Lançado guia para coordenadores pedagógicos

Publicação do Ministério da Educação integra o Programa Escola das Adolescências e instrumentaliza a liderança pedagógica dentro da escola. Evento de lançamento está disponível no canal do MEC no YouTube (Foto: Divulgação/MEC)   Um Guia de Apoio ao Desenvolvimento Profissional de Coordenadores(as) Pedagógicos(as) foi lançado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB). A publicação, divulgada nesta segunda-feira, 10 de fevereiro, instrumentaliza a liderança pedagógica das escolas, tanto para o próprio desenvolvimento profissional quanto para a implementação das ações que estruturam a política. O lançamento, que integra o eixo de desenvolvimento profissional do Programa Escola das Adolescências, está disponível no canal do MEC no YouTube.  “Os coordenadores pedagógicos são profissionais fundamentais para a qualidade do processo educacional, porque eles têm a responsabilidade de facilitar todas as relações no ambiente e no contexto escolar”, apontou o consultor da Coordenação-Geral de Ensino Fundamental (Cogef) do MEC, Victor Eyng, durante o lançamento. “Eles desempenham o papel de intermediar as conversas entre professores, estudantes, familiares, responsáveis e a comunidade em geral, para melhorar a gestão pedagógica, a aprendizagem e o desenvolvimento de todos os estudantes”, finalizou.  Uma das autoras do guia e representante do Roda Educativa, Roberta Panico, destacou como a criação do documento pode auxiliar os profissionais: “O principal propósito do guia é auxiliar os coordenadores pedagógicos a fortalecer os anos finais do ensino fundamental e a implementar essa política tão importante. Acreditamos muito no potencial desse profissional e na capacidade de criar estratégias e iniciativas que garantam que o programa seja efetivo. O coordenador é uma das principais lideranças da escola e tem o importante papel de formar novas lideranças dentro do contexto educacional”.   O guia reúne estratégias para valorizar o contexto sociocultural e o momento de desenvolvimento dos estudantes nos anos finais do ensino fundamental. A iniciativa consolida o foco na aprendizagem, ampliando e articulando diferentes experiências formativas na perspectiva dos letramentos, do desenvolvimento socioemocional e da autonomia intelectual.   Nesse cenário, o MEC entende que a coordenação pedagógica tem um papel essencial na liderança e na articulação da rede de saberes que é a escola, atuando em parceria com os diferentes atores para o aprendizado e desenvolvimento pleno dos estudantes, ao mesmo tempo em que proporciona oportunidades de aprendizagem à equipe docente.  O guia foi produzido pelas especialistas Tereza Perez e Roberta Panico, que apresentaram o material junto com as experiências de rede da coordenadora pedagógica Simone Alves, do Instituto Anísio Teixeira (IAT), vinculado à Secretaria Estadual de Educação da Bahia, e Rafaela Possato, gerente de Educação Infantil e Ensino Fundamental da Secretaria Estadual de Educação do Espírito Santo.  Escola das Adolescências – O Programa Escola das Adolescências, instituído pela Portaria nº 635/2024, é uma estratégia do governo federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro para fortalecer os anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). Conjugando esforços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a iniciativa busca construir uma proposta para essa etapa de ensino que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil; promova um espaço acolhedor; e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes.    A política inclui produção e divulgação de guias temáticos sobre os anos finais do ensino fundamental, assim como incentiva, financeiramente, escolas priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais. Além disso, encoraja maior conexão com as características dos anos finais, para apoiar a construção de trajetórias de sucesso escolar. Suas estratégias se dividem em três eixos: governança; organização curricular e pedagógica; e desenvolvimento profissional.      Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/lancado-guia-para-coordenadores-pedagogicos

Undime reúne Colegiado Ampliado em Brasília

Primeiro encontro presencial de 2025 aconteceu na sede da instituição, na manhã desta segunda-feira (10) Os presidentes estaduais das seccionais da Undime estiveram, na manhã desta segunda-feira, 10 de fevereiro, na sede da instituição, em Brasília, para participar de reunião do Colegiado Ampliado. A reunião foi marcada considerando a participação das presidências estaduais da Undime na “Cerimônia de Entrega do Selo Nacional do Compromisso com a Alfabetização”, que será realizada no mesmo dia na capital federal. O encontro contou com a abertura do presidente nacional e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, que deu as boas-vindas aos presentes e ressaltou a importância de momentos como esse para o fortalecimento institucional. A reunião antecede o período dos Fóruns Estaduais das seccionais – saiba mais aqui – e marca ainda o primeiro encontro presencial do grupo de 2025. Na pauta da reunião estavam assuntos internos, além de discussões envolvendo os últimos eventos dos quais a instituição participou, como o Seminário “Escola que Protege: Balanço e Perspectivas”. O programa Escola que Protege é uma iniciativa do Ministério Educação (MEC) que visa promover a formação continuada de profissionais da educação, fomentar a construção de planos de enfrentamento à violência e respostas a emergências, além de assessorar as redes de ensino em casos de ataques de violência extrema, e oferecer formações temáticas para os profissionais da educação, orientar na elaboração de planos de prevenção e resposta, e promover a cultura de paz e a convivência democrática. A Undime contribuiu com a construção do programa. Também foram pontos de pauta: a minuta da Resolução das Diretrizes Operacionais para a Educação Integral, apresentada para a Undime em reunião do Conselho Nacional de Educação, na última sexta-feira (7); a Lei 15.100/25 que trata da utilização de celulares na escola; cursos oferecidos pelo Ministério Educação; a pesquisa sobre a implementação da Lei 13.935/19, que dispõe sobre a prestação de serviços de psicologia e de serviço social nas redes públicas de educação básica; e atualizações sobre o Grupo de Trabalho do Fórum Permanente do Piso Salarial. Fonte/Fotos: Undime Primeiro encontro presencial de 2025 aconteceu na sede da instituição, na manhã desta segunda-feira (10) Os presidentes estaduais das seccionais da Undime estiveram, na manhã desta segunda-feira, 10 de fevereiro, na sede da instituição, em Brasília, para participar de reunião do Colegiado Ampliado. A reunião foi marcada considerando a participação das presidências estaduais da Undime na “Cerimônia de Entrega do Selo Nacional do Compromisso com a Alfabetização”, que será realizada no mesmo dia na capital federal. O encontro contou com a abertura do presidente nacional e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, que deu as boas-vindas aos presentes e ressaltou a importância de momentos como esse para o fortalecimento institucional. A reunião antecede o período dos Fóruns Estaduais das seccionais – saiba mais aqui – e marca ainda o primeiro encontro presencial do grupo de 2025. Na pauta da reunião estavam assuntos internos, além de discussões envolvendo os últimos eventos dos quais a instituição participou, como o Seminário “Escola que Protege: Balanço e Perspectivas”. O programa Escola que Protege é uma iniciativa do Ministério Educação (MEC) que visa promover a formação continuada de profissionais da educação, fomentar a construção de planos de enfrentamento à violência e respostas a emergências, além de assessorar as redes de ensino em casos de ataques de violência extrema, e oferecer formações temáticas para os profissionais da educação, orientar na elaboração de planos de prevenção e resposta, e promover a cultura de paz e a convivência democrática. A Undime contribuiu com a construção do programa. Também foram pontos de pauta: a minuta da Resolução das Diretrizes Operacionais para a Educação Integral, apresentada para a Undime em reunião do Conselho Nacional de Educação, na última sexta-feira (7); a Lei 15.100/25 que trata da utilização de celulares na escola; cursos oferecidos pelo Ministério Educação; a pesquisa sobre a implementação da Lei 13.935/19, que dispõe sobre a prestação de serviços de psicologia e de serviço social nas redes públicas de educação básica; e atualizações sobre o Grupo de Trabalho do Fórum Permanente do Piso Salarial. Fonte/Fotos: Undime

Videoconferência vai dar orientações sobre o Pacto pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA

A transmissão será pelo YouTube do Conviva Educação Na quinta-feira, 13 de fevereiro, às 15h (horário de Brasília), a Undime, por meio da plataforma Conviva Educação, realiza uma videoconferência no Youtube da plataforma, sobre o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos e trazer orientações aos novos Dirigentes Municipais de Educação. O Pacto é uma política do Ministério da Educação em colaboração com os estados, os municípios e o Distrito Federal. O objetivo é superar o analfabetismo, elevar a escolaridade e ampliar a oferta de matrículas na EJA nos sistemas públicos de ensino, inclusive entre os estudantes privados de liberdade. O encontro virtual abordar algumas ações e programas no âmbito do Pacto, já em curso nos territórios como: o Programa Brasil Alfabetizado; o PDDE-EJA; a chamada pública para aumentar as matrículas da EJA e enfrentar o histórico decréscimo nas matrículas; a estrutura de governança do Pacto e a formação continuada para os professores da EJA; a formação em serviço dentro do Programa Nacional de Formação de Professores, além de outros aspectos. Para acompanhar, não é necessário realizar inscrição. Basta acessar o YouTube do Conviva Educação ou clicar no link: https://www.youtube.com/watch?v=D4PPua5JCi4 A transmissão é aberta ao público e quem acompanhar ao vivo e preencher a lista de frequência, vai receber a declaração de participação em até 30 dias após a videoconferência. Fonte: Conviva Educação https://convivaeducacao.org.br/fique_atento/5260 A transmissão será pelo YouTube do Conviva Educação Na quinta-feira, 13 de fevereiro, às 15h (horário de Brasília), a Undime, por meio da plataforma Conviva Educação, realiza uma videoconferência no Youtube da plataforma, sobre o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos e trazer orientações aos novos Dirigentes Municipais de Educação. O Pacto é uma política do Ministério da Educação em colaboração com os estados, os municípios e o Distrito Federal. O objetivo é superar o analfabetismo, elevar a escolaridade e ampliar a oferta de matrículas na EJA nos sistemas públicos de ensino, inclusive entre os estudantes privados de liberdade. O encontro virtual abordar algumas ações e programas no âmbito do Pacto, já em curso nos territórios como: o Programa Brasil Alfabetizado; o PDDE-EJA; a chamada pública para aumentar as matrículas da EJA e enfrentar o histórico decréscimo nas matrículas; a estrutura de governança do Pacto e a formação continuada para os professores da EJA; a formação em serviço dentro do Programa Nacional de Formação de Professores, além de outros aspectos. Para acompanhar, não é necessário realizar inscrição. Basta acessar o YouTube do Conviva Educação ou clicar no link: https://www.youtube.com/watch?v=D4PPua5JCi4 A transmissão é aberta ao público e quem acompanhar ao vivo e preencher a lista de frequência, vai receber a declaração de participação em até 30 dias após a videoconferência. Fonte: Conviva Educação https://convivaeducacao.org.br/fique_atento/5260

Undime participa de seminário sobre a implementação dos serviços de Psicologia e Serviço Social nas redes de ensino

Evento promovido pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação aconteceu na sexta-feira, 7 de fevereiro (Foto: divulgação MEC) A Undime participou, na sexta-feira, 7 de fevereiro, do Seminário Nacional “Implementação dos Serviços de Psicologia e Serviço Social nas Redes de Ensino: Desafios e Possibilidades”, realizado pela Secretaria de Educação Básica do MEC. A instituição foi representada pelo presidente nacional Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, e pela presidente da Undime Sergipe e Região Nordeste, Josevanda Franco. O evento teve como finalidade apresentar os subsídios e recomendações com vistas à elaboração das orientações para a implementação dos serviços de psicologia e serviço social nas redes públicas de ensino, na forma da Lei Federal nº 13.935/2019, de 11 de dezembro de 2019. Na ocasião, o Grupo de Trabalho, criado com esse objetivo, apresentou o relatório do Documento de Subsídios para a Implementação da Lei 13.935/2019, que será entregue ao ministro da Educação, Camilo Santana. Para Alessio, os próximos passos serão extremamente importantes para a implementação da Lei a fim de que possibilite que o documento chegue a todos os interessados. “É preciso que o MEC oportunize momentos de formação, de discussão, divulgação e de trabalharmos com o documento pelo menos em cada um dos estados brasileiros, reunindo Dirigentes Municipais de Educação em cada estado. E neste sentido a Undime se coloca à disposição para colaborar, em articulação com o Ministério da Educação, junto às redes municipais de ensino. É fundamental também termos muito próxima a participação tanto do Conselho Nacional de Educação como dos Conselhos Estaduais e Municipais da Educação para que a gente tenha realmente um alinhamento em torno do que está previsto no documento”. Além de compor a mesa de abertura, o presidente nacional da Undime participou da mesa que debateu “Estratégias colaborativas para a implementação da Lei 13.935/2019” junto à Raquel Souza Lopo Guzzo, representante do Conselho Federal de Psicologia; Kelly Melatti, representante do Conselho Federal de Serviço Social; e Cleunice Rehem, conselheira da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação. O debate contou com a mediação do diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro do Nascimento Santos. O objetivo da mesa foi discutir qual foi o papel do Grupo de Trabalho Intersetorial pela implementação da Lei 13.935/2019 que dispõe sobre os Serviços de Psicologia e Serviço Social nas Redes de Ensino a partir da elaboração dos subsídios para a sua regulamentação. As representantes dos Conselhos Federal de Psicologia e de Serviço Social falaram sobre qual o papel e o desafio na formação e valorização profissional dos psicólogos e assistentes sociais que atuam na educação. A representante do Conselho Federal de Psicologia defendeu que a formação desses profissionais seja um ponto de atenção e destacou ainda outros dois pontos que, segundo ela, vão requerer atenção: a criação de cargos e concursos públicos; e a formação continuada desses profissionais. Raquel enfatizou que o país é enorme e tem diferentes realidades e que não é simplesmente colocar o profissional lá. Ela reforçou que é necessário escutar, estar no dia a dia na escola, ouvir os profissionais, as crianças e as famílias, e colaborativamente pensar em planos para a escola que sejam capazes de mudar a realidade cotidianamente. Alessio apresentou os resultados preliminares da pesquisa aplicada pela Undime em parceria com o Consed, em outubro de 2024, para identificar como está o processo de implementação da Lei nº 13.935/ 2019. “Os resultados representam uma espécie de diagnóstico da implementação da lei no âmbito dos municípios e posteriormente serão enviados ao Ministério da Educação. Esses dados serão essenciais para o acompanhamento da implementação”, disse. A representante do CNE disse que está esperançosa quanto ao trabalho que será desenvolvido no âmbito do Conselho e que o CNE vai se debruçar sobre o Documento de Subsídios para a Implementação da Lei 13.935/2019. De acordo com Cleunice, o Conselho vai também abrir consulta pública para escutar estudantes, professores e instituições, uma vez que cabe ao CNE estabelecer diretrizes referentes ao que determina a lei. O seminário contou com transmissão pelo canal do MEC no YouTube. Confira aqui. Fonte/Fotos: Undime Evento promovido pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação aconteceu na sexta-feira, 7 de fevereiro (Foto: divulgação MEC) A Undime participou, na sexta-feira, 7 de fevereiro, do Seminário Nacional “Implementação dos Serviços de Psicologia e Serviço Social nas Redes de Ensino: Desafios e Possibilidades”, realizado pela Secretaria de Educação Básica do MEC. A instituição foi representada pelo presidente nacional Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, e pela presidente da Undime Sergipe e Região Nordeste, Josevanda Franco. O evento teve como finalidade apresentar os subsídios e recomendações com vistas à elaboração das orientações para a implementação dos serviços de psicologia e serviço social nas redes públicas de ensino, na forma da Lei Federal nº 13.935/2019, de 11 de dezembro de 2019. Na ocasião, o Grupo de Trabalho, criado com esse objetivo, apresentou o relatório do Documento de Subsídios para a Implementação da Lei 13.935/2019, que será entregue ao ministro da Educação, Camilo Santana. Para Alessio, os próximos passos serão extremamente importantes para a implementação da Lei a fim de que possibilite que o documento chegue a todos os interessados. “É preciso que o MEC oportunize momentos de formação, de discussão, divulgação e de trabalharmos com o documento pelo menos em cada um dos estados brasileiros, reunindo Dirigentes Municipais de Educação em cada estado. E neste sentido a Undime se coloca à disposição para colaborar, em articulação com o Ministério da Educação, junto às redes municipais de ensino. É fundamental também termos muito próxima a participação tanto do Conselho Nacional de Educação como dos Conselhos Estaduais e Municipais da Educação para que a gente tenha realmente um alinhamento em torno do que está previsto no documento”. Além de compor a mesa de abertura, o presidente nacional da Undime participou da mesa que debateu “Estratégias colaborativas para a implementação da Lei 13.935/2019” junto à Raquel Souza Lopo Guzzo, representante do Conselho Federal

Undime promove videoconferência sobre currículo e aprendizagem para os anos finais do Ensino Fundamental

Transmissão ocorreu na quinta-feira, 6 de fevereiro, pelo canal do Conviva Educação no YouTube; vídeo com a íntegra está disponível “Currículo e aprendizagem para os anos finais do Ensino Fundamental” esse foi o tema da videoconferência que a Undime promoveu, por meio do Conviva Educação, na última quinta-feira, 6 de fevereiro, às 15h (horário de Brasília). A convidada foi a coordenadora-geral de Ensino Fundamental do Ministério da Educação (MEC), Tereza Farias e a mediação ficou por conta do Dirigente Municipal de Educação de Jucás/CE e presidente da Undime Ceará, José Marques Aurélio de Souza. O debate apresentou o Programa Escola das Adolescências e debateu o eixo de organização curricular e pedagógica da iniciativa do governo federal que tem como objetivo construir uma proposta para a etapa dos anos finais que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil. Na oportunidade, a representante do MEC apresentou os eixos do Escola das Adolescências, que são baseados em governança, desenvolvimento profissional e organização curricular e pedagógica. Um dos objetivos é apoiar gestores municipais a implementar Clubes de Letramento nas suas redes de ensino. “Garantir a qualidade de ensino não é só garantir o acesso, mas o acesso com permanência e efetiva aprendizagem. A gente tem que trazer os adolescentes dos anos finais para dentro da agenda das políticas públicas brasileiras”, destacou Farias. O presidente da Undime Ceará, que representa a Undime no Comitê Nacional do Programa Escola das Adolescências, disse que o MEC apresenta políticas que de fato fortalecem o direito à aprendizagem. “Para todos nós que estamos trabalhando com os adolescentes, é importante ver um programa desses, que trabalha sob uma ótica do próprio estudante, como ele vê a escola e o seu papel dentro dela”, afirmou. O vídeo com a íntegra está disponível na galeria do Conviva e pode ser acessado aqui. Fonte: Undime Transmissão ocorreu na quinta-feira, 6 de fevereiro, pelo canal do Conviva Educação no YouTube; vídeo com a íntegra está disponível “Currículo e aprendizagem para os anos finais do Ensino Fundamental” esse foi o tema da videoconferência que a Undime promoveu, por meio do Conviva Educação, na última quinta-feira, 6 de fevereiro, às 15h (horário de Brasília). A convidada foi a coordenadora-geral de Ensino Fundamental do Ministério da Educação (MEC), Tereza Farias e a mediação ficou por conta do Dirigente Municipal de Educação de Jucás/CE e presidente da Undime Ceará, José Marques Aurélio de Souza. O debate apresentou o Programa Escola das Adolescências e debateu o eixo de organização curricular e pedagógica da iniciativa do governo federal que tem como objetivo construir uma proposta para a etapa dos anos finais que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil. Na oportunidade, a representante do MEC apresentou os eixos do Escola das Adolescências, que são baseados em governança, desenvolvimento profissional e organização curricular e pedagógica. Um dos objetivos é apoiar gestores municipais a implementar Clubes de Letramento nas suas redes de ensino. “Garantir a qualidade de ensino não é só garantir o acesso, mas o acesso com permanência e efetiva aprendizagem. A gente tem que trazer os adolescentes dos anos finais para dentro da agenda das políticas públicas brasileiras”, destacou Farias. O presidente da Undime Ceará, que representa a Undime no Comitê Nacional do Programa Escola das Adolescências, disse que o MEC apresenta políticas que de fato fortalecem o direito à aprendizagem. “Para todos nós que estamos trabalhando com os adolescentes, é importante ver um programa desses, que trabalha sob uma ótica do próprio estudante, como ele vê a escola e o seu papel dentro dela”, afirmou. O vídeo com a íntegra está disponível na galeria do Conviva e pode ser acessado aqui. Fonte: Undime

Undime promove videoconferência sobre currículo e aprendizagem para os anos finais do Ensino Fundamental

Transmissão ocorreu na quinta-feira, 6 de fevereiro, pelo canal do Conviva Educação no YouTube; vídeo com a íntegra está disponível     “Currículo e aprendizagem para os anos finais do Ensino Fundamental” esse foi o tema da videoconferência que a Undime promoveu, por meio do Conviva Educação, na última quinta-feira, 6 de fevereiro, às 15h (horário de Brasília). A convidada foi a coordenadora-geral de Ensino Fundamental do Ministério da Educação (MEC), Tereza Farias e a mediação ficou por conta do Dirigente Municipal de Educação de Jucás/CE e presidente da Undime Ceará, José Marques Aurélio de Souza. O debate apresentou o Programa Escola das Adolescências e debateu o eixo de organização curricular e pedagógica da iniciativa do governo federal que tem como objetivo construir uma proposta para a etapa dos anos finais que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil. Na oportunidade, a representante do MEC apresentou os eixos do Escola das Adolescências, que são baseados em governança, desenvolvimento profissional e organização curricular e pedagógica. Um dos objetivos é apoiar gestores municipais a implementar Clubes de Letramento nas suas redes de ensino. “Garantir a qualidade de ensino não é só garantir o acesso, mas o acesso com permanência e efetiva aprendizagem. A gente tem que trazer os adolescentes dos anos finais para dentro da agenda das políticas públicas brasileiras”, destacou Farias. O presidente da Undime Ceará, que representa a Undime no Comitê Nacional do Programa Escola das Adolescências, disse que o MEC apresenta políticas que de fato fortalecem o direito à aprendizagem. “Para todos nós que estamos trabalhando com os adolescentes, é importante ver um programa desses, que trabalha sob uma ótica do próprio estudante, como ele vê a escola e o seu papel dentro dela”, afirmou. O vídeo com a íntegra está disponível na galeria do Conviva e pode ser acessado aqui. Fonte: Undime

Videoconferência vai dar orientações sobre o Pacto pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA

A transmissão será pelo YouTube do Conviva Educação   Na quinta-feira, 13 de fevereiro, às 15h (horário de Brasília), a Undime, por meio da plataforma Conviva Educação, realiza uma videoconferência no Youtube da plataforma, sobre o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos e trazer orientações aos novos Dirigentes Municipais de Educação. O Pacto é uma política do Ministério da Educação em colaboração com os estados, os municípios e o Distrito Federal. O objetivo é superar o analfabetismo, elevar a escolaridade e ampliar a oferta de matrículas na EJA nos sistemas públicos de ensino, inclusive entre os estudantes privados de liberdade. O encontro virtual abordar algumas ações e programas no âmbito do Pacto, já em curso nos territórios como: o Programa Brasil Alfabetizado; o PDDE-EJA; a chamada pública para aumentar as matrículas da EJA e enfrentar o histórico decréscimo nas matrículas; a estrutura de governança do Pacto e a formação continuada para os professores da EJA; a formação em serviço dentro do Programa Nacional de Formação de Professores, além de outros aspectos. Para acompanhar, não é necessário realizar inscrição. Basta acessar o YouTube do Conviva Educação ou clicar no link: https://www.youtube.com/watch?v=D4PPua5JCi4 A transmissão é aberta ao público e quem acompanhar ao vivo e preencher a lista de frequência, vai receber a declaração de participação em até 30 dias após a videoconferência. Fonte: Conviva Educação https://convivaeducacao.org.br/fique_atento/5260

Undime participa de seminário sobre a implementação dos serviços de Psicologia e Serviço Social nas redes de ensino

Evento promovido pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação aconteceu na sexta-feira, 7 de fevereiro (Foto: divulgação MEC) A Undime participou, na sexta-feira, 7 de fevereiro, do Seminário Nacional “Implementação dos Serviços de Psicologia e Serviço Social nas Redes de Ensino: Desafios e Possibilidades”, realizado pela Secretaria de Educação Básica do MEC. A instituição foi representada pelo presidente nacional Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, e pela presidente da Undime Sergipe e Região Nordeste, Josevanda Franco. O evento teve como finalidade apresentar os subsídios e recomendações com vistas à elaboração das orientações para a implementação dos serviços de psicologia e serviço social nas redes públicas de ensino, na forma da Lei Federal nº 13.935/2019, de 11 de dezembro de 2019. Na ocasião, o Grupo de Trabalho, criado com esse objetivo, apresentou o relatório do Documento de Subsídios para a Implementação da Lei 13.935/2019, que será entregue ao ministro da Educação, Camilo Santana. Para Alessio, os próximos passos serão extremamente importantes para a implementação da Lei a fim de que possibilite que o documento chegue a todos os interessados. “É preciso que o MEC oportunize momentos de formação, de discussão, divulgação e de trabalharmos com o documento pelo menos em cada um dos estados brasileiros, reunindo Dirigentes Municipais de Educação em cada estado. E neste sentido a Undime se coloca à disposição para colaborar, em articulação com o Ministério da Educação, junto às redes municipais de ensino. É fundamental também termos muito próxima a participação tanto do Conselho Nacional de Educação como dos Conselhos Estaduais e Municipais da Educação para que a gente tenha realmente um alinhamento em torno do que está previsto no documento”. Além de compor a mesa de abertura, o presidente nacional da Undime participou da mesa que debateu “Estratégias colaborativas para a implementação da Lei 13.935/2019” junto à Raquel Souza Lopo Guzzo, representante do Conselho Federal de Psicologia; Kelly Melatti, representante do Conselho Federal de Serviço Social; e Cleunice Rehem, conselheira da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação. O debate contou com a mediação do diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro do Nascimento Santos. O objetivo da mesa foi discutir qual foi o papel do Grupo de Trabalho Intersetorial pela implementação da Lei 13.935/2019 que dispõe sobre os Serviços de Psicologia e Serviço Social nas Redes de Ensino a partir da elaboração dos subsídios para a sua regulamentação.   As representantes dos Conselhos Federal de Psicologia e de Serviço Social falaram sobre qual o papel e o desafio na formação e valorização profissional dos psicólogos e assistentes sociais que atuam na educação. A representante do Conselho Federal de Psicologia defendeu que a formação desses profissionais seja um ponto de atenção e destacou ainda outros dois pontos que, segundo ela, vão requerer atenção: a criação de cargos e concursos públicos; e a formação continuada desses profissionais. Raquel enfatizou que o país é enorme e tem diferentes realidades e que não é simplesmente colocar o profissional lá. Ela reforçou que é necessário escutar, estar no dia a dia na escola, ouvir os profissionais, as crianças e as famílias, e colaborativamente pensar em planos para a escola que sejam capazes de mudar a realidade cotidianamente. Alessio apresentou os resultados preliminares da pesquisa aplicada pela Undime em parceria com o Consed, em outubro de 2024, para identificar como está o processo de implementação da Lei nº 13.935/ 2019. “Os resultados representam uma espécie de diagnóstico da implementação da lei no âmbito dos municípios e posteriormente serão enviados ao Ministério da Educação. Esses dados serão essenciais para o acompanhamento da implementação”, disse. A representante do CNE disse que está esperançosa quanto ao trabalho que será desenvolvido no âmbito do Conselho e que o CNE vai se debruçar sobre o Documento de Subsídios para a Implementação da Lei 13.935/2019. De acordo com Cleunice, o Conselho vai também abrir consulta pública para escutar estudantes, professores e instituições, uma vez que cabe ao CNE estabelecer diretrizes referentes ao que determina a lei. O seminário contou com transmissão pelo canal do MEC no YouTube. Confira aqui.   Fonte/Fotos: Undime

FNDE e Banco do Brasil implementam movimentação eletrônica nas contas do Programa Dinheiro Direto na Escola

Modernização permite transações digitais sem custos e amplia a eficiência na gestão dos recursos O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), em parceria com o Banco do Brasil (BB), implementou uma inovação que moderniza a gestão financeira do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Desde o dia 1º de janeiro de 2025, todas as contas do programa passaram a contar com a opção de movimentação eletrônica, permitindo que gestores escolares realizem operações como transferências, pagamentos e emissão de PIX sem tarifas diretamente pelo BB Digital e pelo aplicativo do Banco do Brasil. A presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba, destacou a importância da iniciativa para a gestão educacional. “A digitalização das contas do PDDE representa um avanço significativo. Com essa modernização, garantimos mais agilidade, segurança e transparência na utilização dos recursos, fortalecendo a gestão escolar”, afirmou. O diretor de Ações Educacionais do FNDE, Anderson Sampaio, reforçou que o Cartão PDDE continuará sendo utilizado normalmente nas maquininhas de pagamento até a implementação do novo cartão, que está em fase de desenvolvimento em conjunto com o Banco do Brasil. “Nosso objetivo é oferecer um cartão mais moderno e funcional, que atenda às necessidades das escolas e simplifique ainda mais a execução do PDDE. Até lá, o Cartão PDDE atual segue válido”, explicou. Para facilitar ainda mais o atendimento aos gestores, o FNDE e o Banco do Brasil disponibilizaram um novo canal de comunicação: o “Fale Com o Seu Gerente”, disponível no BB Digital e no App BB. Com essa ferramenta, é possível entrar em contato diretamente com o gerente responsável pela conta do PDDE, sem a necessidade de deslocamento até uma agência bancária. O acesso ao canal pode ser feito utilizando a Chave J e a senha de acesso, agilizando o suporte e reduzindo o tempo de resposta às demandas das escolas. A coordenadora-geral do Programa Dinheiro Direto na Escola, Fernanda Lucena, ressaltou a importância dessa inovação para aprimorar o suporte oferecido às unidades executoras do PDDE. “Com essa nova funcionalidade, garantimos um atendimento mais ágil e especializado. A equipe responsável pelo suporte no Banco do Brasil tem conhecimento sobre o programa e pode prestar um serviço mais eficiente e direcionado”, afirmou. A modernização da movimentação financeira do PDDE faz parte dos esforços contínuos do FNDE para aperfeiçoar a gestão dos recursos e garantir que as escolas tenham acesso facilitado aos valores destinados à melhoria da educação. Com a implementação dessas novas ferramentas, espera-se uma maior autonomia dos gestores e mais transparência no uso dos recursos públicos. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-e-banco-do-brasil-implementam-movimentacao-eletronica-nas-contas-do-programa-dinheiro-direto-na-escola Modernização permite transações digitais sem custos e amplia a eficiência na gestão dos recursos O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), em parceria com o Banco do Brasil (BB), implementou uma inovação que moderniza a gestão financeira do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Desde o dia 1º de janeiro de 2025, todas as contas do programa passaram a contar com a opção de movimentação eletrônica, permitindo que gestores escolares realizem operações como transferências, pagamentos e emissão de PIX sem tarifas diretamente pelo BB Digital e pelo aplicativo do Banco do Brasil. A presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba, destacou a importância da iniciativa para a gestão educacional. “A digitalização das contas do PDDE representa um avanço significativo. Com essa modernização, garantimos mais agilidade, segurança e transparência na utilização dos recursos, fortalecendo a gestão escolar”, afirmou. O diretor de Ações Educacionais do FNDE, Anderson Sampaio, reforçou que o Cartão PDDE continuará sendo utilizado normalmente nas maquininhas de pagamento até a implementação do novo cartão, que está em fase de desenvolvimento em conjunto com o Banco do Brasil. “Nosso objetivo é oferecer um cartão mais moderno e funcional, que atenda às necessidades das escolas e simplifique ainda mais a execução do PDDE. Até lá, o Cartão PDDE atual segue válido”, explicou. Para facilitar ainda mais o atendimento aos gestores, o FNDE e o Banco do Brasil disponibilizaram um novo canal de comunicação: o “Fale Com o Seu Gerente”, disponível no BB Digital e no App BB. Com essa ferramenta, é possível entrar em contato diretamente com o gerente responsável pela conta do PDDE, sem a necessidade de deslocamento até uma agência bancária. O acesso ao canal pode ser feito utilizando a Chave J e a senha de acesso, agilizando o suporte e reduzindo o tempo de resposta às demandas das escolas. A coordenadora-geral do Programa Dinheiro Direto na Escola, Fernanda Lucena, ressaltou a importância dessa inovação para aprimorar o suporte oferecido às unidades executoras do PDDE. “Com essa nova funcionalidade, garantimos um atendimento mais ágil e especializado. A equipe responsável pelo suporte no Banco do Brasil tem conhecimento sobre o programa e pode prestar um serviço mais eficiente e direcionado”, afirmou. A modernização da movimentação financeira do PDDE faz parte dos esforços contínuos do FNDE para aperfeiçoar a gestão dos recursos e garantir que as escolas tenham acesso facilitado aos valores destinados à melhoria da educação. Com a implementação dessas novas ferramentas, espera-se uma maior autonomia dos gestores e mais transparência no uso dos recursos públicos. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-e-banco-do-brasil-implementam-movimentacao-eletronica-nas-contas-do-programa-dinheiro-direto-na-escola

MEC institui programa de formação de leitura e escrita

Programa de Formação Continuada Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-LEEI) integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Objetivo é incrementar a implementação de práticas pedagógicas (Foto: Isabelle Araújo/MEC) O Ministério da Educação (MEC) publicou na terça-feira, 4 de fevereiro, a Portaria nº 85/2025, que institui o Programa Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-LEEI). A ação integra o conjunto de iniciativas de formação continuada do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. O programa está estruturado em três eixos: gestão e governança; formação de profissionais da educação; e reconhecimento e disseminação de práticas pedagógicas significativas para as crianças da pré-escola. O objetivo é implementar ações de formação continuada focadas na ampliação e consolidação dos saberes dos profissionais da educação infantil. Com o Pro-LEEI, serão planejadas e implementadas práticas pedagógicas para o desenvolvimento das crianças no campo da linguagem oral, da leitura e da escrita. A ideia é fortalecer a colaboração entre a União, os estados, os municípios, o Distrito Federal e as instituições federais de ensino superior. Estas vão integrar o programa para o fortalecimento das políticas de educação básica. LEEI – O Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI) atua na formação de professoras que trabalham pelo letramento e desenvolvimento de linguagens de crianças da pré-escola (entre 4 e 5 anos), respeitando as especificidades dessas faixas etárias. Ao todo, 26 unidades federativas e 3.792 municípios (68% do total) já participaram da iniciativa em 2024. Ela reúne 223.964 professores de pré-escola em formação. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/mec-institui-programa-de-formacao-de-leitura-e-escrita Programa de Formação Continuada Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-LEEI) integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Objetivo é incrementar a implementação de práticas pedagógicas (Foto: Isabelle Araújo/MEC) O Ministério da Educação (MEC) publicou na terça-feira, 4 de fevereiro, a Portaria nº 85/2025, que institui o Programa Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-LEEI). A ação integra o conjunto de iniciativas de formação continuada do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. O programa está estruturado em três eixos: gestão e governança; formação de profissionais da educação; e reconhecimento e disseminação de práticas pedagógicas significativas para as crianças da pré-escola. O objetivo é implementar ações de formação continuada focadas na ampliação e consolidação dos saberes dos profissionais da educação infantil. Com o Pro-LEEI, serão planejadas e implementadas práticas pedagógicas para o desenvolvimento das crianças no campo da linguagem oral, da leitura e da escrita. A ideia é fortalecer a colaboração entre a União, os estados, os municípios, o Distrito Federal e as instituições federais de ensino superior. Estas vão integrar o programa para o fortalecimento das políticas de educação básica. LEEI – O Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI) atua na formação de professoras que trabalham pelo letramento e desenvolvimento de linguagens de crianças da pré-escola (entre 4 e 5 anos), respeitando as especificidades dessas faixas etárias. Ao todo, 26 unidades federativas e 3.792 municípios (68% do total) já participaram da iniciativa em 2024. Ela reúne 223.964 professores de pré-escola em formação. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/mec-institui-programa-de-formacao-de-leitura-e-escrita