Educação racial ganha novo incentivo do MEC

Portal do Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, que reconhece iniciativas de educação para as relações étnico-raciais, abre formulário para incentivo financeiro. Os contemplados receberão apoio financeiro de R$ 200 mil A valorização da educação para as relações étnico-raciais ganhou um novo incentivo do Ministério da Educação (MEC). Por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), a pasta incluiu a aba de inscrição no portal do Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva. A seção oferece informações detalhadas sobre o processo, os critérios e os prazos para secretarias de educação que já foram contempladas com o selo inscreverem iniciativas de promoção de equidade racial. As 20 redes de ensino selecionadas pela Comissão receberão um apoio financeiro de R$ 200 mil por cada iniciativa. As inscrições deverão ser feitas por formulário online, entre 3 de fevereiro e 14 de março. Cada secretaria poderá inscrever até duas iniciativas implementadas nas escolas, desde que elas tenham como temática principal a educação para as relações étnico-raciais (Erer) e/ou a educação escolar quilombola (EEQ). Caso a secretaria inscreva duas iniciativas de Erer, pelo menos uma delas deve estar vinculada à EEQ. O apoio financeiro será concedido via Plano de Ações Articuladas para a manutenção, o fortalecimento, a sistematização e a disseminação das ações. As iniciativas inscritas serão avaliadas por uma comissão composta por: dois representantes do MEC; um representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); um representante da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime); um representante da Comissão Técnica Nacional de Diversidade para Assuntos Relacionados à Educação dos Afro-Brasileiros (Cadara); um representante da Comissão Nacional de Educação Escolar Quilombola (Coneeq); e um representante do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir), do Ministério da Igualdade Racial. Resultado – A divulgação de quais secretarias de educação serão contempladas ocorrerá no dia 14 de maio e ficará disponível na página da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), no site do MEC. O prazo para interposição de recurso irá até 24 de maio. O resultado desse pedido será divulgado no dia 6 de junho, assim como as secretarias de educação contempladas com o apoio financeiro. Selo – O Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva de Educação para as Relações Étnico-Raciais visa reconhecer, valorizar e disseminar iniciativas das redes de ensino para execução da Pneerq. Foram selecionadas ações pedagógicas realizadas para a formação de profissionais da educação, tendo em vista a implementação da Lei nº 10.639/2003, que determina o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/educacao-racial-ganha-novo-incentivo-do-mec
Curso online e gratuito facilita a implementação da Busca Ativa Escolar nos estados

O curso ‘Busca Ativa Escolar na Prática’ foi reformulado e está ainda mais leve e dinâmico. On-line e gratuita, a formação apoia os gestores públicos estaduais na implementação da estratégia Busca Ativa Escolar (BAE) nos estados, com conteúdos adequados às funções que cada ator possui na BAE. Os módulos contam com vídeos, animações, estudos de caso, cards e infográficos. Tudo para aprimorar os conhecimentos sobre a estratégia e facilitar a sua implementação no estado. A capacitação ajuda os gestores públicos no cumprimento do seu papel dentro da estratégia, aprimorando as ações e as práticas em andamento e garantindo a (re)matrícula de crianças e adolescentes na escola, além do seu encaminhamento para os diversos serviços públicos. Por que fazer a formação? Conhecer as melhores práticas da Busca Ativa Escolar; Online e autoformativo, pode ser facilmente cursado respeitando a rotina e condições de cada gestor; Cada módulo temática dura apenas 4 horas; Emissão de certificado de participação; Inscrições abertas o ano todo. Fonte: Busca Ativa Escolar https://buscaativaescolar.org.br/noticia/curso-online-e-gratuito-facilita-a-implementacao-da-busca-ativa-escolar-nos-estados O curso ‘Busca Ativa Escolar na Prática’ foi reformulado e está ainda mais leve e dinâmico. On-line e gratuita, a formação apoia os gestores públicos estaduais na implementação da estratégia Busca Ativa Escolar (BAE) nos estados, com conteúdos adequados às funções que cada ator possui na BAE. Os módulos contam com vídeos, animações, estudos de caso, cards e infográficos. Tudo para aprimorar os conhecimentos sobre a estratégia e facilitar a sua implementação no estado. A capacitação ajuda os gestores públicos no cumprimento do seu papel dentro da estratégia, aprimorando as ações e as práticas em andamento e garantindo a (re)matrícula de crianças e adolescentes na escola, além do seu encaminhamento para os diversos serviços públicos. Por que fazer a formação? Conhecer as melhores práticas da Busca Ativa Escolar; Online e autoformativo, pode ser facilmente cursado respeitando a rotina e condições de cada gestor; Cada módulo temática dura apenas 4 horas; Emissão de certificado de participação; Inscrições abertas o ano todo. Fonte: Busca Ativa Escolar https://buscaativaescolar.org.br/noticia/curso-online-e-gratuito-facilita-a-implementacao-da-busca-ativa-escolar-nos-estados
Videoconferência: indicadores utilizados no cálculo do VAAR/Fundeb

Tire suas dúvidas ao vivo, nesta terça-feira, 4 de fevereiro, no Youtube do Conviva Educação A Undime realizará videoconferência para tratar dos indicadores utilizados no cálculo do VAAR/Fundeb. A ideia é apresentar a complementação VAAR bem como as principais mudanças para 2025, além de falar mais especificamente sobre a condicionalidade III, referente à redução das desigualdades educacionais socioeconômicas e raciais e a composição do indicador VAAR. A transmissão on-line será na terça-feira, 4 de fevereiro, às 15h (horário de Brasília), pelo canal do Conviva Educação no YouTube e contará com a participação de Valdoir Wathier, diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica do Ministério da Educação (MEC); Isabel Chagas, chefe da Assessoria de Governança e Gestão Estratégica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep); Clarissa Guimarães Rodrigues, coordenadora de Estudos sobre Financiamento Educacional do Inep. A mediação será feita pelo presidente nacional da Undime, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE. Para acompanhar não é necessário realizar inscrição, basta acessar o link abaixo no dia e horário informados: https://www.youtube.com/watch?v=dkbB2Tfwp7k Os participantes que acompanharem ao vivo e preencherem a lista de frequência, receberão a declaração de participação até 30 dias após a realização da videoconferência. Fonte: Undime Tire suas dúvidas ao vivo, nesta terça-feira, 4 de fevereiro, no Youtube do Conviva Educação A Undime realizará videoconferência para tratar dos indicadores utilizados no cálculo do VAAR/Fundeb. A ideia é apresentar a complementação VAAR bem como as principais mudanças para 2025, além de falar mais especificamente sobre a condicionalidade III, referente à redução das desigualdades educacionais socioeconômicas e raciais e a composição do indicador VAAR. A transmissão on-line será na terça-feira, 4 de fevereiro, às 15h (horário de Brasília), pelo canal do Conviva Educação no YouTube e contará com a participação de Valdoir Wathier, diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica do Ministério da Educação (MEC); Isabel Chagas, chefe da Assessoria de Governança e Gestão Estratégica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep); Clarissa Guimarães Rodrigues, coordenadora de Estudos sobre Financiamento Educacional do Inep. A mediação será feita pelo presidente nacional da Undime, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE. Para acompanhar não é necessário realizar inscrição, basta acessar o link abaixo no dia e horário informados: https://www.youtube.com/watch?v=dkbB2Tfwp7k Os participantes que acompanharem ao vivo e preencherem a lista de frequência, receberão a declaração de participação até 30 dias após a realização da videoconferência. Fonte: Undime
Disponível a matriz de referência do PIRLS 2026

Documento traz fundamentos teórico-metodológicos da avaliação. Pré-teste será em abril de 2025. Estudo afere habilidades em leitura de alunos do 4º ano O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou em seu portal a matriz de referência do Estudo Internacional de Progresso em Leitura (PIRLS) 2026. O documento apresenta os fundamentos teórico-metodológicos da avaliação. O ano de 2025 será dedicado ao estudo preparatório para a aplicação que será realizada em 2026. A estimativa é que, em 2025, cerca de 1.250 estudantes do 4º ano do ensino fundamental participem, em até 25 escolas, sendo uma ou duas turmas por escola, localizadas em uma capital por região do Brasil. – O Inep aplicou o PIRLS a estudantes brasileiros, pela primeira vez, em 2021.– Os resultados dessa primeira avaliação foram divulgados em 2023 e estão disponíveis no portal do Instituto.– A avaliação contou com uma amostra de 187 escolas (públicas e privadas), distribuídas por todas as regiões do Brasil.– Mais de 4.900 alunos do 4º ano do ensino fundamental foram avaliados. Avaliação – O PIRLS afere as habilidades em leitura de alunos do 4º ano do fundamental, momento em que, normalmente, o aluno já aprendeu a ler e está colocando a leitura em prática como um instrumento de aprendizado. Por isso, a avaliação busca coletar dados justamente sobre esse ponto da trajetória escolar. Serve como parâmetro de proficiência em leitura e uma referência para entender o desempenho dos jovens alunos em um cenário global dinâmico. Mundo digital – Em 2021, o PIRLS introduziu um modelo que incluiu formatos de leitura digitais e interativos, que simulam a leitura baseada nas redes. Nesse contexto, mais da metade dos participantes fez a transição para um formato digital. Em 2026, a perspectiva é que o estudo conclua a transição para uma avaliação de leitura inteiramente digital, com o objetivo de criar uma experiência alinhada às práticas diárias dos jovens alunos e à evolução tecnológica. PIRLS – As provas contemplam dois eixos: a experiência literária, e a aquisição e o uso da informação. Além disso, os resultados consideram fatores contextuais que podem influenciar o desempenho dos estudantes. Essa contextualização é feita por meio de questionários, respondidos pelos próprios estudantes, professores e diretores, pais ou responsáveis. O estudo é realizado a cada cinco anos, pela IEA, cooperativa internacional de instituições de pesquisa, acadêmicos e analistas que trabalham para avaliar, entender e melhorar a educação em todo o mundo. Acesse a matriz de referência do PIRLS 2026 Acesse o banco de dados sobre o PIRLS Saiba mais sobre o PIRLS Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/acoes-internacionais/disponivel-a-matriz-de-referencia-do-pirls-2026 Documento traz fundamentos teórico-metodológicos da avaliação. Pré-teste será em abril de 2025. Estudo afere habilidades em leitura de alunos do 4º ano O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou em seu portal a matriz de referência do Estudo Internacional de Progresso em Leitura (PIRLS) 2026. O documento apresenta os fundamentos teórico-metodológicos da avaliação. O ano de 2025 será dedicado ao estudo preparatório para a aplicação que será realizada em 2026. A estimativa é que, em 2025, cerca de 1.250 estudantes do 4º ano do ensino fundamental participem, em até 25 escolas, sendo uma ou duas turmas por escola, localizadas em uma capital por região do Brasil. – O Inep aplicou o PIRLS a estudantes brasileiros, pela primeira vez, em 2021.- Os resultados dessa primeira avaliação foram divulgados em 2023 e estão disponíveis no portal do Instituto.- A avaliação contou com uma amostra de 187 escolas (públicas e privadas), distribuídas por todas as regiões do Brasil.- Mais de 4.900 alunos do 4º ano do ensino fundamental foram avaliados. Avaliação – O PIRLS afere as habilidades em leitura de alunos do 4º ano do fundamental, momento em que, normalmente, o aluno já aprendeu a ler e está colocando a leitura em prática como um instrumento de aprendizado. Por isso, a avaliação busca coletar dados justamente sobre esse ponto da trajetória escolar. Serve como parâmetro de proficiência em leitura e uma referência para entender o desempenho dos jovens alunos em um cenário global dinâmico. Mundo digital – Em 2021, o PIRLS introduziu um modelo que incluiu formatos de leitura digitais e interativos, que simulam a leitura baseada nas redes. Nesse contexto, mais da metade dos participantes fez a transição para um formato digital. Em 2026, a perspectiva é que o estudo conclua a transição para uma avaliação de leitura inteiramente digital, com o objetivo de criar uma experiência alinhada às práticas diárias dos jovens alunos e à evolução tecnológica. PIRLS – As provas contemplam dois eixos: a experiência literária, e a aquisição e o uso da informação. Além disso, os resultados consideram fatores contextuais que podem influenciar o desempenho dos estudantes. Essa contextualização é feita por meio de questionários, respondidos pelos próprios estudantes, professores e diretores, pais ou responsáveis. O estudo é realizado a cada cinco anos, pela IEA, cooperativa internacional de instituições de pesquisa, acadêmicos e analistas que trabalham para avaliar, entender e melhorar a educação em todo o mundo. Acesse a matriz de referência do PIRLS 2026 Acesse o banco de dados sobre o PIRLS Saiba mais sobre o PIRLS Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/acoes-internacionais/disponivel-a-matriz-de-referencia-do-pirls-2026
Confira a íntegra dos cinco episódios da Jornada Pedagógica 2025 promovida pela Undime

Íntegra das transmissões on-line estão disponíveis e concentradas na galeria de vídeos do Conviva Educação e no canal do YouTube e já somam mais de 90 mil visualizações A Undime promoveu a Jornada Pedagógica 2025: diálogo com professores, de 27 a 31 de janeiro, por meio do canal do Conviva Educação no YouTube. Ao todo foram cinco dias de debates sobre assuntos relevantes para o contexto da educação no âmbito municipal. A programação contemplou discussões de assuntos como autoconhecimento, autocuidado, empatia e colaboração; planejamento de ensino; currículo em Educação integral; alfabetização, letramento e multiletramentos; e Educação Especial na perspectiva inclusiva. Todos os vídeos estão disponíveis na galeria da plataforma Conviva e no canal do YouTube. A Jornada Pedagógica 2025 da Undime foi pensada sobretudo para professores, no entanto, foi aberta ao público e puderam participar Dirigentes Municipais de Educação e equipes técnicas de todo país. O primeiro episódio, transmitido na segunda-feira, 27 de janeiro, abordou o tema “Cuidar bem do professor para cuidar do estudante: autoconhecimento, autocuidado, empatia e colaboração”, com a participação de Rodrigo Bressan, médico psiquiatra, professor livre docente da Escola Paulista de Medicina (UNIFESP) e presidente do Instituto Ame Sua Mente e mediação do presidente nacional da Undime, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE. Clique para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=v_e0ZV26148 O segundo episódio da Jornada Pedagógica 2025: diálogo com professores falou sobre “Planejamento de ensino: um olhar para organização das rotinas pedagógicas”. A transmissão, da terça-feira, 28 de janeiro, teve a presença de Bernardete Gatti, titular da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP), como palestrante, e a mediação da presidente da Undime Sergipe e Undime Nordeste, Josevanda Franco. Clique para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=Rb7rj7cd848 “Currículo em Educação integral: práticas em sala de aula” foi o tema do terceiro episódio. Participaram da transmissão virtual, do dia 29 de janeiro, quarta-feira, o sociólogo e educador Miguel Arroyo, e Raquel Franzim, coordenadora-geral de Educação Integral e Tempo Integral do Ministério da Educação. A mediação foi feita pela presidente da Undime Pernambuco e Dirigente Municipal de Educação de Igarassu/PE, Andreika Asseker Amarante. Clique para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=I60Y8pewjKk O quarto episódio, foi ao ar na quinta-feira, 30 de janeiro, abordou o tema “Alfabetização, letramento e multiletramentos”, com a participação de Telma Ferraz Leal, professora titular da Universidade Federal de Pernambuco e integrante do Centro de Estudos em Educação e Linguagem (CEEL/UFPE). A mediação foi realizada pela professora Marcia Baldini, Dirigente Municipal de Educação de Cascavel/PR e presidente da Undime Paraná. Clique para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=dWc6V8XnFY4 O quinto e último episódio da Jornada Pedagógica 2025 foi transmitido no dia 31 de janeiro, sexta-feira, e teve como tema central “Educação Especial na perspectiva inclusiva“. Participaram do encontro Deigles Amaro, especialista em gestão educacional do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maristela Ferrari Ruy Guasselli, presidente da Undime Região Sul e Undime Rio Grande do Sul ficou responsável pela mediação. Clique para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=jAdZZ0F39oU Declaração de participação Os participantes que acompanharam as transmissões ao vivo e preencheram a lista de presença, disponibilizada durante cada transmissão ao vivo no chat do YouTube, receberão uma declaração de participação. Devido a um problema técnico no envio das declarações, algumas pessoas ainda não receberam, mas todas que preencheram as listas receberão a declaração de participação, ainda neste mês de fevereiro de 2025. A orientação é que confiram a caixa de spam, pois pode ter sido redirecionada para lá. Fonte: Undime Íntegra das transmissões on-line estão disponíveis e concentradas na galeria de vídeos do Conviva Educação e no canal do YouTube e já somam mais de 90 mil visualizações A Undime promoveu a Jornada Pedagógica 2025: diálogo com professores, de 27 a 31 de janeiro, por meio do canal do Conviva Educação no YouTube. Ao todo foram cinco dias de debates sobre assuntos relevantes para o contexto da educação no âmbito municipal. A programação contemplou discussões de assuntos como autoconhecimento, autocuidado, empatia e colaboração; planejamento de ensino; currículo em Educação integral; alfabetização, letramento e multiletramentos; e Educação Especial na perspectiva inclusiva. Todos os vídeos estão disponíveis na galeria da plataforma Conviva e no canal do YouTube. A Jornada Pedagógica 2025 da Undime foi pensada sobretudo para professores, no entanto, foi aberta ao público e puderam participar Dirigentes Municipais de Educação e equipes técnicas de todo país. O primeiro episódio, transmitido na segunda-feira, 27 de janeiro, abordou o tema “Cuidar bem do professor para cuidar do estudante: autoconhecimento, autocuidado, empatia e colaboração”, com a participação de Rodrigo Bressan, médico psiquiatra, professor livre docente da Escola Paulista de Medicina (UNIFESP) e presidente do Instituto Ame Sua Mente e mediação do presidente nacional da Undime, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE. Clique para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=v_e0ZV26148 O segundo episódio da Jornada Pedagógica 2025: diálogo com professores falou sobre “Planejamento de ensino: um olhar para organização das rotinas pedagógicas”. A transmissão, da terça-feira, 28 de janeiro, teve a presença de Bernardete Gatti, titular da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP), como palestrante, e a mediação da presidente da Undime Sergipe e Undime Nordeste, Josevanda Franco. Clique para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=Rb7rj7cd848 “Currículo em Educação integral: práticas em sala de aula” foi o tema do terceiro episódio. Participaram da transmissão virtual, do dia 29 de janeiro, quarta-feira, o sociólogo e educador Miguel Arroyo, e Raquel Franzim, coordenadora-geral de Educação Integral e Tempo Integral do Ministério da Educação. A mediação foi feita pela presidente da Undime Pernambuco e Dirigente Municipal de Educação de Igarassu/PE, Andreika Asseker Amarante. Clique para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=I60Y8pewjKk O quarto episódio, foi ao ar na quinta-feira, 30 de janeiro, abordou o tema “Alfabetização, letramento e multiletramentos”, com a participação de Telma Ferraz Leal, professora titular da Universidade Federal de Pernambuco e integrante do Centro de Estudos em Educação e Linguagem (CEEL/UFPE). A mediação foi realizada pela professora Marcia Baldini, Dirigente Municipal de Educação de Cascavel/PR e presidente da Undime Paraná. Clique para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=dWc6V8XnFY4 O quinto e último episódio da Jornada Pedagógica 2025 foi
Curso online e gratuito facilita a implementação da Busca Ativa Escolar nos estados

O curso ‘Busca Ativa Escolar na Prática’ foi reformulado e está ainda mais leve e dinâmico. On-line e gratuita, a formação apoia os gestores públicos estaduais na implementação da estratégia Busca Ativa Escolar (BAE) nos estados, com conteúdos adequados às funções que cada ator possui na BAE. Os módulos contam com vídeos, animações, estudos de caso, cards e infográficos. Tudo para aprimorar os conhecimentos sobre a estratégia e facilitar a sua implementação no estado. A capacitação ajuda os gestores públicos no cumprimento do seu papel dentro da estratégia, aprimorando as ações e as práticas em andamento e garantindo a (re)matrícula de crianças e adolescentes na escola, além do seu encaminhamento para os diversos serviços públicos. Por que fazer a formação? Conhecer as melhores práticas da Busca Ativa Escolar; Online e autoformativo, pode ser facilmente cursado respeitando a rotina e condições de cada gestor; Cada módulo temática dura apenas 4 horas; Emissão de certificado de participação; Inscrições abertas o ano todo. Fonte: Busca Ativa Escolar https://buscaativaescolar.org.br/noticia/curso-online-e-gratuito-facilita-a-implementacao-da-busca-ativa-escolar-nos-estados
Disponível a matriz de referência do PIRLS 2026

Documento traz fundamentos teórico-metodológicos da avaliação. Pré-teste será em abril de 2025. Estudo afere habilidades em leitura de alunos do 4º ano O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou em seu portal a matriz de referência do Estudo Internacional de Progresso em Leitura (PIRLS) 2026. O documento apresenta os fundamentos teórico-metodológicos da avaliação. O ano de 2025 será dedicado ao estudo preparatório para a aplicação que será realizada em 2026. A estimativa é que, em 2025, cerca de 1.250 estudantes do 4º ano do ensino fundamental participem, em até 25 escolas, sendo uma ou duas turmas por escola, localizadas em uma capital por região do Brasil. – O Inep aplicou o PIRLS a estudantes brasileiros, pela primeira vez, em 2021.– Os resultados dessa primeira avaliação foram divulgados em 2023 e estão disponíveis no portal do Instituto.– A avaliação contou com uma amostra de 187 escolas (públicas e privadas), distribuídas por todas as regiões do Brasil.– Mais de 4.900 alunos do 4º ano do ensino fundamental foram avaliados. Avaliação – O PIRLS afere as habilidades em leitura de alunos do 4º ano do fundamental, momento em que, normalmente, o aluno já aprendeu a ler e está colocando a leitura em prática como um instrumento de aprendizado. Por isso, a avaliação busca coletar dados justamente sobre esse ponto da trajetória escolar. Serve como parâmetro de proficiência em leitura e uma referência para entender o desempenho dos jovens alunos em um cenário global dinâmico. Mundo digital – Em 2021, o PIRLS introduziu um modelo que incluiu formatos de leitura digitais e interativos, que simulam a leitura baseada nas redes. Nesse contexto, mais da metade dos participantes fez a transição para um formato digital. Em 2026, a perspectiva é que o estudo conclua a transição para uma avaliação de leitura inteiramente digital, com o objetivo de criar uma experiência alinhada às práticas diárias dos jovens alunos e à evolução tecnológica. PIRLS – As provas contemplam dois eixos: a experiência literária, e a aquisição e o uso da informação. Além disso, os resultados consideram fatores contextuais que podem influenciar o desempenho dos estudantes. Essa contextualização é feita por meio de questionários, respondidos pelos próprios estudantes, professores e diretores, pais ou responsáveis. O estudo é realizado a cada cinco anos, pela IEA, cooperativa internacional de instituições de pesquisa, acadêmicos e analistas que trabalham para avaliar, entender e melhorar a educação em todo o mundo. Acesse a matriz de referência do PIRLS 2026 Acesse o banco de dados sobre o PIRLS Saiba mais sobre o PIRLS Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/acoes-internacionais/disponivel-a-matriz-de-referencia-do-pirls-2026
MEC lança guias para orientar o uso de celulares na escola

Materiais orientam redes de educação e escolas de todo o país sobre o uso consciente do aparelho celular no ambiente escolar. Guias foram disponibilizados nesta sexta-feira (31), na plataforma MEC Red O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), lançou nesta sexta-feira, 31 de janeiro, dois guias práticos acerca do uso equilibrado e consciente de celulares na escola. Os materiais foram publicados em uma coleção digital sobre o tema na plataforma MEC RED. Um é voltado às escolas de todo o país, e o outro, às redes de educação. O material foi apresentado durante o webinário “Por que discutir o uso de celulares nas escolas? Reflexões e estratégias para um uso consciente”, transmitido pelo canal do MEC e do Conviva Educação no YouTube. Os guias buscam conscientizar sobre uso responsável de dispositivos digitais e apresentam estratégias e diretrizes para apoiar a implementação da nova legislação, além de orientações práticas acerca dos desafios, das oportunidades e das estratégias para o uso consciente dos celulares no ambiente escolar. O foco é o uso pedagógico. Para o ministro da Educação, Camilo Santana, a restrição do uso de celular visa alertar a população sobre os danos que o uso excessivo desses equipamentos tem causado na aprendizagem e na qualidade de vida das pessoas. “Claro que o celular e outros aparelhos eletrônicos, como o tablet, poderão ser utilizados para fins pedagógicos. Não queremos proibir o uso, mas sim proteger nossas crianças, contribuindo para que a escola seja um ambiente de aprendizagem e interação, com o uso restrito dessas ferramentas”, explicou. A Lei nº 15.100/2025, sancionada neste ano pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, regulamenta o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante aulas, recreios e intervalos em todas as etapas da educação básica. A vedação não se aplica ao uso pedagógico desses dispositivos. As exceções são permitidas apenas para casos de necessidade, perigo ou força maior. A lei também assegura o uso desses dispositivos para fins de acessibilidade, inclusão, condições de saúde ou garantia de direitos fundamentais. Webinário – Na abertura do webinário “Por que discutir o uso de celulares nas escolas? Reflexões e estratégias para um uso consciente”, a secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt, afirmou que a lei busca otimizar o uso do celular e potencializar os seus benefícios com o uso pedagógico do aparelho. “Já sabemos dos efeitos nocivos, que as nossas crianças, adolescentes e jovens têm muita dificuldade de concentração, além de uma série de danos socioemocionais que vêm sendo causados pelo mau uso”, disse. Schweickardt observou que antigamente havia nas escolas momentos de interação na hora dos intervalos e que é muito importante a volta desse contato entre os alunos. Com o uso dos celulares, isso praticamente deixou de existir no ambiente escolar, segundo ela. “Essa era a hora em que a gente fazia amigos, brincava, jogava, ficava em uma roda de conversa. É isso que a gente está propondo retomar, que o celular na escola seja usado apenas com a orientação e supervisão de uma professora, de um profissional da educação, para uma atividade orientada, intencional e pedagogicamente construída”, destacou. De acordo com a secretária, o MEC está discutindo com as redes de educação a forma correta de agir quando distúrbios psicológicos forem identificados nos alunos neste primeiro momento, por causa da abstinência do uso do celular. Os gestores e professores receberão orientações de como indicar aos estudantes o acompanhamento psicológico, com o envolvimento de toda a rede de apoio à saúde e assistência. “O MEC está preparado para dar o suporte e participar dos debates. Vamos aprender juntos e não vamos pensar no que vai nos faltar. Vamos reaprender e fortalecer tudo aquilo que nos preenche no ambiente escolar e na convivência positiva cara a cara”, concluiu. Participantes – O webinário contou, ainda, com a participação do dirigente municipal de Educação de Ibaretama (CE) e representante da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Alessio Lima, que falou sobre a “Importância do tema na perspectiva das redes municipais”. Além dele, o secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro e relator da nova lei na Câmara dos Deputados, Renan Ferreirinha, e o pediatra e ativista pela infância Daniel Becker participaram do painel “Reflexões e estratégias para o uso consciente dos celulares no ambiente escolar”. Veja o guia para escolas e o guia para as redes. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/janeiro/mec-lanca-guias-para-orientar-o-uso-de-celulares-na-escola Materiais orientam redes de educação e escolas de todo o país sobre o uso consciente do aparelho celular no ambiente escolar. Guias foram disponibilizados nesta sexta-feira (31), na plataforma MEC Red O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), lançou nesta sexta-feira, 31 de janeiro, dois guias práticos acerca do uso equilibrado e consciente de celulares na escola. Os materiais foram publicados em uma coleção digital sobre o tema na plataforma MEC RED. Um é voltado às escolas de todo o país, e o outro, às redes de educação. O material foi apresentado durante o webinário “Por que discutir o uso de celulares nas escolas? Reflexões e estratégias para um uso consciente”, transmitido pelo canal do MEC e do Conviva Educação no YouTube. Os guias buscam conscientizar sobre uso responsável de dispositivos digitais e apresentam estratégias e diretrizes para apoiar a implementação da nova legislação, além de orientações práticas acerca dos desafios, das oportunidades e das estratégias para o uso consciente dos celulares no ambiente escolar. O foco é o uso pedagógico. Para o ministro da Educação, Camilo Santana, a restrição do uso de celular visa alertar a população sobre os danos que o uso excessivo desses equipamentos tem causado na aprendizagem e na qualidade de vida das pessoas. “Claro que o celular e outros aparelhos eletrônicos, como o tablet, poderão ser utilizados para fins pedagógicos. Não queremos proibir o uso, mas sim proteger nossas crianças, contribuindo para que a escola seja um ambiente de aprendizagem e interação, com o uso restrito dessas ferramentas”, explicou. A Lei nº 15.100/2025, sancionada neste ano pelo presidente da
MEC lança guias para orientar o uso de celulares na escola

Materiais orientam redes de educação e escolas de todo o país sobre o uso consciente do aparelho celular no ambiente escolar. Guias foram disponibilizados nesta sexta-feira (31), na plataforma MEC Red O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), lançou nesta sexta-feira, 31 de janeiro, dois guias práticos acerca do uso equilibrado e consciente de celulares na escola. Os materiais foram publicados em uma coleção digital sobre o tema na plataforma MEC RED. Um é voltado às escolas de todo o país, e o outro, às redes de educação. O material foi apresentado durante o webinário “Por que discutir o uso de celulares nas escolas? Reflexões e estratégias para um uso consciente”, transmitido pelo canal do MEC e do Conviva Educação no YouTube. Os guias buscam conscientizar sobre uso responsável de dispositivos digitais e apresentam estratégias e diretrizes para apoiar a implementação da nova legislação, além de orientações práticas acerca dos desafios, das oportunidades e das estratégias para o uso consciente dos celulares no ambiente escolar. O foco é o uso pedagógico. Para o ministro da Educação, Camilo Santana, a restrição do uso de celular visa alertar a população sobre os danos que o uso excessivo desses equipamentos tem causado na aprendizagem e na qualidade de vida das pessoas. “Claro que o celular e outros aparelhos eletrônicos, como o tablet, poderão ser utilizados para fins pedagógicos. Não queremos proibir o uso, mas sim proteger nossas crianças, contribuindo para que a escola seja um ambiente de aprendizagem e interação, com o uso restrito dessas ferramentas”, explicou. A Lei nº 15.100/2025, sancionada neste ano pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, regulamenta o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante aulas, recreios e intervalos em todas as etapas da educação básica. A vedação não se aplica ao uso pedagógico desses dispositivos. As exceções são permitidas apenas para casos de necessidade, perigo ou força maior. A lei também assegura o uso desses dispositivos para fins de acessibilidade, inclusão, condições de saúde ou garantia de direitos fundamentais. Webinário – Na abertura do webinário “Por que discutir o uso de celulares nas escolas? Reflexões e estratégias para um uso consciente”, a secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt, afirmou que a lei busca otimizar o uso do celular e potencializar os seus benefícios com o uso pedagógico do aparelho. “Já sabemos dos efeitos nocivos, que as nossas crianças, adolescentes e jovens têm muita dificuldade de concentração, além de uma série de danos socioemocionais que vêm sendo causados pelo mau uso”, disse. Schweickardt observou que antigamente havia nas escolas momentos de interação na hora dos intervalos e que é muito importante a volta desse contato entre os alunos. Com o uso dos celulares, isso praticamente deixou de existir no ambiente escolar, segundo ela. “Essa era a hora em que a gente fazia amigos, brincava, jogava, ficava em uma roda de conversa. É isso que a gente está propondo retomar, que o celular na escola seja usado apenas com a orientação e supervisão de uma professora, de um profissional da educação, para uma atividade orientada, intencional e pedagogicamente construída”, destacou. De acordo com a secretária, o MEC está discutindo com as redes de educação a forma correta de agir quando distúrbios psicológicos forem identificados nos alunos neste primeiro momento, por causa da abstinência do uso do celular. Os gestores e professores receberão orientações de como indicar aos estudantes o acompanhamento psicológico, com o envolvimento de toda a rede de apoio à saúde e assistência. “O MEC está preparado para dar o suporte e participar dos debates. Vamos aprender juntos e não vamos pensar no que vai nos faltar. Vamos reaprender e fortalecer tudo aquilo que nos preenche no ambiente escolar e na convivência positiva cara a cara”, concluiu. Participantes – O webinário contou, ainda, com a participação do dirigente municipal de Educação de Ibaretama (CE) e representante da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Alessio Lima, que falou sobre a “Importância do tema na perspectiva das redes municipais”. Além dele, o secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro e relator da nova lei na Câmara dos Deputados, Renan Ferreirinha, e o pediatra e ativista pela infância Daniel Becker participaram do painel “Reflexões e estratégias para o uso consciente dos celulares no ambiente escolar”. Veja o guia para escolas e o guia para as redes. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/janeiro/mec-lanca-guias-para-orientar-o-uso-de-celulares-na-escola
Undime participa de webinário sobre o uso de celulares nas escolas

Instituição foi representada pelo presidente Alessio Costa Lima; evento teve o objetivo de conscientizar sobre uso responsável dos dispositivos digitais, além de apresentar estratégias e diretrizes para apoiar redes de ensino na implementação da nova legislação A Undime participou do webinário “Por que discutir o uso de celulares nas escolas? Reflexões e estratégias para um uso consciente”, representada pelo presidente Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/ CE, que falou sobre a importância do tema na perspectiva das redes municipais de ensino. O evento, realizado pelo Ministério da Educação (MEC), na sexta-feira, 31 de janeiro, foi transmitido ao vivo pelo canal do MEC no Youtube e do Conviva Educação. Voltado para profissionais da educação, professores, gestores e a sociedade, o objetivo foi de refletir sobre o tema e compartilhar orientações práticas acerca dos desafios, das oportunidades e das estratégias para o uso consciente dos celulares no ambiente escolar. Na ocasião, também foram lançados os guias de orientação voltados às redes de ensino e às escolas de todo país. Os materiais foram publicados em uma coleção digital sobre o tema na plataforma MEC RED. Os guias buscam conscientizar sobre uso responsável de dispositivos digitais e apresentam estratégias e diretrizes para apoiar a implementação da nova legislação, além de orientações práticas acerca dos desafios, das oportunidades e das estratégias para o uso consciente dos celulares no ambiente escolar. A Lei nº 15.100/2025, regulamenta o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante aulas, recreios e intervalos em todas as etapas da educação básica. A vedação não se aplica ao uso pedagógico desses dispositivos. As exceções são permitidas apenas para casos de necessidade, perigo ou força maior. A lei também assegura o uso desses dispositivos para fins de acessibilidade, inclusão, condições de saúde ou garantia de direitos fundamentais. Na abertura do webinário, a secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt, afirmou que a lei busca otimizar o uso do celular e potencializar os seus benefícios com o uso pedagógico do aparelho. “Já sabemos dos efeitos nocivos, que as nossas crianças, adolescentes e jovens têm muita dificuldade de concentração, além de uma série de danos socioemocionais que vêm sendo causados pelo mau uso”, disse. O presidente da Undime, Alessio Costa Lima, destaca a importância de criar espaços de diálogo para orientar as escolas e redes de ensino na implementação da Lei nº 15.100/2025. “Sabemos que uma lei, por si só, não se aplica automaticamente, especialmente quando envolve mudanças culturais e de hábitos. Exige um trabalho de sensibilização e conscientização para garantir sua implementação eficaz e com o mínimo de transtornos possíveis, permitindo as devidas adaptações. O objetivo é buscar uma convivência harmoniosa com as tecnologias, para que elas sejam integradas à nossa vida de forma a promover o desenvolvimento humano e a evolução da sociedade, e não o contrário, sobretudo ao evitar a criação de um ambiente de disputas e distrações em sala de aula, como ocorre com o uso do celular”, afirmou. Acesse o Guia para as redes de ensino Acesse o Guia para as escolas Assista ao webinário Fonte: Undime (com informações do MEC) Instituição foi representada pelo presidente Alessio Costa Lima; evento teve o objetivo de conscientizar sobre uso responsável dos dispositivos digitais, além de apresentar estratégias e diretrizes para apoiar redes de ensino na implementação da nova legislação A Undime participou do webinário “Por que discutir o uso de celulares nas escolas? Reflexões e estratégias para um uso consciente”, representada pelo presidente Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/ CE, que falou sobre a importância do tema na perspectiva das redes municipais de ensino. O evento, realizado pelo Ministério da Educação (MEC), na sexta-feira, 31 de janeiro, foi transmitido ao vivo pelo canal do MEC no Youtube e do Conviva Educação. Voltado para profissionais da educação, professores, gestores e a sociedade, o objetivo foi de refletir sobre o tema e compartilhar orientações práticas acerca dos desafios, das oportunidades e das estratégias para o uso consciente dos celulares no ambiente escolar. Na ocasião, também foram lançados os guias de orientação voltados às redes de ensino e às escolas de todo país. Os materiais foram publicados em uma coleção digital sobre o tema na plataforma MEC RED. Os guias buscam conscientizar sobre uso responsável de dispositivos digitais e apresentam estratégias e diretrizes para apoiar a implementação da nova legislação, além de orientações práticas acerca dos desafios, das oportunidades e das estratégias para o uso consciente dos celulares no ambiente escolar. A Lei nº 15.100/2025, regulamenta o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante aulas, recreios e intervalos em todas as etapas da educação básica. A vedação não se aplica ao uso pedagógico desses dispositivos. As exceções são permitidas apenas para casos de necessidade, perigo ou força maior. A lei também assegura o uso desses dispositivos para fins de acessibilidade, inclusão, condições de saúde ou garantia de direitos fundamentais. Na abertura do webinário, a secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt, afirmou que a lei busca otimizar o uso do celular e potencializar os seus benefícios com o uso pedagógico do aparelho. “Já sabemos dos efeitos nocivos, que as nossas crianças, adolescentes e jovens têm muita dificuldade de concentração, além de uma série de danos socioemocionais que vêm sendo causados pelo mau uso”, disse. O presidente da Undime, Alessio Costa Lima, destaca a importância de criar espaços de diálogo para orientar as escolas e redes de ensino na implementação da Lei nº 15.100/2025. “Sabemos que uma lei, por si só, não se aplica automaticamente, especialmente quando envolve mudanças culturais e de hábitos. Exige um trabalho de sensibilização e conscientização para garantir sua implementação eficaz e com o mínimo de transtornos possíveis, permitindo as devidas adaptações. O objetivo é buscar uma convivência harmoniosa com as tecnologias, para que elas sejam integradas à nossa vida de forma a promover o desenvolvimento humano e a evolução da sociedade, e não o contrário, sobretudo ao evitar a criação de um ambiente de disputas e distrações em sala de aula, como ocorre com o uso do
