Prazo para redes aderirem à PND termina quarta, 17 de junho

Secretários de educação devem formalizar a adesão ao exame voluntariamente, por meio do Simec. Notas da prova podem ser usadas nas seleções de professores da educação básica realizadas pelas redes de ensino Foto: Divulgação/MEC Terminará na quarta-feira, 17 de junho, o prazo estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC) para a adesão das redes de ensino à Prova Nacional Docente (PND). Os secretários de educação de todo o país podem aderir voluntariamente ao exame por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). A adesão não obriga as redes a realizarem imediatamente processos de seleção nos seus estados, mas confere segurança jurídica para que os resultados de 2025 e 2026 sejam utilizados futuramente. Entes da Federação que aderiram em 2025 devem manifestar interesse em continuar com a adesão em 2026, que passará a ter validade por prazo indeterminado. Em 2025, a PND foi aplicada em 750 municípios. Antes do período de inscrição dos candidatos, que será iniciado no dia 22 de junho, o MEC divulgará uma lista com todos os entes que aderiram à PND, a fim de que os professores interessados nos processos seletivos tenham conhecimento prévio acerca da possibilidade de utilização da PND. A PND não é um concurso unificado e não substitui os processos seletivos dos entes, mas pode substituir as etapas de provas objetiva e discursiva de seus processos seletivos. A prova se assemelha ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) — os candidatos recebem uma nota que pode ser utilizada nos processos de seleção das redes. Os entes que optarem por utilizar a nota da PND em seus processos seletivos deverão prever essa possibilidade no respectivo edital, e os candidatos deverão se inscrever tanto na PND quanto no processo seletivo da rede. Os municípios com concursos vigentes também podem aderir, já que a prova não cria um cadastro de professores que os municípios são obrigados a contratar. Mais informações sobre como utilizar a PND para a seleção de professores podem ser encontradas no Guia de Apoio Técnico. Aplicação – A edição de 2026 da PND será realizada em 20 de setembro e os resultados estão previstos para 15 de dezembro, a fim de possibilitar a contratação de professores para o ano letivo de 2027. Conteúdo – A PND é estruturada em dois blocos de questões: formação geral docente e componentes específicos. O primeiro dispõe de 30 perguntas objetivas e mais uma discursiva, que servem para avaliar competências pedagógicas, compreensão de temas da realidade brasileira e mundial, comunicação escrita e raciocínio lógico. O segundo bloco, por sua vez, traz 50 questões objetivas voltadas a avaliar conhecimentos específicos da área, capacidade de análise e aplicação de conteúdos em situações-problema e estudos de caso. Em 2026, além das 17 áreas do conhecimento já avaliadas na edição anterior, quatro novas áreas serão avaliadas: dança, teatro, ciências da natureza e letras espanhol. O candidato deverá escolher uma dentre as 21 áreas de avaliação. Mais Professores – A PND integra as ações do Programa Mais Professores para o Brasil, concebido em reconhecimento ao papel central dos docentes no processo de aprendizagem dos estudantes e no sucesso das políticas educacionais. A política busca fomentar e fortalecer a formação de docentes, ao mesmo tempo em que incentiva o ingresso de professores no ensino público e valoriza os profissionais do magistério, proporcionando-lhes recursos e oportunidades de desenvolvimento profissional contínuo.   Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/prazo-para-redes-aderirem-a-pnd-termina-quarta-17

Aberta adesão ao módulo Gestão Presente na Escola do MEC

Municípios podem aderir de forma gratuita e voluntária ao Gestão Presente na Escola até 30 de junho de 2026 por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec) Foto: Divulgação/MEC O Ministério da Educação (MEC) abriu, nesta segunda-feira, 15 de junho, um novo período de adesão ao módulo Gestão Presente na Escola (GPE), da plataforma MEC Gestão Presente. Os municípios interessados podem aderir gratuitamente e de forma voluntária até o dia 30 de junho, por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Para aderir ao GPE, o município deve ter realizado previamente a adesão ao MEC Gestão Presente. Os entes que ainda não concluíram essa etapa podem aderir ao Sistema Gestão Presente (SGP) a qualquer momento, também pelo Simec. O GPE é uma ferramenta de gestão escolar desenvolvida com o objetivo de automatizar e otimizar os processos administrativos e pedagógicos das escolas públicas brasileiras. O módulo reúne funcionalidades como matrícula, enturmação, diário de classe, entre outras. A solução foi desenvolvida especialmente para apoiar municípios de pequeno e médio porte que não dispõem de sistema próprio de gestão escolar ou que desejam utilizar uma alternativa gratuita disponibilizada pelo MEC. Assim, após a adesão ao GPE, os municípios passam a enviar dados somente por meio da própria ferramenta, substituindo o envio dessas informações pelo SGP. Para redes que já contam com sistemas próprios capazes de atender às suas necessidades de gestão escolar, a adesão ao GPE pode não ser necessária. Nesses casos em que não há necessidade de utilização do GPE, o envio dos dados educacionais ao MEC Gestão Presente continua sendo realizado por meio do SGP. Cronograma de acesso ao GPE – O cronograma de disponibilização do acesso ao GPE observará a situação de adesão de cada município à plataforma MEC Gestão Presente: – Municípios que ainda não aderiram nem ao SGP nem ao GPE: o acesso ao GPE será disponibilizado a partir de julho de 2026, após a conclusão das etapas de adesão. – Municípios que já possuem adesão ativa ao SGP e optarem por aderir ao GPE neste período: o envio de dados por meio do SGP deverá ser mantido até o dia 7 de agosto de 2026. Após essa data, o envio das informações passará a ser realizado exclusivamente pelo GPE. Nesses casos, o acesso ao módulo será disponibilizado a partir de agosto de 2026. Suporte e formação – Os municípios que aderirem ao GPE poderão ser incluídos em canais de comunicação e acompanhamento direto via grupos organizados pelo MEC, o que garantirá suporte contínuo às equipes envolvidas na implementação do sistema. Para apoiar a formação das equipes, o MEC disponibiliza cursos no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVAMEC), organizados em trilhas específicas para os diferentes perfis de usuários: – Trilha de Aprendizagem GPE: Secretarias de Educação – Trilha de Aprendizagem GPE: Gestores Escolares – Trilha de Aprendizagem GPE: Docentes Novos conteúdos e formações são incorporados regularmente, garantindo que os usuários estejam sempre atualizados sobre funcionalidades, melhorias e boas práticas de uso. MEC Gestão Presente – A plataforma MEC Gestão Presente é uma iniciativa do governo federal que visa modernizar a gestão educacional nas redes públicas de ensino, de modo a apoiar as secretarias de educação e as escolas de todo o país. Ela parte da premissa de que o uso da tecnologia é estratégico para que gestores acessem informações mais precisas, facilitando o planejamento e a execução de políticas educacionais baseadas em evidências. A plataforma promove a adoção de instrumentos de governo digital em todos os níveis da gestão educacional — federal, estadual, distrital e municipal.   Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/aberta-adesao-ao-modulo-gestao-presente-na-escola-do-mec

7ª Reunião da Comissão de Apoio ao Saeb consolida resultados de 2025 e define ações para a avaliação de 2026

O encontro foi liderado pelo presidente do Inep, Manuel Palacios, acompanhado pelo corpo técnico da autarquia, representantes municipais e estaduais de educação e membros do Consed e da Undime.     Representantes das redes estaduais e municipais de educação, especialistas e gestores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) participaram, nesta semana, em Brasília, da 7ª Reunião da Comissão de Apoio à Articulação entre os Sistemas de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O encontro foi liderado pelo presidente do Inep, Manuel Palacios, acompanhado pelo corpo técnico da autarquia. Na ocasião, foi apresentada a proposta de criação de uma comissão especializada para análise dos resultados das avaliações da alfabetização realizadas pelos estados. O grupo deverá atuar na elaboração de estudos e relatórios técnicos com foco em análises estatísticas, econométricas, pedagógicas e operacionais, ampliando a capacidade de interpretação dos dados produzidos pelas avaliações educacionais. A reunião também contou com representantes municipais e estaduais de educação, além de integrantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), principais entidades representativas das redes públicas de ensino no Brasil. Os participantes são membros da Comissão constituída em 2023. O grupo tem a responsabilidade de colaborar no processo de pactuação da organização complementar dos sistemas de avaliação e de propor critérios técnicos para assegurar a equalização, a confiabilidade e a comparabilidade dos resultados das avaliações tratadas no âmbito da Portaria Inep nº 351/2023. O ato normativo estabelece diretrizes e orientações para que os sistemas estaduais de avaliação estejam organizados de forma complementar ao Saeb e ofereçam subsídios para o monitoramento do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Na reunião, também foram apresentados os resultados das ações desenvolvidas em 2025, entre as quais está o balanço da aplicação das avaliações da alfabetização realizadas pelos estados no ano passado. Todas as redes participantes já concluíram o envio das informações referentes ao ciclo avaliativo, e apenas alguns estados estão realizando procedimentos pontuais de retificação de dados. O processo foi considerado exitoso pelos integrantes da comissão, e os dados foram divulgados no portal do Inep, garantindo transparência e publicidade às avaliações. O encontro também foi fundamental para alinhar os próximos passos da avaliação prevista para 2026. Um dos destaques será a ampliação da participação das redes na avaliação de matemática. Como parte do planejamento para a avaliação a ser realizada neste ano, o Inep confirmou que disponibilizará, até 10 de julho, um conjunto de itens de referência para apoiar a elaboração das avaliações pelos estados e municípios. A iniciativa viabiliza a estes entes federativos a comparabilidade e a construção de instrumentos avaliativos alinhados às escalas de proficiência do Saeb. O Instituto também voltará a compartilhar dados do Censo Escolar necessários à construção dos instrumentos avaliativos. A medida estará condicionada à assinatura de termos de sigilo e compromisso pelos gestores responsáveis pelo tratamento das informações. A reunião também definiu que as instituições responsáveis pela aplicação das provas nos estados encaminharão relatórios detalhados sobre a execução do processo em 2025. O objetivo é consolidar um diagnóstico nacional sobre aspectos operacionais da aplicação, identificar boas práticas e aperfeiçoar futuras edições do sistema avaliativo. Além das discussões técnicas, o encontro marcou a atualização da composição da comissão, com a participação de novos representantes das secretarias estaduais e municipais de educação, reforçando o caráter colaborativo da governança do Saeb. O alinhamento entre os diferentes sistemas de avaliação dos entes federativos é fundamental para fortalecer a produção de evidências educacionais. A medida serve para apoiar gestores na formulação, no monitoramento e no aperfeiçoamento das políticas públicas voltadas à melhoria da aprendizagem dos estudantes brasileiros. Saeb Realizado desde 1990, o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) produz indicadores sobre a qualidade da educação brasileira e oferece subsídios para a formulação e o monitoramento de políticas públicas educacionais. Os resultados permitem acompanhar a aprendizagem dos estudantes e compreender fatores pedagógicos, socioeconômicos e de gestão que influenciam o desempenho escolar. Avaliação da Alfabetização – O Indicador Criança Alfabetizada é formado a partir de um teste em que cada estudante responde a 16 itens de múltipla escolha e três de resposta construída, sendo uma delas uma produção textual. O Inep cede um conjunto de itens que comporão os testes que serão aplicados pelos sistemas estaduais de avaliação, e, posteriormente, o indicador é calculado a partir do alinhamento nacional dos dados apurados por essas avaliações. Entre outubro e novembro de 2024, dois milhões de estudantes foram avaliados pelos sistemas estaduais em suas próprias escolas. O teste avalia se a criança apresenta habilidades básicas de leitura e de escrita. O padrão nacional de alfabetização, que identifica a criança alfabetizada, foi estabelecido em 743 pontos na escala do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), pela pesquisa Alfabetiza Brasil, em 2023, conduzida pelo Inep para determinar o ponto de corte que indica a alfabetização de uma criança ao final do 2º ano do ensino fundamental. O padrão nacional de alfabetização indica que estudantes que alcançam esse resultado são capazes de ler palavras, frases e textos curtos; localizar informações explícitas em textos curtos (de até seis linhas), como bilhete, crônica e fragmento de conto infantil; inferir informações em textos que articulam linguagem verbal e não verbal, entre outras habilidades. Fonte: Inephttps://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/saeb/7a-reuniao-da-comissao-de-apoio-ao-saeb-consolida-resultados-de-2025-e-define-acoes-para-a-avaliacao-de-2026

Undime participa de reunião da Comissão de Apoio à Articulação entre os Sistemas de Avaliação da Educação Básica

Encontro aconteceu na segunda-feira, 8 de junho, em Brasília   Representantes da Undime estiveram, na última segunda-feira, 8 de junho, na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em Brasília, para participar da 7ª reunião da Comissão de Apoio à Articulação entre os Sistemas de Avaliação da Educação Básica. A reunião contou com a presença do presidente nacional da Undime, Luiz Miguel Garcia, Dirigente Municipal de Educação (DME) de Nova Odessa/SP; o presidente da Undime Região Nordeste e Undime Rio Grande do Norte, Petrúcio de Lima Ferreira, DME de Goianinha/RN; e da vice-presidente da Undime Região Centro-Oeste e Undime Mato Grosso do Sul, Silvia Freire, DME de Itaquiraí/MS. De maneira virtual participam Luslarlene Fiamett, presidente da Undime Região Norte e Undime Rindônia, DME de Santa Luzia D’Oeste/RO; e Jucilene Fernandes, presidente da Undime Região Sul e Undime Santa Catarina, DME de Balneário Rincão/SC. A coordenadora institucional da Undime, Maria Edineide de Almeida Batista também acompanhou a reunião. O encontro teve como pauta o relato da avaliação da alfabetização em 2025, questões relacionadas a avaliação da alfabetização para este ano de 2026 e encaminhamentos. Instituída pela Portaria nº 351/2023, a Comissão do Inep tem como objetivo estabelecer diretrizes para que os sistemas estaduais de avaliação sejam organizados de maneira complementar ao Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O colegiado também fornece subsídios para o monitoramento do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, política do Ministério da Educação que busca garantir a alfabetização de todas as crianças até o final do 2º ano do ensino fundamental. Além da Undime, a Comissão é composta por representantes do Inep, Consed e Consec. Entre as atribuições da Comissão, estão a proposição de critérios técnicos que assegurem a comparabilidade dos resultados em todo o território nacional, a colaboração no processo de pactuação da organização dos sistemas de avaliação e o fortalecimento da confiabilidade das informações produzidas. Com isso, o colegiado contribui para que os diagnósticos sobre a aprendizagem sejam mais consistentes e orientem a formulação de políticas públicas eficazes para a educação básica.   Fonte/Fotos: Undime 

Hip-Hop vira política educacional para combater desigualdade

Escola Nacional de é um programa do MEC que busca reduzir desigualdades raciais na aprendizagem ao integrar saberes urbanos, periféricos e negros ao currículo das redes de ensino Foto: Divulgação/MEC O Ministério da Educação (MEC) promoveu, nesta quinta-feira, 11 de junho, uma transmissão ao vivo para apresentar e debater sobre o Programa Escola Nacional de Hip-Hop (H2E). Realizado em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o encontro orientou gestores estaduais, municipais e distritais sobre a adesão e a implementação do programa nas redes de ensino. O webinário também contou com um momento dedicado à navegação do sistema de adesão e um espaço para responder dúvidas. Assista à transmissão completa: https://www.youtube.com/watch?v=m0CKnqj_Qg8 A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. O período de adesão ao programa está aberto e vai até o dia 30 de junho, exclusivamente por meio do Sistema de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Segundo a secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), Zara Figueiredo, a iniciativa representa uma estratégia para enfrentar desigualdades raciais na aprendizagem por meio da valorização da cultura negra e periférica dentro das escolas. “Um dos nossos grandes desafios na educação é exatamente reduzir as desigualdades de aprendizagem, e uma das maiores que o Brasil apresenta é justamente essa desigualdade racial de aprendizagem”, afirmou. A secretária destacou, ainda, que pesquisas nacionais e internacionais apontam que o hip-hop pode contribuir para a melhoria da aprendizagem. “O hip-hop tem atuado sobre a redução de desigualdades de aprendizagem, seja em leitura ou em matemática e ciências”, explicou. Currículo, identidade e pertencimento – A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop H2E é incorporar saberes urbanos, periféricos e negros ao ambiente escolar, por meio de atividades ligadas à música, à dança, ao grafite, às batalhas de rima e à formação cultural. “Quando nós construímos a Escola Nacional de Hip-Hop H2E, foi exatamente para trazer esses saberes urbanos, periféricos e negros para dentro dos currículos e das escolas”, disse a secretária. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação infantil. O programa atua em três grandes frentes na educação básica: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. Para Zara Figueiredo, reconhecer essas manifestações culturais dentro da escola fortalece o sentimento de pertencimento dos estudantes. “Quando você tem um estudante negro no corredor da escola fazendo uma batalha de rimas, isso mostra as nossas heroínas e os nossos heróis. Isso gera empoderamento, autoestima e, portanto, aprendizagem”, ressaltou. A iniciativa amplia experiências que antes aconteciam de forma pontual em escolas e projetos culturais. “O que era pontual passa a ser uma política educacional, com apoio das redes municipais e estaduais”, afirmou a secretária. Encontro em Palmares – A secretária também anunciou um encontro em União dos Palmares, em Alagoas, que ocorre na sexta-feira, 12 de junho, considerado um espaço simbólico para a valorização da cultura negra no país. O evento contará com a adesão coletiva de prefeitos e secretários municipais de educação à Escola Nacional de Hip-Hop H2E. “Vai ser um momento lindo, num lugar muito simbólico para nós, dificilmente a gente encontra um lugar simbólico tão grande como a Serra da Barriga”, revelou. Além de Zara Figueiredo e do coordenador-geral da Equidade Educacional do MEC, Caio Callegari, o webinário contou com a participação da secretária de Estado de Educação do Rio Grande do Norte e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Socorro Batista; da chefe de gabinete da Secretaria de Educação de Porto Alegre (RS) e representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais (Consec), Cristiane Franco; do dirigente Municipal de Educação de Nova Odessa (SP) e presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Martins Garcia; e do consultor da Unesco para a implementação da Escola Nacional de Hip-Hop, Leandro Bassini.   Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/hip-hop-vira-politica-educacional-para-combater-desigualdade

ECA Digital é tema da próxima live do Conviva

Transmissão é uma iniciativa da Undime em parceria com o Instituto Alana e será realizada na terça, 16 de junho O Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (Lei nº 15.211/25) é um marco jurídico essencial para atualizar a proteção de crianças e adolescentes frente aos novos desafios impostos pelo avanço das tecnologias e o ambiente digital. A nova legislação foca na responsabilidade compartilhada entre atores. Isso significa que a proteção da criança no ambiente digital é um dever dividido entre Família, Sociedade, Estado e Plataformas. Na próxima terça-feira, 16 de junho, às 15h (horário de Brasília), a Undime em parceria com o Instituto Alana, realizará uma live para conversar sobre ECA Digital e o Plano Municipal de Educação — e sobre como esse novo marco legal chega às redes municipais justamente no momento em que muitos municípios estão iniciando ou revisando seus planos de educação. O objetivo é apoiar gestoras e gestores municipais a compreender as implicações concretas do ECA Digital para a educação básica, das preocupações com as imagens de estudantes nas redes sociais aos critérios para o uso de IA e plataformas digitais nas escolas. Neste contexto, os Planos Municipais de Educação podem ser uma oportunidade real de incluir a proteção digital com intencionalidade pedagógica e alinhada com as demandas locais. Para participar não é necessário realizar inscrição. Basta acessar o link e acompanhar ao vivo. LIVE – ECA Digital na Educação: da classificação indicativa aos usos de IA no Plano Municipal de EducaçãoDia: 16 de junho de 2026, terça-feiraHorário: 15h (horário de Brasília)Onde assistir: canal do Conviva Educação no YouTubeComo assistir: basta acessar https://www.youtube.com/watch?v=0QZWyLaftF0 Fonte: Undime

Inscrições para o Prêmio Pnae 2026 estão abertas

Premiação ocorrerá no dia 23 de junho, em Brasília (DF), reunindo participantes de todo o país para celebrar boas práticas na alimentação escolar. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas de forma on-line Foto: Divulgação/FNDE Estão abertas as inscrições para participação no Prêmio Pnae 2026, um dos principais eventos de valorização e fortalecimento da alimentação escolar pública brasileira. Promovido pelo Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o encontro será realizado em 23 de junho, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF). O Prêmio Pnae reconhece iniciativas e profissionais que contribuem para o fortalecimento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), com destaque para ações de educação alimentar e nutricional, valorização da cultura alimentar regional, participação social e incentivo à agricultura familiar. A participação é gratuita, e os interessados devem garantir o ingresso por meio da plataforma Sympla. O evento é voltado a gestores, nutricionistas, merendeiras, conselheiros de alimentação escolar, agricultores familiares, pesquisadores, estudantes e representantes de instituições parceiras que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável nas escolas públicas brasileiras. Programação – Entre os destaques da programação estão a premiação do Concurso de Melhores Receitas da Alimentação Escolar, do reality show Escola de Sabores, da 7ª edição da Jornada de Educação Alimentar e Nutricional (EAN) e do Prêmio CAE de Participação Social, que celebra os mais de 30 anos dos Conselhos de Alimentação Escolar (CAE). O evento também contará com uma homenagem aos 20 anos da Rede de Centros Colaboradores em Alimentação e Nutrição Escolar (Rede Cecane), reconhecendo a contribuição da iniciativa para o fortalecimento das políticas públicas de alimentação escolar em todo o país. As ações contam com o apoio de instituições parceiras, como a Itaipu Binacional, o Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS), a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Extensão, Pesquisa, Ensino Profissionalizante e Tecnológico (Fadema), o Centro de Excelência contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos (WFP) no Brasil, a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e instituições federais de ensino. Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/inscricoes-para-o-premio-pnae-2026-estao-abertas

Inscrições abertas para seminário de políticas para primeira infância

Encontro promovido pelo MEC ocorrerá de 22 a 23 de junho, em Brasília, e reunirá gestores, especialistas e órgãos de controle para debater políticas públicas integradas voltadas ao desenvolvimento da primeira infância no Brasil Foto: Divulgação/MEC O Ministério da Educação (MEC), por meio da Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), abriu as inscrições para o Seminário Nacional – Políticas Públicas para a Primeira Infância, que ocorrerá nos dias 22 e 23 de junho, no Auditório do Instituto Serzedello Corrêa do Tribunal de Contas da União (ISC/TCU), em Brasília (DF). Os interessados podem se inscrever até 16 de junho, por meio de formulário on-line. No dia do evento, também podem ser realizadas inscrições para a modalidade presencial, conforme disponibilidade de vagas. O encontro reunirá gestores públicos federais, estaduais e municipais, além de representantes de órgãos de controle, como Tribunais de Contas, Ministério Público, Judiciário e Defensoria Pública. Também participarão especialistas, pesquisadores, conselhos de direitos, instituições do terceiro setor e representantes da sociedade civil.  O seminário integra as ações da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) e tem como objetivo fortalecer a articulação entre diferentes setores e esferas de governo na formulação e implementação de políticas públicas voltadas às crianças de zero a seis anos.  Durante os dois dias de programação, serão debatidos temas relacionados à governança intersetorial, monitoramento de políticas públicas, financiamento, integração de dados e garantia de direitos da primeira infância. O evento também será um espaço para troca de experiências e disseminação de boas práticas desenvolvidas em todo o país.  Na programação, estão previstos ainda lançamentos e entregas estratégicas da PNIPI, como iniciativas de governo digital com foco no fortalecimento das capacidades para a implementação de políticas para a primeira infância e para a comunicação com as famílias. A iniciativa reafirma o compromisso do governo federal com a promoção do desenvolvimento integral das crianças brasileiras e com o fortalecimento das políticas públicas voltadas à primeira infância. PNIPI – A política surge de uma parceria entre o MEC e os ministérios da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), da Saúde (MS), do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). A ideia é articular ações de diferentes áreas para promover o desenvolvimento integral de crianças de zero a seis anos, com foco na equidade e garantia de direitos. Além disso, a PNIPI também visa fortalecer a produção e o uso de dados e informações sobre crianças e suas famílias. Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/inscricoes-abertas-para-seminario-de-politicas-para-primeira-infancia

Já explorou os cursos autoinstrucionais da Busca Ativa Escolar?

Autonomia, conhecimento prático e certificação para impulsionar a sua trajetória na Busca Ativa Escolar Estudar no seu próprio ritmo, sem uma moderação direta, ainda pode parecer um formato novo para algumas pessoas. É perfeitamente natural valorizar o modelo tradicional, com a presença física de um professor e as trocas imediatas da sala de aula, no entanto, a experiência do estudo independente ou autoguiado é uma excelente oportunidade para exercitar a autonomia e desenvolver habilidades cognitivas e intelectuais. Ao optar pelas formações online, você amplia seu acesso ao conhecimento, ganha flexibilidade de horários e assume o protagonismo do seu próprio desenvolvimento. A aprendizagem autoinstrutiva é a base dos cursos EAD da estratégia Busca Ativa Escolar (BAE). Os 12 cursos Busca Ativa Escolar na Prática são conectados ao dia a dia de trabalho das equipes estaduais e municipais da BAE; e têm muitas vantagens, como: – Trilhas de aprendizagem dinâmicas e estruturadas por especialistas;– Materiais de leitura e aprendizagem interativa, para explorar quando puder e quiser;– Vídeo com entrevistas e depoimentos de quem vive a realidade do campo;– Questionários e outras atividades de fixação com retornos (feedbacks) automatizados, para testar seus conhecimentos;– Certificação online garantida. Uma escolha estratégica, mas não a única O aprendizado autônomo não precisa ser seu único caminho, mas sim um excelente complemento para a sua formação continuada. Os universos virtual e presencial não competem entre si; pelo contrário, eles se somam para respeitar a sua rotina, o seu contexto e a sua gestão de tempo. Se você já faz parte da nossa rede ou tem interesse em fortalecer seu impacto na educação, que tal escolher seu próximo curso e iniciar essa nova experiência? Fonte: Busca Ativa Escolarhttps://buscaativaescolar.org.br/noticia/ja-explorou-os-cursos-autoinstrucionais-da-busca-ativa-escolar

Reaberto Ciclo 2026 da Política de Educação Conectada

Nova janela de adesão permite conclusão das etapas previstas no ciclo. Redes de ensino têm até 11 de junho para indicar escolas participantes, enquanto unidades escolares podem concluir etapas até 18 de junho Foto: Divulgação/MEC O Ministério da Educação (MEC) reabriu, em caráter excepcional, os sistemas utilizados no Ciclo 2026 da Política de Inovação Educação Conectada (Piec), que integra a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec). A medida permite que redes de ensino e unidades escolares que ainda não concluíram as etapas previstas tenham uma nova oportunidade para participar do ciclo e acessar os recursos destinados à melhoria da conectividade de escolas públicas. As secretarias de educação devem realizar, entre 8 e 11 de junho, a seleção e o envio das escolas participantes por meio do módulo Educação Conectada no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Já os gestores escolares terão até 18 de junho para concluir, no módulo Educação Conectada 2026 do PDDE Interativo, as etapas de monitoramento, adesão à política e envio do Plano de Aplicação Financeira (PAF) ao MEC. A reabertura beneficia redes de ensino que ainda não finalizaram a seleção das escolas participantes e unidades escolares que não concluíram o preenchimento do monitoramento, a adesão à política ou o envio do PAF. As redes e escolas que realizaram todas as etapas dentro dos prazos originalmente estabelecidos permanecem resguardadas pelos critérios de classificação previstos na Portaria SEB/MEC nº 130/2026. Etapas – A seleção das escolas pela rede de ensino é condição necessária para que as unidades escolares possam acessar as próximas etapas do PDDE Interativo. Após o envio realizado pela secretaria de educação, a atualização das informações entre os sistemas ocorre no dia útil seguinte. Por isso, o MEC orienta que as redes realizem o procedimento o quanto antes para garantir que as escolas tenham tempo hábil para concluir suas ações. No PDDE Interativo, os gestores escolares devem seguir três etapas obrigatórias e sequenciais. A primeira é o monitoramento, que consiste no preenchimento de um questionário com informações sobre conectividade e uso pedagógico das tecnologias na escola. Essa etapa é obrigatória para todas as unidades de ensino, inclusive àquelas que não foram selecionadas para o Ciclo 2026 da Piec. Em seguida, as escolas selecionadas e elegíveis devem confirmar a adesão à política. Por fim, é necessário elaborar e enviar o Plano de Aplicação Financeira ao MEC para análise. Os recursos poderão ser utilizados para contratação de serviços de internet, implantação de infraestrutura Wi-Fi, aquisição de dispositivos e recursos educacionais digitais. O MEC reforça que apenas salvar informações no sistema não significa concluir a etapa. É necessário verificar se o status indica que o envio foi realizado e está em análise pelo MEC. Além disso, a ordem de envio do PAF é utilizada como critério de desempate na classificação das escolas. Regularização – Outra orientação é que todas as escolas com acesso à internet instalem o Medidor Educação Conectada em um computador conectado à rede pedagógica. Desenvolvido pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) em parceria com o governo federal, o software gratuito monitora continuamente a velocidade e a qualidade da conexão. Escolas com o medidor instalado e ativo recebem melhor classificação na distribuição dos recursos da política. Além disso, as informações contribuem para o planejamento de ações locais pelas redes. O MEC também alerta que a conclusão das etapas no PDDE Interativo não garante, por si só, o recebimento dos recursos. Pendências junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), como prestação de contas em aberto, cadastro desatualizado da Unidade Executora, dados bancários inválidos ou situação irregular do CNPJ junto à Receita Federal, podem impedir os repasses. Por isso, as escolas devem manter sua situação regularizada durante todo o ciclo, uma vez que os recursos podem ser transferidos em diferentes momentos ao longo do ano. Apoio – Para facilitar o processo, o MEC desenvolveu alguns materiais de apoio para as redes de educação. Existe um tutorial sobre o uso do PDDE Interativo – Educação Conectada, com conteúdos que auxiliam no monitoramento, na adesão e na criação do PAF, e um guia com orientações sobre a regularização junto ao FNDE. Há também um tutorial de apoio às secretarias no processo de seleção das escolas. Os materiais poderão ser utilizados por gestores e diretores escolares para realizar as etapas previstas no sistema e garantir a participação das escolas no ciclo de 2026 da política.  Enec – A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas foi lançada em 2023 com o objetivo de aumentar a conectividade nas escolas, reduzir as desigualdades sociais, assegurar o acesso à internet de qualidade e garantir o uso pedagógico das tecnologias em todas as escolas públicas de educação básica do país. A política fortalece a presença da Educação Digital e Midiática nos currículos, investe na formação de professores e gestores sobre o tema e promove uma aprendizagem integral que prepara os estudantes para atuar de forma crítica, consciente e segura no mundo digital. Desde a criação, o MEC já investiu R$ 4,3 bilhões para apoiar a conectividade nas escolas. Em maio de 2026, o Brasil atingiu o marco de 100 mil escolas conectadas para fins pedagógicos.   Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/reaberto-ciclo-2026-da-politica-de-educacao-conectada