Curso de educação inclusiva está disponível em 22 instituições

Novas instituições confirmaram a abertura de inscrições para a formação Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, que vai ofertar 250 mil vagas a professores da educação básica de todo o Brasil (Foto: Reprodução Istock) Diversas instituições de ensino superior estão com matrículas abertas para o Curso de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Até o momento, 22 das 50 instituições participantes já abriram chamadas para o curso, que, inicialmente, vai oferecer 250 mil vagas. Podem participar todos os professores que atuam em sala de aula da educação básica. Os prazos de término das inscrições variam, pois as instituições possuem processos seletivos próprios. A relação das participantes está disponível na página Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), no site da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O objetivo é formar educadores para desenvolver concepções e trabalhos pedagógicos alinhados com os princípios das políticas de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. O curso também abordará aspectos políticos e legais, participação e direitos humanos relacionados à acessibilidade, intersetorialidade, interculturalidade e interseccionalidade. A formação ocorrerá por meio da UAB e terá carga horária de 120 horas. A realização do curso é uma iniciativa da Capes e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC). Inscrições – As inscrições já estão abertas nas seguintes instituições: Universidade Federal do Tocantins (UFT); Universidade Federal de Roraima (UFRR); Universidades Estadual e Federal do Maranhão (UEMA e UFMA); Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Universidade Federal da Bahia (UFBA); Universidades Estadual e Federal de Pernambuco (UPE e UFPE); Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (Unesp); Universidades Estaduais de Ponta Grossa e Maringá (UEPG e UEM); Universidade Estadual e Federal da Paraíba (UEPB e UFPB); Universidades Estadual e Federal do Rio Grande do Norte (UERN e UFRN); Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade Estadual do Mato Grosso (Unemat); Universidade Estadual do Ceará (UECE); Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa); Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ); Instituto Federal de Goiás (IFG) e Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes). Todas as informações sobre prazos e documentos necessários para inscrição podem ser acessadas nos links acima.  Conteúdo – O curso será composto por quatro módulos:   1. Direitos humanos, diversidade e educação inclusiva;   2. Desenvolvimento humano, ensino e aprendizagem na perspectiva da educação inclusiva;   3. Currículo, tecnologias e práticas pedagógicas inclusivas; e  3. Práticas, recursos e materiais pedagógicos inclusivos na escola.   Cada módulo terá leituras de material didático, atividades interativas mediadas pelos tutores, casos de ensino, relatos de experiências com observação e reflexão sobre as estratégias utilizadas. As avaliações ocorrerão mediante elaboração de textos, recursos e projetos.   A formação pretende promover a reflexão sobre as pluralidades e singularidades de práticas pedagógicas no processo de ensino e aprendizagem do público da educação especial na sala de aula comum. Além disso, vai contribuir para a elaboração de práticas, recursos e materiais pedagógicos que colaborem para um projeto de escola inclusiva.   Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/curso-de-educacao-inclusiva-esta-disponivel-em-22-instituicoes Novas instituições confirmaram a abertura de inscrições para a formação Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, que vai ofertar 250 mil vagas a professores da educação básica de todo o Brasil (Foto: Reprodução Istock) Diversas instituições de ensino superior estão com matrículas abertas para o Curso de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Até o momento, 22 das 50 instituições participantes já abriram chamadas para o curso, que, inicialmente, vai oferecer 250 mil vagas. Podem participar todos os professores que atuam em sala de aula da educação básica. Os prazos de término das inscrições variam, pois as instituições possuem processos seletivos próprios. A relação das participantes está disponível na página Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), no site da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O objetivo é formar educadores para desenvolver concepções e trabalhos pedagógicos alinhados com os princípios das políticas de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. O curso também abordará aspectos políticos e legais, participação e direitos humanos relacionados à acessibilidade, intersetorialidade, interculturalidade e interseccionalidade. A formação ocorrerá por meio da UAB e terá carga horária de 120 horas. A realização do curso é uma iniciativa da Capes e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC). Inscrições – As inscrições já estão abertas nas seguintes instituições: Universidade Federal do Tocantins (UFT); Universidade Federal de Roraima (UFRR); Universidades Estadual e Federal do Maranhão (UEMA e UFMA); Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Universidade Federal da Bahia (UFBA); Universidades Estadual e Federal de Pernambuco (UPE e UFPE); Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (Unesp); Universidades Estaduais de Ponta Grossa e Maringá (UEPG e UEM); Universidade Estadual e Federal da Paraíba (UEPB e UFPB); Universidades Estadual e Federal do Rio Grande do Norte (UERN e UFRN); Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade Estadual do Mato Grosso (Unemat); Universidade Estadual do Ceará (UECE); Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa); Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ); Instituto Federal de Goiás (IFG) e Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes). Todas as informações sobre prazos e documentos necessários para inscrição podem ser acessadas nos links acima.  Conteúdo – O curso será composto por quatro módulos:   1. Direitos humanos, diversidade e educação inclusiva;   2. Desenvolvimento humano, ensino e aprendizagem na perspectiva da educação inclusiva;   3. Currículo, tecnologias e práticas pedagógicas inclusivas; e  3. Práticas, recursos e materiais pedagógicos inclusivos na escola.   Cada módulo terá leituras de material didático, atividades interativas mediadas pelos tutores, casos de ensino, relatos de experiências com observação e reflexão sobre as estratégias utilizadas. As avaliações ocorrerão mediante elaboração de textos, recursos e projetos.   A formação pretende promover a reflexão sobre as pluralidades e singularidades de práticas pedagógicas no processo de ensino e aprendizagem do público da educação especial na sala de aula comum. Além disso, vai contribuir para a elaboração de práticas, recursos e materiais pedagógicos que colaborem para um projeto de escola inclusiva.   Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/curso-de-educacao-inclusiva-esta-disponivel-em-22-instituicoes

Divulgado resultado preliminar do selo da alfabetização

Iniciativa faz parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e decisão foi divulgada na sexta-feira, 22 de novembro. Objetivo é reconhecer boas práticas no âmbito da política O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), divulgou o resultado preliminar do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização 2024 na sexta-feira, 22 de novembro. A iniciativa é desenvolvida dentro do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) e visa reconhecer secretarias de educação estaduais, municipais e distrital com boas práticas no âmbito da política. O resultado está disponível na página do Compromisso e no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec). Os articuladores da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa), responsáveis pelas inscrições de suas respectivas secretarias, terão os dias 25 e 26 de novembro para interpor pedidos de reconsideração relacionados ao resultado. As solicitações serão analisadas entre 27 de novembro e 2 de dezembro. O resultado final será divulgado no dia 5 de dezembro. Reconsideração – Os pedidos de reconsideração devem ser feitos pelo Simec, seguindo os passos detalhados no Guia do Participante do selo. O articulador deve verificar os itens avaliados pela comissão técnica e preencher o campo de justificativa. Apenas os itens marcados como “reprovado” poderão ser reconsiderados e, eventualmente, alterados para “aprovado”. Os pedidos serão avaliados, no caso dos municípios, pelo Comitê Estratégico Estadual do Compromisso (Ceec) e, no caso dos estados e do Distrito Federal, pela Comissão Gestora do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização. Com base na deliberação do Ceec e da comissão gestora, bem como em conformidade com essa decisão soberana, um articulador regional e um articulador estadual, respectivamente, deverão registrar no Simec a aprovação ou reprovação do pedido. Balanço – Neste ano, na primeira edição do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, o processo contou com a participação dos 26 estados e do Distrito Federal, além de 4.578 municípios brasileiros. Isso representa mais de 82% do total de 5.570 de municípios de todo o país. Esse resultado reflete o esforço conjunto da Renalfa, criada no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, além da dedicação dos secretários e das secretárias de educação e dos demais envolvidos no processo. Selo – O emblema é dividido em três categorias: bronze, prata e ouro. Esse é um reconhecimento simbólico concedido às gestões, não devendo ser utilizado para promoção individual de gestores. A cerimônia de entrega acontecerá em Brasília (DF), em data a ser definida.    Entre os objetivos do selo, está incentivar a adoção de políticas, programas, estratégias e práticas de gestão pública da educação comprometidos com o cumprimento das metas de alfabetização e de redução de desigualdades estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE) e no CNCA.   Para mais informações, acesse o Guia do Participante do concurso.  Compromisso – O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada é realizado em regime de colaboração entre a União e os entes federados. O intuito é garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, conforme previsto na Meta 5 do PNE. O CNCA busca, ainda, assegurar a recomposição das aprendizagens, com foco na alfabetização de 100% das crianças matriculadas no 3º, 4º e 5º ano, tendo em vista o impacto da pandemia para esse público.    O compromisso não propõe uma resposta única ou centralizada para todo o país. Cada estado, em colaboração com seus municípios, elaborará sua política de alfabetização do território de acordo com as suas especificidades. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/divulgado-resultado-preliminar-do-selo-da-alfabetizacao Iniciativa faz parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e decisão foi divulgada na sexta-feira, 22 de novembro. Objetivo é reconhecer boas práticas no âmbito da política O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), divulgou o resultado preliminar do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização 2024 na sexta-feira, 22 de novembro. A iniciativa é desenvolvida dentro do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) e visa reconhecer secretarias de educação estaduais, municipais e distrital com boas práticas no âmbito da política. O resultado está disponível na página do Compromisso e no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec). Os articuladores da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa), responsáveis pelas inscrições de suas respectivas secretarias, terão os dias 25 e 26 de novembro para interpor pedidos de reconsideração relacionados ao resultado. As solicitações serão analisadas entre 27 de novembro e 2 de dezembro. O resultado final será divulgado no dia 5 de dezembro. Reconsideração – Os pedidos de reconsideração devem ser feitos pelo Simec, seguindo os passos detalhados no Guia do Participante do selo. O articulador deve verificar os itens avaliados pela comissão técnica e preencher o campo de justificativa. Apenas os itens marcados como “reprovado” poderão ser reconsiderados e, eventualmente, alterados para “aprovado”. Os pedidos serão avaliados, no caso dos municípios, pelo Comitê Estratégico Estadual do Compromisso (Ceec) e, no caso dos estados e do Distrito Federal, pela Comissão Gestora do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização. Com base na deliberação do Ceec e da comissão gestora, bem como em conformidade com essa decisão soberana, um articulador regional e um articulador estadual, respectivamente, deverão registrar no Simec a aprovação ou reprovação do pedido. Balanço – Neste ano, na primeira edição do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, o processo contou com a participação dos 26 estados e do Distrito Federal, além de 4.578 municípios brasileiros. Isso representa mais de 82% do total de 5.570 de municípios de todo o país. Esse resultado reflete o esforço conjunto da Renalfa, criada no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, além da dedicação dos secretários e das secretárias de educação e dos demais envolvidos no processo. Selo – O emblema é dividido em três categorias: bronze, prata e ouro. Esse é um reconhecimento simbólico concedido às gestões, não devendo ser utilizado para promoção individual de gestores. A cerimônia de entrega acontecerá em Brasília (DF), em data a ser definida.    Entre os objetivos do selo, está incentivar a adoção de políticas, programas, estratégias e práticas de gestão pública da educação comprometidos com o cumprimento das metas de alfabetização e de redução de desigualdades estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE) e no CNCA.   Para mais

Divulgado resultado preliminar do selo da alfabetização

Iniciativa faz parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e decisão foi divulgada na sexta-feira, 22 de novembro. Objetivo é reconhecer boas práticas no âmbito da política   O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), divulgou o resultado preliminar do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização 2024 na sexta-feira, 22 de novembro. A iniciativa é desenvolvida dentro do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) e visa reconhecer secretarias de educação estaduais, municipais e distrital com boas práticas no âmbito da política. O resultado está disponível na página do Compromisso e no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec). Os articuladores da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa), responsáveis pelas inscrições de suas respectivas secretarias, terão os dias 25 e 26 de novembro para interpor pedidos de reconsideração relacionados ao resultado. As solicitações serão analisadas entre 27 de novembro e 2 de dezembro. O resultado final será divulgado no dia 5 de dezembro. Reconsideração – Os pedidos de reconsideração devem ser feitos pelo Simec, seguindo os passos detalhados no Guia do Participante do selo. O articulador deve verificar os itens avaliados pela comissão técnica e preencher o campo de justificativa. Apenas os itens marcados como “reprovado” poderão ser reconsiderados e, eventualmente, alterados para “aprovado”. Os pedidos serão avaliados, no caso dos municípios, pelo Comitê Estratégico Estadual do Compromisso (Ceec) e, no caso dos estados e do Distrito Federal, pela Comissão Gestora do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização. Com base na deliberação do Ceec e da comissão gestora, bem como em conformidade com essa decisão soberana, um articulador regional e um articulador estadual, respectivamente, deverão registrar no Simec a aprovação ou reprovação do pedido. Balanço – Neste ano, na primeira edição do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, o processo contou com a participação dos 26 estados e do Distrito Federal, além de 4.578 municípios brasileiros. Isso representa mais de 82% do total de 5.570 de municípios de todo o país. Esse resultado reflete o esforço conjunto da Renalfa, criada no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, além da dedicação dos secretários e das secretárias de educação e dos demais envolvidos no processo. Selo – O emblema é dividido em três categorias: bronze, prata e ouro. Esse é um reconhecimento simbólico concedido às gestões, não devendo ser utilizado para promoção individual de gestores. A cerimônia de entrega acontecerá em Brasília (DF), em data a ser definida.    Entre os objetivos do selo, está incentivar a adoção de políticas, programas, estratégias e práticas de gestão pública da educação comprometidos com o cumprimento das metas de alfabetização e de redução de desigualdades estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE) e no CNCA.   Para mais informações, acesse o Guia do Participante do concurso.  Compromisso – O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada é realizado em regime de colaboração entre a União e os entes federados. O intuito é garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, conforme previsto na Meta 5 do PNE. O CNCA busca, ainda, assegurar a recomposição das aprendizagens, com foco na alfabetização de 100% das crianças matriculadas no 3º, 4º e 5º ano, tendo em vista o impacto da pandemia para esse público.    O compromisso não propõe uma resposta única ou centralizada para todo o país. Cada estado, em colaboração com seus municípios, elaborará sua política de alfabetização do território de acordo com as suas especificidades. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/divulgado-resultado-preliminar-do-selo-da-alfabetizacao 

BNCC Computação é tema de videoconferência do Conviva

Transmissão on-line vai abordar pensamento computacional, mundo e cultura digital O mundo contemporâneo tem exigido que o ensino da computação esteja presente na Educação Básica, incorporando aos currículos da rede pública e privada as competências e as habilidades necessárias para enfrentar os desafios do mundo do trabalho do século XXI. Assim, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece diretrizes para a Educação Básica em todo o território nacional, em busca da igualdade de aprendizado e a qualidade do ensino. Nela, a computação é reconhecida como parte integrante da formação geral do estudante em todas as áreas do conhecimento. As principais habilidades relacionadas são pensamento crítico, resolução de problemas, criatividade e inovação, que são intrínsecas à aprendizagem em computação. Para falar sobre o tema, o Conviva Educação vai realizar a videoconferência “BNCC Computação: um aprofundamento sobre Pensamento computacional, Mundo e Cultura Digital”. O encontro virtual será na segunda-feira, 25 de novembro, às 15h (horário de Brasília). Para debater o tema, os convidados são: Amilton Martins, cientista da Computação, Pós-Doutor em Educação e Mestre em Educação; e Christian Brackmann, Mestre, Bacharel e Licenciado na área da Computação; professor e pesquisador na área da Computação e Inteligência Artificial na Educação Básica. Também participa Catherine Merchan, gerente de Estudos e Coalizões da Fundação Telefônica Vivo. A mediação do bate-papo será feira pelo professor Vilmar Lugão de Britto, Dirigente Municipal de Educação de Jerônimo Monteiro/ES, presidente da Undime/ES e membro do Grupo de Trabalho de Tecnologia da Undime. Não é necessário realizar inscrição. Para acompanhar o debate, basta acessar convivaeducacao.org.br/videoconferencia Quem acompanhar ao vivo e preencher a lista de presença, receberá uma declaração de participação no e-mail registrado. Fonte: Conviva Educação Transmissão on-line vai abordar pensamento computacional, mundo e cultura digital O mundo contemporâneo tem exigido que o ensino da computação esteja presente na Educação Básica, incorporando aos currículos da rede pública e privada as competências e as habilidades necessárias para enfrentar os desafios do mundo do trabalho do século XXI. Assim, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece diretrizes para a Educação Básica em todo o território nacional, em busca da igualdade de aprendizado e a qualidade do ensino. Nela, a computação é reconhecida como parte integrante da formação geral do estudante em todas as áreas do conhecimento. As principais habilidades relacionadas são pensamento crítico, resolução de problemas, criatividade e inovação, que são intrínsecas à aprendizagem em computação. Para falar sobre o tema, o Conviva Educação vai realizar a videoconferência “BNCC Computação: um aprofundamento sobre Pensamento computacional, Mundo e Cultura Digital”. O encontro virtual será na segunda-feira, 25 de novembro, às 15h (horário de Brasília). Para debater o tema, os convidados são: Amilton Martins, cientista da Computação, Pós-Doutor em Educação e Mestre em Educação; e Christian Brackmann, Mestre, Bacharel e Licenciado na área da Computação; professor e pesquisador na área da Computação e Inteligência Artificial na Educação Básica. Também participa Catherine Merchan, gerente de Estudos e Coalizões da Fundação Telefônica Vivo. A mediação do bate-papo será feira pelo professor Vilmar Lugão de Britto, Dirigente Municipal de Educação de Jerônimo Monteiro/ES, presidente da Undime/ES e membro do Grupo de Trabalho de Tecnologia da Undime. Não é necessário realizar inscrição. Para acompanhar o debate, basta acessar convivaeducacao.org.br/videoconferencia Quem acompanhar ao vivo e preencher a lista de presença, receberá uma declaração de participação no e-mail registrado. Fonte: Conviva Educação

Undime participa da Premiação dos Destaques do Aprender Valor – Ciclo 2023

Instituição foi representada pela presidente da Undime Pernambuco, Andreika Asseker Amarante A Undime participou, nesta quinta-feira (21), da Premiação dos Destaques do Aprender Valor – Ciclo 2023. Na ocasião, a instituição foi representada pela presidente da Undime Pernambuco, Andreika Asseker Amarante, Dirigente Municipal de Educação de Igarassu/PE. O evento aconteceu no formato on-line com transmissão ao vivo pelo canal do Banco Central no YouTube. Na ocasião, a presidente da Undime/PE, lembrou que a educação financeira é um tema de suma importância para a vida adulta. “Mas essa discussão não pode de forma nenhuma só iniciar na vida adulta. Ela precisa fazer parte das nossas salas de aula do ensino fundamental e é, por isso, que ela está lá na BNCC e interage com diferentes disciplinas de ensino fundamental. Isso ajuda o estudante, permite que ele realize suas aspirações. Esses conhecimentos ajudam a preparar para as diferentes etapas da vida”. Para Andreika, trabalhar conceitos básicos de economia e de finanças, como taxa de juros, inflação, aplicações financeiras, impostos, entre outros, no ensino fundamental não é uma tarefa simples. E isso pressupõe verdadeiramente conhecimentos prévios dos educadores para construírem planos de aula que atendam a esses objetivos. “É por isso que a plataforma do Aprender Valor vem se consolidando como uma ferramenta que possibilita essa formação de professores e a disponibilidade de materiais didáticos e avaliação para medir o letramento financeiro e ajudar na melhoria e na inserção direta da educação financeira no ensino fundamental nas nossas salas de aula”, relatou. Segundo ela, nesses anos de atuação, o Aprender Valor vem contribuindo não apenas para inserir o conteúdo nas salas de aula, mas também na construção da educação financeira pessoal dos que realizam o próprio processo formativo”. Confira quem são os profissionais, as escolas e as redes de ensino que se destacaram em 2023 no engajamento e na promoção da educação financeira no Brasil. Clique aqui. Confira abaixo o vídeo com a íntegra do evento: Sobre o Aprender Valor O Aprender Valor é um programa gratuito do Banco Central que ajuda professores, escolas e redes de ensino a levarem educação financeira a estudantes do ensino fundamental de todo o país. Qualquer pessoa pode ter acesso ao programa, basta acessar a plataforma usando uma Conta gov.br. Educadores e estudantes aprendem o tripé PLA-POU-CRÉ: PLAnejar o uso de recursos, POUpar ativamente e usar o CRÉdito de forma consciente. O conteúdo é apresentado de forma transversal e integrada às disciplinas curriculares obrigatórias, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Fonte: Undime Instituição foi representada pela presidente da Undime Pernambuco, Andreika Asseker Amarante A Undime participou, nesta quinta-feira (21), da Premiação dos Destaques do Aprender Valor – Ciclo 2023. Na ocasião, a instituição foi representada pela presidente da Undime Pernambuco, Andreika Asseker Amarante, Dirigente Municipal de Educação de Igarassu/PE. O evento aconteceu no formato on-line com transmissão ao vivo pelo canal do Banco Central no YouTube. Na ocasião, a presidente da Undime/PE, lembrou que a educação financeira é um tema de suma importância para a vida adulta. “Mas essa discussão não pode de forma nenhuma só iniciar na vida adulta. Ela precisa fazer parte das nossas salas de aula do ensino fundamental e é, por isso, que ela está lá na BNCC e interage com diferentes disciplinas de ensino fundamental. Isso ajuda o estudante, permite que ele realize suas aspirações. Esses conhecimentos ajudam a preparar para as diferentes etapas da vida”. Para Andreika, trabalhar conceitos básicos de economia e de finanças, como taxa de juros, inflação, aplicações financeiras, impostos, entre outros, no ensino fundamental não é uma tarefa simples. E isso pressupõe verdadeiramente conhecimentos prévios dos educadores para construírem planos de aula que atendam a esses objetivos. “É por isso que a plataforma do Aprender Valor vem se consolidando como uma ferramenta que possibilita essa formação de professores e a disponibilidade de materiais didáticos e avaliação para medir o letramento financeiro e ajudar na melhoria e na inserção direta da educação financeira no ensino fundamental nas nossas salas de aula”, relatou. Segundo ela, nesses anos de atuação, o Aprender Valor vem contribuindo não apenas para inserir o conteúdo nas salas de aula, mas também na construção da educação financeira pessoal dos que realizam o próprio processo formativo”. Confira quem são os profissionais, as escolas e as redes de ensino que se destacaram em 2023 no engajamento e na promoção da educação financeira no Brasil. Clique aqui. Confira abaixo o vídeo com a íntegra do evento: Sobre o Aprender Valor O Aprender Valor é um programa gratuito do Banco Central que ajuda professores, escolas e redes de ensino a levarem educação financeira a estudantes do ensino fundamental de todo o país. Qualquer pessoa pode ter acesso ao programa, basta acessar a plataforma usando uma Conta gov.br. Educadores e estudantes aprendem o tripé PLA-POU-CRÉ: PLAnejar o uso de recursos, POUpar ativamente e usar o CRÉdito de forma consciente. O conteúdo é apresentado de forma transversal e integrada às disciplinas curriculares obrigatórias, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Fonte: Undime

Undime participa de Seminário sobre desenvolvimento da criança e bem-estar do professor

Evento, realizado pelo Ministério da Educação, contou com o lançamento do curso “Estratégias socioemocionais para as infâncias”, iniciativa do MEC, Faculdade de Educação de Harvard e Itaú Social A Undime participou, nesta quinta-feira (21), do Seminário Internacional Desenvolvimento Integral da Criança e Bem-Estar do Professor – Cultivando Bases Emocionais, Sociais e Cognitivas. O evento foi organizado pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação. Na ocasião, a Undime foi representada pelas cinco regiões brasileiras. Na mesa de abertura, Maristela Guasselli, presidente da Undime Região Sul e Undime/RS, Dirigente Municipal de Educação de Novo Hamburgo/RS, falou pela instituição. Também participaram Luiz Miguel Garcia, presidente da Undime Região Sudeste e Undime/SP, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP; Fernanda Abreu, presidente da Undime/AC e Dirigente Municipal de Educação de Xapuri/AC, representando a Região Norte; Michael Lopes da Silva, presidente da Undime/PB, vice-presidente da Região Nordeste e Dirigente Municipal de Educação de Esperança/PB; e Paulo Madson, vice-presidente da Undime Região Centro-Oeste e Dirigente Municipal de Educação de Santa Rita do Trivelato/MT. A coordenadora institucional, Maria Edineide de Almeida Batista, também participou do evento. Para Maristela, o olhar de atenção para o socioemocional é urgente. “Nós viemos de uma pandemia, entramos numa calamidade e passamos por tantas outras questões, que às vezes, impedem que os processos sejam mais leves. Então a questão da saúde emocional e mental está, sim, afetando os nossos professores, as nossas crianças e os pais das nossas crianças. É de extrema importância debater esse assunto, bem como esse curso que será disponibilizado com a participação e a presença da universidade”, afirmou. Durante o seminário, o MEC lançou o curso “Estratégias Socioemocionais para as Infâncias” cujo objetivo é contribuir para o desenvolvimento socioemocional de crianças no ambiente escolar e familiar, além de promover o desenvolvimento de habilidades socioemocionais para as infâncias. A formação é gratuita e está disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC (Avamec). A iniciativa é uma parceria entre o MEC, a Easel Lab da Faculdade de Educação de Harvard e a Fundação Itaú. O evento contou, ainda, a participação de Stephanie Jones, diretora do Ecological Approaches to Social Emotional Learning (Easel) Laboratory, da Faculdade de Educação da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, que apresentou a metodologia baseada nos SEL Kernels (do inglês Social-Emotional Learning), desenvolvida pelo Easel Lab, que utiliza um conjunto de atividades, jogos e rotinas aplicáveis em diversos contextos do cotidiano das crianças. Fonte e fotos: Undime Evento, realizado pelo Ministério da Educação, contou com o lançamento do curso “Estratégias socioemocionais para as infâncias”, iniciativa do MEC, Faculdade de Educação de Harvard e Itaú Social A Undime participou, nesta quinta-feira (21), do Seminário Internacional Desenvolvimento Integral da Criança e Bem-Estar do Professor – Cultivando Bases Emocionais, Sociais e Cognitivas. O evento foi organizado pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação. Na ocasião, a Undime foi representada pelas cinco regiões brasileiras. Na mesa de abertura, Maristela Guasselli, presidente da Undime Região Sul e Undime/RS, Dirigente Municipal de Educação de Novo Hamburgo/RS, falou pela instituição. Também participaram Luiz Miguel Garcia, presidente da Undime Região Sudeste e Undime/SP, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP; Fernanda Abreu, presidente da Undime/AC e Dirigente Municipal de Educação de Xapuri/AC, representando a Região Norte; Michael Lopes da Silva, presidente da Undime/PB, vice-presidente da Região Nordeste e Dirigente Municipal de Educação de Esperança/PB; e Paulo Madson, vice-presidente da Undime Região Centro-Oeste e Dirigente Municipal de Educação de Santa Rita do Trivelato/MT. A coordenadora institucional, Maria Edineide de Almeida Batista, também participou do evento. Para Maristela, o olhar de atenção para o socioemocional é urgente. “Nós viemos de uma pandemia, entramos numa calamidade e passamos por tantas outras questões, que às vezes, impedem que os processos sejam mais leves. Então a questão da saúde emocional e mental está, sim, afetando os nossos professores, as nossas crianças e os pais das nossas crianças. É de extrema importância debater esse assunto, bem como esse curso que será disponibilizado com a participação e a presença da universidade”, afirmou. Durante o seminário, o MEC lançou o curso “Estratégias Socioemocionais para as Infâncias” cujo objetivo é contribuir para o desenvolvimento socioemocional de crianças no ambiente escolar e familiar, além de promover o desenvolvimento de habilidades socioemocionais para as infâncias. A formação é gratuita e está disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC (Avamec). A iniciativa é uma parceria entre o MEC, a Easel Lab da Faculdade de Educação de Harvard e a Fundação Itaú. O evento contou, ainda, a participação de Stephanie Jones, diretora do Ecological Approaches to Social Emotional Learning (Easel) Laboratory, da Faculdade de Educação da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, que apresentou a metodologia baseada nos SEL Kernels (do inglês Social-Emotional Learning), desenvolvida pelo Easel Lab, que utiliza um conjunto de atividades, jogos e rotinas aplicáveis em diversos contextos do cotidiano das crianças. Fonte e fotos: Undime

Undime participa da Premiação dos Destaques do Aprender Valor – Ciclo 2023

Instituição foi representada pela presidente da Undime Pernambuco, Andreika Asseker Amarante A Undime participou, nesta quinta-feira (21), da Premiação dos Destaques do Aprender Valor – Ciclo 2023. Na ocasião, a instituição foi representada pela presidente da Undime Pernambuco, Andreika Asseker Amarante, Dirigente Municipal de Educação de Igarassu/PE. O evento aconteceu no formato on-line com transmissão ao vivo pelo canal do Banco Central no YouTube. Na ocasião, a presidente da Undime/PE, lembrou que a educação financeira é um tema de suma importância para a vida adulta. “Mas essa discussão não pode de forma nenhuma só iniciar na vida adulta. Ela precisa fazer parte das nossas salas de aula do ensino fundamental e é, por isso, que ela está lá na BNCC e interage com diferentes disciplinas de ensino fundamental. Isso ajuda o estudante, permite que ele realize suas aspirações. Esses conhecimentos ajudam a preparar para as diferentes etapas da vida”. Para Andreika, trabalhar conceitos básicos de economia e de finanças, como taxa de juros, inflação, aplicações financeiras, impostos, entre outros, no ensino fundamental não é uma tarefa simples. E isso pressupõe verdadeiramente conhecimentos prévios dos educadores para construírem planos de aula que atendam a esses objetivos. “É por isso que a plataforma do Aprender Valor vem se consolidando como uma ferramenta que possibilita essa formação de professores e a disponibilidade de materiais didáticos e avaliação para medir o letramento financeiro e ajudar na melhoria e na inserção direta da educação financeira no ensino fundamental nas nossas salas de aula”, relatou. Segundo ela, nesses anos de atuação, o Aprender Valor vem contribuindo não apenas para inserir o conteúdo nas salas de aula, mas também na construção da educação financeira pessoal dos que realizam o próprio processo formativo”. Confira quem são os profissionais, as escolas e as redes de ensino que se destacaram em 2023 no engajamento e na promoção da educação financeira no Brasil. Clique aqui.  Confira abaixo o vídeo com a íntegra do evento: Sobre o Aprender Valor O Aprender Valor é um programa gratuito do Banco Central que ajuda professores, escolas e redes de ensino a levarem educação financeira a estudantes do ensino fundamental de todo o país. Qualquer pessoa pode ter acesso ao programa, basta acessar a plataforma usando uma Conta gov.br. Educadores e estudantes aprendem o tripé PLA-POU-CRÉ: PLAnejar o uso de recursos, POUpar ativamente e usar o CRÉdito de forma consciente. O conteúdo é apresentado de forma transversal e integrada às disciplinas curriculares obrigatórias, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Fonte: Undime

Undime participa de Seminário sobre desenvolvimento da criança e bem-estar do professor

Evento, realizado pelo Ministério da Educação, contou com o lançamento do curso “Estratégias socioemocionais para as infâncias”, iniciativa do MEC, Faculdade de Educação de Harvard e Itaú Social   A Undime participou, nesta quinta-feira (21), do Seminário Internacional Desenvolvimento Integral da Criança e Bem-Estar do Professor – Cultivando Bases Emocionais, Sociais e Cognitivas. O evento foi organizado pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação. Na ocasião, a Undime foi representada pelas cinco regiões brasileiras. Na mesa de abertura, Maristela Guasselli, presidente da Undime Região Sul e Undime/RS, Dirigente Municipal de Educação de Novo Hamburgo/RS, falou pela instituição. Também participaram Luiz Miguel Garcia, presidente da Undime Região Sudeste e Undime/SP, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP; Fernanda Abreu, presidente da Undime/AC e Dirigente Municipal de Educação de Xapuri/AC, representando a Região Norte; Michael Lopes da Silva, presidente da Undime/PB, vice-presidente da Região Nordeste e Dirigente Municipal de Educação de Esperança/PB; e Paulo Madson, vice-presidente da Undime Região Centro-Oeste e Dirigente Municipal de Educação de Santa Rita do Trivelato/MT. A coordenadora institucional, Maria Edineide de Almeida Batista, também participou do evento. Para Maristela, o olhar de atenção para o socioemocional é urgente. “Nós viemos de uma pandemia, entramos numa calamidade e passamos por tantas outras questões, que às vezes, impedem que os processos sejam mais leves. Então a questão da saúde emocional e mental está, sim, afetando os nossos professores, as nossas crianças e os pais das nossas crianças. É de extrema importância debater esse assunto, bem como esse curso que será disponibilizado com a participação e a presença da universidade”, afirmou. Durante o seminário, o MEC lançou o curso “Estratégias Socioemocionais para as Infâncias” cujo objetivo é contribuir para o desenvolvimento socioemocional de crianças no ambiente escolar e familiar, além de promover o desenvolvimento de habilidades socioemocionais para as infâncias. A formação é gratuita e está disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC (Avamec). A iniciativa é uma parceria entre o MEC, a Easel Lab da Faculdade de Educação de Harvard e a Fundação Itaú. O evento contou, ainda, a participação de Stephanie Jones, diretora do Ecological Approaches to Social Emotional Learning (Easel) Laboratory, da Faculdade de Educação da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, que apresentou a metodologia baseada nos SEL Kernels (do inglês Social-Emotional Learning), desenvolvida pelo Easel Lab, que utiliza um conjunto de atividades, jogos e rotinas aplicáveis em diversos contextos do cotidiano das crianças.   Fonte e fotos: Undime

Prorrogado prazo para participação em pesquisa inédita do PNLD

Professores interessados em contribuir para a pesquisa do MEC devem responder às perguntas até 24 de novembro. Questionário foi enviado por e-mail, mas também está disponível no Simec via QR Code (Fotos: Gaia Schüler/MEC) O Ministério da Educação (MEC) prorrogou para 24 de novembro o prazo para docentes da rede pública responderem como têm utilizado as obras do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD). Essa é a primeira iniciativa de diagnóstico do programa. Para o ano letivo de 2024, o PNLD disponibilizou 194,6 milhões de exemplares, com investimentos de R$ 2,14 bilhões na compra e distribuição de obras. A intenção da pesquisa é ouvir educadores de todo o país para compreender como escolas, docentes e redes de ensino têm utilizado as obras, assim como para definir perspectivas futuras do programa. Os gestores escolares já receberam uma mensagem de e-mail com o link que devem encaminhar às suas equipes, mas o endereço eletrônico também está disponível no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec) e pelo QR Code abaixo: Uma das maiores políticas de distribuição de livros do mundo, o PNLD fornece obras didáticas, pedagógicas e literárias, bem como outros materiais de apoio à prática educativa, de forma sistemática, regular e gratuita para as escolas públicas de educação básica das redes federal, estaduais, municipais e distrital. A pesquisa, desenvolvida pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC por meio da Diretoria de Apoio à Gestão Educacional (Dage) e da Coordenação-Geral de Materiais Didáticos (CGMD), utilizará diferentes instrumentos para ouvir os vários atores do PNLD. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/prorrogado-prazo-para-participacao-em-pesquisa-inedita-do-pnld Professores interessados em contribuir para a pesquisa do MEC devem responder às perguntas até 24 de novembro. Questionário foi enviado por e-mail, mas também está disponível no Simec via QR Code (Fotos: Gaia Schüler/MEC) O Ministério da Educação (MEC) prorrogou para 24 de novembro o prazo para docentes da rede pública responderem como têm utilizado as obras do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD). Essa é a primeira iniciativa de diagnóstico do programa. Para o ano letivo de 2024, o PNLD disponibilizou 194,6 milhões de exemplares, com investimentos de R$ 2,14 bilhões na compra e distribuição de obras. A intenção da pesquisa é ouvir educadores de todo o país para compreender como escolas, docentes e redes de ensino têm utilizado as obras, assim como para definir perspectivas futuras do programa. Os gestores escolares já receberam uma mensagem de e-mail com o link que devem encaminhar às suas equipes, mas o endereço eletrônico também está disponível no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec) e pelo QR Code abaixo: Uma das maiores políticas de distribuição de livros do mundo, o PNLD fornece obras didáticas, pedagógicas e literárias, bem como outros materiais de apoio à prática educativa, de forma sistemática, regular e gratuita para as escolas públicas de educação básica das redes federal, estaduais, municipais e distrital. A pesquisa, desenvolvida pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC por meio da Diretoria de Apoio à Gestão Educacional (Dage) e da Coordenação-Geral de Materiais Didáticos (CGMD), utilizará diferentes instrumentos para ouvir os vários atores do PNLD. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/prorrogado-prazo-para-participacao-em-pesquisa-inedita-do-pnld

MEC lança programa sobre Educação antirracista

Programa Educação Antirracista em Diálogo estreou na quinta-feira, 20 de novembro, no Canal Educação. Atração conta com entrevistas de especialistas e tem objetivo de dar suporte à formação de professores Nesta quinta-feira, 20 de novembro, o Ministério da Educação (MEC) lançou, no Canal Educação, o programa Educação Antirracista em Diálogo. O projeto é coordenado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) e entrevistará especialistas a cada episódio. A estreia do programa aconteceu às 13h (horário de Brasília). Em uma série de edições, o programa mostrará diversas vozes e histórias inspiradoras, que fortalecem a luta por uma educação antirracista e pela valorização da cultura e dos saberes quilombolas no país. O objetivo das conversas é dar suporte à formação de professores, como parte do eixo Difusão de Saberes da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), que visa promover uma educação pautada pela equidade e pelo antirracismo. Para a estreia dessa série de diálogos, o programa contou com a presença da professora Givânia Maria Silva, mestre em Gestão da Educação e doutora em Sociologia, além de primeira conselheira de educação quilombola no país. Natural do quilombo Conceição das Crioulas, em Pernambuco, Givânia Maria Silva é fundadora e uma das lideranças da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq). No programa, a professora socializa a história inspiradora de Conceição das Crioulas, um território quilombola de mulheres resistentes que conquistaram seu espaço e lutaram pela educação da comunidade. Em 1995, o quilombo viu a criação de uma escola que, desde então, evoluiu de forma impressionante, sendo uma das poucas no Brasil a oferecer educação da creche ao ensino médio dentro do próprio quilombo. A experiência pedagógica desenvolvida lá, denominada “pedagogia crioula”, tornou-se referência para as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Escolar Quilombola. Assim, estabeleceu-se como um exemplo de quanto a educação pode ser transformadora e enraizada nas especificidades culturais e históricas da comunidade. A convidada fala também sobre como tem sido o avanço da aplicação das Diretrizes de Educação Escolar Quilombola e Educação para as Relações Étnico-Raciais, além da implementação do previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nos estados e municípios. Na segunda parte do programa, Givânia Silva responde a perguntas de professores, pesquisadores e especialistas em gestão da educação. Eles também participam do debate sobre questões como as estratégias de luta antirracista, a cultura, a comunicação e a arte nos territórios quilombolas. Reprise – O Educação Antirracista em Diálogo será reprisado às 20h30 e 23h30 de quarta-feira (20). O primeiro episódio ainda será retransmitido no dia 21 de novembro, às 6h; no sábado, 23 de novembro, às 11h; e no domingo, 24 de novembro, às 21h30. Também ficará disponível no canal do MEC no YouTube e no Canal Educação. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/mec-lanca-programa-sobre-educacao-antirracista Programa Educação Antirracista em Diálogo estreou na quinta-feira, 20 de novembro, no Canal Educação. Atração conta com entrevistas de especialistas e tem objetivo de dar suporte à formação de professores Nesta quinta-feira, 20 de novembro, o Ministério da Educação (MEC) lançou, no Canal Educação, o programa Educação Antirracista em Diálogo. O projeto é coordenado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) e entrevistará especialistas a cada episódio. A estreia do programa aconteceu às 13h (horário de Brasília). Em uma série de edições, o programa mostrará diversas vozes e histórias inspiradoras, que fortalecem a luta por uma educação antirracista e pela valorização da cultura e dos saberes quilombolas no país. O objetivo das conversas é dar suporte à formação de professores, como parte do eixo Difusão de Saberes da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), que visa promover uma educação pautada pela equidade e pelo antirracismo. Para a estreia dessa série de diálogos, o programa contou com a presença da professora Givânia Maria Silva, mestre em Gestão da Educação e doutora em Sociologia, além de primeira conselheira de educação quilombola no país. Natural do quilombo Conceição das Crioulas, em Pernambuco, Givânia Maria Silva é fundadora e uma das lideranças da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq). No programa, a professora socializa a história inspiradora de Conceição das Crioulas, um território quilombola de mulheres resistentes que conquistaram seu espaço e lutaram pela educação da comunidade. Em 1995, o quilombo viu a criação de uma escola que, desde então, evoluiu de forma impressionante, sendo uma das poucas no Brasil a oferecer educação da creche ao ensino médio dentro do próprio quilombo. A experiência pedagógica desenvolvida lá, denominada “pedagogia crioula”, tornou-se referência para as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Escolar Quilombola. Assim, estabeleceu-se como um exemplo de quanto a educação pode ser transformadora e enraizada nas especificidades culturais e históricas da comunidade. A convidada fala também sobre como tem sido o avanço da aplicação das Diretrizes de Educação Escolar Quilombola e Educação para as Relações Étnico-Raciais, além da implementação do previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nos estados e municípios. Na segunda parte do programa, Givânia Silva responde a perguntas de professores, pesquisadores e especialistas em gestão da educação. Eles também participam do debate sobre questões como as estratégias de luta antirracista, a cultura, a comunicação e a arte nos territórios quilombolas. Reprise – O Educação Antirracista em Diálogo será reprisado às 20h30 e 23h30 de quarta-feira (20). O primeiro episódio ainda será retransmitido no dia 21 de novembro, às 6h; no sábado, 23 de novembro, às 11h; e no domingo, 24 de novembro, às 21h30. Também ficará disponível no canal do MEC no YouTube e no Canal Educação. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/mec-lanca-programa-sobre-educacao-antirracista