MEC lança programa sobre Educação antirracista

Programa Educação Antirracista em Diálogo estreou na quinta-feira, 20 de novembro, no Canal Educação. Atração conta com entrevistas de especialistas e tem objetivo de dar suporte à formação de professores Nesta quinta-feira, 20 de novembro, o Ministério da Educação (MEC) lançou, no Canal Educação, o programa Educação Antirracista em Diálogo. O projeto é coordenado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) e entrevistará especialistas a cada episódio. A estreia do programa aconteceu às 13h (horário de Brasília). Em uma série de edições, o programa mostrará diversas vozes e histórias inspiradoras, que fortalecem a luta por uma educação antirracista e pela valorização da cultura e dos saberes quilombolas no país. O objetivo das conversas é dar suporte à formação de professores, como parte do eixo Difusão de Saberes da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), que visa promover uma educação pautada pela equidade e pelo antirracismo. Para a estreia dessa série de diálogos, o programa contou com a presença da professora Givânia Maria Silva, mestre em Gestão da Educação e doutora em Sociologia, além de primeira conselheira de educação quilombola no país. Natural do quilombo Conceição das Crioulas, em Pernambuco, Givânia Maria Silva é fundadora e uma das lideranças da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq). No programa, a professora socializa a história inspiradora de Conceição das Crioulas, um território quilombola de mulheres resistentes que conquistaram seu espaço e lutaram pela educação da comunidade. Em 1995, o quilombo viu a criação de uma escola que, desde então, evoluiu de forma impressionante, sendo uma das poucas no Brasil a oferecer educação da creche ao ensino médio dentro do próprio quilombo. A experiência pedagógica desenvolvida lá, denominada “pedagogia crioula”, tornou-se referência para as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Escolar Quilombola. Assim, estabeleceu-se como um exemplo de quanto a educação pode ser transformadora e enraizada nas especificidades culturais e históricas da comunidade. A convidada fala também sobre como tem sido o avanço da aplicação das Diretrizes de Educação Escolar Quilombola e Educação para as Relações Étnico-Raciais, além da implementação do previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nos estados e municípios. Na segunda parte do programa, Givânia Silva responde a perguntas de professores, pesquisadores e especialistas em gestão da educação. Eles também participam do debate sobre questões como as estratégias de luta antirracista, a cultura, a comunicação e a arte nos territórios quilombolas. Reprise – O Educação Antirracista em Diálogo será reprisado às 20h30 e 23h30 de quarta-feira (20). O primeiro episódio ainda será retransmitido no dia 21 de novembro, às 6h; no sábado, 23 de novembro, às 11h; e no domingo, 24 de novembro, às 21h30. Também ficará disponível no canal do MEC no YouTube e no Canal Educação. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/mec-lanca-programa-sobre-educacao-antirracista 

Undime participa de evento que debate o papel da educação na construção de um futuro justo e sustentável

Evento aconteceu alinhado com as prioridades do Brasil no G20 (Foto: Undime) O presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, e o vice-presidente nacional e presidente da seccional Mato Grosso, Silvio Fidelis, Dirigente Municipal de Educação de Várzea Grande/MT, participaram nesta terça-feira, 19 de novembro, de um café da manhã como parte da programação do evento “Catalisando Mudanças”, na sede da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. Promovido pela FGV e instituições internacionais, o encontro que aconteceu ao longo de todo o dia reuniu autoridades nacionais e internacionais para discutir o papel da educação na construção de um futuro sustentável, alinhado com as prioridades do Brasil no G20. O café contou com as presenças da ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania do Brasil, Macaé Evaristo; secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação (Secadi/MEC), Zara Figueiredo; secretário de Promoção comercial e educação do Itamaraty, embaixador Laudemar Aguiar; ministra de Estado para a Cooperação Internacional no Ministério das Relações Exteriores do Catar, S.E. Lolwah bint Rashid Al-Khater; embaixador do Catar no Brasil, S.E. Ahmed Al Shaibani; diretor-Geral da Agência Francesa de Desenvolvimento, Rémy Rioux; ministro do Desenvolvimento Internacional do Canadá, Ahmed Hussen; presidente da Comissão de Educação e Cultura do Senado Federal, Flávio Arns; presidente da Frente Parlamentar Mista da Educação, deputado federal Rafael Brito; e secretários de Estado da Educação, representando o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). (Foto: FGV) Na ocasião, o presidente da Undime ressaltou que ter um olhar com foco na educação não só no Brasil, mas no mundo todo é essencial. “Olhar para a base da educação, isto é, para a Educação Infantil, é fundamental. Se as crianças não tiverem acesso à educação e ao conhecimento, na idade adequada, o desenvolvimento delas pode ser comprometido ao longo de toda a trajetória escolar”, disse Alessio. À tarde as atividades seguiram com o “Seminário Catalisando Mudanças: O papel da educação na construção de um futuro justo e sustentável, alinhado com as prioridades do Brasil no G20”, que contou com tradução simultânea Português/Inglês e painéis sobre financiamento inovador em educação, o papel das fundações no avanço do desenvolvimento sustentável e políticas educacionais para a redução de desigualdades. O evento reflete o compromisso do Brasil, sob a presidência do G20, em destacar a educação como peça central para um futuro mais justo e sustentável. (Foto: Undime) (Foto: Undime) (Foto: FGV) Sobre o G20 Criado em 1999 em resposta à crise financeira global, o G20 é um fórum de cooperação econômica internacional que tem como objetivo debater temas para o fortalecimento da economia internacional e desenvolvimento socioeconômico global. Desempenha um papel importante na definição e no reforço da arquitetura e da governança mundiais em todas as grandes questões econômicas internacionais. O G20 conta com presidências rotativas anuais. O Brasil exerce a presidência do G20 de 1º de dezembro de 2023 a 30 de novembro de 2024. Durante a presidência brasileira, o país trabalhará em estreita colaboração com a Índia (Presidência de 2023) e a África do Sul (Presidência de 2025). Fazem parte do G20: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Turquia, além da União Africana e da União Europeia. Além disso, países e organizações internacionais convidadas pelo anfitrião também participam do G20. Fonte: Undime Evento aconteceu alinhado com as prioridades do Brasil no G20 (Foto: Undime) O presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, e o vice-presidente nacional e presidente da seccional Mato Grosso, Silvio Fidelis, Dirigente Municipal de Educação de Várzea Grande/MT, participaram nesta terça-feira, 19 de novembro, de um café da manhã como parte da programação do evento “Catalisando Mudanças”, na sede da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. Promovido pela FGV e instituições internacionais, o encontro que aconteceu ao longo de todo o dia reuniu autoridades nacionais e internacionais para discutir o papel da educação na construção de um futuro sustentável, alinhado com as prioridades do Brasil no G20. O café contou com as presenças da ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania do Brasil, Macaé Evaristo; secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação (Secadi/MEC), Zara Figueiredo; secretário de Promoção comercial e educação do Itamaraty, embaixador Laudemar Aguiar; ministra de Estado para a Cooperação Internacional no Ministério das Relações Exteriores do Catar, S.E. Lolwah bint Rashid Al-Khater; embaixador do Catar no Brasil, S.E. Ahmed Al Shaibani; diretor-Geral da Agência Francesa de Desenvolvimento, Rémy Rioux; ministro do Desenvolvimento Internacional do Canadá, Ahmed Hussen; presidente da Comissão de Educação e Cultura do Senado Federal, Flávio Arns; presidente da Frente Parlamentar Mista da Educação, deputado federal Rafael Brito; e secretários de Estado da Educação, representando o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). (Foto: FGV) Na ocasião, o presidente da Undime ressaltou que ter um olhar com foco na educação não só no Brasil, mas no mundo todo é essencial. “Olhar para a base da educação, isto é, para a Educação Infantil, é fundamental. Se as crianças não tiverem acesso à educação e ao conhecimento, na idade adequada, o desenvolvimento delas pode ser comprometido ao longo de toda a trajetória escolar”, disse Alessio. À tarde as atividades seguiram com o “Seminário Catalisando Mudanças: O papel da educação na construção de um futuro justo e sustentável, alinhado com as prioridades do Brasil no G20”, que contou com tradução simultânea Português/Inglês e painéis sobre financiamento inovador em educação, o papel das fundações no avanço do desenvolvimento sustentável e políticas educacionais para a redução de desigualdades. O evento reflete o compromisso do Brasil, sob a presidência do G20, em destacar a educação como peça central para um futuro mais justo e sustentável. (Foto: Undime) (Foto: Undime) (Foto: FGV) Sobre o G20 Criado em 1999 em resposta à crise financeira global, o G20 é um fórum de

Diagnóstico inédito avalia educação étnico-racial pelo Brasil

Pesquisa do Ministério da Educação (MEC) apresenta, pela primeira vez em 21 anos, dados da implementação da educação para as relações étnico-raciais e da educação quilombola, após a criação da Lei nº 10.639/03 (Foto: Fábio Nakakura/MEC) Um levantamento inédito, desenvolvido pelo Ministério da Educação (MEC) como parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), avalia a implementação da educação para as relações étnico-raciais e da educação escolar quilombola no país. A ação acontece durante as comemorações do Mês da Consciência Negra.  Acesse o painel com os resultados da pesquisa. Essa é a primeira vez em que um instrumento de análise dessas políticas educacionais é elaborado desde a criação da Lei nº 10.639/2003 (mais tarde alterada pela Lei nº 11.645/2008), que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas.  A ferramenta foi desenvolvida a partir dos dados compilados pelo Diagnóstico Equidade, questionário respondido por prefeitos ou secretários de educação dos estados, dos municípios e do Distrito Federal. No total, todas as secretarias estaduais responderam ao diagnóstico e 5.474 secretarias municipais o fizeram. Isso resultou em uma taxa de resposta de 98%. “Ao longo de 21 anos, programas e ações foram realizados, mas de forma muito individual, sem grande articulação nacional”, disse a secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo. “O diagnóstico aponta para a ausência de uma coordenação federativa mais forte nesse período, que ocasionou uma grande diferença no avanço da implementação da política entre estados e municípios, e para melhorias menos estruturais e mais eventuais na educação para as relações étnico-raciais.” A secretária ainda explicou como o levantamento será utilizado pelo MEC: “Esse é um instrumento de monitoramento da Pneerq e os entes deverão usá-lo para subsidiar a criação de ações e programas com base nos eixos da política que estão mais fragilizados. Em dois anos, o questionário será aplicado novamente, para que as redes tenham tempo de implementar novas iniciativas e para que o impacto possa ser devidamente medido. Apresentamos uma melhora significativa no cenário nestes últimos dois anos, mas ainda temos um longo caminho a percorrer”. Com base nos resultados, o MEC, os estados e os municípios pactuarão metas para os próximos dez anos (2025-2035), articuladamente ao marco temporal do novo Plano Nacional de Educação (PNE). Índices – As respostas do Diagnóstico Equidade permitiram a construção de seis índices de educação para as relações étnico-raciais (Erer): institucionalização; formação; gestão escolar; material didático e paradidático; financiamento; e avaliação e monitoramento. A média ponderada de todos os índices levou à criação do Índice Geral de Erer: nacionalmente, na esfera municipal, ele foi de 27,1; e na estadual, de 47,7. Diagnóstico Equidade – As perguntas do questionário foram elaboradas em consulta com especialistas acadêmicos, integrantes de movimentos sociais e pessoas com larga experiência na alta gestão de políticas de equidade racial e combate ao racismo.  Composto por 46 perguntas, o questionário dividiu-se em dez eixos: fortalecimento do marco legal; políticas de formação de gestores e profissionais de educação; gestão educacional; material didático e paradidático; currículo; financiamento; indicadores, avaliação e monitoramento; gestão democrática e mecanismos de participação social; educação escolar quilombola; e educação escolar indígena. O questionário foi respondido entre os meses de março e julho deste ano, e os resultados foram analisados a partir da criação de índices de implementação. As informações coletadas serão essenciais para a construção, por parte do MEC e dos entes federados, de políticas educacionais antirracistas que promovam a equidade e garantam oportunidades para todos os estudantes.  Legislação – As políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes de ensino da educação básica são implementadas em cumprimento à Lei nº 10.639 e à Lei nº 11.645. Essas duas legislações são regulamentadas por uma série de atos infralegais, a exemplo das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. As diretrizes foram resultado da Resolução nº 1º, de 17 de junho de 2004, do Conselho Pleno (CP) do Conselho Nacional de Educação (CNE). A efetiva adoção da Erer nas escolas requer observância às legislações e a esses documentos orientadores.   Pneerq – Lançada em 2024, a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola objetiva implementar ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola. O público prioritário é formado por gestores, professores, funcionários e estudantes. A política é implementada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC.  Apresentação de slides Planilha com microdados Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/diagnostico-inedito-avalia-educacao-etnico-racial-pelo-brasil Pesquisa do Ministério da Educação (MEC) apresenta, pela primeira vez em 21 anos, dados da implementação da educação para as relações étnico-raciais e da educação quilombola, após a criação da Lei nº 10.639/03 (Foto: Fábio Nakakura/MEC) Um levantamento inédito, desenvolvido pelo Ministério da Educação (MEC) como parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), avalia a implementação da educação para as relações étnico-raciais e da educação escolar quilombola no país. A ação acontece durante as comemorações do Mês da Consciência Negra.  Acesse o painel com os resultados da pesquisa. Essa é a primeira vez em que um instrumento de análise dessas políticas educacionais é elaborado desde a criação da Lei nº 10.639/2003 (mais tarde alterada pela Lei nº 11.645/2008), que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas.  A ferramenta foi desenvolvida a partir dos dados compilados pelo Diagnóstico Equidade, questionário respondido por prefeitos ou secretários de educação dos estados, dos municípios e do Distrito Federal. No total, todas as secretarias estaduais responderam ao diagnóstico e 5.474 secretarias municipais o fizeram. Isso resultou em uma taxa de resposta de 98%. “Ao longo de 21 anos, programas e ações foram realizados, mas de forma muito individual, sem grande articulação nacional”, disse a secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo. “O diagnóstico aponta para

Undime participa de evento que debate o papel da educação na construção de um futuro justo e sustentável

Evento aconteceu alinhado com as prioridades do Brasil no G20 (Foto: Undime) O presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, e o vice-presidente nacional e presidente da seccional Mato Grosso, Silvio Fidelis, Dirigente Municipal de Educação de Várzea Grande/MT, participaram nesta terça-feira, 19 de novembro, de um café da manhã como parte da programação do evento “Catalisando Mudanças”, na sede da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. Promovido pela FGV e instituições internacionais, o encontro que aconteceu ao longo de todo o dia reuniu autoridades nacionais e internacionais para discutir o papel da educação na construção de um futuro sustentável, alinhado com as prioridades do Brasil no G20. O café contou com as presenças da ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania do Brasil, Macaé Evaristo; secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação (Secadi/MEC), Zara Figueiredo; secretário de Promoção comercial e educação do Itamaraty, embaixador Laudemar Aguiar; ministra de Estado para a Cooperação Internacional no Ministério das Relações Exteriores do Catar, S.E. Lolwah bint Rashid Al-Khater; embaixador do Catar no Brasil, S.E. Ahmed Al Shaibani; diretor-Geral da Agência Francesa de Desenvolvimento, Rémy Rioux; ministro do Desenvolvimento Internacional do Canadá, Ahmed Hussen; presidente da Comissão de Educação e Cultura do Senado Federal, Flávio Arns; presidente da Frente Parlamentar Mista da Educação, deputado federal Rafael Brito; e secretários de Estado da Educação, representando o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). (Foto: FGV) Na ocasião, o presidente da Undime ressaltou que ter um olhar com foco na educação não só no Brasil, mas no mundo todo é essencial. “Olhar para a base da educação, isto é, para a Educação Infantil, é fundamental. Se as crianças não tiverem acesso à educação e ao conhecimento, na idade adequada, o desenvolvimento delas pode ser comprometido ao longo de toda a trajetória escolar”, disse Alessio. À tarde as atividades seguiram com o “Seminário Catalisando Mudanças: O papel da educação na construção de um futuro justo e sustentável, alinhado com as prioridades do Brasil no G20”, que contou com tradução simultânea Português/Inglês e painéis sobre financiamento inovador em educação, o papel das fundações no avanço do desenvolvimento sustentável e políticas educacionais para a redução de desigualdades. O evento reflete o compromisso do Brasil, sob a presidência do G20, em destacar a educação como peça central para um futuro mais justo e sustentável. (Foto: Undime) (Foto: Undime)   (Foto: FGV)   Sobre o G20 Criado em 1999 em resposta à crise financeira global, o G20 é um fórum de cooperação econômica internacional que tem como objetivo debater temas para o fortalecimento da economia internacional e desenvolvimento socioeconômico global. Desempenha um papel importante na definição e no reforço da arquitetura e da governança mundiais em todas as grandes questões econômicas internacionais. O G20 conta com presidências rotativas anuais. O Brasil exerce a presidência do G20 de 1º de dezembro de 2023 a 30 de novembro de 2024. Durante a presidência brasileira, o país trabalhará em estreita colaboração com a Índia (Presidência de 2023) e a África do Sul (Presidência de 2025). Fazem parte do G20: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Turquia, além da União Africana e da União Europeia. Além disso, países e organizações internacionais convidadas pelo anfitrião também participam do G20. Fonte: Undime

Diagnóstico inédito avalia educação étnico-racial pelo Brasil

Pesquisa do Ministério da Educação (MEC) apresenta, pela primeira vez em 21 anos, dados da implementação da educação para as relações étnico-raciais e da educação quilombola, após a criação da Lei nº 10.639/03 (Foto: Fábio Nakakura/MEC)   Um levantamento inédito — desenvolvido pelo Ministério da Educação (MEC) como parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) — avalia a implementação da educação para as relações étnico-raciais e da educação escolar quilombola no país. A ação acontece durante as comemorações do Mês da Consciência Negra.   Acesse o painel com os resultados da pesquisa.  Essa é a primeira vez em que um instrumento de análise dessas políticas educacionais é elaborado desde a criação da Lei nº 10.639/2003 (mais tarde alterada pela Lei nº 11.645/2008), que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas.   A ferramenta foi desenvolvida a partir dos dados compilados pelo Diagnóstico Equidade, questionário respondido por prefeitos ou secretários de educação dos estados, dos municípios e do Distrito Federal. No total, todas as secretarias estaduais responderam ao diagnóstico e 5.474 secretarias municipais o fizeram. Isso resultou em uma taxa de resposta de 98%.  “Ao longo de 21 anos, programas e ações foram realizados, mas de forma muito individual, sem grande articulação nacional”, disse a secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo. “O diagnóstico aponta para a ausência de uma coordenação federativa mais forte nesse período — que ocasionou uma grande diferença no avanço da implementação da política entre estados e municípios — e para melhorias menos estruturais e mais eventuais na educação para as relações étnico-raciais.”  A secretária ainda explicou como o levantamento será utilizado pelo MEC: “Esse é um instrumento de monitoramento da Pneerq e os entes deverão usá-lo para subsidiar a criação de ações e programas com base nos eixos da política que estão mais fragilizados. Em dois anos, o questionário será aplicado novamente, para que as redes tenham tempo de implementar novas iniciativas e para que o impacto possa ser devidamente medido. Apresentamos uma melhora significativa no cenário nestes últimos dois anos, mas ainda temos um longo caminho a percorrer”.   Com base nos resultados, o MEC, os estados e os municípios pactuarão metas para os próximos dez anos (2025-2035), articuladamente ao marco temporal do novo Plano Nacional de Educação (PNE).  Índices – As respostas do Diagnóstico Equidade permitiram a construção de seis índices de educação para as relações étnico-raciais (Erer): institucionalização; formação; gestão escolar; material didático e paradidático; financiamento; e avaliação e monitoramento. A média ponderada de todos os índices levou à criação do Índice Geral de Erer: nacionalmente, na esfera municipal, ele foi de 27,1; e na estadual, de 47,7.  Diagnóstico Equidade – As perguntas do questionário foram elaboradas em consulta com especialistas acadêmicos, integrantes de movimentos sociais e pessoas com larga experiência na alta gestão de políticas de equidade racial e combate ao racismo.   Composto por 46 perguntas, o questionário dividiu-se em dez eixos: fortalecimento do marco legal; políticas de formação de gestores e profissionais de educação; gestão educacional; material didático e paradidático; currículo; financiamento; indicadores, avaliação e monitoramento; gestão democrática e mecanismos de participação social; educação escolar quilombola; e educação escolar indígena. O questionário foi respondido entre os meses de março e julho deste ano, e os resultados foram analisados a partir da criação de índices de implementação.  As informações coletadas serão essenciais para a construção, por parte do MEC e dos entes federados, de políticas educacionais antirracistas que promovam a equidade e garantam oportunidades para todos os estudantes.   Legislação – As políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes de ensino da educação básica são implementadas em cumprimento à Lei nº 10.639 e à Lei nº 11.645. Essas duas legislações são regulamentadas por uma série de atos infralegais, a exemplo das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. As diretrizes foram resultado da Resolução nº 1º, de 17 de junho de 2004, do Conselho Pleno (CP) do Conselho Nacional de Educação (CNE). A efetiva adoção da Erer nas escolas requer observância às legislações e a esses documentos orientadores.    Pneerq – Lançada em 2024, a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola objetiva implementar ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola. O público prioritário é formado por gestores, professores, funcionários e estudantes. A política é implementada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC.   Apresentação de slides  Planilha com microdados    Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/diagnostico-inedito-avalia-educacao-etnico-racial-pelo-brasil

Concurso de contos promove cultura latina entre estudantes

Organizado pela Fundação Gabriel García Márquez, certame é destinado a crianças e adolescentes entre 10 e 13 anos de países da Ibero-América e do Caribe, entre eles, o Brasil. Inscrições irão até 21 de novembro Estudantes de 10 a 13 anos nacionais e residentes dos países-membros do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), entre eles, o Brasil, têm até 21 de novembro para participar do 2º Concurso de Contos Macondo tem Alguém para lhe Escrever. A finalidade é fomentar o gosto pela leitura, estimular a criatividade na escrita e ampliar o acesso a livros e à cultura literária entre os estudantes dessa faixa etária. O certame é organizado pela Fundação Gabriel García Márquez (Fundação Gabo), junto ao CAF e à Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). O tema dessa edição busca destacar, promover e divulgar aspectos representativos da identidade, das origens e das culturas dos povos da Ibero-América e do Caribe. No total, até 20 histórias receberão como prêmio uma viagem com um acompanhante (pai, mãe ou responsável legal) para o Caribe colombiano. A família terá todas as despesas de hospedagem, transporte e alimentação pagas para conhecer os lugares que inspiraram a vida e a obra de Gabriel García Márquez. Além disso, as histórias vencedoras serão publicadas em um livro como antologia, em formato digital e físico (edição impressa). Essa obra será distribuída gratuitamente pela Fundação Gabo e pelo CAF. Seleção – O tema dessa edição é “Nossa identidade e o orgulho do que somos”. Para nortear a escrita, os alunos podem responder às seguintes perguntas: – O que faz com que você se sinta orgulhoso de morar em sua região ou seu país? – O que você mais destaca ou valoriza de suas raízes ou cultura? – O que você gostaria que todos soubessem sobre você, sua família, sua comunidade, sua cidade, sua região ou seu país? A criatividade e a estrutura narrativa dos relatos serão avaliadas, bem como o trabalho investigativo que forneça referências e credibilidade à narração. Além disso, serão valorizados textos que falem sobre o protagonismo das mulheres e dos povos indígenas e afrodescendentes da região. Serão aceitos textos escritos em espanhol, português e inglês. O objetivo é encontrar a voz própria e genuína das crianças, por isso é recomendado evitar o uso de inteligência artificial (IA) e a intervenção direta de adultos. Os trabalhos devem ser enviados individualmente por meio da página do evento. Cada relato precisa ter uma extensão mínima de duas páginas e um máximo de seis. Os textos serão recebidos em formato PDF, Word, JPG ou PNG e, se a história for um manuscrito, serão aceitas fotografias ou folhas escaneadas, desde que apresentadas nos formatos citados. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/concurso-de-contos-promove-cultura-latina-entre-estudantes Organizado pela Fundação Gabriel García Márquez, certame é destinado a crianças e adolescentes entre 10 e 13 anos de países da Ibero-América e do Caribe, entre eles, o Brasil. Inscrições irão até 21 de novembro Estudantes de 10 a 13 anos nacionais e residentes dos países-membros do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), entre eles, o Brasil, têm até 21 de novembro para participar do 2º Concurso de Contos Macondo tem Alguém para lhe Escrever. A finalidade é fomentar o gosto pela leitura, estimular a criatividade na escrita e ampliar o acesso a livros e à cultura literária entre os estudantes dessa faixa etária. O certame é organizado pela Fundação Gabriel García Márquez (Fundação Gabo), junto ao CAF e à Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). O tema dessa edição busca destacar, promover e divulgar aspectos representativos da identidade, das origens e das culturas dos povos da Ibero-América e do Caribe. No total, até 20 histórias receberão como prêmio uma viagem com um acompanhante (pai, mãe ou responsável legal) para o Caribe colombiano. A família terá todas as despesas de hospedagem, transporte e alimentação pagas para conhecer os lugares que inspiraram a vida e a obra de Gabriel García Márquez. Além disso, as histórias vencedoras serão publicadas em um livro como antologia, em formato digital e físico (edição impressa). Essa obra será distribuída gratuitamente pela Fundação Gabo e pelo CAF. Seleção – O tema dessa edição é “Nossa identidade e o orgulho do que somos”. Para nortear a escrita, os alunos podem responder às seguintes perguntas:- O que faz com que você se sinta orgulhoso de morar em sua região ou seu país? – O que você mais destaca ou valoriza de suas raízes ou cultura? – O que você gostaria que todos soubessem sobre você, sua família, sua comunidade, sua cidade, sua região ou seu país? A criatividade e a estrutura narrativa dos relatos serão avaliadas, bem como o trabalho investigativo que forneça referências e credibilidade à narração. Além disso, serão valorizados textos que falem sobre o protagonismo das mulheres e dos povos indígenas e afrodescendentes da região. Serão aceitos textos escritos em espanhol, português e inglês. O objetivo é encontrar a voz própria e genuína das crianças, por isso é recomendado evitar o uso de inteligência artificial (IA) e a intervenção direta de adultos. Os trabalhos devem ser enviados individualmente por meio da página do evento. Cada relato precisa ter uma extensão mínima de duas páginas e um máximo de seis. Os textos serão recebidos em formato PDF, Word, JPG ou PNG e, se a história for um manuscrito, serão aceitas fotografias ou folhas escaneadas, desde que apresentadas nos formatos citados. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/concurso-de-contos-promove-cultura-latina-entre-estudantes

Undime participa de encontro da Região Nordeste que discute Planos Decenais de Educação

Evento do Ministério da Educação debateu estratégia de cooperação técnica para elaboração dos Planos Decenais de Educação (Foto: Rafael Lessa/MEC) Começou na terça-feira, 12 de novembro, o Encontro da Região Nordeste: Estratégia para Cooperação Técnica – Planos Decenais de Educação. O evento, realizado pelo Ministério da Educação (MEC), é o segundo de uma série de discussões por todo o país sobre o Plano Nacional de Educação, para definir diretrizes, objetivos, metas e estratégias para os próximos 10 anos. O primeiro encontro aconteceu na Região Norte, nos dias 5, 6 e 7 de novembro (saiba mais aqui). O encontro da Região Nordeste aconteceu até quinta-feira, 14 de novembro, no Centro de Convivência da Universidade Federal do Ceará, em Fortaleza/CE. O objetivo do encontro foi discutir uma proposta de cooperação técnica para elaboração dos planos decenais de educação para o próximo decênio com passos necessários à construção da colaboração entre os entes federados. A Undime participou por meio do presidente nacional, presidentes, vice-presidentes e coordenadores institucionais das seccionais da Região Nordeste, além da coordenadora institucional Maria Edineide de Almeida Batista. O presidente nacional da Undime, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, destacou, na abertura, que esses encontros regionais que estão sendo promovidos pelo MEC são importantes no sentido de capacitar, mobilizar e articular as equipes que irão trabalhar na construção dos novos planos decenais. Otimista, Alessio acredita que “dessa forma ganhamos um tempo e ficamos esperançosos de que, ao término de 2025, tenhamos o nosso Plano Nacional aprovado”. “Nesse sentido, é relevante ter vocês aqui para gerar esse empoderamento de como elaborar, de fato, planos decenais que possam atender às necessidades da realidade, planos que reflitam as lacunas educacionais em cada um dos nossos estados e municípios”. (Foto: Undime) A presidente da Undime Região Nordeste e Undime Sergipe, Josevanda Franco, Dirigente Municipal de Educação de Nossa Senhora do Socorro/SE destacou, na abertura, que o encontro representa um momento importante não somente pelo fato de todos estarem reunidos, mas fundamentalmente, uma vez que a proposta é tratar de diretrizes orientadoras da educação nacional. (Foto: Undime) O secretário de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino, Maurício Holanda, ressaltou os avanços conquistados com o atual plano e os desafios da educação para os próximos dez anos: “Nós temos, em parte, os mesmos desafios que já tínhamos e vamos seguir, mais uma vez, com a crença de que avançamos na última década e de que faz sentido ter um plano, que é uma linha mestra que guia o esforço da sociedade”. O secretário ressaltou, ainda, que é por meio do regime de colaboração entre a União, os estados e os municípios que será possível elaborar bons planos de educação, que sejam participativos e avancem na garantia do direito à educação de qualidade para todos. O encontro também buscou fortalecer o compartilhamento de dados e informações educacionais; realizar oficinas para promover a formação dos participantes em relação à metodologia de elaboração dos planos de educação; e discutir uma proposta da Rede de Apoio Técnico para Planos de Educação. Dessa forma, faz parte de uma série de encontros que serão realizados até dezembro deste ano nas cinco regiões do país.  O processo de cooperação técnica prevê, ainda, a realização de encontros em todos os 26 estados e no Distrito Federal em 2025. A expectativa é que esse processo de apoio técnico resulte em uma sólida experiência de articulação com estados e municípios para monitorar os planos e construir avaliações mais amplas e consistentes ao longo do próximo decênio.  Confira a agenda dos próximos encontros: – Região Sudeste: São Paulo/SP, de 26 a 28 de novembro– Região Sul: Florianópolis/SC, de 5 a 6 de dezembro– Região Centro-Oeste: Brasília/DF, de 10 a 12 de dezembro Participaram do evento representantes do MEC; do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep); do Fórum Nacional de Educação (FNE); das secretarias de educação dos estados da Região Nordeste; da Undime; do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação (Foncede); da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme); e de fóruns estaduais e municipais de educação. (Foto: Rafael Lessa/MEC) Novo PNE O governo federal, por meio do Ministério da Educação, elaborou o Projeto de Lei nº 2.614/2024, com o objetivo de aprovar o Plano Nacional de Educação para o decênio 2024 a 2034. O processo de elaboração contou com as contribuições do grupo de trabalho (GT) do PNE, instituído pela Portaria do MEC nº 1.112, de 27 de outubro de 2023, que teve a participação de entidades representativas das secretarias estaduais e municipais de educação, dos conselhos estaduais e municipais de educação, das comissões de educação da Câmara e do Senado, de secretarias e autarquias do MEC e do Fórum Nacional de Educação. O novo plano foi elaborado por meio de um processo metodológico que se baseou na identificação dos principais problemas da educação nacional para definição de diretrizes, objetivos, metas e estratégias para a educação nacional no próximo decênio. (Foto: Undime) (Foto: Rafael Lessa/MEC) (Foto: Rafael Lessa/MEC) Fonte: Undime com Evento do Ministério da Educação debateu estratégia de cooperação técnica para elaboração dos Planos Decenais de Educação (Foto: Rafael Lessa/MEC) Começou na terça-feira, 12 de novembro, o Encontro da Região Nordeste: Estratégia para Cooperação Técnica – Planos Decenais de Educação. O evento, realizado pelo Ministério da Educação (MEC), é o segundo de uma série de discussões por todo o país sobre o Plano Nacional de Educação, para definir diretrizes, objetivos, metas e estratégias para os próximos 10 anos. O primeiro encontro aconteceu na Região Norte, nos dias 5, 6 e 7 de novembro (saiba mais aqui). O encontro da Região Nordeste aconteceu até quinta-feira, 14 de novembro, no Centro de Convivência da Universidade Federal do Ceará, em Fortaleza/CE. O objetivo do encontro foi discutir uma proposta de cooperação técnica para elaboração dos planos decenais de educação para o próximo decênio com passos necessários à construção da colaboração entre os entes federados. A Undime participou por meio do presidente nacional, presidentes, vice-presidentes e coordenadores institucionais das seccionais da Região Nordeste, além da coordenadora institucional Maria Edineide de

Novas instituições ofertam curso de educação étnico-racial

Formação em educação étnico-racial e quilombola é voltada a professores e gestores que atuam nas escolas de educação básica de todo o país. No total, 40 instituições de ensino vão ofertar 150 mil vagas Novas instituições de ensino superior passaram a ofertar vagas para o Curso de Extensão, Formação para Docência e Gestão para a Educação das Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola. Podem participar professores e gestores que atuam nas escolas de educação básica de todo o país. O objetivo é formar 150 mil profissionais da educação nesses temas. A iniciativa é uma parceria do Ministério da Educação (MEC) com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), entidade vinculada à pasta, e faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq). As inscrições devem ser feitas nos sites das próprias instituições de ensino superior que ofertarão o curso. A relação das 40 instituições que aderiram à formação está disponível na página Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), no site da Capes. Já estão com inscrições abertas: a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); a Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT); a Universidade Estadual Paulista (Unesp); a Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ); a Universidade de Pernambuco (UPE); a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat); o Instituto Federal de Alagoas (Ifal); a Universidade Federal do Tocantins (UFT); a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); a Universidade Federal do Pará (UFPA); e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Curso – O objetivo do curso é fomentar o letramento racial de educadores; contribuir para a sua formação de acordo com os princípios da educação étnico-racial e da educação escolar quilombola; além de promover o desenvolvimento de conhecimentos, saberes e práticas pedagógicas que valorizem tradições, culturas e línguas ancestrais. As aulas terão início em março de 2025. A formação será coordenada pela UAB, em parceria com a UFSJ. Com carga de 120 horas, o curso será ofertado na modalidade a distância do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da Capes. Há quatro módulos na composição: Panorama Étnico-Racial e Quilombola Brasileiro; Culturas e Territorialidades; Educação Antirracista na Prática; e Gestão Democrática para a Diversidade. Durante a formação, além da discussão sobre sistemas de avaliação e criação de projetos políticos pedagógicos, será desenvolvida uma proposta educacional antirracista que inclui atividades pedagógicas para transformar o ambiente escolar e as relações entre os professores, os alunos e a comunidade. O conteúdo está em conformidade com os marcos legais dessas modalidades de educação, assim como com as pesquisas e os estudos científicos que orientam a inclusão desse público nos sistemas de ensino no Brasil. Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola foi criada pela Portaria nº 470/2024. Seu objetivo é implementar ações e programas educacionais destinados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola. O público-alvo é formado por gestores, professores, funcionários, alunos, abrangendo toda a comunidade escolar. São compromissos da política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para as relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade EEQ, com implementação das Diretrizes Nacionais; e implementar protocolos de prevenção e resposta ao racismo nas escolas (públicas e privadas) e nas instituições de educação superior. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/novas-instituicoes-ofertam-curso-de-educacao-etnico-racial Formação em educação étnico-racial e quilombola é voltada a professores e gestores que atuam nas escolas de educação básica de todo o país. No total, 40 instituições de ensino vão ofertar 150 mil vagas Novas instituições de ensino superior passaram a ofertar vagas para o Curso de Extensão, Formação para Docência e Gestão para a Educação das Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola. Podem participar professores e gestores que atuam nas escolas de educação básica de todo o país. O objetivo é formar 150 mil profissionais da educação nesses temas. A iniciativa é uma parceria do Ministério da Educação (MEC) com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), entidade vinculada à pasta, e faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq). As inscrições devem ser feitas nos sites das próprias instituições de ensino superior que ofertarão o curso. A relação das 40 instituições que aderiram à formação está disponível na página Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), no site da Capes. Já estão com inscrições abertas: a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); a Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT); a Universidade Estadual Paulista (Unesp); a Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ); a Universidade de Pernambuco (UPE); a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat); o Instituto Federal de Alagoas (Ifal); a Universidade Federal do Tocantins (UFT); a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); a Universidade Federal do Pará (UFPA); e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Curso – O objetivo do curso é fomentar o letramento racial de educadores; contribuir para a sua formação de acordo com os princípios da educação étnico-racial e da educação escolar quilombola; além de promover o desenvolvimento de conhecimentos, saberes e práticas pedagógicas que valorizem tradições, culturas e línguas ancestrais. As aulas terão início em março de 2025. A formação será coordenada pela UAB, em parceria com a UFSJ. Com carga de 120 horas, o curso será ofertado na modalidade a distância do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da Capes. Há quatro módulos na composição: Panorama Étnico-Racial e Quilombola Brasileiro; Culturas e

Podcast do Instituto Natura discute continuidade das políticas públicas de Educação

No quarto episódio da segunda temporada, o diretor presidente do Instituto Natura, David Saad, recebe o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama, no Ceará, Alessio Costa Lima A importância de haver continuidade nas políticas públicas de educação é um tema que já apareceu lateralmente no Podcast do Instituto Natura e vira assunto central no novo episódio da segunda temporada do programa. É uma realidade conhecida no Brasil a de que, em mudanças de governo (municipais, estaduais e federal), iniciativas bem sucedidas são encerradas ou alteradas – por vezes, de forma abrupta. Há boas iniciativas, com evidências de sucesso, que ficam pelo caminho por desafios de organização e de gestão ou até por vontade política. No quarto episódio do Podcast do Instituto Natura, o diretor presidente do Instituto Natura, David Saad, recebe o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama, no Ceará, Alessio Costa Lima. Eles tratam da continuidade e da falta dela nas políticas públicas de educação e discutem o que faz com que boas políticas sejam descontinuadas, como é possível garantir que as iniciativas sejam levadas adiante mesmo com trocas de equipes e como a continuidade pode amplificar os bons resultados. “No Brasil, não só na área da Educação, a gente tem uma cultura de que, a cada ciclo, a cada quatro anos de gestão, o gestor que entra quer começar tudo do zero. Há uma visão de políticas meramente de governo e não de uma política de Estado, de longo prazo, que atenda os interesses da sociedade. Na Educação não é diferente”, avalia Alessio Costa Lima. Para o dirigente, é comum que gestores e grupos políticos queiram deixar uma marca, um legado característico, e isso tem levado à descontinuidade de políticas que, mesmo a médio prazo, já mostraram bons resultados. “Esse problema é um dos grandes gargalos que impedem o desenvolvimento do país”, pontua. O presidente da Undime chama atenção para os momentos de transição de governo, como o que acontece agora nos governos municipais. Para ele, a passagem de bastão é crucial para o futuro de políticas públicas, já que o processo inclui a transmissão de informações e de registros do que está implementado no estado. “É imprescindível que o conhecimento seja passado [à nova equipe] para que o gestor que está assumindo tenha inclusive condições de avaliar se aquela política em curso conseguiu produzir bons indicadores”, explica. “Muitas vezes essa mudança [de equipe] não se limita ao gestor maior, ao secretário de Educação. E os servidores concursados, efetivos, são importantes, porque eles funcionam como âncoras – do conhecimento vivo, da experiência viva. E a tendência é que eles repassem no dia a dia esse conhecimento.” O Podcast do Instituto Natura é uma produção do Estúdio Guarda-Chuva para o iN. Os episódios são quinzenais, disponíveis sempre às quintas-feiras. Clique aqui para escutar o episódio completo. Ou busque por Podcast Instituto Natura, no Spotify. Fonte: Insituto Natura No quarto episódio da segunda temporada, o diretor presidente do Instituto Natura, David Saad, recebe o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama, no Ceará, Alessio Costa Lima A importância de haver continuidade nas políticas públicas de educação é um tema que já apareceu lateralmente no Podcast do Instituto Natura e vira assunto central no novo episódio da segunda temporada do programa. É uma realidade conhecida no Brasil a de que, em mudanças de governo (municipais, estaduais e federal), iniciativas bem sucedidas são encerradas ou alteradas – por vezes, de forma abrupta. Há boas iniciativas, com evidências de sucesso, que ficam pelo caminho por desafios de organização e de gestão ou até por vontade política. No quarto episódio do Podcast do Instituto Natura, o diretor presidente do Instituto Natura, David Saad, recebe o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama, no Ceará, Alessio Costa Lima. Eles tratam da continuidade e da falta dela nas políticas públicas de educação e discutem o que faz com que boas políticas sejam descontinuadas, como é possível garantir que as iniciativas sejam levadas adiante mesmo com trocas de equipes e como a continuidade pode amplificar os bons resultados. “No Brasil, não só na área da Educação, a gente tem uma cultura de que, a cada ciclo, a cada quatro anos de gestão, o gestor que entra quer começar tudo do zero. Há uma visão de políticas meramente de governo e não de uma política de Estado, de longo prazo, que atenda os interesses da sociedade. Na Educação não é diferente”, avalia Alessio Costa Lima. Para o dirigente, é comum que gestores e grupos políticos queiram deixar uma marca, um legado característico, e isso tem levado à descontinuidade de políticas que, mesmo a médio prazo, já mostraram bons resultados. “Esse problema é um dos grandes gargalos que impedem o desenvolvimento do país”, pontua. O presidente da Undime chama atenção para os momentos de transição de governo, como o que acontece agora nos governos municipais. Para ele, a passagem de bastão é crucial para o futuro de políticas públicas, já que o processo inclui a transmissão de informações e de registros do que está implementado no estado. “É imprescindível que o conhecimento seja passado [à nova equipe] para que o gestor que está assumindo tenha inclusive condições de avaliar se aquela política em curso conseguiu produzir bons indicadores”, explica. “Muitas vezes essa mudança [de equipe] não se limita ao gestor maior, ao secretário de Educação. E os servidores concursados, efetivos, são importantes, porque eles funcionam como âncoras – do conhecimento vivo, da experiência viva. E a tendência é que eles repassem no dia a dia esse conhecimento.” O Podcast do Instituto Natura é uma produção do Estúdio Guarda-Chuva para o iN. Os episódios são quinzenais, disponíveis sempre às quintas-feiras. Clique aqui para escutar o episódio completo. Ou busque

Prorrogada adesão ao programa Escola das Adolescências

Dia 19 de novembro termina o prazo para redes de ensino manifestarem interesse em receber recursos dessa modalidade no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Política é destinada aos anos finais do ensino fundamental O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), prorrogou o prazo para adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) na modalidade Escola das Adolescências. Agora, as secretarias estaduais, municipais e distrital terão até a próxima terça-feira, 19 de novembro, para manifestar interesse em participar. Em 2024, serão disponibilizados cerca de R$ 94 milhões para mais de 15 mil escolas de anos finais do ensino fundamental elegíveis em todo o Brasil.  A adesão deverá ser feita pelos secretários de educação por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Eles vão selecionar as escolas participantes e, em seguida, assinar o termo de adesão e compromisso do programa.  Após esse procedimento, o diretor de cada escola selecionada também deverá fazer a adesão, via PDDE Interativo, a partir da assinatura de um termo de compromisso. O período para que as escolas confirmem seu interesse no PDDE Interativo irá de 15 a 29 de novembro.   Com a adesão, os entes federados se comprometem a promover ações sistêmicas de melhoria contínua dos insumos, processos e resultados educacionais dos anos finais do ensino fundamental. A intenção é reduzir as desigualdades educacionais e garantir plenamente o acesso, a permanência e a conclusão dos estudos na idade adequada.   O valor a ser destinado a cada unidade da Federação visa atender ao turno que possua o maior número de turmas com o público-alvo dos anos finais. O montante será baseado na quantidade de salas de aulas, conforme dados do Censo Escolar do ano anterior, até o limite do orçamento destinado a essa ação. O valor de referência é de R$ 1,3 mil por turma. Confira o passo a passo para a adesão das secretarias de educação no Módulo PAR 4/Simec. Escola das Adolescências – O programa Escola das Adolescências objetiva dar apoio técnico e financeiro para ampliar a qualidade dos anos finais do ensino fundamental, em face das singularidades vividas pelos pré-adolescentes e adolescentes nesse período da vida escolar.   O apoio financeiro é vinculado às ações de um dos eixos estruturantes da política, o de organização curricular e pedagógica. Os critérios para a seleção priorizam as escolas com maior vulnerabilidade socioeconômica, maior percentual de matrícula de estudantes negros e localização diferenciada, apurados pelo Censo Escolar.  A verba deve ser utilizada em despesas de custeio e capital, com foco na aquisição de recursos didático-pedagógicos para a diversificação de insumos adequados ao desenvolvimento de clubes de letramentos, científico, matemático, literário e de ação comunitária. Além disso, o recurso pode ser investido em espaços de apoio ao reagrupamento, com ênfase em estudantes que possuam defasagem de aprendizagem em língua portuguesa, matemática e ciências da natureza.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/prorrogada-adesao-ao-programa-escola-das-adolescencias Dia 19 de novembro termina o prazo para redes de ensino manifestarem interesse em receber recursos dessa modalidade no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Política é destinada aos anos finais do ensino fundamental O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), prorrogou o prazo para adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) na modalidade Escola das Adolescências. Agora, as secretarias estaduais, municipais e distrital terão até a próxima terça-feira, 19 de novembro, para manifestar interesse em participar. Em 2024, serão disponibilizados cerca de R$ 94 milhões para mais de 15 mil escolas de anos finais do ensino fundamental elegíveis em todo o Brasil.  A adesão deverá ser feita pelos secretários de educação por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Eles vão selecionar as escolas participantes e, em seguida, assinar o termo de adesão e compromisso do programa.  Após esse procedimento, o diretor de cada escola selecionada também deverá fazer a adesão, via PDDE Interativo, a partir da assinatura de um termo de compromisso. O período para que as escolas confirmem seu interesse no PDDE Interativo irá de 15 a 29 de novembro.   Com a adesão, os entes federados se comprometem a promover ações sistêmicas de melhoria contínua dos insumos, processos e resultados educacionais dos anos finais do ensino fundamental. A intenção é reduzir as desigualdades educacionais e garantir plenamente o acesso, a permanência e a conclusão dos estudos na idade adequada.   O valor a ser destinado a cada unidade da Federação visa atender ao turno que possua o maior número de turmas com o público-alvo dos anos finais. O montante será baseado na quantidade de salas de aulas, conforme dados do Censo Escolar do ano anterior, até o limite do orçamento destinado a essa ação. O valor de referência é de R$ 1,3 mil por turma. Confira o passo a passo para a adesão das secretarias de educação no Módulo PAR 4/Simec. Escola das Adolescências – O programa Escola das Adolescências objetiva dar apoio técnico e financeiro para ampliar a qualidade dos anos finais do ensino fundamental, em face das singularidades vividas pelos pré-adolescentes e adolescentes nesse período da vida escolar.   O apoio financeiro é vinculado às ações de um dos eixos estruturantes da política, o de organização curricular e pedagógica. Os critérios para a seleção priorizam as escolas com maior vulnerabilidade socioeconômica, maior percentual de matrícula de estudantes negros e localização diferenciada, apurados pelo Censo Escolar.  A verba deve ser utilizada em despesas de custeio e capital, com foco na aquisição de recursos didático-pedagógicos para a diversificação de insumos adequados ao desenvolvimento de clubes de letramentos, científico, matemático, literário e de ação comunitária. Além disso, o recurso pode ser investido em espaços de apoio ao reagrupamento, com ênfase em estudantes que possuam defasagem de aprendizagem em língua portuguesa, matemática e ciências da natureza.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/prorrogada-adesao-ao-programa-escola-das-adolescencias