MEC abre adesão ao segundo ciclo do PDDE Equidade

Programa destina recursos suplementares a escolas públicas que atendem populações historicamente excluídas e em situação de vulnerabilidade social. Processo vai até 30/6 e deve ser realizado pelo Simec Programas Foto: Divulgação/MEC O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), abriu nesta terça-feira, 16 de junho, a adesão ao segundo ciclo do Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade (PDDE Equidade). O processo vai até 30 de junho e deve ser realizado pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle – Programas (Simec Programas). Desenvolvido em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e instituído pela Resolução nº 8/2026, o programa destina recursos financeiros suplementares às escolas públicas da educação básica que atendem populações historicamente excluídas e em situação de maior vulnerabilidade social e educacional, promovendo melhorias na infraestrutura, nas condições de oferta e na qualidade do ensino. Em 2026, o PDDE Equidade contará com investimento de cerca de R$ 378,2 milhões, que serão distribuídos para aproximadamente 30 mil escolas públicas. Em decorrência da boa alocação de recursos no ano passado, com mais de 92% da execução financeira, o programa manteve seu orçamento de R$ 378,2 milhões, que serão distribuídos da seguinte maneira neste ano: – PDDE Água, Campo e Agroecologia: R$ 93,0 milhões; – PDDE Diversidades (considerando os eixos de educação bilíngue de surdos; educação de jovens e adultos; educação escolar indígena; educação escolar quilombola; educação para as relações étnico-raciais): R$ 84,9 milhões; – PDDE Sala de Recursos Multifuncionais: R$ 200,3 milhões. Passo a passo – A adesão é realizada em duas etapas concomitantes: adesão pelas secretarias estaduais e municipais de educação (Entidades Executoras – EEx) e adesão das UEx representativas das escolas indicadas pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC.  Para isso, escolas e redes devem se cadastrar e assinar os termos de adesão disponíveis no Simec Programas. Para auxiliar os gestores nesse processo, o MEC disponibilizou Guias de Navegação do PDDE Equidade, com diretrizes sobre adesão, critérios de elegibilidade, valores de repasse e execução dos recursos, divididos por público: secretário, equipe técnica da Secretaria e representante UEx. Além disso, de forma inovadora, o ministério trouxe tutoriais em vídeo para apoiar as escolas na adesão.   PDDE Equidade – O Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade integra as ações do governo federal voltadas à redução das desigualdades educacionais e ao fortalecimento das políticas de diversidade e inclusão na educação pública brasileira.   Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/mec-abre-adesao-ao-segundo-ciclo-do-pdde-equidade

Prazo para redes aderirem à PND termina quarta, 17 de junho

Secretários de educação devem formalizar a adesão ao exame voluntariamente, por meio do Simec. Notas da prova podem ser usadas nas seleções de professores da educação básica realizadas pelas redes de ensino Foto: Divulgação/MEC Terminará na quarta-feira, 17 de junho, o prazo estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC) para a adesão das redes de ensino à Prova Nacional Docente (PND). Os secretários de educação de todo o país podem aderir voluntariamente ao exame por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). A adesão não obriga as redes a realizarem imediatamente processos de seleção nos seus estados, mas confere segurança jurídica para que os resultados de 2025 e 2026 sejam utilizados futuramente. Entes da Federação que aderiram em 2025 devem manifestar interesse em continuar com a adesão em 2026, que passará a ter validade por prazo indeterminado. Em 2025, a PND foi aplicada em 750 municípios. Antes do período de inscrição dos candidatos, que será iniciado no dia 22 de junho, o MEC divulgará uma lista com todos os entes que aderiram à PND, a fim de que os professores interessados nos processos seletivos tenham conhecimento prévio acerca da possibilidade de utilização da PND. A PND não é um concurso unificado e não substitui os processos seletivos dos entes, mas pode substituir as etapas de provas objetiva e discursiva de seus processos seletivos. A prova se assemelha ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) — os candidatos recebem uma nota que pode ser utilizada nos processos de seleção das redes. Os entes que optarem por utilizar a nota da PND em seus processos seletivos deverão prever essa possibilidade no respectivo edital, e os candidatos deverão se inscrever tanto na PND quanto no processo seletivo da rede. Os municípios com concursos vigentes também podem aderir, já que a prova não cria um cadastro de professores que os municípios são obrigados a contratar. Mais informações sobre como utilizar a PND para a seleção de professores podem ser encontradas no Guia de Apoio Técnico. Aplicação – A edição de 2026 da PND será realizada em 20 de setembro e os resultados estão previstos para 15 de dezembro, a fim de possibilitar a contratação de professores para o ano letivo de 2027. Conteúdo – A PND é estruturada em dois blocos de questões: formação geral docente e componentes específicos. O primeiro dispõe de 30 perguntas objetivas e mais uma discursiva, que servem para avaliar competências pedagógicas, compreensão de temas da realidade brasileira e mundial, comunicação escrita e raciocínio lógico. O segundo bloco, por sua vez, traz 50 questões objetivas voltadas a avaliar conhecimentos específicos da área, capacidade de análise e aplicação de conteúdos em situações-problema e estudos de caso. Em 2026, além das 17 áreas do conhecimento já avaliadas na edição anterior, quatro novas áreas serão avaliadas: dança, teatro, ciências da natureza e letras espanhol. O candidato deverá escolher uma dentre as 21 áreas de avaliação. Mais Professores – A PND integra as ações do Programa Mais Professores para o Brasil, concebido em reconhecimento ao papel central dos docentes no processo de aprendizagem dos estudantes e no sucesso das políticas educacionais. A política busca fomentar e fortalecer a formação de docentes, ao mesmo tempo em que incentiva o ingresso de professores no ensino público e valoriza os profissionais do magistério, proporcionando-lhes recursos e oportunidades de desenvolvimento profissional contínuo.   Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/prazo-para-redes-aderirem-a-pnd-termina-quarta-17

Aberta adesão ao módulo Gestão Presente na Escola do MEC

Municípios podem aderir de forma gratuita e voluntária ao Gestão Presente na Escola até 30 de junho de 2026 por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec) Foto: Divulgação/MEC O Ministério da Educação (MEC) abriu, nesta segunda-feira, 15 de junho, um novo período de adesão ao módulo Gestão Presente na Escola (GPE), da plataforma MEC Gestão Presente. Os municípios interessados podem aderir gratuitamente e de forma voluntária até o dia 30 de junho, por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Para aderir ao GPE, o município deve ter realizado previamente a adesão ao MEC Gestão Presente. Os entes que ainda não concluíram essa etapa podem aderir ao Sistema Gestão Presente (SGP) a qualquer momento, também pelo Simec. O GPE é uma ferramenta de gestão escolar desenvolvida com o objetivo de automatizar e otimizar os processos administrativos e pedagógicos das escolas públicas brasileiras. O módulo reúne funcionalidades como matrícula, enturmação, diário de classe, entre outras. A solução foi desenvolvida especialmente para apoiar municípios de pequeno e médio porte que não dispõem de sistema próprio de gestão escolar ou que desejam utilizar uma alternativa gratuita disponibilizada pelo MEC. Assim, após a adesão ao GPE, os municípios passam a enviar dados somente por meio da própria ferramenta, substituindo o envio dessas informações pelo SGP. Para redes que já contam com sistemas próprios capazes de atender às suas necessidades de gestão escolar, a adesão ao GPE pode não ser necessária. Nesses casos em que não há necessidade de utilização do GPE, o envio dos dados educacionais ao MEC Gestão Presente continua sendo realizado por meio do SGP. Cronograma de acesso ao GPE – O cronograma de disponibilização do acesso ao GPE observará a situação de adesão de cada município à plataforma MEC Gestão Presente: – Municípios que ainda não aderiram nem ao SGP nem ao GPE: o acesso ao GPE será disponibilizado a partir de julho de 2026, após a conclusão das etapas de adesão. – Municípios que já possuem adesão ativa ao SGP e optarem por aderir ao GPE neste período: o envio de dados por meio do SGP deverá ser mantido até o dia 7 de agosto de 2026. Após essa data, o envio das informações passará a ser realizado exclusivamente pelo GPE. Nesses casos, o acesso ao módulo será disponibilizado a partir de agosto de 2026. Suporte e formação – Os municípios que aderirem ao GPE poderão ser incluídos em canais de comunicação e acompanhamento direto via grupos organizados pelo MEC, o que garantirá suporte contínuo às equipes envolvidas na implementação do sistema. Para apoiar a formação das equipes, o MEC disponibiliza cursos no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVAMEC), organizados em trilhas específicas para os diferentes perfis de usuários: – Trilha de Aprendizagem GPE: Secretarias de Educação – Trilha de Aprendizagem GPE: Gestores Escolares – Trilha de Aprendizagem GPE: Docentes Novos conteúdos e formações são incorporados regularmente, garantindo que os usuários estejam sempre atualizados sobre funcionalidades, melhorias e boas práticas de uso. MEC Gestão Presente – A plataforma MEC Gestão Presente é uma iniciativa do governo federal que visa modernizar a gestão educacional nas redes públicas de ensino, de modo a apoiar as secretarias de educação e as escolas de todo o país. Ela parte da premissa de que o uso da tecnologia é estratégico para que gestores acessem informações mais precisas, facilitando o planejamento e a execução de políticas educacionais baseadas em evidências. A plataforma promove a adoção de instrumentos de governo digital em todos os níveis da gestão educacional — federal, estadual, distrital e municipal.   Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/aberta-adesao-ao-modulo-gestao-presente-na-escola-do-mec

7ª Reunião da Comissão de Apoio ao Saeb consolida resultados de 2025 e define ações para a avaliação de 2026

O encontro foi liderado pelo presidente do Inep, Manuel Palacios, acompanhado pelo corpo técnico da autarquia, representantes municipais e estaduais de educação e membros do Consed e da Undime.     Representantes das redes estaduais e municipais de educação, especialistas e gestores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) participaram, nesta semana, em Brasília, da 7ª Reunião da Comissão de Apoio à Articulação entre os Sistemas de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O encontro foi liderado pelo presidente do Inep, Manuel Palacios, acompanhado pelo corpo técnico da autarquia. Na ocasião, foi apresentada a proposta de criação de uma comissão especializada para análise dos resultados das avaliações da alfabetização realizadas pelos estados. O grupo deverá atuar na elaboração de estudos e relatórios técnicos com foco em análises estatísticas, econométricas, pedagógicas e operacionais, ampliando a capacidade de interpretação dos dados produzidos pelas avaliações educacionais. A reunião também contou com representantes municipais e estaduais de educação, além de integrantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), principais entidades representativas das redes públicas de ensino no Brasil. Os participantes são membros da Comissão constituída em 2023. O grupo tem a responsabilidade de colaborar no processo de pactuação da organização complementar dos sistemas de avaliação e de propor critérios técnicos para assegurar a equalização, a confiabilidade e a comparabilidade dos resultados das avaliações tratadas no âmbito da Portaria Inep nº 351/2023. O ato normativo estabelece diretrizes e orientações para que os sistemas estaduais de avaliação estejam organizados de forma complementar ao Saeb e ofereçam subsídios para o monitoramento do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Na reunião, também foram apresentados os resultados das ações desenvolvidas em 2025, entre as quais está o balanço da aplicação das avaliações da alfabetização realizadas pelos estados no ano passado. Todas as redes participantes já concluíram o envio das informações referentes ao ciclo avaliativo, e apenas alguns estados estão realizando procedimentos pontuais de retificação de dados. O processo foi considerado exitoso pelos integrantes da comissão, e os dados foram divulgados no portal do Inep, garantindo transparência e publicidade às avaliações. O encontro também foi fundamental para alinhar os próximos passos da avaliação prevista para 2026. Um dos destaques será a ampliação da participação das redes na avaliação de matemática. Como parte do planejamento para a avaliação a ser realizada neste ano, o Inep confirmou que disponibilizará, até 10 de julho, um conjunto de itens de referência para apoiar a elaboração das avaliações pelos estados e municípios. A iniciativa viabiliza a estes entes federativos a comparabilidade e a construção de instrumentos avaliativos alinhados às escalas de proficiência do Saeb. O Instituto também voltará a compartilhar dados do Censo Escolar necessários à construção dos instrumentos avaliativos. A medida estará condicionada à assinatura de termos de sigilo e compromisso pelos gestores responsáveis pelo tratamento das informações. A reunião também definiu que as instituições responsáveis pela aplicação das provas nos estados encaminharão relatórios detalhados sobre a execução do processo em 2025. O objetivo é consolidar um diagnóstico nacional sobre aspectos operacionais da aplicação, identificar boas práticas e aperfeiçoar futuras edições do sistema avaliativo. Além das discussões técnicas, o encontro marcou a atualização da composição da comissão, com a participação de novos representantes das secretarias estaduais e municipais de educação, reforçando o caráter colaborativo da governança do Saeb. O alinhamento entre os diferentes sistemas de avaliação dos entes federativos é fundamental para fortalecer a produção de evidências educacionais. A medida serve para apoiar gestores na formulação, no monitoramento e no aperfeiçoamento das políticas públicas voltadas à melhoria da aprendizagem dos estudantes brasileiros. Saeb Realizado desde 1990, o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) produz indicadores sobre a qualidade da educação brasileira e oferece subsídios para a formulação e o monitoramento de políticas públicas educacionais. Os resultados permitem acompanhar a aprendizagem dos estudantes e compreender fatores pedagógicos, socioeconômicos e de gestão que influenciam o desempenho escolar. Avaliação da Alfabetização – O Indicador Criança Alfabetizada é formado a partir de um teste em que cada estudante responde a 16 itens de múltipla escolha e três de resposta construída, sendo uma delas uma produção textual. O Inep cede um conjunto de itens que comporão os testes que serão aplicados pelos sistemas estaduais de avaliação, e, posteriormente, o indicador é calculado a partir do alinhamento nacional dos dados apurados por essas avaliações. Entre outubro e novembro de 2024, dois milhões de estudantes foram avaliados pelos sistemas estaduais em suas próprias escolas. O teste avalia se a criança apresenta habilidades básicas de leitura e de escrita. O padrão nacional de alfabetização, que identifica a criança alfabetizada, foi estabelecido em 743 pontos na escala do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), pela pesquisa Alfabetiza Brasil, em 2023, conduzida pelo Inep para determinar o ponto de corte que indica a alfabetização de uma criança ao final do 2º ano do ensino fundamental. O padrão nacional de alfabetização indica que estudantes que alcançam esse resultado são capazes de ler palavras, frases e textos curtos; localizar informações explícitas em textos curtos (de até seis linhas), como bilhete, crônica e fragmento de conto infantil; inferir informações em textos que articulam linguagem verbal e não verbal, entre outras habilidades. Fonte: Inephttps://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/saeb/7a-reuniao-da-comissao-de-apoio-ao-saeb-consolida-resultados-de-2025-e-define-acoes-para-a-avaliacao-de-2026

Undime participa de reunião da Comissão de Apoio à Articulação entre os Sistemas de Avaliação da Educação Básica

Encontro aconteceu na segunda-feira, 8 de junho, em Brasília   Representantes da Undime estiveram, na última segunda-feira, 8 de junho, na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em Brasília, para participar da 7ª reunião da Comissão de Apoio à Articulação entre os Sistemas de Avaliação da Educação Básica. A reunião contou com a presença do presidente nacional da Undime, Luiz Miguel Garcia, Dirigente Municipal de Educação (DME) de Nova Odessa/SP; o presidente da Undime Região Nordeste e Undime Rio Grande do Norte, Petrúcio de Lima Ferreira, DME de Goianinha/RN; e da vice-presidente da Undime Região Centro-Oeste e Undime Mato Grosso do Sul, Silvia Freire, DME de Itaquiraí/MS. De maneira virtual participam Luslarlene Fiamett, presidente da Undime Região Norte e Undime Rindônia, DME de Santa Luzia D’Oeste/RO; e Jucilene Fernandes, presidente da Undime Região Sul e Undime Santa Catarina, DME de Balneário Rincão/SC. A coordenadora institucional da Undime, Maria Edineide de Almeida Batista também acompanhou a reunião. O encontro teve como pauta o relato da avaliação da alfabetização em 2025, questões relacionadas a avaliação da alfabetização para este ano de 2026 e encaminhamentos. Instituída pela Portaria nº 351/2023, a Comissão do Inep tem como objetivo estabelecer diretrizes para que os sistemas estaduais de avaliação sejam organizados de maneira complementar ao Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O colegiado também fornece subsídios para o monitoramento do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, política do Ministério da Educação que busca garantir a alfabetização de todas as crianças até o final do 2º ano do ensino fundamental. Além da Undime, a Comissão é composta por representantes do Inep, Consed e Consec. Entre as atribuições da Comissão, estão a proposição de critérios técnicos que assegurem a comparabilidade dos resultados em todo o território nacional, a colaboração no processo de pactuação da organização dos sistemas de avaliação e o fortalecimento da confiabilidade das informações produzidas. Com isso, o colegiado contribui para que os diagnósticos sobre a aprendizagem sejam mais consistentes e orientem a formulação de políticas públicas eficazes para a educação básica.   Fonte/Fotos: Undime 

Hip-Hop vira política educacional para combater desigualdade

Escola Nacional de é um programa do MEC que busca reduzir desigualdades raciais na aprendizagem ao integrar saberes urbanos, periféricos e negros ao currículo das redes de ensino Foto: Divulgação/MEC O Ministério da Educação (MEC) promoveu, nesta quinta-feira, 11 de junho, uma transmissão ao vivo para apresentar e debater sobre o Programa Escola Nacional de Hip-Hop (H2E). Realizado em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o encontro orientou gestores estaduais, municipais e distritais sobre a adesão e a implementação do programa nas redes de ensino. O webinário também contou com um momento dedicado à navegação do sistema de adesão e um espaço para responder dúvidas. Assista à transmissão completa: https://www.youtube.com/watch?v=m0CKnqj_Qg8 A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. O período de adesão ao programa está aberto e vai até o dia 30 de junho, exclusivamente por meio do Sistema de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Segundo a secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), Zara Figueiredo, a iniciativa representa uma estratégia para enfrentar desigualdades raciais na aprendizagem por meio da valorização da cultura negra e periférica dentro das escolas. “Um dos nossos grandes desafios na educação é exatamente reduzir as desigualdades de aprendizagem, e uma das maiores que o Brasil apresenta é justamente essa desigualdade racial de aprendizagem”, afirmou. A secretária destacou, ainda, que pesquisas nacionais e internacionais apontam que o hip-hop pode contribuir para a melhoria da aprendizagem. “O hip-hop tem atuado sobre a redução de desigualdades de aprendizagem, seja em leitura ou em matemática e ciências”, explicou. Currículo, identidade e pertencimento – A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop H2E é incorporar saberes urbanos, periféricos e negros ao ambiente escolar, por meio de atividades ligadas à música, à dança, ao grafite, às batalhas de rima e à formação cultural. “Quando nós construímos a Escola Nacional de Hip-Hop H2E, foi exatamente para trazer esses saberes urbanos, periféricos e negros para dentro dos currículos e das escolas”, disse a secretária. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação infantil. O programa atua em três grandes frentes na educação básica: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. Para Zara Figueiredo, reconhecer essas manifestações culturais dentro da escola fortalece o sentimento de pertencimento dos estudantes. “Quando você tem um estudante negro no corredor da escola fazendo uma batalha de rimas, isso mostra as nossas heroínas e os nossos heróis. Isso gera empoderamento, autoestima e, portanto, aprendizagem”, ressaltou. A iniciativa amplia experiências que antes aconteciam de forma pontual em escolas e projetos culturais. “O que era pontual passa a ser uma política educacional, com apoio das redes municipais e estaduais”, afirmou a secretária. Encontro em Palmares – A secretária também anunciou um encontro em União dos Palmares, em Alagoas, que ocorre na sexta-feira, 12 de junho, considerado um espaço simbólico para a valorização da cultura negra no país. O evento contará com a adesão coletiva de prefeitos e secretários municipais de educação à Escola Nacional de Hip-Hop H2E. “Vai ser um momento lindo, num lugar muito simbólico para nós, dificilmente a gente encontra um lugar simbólico tão grande como a Serra da Barriga”, revelou. Além de Zara Figueiredo e do coordenador-geral da Equidade Educacional do MEC, Caio Callegari, o webinário contou com a participação da secretária de Estado de Educação do Rio Grande do Norte e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Socorro Batista; da chefe de gabinete da Secretaria de Educação de Porto Alegre (RS) e representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais (Consec), Cristiane Franco; do dirigente Municipal de Educação de Nova Odessa (SP) e presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Martins Garcia; e do consultor da Unesco para a implementação da Escola Nacional de Hip-Hop, Leandro Bassini.   Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/hip-hop-vira-politica-educacional-para-combater-desigualdade

ECA Digital é tema da próxima live do Conviva

Transmissão é uma iniciativa da Undime em parceria com o Instituto Alana e será realizada na terça, 16 de junho O Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (Lei nº 15.211/25) é um marco jurídico essencial para atualizar a proteção de crianças e adolescentes frente aos novos desafios impostos pelo avanço das tecnologias e o ambiente digital. A nova legislação foca na responsabilidade compartilhada entre atores. Isso significa que a proteção da criança no ambiente digital é um dever dividido entre Família, Sociedade, Estado e Plataformas. Na próxima terça-feira, 16 de junho, às 15h (horário de Brasília), a Undime em parceria com o Instituto Alana, realizará uma live para conversar sobre ECA Digital e o Plano Municipal de Educação — e sobre como esse novo marco legal chega às redes municipais justamente no momento em que muitos municípios estão iniciando ou revisando seus planos de educação. O objetivo é apoiar gestoras e gestores municipais a compreender as implicações concretas do ECA Digital para a educação básica, das preocupações com as imagens de estudantes nas redes sociais aos critérios para o uso de IA e plataformas digitais nas escolas. Neste contexto, os Planos Municipais de Educação podem ser uma oportunidade real de incluir a proteção digital com intencionalidade pedagógica e alinhada com as demandas locais. Para participar não é necessário realizar inscrição. Basta acessar o link e acompanhar ao vivo. LIVE – ECA Digital na Educação: da classificação indicativa aos usos de IA no Plano Municipal de EducaçãoDia: 16 de junho de 2026, terça-feiraHorário: 15h (horário de Brasília)Onde assistir: canal do Conviva Educação no YouTubeComo assistir: basta acessar https://www.youtube.com/watch?v=0QZWyLaftF0 Fonte: Undime

Inscrições para o Prêmio Pnae 2026 estão abertas

Premiação ocorrerá no dia 23 de junho, em Brasília (DF), reunindo participantes de todo o país para celebrar boas práticas na alimentação escolar. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas de forma on-line Foto: Divulgação/FNDE Estão abertas as inscrições para participação no Prêmio Pnae 2026, um dos principais eventos de valorização e fortalecimento da alimentação escolar pública brasileira. Promovido pelo Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o encontro será realizado em 23 de junho, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF). O Prêmio Pnae reconhece iniciativas e profissionais que contribuem para o fortalecimento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), com destaque para ações de educação alimentar e nutricional, valorização da cultura alimentar regional, participação social e incentivo à agricultura familiar. A participação é gratuita, e os interessados devem garantir o ingresso por meio da plataforma Sympla. O evento é voltado a gestores, nutricionistas, merendeiras, conselheiros de alimentação escolar, agricultores familiares, pesquisadores, estudantes e representantes de instituições parceiras que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável nas escolas públicas brasileiras. Programação – Entre os destaques da programação estão a premiação do Concurso de Melhores Receitas da Alimentação Escolar, do reality show Escola de Sabores, da 7ª edição da Jornada de Educação Alimentar e Nutricional (EAN) e do Prêmio CAE de Participação Social, que celebra os mais de 30 anos dos Conselhos de Alimentação Escolar (CAE). O evento também contará com uma homenagem aos 20 anos da Rede de Centros Colaboradores em Alimentação e Nutrição Escolar (Rede Cecane), reconhecendo a contribuição da iniciativa para o fortalecimento das políticas públicas de alimentação escolar em todo o país. As ações contam com o apoio de instituições parceiras, como a Itaipu Binacional, o Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS), a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Extensão, Pesquisa, Ensino Profissionalizante e Tecnológico (Fadema), o Centro de Excelência contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos (WFP) no Brasil, a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e instituições federais de ensino. Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/inscricoes-para-o-premio-pnae-2026-estao-abertas

Inscrições abertas para seminário de políticas para primeira infância

Encontro promovido pelo MEC ocorrerá de 22 a 23 de junho, em Brasília, e reunirá gestores, especialistas e órgãos de controle para debater políticas públicas integradas voltadas ao desenvolvimento da primeira infância no Brasil Foto: Divulgação/MEC O Ministério da Educação (MEC), por meio da Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), abriu as inscrições para o Seminário Nacional – Políticas Públicas para a Primeira Infância, que ocorrerá nos dias 22 e 23 de junho, no Auditório do Instituto Serzedello Corrêa do Tribunal de Contas da União (ISC/TCU), em Brasília (DF). Os interessados podem se inscrever até 16 de junho, por meio de formulário on-line. No dia do evento, também podem ser realizadas inscrições para a modalidade presencial, conforme disponibilidade de vagas. O encontro reunirá gestores públicos federais, estaduais e municipais, além de representantes de órgãos de controle, como Tribunais de Contas, Ministério Público, Judiciário e Defensoria Pública. Também participarão especialistas, pesquisadores, conselhos de direitos, instituições do terceiro setor e representantes da sociedade civil.  O seminário integra as ações da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) e tem como objetivo fortalecer a articulação entre diferentes setores e esferas de governo na formulação e implementação de políticas públicas voltadas às crianças de zero a seis anos.  Durante os dois dias de programação, serão debatidos temas relacionados à governança intersetorial, monitoramento de políticas públicas, financiamento, integração de dados e garantia de direitos da primeira infância. O evento também será um espaço para troca de experiências e disseminação de boas práticas desenvolvidas em todo o país.  Na programação, estão previstos ainda lançamentos e entregas estratégicas da PNIPI, como iniciativas de governo digital com foco no fortalecimento das capacidades para a implementação de políticas para a primeira infância e para a comunicação com as famílias. A iniciativa reafirma o compromisso do governo federal com a promoção do desenvolvimento integral das crianças brasileiras e com o fortalecimento das políticas públicas voltadas à primeira infância. PNIPI – A política surge de uma parceria entre o MEC e os ministérios da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), da Saúde (MS), do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). A ideia é articular ações de diferentes áreas para promover o desenvolvimento integral de crianças de zero a seis anos, com foco na equidade e garantia de direitos. Além disso, a PNIPI também visa fortalecer a produção e o uso de dados e informações sobre crianças e suas famílias. Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/inscricoes-abertas-para-seminario-de-politicas-para-primeira-infancia

Já explorou os cursos autoinstrucionais da Busca Ativa Escolar?

Autonomia, conhecimento prático e certificação para impulsionar a sua trajetória na Busca Ativa Escolar Estudar no seu próprio ritmo, sem uma moderação direta, ainda pode parecer um formato novo para algumas pessoas. É perfeitamente natural valorizar o modelo tradicional, com a presença física de um professor e as trocas imediatas da sala de aula, no entanto, a experiência do estudo independente ou autoguiado é uma excelente oportunidade para exercitar a autonomia e desenvolver habilidades cognitivas e intelectuais. Ao optar pelas formações online, você amplia seu acesso ao conhecimento, ganha flexibilidade de horários e assume o protagonismo do seu próprio desenvolvimento. A aprendizagem autoinstrutiva é a base dos cursos EAD da estratégia Busca Ativa Escolar (BAE). Os 12 cursos Busca Ativa Escolar na Prática são conectados ao dia a dia de trabalho das equipes estaduais e municipais da BAE; e têm muitas vantagens, como: – Trilhas de aprendizagem dinâmicas e estruturadas por especialistas;– Materiais de leitura e aprendizagem interativa, para explorar quando puder e quiser;– Vídeo com entrevistas e depoimentos de quem vive a realidade do campo;– Questionários e outras atividades de fixação com retornos (feedbacks) automatizados, para testar seus conhecimentos;– Certificação online garantida. Uma escolha estratégica, mas não a única O aprendizado autônomo não precisa ser seu único caminho, mas sim um excelente complemento para a sua formação continuada. Os universos virtual e presencial não competem entre si; pelo contrário, eles se somam para respeitar a sua rotina, o seu contexto e a sua gestão de tempo. Se você já faz parte da nossa rede ou tem interesse em fortalecer seu impacto na educação, que tal escolher seu próximo curso e iniciar essa nova experiência? Fonte: Busca Ativa Escolarhttps://buscaativaescolar.org.br/noticia/ja-explorou-os-cursos-autoinstrucionais-da-busca-ativa-escolar