Undime participa de reunião da Comissão de Apoio à Articulação entre os Sistemas de Avaliação da Educação Básica

Encontro aconteceu no dia 11 de outubro, no Inep A Undime participou, na última sexta-feira, 11 de outubro, da 4ª Reunião da Comissão de Apoio à Articulação entre os Sistemas de Avaliação da Educação Básica, em Brasília, na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Na ocasião, a instituição esteve representada pelo presidente da Região Sudeste e Undime/SP, Luiz Miguel Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP; pela presidente da Região Nordeste e Undime/SE, Josevanda Franco, Dirigente Municipal de Educação de Nossa Senhora do Socorro/SE; e pela presidente da Região Norte e Undime/RO, Luslarlene Fiamett, Dirigente Municipal de Educação de Santa Luzia D’Oeste/RO. Também participaram representantes do Inep e do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). Na pauta da reunião estavam os temas: Avaliação da Alfabetização em 2023, perspectivas para 2024 e estabelecimento de padrões de desempenho. Após a discussão sobre os pontos apresentados, o presidente do Inep, Manuel Palacios, passou alguns informes relacionados ao Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) das Licenciaturas e comissões de alinhamento. Clique aqui e assista à videoconferência da Undime sobre esse assunto. Sobre a Comissão A Comissão de Apoio à Articulação entre os Sistemas de Avaliação da Educação Básica foi instituída pela Portaria Nº 351, de 4 agosto de 2023, que estabelece diretrizes e orientações para que os sistemas estaduais de avaliação estejam organizados de forma complementar ao Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e ofereçam subsídios para o monitoramento do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Os integrantes da Comissão foram designados por meio da Portaria Nº 388, de 29 de agosto de 2023. Fonte/Fotos: Undime Encontro aconteceu no dia 11 de outubro, no Inep A Undime participou, na última sexta-feira, 11 de outubro, da 4ª Reunião da Comissão de Apoio à Articulação entre os Sistemas de Avaliação da Educação Básica, em Brasília, na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Na ocasião, a instituição esteve representada pelo presidente da Região Sudeste e Undime/SP, Luiz Miguel Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP; pela presidente da Região Nordeste e Undime/SE, Josevanda Franco, Dirigente Municipal de Educação de Nossa Senhora do Socorro/SE; e pela presidente da Região Norte e Undime/RO, Luslarlene Fiamett, Dirigente Municipal de Educação de Santa Luzia D’Oeste/RO. Também participaram representantes do Inep e do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). Na pauta da reunião estavam os temas: Avaliação da Alfabetização em 2023, perspectivas para 2024 e estabelecimento de padrões de desempenho. Após a discussão sobre os pontos apresentados, o presidente do Inep, Manuel Palacios, passou alguns informes relacionados ao Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) das Licenciaturas e comissões de alinhamento. Clique aqui e assista à videoconferência da Undime sobre esse assunto. Sobre a Comissão A Comissão de Apoio à Articulação entre os Sistemas de Avaliação da Educação Básica foi instituída pela Portaria Nº 351, de 4 agosto de 2023, que estabelece diretrizes e orientações para que os sistemas estaduais de avaliação estejam organizados de forma complementar ao Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e ofereçam subsídios para o monitoramento do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Os integrantes da Comissão foram designados por meio da Portaria Nº 388, de 29 de agosto de 2023. Fonte/Fotos: Undime

Undime participa de debate sobre Diretrizes Nacionais para o Profissional de Apoio Escolar

Instituição foi representada pelo presidente nacional, Alessio Costa Lima; e pela presidente da Região Nordeste e Undime Sergipe, Josevanda Franco O presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, e a presidente da Região Nordeste e Undime Sergipe, Josevanda Franco, Dirigente Municipal de Educação de Nossa Senhora do Socorro/SE, participaram, na quinta-feira, 10 de outubro, do Painel de Especialistas para debater o relatório sobre o Profissional de Apoio Escolar. O encontro aconteceu em Brasília, na Escola Nacional de Administração Pública (Enap), e teve por objetivo reunir especialistas de diferentes setores para conhecimento do relatório elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre o Profissional de Apoio Escolar, com o intuito de sugerir eventuais aprimoramentos ao documento. A iniciativa foi da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), do Ministério da Educação (MEC). Também participaram autoridades e especialistas na área da educação especial na perspectiva inclusiva, representantes dos Poderes Legislativo e Executivo, além de representantes de instituições e organizações da sociedade civil. No encontro, foi debatido o relatório produzido pelo Grupo de Trabalho que contempla o perfil, as atribuições e a formação necessária para o exercício do profissional de apoio escolar com as Diretrizes Nacionais. O grupo de trabalho (GT) foi instituído pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), por meio da Portaria nº 41/2024. Ao final, serão analisadas todas as sugestões apresentadas no Painel pelos atores envolvidos para que um documento final seja consolidado. A secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo, ressaltou a necessidade da definição sobre quais são as atribuições do profissional de apoio nas salas de aula, além de quais são as formações que ele precisa ter para exercer essa função. De acordo com a secretária, isso é importante principalmente neste momento, em que as pessoas com espectro autista estão sendo finalmente incluídas na sociedade e nas escolas em salas comuns. “Precisamos produzir um documento sólido que represente os anseios da sociedade, mas também das redes de ensino”. O Painel de Especialistas sobre as Diretrizes Nacionais para o Profissional de Apoio Escolar surgiu devido à demanda presente nos sistemas de ensino que, na ausência de diretrizes nacionais sobre o profissional de apoio escolar, está adotando alternativas próprias em nível estadual e municipal. O grupo de trabalho realizou reuniões virtuais síncronas por meio da plataforma Teams. A conclusão dos trabalhos foi consolidada em um relatório final, que contempla o perfil, as atribuições e a formação necessária para o exercício a ser realizado pelo profissional de apoio escolar. Fonte: Undime com informações do MECFotos: Undime Instituição foi representada pelo presidente nacional, Alessio Costa Lima; e pela presidente da Região Nordeste e Undime Sergipe, Josevanda Franco O presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, e a presidente da Região Nordeste e Undime Sergipe, Josevanda Franco, Dirigente Municipal de Educação de Nossa Senhora do Socorro/SE, participaram, na quinta-feira, 10 de outubro, do Painel de Especialistas para debater o relatório sobre o Profissional de Apoio Escolar. O encontro aconteceu em Brasília, na Escola Nacional de Administração Pública (Enap), e teve por objetivo reunir especialistas de diferentes setores para conhecimento do relatório elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre o Profissional de Apoio Escolar, com o intuito de sugerir eventuais aprimoramentos ao documento. A iniciativa foi da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), do Ministério da Educação (MEC). Também participaram autoridades e especialistas na área da educação especial na perspectiva inclusiva, representantes dos Poderes Legislativo e Executivo, além de representantes de instituições e organizações da sociedade civil. No encontro, foi debatido o relatório produzido pelo Grupo de Trabalho que contempla o perfil, as atribuições e a formação necessária para o exercício do profissional de apoio escolar com as Diretrizes Nacionais. O grupo de trabalho (GT) foi instituído pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), por meio da Portaria nº 41/2024. Ao final, serão analisadas todas as sugestões apresentadas no Painel pelos atores envolvidos para que um documento final seja consolidado. A secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo, ressaltou a necessidade da definição sobre quais são as atribuições do profissional de apoio nas salas de aula, além de quais são as formações que ele precisa ter para exercer essa função. De acordo com a secretária, isso é importante principalmente neste momento, em que as pessoas com espectro autista estão sendo finalmente incluídas na sociedade e nas escolas em salas comuns. “Precisamos produzir um documento sólido que represente os anseios da sociedade, mas também das redes de ensino”. O Painel de Especialistas sobre as Diretrizes Nacionais para o Profissional de Apoio Escolar surgiu devido à demanda presente nos sistemas de ensino que, na ausência de diretrizes nacionais sobre o profissional de apoio escolar, está adotando alternativas próprias em nível estadual e municipal. O grupo de trabalho realizou reuniões virtuais síncronas por meio da plataforma Teams. A conclusão dos trabalhos foi consolidada em um relatório final, que contempla o perfil, as atribuições e a formação necessária para o exercício a ser realizado pelo profissional de apoio escolar. Fonte: Undime com informações do MECFotos: Undime

Undime promove videoconferência sobre Memorial de Gestão no dia 17 de outubro

Evento será na próxima quinta-feira, às 15h (horário de Brasília), pelo Conviva Educação Na próxima quinta-feira, 17 de outubro, às 15h (horário de Brasília), a Undime realizará por meio do Conviva Educação videoconferência sobre o Memorial de Gestão, um documento que a Secretaria de Educação deve elaborar com informações sobre as ações realizadas até então para que sejam conhecidas pelos novos profissionais que vão assumir em 2025 e para que haja continuidade das políticas educacionais. Por isso, a proposta é conversar sobre essa temática e sobre como fazer uma transição republicana. Para colaborar com os municípios nessa ação, o Conviva oferece a ferramenta de Memorial de Gestão. A partir dela, a Secretaria de Educação pode criar esse documento, que vai servir como um norteador e orientador para apoiar a transição de gestão, uma vez que reunirá informações importantes de tudo o que foi feito nos últimos quatro anos. A ferramenta, gratuita para os municípios, é composta por 13 formulários, cada um relativo a uma área de gestão, como Administrativa, Pedagógica, Orçamentária e Financeira, Alimentação, Transporte, entre outros. Para acompanhar o debate, basta acessar convivaeducacao.org.br/videoconferencia Quem acompanhar ao vivo e preencher a lista de presença, receberá uma declaração de participação no e-mail registrado! Fonte: Conviva Educação Evento será na próxima quinta-feira, às 15h (horário de Brasília), pelo Conviva Educação Na próxima quinta-feira, 17 de outubro, às 15h (horário de Brasília), a Undime realizará por meio do Conviva Educação videoconferência sobre o Memorial de Gestão, um documento que a Secretaria de Educação deve elaborar com informações sobre as ações realizadas até então para que sejam conhecidas pelos novos profissionais que vão assumir em 2025 e para que haja continuidade das políticas educacionais. Por isso, a proposta é conversar sobre essa temática e sobre como fazer uma transição republicana. Para colaborar com os municípios nessa ação, o Conviva oferece a ferramenta de Memorial de Gestão. A partir dela, a Secretaria de Educação pode criar esse documento, que vai servir como um norteador e orientador para apoiar a transição de gestão, uma vez que reunirá informações importantes de tudo o que foi feito nos últimos quatro anos. A ferramenta, gratuita para os municípios, é composta por 13 formulários, cada um relativo a uma área de gestão, como Administrativa, Pedagógica, Orçamentária e Financeira, Alimentação, Transporte, entre outros. Para acompanhar o debate, basta acessar convivaeducacao.org.br/videoconferencia Quem acompanhar ao vivo e preencher a lista de presença, receberá uma declaração de participação no e-mail registrado! Fonte: Conviva Educação

Itaú Social abre inscrições para edital que apoiará projetos de matemática

Serão selecionadas propostas que tenham aderência a objetivos de aprendizagem curriculares, embasamento conceitual e inovação da prática Profissionais de educação, organizações da sociedade civil, centros de pesquisa e universidades têm até o dia 31 de outubro para se inscreverem no edital “Matemática nos anos finais do ensino fundamental em escolas da rede pública”, do Itaú Social. A iniciativa visa reconhecer propostas pedagógicas para estudantes do 6º ao 9º do Ensino Fundamental, além de fomentar o desenvolvimento de novos projetos. Os critérios incluem inovação, redução das desigualdades, aderência aos objetivos curriculares da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e eficácia na qualificação do ensino e promoção da aprendizagem. O edital oferece duas modalidades de apoio: Reconhecimento: voltado para projetos já consolidados que promovem boas práticas de ensino de matemática. Os selecionados receberão um prêmio financeiro de R$ 10 mil e terão suas iniciativas divulgadas em uma coletânea produzida pelo Itaú Social. Fomento: destinado a projetos em fase de planejamento ou em desenvolvimento que busquem implementar, expandir ou avaliar práticas pedagógicas em matemática. Os selecionados receberão apoio financeiro de até R$ 80 mil e acompanhamento para a execução das atividades no primeiro semestre de 2025. Os projetos devem se encaixar em duas categorias: Práticas de ensino-aprendizagem em matemática: que englobam desde o uso de recursos didáticos e planejamento pedagógico até iniciativas de recomposição de aprendizagens, círculos olímpicos e atividades de divulgação; Desenvolvimento de conhecimentos e habilidades docentes em matemática: voltada para a capacitação e valorização de professores, incluindo formação continuada, produção de materiais pedagógicos, modelos de avaliação e ações de reconhecimento e intercâmbio profissional. As inscrições devem ser realizadas na Plataforma de Editais do Itaú Social (clique aqui). A divulgação dos contemplados ocorrerá a partir de janeiro de 2025. Edital: Matemática nos anos finais do ensino fundamental em escolas da rede públicaPrazo para inscrições: de 26 de setembro a 31 de outubro de 2024, até às 18h (horário de Brasília)Quem pode participar: profissionais de educação, organizações da sociedade civil, centros de pesquisa e universidadesInscrições: Plataforma de Editais do Itaú SocialDivulgação dos resultados: a partir de janeiro de 2025 Fonte: Itaú Social https://www.itausocial.org.br/noticias/itau-social-abre-inscricoes-para-edital-que-apoiara-projetos-de-matematica/ Serão selecionadas propostas que tenham aderência a objetivos de aprendizagem curriculares, embasamento conceitual e inovação da prática Profissionais de educação, organizações da sociedade civil, centros de pesquisa e universidades têm até o dia 31 de outubro para se inscreverem no edital “Matemática nos anos finais do ensino fundamental em escolas da rede pública”, do Itaú Social. A iniciativa visa reconhecer propostas pedagógicas para estudantes do 6º ao 9º do Ensino Fundamental, além de fomentar o desenvolvimento de novos projetos. Os critérios incluem inovação, redução das desigualdades, aderência aos objetivos curriculares da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e eficácia na qualificação do ensino e promoção da aprendizagem. O edital oferece duas modalidades de apoio: Reconhecimento: voltado para projetos já consolidados que promovem boas práticas de ensino de matemática. Os selecionados receberão um prêmio financeiro de R$ 10 mil e terão suas iniciativas divulgadas em uma coletânea produzida pelo Itaú Social. Fomento: destinado a projetos em fase de planejamento ou em desenvolvimento que busquem implementar, expandir ou avaliar práticas pedagógicas em matemática. Os selecionados receberão apoio financeiro de até R$ 80 mil e acompanhamento para a execução das atividades no primeiro semestre de 2025.Os projetos devem se encaixar em duas categorias: Práticas de ensino-aprendizagem em matemática: que englobam desde o uso de recursos didáticos e planejamento pedagógico até iniciativas de recomposição de aprendizagens, círculos olímpicos e atividades de divulgação; Desenvolvimento de conhecimentos e habilidades docentes em matemática: voltada para a capacitação e valorização de professores, incluindo formação continuada, produção de materiais pedagógicos, modelos de avaliação e ações de reconhecimento e intercâmbio profissional.As inscrições devem ser realizadas na Plataforma de Editais do Itaú Social (clique aqui). A divulgação dos contemplados ocorrerá a partir de janeiro de 2025. Edital: Matemática nos anos finais do ensino fundamental em escolas da rede públicaPrazo para inscrições: de 26 de setembro a 31 de outubro de 2024, até às 18h (horário de Brasília)Quem pode participar: profissionais de educação, organizações da sociedade civil, centros de pesquisa e universidadesInscrições: Plataforma de Editais do Itaú SocialDivulgação dos resultados: a partir de janeiro de 2025 Fonte: Itaú Social https://www.itausocial.org.br/noticias/itau-social-abre-inscricoes-para-edital-que-apoiara-projetos-de-matematica/

MEC lança guia de apoio do Programa Escola das Adolescências

Objetivo do documento é fornecer assistência técnica às redes de ensino na implementação do programa, focado nos anos finais do ensino fundamental. No total, serão lançados dez guias orientadores em 2024 O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), promoveu o lançamento do Guia de Apoio ao Desenvolvimento Profissional das Equipes Técnicas das Secretarias de Educação nesta quarta-feira, 9 de outubro. Esse é o segundo de um total de dez documentos de apoio que serão lançados em 2024 para auxiliar as redes de ensino na implementação do Programa Escola das Adolescências, cujo foco são os anos finais do ensino fundamental. O encontro, realizado em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), está disponível no canal do MEC no YouTube. “O guia equilibra teoria com metodologia e prática e subsidia as redes de ensino com insumos técnicos para o aprimoramento da gestão”, disse a coordenadora-geral de Ensino Fundamental, Tereza Farias. “O material apresenta conceitos sobre adolescências, equidade e procedimentos de gestão, além de oferecer instrumentos metodológicos que apoiam as rotinas de gestão das equipes de secretarias.” Participantes – Estiveram presentes na reunião a superintendente da Secretaria Estadual de Educação de Alagoas, Fabiana Dias; o presidente da Undime Ceará e Dirigente Municipal de Educação de Jucás/CE, José Marques Aurélio de Souza; representantes do Comitê Nacional do Programa Escola das Adolescências (Conapea); as especialistas em educação Ednéia Gonçalves e Rita Jobim; e a técnica da Rede Nacional de Articuladores Técnicos do Programa Escola das Adolescências (Renapea) pela Seduc Pará, Adriana de Jesus. Guia – O guia é um recurso técnico do eixo de desenvolvimento profissional do Programa Escola das Adolescências e apresenta recomendações para a atuação das equipes técnicas de anos finais das secretarias de educação. Assim, oferece insumos e estratégias para apoiar o desenvolvimento profissional das equipes.   O documento destaca as potencialidades de colaboração entre os diferentes entes federativos para a redução de desigualdades educacionais nos anos finais. Isso é feito no diálogo com os interesses, os contextos e as demandas dos adolescentes, para a promoção de aprendizagens essenciais nesse momento singular de desenvolvimento físico, emocional, intelectual, social e cultural. O guia também aponta para a necessidade da recomposição de aprendizagens não consolidadas e que ainda podem ser alcançadas antes da transição para o ensino médio, de modo a diminuir o abandono e a evasão escolar. Escola das Adolescências – O Programa Escola das Adolescências, instituído pela Portaria nº 635/2024, é uma estratégia do governo federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro para fortalecer os anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). Conjugando esforços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a iniciativa busca construir uma proposta para essa etapa de ensino que: conecte-se com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil; promova um espaço acolhedor; e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes.   A política inclui produção e divulgação de guias de apoio técnico sobre os anos finais do ensino fundamental, assim como incentiva financeiramente escolas priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais. Além disso, encoraja maior conexão com as características dos anos finais, para apoiar a construção de trajetórias de sucesso escolar. Suas estratégias se dividem em três eixos: governança; organização curricular e pedagógica; e desenvolvimento profissional.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/mec-lanca-guia-de-apoio-do-programa-escola-das-adolescencias Objetivo do documento é fornecer assistência técnica às redes de ensino na implementação do programa, focado nos anos finais do ensino fundamental. No total, serão lançados dez guias orientadores em 2024 O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), promoveu o lançamento do Guia de Apoio ao Desenvolvimento Profissional das Equipes Técnicas das Secretarias de Educação nesta quarta-feira, 9 de outubro. Esse é o segundo de um total de dez documentos de apoio que serão lançados em 2024 para auxiliar as redes de ensino na implementação do Programa Escola das Adolescências, cujo foco são os anos finais do ensino fundamental. O encontro, realizado em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), está disponível no canal do MEC no YouTube. “O guia equilibra teoria com metodologia e prática e subsidia as redes de ensino com insumos técnicos para o aprimoramento da gestão”, disse a coordenadora-geral de Ensino Fundamental, Tereza Farias. “O material apresenta conceitos sobre adolescências, equidade e procedimentos de gestão, além de oferecer instrumentos metodológicos que apoiam as rotinas de gestão das equipes de secretarias.” Participantes – Estiveram presentes na reunião a superintendente da Secretaria Estadual de Educação de Alagoas, Fabiana Dias; o presidente da Undime Ceará e Dirigente Municipal de Educação de Jucás/CE, José Marques Aurélio de Souza; representantes do Comitê Nacional do Programa Escola das Adolescências (Conapea); as especialistas em educação Ednéia Gonçalves e Rita Jobim; e a técnica da Rede Nacional de Articuladores Técnicos do Programa Escola das Adolescências (Renapea) pela Seduc Pará, Adriana de Jesus. Guia – O guia é um recurso técnico do eixo de desenvolvimento profissional do Programa Escola das Adolescências e apresenta recomendações para a atuação das equipes técnicas de anos finais das secretarias de educação. Assim, oferece insumos e estratégias para apoiar o desenvolvimento profissional das equipes.   O documento destaca as potencialidades de colaboração entre os diferentes entes federativos para a redução de desigualdades educacionais nos anos finais. Isso é feito no diálogo com os interesses, os contextos e as demandas dos adolescentes, para a promoção de aprendizagens essenciais nesse momento singular de desenvolvimento físico, emocional, intelectual, social e cultural. O guia também aponta para a necessidade da recomposição de aprendizagens não consolidadas e que ainda podem ser alcançadas antes da transição para o ensino médio, de modo a diminuir o abandono e a evasão escolar. Escola das Adolescências – O Programa Escola das Adolescências, instituído pela Portaria nº 635/2024, é uma estratégia do governo federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro para fortalecer os anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). Conjugando esforços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a iniciativa busca construir uma proposta para essa etapa de ensino que: conecte-se com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil; promova um espaço acolhedor; e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes.   A política inclui produção e divulgação de guias de apoio técnico sobre os anos finais do ensino fundamental, assim como incentiva financeiramente escolas priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais. Além disso, encoraja maior conexão com as características dos anos finais, para apoiar a construção de trajetórias de sucesso escolar. Suas estratégias se dividem em três eixos: governança; organização curricular e pedagógica; e desenvolvimento profissional.  Fonte: MEC

Convocada 6ª Conferência Infantojuvenil pelo Meio Ambiente

Encontro é destinado a crianças, adolescentes e jovens, com prioridade para escolas públicas. Previamente à conferência, devem ser realizados encontros nas escolas e, depois, nos estados e municípios O Ministério da Educação (MEC), em conjunto com os Ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), publicou a Portaria Interministerial nº 11 nesta quinta-feira, 10 de outubro. O documento convoca a 6ª Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA), sobre o tema “Vamos transformar o Brasil com educação e justiça climática”. O evento abrangerá processos pedagógicos e dialógicos voltados à valorização da cidadania ambiental nas escolas e comunidades, a partir da educação ambiental crítica, participativa, democrática e transformadora. O objetivo é mobilizar o público infantojuvenil a conhecer e se engajar em ações de justiça climática em seus contextos locais. A 6ª CNIJMA terá adesão voluntária por parte das escolas e será promovida pelo MEC, MMA e MCTI. A organização ficará por conta da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). Previamente à conferência, devem ser realizados encontros nas escolas e, depois, nos municípios, nos estados e no Distrito Federal. O evento também vai colaborar para a formulação de políticas educacionais que visam implementar a Lei nº 9.795/2024, sancionada em julho. A norma inclui, no currículo escolar, temas relacionados às mudanças climáticas e à proteção da biodiversidade. “Com essa edição da CNIJMA, vamos envolver todas as diversas escolas e comunidades escolares do Brasil na discussão do tema da justiça climática, iniciando novas políticas estruturantes de educação ambiental. A conferência e outras formações relacionadas têm o papel de impulsionar ações e programas que estão sendo formulados. Ela aporta, também, as primeiras contribuições da educação para as políticas climáticas nacionais e internacionais, além de simbolizar o esforço de sinergias entre MEC, MMA e MCTI para políticas de educação ambiental pautadas na equidade e diversidade”, afirmou a secretária da Secadi, Zara Figueiredo. Conferência – A Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente é uma iniciativa do Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental (Pnea), constituído pelo MEC e pelo MMA. O objetivo da CNIJMA é mobilizar adolescentes e jovens do Brasil inteiro a refletir, discutir e propor ações e projetos no contexto socioambiental, além de debater seus desafios e alternativas no âmbito da escola, do município, do estado e do país como um todo. A iniciativa aconteceu, pela primeira vez, em 2003. Participaram das cinco edições da CNIJMA, realizadas ao longo de quinze anos (2003-2018), mais de 20 milhões de pessoas, entre adolescentes de 11 a 15 anos (como delegados); jovens de 16 a 29 anos (como mobilizadores, facilitadores, oficineiros e gestores); professores e profissionais das comunidades escolares; gestores da educação e do meio ambiente. Foram mobilizadas por edição, em média, 14 mil escolas em todos os estados brasileiros. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/convocada-6a-conferencia-infantojuvenil-pelo-meio-ambiente Encontro é destinado a crianças, adolescentes e jovens, com prioridade para escolas públicas. Previamente à conferência, devem ser realizados encontros nas escolas e, depois, nos estados e municípios O Ministério da Educação (MEC), em conjunto com os Ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), publicou a Portaria Interministerial nº 11 nesta quinta-feira, 10 de outubro. O documento convoca a 6ª Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA), sobre o tema “Vamos transformar o Brasil com educação e justiça climática”. O evento abrangerá processos pedagógicos e dialógicos voltados à valorização da cidadania ambiental nas escolas e comunidades, a partir da educação ambiental crítica, participativa, democrática e transformadora. O objetivo é mobilizar o público infantojuvenil a conhecer e se engajar em ações de justiça climática em seus contextos locais. A 6ª CNIJMA terá adesão voluntária por parte das escolas e será promovida pelo MEC, MMA e MCTI. A organização ficará por conta da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). Previamente à conferência, devem ser realizados encontros nas escolas e, depois, nos municípios, nos estados e no Distrito Federal. O evento também vai colaborar para a formulação de políticas educacionais que visam implementar a Lei nº 9.795/2024, sancionada em julho. A norma inclui, no currículo escolar, temas relacionados às mudanças climáticas e à proteção da biodiversidade. “Com essa edição da CNIJMA, vamos envolver todas as diversas escolas e comunidades escolares do Brasil na discussão do tema da justiça climática, iniciando novas políticas estruturantes de educação ambiental. A conferência e outras formações relacionadas têm o papel de impulsionar ações e programas que estão sendo formulados. Ela aporta, também, as primeiras contribuições da educação para as políticas climáticas nacionais e internacionais, além de simbolizar o esforço de sinergias entre MEC, MMA e MCTI para políticas de educação ambiental pautadas na equidade e diversidade”, afirmou a secretária da Secadi, Zara Figueiredo. Conferência – A Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente é uma iniciativa do Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental (Pnea), constituído pelo MEC e pelo MMA. O objetivo da CNIJMA é mobilizar adolescentes e jovens do Brasil inteiro a refletir, discutir e propor ações e projetos no contexto socioambiental, além de debater seus desafios e alternativas no âmbito da escola, do município, do estado e do país como um todo. A iniciativa aconteceu, pela primeira vez, em 2003. Participaram das cinco edições da CNIJMA, realizadas ao longo de quinze anos (2003-2018), mais de 20 milhões de pessoas, entre adolescentes de 11 a 15 anos (como delegados); jovens de 16 a 29 anos (como mobilizadores, facilitadores, oficineiros e gestores); professores e profissionais das comunidades escolares; gestores da educação e do meio ambiente. Foram mobilizadas por edição, em média, 14 mil escolas em todos os estados brasileiros. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/convocada-6a-conferencia-infantojuvenil-pelo-meio-ambiente

Fundeb: análise de condicionalidades do VAAR é atualizada

Durante todo o mês de outubro, MEC atualiza situação das redes de ensino em relação ao processo de análise do atendimento às condicionalidades do Valor Aluno Ano Resultado (VAAR) do Fundeb (Foto: Fábio Nakakura/MEC) O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), está atualizando, durante todo o mês de outubro, a situação das redes de ensino quanto ao processo de análise do atendimento às condicionalidades do Valor Aluno Ano Resultado (VAAR) do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Para conferir quais foram as mudanças, é preciso acessar o módulo “Fundeb – VAAR – Condicionalidades” no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Alguns municípios estão em diligência e há prazo para envio de novos documentos ou informações. Para essas situações, os campos “Motivo”, “Detalhamento” e “Orientação” do quadro informam quais ajustes a rede deve fazer e o prazo para reenvio, de modo que não seja inabilitada na condicionalidade. É necessário que as redes enviem as informações solicitadas para os dados serem reavaliados após a diligência. Para mais informações, é possível acessar o Guia de Orientações ou assistir à videoconferência Fundeb. Dúvidas também podem ser enviadas pelo e-mail vaarfundeb.seb@mec.gov.br ou pelo telefone (61) 2022-2066 (WhatsApp). Condicionalidades – A complementação do VAAR é um mecanismo de indução e reconhecimento de resultados da redução de desigualdades educacionais entre diferentes grupos raciais e socioeconômicos. A medição é regida pela Resolução nº 3/2024, da Comissão Intergovernamental de Financiamento (CIF) para Educação Básica de Qualidade.   Essas condicionalidades representam a primeira parte do processo de análise para atestar se uma rede está habilitada a receber o recurso. Elas fazem parte de um conjunto mais amplo de critérios, relacionados a processos de gestão que visam impactar a qualidade educacional e reduzir as desigualdades. As redes devem atender a todas elas para passarem à segunda parte do processo de análise, no qual será verificada a ocorrência na melhoria dos indicadores.     Fundeb – O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação é composto por recursos provenientes de impostos e transferências constitucionais dos entes federados vinculados à educação, bem como da União, por meio das complementações Valor Aluno Ano (VAAF), Valor Aluno Ano Total (VAAT) e Valor Aluno Ano Resultado (VAAR). Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/fundeb-analise-de-condicionalidades-do-vaar-e-atualizada Durante todo o mês de outubro, MEC atualiza situação das redes de ensino em relação ao processo de análise do atendimento às condicionalidades do Valor Aluno Ano Resultado (VAAR) do Fundeb (Foto: Fábio Nakakura/MEC) O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), está atualizando, durante todo o mês de outubro, a situação das redes de ensino quanto ao processo de análise do atendimento às condicionalidades do Valor Aluno Ano Resultado (VAAR) do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Para conferir quais foram as mudanças, é preciso acessar o módulo “Fundeb – VAAR – Condicionalidades” no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Alguns municípios estão em diligência e há prazo para envio de novos documentos ou informações. Para essas situações, os campos “Motivo”, “Detalhamento” e “Orientação” do quadro informam quais ajustes a rede deve fazer e o prazo para reenvio, de modo que não seja inabilitada na condicionalidade. É necessário que as redes enviem as informações solicitadas para os dados serem reavaliados após a diligência. Para mais informações, é possível acessar o Guia de Orientações ou assistir à videoconferência Fundeb. Dúvidas também podem ser enviadas pelo e-mail vaarfundeb.seb@mec.gov.br ou pelo telefone (61) 2022-2066 (WhatsApp). Condicionalidades – A complementação do VAAR é um mecanismo de indução e reconhecimento de resultados da redução de desigualdades educacionais entre diferentes grupos raciais e socioeconômicos. A medição é regida pela Resolução nº 3/2024, da Comissão Intergovernamental de Financiamento (CIF) para Educação Básica de Qualidade.   Essas condicionalidades representam a primeira parte do processo de análise para atestar se uma rede está habilitada a receber o recurso. Elas fazem parte de um conjunto mais amplo de critérios, relacionados a processos de gestão que visam impactar a qualidade educacional e reduzir as desigualdades. As redes devem atender a todas elas para passarem à segunda parte do processo de análise, no qual será verificada a ocorrência na melhoria dos indicadores.     Fundeb – O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação é composto por recursos provenientes de impostos e transferências constitucionais dos entes federados vinculados à educação, bem como da União, por meio das complementações Valor Aluno Ano (VAAF), Valor Aluno Ano Total (VAAT) e Valor Aluno Ano Resultado (VAAR). Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/fundeb-analise-de-condicionalidades-do-vaar-e-atualizada

Adiadas inscrições do Hackaton sobre mudanças climáticas

Estudantes dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio podem se inscrever até 14 de outubro. Iniciativa visa combater a desinformação sobre o tema e popularizar a ciência Foto: Divulgação/IFG Foi prorrogado o prazo para inscrições no Hackaton Pop de combate à desinformação sobre mudanças do clima, que faz parte da 21ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Com a mudança, estudantes dos 8º e 9º anos do ensino fundamental e do ensino médio têm até 14 de outubro para enviar as propostas de projetos. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo formulário on-line, disponibilizado na página do evento. Será aceita apenas uma proposta por escola. Serão selecionadas equipes de três a cinco estudantes e um professor para participar da maratona. A primeira etapa ocorrerá de maneira remota e consiste na avaliação das propostas enviadas pelos inscritos, as quais deverão conter um plano de ação sobre desinformação e mudanças climáticas. Depois disso, uma equipe de cada região do Brasil vai passar para a etapa final, a ser realizada presencialmente, em Brasília (DF), entre 6 e 8 de novembro.  Para tirar dúvidas sobre as etapas e o funcionamento do Hackaton, foi realizada uma transmissão ao vivo no canal do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) no YouTube. Questionamentos também podem ser feitos pelo e-mail hackaton.pop@ibict.br.  O Hackaton Pop é organizado pela Secretaria de Políticas Digitais (SPDIGI) da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República (PR), com o MCTI, o MEC, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS). Escolas Conectadas – A iniciativa acontece no âmbito do MEC, como parte das ações da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas, e pretende estimular a reflexão crítica dos estudantes sobre o uso ético da informação, em alinhamento com a Competência Geral 5 da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O item discorre sobre a capacidade dos estudantes de “compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva”.    Fonte: UndimeFoto: Divulgação/IFG https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/adiadas-inscricoes-do-hackaton-sobre-mudancas-climaticas Estudantes dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio podem se inscrever até 14 de outubro. Iniciativa visa combater a desinformação sobre o tema e popularizar a ciência Foto: Divulgação/IFG Foi prorrogado o prazo para inscrições no Hackaton Pop de combate à desinformação sobre mudanças do clima, que faz parte da 21ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Com a mudança, estudantes dos 8º e 9º anos do ensino fundamental e do ensino médio têm até 14 de outubro para enviar as propostas de projetos. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo formulário on-line, disponibilizado na página do evento. Será aceita apenas uma proposta por escola. Serão selecionadas equipes de três a cinco estudantes e um professor para participar da maratona. A primeira etapa ocorrerá de maneira remota e consiste na avaliação das propostas enviadas pelos inscritos, as quais deverão conter um plano de ação sobre desinformação e mudanças climáticas. Depois disso, uma equipe de cada região do Brasil vai passar para a etapa final, a ser realizada presencialmente, em Brasília (DF), entre 6 e 8 de novembro.  Para tirar dúvidas sobre as etapas e o funcionamento do Hackaton, foi realizada uma transmissão ao vivo no canal do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) no YouTube. Questionamentos também podem ser feitos pelo e-mail hackaton.pop@ibict.br.  O Hackaton Pop é organizado pela Secretaria de Políticas Digitais (SPDIGI) da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República (PR), com o MCTI, o MEC, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS). Escolas Conectadas – A iniciativa acontece no âmbito do MEC, como parte das ações da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas, e pretende estimular a reflexão crítica dos estudantes sobre o uso ético da informação, em alinhamento com a Competência Geral 5 da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O item discorre sobre a capacidade dos estudantes de “compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva”.    Fonte: UndimeFoto: Divulgação/IFG https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/adiadas-inscricoes-do-hackaton-sobre-mudancas-climaticas

Mais Ciência na Escola: divulgado resultado preliminar

Chamada pública aplicará aproximadamente R$ 100 milhões na criação de mil laboratórios maker em escolas públicas. Foco são os anos finais do ensino fundamental em áreas de alta vulnerabilidade social O Ministério da Educação (MEC); o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulgaram o resultado preliminar da chamada pública do Programa Mais Ciência na Escola. A seleção aplicará aproximadamente R$ 100 milhões na criação de mil laboratórios maker em escolas públicas de todo o país. Eles são espaços de prototipagem e inovação, onde jovens podem dar vida a ideias e projetos. Serão priorizados os anos finais do ensino fundamental em áreas de vulnerabilidade social. A chamada preliminar aprovou 27 propostas, uma para cada um dos 26 estados e para o Distrito Federal, apresentadas por Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs). Os projetos foram criados para a constituição de redes estaduais e de planos de atividades que promovam o letramento digital e a educação científica e tecnológica, com 10 mil bolsas para estudantes e mil bolsas para professores da educação básica. Com execução do CNPq, a iniciativa busca disseminar o conhecimento científico e a educação digital nas escolas públicas do país, em diálogo com o Programa Escola em Tempo Integral. Os recursos da chamada têm origem no Programa Conecta e Capacita Brasil, uma das dez linhas de investimento definidas pelo Conselho do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), no âmbito da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação do MCTI e da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec). Mais Ciência na Escola – O Programa Mais Ciência na Escola foi instituído pelo Decreto nº 12.049/2024. As diretrizes e os objetivos do programa incluem o estímulo à educação científica e digital; a promoção da inclusão social; a valorização dos educadores; a equidade no acesso à educação; e o incentivo ao desenvolvimento sustentável.   Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/mais-ciencia-na-escola-divulgado-resultado-preliminar Chamada pública aplicará aproximadamente R$ 100 milhões na criação de mil laboratórios maker em escolas públicas. Foco são os anos finais do ensino fundamental em áreas de alta vulnerabilidade social O Ministério da Educação (MEC); o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulgaram o resultado preliminar da chamada pública do Programa Mais Ciência na Escola. A seleção aplicará aproximadamente R$ 100 milhões na criação de mil laboratórios maker em escolas públicas de todo o país. Eles são espaços de prototipagem e inovação, onde jovens podem dar vida a ideias e projetos. Serão priorizados os anos finais do ensino fundamental em áreas de vulnerabilidade social. A chamada preliminar aprovou 27 propostas, uma para cada um dos 26 estados e para o Distrito Federal, apresentadas por Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs). Os projetos foram criados para a constituição de redes estaduais e de planos de atividades que promovam o letramento digital e a educação científica e tecnológica, com 10 mil bolsas para estudantes e mil bolsas para professores da educação básica. Com execução do CNPq, a iniciativa busca disseminar o conhecimento científico e a educação digital nas escolas públicas do país, em diálogo com o Programa Escola em Tempo Integral. Os recursos da chamada têm origem no Programa Conecta e Capacita Brasil, uma das dez linhas de investimento definidas pelo Conselho do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), no âmbito da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação do MCTI e da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec). Mais Ciência na Escola – O Programa Mais Ciência na Escola foi instituído pelo Decreto nº 12.049/2024. As diretrizes e os objetivos do programa incluem o estímulo à educação científica e digital; a promoção da inclusão social; a valorização dos educadores; a equidade no acesso à educação; e o incentivo ao desenvolvimento sustentável.   Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/mais-ciencia-na-escola-divulgado-resultado-preliminar

Videoconferência vai debater práticas de avaliações e as urgências do planejamento ainda em 2024

Evento virtual será nesta quinta-feira, 10 de outubro, às 15h (horário de Brasília) O Ministério da Educação (MEC) disponibiliza às redes a Plataforma de Avaliações Periódicas do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), que apoia professores e gestores na avaliação do processo de alfabetização e nas intervenções pedagógicas necessárias para garantir o direito à alfabetização das crianças A plataforma integra as avaliações à rotina escolar, com três ciclos avaliativos propostos para os meses de março, junho e outubro. Nela, os educadores têm acesso a instrumentos de avaliação em leitura, língua portuguesa e matemática, voltados para alunos do 1º ao 5º ano, o que facilita o acompanhamento das aprendizagens e permite um ensino mais personalizado. Para reforçar essa iniciativa, a Undime, com apoio do MEC, realizará videoconferência na quinta-feira, 10 de outubro. A proposta é falar sobre “Práticas de avaliação e as urgências do planejamento em 2024”. Vamos conversar sobre ações que os professores podem implementar antes do final do ano, visando à aplicação do 3º ciclo de avaliações. A convidada especial para falar sobre esse assunto é a professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Luciana Piccoli. A colaboradora técnica da Coordenação-Geral de Alfabetização do Ministério da Educação, Flávia Cristina Paniago, também participará da transmissão junto à coordenadora do Grupo de Trabalho de Alfabetização da Undime, Marcia Baldini, presidente da Undime Paraná e Dirigente Municipal de Educação de Cascavel/PR. A transmissão será pelo Conviva Educação, com retransmissão pelo canal do MEC no YouTube, às 15h (horário de Brasília). Para participar, não é necessário realizar inscrição. Basta acessar convivaeducacao.org.br/videoconferencia. Quem participar ao vivo e preencher a lista de presença tem direito a uma declaração de participação! Fonte: Conviva Educação Evento virtual será nesta quinta-feira, 10 de outubro, às 15h (horário de Brasília) O Ministério da Educação (MEC) disponibiliza às redes a Plataforma de Avaliações Periódicas do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), que apoia professores e gestores na avaliação do processo de alfabetização e nas intervenções pedagógicas necessárias para garantir o direito à alfabetização das crianças A plataforma integra as avaliações à rotina escolar, com três ciclos avaliativos propostos para os meses de março, junho e outubro. Nela, os educadores têm acesso a instrumentos de avaliação em leitura, língua portuguesa e matemática, voltados para alunos do 1º ao 5º ano, o que facilita o acompanhamento das aprendizagens e permite um ensino mais personalizado. Para reforçar essa iniciativa, a Undime, com apoio do MEC, realizará videoconferência na quinta-feira, 10 de outubro. A proposta é falar sobre “Práticas de avaliação e as urgências do planejamento em 2024”. Vamos conversar sobre ações que os professores podem implementar antes do final do ano, visando à aplicação do 3º ciclo de avaliações. A convidada especial para falar sobre esse assunto é a professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Luciana Piccoli. A colaboradora técnica da Coordenação-Geral de Alfabetização do Ministério da Educação, Flávia Cristina Paniago, também participará da transmissão junto à coordenadora do Grupo de Trabalho de Alfabetização da Undime, Marcia Baldini, presidente da Undime Paraná e Dirigente Municipal de Educação de Cascavel/PR. A transmissão será pelo Conviva Educação, com retransmissão pelo canal do MEC no YouTube, às 15h (horário de Brasília). Para participar, não é necessário realizar inscrição. Basta acessar convivaeducacao.org.br/videoconferencia. Quem participar ao vivo e preencher a lista de presença tem direito a uma declaração de participação! Fonte: Conviva Educação