Undime participa de Encontro Nacional de Educação em Direitos Humanos, em Recife

Instituição foi representada pela presidente da Undime Sergipe, Josevanda Franco, e pela presidente da Undime Maranhão, Karla Nascimento A Undime participou na terça-feira, 26 de novembro, de uma mesa redonda, como parte da programação do Encontro Nacional de Educação em Direitos Humanos: Diversidade e Equidade nas Políticas Educacionais, realizado em Recife/PE, que aconteceu até quarta-feira (27). A presidente da Undime Região Nordeste e seccional Sergipe, Josevanda Franco, Dirigente Municipal de Educação (DME) de Nossa Senhora do Socorro/SE e a presidente da Undime Maranhão e suplente na Comissão Nacional de Política Educacionais em Direitos Humanos, DME de Açailândia/MA, Karla Nascimento, representaram a instituição e apresentaram um panorama dos direitos humanos na perspectiva da equidade social e das políticas públicas educacionais. A presidente da Undime/SE, Josevanda Franco, explanou sobre a linha histórica dos direitos humanos no Brasil e os marcos legais, a exemplo da Constituição de 1988, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), do Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH) e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Além de levar a discussão sobre o conjunto de normas, diretrizes, planos e os documentos legais que resguardam o acesso à educação como um direito fundamental, o público pode verificar as estratégias e os desafios para assegurar a diversidade e a equidade nas políticas educacionais do país. “Perpassa por formação de professores, muitos não têm acesso a uma formação continuada que trabalhe adequadamente os temas relacionados aos direitos humanos; nas estratégias de dirimir questões que envolvem preconceitos e polarizações políticas que podem dificultar a implementação; pela necessidade de suprir os profissionais com materiais e estratégias adequadas a cada escola e estimular o protagonismo juvenil”, pontuou Josevanda Franco. Encontro Nacional O evento, que contou com o apoio do Ministério da Educação e parceria da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), teve por objetivos fortalecer o diálogo entre os atores da educação, promover a formulação de políticas públicas e consolidar o Estado democrático de direito no Brasil. Durante a programação dos dois dias, além da conferência de abertura, aconteceram diversas mesas-redondas com temas relacionados à educação em direitos humanos na educação básica e superior, ao papel da escola no enfrentamento às violações desses direitos e ao impacto das mídias sociais na promoção da democracia. O evento contou ainda com visitas técnicas aos equipamentos culturais no Campus Gilberto Freyre da Fundaj e reuniões para articulação de ações nas esferas estadual e federal. Como encerramento, representantes das instituições organizadoras e autoridades discutiram os próximos passos para o fortalecimento das políticas educacionais em direitos humanos. Fonte/Fotos: Undime Sergipe
Programa Escola das Adolescências: lançado 3º guia de apoio a diretores escolares

Documento traz estratégias que apoiam o desenvolvimento profissional dos gestores, além de orientá-los a atuarem como lideranças comprometidas com a equidade O Guia de Apoio ao Desenvolvimento Profissional de Diretores Escolares foi lançado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), nesta terça-feira, 26 de novembro. O documento, divulgado durante seminário disponível no canal do MEC no YouTube, é o terceiro de uma série de dez guias de apoio técnico do Programa Escola das Adolescências, a serem apresentados ainda em 2024. No encontro, também foi lançada a Trilha Formativa do Guia de Apoio às Transições e Alocações de Matrículas, que estará disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem do Ministério da Educação (Avamec). O guia é um recurso técnico do eixo Desenvolvimento Profissional do programa e traz orientações para que os gestores atuem como lideranças comprometidas com a equidade, utilizando ferramentas e estratégias que apoiam o próprio desenvolvimento profissional. Além disso, o documento traz reflexões sobre os desafios e as oportunidades de liderança no contexto educacional brasileiro, bem como diretrizes para a implementação das ações que estruturam a política na rede. “Esse guia foi pensado muito especialmente para este interlocutor-chave [diretores e diretoras escolares] para apoiar no processo da gestão escolar, tanto na direção do aprimoramento profissional quanto na direção de um olhar mais sensível e conectado com os sujeitos que essas escolas atendem, que estão vivenciando essa transição muito importante na dimensão humana, experimentando a saída da infância e a entrada na adolescência”, disse Tereza Farias, coordenadora-geral de Ensino Fundamental, da Diretoria de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica. “Com todas as singularidades e toda a riqueza de peculiaridades, que são muito próprias dessa etapa, eles também experimentam um novo tipo de organização da escola, muito mais complexa e que requer muito mais maturidade e apoio, sobretudo para esse estudante que passa agora para a etapa final do seu percurso de escolarização no ensino fundamental”, completou. Para o coordenador-geral de Formação de Técnicos da Educação Básica, Roberto Junior, o webinário é muito relevante, especialmente ao se tratar do diretor escolar. Segundo o coordenador, a importância de ser um diretor atento para as adolescências permite identificar quem são os adolescentes nas suas escolas. “Quando a gente fala de um professor, a gente está normalmente falando de uma sala de aula, de uma disciplina, mas, quando a gente fala de um diretor escolar, a gente está falando de uma escola inteira. Então, a importância desse ator para a melhoria da qualidade da educação é algo que precisamos sempre levar em voga, é algo a que precisamos estar atentos. Por isso, a Secretaria de Educação Básica vem desenvolvendo vários projetos no sentido de garantir formação continuada para diretores escolares”, disse. Entre os temas discutidos no webinário, estão a estrutura do guia e sua interface com os demais guias do programa e as estratégias de auxílio ao gestor escolar — tópicos apresentados pelas especialistas Anna Penido e Cristiane Carvalho. O diretor escolar Elder Rocha, da Escola Municipal Francisca Ferreira de Avelar, situada em Sete Lagoas (MG), também apresentou sua experiência, com reflexões sobre os desafios e as oportunidades da liderança escolar no contexto educacional nos anos finais do ensino fundamental. O debate foi moderado pela coordenadora substituta de Ensino Fundamental, Ananda Carrias, que destacou o lançamento da primeira trilha formativa do programa no Avamec. Programa – O Programa Escola das Adolescências é uma estratégia do governo federal de apoio técnico e financeiro voltada à ampliação da qualidade social da oferta educativa dos anos finais do ensino fundamental para os estudantes brasileiros. Com isso em vista, prioriza eixos estratégicos que potencializem as redes e escolas, em face das singularidades dos seus principais sujeitos: os pré-adolescentes e adolescentes. Assista ao vídeo com a íntegra do lançamento: Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/lancado-3o-guia-de-apoio-a-diretores-escolares
Inscrições abertas para curso em mentoria de diretores escolares

Secretarias municipais e estaduais têm até 8 de dezembro para se inscreverem. Objetivo é aprimorar práticas de gestão escolar e fomentar troca de experiências entre diretores escolares e técnicos das secretarias de educação (Foto: Fábio Nakakura/MEC) O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), abriu as inscrições para o Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares, que faz parte do Programa de Formação Continuada para Diretores Escolares e Técnicos das Secretarias de Educação (Proditec). O curso visa aprimorar as práticas de gestão escolar, além de fomentar a troca de experiências entre diretores escolares e técnicos das secretarias de educação, promovendo soluções colaborativas para os desafios cotidianos da escola. As secretarias municipais e estaduais de educação interessadas devem formalizar a adesão até 8 de dezembro, por meio do Módulo PAR 4 do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec). O curso, ofertado em parceria com universidades federais, terá aulas on-line síncronas e atividades assíncronas. Será realizado em duas edições no ano de 2025: no início do primeiro e do segundo semestres. As vagas serão distribuídas entre as secretarias estaduais e municipais de educação. Caso a demanda seja superior à oferta, será considerado o critério de distribuição geográfica, no intuito de atender a um maior número de entes federados. Também será levada em consideração a ordem de cadastramento, com prioridade para os primeiros profissionais indicados pelas secretarias. O MEC ainda incentiva que os profissionais qualificados no curso implementem, em seus sistemas de ensino, ações de formação continuada baseadas na metodologia de Mentoria de Diretores Escolares. Essa proposta visa consolidar redes de aprendizado entre os diretores e fortalecer a gestão escolar de forma colaborativa. Para dúvidas, as secretarias podem entrar em contato pelo e-mail cgforg@mec.gov.br ou pelo telefone (61) 2022-8358. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/inscricoes-abertas-para-curso-em-mentoria-de-diretores-escolares
Acesse gratuitamente o livro TIC Educação 2023, análise baseada na pesquisa sobre uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas brasileiras

Lançada pelo Cetic.br, publicação oferece ao leitor análise detalhada sobre o tema, além de artigos produzidos por autores nacionais e internacionais A edição 2023 da TIC Educação, pesquisa que investiga a aplicação das tecnologias de informação e comunicação nas escolas brasileiras, já está disponível em livro. Lançada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), a publicação oferece ao leitor uma visão detalhada do levantamento ao apresentar relatórios metodológico e de coleta de dados, além da análise dos resultados. O material, que conta com versões em português e inglês, traz também artigos produzidos por autores nacionais e internacionais. Os textos abordam temas, como a necessidade de justiça de dados na educação, habilidades digitais de professores do Ensino Básico e impactos de desigualdades na violação da privacidade de estudantes. Realizada desde 2010, a pesquisa mapeia o acesso, o uso e a apropriação das TIC em escolas de Ensino Fundamental e Médio e por alunos, professores, coordenadores pedagógicos e gestores em atividades de ensino, de aprendizagem e de gestão educacional. A edição 2023 revelou, entre outros achados, que em 64% das escolas no país, os estudantes podem utilizar o telefone celular apenas em determinados espaços e horários, enquanto 28% das instituições educacionais não permitem o uso do dispositivo pelos estudantes. O debate sobre a restrição ao uso do celular nas escolas brasileiras tem mobilizado comunidade escolar, especialistas de diferentes áreas e poder público. O estudo observou ainda, com base na comparação dos indicadores de 2020 e 2023 da pesquisa, uma redução na proporção de escolas que liberam o Wi-Fi para os alunos – de 35% para 26% – e um aumento na porcentagem das que limitam o acesso – de 48% para 58%. A 14ª edição da TIC Educação foi realizada entre os meses de agosto de 2023 e abril de 2024, em 3.001 escolas públicas (municipais, estaduais e federais) e particulares, localizadas em área urbana e rural, com cobertura nacional. O levantamento faz parte de um rol de pesquisas conduzidas pelo Cetic.br, que há quase duas décadas produz indicadores sobre o acesso, o uso e a apropriação das TIC em vários segmentos da sociedade. Os dados têm servido como insumo para o desenho e o monitoramento de políticas públicas, ajudando a compreender as desigualdades digitais ainda existentes no país. O Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação é um departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), que está ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). O livro sobre a TIC Educação 2023 pode ser acessado gratuitamente no site: https://cetic.br/pt/publicacao/pesquisa-sobre-o-uso-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-nas-escolas-brasileiras-tic-educacao-2023/. Acesse também o Resumo Executivo da pesquisa: https://cetic.br/pt/publicacao/resumo-executivo-pesquisa-sobre-o-uso-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-nas-escolas-brasileiras-tic-educacao-2023/. Sobre o Cetic.br O Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do NIC.br, é responsável pela produção de indicadores e estatísticas sobre o acesso e o uso da Internet no Brasil, divulgando análises e informações periódicas sobre o desenvolvimento da rede no País. O Cetic.br|NIC.br é, também, um Centro Regional de Estudos sob os auspícios da UNESCO, e completa 19 anos de atuação em 2024. Sobre o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, NIC.br é uma entidade civil de direito privado e sem fins de lucro, encarregada da operação do domínio .br, bem como da distribuição de números IP e do registro de Sistemas Autônomos no País. Sobre o Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br O Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil, coordena e integra todas as iniciativas de serviços Internet no País, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados. Com base nos princípios do multissetorialismo e transparência, o CGI.br representa um modelo de governança da Internet democrático, elogiado internacionalmente, em que todos os setores da sociedade são partícipes de forma equânime de suas decisões. Uma de suas formulações são os 10 Princípios para a Governança e Uso da Internet. Fonte: Cetic.br https://cetic.br/pt/noticia/acesse-gratuitamente-o-livro-tic-educacao-2023-analise-baseada-na-pesquisa-sobre-uso-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-nas-escolas-brasileiras/ Lançada pelo Cetic.br, publicação oferece ao leitor análise detalhada sobre o tema, além de artigos produzidos por autores nacionais e internacionais A edição 2023 da TIC Educação, pesquisa que investiga a aplicação das tecnologias de informação e comunicação nas escolas brasileiras, já está disponível em livro. Lançada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), a publicação oferece ao leitor uma visão detalhada do levantamento ao apresentar relatórios metodológico e de coleta de dados, além da análise dos resultados. O material, que conta com versões em português e inglês, traz também artigos produzidos por autores nacionais e internacionais. Os textos abordam temas, como a necessidade de justiça de dados na educação, habilidades digitais de professores do Ensino Básico e impactos de desigualdades na violação da privacidade de estudantes.Realizada desde 2010, a pesquisa mapeia o acesso, o uso e a apropriação das TIC em escolas de Ensino Fundamental e Médio e por alunos, professores, coordenadores pedagógicos e gestores em atividades de ensino, de aprendizagem e de gestão educacional. A edição 2023 revelou, entre outros achados, que em 64% das escolas no país, os estudantes podem utilizar o telefone celular apenas em determinados espaços e horários, enquanto 28% das instituições educacionais não permitem o uso do dispositivo pelos estudantes. O debate sobre a restrição ao uso do celular nas escolas brasileiras tem mobilizado comunidade escolar, especialistas de diferentes áreas e poder público.O estudo observou ainda, com base na comparação dos indicadores de 2020 e 2023 da pesquisa, uma redução na proporção de escolas que liberam o Wi-Fi para os alunos – de 35% para 26% – e um aumento na porcentagem das que limitam o acesso – de 48% para 58%.A 14ª edição da TIC Educação foi realizada entre os meses de agosto de 2023 e abril de 2024, em 3.001 escolas públicas (municipais, estaduais e federais) e particulares, localizadas em área urbana e rural, com cobertura nacional. O levantamento faz parte de
ETI: 2º ciclo teve pactuação de 92% das matrículas ofertadas

No total, foram pactuadas 943.248 matrículas por 5.097 municípios, pelos 26 estados e pelo Distrito Federal. Agora, de acordo com o cronograma do ciclo 2024-2025, começa o pagamento da 1ª parcela do programa do MEC O segundo ciclo de pactuação do Programa Escola em Tempo Integral, encerrado em 15 de novembro, após o período de redistribuição de matrículas, teve a pactuação de 92,8% das vagas ofertadas. Foram pactuadas 943.248 matrículas por 5.097 municípios, pelos 26 estados e pelo Distrito Federal (DF). Dessas, 519 mil foram pactuadas pelas redes municipais, e 424 mil pelas redes estaduais e distrital. Agora, segundo o cronograma, iniciam-se os pagamentos da primeira parcela aos entes subnacionais. Dentre as 5.568 redes municipais existentes no Brasil, 87,7% pactuaram ao programa, além da adesão integral dos estados e do DF. O número representa um crescimento de 4% em relação à pactuação do ciclo anterior, de 2023 a 2024. Confira o boletim com as informações completas sobre a pactuação para o novo ciclo do Programa Escola em Tempo Integral. Segundo ciclo – O Ministério da Educação (MEC) iniciou o período de adesão ao novo ciclo do Escola em Tempo Integral no dia 12 de agosto, seguindo as regras estabelecidas pela Portaria nº 777/2024. A adesão permite que as redes de ensino acessem os recursos financeiros destinados à criação de matrículas de tempo integral em todas as etapas e modalidades da educação básica. Para esta edição, foram fomentadas mais 1 milhão de matrículas em todo o Brasil, desde a creche até o ensino médio, incluindo estudantes com deficiências, de comunidades quilombolas, do campo e indígenas. O investimento é de R$ 4 bilhões e a meta é alcançar, até o ano de 2026, cerca de 3,2 milhões de matrículas. Tempo integral – O Programa Escola em Tempo Integral é uma estratégia para induzir a criação de matrículas em tempo integral em todas as etapas e modalidades da educação básica. Coordenado pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, o programa busca viabilizar o cumprimento da Meta 6 do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024 (Lei nº 13.005/2014), política de Estado construída pela sociedade e aprovada pelo parlamento brasileiro. No primeiro ciclo do Escola em Tempo Integral, executado entre 2023 e 2024, os municípios, os estados e o Distrito Federal declararam 965.121 matrículas de tempo integral. Até 2026, o governo federal apoiará a criação de 3,2 milhões de novas matrículas de tempo integral em todas as etapas e modalidades. Foto: Divulgação/MECFonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/eti-2o-ciclo-teve-pactuacao-de-92-das-matriculas-ofertadas No total, foram pactuadas 943.248 matrículas por 5.097 municípios, pelos 26 estados e pelo Distrito Federal. Agora, de acordo com o cronograma do ciclo 2024-2025, começa o pagamento da 1ª parcela do programa do MEC O segundo ciclo de pactuação do Programa Escola em Tempo Integral, encerrado em 15 de novembro, após o período de redistribuição de matrículas, teve a pactuação de 92,8% das vagas ofertadas. Foram pactuadas 943.248 matrículas por 5.097 municípios, pelos 26 estados e pelo Distrito Federal (DF). Dessas, 519 mil foram pactuadas pelas redes municipais, e 424 mil pelas redes estaduais e distrital. Agora, segundo o cronograma, iniciam-se os pagamentos da primeira parcela aos entes subnacionais. Dentre as 5.568 redes municipais existentes no Brasil, 87,7% pactuaram ao programa, além da adesão integral dos estados e do DF. O número representa um crescimento de 4% em relação à pactuação do ciclo anterior, de 2023 a 2024. Confira o boletim com as informações completas sobre a pactuação para o novo ciclo do Programa Escola em Tempo Integral. Segundo ciclo – O Ministério da Educação (MEC) iniciou o período de adesão ao novo ciclo do Escola em Tempo Integral no dia 12 de agosto, seguindo as regras estabelecidas pela Portaria nº 777/2024. A adesão permite que as redes de ensino acessem os recursos financeiros destinados à criação de matrículas de tempo integral em todas as etapas e modalidades da educação básica. Para esta edição, foram fomentadas mais 1 milhão de matrículas em todo o Brasil, desde a creche até o ensino médio, incluindo estudantes com deficiências, de comunidades quilombolas, do campo e indígenas. O investimento é de R$ 4 bilhões e a meta é alcançar, até o ano de 2026, cerca de 3,2 milhões de matrículas. Tempo integral – O Programa Escola em Tempo Integral é uma estratégia para induzir a criação de matrículas em tempo integral em todas as etapas e modalidades da educação básica. Coordenado pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, o programa busca viabilizar o cumprimento da Meta 6 do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024 (Lei nº 13.005/2014), política de Estado construída pela sociedade e aprovada pelo parlamento brasileiro. No primeiro ciclo do Escola em Tempo Integral, executado entre 2023 e 2024, os municípios, os estados e o Distrito Federal declararam 965.121 matrículas de tempo integral. Até 2026, o governo federal apoiará a criação de 3,2 milhões de novas matrículas de tempo integral em todas as etapas e modalidades. Foto: Divulgação/MECFonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/eti-2o-ciclo-teve-pactuacao-de-92-das-matriculas-ofertadas
ETI: 2º ciclo teve pactuação de 92% das matrículas ofertadas

No total, foram pactuadas 943.248 matrículas por 5.097 municípios, pelos 26 estados e pelo Distrito Federal. Agora, de acordo com o cronograma do ciclo 2024-2025, começa o pagamento da 1ª parcela do programa do MEC O segundo ciclo de pactuação do Programa Escola em Tempo Integral, encerrado em 15 de novembro, após o período de redistribuição de matrículas, teve a pactuação de 92,8% das vagas ofertadas. Foram pactuadas 943.248 matrículas por 5.097 municípios, pelos 26 estados e pelo Distrito Federal (DF). Dessas, 519 mil foram pactuadas pelas redes municipais, e 424 mil pelas redes estaduais e distrital. Agora, segundo o cronograma, iniciam-se os pagamentos da primeira parcela aos entes subnacionais. Dentre as 5.568 redes municipais existentes no Brasil, 87,7% pactuaram ao programa, além da adesão integral dos estados e do DF. O número representa um crescimento de 4% em relação à pactuação do ciclo anterior, de 2023 a 2024. Confira o boletim com as informações completas sobre a pactuação para o novo ciclo do Programa Escola em Tempo Integral. Segundo ciclo – O Ministério da Educação (MEC) iniciou o período de adesão ao novo ciclo do Escola em Tempo Integral no dia 12 de agosto, seguindo as regras estabelecidas pela Portaria nº 777/2024. A adesão permite que as redes de ensino acessem os recursos financeiros destinados à criação de matrículas de tempo integral em todas as etapas e modalidades da educação básica. Para esta edição, foram fomentadas mais 1 milhão de matrículas em todo o Brasil, desde a creche até o ensino médio, incluindo estudantes com deficiências, de comunidades quilombolas, do campo e indígenas. O investimento é de R$ 4 bilhões e a meta é alcançar, até o ano de 2026, cerca de 3,2 milhões de matrículas. Tempo integral – O Programa Escola em Tempo Integral é uma estratégia para induzir a criação de matrículas em tempo integral em todas as etapas e modalidades da educação básica. Coordenado pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, o programa busca viabilizar o cumprimento da Meta 6 do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024 (Lei nº 13.005/2014), política de Estado construída pela sociedade e aprovada pelo parlamento brasileiro. No primeiro ciclo do Escola em Tempo Integral, executado entre 2023 e 2024, os municípios, os estados e o Distrito Federal declararam 965.121 matrículas de tempo integral. Até 2026, o governo federal apoiará a criação de 3,2 milhões de novas matrículas de tempo integral em todas as etapas e modalidades. Foto: Divulgação/MECFonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/eti-2o-ciclo-teve-pactuacao-de-92-das-matriculas-ofertadas
Acesse gratuitamente o livro TIC Educação 2023, análise baseada na pesquisa sobre uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas brasileiras

Lançada pelo Cetic.br, publicação oferece ao leitor análise detalhada sobre o tema, além de artigos produzidos por autores nacionais e internacionais A edição 2023 da TIC Educação, pesquisa que investiga a aplicação das tecnologias de informação e comunicação nas escolas brasileiras, já está disponível em livro. Lançada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), a publicação oferece ao leitor uma visão detalhada do levantamento ao apresentar relatórios metodológico e de coleta de dados, além da análise dos resultados. O material, que conta com versões em português e inglês, traz também artigos produzidos por autores nacionais e internacionais. Os textos abordam temas, como a necessidade de justiça de dados na educação, habilidades digitais de professores do Ensino Básico e impactos de desigualdades na violação da privacidade de estudantes. Realizada desde 2010, a pesquisa mapeia o acesso, o uso e a apropriação das TIC em escolas de Ensino Fundamental e Médio e por alunos, professores, coordenadores pedagógicos e gestores em atividades de ensino, de aprendizagem e de gestão educacional. A edição 2023 revelou, entre outros achados, que em 64% das escolas no país, os estudantes podem utilizar o telefone celular apenas em determinados espaços e horários, enquanto 28% das instituições educacionais não permitem o uso do dispositivo pelos estudantes. O debate sobre a restrição ao uso do celular nas escolas brasileiras tem mobilizado comunidade escolar, especialistas de diferentes áreas e poder público. O estudo observou ainda, com base na comparação dos indicadores de 2020 e 2023 da pesquisa, uma redução na proporção de escolas que liberam o Wi-Fi para os alunos – de 35% para 26% – e um aumento na porcentagem das que limitam o acesso – de 48% para 58%. A 14ª edição da TIC Educação foi realizada entre os meses de agosto de 2023 e abril de 2024, em 3.001 escolas públicas (municipais, estaduais e federais) e particulares, localizadas em área urbana e rural, com cobertura nacional. O levantamento faz parte de um rol de pesquisas conduzidas pelo Cetic.br, que há quase duas décadas produz indicadores sobre o acesso, o uso e a apropriação das TIC em vários segmentos da sociedade. Os dados têm servido como insumo para o desenho e o monitoramento de políticas públicas, ajudando a compreender as desigualdades digitais ainda existentes no país. O Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação é um departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), que está ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). O livro sobre a TIC Educação 2023 pode ser acessado gratuitamente no site: https://cetic.br/pt/publicacao/pesquisa-sobre-o-uso-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-nas-escolas-brasileiras-tic-educacao-2023/. Acesse também o Resumo Executivo da pesquisa: https://cetic.br/pt/publicacao/resumo-executivo-pesquisa-sobre-o-uso-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-nas-escolas-brasileiras-tic-educacao-2023/. Sobre o Cetic.br O Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do NIC.br, é responsável pela produção de indicadores e estatísticas sobre o acesso e o uso da Internet no Brasil, divulgando análises e informações periódicas sobre o desenvolvimento da rede no País. O Cetic.br|NIC.br é, também, um Centro Regional de Estudos sob os auspícios da UNESCO, e completa 19 anos de atuação em 2024. Sobre o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR — NIC.br é uma entidade civil de direito privado e sem fins de lucro, encarregada da operação do domínio .br, bem como da distribuição de números IP e do registro de Sistemas Autônomos no País. Sobre o Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br O Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil, coordena e integra todas as iniciativas de serviços Internet no País, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados. Com base nos princípios do multissetorialismo e transparência, o CGI.br representa um modelo de governança da Internet democrático, elogiado internacionalmente, em que todos os setores da sociedade são partícipes de forma equânime de suas decisões. Uma de suas formulações são os 10 Princípios para a Governança e Uso da Internet. Fonte: Cetic.br https://cetic.br/pt/noticia/acesse-gratuitamente-o-livro-tic-educacao-2023-analise-baseada-na-pesquisa-sobre-uso-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-nas-escolas-brasileiras/
Undime Sergipe realiza encontro formativo para novos Dirigentes Municipais de Educação

Encontro reiterou o compromisso com a continuidade dos serviços educacionais O regime de colaboração entre as redes públicas estadual e municipais e a continuidade de projetos e ações foram pautas do Seminário Formativo para os novos Dirigentes Municipais de Educação, realizado pela Undime seccional Sergipe, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação e da Cultura (Seduc), nesta segunda-feira, 25 de novembro, em Aracaju/SE. O objetivo foi integrar os novos gestores ao cotidiano da gestão educacional e orientá-los na gestão das políticas educacionais, oferecendo suporte técnico, capacitação e orientação em temas prioritários para a educação pública, como financiamento, qualidade do ensino e valorização dos profissionais da educação. A presidente da Undime/SE e Região Nordeste, Dirigente Municipal de Educação (DME) de Nossa Senhora do Socorro/SE, Josevanda Franco, anfitriã do encontro, disse que a Undime, como instituição que congrega os dirigentes municipais de educação de todo o Brasil, cumpre o papel de, no momento de transição e planejamento de ações, possibilitar aos novos gestores e técnicos a assimilação de temas importantes para o futuro da educação, a exemplo do regime de colaboração, da cultura de avaliação e da estratégia de busca ativa escolar, do financiamento da educação, o papel do dirigente municipal de Educação nas articulações políticas educacionais, o Conselho Municipal de Educação, entre outras pautas. Presente ao evento representando o presidente nacional da Undime, DME de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, o assessor de Projetos da Undime Vilmar Klemann, levou ao encontro o diálogo sobre a plataforma Conviva Educação e a Agenda dos 100 primeiros dias de gestão, a plataforma e o material documentam e resguardam todo o processo de gestão educacional e que devem ser alimentadas pelos gestores. “São duas ferramentas e metodologias de significativa importância na época de transição da gestão”, disse. O secretário de Estado da Educação e da Cultura, Zezinho Sobral, abriu o evento informando os principais projetos e ações em regime de colaboração com os municípios, a exemplo do Alfabetizar pra Valer e do Programa de Apoio aos Municípios para Expansão da Educação Infantil (Ameei) e formação de professores. “É um seminário importantíssimo para estabelecer quais são as informações necessárias aos secretários que assumirão a Educação e para aqueles que estão até dezembro e prestarão contas da gestão, lembrando que a Educação deve ter continuidade e há um regime de colaboração entre os entes nas diversas atividades”, destacou Zezinho Sobral. Também estiveram presentes dialogando com os novos gestores o ex-reitor da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e ex-secretário de Estado da Educação, Josué Modesto dos Passos Subrinho; o coordenador do Pacto Pela Educação e Procurador de Contas do TCE/SE, João Augusto Bandeira de Mello; a coordenadora estadual da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme/SE), Maria José; o coordenador estadual de Formação Continuada ETI/MEC, Valdson José de Santana Júnior; e a diretora da Coordenação de Serviços Educacionais e de Avaliação da Seduc, Jonielly Cruz. Fonte/Fotos: Undime/SE Encontro reiterou o compromisso com a continuidade dos serviços educacionais O regime de colaboração entre as redes públicas estadual e municipais e a continuidade de projetos e ações foram pautas do Seminário Formativo para os novos Dirigentes Municipais de Educação, realizado pela Undime seccional Sergipe, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação e da Cultura (Seduc), nesta segunda-feira, 25 de novembro, em Aracaju/SE. O objetivo foi integrar os novos gestores ao cotidiano da gestão educacional e orientá-los na gestão das políticas educacionais, oferecendo suporte técnico, capacitação e orientação em temas prioritários para a educação pública, como financiamento, qualidade do ensino e valorização dos profissionais da educação. A presidente da Undime/SE e Região Nordeste, Dirigente Municipal de Educação (DME) de Nossa Senhora do Socorro/SE, Josevanda Franco, anfitriã do encontro, disse que a Undime, como instituição que congrega os dirigentes municipais de educação de todo o Brasil, cumpre o papel de, no momento de transição e planejamento de ações, possibilitar aos novos gestores e técnicos a assimilação de temas importantes para o futuro da educação, a exemplo do regime de colaboração, da cultura de avaliação e da estratégia de busca ativa escolar, do financiamento da educação, o papel do dirigente municipal de Educação nas articulações políticas educacionais, o Conselho Municipal de Educação, entre outras pautas. Presente ao evento representando o presidente nacional da Undime, DME de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, o assessor de Projetos da Undime Vilmar Klemann, levou ao encontro o diálogo sobre a plataforma Conviva Educação e a Agenda dos 100 primeiros dias de gestão, a plataforma e o material documentam e resguardam todo o processo de gestão educacional e que devem ser alimentadas pelos gestores. “São duas ferramentas e metodologias de significativa importância na época de transição da gestão”, disse. O secretário de Estado da Educação e da Cultura, Zezinho Sobral, abriu o evento informando os principais projetos e ações em regime de colaboração com os municípios, a exemplo do Alfabetizar pra Valer e do Programa de Apoio aos Municípios para Expansão da Educação Infantil (Ameei) e formação de professores. “É um seminário importantíssimo para estabelecer quais são as informações necessárias aos secretários que assumirão a Educação e para aqueles que estão até dezembro e prestarão contas da gestão, lembrando que a Educação deve ter continuidade e há um regime de colaboração entre os entes nas diversas atividades”, destacou Zezinho Sobral. Também estiveram presentes dialogando com os novos gestores o ex-reitor da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e ex-secretário de Estado da Educação, Josué Modesto dos Passos Subrinho; o coordenador do Pacto Pela Educação e Procurador de Contas do TCE/SE, João Augusto Bandeira de Mello; a coordenadora estadual da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme/SE), Maria José; o coordenador estadual de Formação Continuada ETI/MEC, Valdson José de Santana Júnior; e a diretora da Coordenação de Serviços Educacionais e de Avaliação da Seduc, Jonielly Cruz. Fonte/Fotos: Undime/SE
Undime Sergipe realiza encontro formativo para novos Dirigentes Municipais de Educação

Encontro reiterou o compromisso com a continuidade dos serviços educacionais O regime de colaboração entre as redes públicas estadual e municipais e a continuidade de projetos e ações foram pautas do Seminário Formativo para os novos Dirigentes Municipais de Educação, realizado pela Undime seccional Sergipe, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação e da Cultura (Seduc), nesta segunda-feira, 25 de novembro, em Aracaju/SE. O objetivo foi integrar os novos gestores ao cotidiano da gestão educacional e orientá-los na gestão das políticas educacionais, oferecendo suporte técnico, capacitação e orientação em temas prioritários para a educação pública, como financiamento, qualidade do ensino e valorização dos profissionais da educação. A presidente da Undime/SE e Região Nordeste, Dirigente Municipal de Educação (DME) de Nossa Senhora do Socorro/SE, Josevanda Franco, anfitriã do encontro, disse que a Undime, como instituição que congrega os dirigentes municipais de educação de todo o Brasil, cumpre o papel de, no momento de transição e planejamento de ações, possibilitar aos novos gestores e técnicos a assimilação de temas importantes para o futuro da educação, a exemplo do regime de colaboração, da cultura de avaliação e da estratégia de busca ativa escolar, do financiamento da educação, o papel do dirigente municipal de Educação nas articulações políticas educacionais, o Conselho Municipal de Educação, entre outras pautas. Presente ao evento representando o presidente nacional da Undime, DME de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, o assessor de Projetos da Undime Vilmar Klemann, levou ao encontro o diálogo sobre a plataforma Conviva Educação e a Agenda dos 100 primeiros dias de gestão, a plataforma e o material documentam e resguardam todo o processo de gestão educacional e que devem ser alimentadas pelos gestores. “São duas ferramentas e metodologias de significativa importância na época de transição da gestão”, disse. O secretário de Estado da Educação e da Cultura, Zezinho Sobral, abriu o evento informando os principais projetos e ações em regime de colaboração com os municípios, a exemplo do Alfabetizar pra Valer e do Programa de Apoio aos Municípios para Expansão da Educação Infantil (Ameei) e formação de professores. “É um seminário importantíssimo para estabelecer quais são as informações necessárias aos secretários que assumirão a Educação e para aqueles que estão até dezembro e prestarão contas da gestão, lembrando que a Educação deve ter continuidade e há um regime de colaboração entre os entes nas diversas atividades”, destacou Zezinho Sobral. Também estiveram presentes dialogando com os novos gestores o ex-reitor da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e ex-secretário de Estado da Educação, Josué Modesto dos Passos Subrinho; o coordenador do Pacto Pela Educação e Procurador de Contas do TCE/SE, João Augusto Bandeira de Mello; a coordenadora estadual da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme/SE), Maria José; o coordenador estadual de Formação Continuada ETI/MEC, Valdson José de Santana Júnior; e a diretora da Coordenação de Serviços Educacionais e de Avaliação da Seduc, Jonielly Cruz. Fonte/Fotos: Undime/SE
Redes inscritas podem pedir reavaliação do selo de alfabetização

Articuladores da Renalfa responsáveis pelas inscrições das secretarias podem pedir reconsideração da seleção até 26 de novembro, por meio do Simec As secretarias de educação têm até terça-feira, 26 de novembro, para enviar ao Ministério da Educação (MEC) os pedidos de reconsideração sobre o resultado preliminar do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização 2024, divulgado em 22 de novembro. A solicitação pode ser feita no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec) pelos articuladores da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa) responsáveis pelas inscrições de suas respectivas secretarias, seguindo os passos detalhados no Guia do Participante. Os pedidos serão avaliados, no caso dos municípios, pelo Comitê Estratégico Estadual do Compromisso (Ceec) e, no caso dos estados e do Distrito Federal, pela Comissão Gestora do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização. Com base na deliberação do Ceec e da comissão gestora, bem como em conformidade com essa decisão soberana, um articulador regional e um articulador estadual, respectivamente, deverão registrar no Simec a aprovação ou reprovação do pedido. Os pedidos serão analisados entre 27 de novembro e 2 de dezembro e o resultado final será divulgado no dia 5 de dezembro. Balanço – Neste ano, a primeira edição do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização contou com a participação dos 26 estados e do Distrito Federal, além de 4.578 municípios brasileiros. Isso representa mais de 82% do total de 5.570 de municípios de todo o país. O resultado reflete um esforço conjunto da Renalfa, criada no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA); dos secretários de educação; e dos demais envolvidos no processo. Selo – A iniciativa é desenvolvida dentro do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e visa reconhecer secretarias de educação estaduais, municipais e distrital com boas práticas no âmbito da política. O emblema é dividido em três categorias (bronze, prata e ouro) e é um reconhecimento simbólico concedido às gestões, não devendo ser utilizado para promoção individual de gestores. A cerimônia de entrega acontecerá em Brasília (DF), em data a ser definida. Entre os objetivos do selo, está incentivar a adoção de políticas, programas, estratégias e práticas de gestão pública da educação comprometidos com o cumprimento das metas de alfabetização e de redução de desigualdades estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE) e no CNCA. Para mais informações, acesse o Guia do Participante do concurso. Compromisso – O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada é realizado em regime de colaboração entre a União e os entes federados. O intuito é garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, conforme previsto na Meta 5 do PNE. O CNCA busca, ainda, assegurar a recomposição das aprendizagens, com foco na alfabetização de 100% das crianças matriculadas no 3º, 4º e 5º ano, tendo em vista o impacto da pandemia para esse público. O compromisso não propõe uma resposta única ou centralizada para todo o país. Cada estado, em colaboração com seus municípios, elaborará sua política de alfabetização do território de acordo com as suas especificidades. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/redes-inscritas-podem-pedir-reavaliacao-do-selo-de-alfabetizacao Articuladores da Renalfa responsáveis pelas inscrições das secretarias podem pedir reconsideração da seleção até 26 de novembro, por meio do Simec As secretarias de educação têm até terça-feira, 26 de novembro, para enviar ao Ministério da Educação (MEC) os pedidos de reconsideração sobre o resultado preliminar do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização 2024, divulgado em 22 de novembro. A solicitação pode ser feita no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec) pelos articuladores da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa) responsáveis pelas inscrições de suas respectivas secretarias, seguindo os passos detalhados no Guia do Participante. Os pedidos serão avaliados, no caso dos municípios, pelo Comitê Estratégico Estadual do Compromisso (Ceec) e, no caso dos estados e do Distrito Federal, pela Comissão Gestora do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização. Com base na deliberação do Ceec e da comissão gestora, bem como em conformidade com essa decisão soberana, um articulador regional e um articulador estadual, respectivamente, deverão registrar no Simec a aprovação ou reprovação do pedido. Os pedidos serão analisados entre 27 de novembro e 2 de dezembro e o resultado final será divulgado no dia 5 de dezembro. Balanço – Neste ano, a primeira edição do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização contou com a participação dos 26 estados e do Distrito Federal, além de 4.578 municípios brasileiros. Isso representa mais de 82% do total de 5.570 de municípios de todo o país. O resultado reflete um esforço conjunto da Renalfa, criada no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA); dos secretários de educação; e dos demais envolvidos no processo. Selo – A iniciativa é desenvolvida dentro do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e visa reconhecer secretarias de educação estaduais, municipais e distrital com boas práticas no âmbito da política. O emblema é dividido em três categorias (bronze, prata e ouro) e é um reconhecimento simbólico concedido às gestões, não devendo ser utilizado para promoção individual de gestores. A cerimônia de entrega acontecerá em Brasília (DF), em data a ser definida. Entre os objetivos do selo, está incentivar a adoção de políticas, programas, estratégias e práticas de gestão pública da educação comprometidos com o cumprimento das metas de alfabetização e de redução de desigualdades estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE) e no CNCA. Para mais informações, acesse o Guia do Participante do concurso. Compromisso – O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada é realizado em regime de colaboração entre a União e os entes federados. O intuito é garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, conforme previsto na Meta 5 do PNE. O CNCA busca, ainda, assegurar a recomposição das aprendizagens, com foco na alfabetização de 100% das crianças matriculadas no 3º, 4º e 5º ano, tendo em vista o impacto da pandemia para esse público. O compromisso não propõe uma resposta única ou centralizada para todo o país. Cada estado, em colaboração com seus municípios, elaborará sua política de alfabetização do território de acordo com as suas especificidades. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/redes-inscritas-podem-pedir-reavaliacao-do-selo-de-alfabetizacao
