores da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa), no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada a partir de uma abordagem que combinou aspectos conceituais com atividades práticas. Na abertura, a secretária da SEB, Kátia Schweickardt, destacou a importância do monitoramento e da avaliação das políticas educacionais, levando em consideração a diversidade e a desigualdade brasileira. “Não é possível conduzir nenhuma política importante e relevante que envolve recurso público, que envolve uma resposta para a sociedade, se a gente não souber para onde nós queremos ir e se não aprendermos com os erros”, apontou. Kátia afirmou que esse acompanhamento é fundamental para avaliar e pactuar metas que não podem ser impostas, mas têm que ser construídas em conjunto com professores, gestores, alunos, família e sociedade. “As avaliações e os monitoramentos são ferramentas construídas por nós. Elas têm que ser assumidas, para que a gente possa entregar os resultados. Esses resultados são a garantia de direitos, é isso que a sociedade brasileira espera. Esses números, métricas, os gráficos, precisam traduzir direitos. Não tem nenhuma política pública que seja mais emancipadora e garantidora de direitos do que a educação, especialmente a educação básica”, considerou. A presidente da Undime/PR, Márcia Baldini, concordou com a secretária, afirmando que é preciso tratar os dados de forma humanizada, clara e específica. “Monitoramento não é cobrança, é acompanhar os resultados, a evolução ou não, e buscar encaminhamentos conjuntos”, completou. Por outro lado, Marcia afirmou que ao analisar a programação do seminário, sentiu uma atenção por parte do MEC em relação à formação de professores, diretores e coordenadores pedagógicos, porém sentiu falta, de uma formação para dirigentes municipais de educação em relação à política de alfabetização e como lidar com esses dados. “O protagonismo do município é muito importante. Se nós tivermos os resultados desses dados e não soubermos trabalhar de forma humanizada, de nada adianta”. O secretário substituto de Gestão da Informação, Inovação e Avaliação de Políticas Educacionais do MEC, Marcus Vinicius Braga, também presente na mesa de abertura, reforçou que a avaliação e o monitoramento de políticas “não é para destruir o programa, nem apenas para cortar custos, a avaliação é um diagnóstico que vai subsidiar o gestor nos caminhos que ele deve tomar”. Ele observou que países desenvolvidos, com bons índices educacionais, possuem uma agenda de monitoramento e avaliação de seus programas. Na visão do diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica, Valdoir Pedro Wathier, o diálogo com estados e municípios é fundamental para conhecer de perto a realidade local e poder tomar as ações necessárias para melhoria da educação. “A gente sabe que não se faz educação básica no Brasil sem a participação, especialmente, dos municípios, mas também das secretarias estaduais de educação. A gente, do governo federal, não tem condições de saber exatamente o que está acontecendo e, muitas vezes, sofre com a falta de uma informação completa”, analisou. Na programação, além de mesas que debateram modelos de avaliação; avaliação de impacto e de resultados; e avaliação inclusiva, foram realizadas oficinas sobre manipulação de base de dados educacionais, uso de indicadores, elaboração de instrumentos de coleta de dados e análises interseccionais com foco na promoção da equidade, entre outros assuntos. O evento contou com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do MEC. Confira abaixo a íntegra dos vídeos: Dia 20 de agosto:   Dia 21 de agosto:  Fonte: Undime com informações do MEC

Inep abre consulta pública sobre bases de dados

Pesquisa tem o objetivo de orientar o desenvolvimento do Plano de Dados Abertos (PDA) da Autarquia A partir desta quarta-feira, 21 de agosto, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) realizará uma consulta pública com o objetivo de orientar o desenvolvimento do Plano de Dados Abertos (PDA) da Autarquia. O prazo para responder ao formulário se encerra no dia 4 de setembro. O objetivo da pesquisa é revisar prioridades de abertura de bases de dados de acordo com o interesse da população. As respostas, com outros indicadores estratégicos, auxiliarão o Instituto a compreender melhor a demanda existente e adaptar a oferta de dados. PDA – O PDA tem por finalidade publicizar as ações e as estratégias do planejamento institucional do Inep em relação à abertura e à divulgação de dados públicos em formato aberto para o biênio 2024-2026. Com isso, busca fortalecer e aprimorar também o processo já consolidado de disponibilização de dados para a realização de pesquisas. A abertura de dados promove a transparência pública e estimula o engajamento popular ao aumentar a disponibilidade de informações atualizadas e de qualidade. Por esse motivo, a ação de abertura de dados governamentais contribui para a melhoria da gestão pública, uma vez que abre amplas possibilidades para o efetivo controle social e, consequentemente, a busca da população por mais e melhores serviços que respondam às suas necessidades. Acesse a consulta pública AQUI Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/institucional/inep-abre-consulta-publica-sobre-bases-de-dados     

Mais recursos para as escolas

Resoluções, publicadas na segunda-feira (19), ampliam investimentos para escolas de acesso remoto e ações voltadas à diversidade, além de fomentar a parceria entre a escola, a família e a comunidade, na perspectiva da educação integral  Foto: Fábio Nakakura/MEC O Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), publicou nesta segunda-feira, 19 de agosto, duas resoluções que tratam da destinação de recursos para o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) nas modalidades Programa Escola e Comunidade (Proec) e PDDE Equidade.  O Proec visa fomentar a parceria entre a escola, a família e a comunidade, na perspectiva da educação integral, por meio da participação de estudantes, profissionais da educação, familiares e membros da comunidade em projetos de formação que envolvam a promoção da cidadania; da cultura de paz; da democracia; e da melhoria da qualidade da educação pública brasileira.    “O PDDE Escola e Comunidade é uma estratégia fundamental dentro do Programa Escola e Comunidade, que garantirá o financiamento de projetos de formação em mais de 26 mil escolas em todo o Brasil. Uma das ações previstas nesses projetos é a realização de oficinas sobre prevenção a violências. Com isso, mais de 65% dos municípios brasileiros terão, ao menos, uma escola engajada em debates sobre essa importante temática”, afirmou a secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt.  Já o PDDE Equidade, criado pela nova norma, consiste na destinação anual de recursos financeiros, em caráter suplementar, às escolas públicas de educação básica. O propósito é aprimorar as condições de oferta e a infraestrutura física e pedagógica das escolas, para garantir o direito à educação a todos os estudantes, a superação das desigualdades educacionais e a promoção da diversidade.  “A grande novidade dentro do PDDE Equidade são as faixas voltadas à diversidade. Elas têm a função de tentar induzir ações pedagógicas dentro das escolas, como a implementação das diretrizes da educação para as relações étnico-raciais nas escolas e também para a educação escolar quilombola. As escolas que vão receber esses recursos, por exemplo, são aquelas que apresentarem maior desigualdade de aprendizagem entre crianças negras e brancas”, explicou a secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo.  Ela acredita que, para estabelecer condições mais igualitárias na educação, é necessário não só um projeto político-pedagógico voltado a isso, mas também investimento financeiro. “É preciso pensar o que a equidade significa do ponto de vista de organização da sala de aula, da formação de professores, de organização do currículo, mas é preciso também colocar uma concepção de equidade por trás dos recursos financeiros que chegam até a escola”, defendeu.  Proec – A Resolução nº 16/2024 institui os critérios de destinação de verbas do PDDE Proec às escolas públicas da educação básica das redes estaduais, municipais e distrital. Neste momento, serão priorizados, entre outros critérios, três grupos de escolas: aquelas localizadas na mesorregião do Marajó; aquelas que aderiram ao Programa Escola em Tempo Integral; e aquelas que apresentam menores índices de nível socioeconômico e maior número de matrículas.  Os recursos financeiros deverão ser empregados para realização de oficinas, palestras, visitas guiadas ou outras iniciativas voltadas à promoção da cultura de paz no ambiente escolar, previstas no projeto de formação. Este é o instrumento de planejamento das ações propostas, que deve ser enviado pelo diretor escolar via PDDE Interativo. A adesão ao Proec é realizada pela secretaria estadual ou municipal de educação, pelo módulo Plano de Ações Articuladas (PAR), do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec).  O valor de repasse para cada unidade escolar será calculado tomando como parâmetro o número de estudantes do público do programa matriculados na escola, extraído do Censo Escolar, conforme a tabela abaixo:    Número de estudantes do público do programa matriculados na escola  Valor de repasse por escola (100% custeio)  Até 500  R$ 2.500  De 501 a 1.000  R$ 3.000  Acima de 1.000  R$ 3.500  Equidade – A Resolução nº 17/2024 dispõe sobre orientações, diretrizes, objetivos e beneficiários do PDDE Equidade. A iniciativa destina investimentos a Salas de Recursos Multifuncionais (SRM), à melhoria da infraestrutura e ao provimento de água e esgotamento sanitário para escolas de acesso remoto, além de suportar a oferta da educação especial; bilíngue de surdos; de jovens e adultos; do campo; indígena; e quilombola. O PDDE ainda apoia a redução de desigualdades e temáticas que visam à valorização da diversidade, são elas: a educação para as relações étnico-raciais, os direitos humanos, a sustentabilidade e o protagonismo juvenil.  Os critérios de elegibilidade privilegiam escolas que não tenham sido beneficiadas anteriormente, funcionem em prédio próprio e estejam localizadas em contexto de maior vulnerabilidade social, entre outros fatores, detalhados na resolução.  Os recursos podem ser usados para aquisição de materiais pedagógicos e mobiliário escolar; compra de itens de acessibilidade; contratação de mão de obra e serviços; avaliação de aprendizagem; implementação de projeto pedagógico; e desenvolvimento de atividades educacionais, visando à implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para cada modalidade e temática.  Os valores a serem repassados para melhorias na infraestrutura da educação especial e nas escolas do campo, indígenas e quilombolas serão calculados na proporção de 80% da despesa de capital e de 20% da despesa de custeio das escolas, a partir do número de matrículas de estudantes elegíveis para cada programa naquela unidade de ensino, segundo o Censo Escolar.  Já o cômputo para repasse dos recursos voltados à ampliação da oferta de ensino em modalidades e temas das diversidades será realizado na proporção de 20% da despesa de capital e de 80% da despesa de custeio das escolas. Esse cálculo se deu pela soma do valor fixo (definido para cada estabelecimento de ensino) e do valor variável (de acordo com o número de matrículas de estudantes elegíveis para cada programa naquela unidade), também segundo o Censo Escolar.  A tabela abaixo detalha os investimentos:   Programa  Número de estudantes do público do programa matriculados na escola  Valor de repasse por escola (100% custeio)  Programa Sala de Recursos Multifuncionais (PDDE SRM) e Programa Água, Esgotamento Sanitário e Infraestrutura nas Escolas em Áreas Rurais (PDDE Água, Esgotamento Sanitário e Infraestrutura nas Escolas do Campo, Indígenas e Quilombolas).  Até 50 alunos.  R$ 30.000.  De 51 a 150 alunos.  R$ 35.000.  Acima de 151 alunos.  R$ 45.000.  Programa  Valores de referência  Programa Diversidades (PDDE Diversidades) nas modalidades:  – Educação especial;  – Educação bilíngue de surdos; e  – Educação do campo.    As escolas aptas irão receber um valor fixo de R$ 1.850 e mais R$ 20 por estudante do público do programa, por ano. O teto para o total repassado por programa para cada escola será de R$ 3.700.  Programa Diversidades (PDDE Diversidades) nas modalidades:  – Educação de jovens e adultos;  – Educação escolar indígena;  – Educação escolar quilombola; e  – Educação para as relações étnico-raciais.  As escolas aptas irão receber R$ 20 por estudante do público do programa, por ano. O teto para o total repassado por programa para cada escola será de R$ 3.700.  Programa  Número de estudantes do público do programa matriculados na escola  Valor de repasse por escola (100% custeio)  Programa Diversidades (PDDE Diversidades) nas modalidades:  – Escolas sustentáveis;  – Educação para as juventudes; e  – Educação em direitos humanos. 

Aberta a adesão ao curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares, no Simec

Inscrições devem ser realizadas até 28 de agosto, mediante Termo de Adesão a ser firmado pelas Secretarias Municipais de Educação, no Módulo PAR 4 (Foto: Imagem de freepik) A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC) abriu o período de inscrição para o Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares, mediante Termo de Adesão a ser firmado pelas Secretarias Municipais de Educação, no Módulo PAR 4 do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), até o dia 28 de agosto de 2024. O Curso tem carga-horária de 210 horas, aulas síncronas semanais e atividades assíncronas, visa promover formação em nível de aperfeiçoamento para diretores escolares e técnicos das Secretarias Estaduais e Municipais de Educação e será ofertado pela SEB/MEC, em parceria com Universidades Federais, no período de 23 de setembro de 2024 a 23 de março de 2025, com um mês de recesso no período de 16 de dezembro de 2024 a 19 de janeiro de 2025. Com o intuito de atender às demandas da gestão escolar em seus diversos contextos e de efetivar a mentoria de diretores por meio de trocas de experiências, vivências e aprendizados entre pares, a oferta dessa formação tem como objetivo melhorar os processos de gestão escolar e os resultados da Educação Básica do País. Sendo assim, o MEC sugere priorizar diretores de escolas de tempo integral ou que ofertem turmas de alfabetização, em alinhamento com as atuais políticas da pasta. Serão ofertadas mais de 3 mil vagas que serão distribuídas entre os municípios de todas as unidades da federação, mediante processo seletivo, sendo duas vagas para cada Secretaria Municipal de Educação selecionada, uma para o diretor escolar e outra para o técnico de secretaria de educação, que devem ser indicados no momento da adesão. Sobre o curso A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC), por meio da Portaria nº 481, de 15 de maio de 2024, instituiu o Programa de Formação Continuada para Diretores Escolares e Técnicos das Secretarias de Educação – PRODITEC, que tem por finalidade aprimorar a gestão administrativa, financeira e pedagógica das escolas públicas de educação básica, bem como institucionalizar as trocas de experiências, o compartilhamento de boas práticas e o processo de autorreflexão entre os diretores escolares. Como primeira iniciativa do PRODITEC, a SEB comunica a abertura do período de inscrição para o Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares. Dúvidas e/ou mais informações: cgforg@mec.gov.br ou (61) 2022-8358. Fonte: Undime com informações do MEC Inscrições devem ser realizadas até 28 de agosto, mediante Termo de Adesão a ser firmado pelas Secretarias Municipais de Educação, no Módulo PAR 4 (Foto: Imagem de freepik) A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC) abriu o período de inscrição para o Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares, mediante Termo de Adesão a ser firmado pelas Secretarias Municipais de Educação, no Módulo PAR 4 do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), até o dia 28 de agosto de 2024. O Curso tem carga-horária de 210 horas, aulas síncronas semanais e atividades assíncronas, visa promover formação em nível de aperfeiçoamento para diretores escolares e técnicos das Secretarias Estaduais e Municipais de Educação e será ofertado pela SEB/MEC, em parceria com Universidades Federais, no período de 23 de setembro de 2024 a 23 de março de 2025, com um mês de recesso no período de 16 de dezembro de 2024 a 19 de janeiro de 2025. Com o intuito de atender às demandas da gestão escolar em seus diversos contextos e de efetivar a mentoria de diretores por meio de trocas de experiências, vivências e aprendizados entre pares, a oferta dessa formação tem como objetivo melhorar os processos de gestão escolar e os resultados da Educação Básica do País. Sendo assim, o MEC sugere priorizar diretores de escolas de tempo integral ou que ofertem turmas de alfabetização, em alinhamento com as atuais políticas da pasta. Serão ofertadas mais de 3 mil vagas que serão distribuídas entre os municípios de todas as unidades da federação, mediante processo seletivo, sendo duas vagas para cada Secretaria Municipal de Educação selecionada, uma para o diretor escolar e outra para o técnico de secretaria de educação, que devem ser indicados no momento da adesão. Sobre o curso A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC), por meio da Portaria nº 481, de 15 de maio de 2024, instituiu o Programa de Formação Continuada para Diretores Escolares e Técnicos das Secretarias de Educação – PRODITEC, que tem por finalidade aprimorar a gestão administrativa, financeira e pedagógica das escolas públicas de educação básica, bem como institucionalizar as trocas de experiências, o compartilhamento de boas práticas e o processo de autorreflexão entre os diretores escolares. Como primeira iniciativa do PRODITEC, a SEB comunica a abertura do período de inscrição para o Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares. Dúvidas e/ou mais informações: cgforg@mec.gov.br ou (61) 2022-8358. Fonte: Undime com informações do MEC

Programa Escola e Comunidade: aberta adesão no Simec para programa de formação

Vai até 29 de setembro o prazo para secretários de educação se inscreverem e para diretores escolares enviarem seus projetos de formação O Ministério da Educação (MEC) abriu o período de adesão ao Programa Escola e Comunidade (Proec). Em 2024, o Programa torna elegíveis 26.036 escolas em todo o Brasil para receber financiamento destinado a seus projetos de formação de equipes, que serão implementados nessas instituições de ensino. Os critérios para a seleção priorizam as escolas com maior vulnerabilidade socioeconômica e alta complexidade na gestão escolar. Todas as escolas que receberão financiamento para projetos de formação em 2024 realizarão uma oficina intitulada “Prevenção a violências: desafios da comunicação nas relações do cotidiano no ambiente escolar”. O objetivo da oficina é promover um trabalho para desnaturalizar as violências, adotando uma abordagem mais atenta que compreenda a comunicação além da oralidade. A adesão deve ser feita pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec) e preenchida pelos secretários de educação municipais e estaduais. Eles precisam selecionar escolas e indicar o responsável por acompanhar o programa. O diretor de cada instituição selecionada deverá, então, elaborar um projeto de formação no sistema PDDE Interativo, do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), e indicar o conselheiro escolar que o auxiliará na execução das ações que comporão o projeto. Vai até 29 de setembro o prazo para secretários de educação se inscreverem e para diretores escolares enviarem seus projetos de formação. Proec – O Programa Escola e Comunidade foi instituído pela Portaria nº 264, de 1º de abril de 2024, visa fomentar a parceria entre a escola, a família e a comunidade, na perspectiva da educação integral, por meio da participação de estudantes, profissionais da educação, familiares e membros da comunidade em projetos de formação que envolvam a promoção da cidadania; da cultura de paz; da democracia; e da melhoria da qualidade da educação pública brasileira. Uma ação estratégica do Programa é o PDDE Escola e Comunidade, que viabiliza o repasse de recursos financeiros às escolas para execução do Projeto de Formação, conforme regulamentado pela Resolução FNDE nº 16, de 15 de agosto de 2024. Com a adesão dos estados, do Distrito Federal, dos municípios e das escolas participantes, 3.623 municípios terão pelo menos uma escola ofertando a oficina de prevenção a violências. Isso representa mais de 65% do território brasileiro. A lista de escolas que podem receber os recursos financeiros do PDDE Escola e Comunidade está disponível na página do Proec, assim como outras informações sobre o Programa. CLIQUE AQUI e confira. Clique aqui e confira sugestões e orientações para projetos de formação. O Programa Escola e Comunidade sera lançado nesta quarta-feira, 21 de agosto, em transmissão no canal do MEC do Youtube, às 15h (horário de Brasília). Assista: Fonte: MEC com adaptações https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/agosto/escola-e-comunidade-aberta-adesao-para-programa-de-formacao Vai até 29 de setembro o prazo para secretários de educação se inscreverem e para diretores escolares enviarem seus projetos de formação O Ministério da Educação (MEC) abriu o período de adesão ao Programa Escola e Comunidade (Proec). Em 2024, o Programa torna elegíveis 26.036 escolas em todo o Brasil para receber financiamento destinado a seus projetos de formação de equipes, que serão implementados nessas instituições de ensino. Os critérios para a seleção priorizam as escolas com maior vulnerabilidade socioeconômica e alta complexidade na gestão escolar. Todas as escolas que receberão financiamento para projetos de formação em 2024 realizarão uma oficina intitulada “Prevenção a violências: desafios da comunicação nas relações do cotidiano no ambiente escolar”. O objetivo da oficina é promover um trabalho para desnaturalizar as violências, adotando uma abordagem mais atenta que compreenda a comunicação além da oralidade. A adesão deve ser feita pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec) e preenchida pelos secretários de educação municipais e estaduais. Eles precisam selecionar escolas e indicar o responsável por acompanhar o programa. O diretor de cada instituição selecionada deverá, então, elaborar um projeto de formação no sistema PDDE Interativo, do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), e indicar o conselheiro escolar que o auxiliará na execução das ações que comporão o projeto. Vai até 29 de setembro o prazo para secretários de educação se inscreverem e para diretores escolares enviarem seus projetos de formação. Proec – O Programa Escola e Comunidade foi instituído pela Portaria nº 264, de 1º de abril de 2024, visa fomentar a parceria entre a escola, a família e a comunidade, na perspectiva da educação integral, por meio da participação de estudantes, profissionais da educação, familiares e membros da comunidade em projetos de formação que envolvam a promoção da cidadania; da cultura de paz; da democracia; e da melhoria da qualidade da educação pública brasileira. Uma ação estratégica do Programa é o PDDE Escola e Comunidade, que viabiliza o repasse de recursos financeiros às escolas para execução do Projeto de Formação, conforme regulamentado pela Resolução FNDE nº 16, de 15 de agosto de 2024. Com a adesão dos estados, do Distrito Federal, dos municípios e das escolas participantes, 3.623 municípios terão pelo menos uma escola ofertando a oficina de prevenção a violências. Isso representa mais de 65% do território brasileiro. A lista de escolas que podem receber os recursos financeiros do PDDE Escola e Comunidade está disponível na página do Proec, assim como outras informações sobre o Programa. CLIQUE AQUI e confira. Clique aqui e confira sugestões e orientações para projetos de formação. O Programa Escola e Comunidade sera lançado nesta quarta-feira, 21 de agosto, em transmissão no canal do MEC do Youtube, às 15h (horário de Brasília). Assista: Fonte: MEC com adaptações https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/agosto/escola-e-comunidade-aberta-adesao-para-programa-de-formacao

Boletim Em pauta – Edição nº 751 – 21 de agosto de 2024

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Programa Escola e Comunidade: aberta adesão no Simec para programa de formação

Vai até 29 de setembro o prazo para secretários de educação se inscreverem e para diretores escolares enviarem seus projetos de formação   O Ministério da Educação (MEC) abriu o período de adesão ao Programa Escola e Comunidade (Proec). Em 2024, o Programa torna elegíveis 26.036 escolas em todo o Brasil para receber financiamento destinado a seus projetos de formação de equipes, que serão implementados nessas instituições de ensino. Os critérios para a seleção priorizam as escolas com maior vulnerabilidade socioeconômica e alta complexidade na gestão escolar. Todas as escolas que receberão financiamento para projetos de formação em 2024 realizarão uma oficina intitulada “Prevenção a violências: desafios da comunicação nas relações do cotidiano no ambiente escolar”. O objetivo da oficina é promover um trabalho para desnaturalizar as violências, adotando uma abordagem mais atenta que compreenda a comunicação além da oralidade. A adesão deve ser feita pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec) e preenchida pelos secretários de educação municipais e estaduais. Eles precisam selecionar escolas e indicar o responsável por acompanhar o programa. O diretor de cada instituição selecionada deverá, então, elaborar um projeto de formação no sistema PDDE Interativo, do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), e indicar o conselheiro escolar que o auxiliará na execução das ações que comporão o projeto. Vai até 29 de setembro o prazo para secretários de educação se inscreverem e para diretores escolares enviarem seus projetos de formação. Proec – O Programa Escola e Comunidade foi instituído pela Portaria nº 264, de 1º de abril de 2024, visa fomentar a parceria entre a escola, a família e a comunidade, na perspectiva da educação integral, por meio da participação de estudantes, profissionais da educação, familiares e membros da comunidade em projetos de formação que envolvam a promoção da cidadania; da cultura de paz; da democracia; e da melhoria da qualidade da educação pública brasileira. Uma ação estratégica do Programa é o PDDE Escola e Comunidade, que viabiliza o repasse de recursos financeiros às escolas para execução do Projeto de Formação, conforme regulamentado pela Resolução FNDE nº 16, de 15 de agosto de 2024. Com a adesão dos estados, do Distrito Federal, dos municípios e das escolas participantes, 3.623 municípios terão pelo menos uma escola ofertando a oficina de prevenção a violências. Isso representa mais de 65% do território brasileiro. A lista de escolas que podem receber os recursos financeiros do PDDE Escola e Comunidade está disponível na página do Proec, assim como outras informações sobre o Programa. CLIQUE AQUI e confira. Clique aqui e confira sugestões e orientações para projetos de formação. O Programa Escola e Comunidade sera lançado nesta quarta-feira, 21 de agosto, em transmissão no canal do MEC do Youtube, às 15h (horário de Brasília). Assista:   Fonte: MEC com adaptações https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/agosto/escola-e-comunidade-aberta-adesao-para-programa-de-formacao 

Aberta a adesão ao curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares, no Simec

Inscrições devem ser realizadas até 28 de agosto, mediante Termo de Adesão a ser firmado pelas Secretarias Municipais de Educação, no Módulo PAR 4   (Foto: Imagem de freepik)   A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC) abriu o período de inscrição para o Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares, mediante Termo de Adesão a ser firmado pelas Secretarias Municipais de Educação, no Módulo PAR 4 do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), até o dia 28 de agosto de 2024. O Curso tem carga-horária de 210 horas, aulas síncronas semanais e atividades assíncronas, visa promover formação em nível de aperfeiçoamento para diretores escolares e técnicos das Secretarias Estaduais e Municipais de Educação e será ofertado pela SEB/MEC, em parceria com Universidades Federais, no período de 23 de setembro de 2024 a 23 de março de 2025, com um mês de recesso no período de 16 de dezembro de 2024 a 19 de janeiro de 2025. Com o intuito de atender às demandas da gestão escolar em seus diversos contextos e de efetivar a mentoria de diretores por meio de trocas de experiências, vivências e aprendizados entre pares, a oferta dessa formação tem como objetivo melhorar os processos de gestão escolar e os resultados da Educação Básica do País. Sendo assim, o MEC sugere priorizar diretores de escolas de tempo integral ou que ofertem turmas de alfabetização, em alinhamento com as atuais políticas da pasta. Serão ofertadas mais de 3 mil vagas que serão distribuídas entre os municípios de todas as unidades da federação, mediante processo seletivo, sendo duas vagas para cada Secretaria Municipal de Educação selecionada, uma para o diretor escolar e outra para o técnico de secretaria de educação, que devem ser indicados no momento da adesão. Sobre o curso A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC), por meio da Portaria nº 481, de 15 de maio de 2024, instituiu o Programa de Formação Continuada para Diretores Escolares e Técnicos das Secretarias de Educação – PRODITEC, que tem por finalidade aprimorar a gestão administrativa, financeira e pedagógica das escolas públicas de educação básica, bem como institucionalizar as trocas de experiências, o compartilhamento de boas práticas e o processo de autorreflexão entre os diretores escolares. Como primeira iniciativa do PRODITEC, a SEB comunica a abertura do período de inscrição para o Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares. Dúvidas e/ou mais informações: cgforg@mec.gov.br ou (61) 2022-8358. Fonte: Undime com informações do MEC

FNDE disponibiliza novas atas para aquisição de materiais escolares

Estados e Municípios agora podem adquirir materiais escolares com segurança e eficiência O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) anunciou a disponibilização das Atas de Registro de Preços nº 7/2024 e 8/2024, que podem ser acessadas por meio do Sistema de Gerenciamento de Atas de Registro de Preços (SIGARP). Essas atas permitem que Estados, Municípios e o Distrito Federal adquiram Kits de Materiais Escolares destinados aos alunos de escolas públicas da educação básica. Leilane Barradas, diretora de Administração do FNDE, destacou a importância dessa conquista. “Essa ata de materiais escolares é uma grande vitória para nós, pois envolve um processo complexo e técnico, exigindo o atendimento a uma série de normas técnicas e testes para garantir a qualidade dos produtos que serão entregues às crianças”, afirmou. Ela ressaltou ainda que a atuação do FNDE na homologação dessas atas contribui ainda mais com a assistência técnica prestada às entidades federativas, economizando tempo e recursos. Além das atas de materiais escolares, estão disponíveis outras atas, como as de ônibus escolares e ventiladores. Nos próximos dias, o FNDE deve lançar as primeiras atas de mobiliário escolar e as atas de equipamentos de cozinha também estarão acessíveis. Todo o processo de adesão às atas é realizado de forma eletrônica, dispensando a necessidade de envio de ofícios. As solicitações devem ser feitas diretamente no SIGARP, com a devida indicação da fonte de recursos para o pagamento dos produtos adquiridos. Para orientar as entidades interessadas, estão disponíveis manuais de acesso e cadastramento no portal do FNDE. Saiba mais AQUI Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-disponibiliza-novas-atas-para-aquisicao-de-materiais-escolares Estados e Municípios agora podem adquirir materiais escolares com segurança e eficiência O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) anunciou a disponibilização das Atas de Registro de Preços nº 7/2024 e 8/2024, que podem ser acessadas por meio do Sistema de Gerenciamento de Atas de Registro de Preços (SIGARP). Essas atas permitem que Estados, Municípios e o Distrito Federal adquiram Kits de Materiais Escolares destinados aos alunos de escolas públicas da educação básica. Leilane Barradas, diretora de Administração do FNDE, destacou a importância dessa conquista. “Essa ata de materiais escolares é uma grande vitória para nós, pois envolve um processo complexo e técnico, exigindo o atendimento a uma série de normas técnicas e testes para garantir a qualidade dos produtos que serão entregues às crianças”, afirmou. Ela ressaltou ainda que a atuação do FNDE na homologação dessas atas contribui ainda mais com a assistência técnica prestada às entidades federativas, economizando tempo e recursos. Além das atas de materiais escolares, estão disponíveis outras atas, como as de ônibus escolares e ventiladores. Nos próximos dias, o FNDE deve lançar as primeiras atas de mobiliário escolar e as atas de equipamentos de cozinha também estarão acessíveis. Todo o processo de adesão às atas é realizado de forma eletrônica, dispensando a necessidade de envio de ofícios. As solicitações devem ser feitas diretamente no SIGARP, com a devida indicação da fonte de recursos para o pagamento dos produtos adquiridos. Para orientar as entidades interessadas, estão disponíveis manuais de acesso e cadastramento no portal do FNDE. Saiba mais AQUI Fonte: FNDEhttps://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-disponibiliza-novas-atas-para-aquisicao-de-materiais-escolares

FNDE disponibiliza novas atas para aquisição de materiais escolares

Estados e Municípios agora podem adquirir materiais escolares com segurança e eficiência O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) anunciou a disponibilização das Atas de Registro de Preços nº 7/2024 e 8/2024, que podem ser acessadas por meio do Sistema de Gerenciamento de Atas de Registro de Preços (SIGARP). Essas atas permitem que Estados, Municípios e o Distrito Federal adquiram Kits de Materiais Escolares destinados aos alunos de escolas públicas da educação básica. Leilane Barradas, diretora de Administração do FNDE, destacou a importância dessa conquista. “Essa ata de materiais escolares é uma grande vitória para nós, pois envolve um processo complexo e técnico, exigindo o atendimento a uma série de normas técnicas e testes para garantir a qualidade dos produtos que serão entregues às crianças”, afirmou. Ela ressaltou ainda que a atuação do FNDE na homologação dessas atas contribui ainda mais com a assistência técnica prestada às entidades federativas, economizando tempo e recursos. Além das atas de materiais escolares, estão disponíveis outras atas, como as de ônibus escolares e ventiladores. Nos próximos dias, o FNDE deve lançar as primeiras atas de mobiliário escolar e as atas de equipamentos de cozinha também estarão acessíveis. Todo o processo de adesão às atas é realizado de forma eletrônica, dispensando a necessidade de envio de ofícios. As solicitações devem ser feitas diretamente no SIGARP, com a devida indicação da fonte de recursos para o pagamento dos produtos adquiridos. Para orientar as entidades interessadas, estão disponíveis manuais de acesso e cadastramento no portal do FNDE. Saiba mais AQUI Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-disponibiliza-novas-atas-para-aquisicao-de-materiais-escolares Estados e Municípios agora podem adquirir materiais escolares com segurança e eficiência O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) anunciou a disponibilização das Atas de Registro de Preços nº 7/2024 e 8/2024, que podem ser acessadas por meio do Sistema de Gerenciamento de Atas de Registro de Preços (SIGARP). Essas atas permitem que Estados, Municípios e o Distrito Federal adquiram Kits de Materiais Escolares destinados aos alunos de escolas públicas da educação básica. Leilane Barradas, diretora de Administração do FNDE, destacou a importância dessa conquista. “Essa ata de materiais escolares é uma grande vitória para nós, pois envolve um processo complexo e técnico, exigindo o atendimento a uma série de normas técnicas e testes para garantir a qualidade dos produtos que serão entregues às crianças”, afirmou. Ela ressaltou ainda que a atuação do FNDE na homologação dessas atas contribui ainda mais com a assistência técnica prestada às entidades federativas, economizando tempo e recursos. Além das atas de materiais escolares, estão disponíveis outras atas, como as de ônibus escolares e ventiladores. Nos próximos dias, o FNDE deve lançar as primeiras atas de mobiliário escolar e as atas de equipamentos de cozinha também estarão acessíveis. Todo o processo de adesão às atas é realizado de forma eletrônica, dispensando a necessidade de envio de ofícios. As solicitações devem ser feitas diretamente no SIGARP, com a devida indicação da fonte de recursos para o pagamento dos produtos adquiridos. Para orientar as entidades interessadas, estão disponíveis manuais de acesso e cadastramento no portal do FNDE. Saiba mais AQUI Fonte: FNDEhttps://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-disponibiliza-novas-atas-para-aquisicao-de-materiais-escolares