Financiamento da educação, desigualdades econômicas e raciais são tema de palestra do presidente nacional da Undime em Teresina

Alessio Costa Lima participou do evento “Ação de Reconhecimento” promovido pela Undime Piauí como forma de prestigiar boas práticas na educação municipal O presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação (DME) de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, participou nesta quinta-feira, 7 de novembro, do evento “Ação de Reconhecimento”, promovido pela Undime/PI com o objetivo de incentivar e fortalecer as boas práticas de educação nos municípios. Alessio marcou presença na abertura ao lado de Eliane Morais, presidente da Undime/PI e DME de Francinópolis/PI; Érica Graziela, vice-presidente da Undime/PI e DME de Domingos Mourão/PI; Washington Bandeira, secretário de estado da educação do Piauí; Gabriela Oliveira, assessora do Regime de Colaboração da Seduc/PI; e Eudes Ribeiro, prefeito de Fronteiras/PI. O III Prêmio Gestor Educador reconhece municípios com os melhores resultados no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2023, considerando os Territórios de Desenvolvimento do Piauí e o desempenho nos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental. A premiação Gestor Estadual homenageia as Gerências Regionais de Educação que obtiveram as melhores médias no Saepi 2023. No IV Selo Undime de Alfabetização, foram premiados municípios que se destacaram no 2º ano do Sistema de Avaliação Educacional do Piauí (Saepi). Já no I Prêmio VAAR, foram reconhecidos os municípios adimplentes com a seccional Piauí em 2024 e que atenderam a todas as condicionalidades estabelecidas pelo Novo Fundeb. Após a abertura, o presidente da Undime ministrou a palestra “VAAR: Um Olhar para as Desigualdades Econômicas e Raciais”, para prefeitos, gestores municipais em educação, técnicos e representantes da Secretaria de Estado da Educação do Piauí. Em sua fala, Alessio ressaltou a importância da complementação VAAR e o cumprimento das suas condicionalidades para a melhoria nos indicadores de atendimento, de aprendizagem e para redução das desigualdades. “Aproveito esse momento em que os municípios elegeram seus prefeitos para lembrar que as redes de ensino devem ficar atentas ao cumprimento da condicionalidade 1, que trata do provimento do cargo ou função de gestor escolar. A gestão democrática representa uma importante forma de qualificar a escola para a escolha de seus diretores”, alertou. Premiação Secretarias Municipais de Educação do Piauí foram premiadas durante a Ação de Reconhecimento, promovida pela Undime/PI. As homenagens entregues foram referentes ao III Prêmio Gestor Educador, II Prêmio Gestor Estadual, IV Selo Undime de Alfabetização e ao I Prêmio VAAR, iniciativas que visam incentivar e fortalecer as boas práticas de educação nos municípios. No encontro, mais de 50 municípios foram premiados. Gestores municipais de educação e prefeitos representaram os municípios homenageados Para a presidente da seccional piauiense e Dirigente Municipal de Educação de Francinópolis/PI, Eliane Morais, o evento é uma forma de “celebrar as conquistas educacionais dos municípios do Piauí e reconhecer o impacto positivo gerado pelos esforços diários das redes municipais de ensino”. A gestora também afirmou que a ação “proporciona a continuidade das boas práticas que transformam o cenário educacional e garantem o futuro dos alunos”. Fonte: Undime (com informações da Undime/ PI)Fotos: Undime/ PI
Undime abre processo seletivo para contratação de jornalista

Edital de Seleção Nº 001/2024 prevê a contração de um(a) assistente de comunicação para atuar na estratégia Busca Ativa Escolar A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) torna público processo de seleção para contratação jornalista, por meio da divulgação do Edital de Seleção Nº 001/2024. O profissional, que deverá residir no Distrito Federal, ficará com a responsabilidade de produzir notícias da Busca Ativa Escolar, direcionadas ao público em geral, analisar e publicar experiências de implementação relatadas por municípios e estados, produzir e enviar newsletter aos usuários, elaborar materiais de divulgação, como cards, infográficos, pequenos vídeos, entre outros. Para participar do processo seletivo, o(a) profissional deverá comprovar: a) Graduação, há pelo menos 3 anos, na área de Comunicação, cursada em Instituição de Ensino Superior reconhecida pelo Ministério da Educaçãob) Pós-graduação em Instituição de Ensino Superior reconhecida pelo Ministério da Educação.c) Experiência comprovada, de pelo menos 3 anos de atuação, na área de comunicação, em especial em organizações da sociedade civil e/ou no tema do direito à educação e/ou direitos de crianças e adolescentes.d) Conhecimento relativo ao pacote Office e ferramentas digitais para interação a distância e elaboração de produtos de comunicação: Google (Meet, Drive, Forms, Docs, Sheets e Data Studio), Microsoft Teams, Zoom, Canva, aplicativos ou sistemas de edição de texto e de vídeo etc. O regime de contratação será de prestação de serviço (PJ, MEI etc.) e as atividades serão prestadas a distância. As pessoas interessadas deverão enviar mensagem eletrônica à Undime, apresentando os documentos exigidos em arquivos individualizados formato PDF, por meio dos endereços eletrônicos <fatima.melo@undime.org.br>, com cópia para <renata.dias@undime.org.br> e <vilmar.klemann@undime.org.br>, até o dia 15/11/2024. No campo ASSUNTO deverá constar o número do Edital. Para mais informações acerca da vaga, atribuições, remuneração, exigências, requisitos, etapas da seleção e resultado e contratação podem ser encontradas no Edital de Seleção Nº 001/2024 (clique para acessar). Fonte: Undime Edital de Seleção Nº 001/2024 prevê a contração de um(a) assistente de comunicação para atuar na estratégia Busca Ativa Escolar A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) torna público processo de seleção para contratação jornalista, por meio da divulgação do Edital de Seleção Nº 001/2024.O profissional, que deverá residir no Distrito Federal, ficará com a responsabilidade de produzir notícias da Busca Ativa Escolar, direcionadas ao público em geral, analisar e publicar experiências de implementação relatadas por municípios e estados, produzir e enviar newsletter aos usuários, elaborar materiais de divulgação, como cards, infográficos, pequenos vídeos, entre outros. Para participar do processo seletivo, o(a) profissional deverá comprovar: a) Graduação, há pelo menos 3 anos, na área de Comunicação, cursada em Instituição de Ensino Superior reconhecida pelo Ministério da Educaçãob) Pós-graduação em Instituição de Ensino Superior reconhecida pelo Ministério da Educação.c) Experiência comprovada, de pelo menos 3 anos de atuação, na área de comunicação, em especial em organizações da sociedade civil e/ou no tema do direito à educação e/ou direitos de crianças e adolescentes.d) Conhecimento relativo ao pacote Office e ferramentas digitais para interação a distância e elaboração de produtos de comunicação: Google (Meet, Drive, Forms, Docs, Sheets e Data Studio), Microsoft Teams, Zoom, Canva, aplicativos ou sistemas de edição de texto e de vídeo etc. O regime de contratação será de prestação de serviço (PJ, MEI etc.) e as atividades serão prestadas a distância. As pessoas interessadas deverão enviar mensagem eletrônica à Undime, apresentando os documentos exigidos em arquivos individualizados formato PDF, por meio dos endereços eletrônicos <fatima.melo@undime.org.br>, com cópia para <renata.dias@undime.org.br> e <vilmar.klemann@undime.org.br>, até o dia 15/11/2024. No campo ASSUNTO deverá constar o número do Edital. Para mais informações acerca da vaga, atribuições, remuneração, exigências, requisitos, etapas da seleção e resultado e contratação podem ser encontradas no Edital de Seleção Nº 001/2024 (clique para acessar). Fonte: Undime
UNICEF premia mais de 900 cidades do Norte e Nordeste que mais melhoram condições de vida de crianças e adolescentes

Estes municípios, onde vivem mais de 8 milhões de meninas e meninos, melhoraram mais do que a média nacional em saúde, educação e proteção contra violências – e conquistaram o Selo UNICEF @ UNICEF/BRZ/Marina Domar O Fundo das Nações Unidas para a Infância no Brasil (UNICEF) revela, nessa quarta-feira, as 923 cidades das regiões Norte e Nordeste – além do Norte de Minas Gerais e Mato Grosso – que mais melhoraram as políticas públicas municipais voltadas a crianças e adolescentes, entre 2021 e 2024 (confira a lista). Essas cidades, onde vivem mais de 8 milhões de meninas e meninos de 0 a 19 anos, avançaram mais do que a média nacional em diversas áreas, alcançando impactos positivos para a infância e adolescência – e conquistaram o Selo UNICEF. Para chegar a grandes resultados, as cidades premiadas se empenharam em cuidar bem da primeira infância e da adolescência; melhorar a educação – da creche até a transição de jovens para o mundo do trabalho –; investir na saúde física e metal de meninas e meninos; promover hábitos de higiene e acesso à água limpa; proteger crianças e adolescentes das violências; e garantir a proteção social às famílias vulneráveis, em especial aquelas oriundas de povos e comunidades tradicionais. Todas essas cidades participam do Selo UNICEF, uma estratégia iniciativa do UNICEF destinada a apoiar cidades das regiões mais vulneráveis do País para que melhorem políticas públicas voltadas à infância e adolescência. Após quatro anos de muito trabalho, essas 923 cidades conseguiram melhorar mais do que a média nacional em diferentes áreas, com destaque para: imunização, educação e proteção contra as violências. “Não estamos falando das cidades com os melhores indicadores, mas das cidades que mais melhoraram em relação à situação em que elas estavam em 2021. O UNICEF comemora esse avanço de cidades em regiões vulneráveis que conseguiram tirar o atraso e melhorar mais. Com o apoio do UNICEF, esses municípios conseguiram trazer mais eficiência para a sua gestão em diferentes áreas ligadas aos direitos da infância e adolescência, passando a cumprir de forma mais eficiente o que já é um dever do poder público”, explica Youssouf Abdel-Jelil, Representante do UNICEF no Brasil. Embora ainda existam grandes desafios, os avanços alcançados pelos municípios que recebem o Selo UNICEF devem ser celebrados. “O que estamos fazendo nas regiões Norte e Nordeste é um trabalho de larga escala visando à garantia de direitos fundamentais para milhares de meninos e meninas. É importante que essas cidades continuem se desenvolvendo e evoluindo para que crianças e adolescentes que lá vivem possam ter uma trajetória plena, com oportunidades, protegidos e tendo melhores condições para viver”, complementa Youssouf Abdel-Jelil. Confira, a seguir, as principais conquistas que esses 923 municípios alcançaram em quatro anos: Mais crianças imunizadas Coberturas vacinais melhoram mais nos 923 municípios certificados com o Selo UNICEF, em comparação à média nacional. Enquanto, no Brasil, de 2020 a 2023, as coberturas da Tríplice Viral D2[i] aumentaram 2,6% (de 64,27% para 65,91%), nos municípios certificados pelo Selo UNICEF o aumento foi de 17,7% (de 56,4% para 66,4%). “Após anos de queda nas coberturas vacinais infantis, a retomada da imunização merece ser comemorada. Vacinas criam uma barreira protetora para toda a comunidade, impedindo que diversas doenças cheguem à população. Vimos, nos municípios que agora recebem o Selo UNICEF, grandes esforços que ultrapassaram os muros das unidades básicas de saúde e alcançaram escolas, CRAS e outros espaços e equipamentos públicos. Os dados nos mostram que ainda há muito a fazer para chegar aos 95% de cobertura previstos pela OMS. Mas estamos no caminho certo”, defende Luciana Phebo, chefe de Saúde do UNICEF no Brasil. Mais crianças na escola, aprendendo O abandono escolar caiu mais nos municípios certificados pelo Selo UNICEF, em comparação à média nacional. No Brasil, de 2019 a 2023, o abandono escolar caiu 38%, passando de 1,3% para 0,8%. Já nos 923 municípios certificados, a queda foi maior: 47% (saindo de 1,7% e chegando a 0,9%). “Há, no Brasil, uma naturalização do fracasso escolar, fazendo com que a sociedade aceite que um perfil específico de estudante abandone a escola, ingresse de forma precária no mundo do trabalho ou na criminalidade, se mantenha na pobreza e esteja mais suscetível às diversas violências, incluindo os homicídios. Quando vemos cidades reduzindo o abandono escolar, estamos diante de um resultado potente, capaz de garantir que mais e mais meninas e meninos tenham trajetórias de sucesso, com direitos garantidos”, afirma Mônica Dias Pinto, chefe de Educação do UNICEF no Brasil. Mais crianças protegidas Quando falamos da proteção de crianças e adolescentes contra as violências, é fundamental que essas ocorrências deixem de ser invisibilizadas e possam ser melhor prevenidas e endereçadas. Para tanto, existe um sistema de registro e encaminhamento de casos pelos Conselheiros Tutelares, chamado Sistema de Informação para Infância e Adolescência (Sipia), que está disponível em todo o País, mas que nem sempre é utilizado. A adesão e o uso adequado do Sipia estavam entre as ações que os municípios que agora recebem o Selo UNICEF deveriam realizar. Nas cidades certificadas pelo Selo UNICEF, o número de registros de casos, no Sipia, de violências contra crianças e adolescentes aumentou mais de 60 vezes,passando de 1.775 em 2020 para 109.947 em 2023. O aumento é expressivamente maior do que a média nacional. No mesmo período, nacionalmente, os registros aumentaram cerca de 5 vezes (de 118.995 para 578.859). “Tirar a violência da invisibilidade é o primeiro passo para proteger crianças e adolescentes. Os avanços nos registros de casos mostram que havia milhares de meninas e meninos sofrendo diferentes tipos de violência, sem que o poder público soubesse e pudesse atuar. Com esses casos registrados, toda uma rede de proteção pode ser acionada”, explica Vanessa Wirth, chefe interina de proteção à criança do UNICEF no Brasil. Sobre os dados Os dados contidos nesse release têm como base fontes oficiais: Vacinação: Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI); Abandono Escolar: Censo Escolar da Educação Básica; SIPIA: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDH).
Undime participa da 21ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Abertura teve a presença do Presidente Lula; cerimônia foi realizada no Museu Nacional da República, em Brasília A presidente da Undime Maranhão e Dirigente Municipal de Educação de Açailândia/MA, Karla Nascimento, representou a Undime na abertura da 21ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (21ª SNTC), nesta terça-feira (5), no Museu Nacional da República, em Brasília. O evento é realizado, há 20 anos, pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da abertura do evento, que foi criado durante o seu governo, no ano de 2004, e acontece anualmente em todas as cinco regiões do país com atividades em locais públicos, escolas, universidades e unidades de pesquisa. Além do presidente da República, participaram da atividade a primeira dama, Janja Lula da Silva; o vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin; o ministro da Educação, Camilo Santana; a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos; a ministra da Saúde, Nísia Trindade; o ministro da Secretaria da Comunicação Social, Paulo Pimenta; a chefe de Educação do UNICEF no Brasil, Mônica Pinto; o professor Felipe Ribeiro, da Universidade Federal do Semi-Árido; e a estudante Andreza Clementino, da rede pública do município de Bodó, no Rio Grande do Norte. Nesta edição, a Semana tem como tema “Biomas do Brasil: diversidade, saberes e tecnologias sociais”. Durante o evento, os Ministérios da Educação (MEC) e Ciência, Tecnologia e Inovação assinaram Acordo de Cooperação Técnica para implementação de políticas e ações para melhoraria da qualidade da educação básica e o letramento científico da sociedade, ao promover oportunidades de inclusão para a juventude por meio da ciência e fomentar novos talentos para as carreiras científicas e tecnológicas. “O tema deste ano nos convida a refletir sobre a imensa riqueza dos nossos biomas e a importância de integrar saberes tradicionais aos avanços tecnológicos. Essa é uma pauta essencial em um país como o Brasil que precisa usar sua diversidade como força motriz de inovação e sustentabilidade”, afirmou o ministro da Educação, Camilo Santana. Além disso, o MCTI apresentou um pacote de investimentos e parcerias, que totalizam um aporte de R$ 740 milhões de reais em ações de popularização da ciência. Grande parte dos recursos anunciados servirão para fortalecer a parceria já existente entre o MCTI e o MEC. Foi a ampliação do programa Mais Ciência na Escola, chegando a duas mil escolas, duas mil bolsas para professores, 20 mil bolsas para estudantes e os investimentos necessários para fazer funcionar adequadamente os chamados Laboratórios Makers nas escolas públicas da educação básica. “O segundo turno da escola de tempo integral terá os laboratórios de mão na massa, de robótica, microeletrônica, astronomia, de diversas áreas do conhecimento para que desde cedo a nossa juventude possa ter acesso a isso”, afirmou a ministra Luciana Santos. Ainda durante a abertura da 21ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, MCTI e UNICEF Brasil, assinaram um Memorando de Entendimento para ações e projetos interinstitucionais, com o objetivo de implementar ações articuladas para a promoção do acesso à ciência como direito das crianças e adolescentes, em que as prefeituras serão estimuladas a realizar ações de educação científica, que constarão como pré-requisitos para obtenção do Selo UNICEF. Segundo o presidente Lula, os investimentos da União nessas áreas visam democratizar as oportunidades de ensino e trabalho para todos os cidadãos brasileiros e falou sobre o papel da Ciência no desenvolvimento do país: “Nós queremos que nossos gênios fiquem no Brasil”, defendeu. “Educação é o investimento com mais retorno que podemos fazer”, completou. A representante da Undime, Karla Nascimento, acompanhou a abertura do evento e reforçou que ciência e tecnologia são fundamentais para preparar nossos estudantes para o futuro, desenvolvendo habilidades que vão além da sala de aula e conectam os jovens ao mundo em transformação. “Investir em ciência nas escolas significa proporcionar um ambiente de aprendizado mais dinâmico e conectado com a realidade, equipando as escolas com os recursos necessários para que os estudantes desenvolvam seu potencial. Esse investimento nas secretarias de educação não é apenas sobre infraestrutura, mas sobre criar oportunidades para que cada aluno explore, inove e contribua com soluções para os desafios de sua geração”, afirmou a presidente da Undime Maranhão. As atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia ocorrem de 5 a 10 de novembro, com atividades gratuitas, abertas ao público, no Museu Nacional da República. Comitê Pop A Undime tomou posse no Comitê Pop, um órgão consultivo vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, instituído pelo Decreto 11.754/2023. O comitê tem como objetivo auxiliar na definição das ações do Programa Pop Ciência, que busca, entre outros objetivos: promover a alfabetização e o letramento científico da sociedade brasileira; fomentar a cooperação nacional e internacional na área de popularização da ciência; e estimular iniciativas que tornem a ciência acessível a diferentes grupos sociais, além do meio acadêmico, com ênfase na juventude e nos trabalhadores. A Undime é representada no Comitê pelo presidente Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/ CE, e pela presidente da Undime Maranhão e Dirigente Municipal de Educação de Açailândia/ MA, Karla Nascimento. Fonte: Undime com informações do MCTI e MEC Abertura teve a presença do Presidente Lula; cerimônia foi realizada no Museu Nacional da República, em Brasília A presidente da Undime Maranhão e Dirigente Municipal de Educação de Açailândia/MA, Karla Nascimento, representou a Undime na abertura da 21ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (21ª SNTC), nesta terça-feira (5), no Museu Nacional da República, em Brasília. O evento é realizado, há 20 anos, pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da abertura do evento, que foi criado durante o seu governo, no ano de 2004, e acontece anualmente em todas as cinco regiões do país com atividades em locais públicos, escolas, universidades e unidades de pesquisa. Além do presidente da República, participaram da atividade a primeira dama, Janja Lula da Silva; o vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin; o ministro da Educação, Camilo Santana;
Undime participa de encontro da Região Norte que discute Planos Decenais de Educação

Evento do Ministério da Educação, em Belém/PAPA, debate o novo Plano Nacional de Educação 2024/2034, em tramitação no Congresso, e a estratégia para cooperação técnica dos Planos Decenais de Educação (Foto: Undime) Começou na terça-feira, 5 de novembro, o Encontro da Região Norte: Estratégia para Cooperação Técnica – Planos Decenais de Educação. O evento, realizado pelo Ministério da Educação (MEC), deu início a uma série de discussões por todo o país sobre o Plano Nacional de Educação, para definir diretrizes, objetivos, metas e estratégias para os próximos 10 anos. A Região Norte é a primeira a receber o encontro, que vai até o dia 7 de novembro, no Centro de Formação dos Profissionais da Educação Básica do Estado do Pará (CEFOR), em Belém/PA. A Undime participa por meio das presidentes, vice-presidentes e coordenadoras institucionais das seccionais da Região Norte, além da coordenadora institucional Maria Edineide de Almeida Batista. A presidente da Undime Acre, Fernanda Pinheiro de Abreu, Dirigente Municipal de Educação de Xapuri/AC, representou a instituição na mesa de abertura do evento. Na ocasião, Fernanda reiterou a importância do debate acontecer no âmbito de cada região considerando as peculiaridades que cada uma delas tem. “A Região Norte, como nós bem sabemos, tem seus desafios, por isso temos que pensar nesse Plano com muito carinho”. Nesse sentido, a presidente da Undime/AC reforçou que a Undime está à disposição para colaborar com as discussões e para articular junto aos municípios. (Foto: Rafael Lessa/MEC) De acordo com o MEC, os objetivos dos encontros são discutir metodologias de planejamento na elaboração dos Planos Decenais de Educação, bem como apresentar a proposta do Novo Plano Nacional de Educação (PNE 2024-2034), previsto no Projeto de Lei nº 2.614/2024, que tramita no Congresso Nacional, e discutir uma proposta de estruturação da Rede de Apoio Técnico para Planos de Educação. Além da Undime, participam do evento representantes do MEC; do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep); do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); do Fórum Nacional de Educação (FNE); das secretarias de educação dos estados da Região Norte; da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme); e dos fóruns estaduais e municipais de educação. (Foto: Rafael Lessa/MEC) O secretário de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase/MEC), Maurício Holanda, ressaltou a importância do evento para a educação nos próximos anos: “Serão três dias de intenso trabalho técnico e de articulação para que, no próximo ano, tenhamos todo esse time engajado na elaboração de planos estaduais e municipais de alta qualidade técnica e com a participação social necessária. Então, esse é o momento de dialogarmos para apontarmos o que mais é necessário para avançarmos nos próximos dez anos”. “Esperamos que este processo resulte em planos estaduais e municipais que representem o diálogo social e estejam alinhados com o Plano Nacional”, declarou a diretora de Articulação com os Sistemas Nacionais de Ensino, Maria Selma Rocha. “O objetivo é garantir o direito à educação de qualidade e equidade para todos os níveis, etapas e modalidades de ensino, a partir da perspectiva de uma gestão democrática dos processos educacionais”. O evento faz parte de uma série de encontros que serão realizados até dezembro deste ano nas cinco regiões do país. O processo de cooperação técnica prevê, ainda, a realização de encontros em todos os 26 estados e no Distrito Federal, em 2025. A expectativa é que esse processo de apoio técnico resulte em uma sólida experiência de articulação com estados e municípios para monitorar os planos e construir avaliações mais amplas e consistentes ao longo do próximo decênio. Confira a agenda dos próximos encontros: – Região Nordeste: Fortaleza/CE, de 12 a 14 de novembro– Região Sudeste: São Paulo/SP, de 26 a 28 de novembro– Região Sul: Florianópolis/SC, de 5 a 6 de dezembro– Região Centro-Oeste: Brasília/DF, de 10 a 12 de dezembro Novo PNE O governo federal, por meio do Ministério da Educação, elaborou o Projeto de Lei nº 2.614/2024, com o objetivo de aprovar o Plano Nacional de Educação para o decênio 2024 a 2034. O processo de elaboração contou com as contribuições do grupo de trabalho (GT) do PNE, instituído pela Portaria do MEC nº 1.112, de 27 de outubro de 2023, que teve a participação de entidades representativas das secretarias estaduais e municipais de educação, dos conselhos estaduais e municipais de educação, das comissões de educação da Câmara e do Senado, de secretarias e autarquias do MEC e do Fórum Nacional de Educação. O novo plano foi elaborado por meio de um processo metodológico que se baseou na identificação dos principais problemas da educação nacional para definição de diretrizes, objetivos, metas e estratégias para a educação nacional no próximo decênio. (Foto: Rafael Lessa/MEC)(Foto: Rafael Lessa/MEC) Fonte: Undime com informações do MEC Evento do Ministério da Educação, em Belém/PAPA, debate o novo Plano Nacional de Educação 2024/2034, em tramitação no Congresso, e a estratégia para cooperação técnica dos Planos Decenais de Educação (Foto: Undime) Começou na terça-feira, 5 de novembro, o Encontro da Região Norte: Estratégia para Cooperação Técnica – Planos Decenais de Educação. O evento, realizado pelo Ministério da Educação (MEC), deu início a uma série de discussões por todo o país sobre o Plano Nacional de Educação, para definir diretrizes, objetivos, metas e estratégias para os próximos 10 anos. A Região Norte é a primeira a receber o encontro, que vai até o dia 7 de novembro, no Centro de Formação dos Profissionais da Educação Básica do Estado do Pará (CEFOR), em Belém/PA. A Undime participa por meio das presidentes, vice-presidentes e coordenadoras institucionais das seccionais da Região Norte, além da coordenadora institucional Maria Edineide de Almeida Batista. A presidente da Undime Acre, Fernanda Pinheiro de Abreu, Dirigente Municipal de Educação de Xapuri/AC, representou a instituição na mesa de abertura do evento. Na ocasião, Fernanda reiterou a importância do debate acontecer no âmbito de cada região considerando as peculiaridades que cada uma delas tem. “A Região Norte, como nós bem sabemos, tem seus desafios, por isso temos que pensar
UNICEF premia mais de 900 cidades do Norte e Nordeste que mais melhoram condições de vida de crianças e adolescentes

Estes municípios, onde vivem mais de 8 milhões de meninas e meninos, melhoraram mais do que a média nacional em saúde, educação e proteção contra violências – e conquistaram o Selo UNICEF @ UNICEF/BRZ/Marina Domar O Fundo das Nações Unidas para a Infância no Brasil (UNICEF) revela, nessa quarta-feira, as 923 cidades das regiões Norte e Nordeste – além do Norte de Minas Gerais e Mato Grosso – que mais melhoraram as políticas públicas municipais voltadas a crianças e adolescentes, entre 2021 e 2024 (confira a lista). Essas cidades, onde vivem mais de 8 milhões de meninas e meninos de 0 a 19 anos, avançaram mais do que a média nacional em diversas áreas, alcançando impactos positivos para a infância e adolescência – e conquistaram o Selo UNICEF. Para chegar a grandes resultados, as cidades premiadas se empenharam em cuidar bem da primeira infância e da adolescência; melhorar a educação – da creche até a transição de jovens para o mundo do trabalho –; investir na saúde física e metal de meninas e meninos; promover hábitos de higiene e acesso à água limpa; proteger crianças e adolescentes das violências; e garantir a proteção social às famílias vulneráveis, em especial aquelas oriundas de povos e comunidades tradicionais. Todas essas cidades participam do Selo UNICEF, uma estratégia iniciativa do UNICEF destinada a apoiar cidades das regiões mais vulneráveis do País para que melhorem políticas públicas voltadas à infância e adolescência. Após quatro anos de muito trabalho, essas 923 cidades conseguiram melhorar mais do que a média nacional em diferentes áreas, com destaque para: imunização, educação e proteção contra as violências. “Não estamos falando das cidades com os melhores indicadores, mas das cidades que mais melhoraram em relação à situação em que elas estavam em 2021. O UNICEF comemora esse avanço de cidades em regiões vulneráveis que conseguiram tirar o atraso e melhorar mais. Com o apoio do UNICEF, esses municípios conseguiram trazer mais eficiência para a sua gestão em diferentes áreas ligadas aos direitos da infância e adolescência, passando a cumprir de forma mais eficiente o que já é um dever do poder público”, explica Youssouf Abdel-Jelil, Representante do UNICEF no Brasil. Embora ainda existam grandes desafios, os avanços alcançados pelos municípios que recebem o Selo UNICEF devem ser celebrados. “O que estamos fazendo nas regiões Norte e Nordeste é um trabalho de larga escala visando à garantia de direitos fundamentais para milhares de meninos e meninas. É importante que essas cidades continuem se desenvolvendo e evoluindo para que crianças e adolescentes que lá vivem possam ter uma trajetória plena, com oportunidades, protegidos e tendo melhores condições para viver”, complementa Youssouf Abdel-Jelil. Confira, a seguir, as principais conquistas que esses 923 municípios alcançaram em quatro anos: Mais crianças imunizadas Coberturas vacinais melhoram mais nos 923 municípios certificados com o Selo UNICEF, em comparação à média nacional. Enquanto, no Brasil, de 2020 a 2023, as coberturas da Tríplice Viral D2[i] aumentaram 2,6% (de 64,27% para 65,91%), nos municípios certificados pelo Selo UNICEF o aumento foi de 17,7% (de 56,4% para 66,4%). “Após anos de queda nas coberturas vacinais infantis, a retomada da imunização merece ser comemorada. Vacinas criam uma barreira protetora para toda a comunidade, impedindo que diversas doenças cheguem à população. Vimos, nos municípios que agora recebem o Selo UNICEF, grandes esforços que ultrapassaram os muros das unidades básicas de saúde e alcançaram escolas, CRAS e outros espaços e equipamentos públicos. Os dados nos mostram que ainda há muito a fazer para chegar aos 95% de cobertura previstos pela OMS. Mas estamos no caminho certo”, defende Luciana Phebo, chefe de Saúde do UNICEF no Brasil. Mais crianças na escola, aprendendo O abandono escolar caiu mais nos municípios certificados pelo Selo UNICEF, em comparação à média nacional. No Brasil, de 2019 a 2023, o abandono escolar caiu 38%, passando de 1,3% para 0,8%. Já nos 923 municípios certificados, a queda foi maior: 47% (saindo de 1,7% e chegando a 0,9%). “Há, no Brasil, uma naturalização do fracasso escolar, fazendo com que a sociedade aceite que um perfil específico de estudante abandone a escola, ingresse de forma precária no mundo do trabalho ou na criminalidade, se mantenha na pobreza e esteja mais suscetível às diversas violências, incluindo os homicídios. Quando vemos cidades reduzindo o abandono escolar, estamos diante de um resultado potente, capaz de garantir que mais e mais meninas e meninos tenham trajetórias de sucesso, com direitos garantidos”, afirma Mônica Dias Pinto, chefe de Educação do UNICEF no Brasil. Mais crianças protegidas Quando falamos da proteção de crianças e adolescentes contra as violências, é fundamental que essas ocorrências deixem de ser invisibilizadas e possam ser melhor prevenidas e endereçadas. Para tanto, existe um sistema de registro e encaminhamento de casos pelos Conselheiros Tutelares, chamado Sistema de Informação para Infância e Adolescência (Sipia), que está disponível em todo o País, mas que nem sempre é utilizado. A adesão e o uso adequado do Sipia estavam entre as ações que os municípios que agora recebem o Selo UNICEF deveriam realizar. Nas cidades certificadas pelo Selo UNICEF, o número de registros de casos, no Sipia, de violências contra crianças e adolescentes aumentou mais de 60 vezes,passando de 1.775 em 2020 para 109.947 em 2023. O aumento é expressivamente maior do que a média nacional. No mesmo período, nacionalmente, os registros aumentaram cerca de 5 vezes (de 118.995 para 578.859). “Tirar a violência da invisibilidade é o primeiro passo para proteger crianças e adolescentes. Os avanços nos registros de casos mostram que havia milhares de meninas e meninos sofrendo diferentes tipos de violência, sem que o poder público soubesse e pudesse atuar. Com esses casos registrados, toda uma rede de proteção pode ser acionada”, explica Vanessa Wirth, chefe interina de proteção à criança do UNICEF no Brasil. Sobre os dados Os dados contidos nesse release têm como base fontes oficiais: Vacinação: Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI); Abandono Escolar: Censo Escolar da Educação Básica; SIPIA: Ministério dos Direitos
Undime participa da 21ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Abertura teve a presença do Presidente Lula; cerimônia foi realizada no Museu Nacional da República, em Brasília A presidente da Undime Maranhão e Dirigente Municipal de Educação de Açailândia/MA, Karla Nascimento, representou a Undime na abertura da 21ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (21ª SNTC), nesta terça-feira (5), no Museu Nacional da República, em Brasília. O evento é realizado, há 20 anos, pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da abertura do evento, que foi criado durante o seu governo, no ano de 2004, e acontece anualmente em todas as cinco regiões do país com atividades em locais públicos, escolas, universidades e unidades de pesquisa. Além do presidente da República, participaram da atividade a primeira dama, Janja Lula da Silva; o vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin; o ministro da Educação, Camilo Santana; a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos; a ministra da Saúde, Nísia Trindade; o ministro da Secretaria da Comunicação Social, Paulo Pimenta; a chefe de Educação do UNICEF no Brasil, Mônica Pinto; o professor Felipe Ribeiro, da Universidade Federal do Semi-Árido; e a estudante Andreza Clementino, da rede pública do município de Bodó, no Rio Grande do Norte. Nesta edição, a Semana tem como tema “Biomas do Brasil: diversidade, saberes e tecnologias sociais”. Durante o evento, os Ministérios da Educação (MEC) e Ciência, Tecnologia e Inovação assinaram Acordo de Cooperação Técnica para implementação de políticas e ações para melhoraria da qualidade da educação básica e o letramento científico da sociedade, ao promover oportunidades de inclusão para a juventude por meio da ciência e fomentar novos talentos para as carreiras científicas e tecnológicas. “O tema deste ano nos convida a refletir sobre a imensa riqueza dos nossos biomas e a importância de integrar saberes tradicionais aos avanços tecnológicos. Essa é uma pauta essencial em um país como o Brasil que precisa usar sua diversidade como força motriz de inovação e sustentabilidade”, afirmou o ministro da Educação, Camilo Santana. Além disso, o MCTI apresentou um pacote de investimentos e parcerias, que totalizam um aporte de R$ 740 milhões de reais em ações de popularização da ciência. Grande parte dos recursos anunciados servirão para fortalecer a parceria já existente entre o MCTI e o MEC. Foi a ampliação do programa Mais Ciência na Escola, chegando a duas mil escolas, duas mil bolsas para professores, 20 mil bolsas para estudantes e os investimentos necessários para fazer funcionar adequadamente os chamados Laboratórios Makers nas escolas públicas da educação básica. “O segundo turno da escola de tempo integral terá os laboratórios de mão na massa, de robótica, microeletrônica, astronomia, de diversas áreas do conhecimento para que desde cedo a nossa juventude possa ter acesso a isso”, afirmou a ministra Luciana Santos. Ainda durante a abertura da 21ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, MCTI e UNICEF Brasil, assinaram um Memorando de Entendimento para ações e projetos interinstitucionais, com o objetivo de implementar ações articuladas para a promoção do acesso à ciência como direito das crianças e adolescentes, em que as prefeituras serão estimuladas a realizar ações de educação científica, que constarão como pré-requisitos para obtenção do Selo UNICEF. Segundo o presidente Lula, os investimentos da União nessas áreas visam democratizar as oportunidades de ensino e trabalho para todos os cidadãos brasileiros e falou sobre o papel da Ciência no desenvolvimento do país: “Nós queremos que nossos gênios fiquem no Brasil”, defendeu. “Educação é o investimento com mais retorno que podemos fazer”, completou. A representante da Undime, Karla Nascimento, acompanhou a abertura do evento e reforçou que ciência e tecnologia são fundamentais para preparar nossos estudantes para o futuro, desenvolvendo habilidades que vão além da sala de aula e conectam os jovens ao mundo em transformação. “Investir em ciência nas escolas significa proporcionar um ambiente de aprendizado mais dinâmico e conectado com a realidade, equipando as escolas com os recursos necessários para que os estudantes desenvolvam seu potencial. Esse investimento nas secretarias de educação não é apenas sobre infraestrutura, mas sobre criar oportunidades para que cada aluno explore, inove e contribua com soluções para os desafios de sua geração”, afirmou a presidente da Undime Maranhão. As atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia ocorrem de 5 a 10 de novembro, com atividades gratuitas, abertas ao público, no Museu Nacional da República. Comitê Pop A Undime tomou posse no Comitê Pop, um órgão consultivo vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, instituído pelo Decreto 11.754/2023. O comitê tem como objetivo auxiliar na definição das ações do Programa Pop Ciência, que busca, entre outros objetivos: promover a alfabetização e o letramento científico da sociedade brasileira; fomentar a cooperação nacional e internacional na área de popularização da ciência; e estimular iniciativas que tornem a ciência acessível a diferentes grupos sociais, além do meio acadêmico, com ênfase na juventude e nos trabalhadores. A Undime é representada no Comitê pelo presidente Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/ CE, e pela presidente da Undime Maranhão e Dirigente Municipal de Educação de Açailândia/ MA, Karla Nascimento. Fonte: Undime com informações do MCTI e MEC
Undime participa de encontro da Região Norte que discute Planos Decenais de Educação

Evento do Ministério da Educação, em Belém/PAPA, debate o novo Plano Nacional de Educação 2024/2034, em tramitação no Congresso, e a estratégia para cooperação técnica dos Planos Decenais de Educação (Foto: Undime) Começou na terça-feira, 5 de novembro, o Encontro da Região Norte: Estratégia para Cooperação Técnica – Planos Decenais de Educação. O evento, realizado pelo Ministério da Educação (MEC), deu início a uma série de discussões por todo o país sobre o Plano Nacional de Educação, para definir diretrizes, objetivos, metas e estratégias para os próximos 10 anos. A Região Norte é a primeira a receber o encontro, que vai até o dia 7 de novembro, no Centro de Formação dos Profissionais da Educação Básica do Estado do Pará (CEFOR), em Belém/PA. A Undime participa por meio das presidentes, vice-presidentes e coordenadoras institucionais das seccionais da Região Norte, além da coordenadora institucional Maria Edineide de Almeida Batista. A presidente da Undime Acre, Fernanda Pinheiro de Abreu, Dirigente Municipal de Educação de Xapuri/AC, representou a instituição na mesa de abertura do evento. Na ocasião, Fernanda reiterou a importância do debate acontecer no âmbito de cada região considerando as peculiaridades que cada uma delas tem. “A Região Norte, como nós bem sabemos, tem seus desafios, por isso temos que pensar nesse Plano com muito carinho”. Nesse sentido, a presidente da Undime/AC reforçou que a Undime está à disposição para colaborar com as discussões e para articular junto aos municípios. (Foto: Rafael Lessa/MEC) De acordo com o MEC, os objetivos dos encontros são discutir metodologias de planejamento na elaboração dos Planos Decenais de Educação, bem como apresentar a proposta do Novo Plano Nacional de Educação (PNE 2024-2034), previsto no Projeto de Lei nº 2.614/2024, que tramita no Congresso Nacional, e discutir uma proposta de estruturação da Rede de Apoio Técnico para Planos de Educação. Além da Undime, participam do evento representantes do MEC; do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep); do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); do Fórum Nacional de Educação (FNE); das secretarias de educação dos estados da Região Norte; da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme); e dos fóruns estaduais e municipais de educação. (Foto: Rafael Lessa/MEC) O secretário de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase/MEC), Maurício Holanda, ressaltou a importância do evento para a educação nos próximos anos: “Serão três dias de intenso trabalho técnico e de articulação para que, no próximo ano, tenhamos todo esse time engajado na elaboração de planos estaduais e municipais de alta qualidade técnica e com a participação social necessária. Então, esse é o momento de dialogarmos para apontarmos o que mais é necessário para avançarmos nos próximos dez anos”. “Esperamos que este processo resulte em planos estaduais e municipais que representem o diálogo social e estejam alinhados com o Plano Nacional”, declarou a diretora de Articulação com os Sistemas Nacionais de Ensino, Maria Selma Rocha. “O objetivo é garantir o direito à educação de qualidade e equidade para todos os níveis, etapas e modalidades de ensino, a partir da perspectiva de uma gestão democrática dos processos educacionais”. O evento faz parte de uma série de encontros que serão realizados até dezembro deste ano nas cinco regiões do país. O processo de cooperação técnica prevê, ainda, a realização de encontros em todos os 26 estados e no Distrito Federal, em 2025. A expectativa é que esse processo de apoio técnico resulte em uma sólida experiência de articulação com estados e municípios para monitorar os planos e construir avaliações mais amplas e consistentes ao longo do próximo decênio. Confira a agenda dos próximos encontros: – Região Nordeste: Fortaleza/CE, de 12 a 14 de novembro– Região Sudeste: São Paulo/SP, de 26 a 28 de novembro– Região Sul: Florianópolis/SC, de 5 a 6 de dezembro– Região Centro-Oeste: Brasília/DF, de 10 a 12 de dezembro Novo PNE O governo federal, por meio do Ministério da Educação, elaborou o Projeto de Lei nº 2.614/2024, com o objetivo de aprovar o Plano Nacional de Educação para o decênio 2024 a 2034. O processo de elaboração contou com as contribuições do grupo de trabalho (GT) do PNE, instituído pela Portaria do MEC nº 1.112, de 27 de outubro de 2023, que teve a participação de entidades representativas das secretarias estaduais e municipais de educação, dos conselhos estaduais e municipais de educação, das comissões de educação da Câmara e do Senado, de secretarias e autarquias do MEC e do Fórum Nacional de Educação. O novo plano foi elaborado por meio de um processo metodológico que se baseou na identificação dos principais problemas da educação nacional para definição de diretrizes, objetivos, metas e estratégias para a educação nacional no próximo decênio. (Foto: Rafael Lessa/MEC)(Foto: Rafael Lessa/MEC) Fonte: Undime com informações do MEC
Undime é destaque da coluna Balanço Social da Revista Veja

Presidente Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, falou sobre financiamento da educação O presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, foi o destaque da coluna Balanço Social da Revista Veja, assinada pela jornalista Andréia Peres. O financiamento da educação é um dos principais desafios dos novos prefeitos, segundo o título da coluna publicada nesta terça-feira, 5 de novembro. “O Brasil conta hoje com mais de 47 milhões de matrículas na educação básica. Destas, quase a metade (49,3%) é de responsabilidade dos municípios. Em 2015, os municípios eram responsáveis por 39,8% dos gastos com educação pública. Em 2020 e em 2022, essa participação atingiu o patamar de 45%, segundo relatório de monitoramento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), publicado em junho deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).” “A conta não fecha. “Boa parte das metas do PNE não foram cumpridas e um dos motivos é que não houve ampliação dos recursos prevista na Meta 20 do Plano”, diz Alessio Costa Lima, presidente nacional da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e dirigente municipal de Educação de Ibaretama (CE).” A íntegra da coluna está disponível no site da Revista Veja e pode ser acessada AQUI. Fonte: Undime Presidente Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, falou sobre financiamento da educação O presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, foi o destaque da coluna Balanço Social da Revista Veja, assinada pela jornalista Andréia Peres. O financiamento da educação é um dos principais desafios dos novos prefeitos, segundo o título da coluna publicada nesta terça-feira, 5 de novembro. “O Brasil conta hoje com mais de 47 milhões de matrículas na educação básica. Destas, quase a metade (49,3%) é de responsabilidade dos municípios. Em 2015, os municípios eram responsáveis por 39,8% dos gastos com educação pública. Em 2020 e em 2022, essa participação atingiu o patamar de 45%, segundo relatório de monitoramento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), publicado em junho deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).” “A conta não fecha. “Boa parte das metas do PNE não foram cumpridas e um dos motivos é que não houve ampliação dos recursos prevista na Meta 20 do Plano”, diz Alessio Costa Lima, presidente nacional da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e dirigente municipal de Educação de Ibaretama (CE).” A íntegra da coluna está disponível no site da Revista Veja e pode ser acessada AQUI. Fonte: Undime
MEC vai ouvir professores sobre o PNLD

Docentes da rede pública podem participar da pesquisa até 14 de novembro. O questionário foi enviado por e-mail, mas também está disponível no Simec por meio de QR Code (Foto: Marcelo Casal/Agência Brasil) O Ministério da Educação (MEC) vai ouvir educadores de todo o país para compreender como escolas, docentes e redes de ensino têm utilizado as obras do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), bem como para definir perspectivas futuras do programa. A Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, por meio da Diretoria de Apoio à Gestão Educacional (Dage) e da Coordenação-Geral de Materiais Didáticos (CGMD), está desenvolvendo uma pesquisa sobre o PNLD que utilizará diferentes instrumentos para ouvir os vários atores dessa política educacional. A iniciativa busca, ainda, entender como os livros do programa são incorporados às práticas pedagógicas diárias; explorar a importância das obras na promoção de uma educação de qualidade; e analisar o impacto dos livros no processo de ensino-aprendizagem. Essa é a primeira iniciativa de diagnóstico do programa. Outras ações serão realizadas em 2025 para o aprimoramento da pesquisa. Os docentes da rede pública poderão responder ao questionário até 14 de novembro. Os gestores escolares já receberam uma mensagem de e-mail com o link para encaminhá-lo às suas equipes, mas o endereço eletrônico também está disponível no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec) e pelo QR Code abaixo: A pesquisa foi produzida com o apoio de diversas instituições, como o Instituto Reúna, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), além das coordenadorias do MEC. A pesquisa também vai escutar, de forma amostral, os docentes em entrevistas que serão realizadas no mesmo período do questionário. Articuladores estaduais que trabalham com os materiais didáticos do PNLD no ensino fundamental foram chamados para colaborar junto aos governos estaduais. Eles vão selecionar escolas e professores que lecionam no ensino fundamental 2 (anos finais) para serem ouvidos na pesquisa. Além disso, diretores de escolas e dirigentes municipais e estaduais de educação também serão ouvidos via questionário, que será encaminhado ainda em 2024 via e-mail. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/mec-vai-ouvir-professores-sobre-o-pnld Docentes da rede pública podem participar da pesquisa até 14 de novembro. O questionário foi enviado por e-mail, mas também está disponível no Simec por meio de QR Code (Foto: Marcelo Casal/Agência Brasil) O Ministério da Educação (MEC) vai ouvir educadores de todo o país para compreender como escolas, docentes e redes de ensino têm utilizado as obras do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), bem como para definir perspectivas futuras do programa. A Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, por meio da Diretoria de Apoio à Gestão Educacional (Dage) e da Coordenação-Geral de Materiais Didáticos (CGMD), está desenvolvendo uma pesquisa sobre o PNLD que utilizará diferentes instrumentos para ouvir os vários atores dessa política educacional. A iniciativa busca, ainda, entender como os livros do programa são incorporados às práticas pedagógicas diárias; explorar a importância das obras na promoção de uma educação de qualidade; e analisar o impacto dos livros no processo de ensino-aprendizagem. Essa é a primeira iniciativa de diagnóstico do programa. Outras ações serão realizadas em 2025 para o aprimoramento da pesquisa. Os docentes da rede pública poderão responder ao questionário até 14 de novembro. Os gestores escolares já receberam uma mensagem de e-mail com o link para encaminhá-lo às suas equipes, mas o endereço eletrônico também está disponível no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec) e pelo QR Code abaixo: A pesquisa foi produzida com o apoio de diversas instituições, como o Instituto Reúna, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), além das coordenadorias do MEC. A pesquisa também vai escutar, de forma amostral, os docentes em entrevistas que serão realizadas no mesmo período do questionário. Articuladores estaduais que trabalham com os materiais didáticos do PNLD no ensino fundamental foram chamados para colaborar junto aos governos estaduais. Eles vão selecionar escolas e professores que lecionam no ensino fundamental 2 (anos finais) para serem ouvidos na pesquisa. Além disso, diretores de escolas e dirigentes municipais e estaduais de educação também serão ouvidos via questionário, que será encaminhado ainda em 2024 via e-mail. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/mec-vai-ouvir-professores-sobre-o-pnld
