Undime marca presença no I Encontro Nacional dos Gaepes

Evento reuniu gestores públicos, representantes dos Tribunais de Contas, do Sistema de Justiça, do Poder Legislativo e da sociedade civil para discutir o fortalecimento da colaboração com foco na garantia do direito à educação de qualidade e com equidade A Undime participou da primeira edição do Encontro Nacional dos Gaepes, realizado nesta quinta-feira, 24 de abril, em Brasília. O evento teve como foco o debate sobre como a colaboração entre diferentes setores pode impulsionar transformações positivas na educação. A instituição foi representada por Sandra Helena Ataíde Lima, Dirigente Municipal de Educação de Moju/PA e presidente da Undime Pará, que participou da mesa-redonda “Como as experiências de articulação interinstitucional contribuem para a garantia do direito à educação”. A assessora de políticas públicas educacionais da Undime, Vivian Melcop, também participou do evento. Sandra ressaltou que para superar os múltiplos desafios na oferta da educação básica, é necessário consolidar as diretrizes e a execução de um trabalho intersetorial, entre as políticas públicas sociais (assistência, saúde e educação), e interfederativo (regime de colaboração). “É necessário construir políticas que considerem o trabalho em rede, que possibilitem o acesso de crianças e adolescentes aos diversos serviços públicos (direitos sociais), a fim de evitar o abandono e a evasão escolar”, concluiu. O encontro reuniu gestores públicos, representantes dos Tribunais de Contas, do Sistema de Justiça, do Poder Legislativo e da sociedade civil para discutir o fortalecimento da colaboração no ecossistema das políticas públicas, com foco na garantia do direito à educação de qualidade e com equidade. Os Gaepes (Gabinetes de Articulação para a Efetividade da Política da Educação) são instâncias de governança horizontal e democrática que reúnem gestores públicos, órgãos de controle, o sistema de Justiça, o Legislativo e a sociedade civil para promover soluções efetivas aos desafios da educação. O Gaepe-Brasil tem representação nos estados de Goiás, Mato Grosso, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e no Arquipélago do Marajó. A iniciativa é uma realização do Instituto Articule, da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) e do Comitê Técnico da Educação do Instituto Rui Barbosa (CTE-IRB), por meio do Comitê Técnico da Educação. Os debates partiram das experiências acumuladas pelos Gaepes já instalados em vários estados e com atuação nacional. Fonte: UndimeFotos: Amanda Santos/ Gaepe Evento reuniu gestores públicos, representantes dos Tribunais de Contas, do Sistema de Justiça, do Poder Legislativo e da sociedade civil para discutir o fortalecimento da colaboração com foco na garantia do direito à educação de qualidade e com equidade A Undime participou da primeira edição do Encontro Nacional dos Gaepes, realizado nesta quinta-feira, 24 de abril, em Brasília. O evento teve como foco o debate sobre como a colaboração entre diferentes setores pode impulsionar transformações positivas na educação. A instituição foi representada por Sandra Helena Ataíde Lima, Dirigente Municipal de Educação de Moju/PA e presidente da Undime Pará, que participou da mesa-redonda “Como as experiências de articulação interinstitucional contribuem para a garantia do direito à educação”. A assessora de políticas públicas educacionais da Undime, Vivian Melcop, também participou do evento. Sandra ressaltou que para superar os múltiplos desafios na oferta da educação básica, é necessário consolidar as diretrizes e a execução de um trabalho intersetorial, entre as políticas públicas sociais (assistência, saúde e educação), e interfederativo (regime de colaboração). “É necessário construir políticas que considerem o trabalho em rede, que possibilitem o acesso de crianças e adolescentes aos diversos serviços públicos (direitos sociais), a fim de evitar o abandono e a evasão escolar”, concluiu. O encontro reuniu gestores públicos, representantes dos Tribunais de Contas, do Sistema de Justiça, do Poder Legislativo e da sociedade civil para discutir o fortalecimento da colaboração no ecossistema das políticas públicas, com foco na garantia do direito à educação de qualidade e com equidade. Os Gaepes (Gabinetes de Articulação para a Efetividade da Política da Educação) são instâncias de governança horizontal e democrática que reúnem gestores públicos, órgãos de controle, o sistema de Justiça, o Legislativo e a sociedade civil para promover soluções efetivas aos desafios da educação. O Gaepe-Brasil tem representação nos estados de Goiás, Mato Grosso, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e no Arquipélago do Marajó. A iniciativa é uma realização do Instituto Articule, da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) e do Comitê Técnico da Educação do Instituto Rui Barbosa (CTE-IRB), por meio do Comitê Técnico da Educação. Os debates partiram das experiências acumuladas pelos Gaepes já instalados em vários estados e com atuação nacional. Fonte: UndimeFotos: Amanda Santos/ Gaepe
Semana de Ação Mundial 2025: inscrições abertas

Evento será realizado de 9 a 13 de junho e terá como tema o Plano Nacional de Educação A nova edição da Semana de Ação Mundial (SAM) está com inscrições abertas até 1º de maio de 2025. A iniciativa pautará uma mobilização pela renovação do Plano Nacional de Educação ao debater o tema “PNE na boca do povo com participação: queremos nos ver no Plano Nacional de Educação!”. A Semana de Ação Mundial é uma iniciativa realizada simultaneamente em mais de 100 países, desde 2003, com o objetivo de informar e engajar a população em prol do direito à educação, de diversas maneiras. Em 2025, será a 22ª edição da SAM. Ao longo dessas edições, foram mobilizadas mais de 102 milhões de pessoas no mundo e, no Brasil, mais de 2,6 milhões de pessoas, foram mobilizadas em organizações, movimentos sociais, coletivos, espaços educativos, dentre outros espaços em todas as cinco regiões do país. A SAM é coordenada pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação. A iniciativa acontece por meio de atividades autogestionadas (ou seja, cada um faz a sua, de acordo com seu contexto) em praças, escolas, centros comunitários, nas ruas, em audiências públicas, reuniões na internet, entre outros. Qualquer pessoa que queira refletir e se engajar pelo direito à educação pode participar. Os inscritos para realizar atividades da SAM vão receber um resumo do Manual da SAM 2025 impresso. O Manual, na íntegra, ficará disponível online gratuitamente para todas as pessoas. Para receber um certificado de participação, é preciso estar inscrito para realizar uma atividade na Semana de Ação Mundial, detalhando as atividades que pretende realizar. Logo após a SAM, com o preenchimento e envio do relatório das atividades realizadas, serão enviados os certificados de participação. Confira as novidades desta edição de 2025: Concurso de vídeos Jovens e estudantes do ensino médio e da graduação são convidados a gravarem um vídeo para a incidência no novo PNE. O vídeo mais engajado com um #PNEpraValer será o ganhador. O grupo selecionado será premiado com a participação em uma atividade de incidência política em Brasília. A Campanha custeará a viagem de duas pessoas (um/a estudante e um/a professor/a responsável). Acesse o edital aqui. Seleção de relatos de experiência e sorteio de equipamento eletrônico (tablet)Profissionais da educação que realizaram atividades na SAM 2025 poderão participar da seleção de relatos de experiências (registrados em texto, foto e vídeo) que mostram como promoveram mudanças significativas em suas práticas ou nas comunidades escolares onde atuam com as atividades da SAM. Todos os participantes que cumprirem os critérios serão automaticamente incluídos no sorteio do equipamento. Acesse o edital aqui. Manual de atividades e jogosO material, que será disponibilizado às pessoas inscritas para realizarem atividades na SAM, busca facilitar a compreensão sobre o contexto das atividades educativas. Veja algumas delas na seção do site “Como participar”. Sobre o novo PNE (2025-2035) O Plano Nacional de Educação (Lei nº 13.005/2014) é a espinha dorsal da educação pública brasileira. É ele que define as diretrizes, os objetivos, as metas e as estratégias de implementação para organizar e assegurar a educação em seus diferentes níveis, etapas e modalidades, da educação infantil à educação superior, com ações integradas e responsabilidades compartilhadas em âmbito municipal, distrital, estadual e federal, em um período de dez anos. O PNE é uma lei decenal que articula as ações de todos os entes federados para garantir o direito à educação para todas as pessoas em território nacional. Por isso é tão importante. E o PNE atual chega ao fim nos trazendo um desafio: construir um novo Plano com ampla participação popular. Construir um Plano Nacional de Educação com mecanismos de implementação efetivos, sem retroceder naquilo que foi conquistado e avançando no que ainda não foi alcançado, de forma a dar materialidade ao direito à educação, é o maior desafio. Isso precisa ser feito junto da comunidade educacional de todo o país, para poder garantir que as demandas do setor sejam consideradas nesse novo caminho para as políticas educacionais. Dessa forma, a SAM no Brasil tem como objetivo coletivo pensar criticamente e propor ações e estratégias que promovam e garantam a educação pública de qualidade, laica, inclusiva e gratuita para todas e todos. Por enquanto, o PNE (2014-2024) segue vigente, com grande parte da legislação descumprida – veja mais no Balanço do PNE 2024, produzido pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que abrange o decênio. Justamente para efetivar as metas ainda a serem alcançadas, o novo PNE (2025-2035) deve ser construído sem retrocessos em relação ao atual e ousando em suas metas e estratégias, seguindo a deliberação da Conae 2024. A legislação está tramitando no Congresso Nacional. Para garantir um debate vitorioso no Congresso, é preciso aumentar cada vez mais a mobilização nas redes sociais e também nas ruas, e não aceitar recuos do governo federal ou de parlamentares da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal. INSCREVA-SE NA SAM 2025 Prazo de inscrição: 01/05 ACESSE O KIT DE MOBILIZAÇÃO Use sempre as hashtags #SAM2025 e #PNEpraValer nas suas redes sociais! Fonte: Undime (com informações da Campanha Nacional pelo Direito à Educação) Evento será realizado de 9 a 13 de junho e terá como tema o Plano Nacional de Educação A nova edição da Semana de Ação Mundial (SAM) está com inscrições abertas até 1º de maio de 2025. A iniciativa pautará uma mobilização pela renovação do Plano Nacional de Educação ao debater o tema “PNE na boca do povo com participação: queremos nos ver no Plano Nacional de Educação!”. A Semana de Ação Mundial é uma iniciativa realizada simultaneamente em mais de 100 países, desde 2003, com o objetivo de informar e engajar a população em prol do direito à educação, de diversas maneiras. Em 2025, será a 22ª edição da SAM. Ao longo dessas edições, foram mobilizadas mais de 102 milhões de pessoas no mundo e, no Brasil, mais de 2,6 milhões de pessoas, foram mobilizadas em organizações, movimentos sociais, coletivos, espaços educativos, dentre outros espaços em todas as cinco regiões do país.
Undime Paraná realiza Fórum estadual em Curitiba e recebe mais 550 participantes

Durante o evento houve eleição da nova diretoria da seccional para o biênio 2025-2027 A Undime Paraná realizou, nos dias 24 e 25 de abril, o Fórum estadual Ordinário da seccional com o tema “Gestão municipal e as responsabilidades na garantia do direito à educação de qualidade: desafios para 2025”. O evento aconteceu na capital Curitiba e reuniu mais de 550 participantes entre dirigentes municipais de educação, técnicos das secretarias, gestores e educadores de todo o estado. No decorrer dos dois dias de evento, a programação buscou proporcionar aos participantes momentos para reflexões, formações técnicas e troca de experiências entre dirigentes, educadores e profissionais comprometidos com a educação pública de qualidade. Nesse sentido, foram realizadas palestras sobre diferentes assuntos relacionados à educação pública municipal. Entre eles: avaliação e o novo Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb); PDDE e novo Plano de Ações Articuladas (PAR); Piso Salarial do Magistério; Direção Escolar, Coordenação Pedagógica, professores e a articulação necessária para reduzir desigualdades e melhorar a aprendizagem; Prova Nacional Docente e o novo Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade); alfabetização; implementação do Parecer CNE/CP 50/2023 da Educação Especial e da Lei 13.935/2019 dos Psicólogos e Assistentes Sociais; e Educação Integral. O presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, participou do Fórum e ministrou palestra sobre a complementação VAAR do Fundeb e a redução das desigualdades com foco no monitoramento e financiamento da educação. Além dos diálogos no palco, o evento também contou com atendimento técnico por parte de representantes do Ministério da Educação (MEC) e Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Também participaram do evento o vice-presidente nacional da Undime, Silvio Aparecido Fidelis, Dirigente Municipal de Educação de Nobres/MT; e Maria Edineide de Almeida Batista, coordenadora institucional da Undime. Nova diretoria Na manhã do segundo dia, 25 de abril, o Fórum contou com um momento destinado à prestação de contas da então diretoria (biênio 2023-2025). Na sequência, houve a eleição da nova diretoria executiva que ficará à frente da seccional no biênio 2025-2027. Adriana de Oliveira Palmieiri, Dirigente Municipal de Educação de Sarandi/PR, foi eleita presidente da seccional. Marcia Aparecida Baldini, Dirigente Municipal de Educação de Cascavel/PR, então presidente na gestão 2023-2025, assume agora o cargo de vice-presidente. Reinauguração da sede Aproveitando a presença de vários dirigentes e autoridades em função do Fórum, no dia 24 de abril, aconteceu a reinauguração da sede da Undime Paraná. Um momento especial que reuniu toda a diretoria da instituição, marcando um novo capítulo da seccional. Adquirida em 2021, a sede — que continua em seu endereço original — passou por uma revitalização estrutural que trouxe mais modernidade e aconchego para o espaço. Fonte: UndimeFotos: Undime/PR
Projeto Querino vira curso adaptado para sala de aula

Curso voltado para professores é gratuito, tem duração de 30 horas e possui certificação A adaptação do podcast Projeto Querino para curso voltado a professores foi lançado em evento na sede da Undime, em Brasília, no dia 22 e abril, data que marca o chamado “Descobrimento” do Brasil. Desenvolvido pelo Itaú Social, o material está disponibilizado gratuitamente para professores na plataforma Escola Fundação Itaú. A formação é elaborada a partir do podcast, livro e reportagens produzidas pelo projeto nos últimos anos. O objetivo é que professores de todo o Brasil possam se inspirar e realizar atividades antirracistas em sala de aula. O Projeto Querino é uma iniciativa idealizada, pelo jornalista Tiago Rogero, que procurou lançar um olhar afrocentrado sobre a História do Brasil, a partir da perspectiva dos africanos e de seus descendentes. “Desde 2022, quando lançamos o projeto Querino, muitos professores me contaram que já têm usado o podcast em sala de aula, mas queríamos algo que fosse pensado especificamente para esse fim, com sugestão de atividades e leituras adicionais, e por isso desenvolvemos o curso”, disse Rogero, que é jornalista. O evento de lançamento teve a participação de Clélia Mara dos Santos, diretora de Políticas de Educação Étnico-Racial e Educação Escolar Quilombola na Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação (Secadi/MEC); Anderson Passos, vice-presidente da Undime Bahia, Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA; Claudia do Nascimento, coordenadora de Soluções Educacionais do Itaú Social; do autor do Projeto Querino, Tiago Rogero e de Clea Maria Ferreira, doutora em Educação e pesquisadora de questões raciais e pedagogias decoloniais. “A educação antirracista está presente em todas as disciplinas e as temáticas da cultura negra e dos povos indígenas devem constar em todos os componentes curriculares, pois o aluno precisa se reconhecer. Ele precisa conhecer que a história dele é repleta de reis, rainhas e heróis que, infelizmente, o currículo atual só tem representado essas figuras na imagem de pessoas brancas e é natural que os estudantes não se reconheçam”, afirmou Anderson Passos, vice-presidente da Undime Bahia e Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA, que também é coordenador do Grupo de Trabalho da Undime que trata da Educação Étnico Racial. O projeto Querino também foi adaptado em formato de livro, publicado em 2024, ampliando as reflexões abordadas no podcast a partir de novas entrevistas, informações e dados. Após o lançamento oficial do curso, o evento contou ainda com uma sessão de autógrafos do livro que dá nome ao projeto. O curso já está disponível na Escola Fundação Itaú. É gratuito, tem duração de 30 horas, possui certificação e conta com 13 planos de aula baseados nos primeiros quatro episódios do podcast. Para acessar, basta se inscrever no site: fundacaoitau.org.br/escola Ou acesse diretamente a página do curso, neste link: https://www.fundacaoitau.org.br/escola/autoformativos/projeto-querino-na-sala-de-aula Fonte: Undime (com informações do Itaú Social)Fotos: Daniel Fagundes
Undime marca presença no I Encontro Nacional dos Gaepes

Evento reuniu gestores públicos, representantes dos Tribunais de Contas, do Sistema de Justiça, do Poder Legislativo e da sociedade civil para discutir o fortalecimento da colaboração com foco na garantia do direito à educação de qualidade e com equidade A Undime participou da primeira edição do Encontro Nacional dos Gaepes, realizado nesta quinta-feira, 24 de abril, em Brasília. O evento teve como foco o debate sobre como a colaboração entre diferentes setores pode impulsionar transformações positivas na educação. A instituição foi representada por Sandra Helena Ataíde Lima, Dirigente Municipal de Educação de Moju/PA e presidente da Undime Pará, que participou da mesa-redonda “Como as experiências de articulação interinstitucional contribuem para a garantia do direito à educação”. A assessora de políticas públicas educacionais da Undime, Vivian Melcop, também participou do evento. Sandra ressaltou que para superar os múltiplos desafios na oferta da educação básica, é necessário consolidar as diretrizes e a execução de um trabalho intersetorial, entre as políticas públicas sociais (assistência, saúde e educação), e interfederativo (regime de colaboração). “É necessário construir políticas que considerem o trabalho em rede, que possibilitem o acesso de crianças e adolescentes aos diversos serviços públicos (direitos sociais), a fim de evitar o abandono e a evasão escolar”, concluiu. O encontro reuniu gestores públicos, representantes dos Tribunais de Contas, do Sistema de Justiça, do Poder Legislativo e da sociedade civil para discutir o fortalecimento da colaboração no ecossistema das políticas públicas, com foco na garantia do direito à educação de qualidade e com equidade. Os Gaepes (Gabinetes de Articulação para a Efetividade da Política da Educação) são instâncias de governança horizontal e democrática que reúnem gestores públicos, órgãos de controle, o sistema de Justiça, o Legislativo e a sociedade civil para promover soluções efetivas aos desafios da educação. O Gaepe-Brasil tem representação nos estados de Goiás, Mato Grosso, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e no Arquipélago do Marajó. A iniciativa é uma realização do Instituto Articule, da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) e do Comitê Técnico da Educação do Instituto Rui Barbosa (CTE-IRB), por meio do Comitê Técnico da Educação. Os debates partiram das experiências acumuladas pelos Gaepes já instalados em vários estados e com atuação nacional. Fonte: UndimeFotos: Amanda Santos/ Gaepe
Fórum da Undime Paraíba reúne 450 participantes em Campina Grande

Na ocasião, houve eleição da nova Diretoria Executiva e Colégio Eleitoral da seccional A seccional da Undime Paraíba realizou, nos dias 23 e 24 de abril, o Fórum Estadual Ordinário da Undime/PB. O evento aconteceu em Campina Grande e reuniu 450 participantes de 213 municípios do estado. Na ocasião, houve a eleição da nova Diretoria Executiva e Colégio Eleitoral da Undime/PB para o biênio 2025-2027. Ana Paula Nunes da Silva, Dirigente Municipal de Educação de Princesa Isabel/PB foi eleita presidente da Undime Paraíba e vai liderar a seccional pelos próximos dois anos junto a Patrício Henrique de Vasconcelos, Dirigente Municipal de Educação de Marizópolis/PB, que assume a vice-presidência. Logo após a apuração dos votos e a posse da diretoria eleita, a nova presidente agradeceu a confiança depositada em toda a chapa e afirmou que juntos vão contribuir com todos os municípios da Paraíba. A partir do tema “Educação: gestão pública, inovação e equidade”, o evento teve como público alvo dirigentes municipais de educação, porém participaram também técnicos das secretarias e prefeitos de municípios paraibanos. O presidente nacional da Undime, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, marcou presença no Fórum e ressaltou a importância do papel institucional da Undime na articulação, mobilização e integração do Dirigentes Municipais de Educação para garantia do direito à Educação, por meio da gestão das políticas educacionais nos municípios com qualidade e equidade. No decorrer dos dois dias de evento, a programação contemplou debates sobre recomposição das aprendizagens, novo Plano de Ações Articuladas (PAR), formação do Cecampe Nordeste sobre o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), Programa Escola em Tempo Integral, Busca Ativa Escolar, programas e ações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e alfabetização na idade certa e Programa Escola das Adolescências. Além da programação no auditório, houve atendimento institucional do FNDE referente à prestação de contas e com a equipe do Cecampe Nordeste sobre o PDDE. Os participantes puderam tirar dúvidas e resolver pendências de seus municípios. Fonte: UndimeFotos: Undime/PB Na ocasião, houve eleição da nova Diretoria Executiva e Colégio Eleitoral da seccional A seccional da Undime Paraíba realizou, nos dias 23 e 24 de abril, o Fórum Estadual Ordinário da Undime/PB. O evento aconteceu em Campina Grande e reuniu 450 participantes de 213 municípios do estado. Na ocasião, houve a eleição da nova Diretoria Executiva e Colégio Eleitoral da Undime/PB para o biênio 2025-2027. Ana Paula Nunes da Silva, Dirigente Municipal de Educação de Princesa Isabel/PB foi eleita presidente da Undime Paraíba e vai liderar a seccional pelos próximos dois anos junto a Patrício Henrique de Vasconcelos, Dirigente Municipal de Educação de Marizópolis/PB, que assume a vice-presidência. Logo após a apuração dos votos e a posse da diretoria eleita, a nova presidente agradeceu a confiança depositada em toda a chapa e afirmou que juntos vão contribuir com todos os municípios da Paraíba. A partir do tema “Educação: gestão pública, inovação e equidade”, o evento teve como público alvo dirigentes municipais de educação, porém participaram também técnicos das secretarias e prefeitos de municípios paraibanos. O presidente nacional da Undime, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, marcou presença no Fórum e ressaltou a importância do papel institucional da Undime na articulação, mobilização e integração do Dirigentes Municipais de Educação para garantia do direito à Educação, por meio da gestão das políticas educacionais nos municípios com qualidade e equidade. No decorrer dos dois dias de evento, a programação contemplou debates sobre recomposição das aprendizagens, novo Plano de Ações Articuladas (PAR), formação do Cecampe Nordeste sobre o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), Programa Escola em Tempo Integral, Busca Ativa Escolar, programas e ações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e alfabetização na idade certa e Programa Escola das Adolescências. Além da programação no auditório, houve atendimento institucional do FNDE referente à prestação de contas e com a equipe do Cecampe Nordeste sobre o PDDE. Os participantes puderam tirar dúvidas e resolver pendências de seus municípios. Fonte: UndimeFotos: Undime/PB
Undime debate os desafios para uma educação climática no Senado Federal

A instituição foi representada por Karla Nascimento, DME de Açailândia/MA e presidente da Undime/MA Nesta quarta-feira, 23 de abril, a Undime participou de uma audiência pública organizada conjuntamente pelas Comissões de Educação e Cultura e de Meio Ambiente do Senado Federal, com o objetivo de debater os desafios de uma educação comprometida com a justiça social e climática, a proteção da biodiversidade e o desenvolvimento socioambiental sustentável. A instituição foi representada por Karla Nascimento, Dirigente Municipal de Educação de Açailândia/MA e presidente da Undime Maranhão. A audiência atendeu a requerimento da senadora Teresa Leitão (PT/PE), presidente da Comissão de Educação e Cultura, e do senador Fabiano Contarato (PT/ES), presidente da Comissão de Meio Ambiente. Na ocasião, especialistas convidados apontaram a necessidade de revisão dos currículos escolares, capacitação de professores e maior envolvimento de estados e municípios. A representante da Undime reforçou que a educação ambiental é uma prática política e destacou a necessidade de sua inserção no currículo de forma transversal e interdisciplinar. “As redes de ensino precisam adaptar seus currículos de maneira permanente, crítica, articulada e conectada às realidades locais. Só haverá transformação real se os educadores estiverem preparados e, para isso, é essencial investir em formação com esse enfoque interdisciplinar e territorial”, afirmou. Karla ressaltou ainda que as escolas devem ser incentivadas a desenvolver projetos ambientais que sejam, de fato, institucionalizados, com acompanhamento e com a participação da comunidade escolar. “Enchentes, desmatamentos e poluição impactam diretamente crianças, jovens e grupos mais vulneráveis e a educação é uma ferramenta fundamental para prevenir e enfrentar esses desafios com inovação, ética e solidariedade. As desigualdades ambientais refletem desigualdades sociais. Por isso, a justiça climática depende de uma educação que contribua para reparar essas injustiças, especialmente em áreas periféricas, comunidades indígenas e quilombolas. É necessário garantir recursos aos municípios para dar continuidade às ações. As escolas devem ser vistas como espaços estratégicos de promoção social e construção de soluções coletivas”, acrescentou. Além da Undime, também participaram da reunião: Rossieli Soares da Silva, secretário de Educação do Pará; Carlos Alberto Marques, representante do Fórum Nacional de Educação (FNE); Leonardo Santos, assessor do Departamento de Clima do Ministério das Relações Exteriores e representante da presidência da COP30; Israel Batista, conselheiro da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE); Marcos Sorrentino, diretor do Departamento de Educação Ambiental e Cidadania do Ministério do Meio Ambiente; e Viviane Vivazzi, coordenadora-geral de Educação Ambiental para a Diversidade e Sustentabilidade do Ministério da Educação. Fonte: Undime (com informações da Agência Senado)Foto: Reprodução Youtube A instituição foi representada por Karla Nascimento, DME de Açailândia/MA e presidente da Undime/MA Nesta quarta-feira, 23 de abril, a Undime participou de uma audiência pública organizada conjuntamente pelas Comissões de Educação e Cultura e de Meio Ambiente do Senado Federal, com o objetivo de debater os desafios de uma educação comprometida com a justiça social e climática, a proteção da biodiversidade e o desenvolvimento socioambiental sustentável. A instituição foi representada por Karla Nascimento, Dirigente Municipal de Educação de Açailândia/MA e presidente da Undime Maranhão. A audiência atendeu a requerimento da senadora Teresa Leitão (PT/PE), presidente da Comissão de Educação e Cultura, e do senador Fabiano Contarato (PT/ES), presidente da Comissão de Meio Ambiente. Na ocasião, especialistas convidados apontaram a necessidade de revisão dos currículos escolares, capacitação de professores e maior envolvimento de estados e municípios. A representante da Undime reforçou que a educação ambiental é uma prática política e destacou a necessidade de sua inserção no currículo de forma transversal e interdisciplinar. “As redes de ensino precisam adaptar seus currículos de maneira permanente, crítica, articulada e conectada às realidades locais. Só haverá transformação real se os educadores estiverem preparados e, para isso, é essencial investir em formação com esse enfoque interdisciplinar e territorial”, afirmou. Karla ressaltou ainda que as escolas devem ser incentivadas a desenvolver projetos ambientais que sejam, de fato, institucionalizados, com acompanhamento e com a participação da comunidade escolar. “Enchentes, desmatamentos e poluição impactam diretamente crianças, jovens e grupos mais vulneráveis e a educação é uma ferramenta fundamental para prevenir e enfrentar esses desafios com inovação, ética e solidariedade. As desigualdades ambientais refletem desigualdades sociais. Por isso, a justiça climática depende de uma educação que contribua para reparar essas injustiças, especialmente em áreas periféricas, comunidades indígenas e quilombolas. É necessário garantir recursos aos municípios para dar continuidade às ações. As escolas devem ser vistas como espaços estratégicos de promoção social e construção de soluções coletivas”, acrescentou. Além da Undime, também participaram da reunião: Rossieli Soares da Silva, secretário de Educação do Pará; Carlos Alberto Marques, representante do Fórum Nacional de Educação (FNE); Leonardo Santos, assessor do Departamento de Clima do Ministério das Relações Exteriores e representante da presidência da COP30; Israel Batista, conselheiro da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE); Marcos Sorrentino, diretor do Departamento de Educação Ambiental e Cidadania do Ministério do Meio Ambiente; e Viviane Vivazzi, coordenadora-geral de Educação Ambiental para a Diversidade e Sustentabilidade do Ministério da Educação. Fonte: Undime (com informações da Agência Senado)Foto: Reprodução Youtube
MEC anuncia R$ 16 milhões para Cantinhos de Leitura

Iniciativa foi divulgada durante webinário transmitido nesta terça-feira (22). Recurso vai possibilitar a criação de espaços para o contato direto das crianças com os livros em escolas de educação infantil (Foto: João Neto/MEC) O Ministério da Educação (MEC) anunciou, durante webinário realizado nesta terça-feira, 22 de abril, o investimento de R$ 16 milhões para o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Cantinho da Leitura. A iniciativa, desenvolvida pelo Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), tem como objetivo fomentar a instalação de ambientes agradáveis e estimulantes que promovam o contato direto de crianças pequenas com os livros. Segundo a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, a ampliação do atendimento à educação infantil reflete o compromisso do ministério com a criação de ambientes que oportunizem a leitura para mais crianças. “Queremos implementar esse cantinho nas salas de aula da educação infantil de todo Brasil, para que as crianças tenham contato com os livros, possam folhear, escutar histórias e, a partir dessas experiências, também compartilhar as suas histórias de vida. Isso é importante para que, quando elas chegarem no 2º ano, já estejam familiarizadas com o mundo da leitura, que nesse momento precisa ser mediado por adultos, pais e professores”, destacou Kátia. Nos últimos dois anos, o MEC já investiu mais de R$ 170 milhões na instalação de 49 mil novos Cantinhos da Leitura nas salas de aula de 1º e 2º ano do ensino fundamental. A ação está alinhada ao Programa de Formação Continuada Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-LEEI), instituído pela Portaria nº 85/2025, por meio do qual serão planejadas e implementadas práticas pedagógicas para o desenvolvimento das crianças no campo da linguagem oral, da leitura e da escrita. A coordenadora do Programa Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-LEEI) do MEC, Mônica Correia Baptista, ressaltou que a expansão do programa é um avanço que deve ser comemorado por todos. “Essa é mais uma ação que comprova o compromisso do MEC com os municípios, com a política de equidade, com o futuro da educação do Brasil”, celebrou. O MEC disponibilizará a lista de instituições de educação infantil elegíveis aos municípios e aos estados para seleção pelos secretários estaduais e municipais de educação, que acontecerá no período de 28 de abril a 9 de maio. Após esse processo, as instituições selecionadas pelas secretarias deverão confirmar o interesse no sistema PDDE Interativo e elaborar um plano de ação no período de 12 a 30 de maio de 2025. Cada sala de pré-escola receberá um aporte de R$ 1.235, com a distribuição de 30% para capital e 70% para custeio, conforme as diretrizes estabelecidas pela Resolução nº 22/2023. As instituições de educação infantil selecionadas em 2025 receberão apoio e assistência técnica para a regularização e a realização da confirmação e do planejamento pela Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa), bem como pelas secretarias de educação estaduais e municipais, responsáveis por selecionar as escolas elegíveis no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Compromisso – O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada é realizado em regime de colaboração entre a União e os entes federados. O objetivo é garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, conforme previsto na Meta 5 do Plano Nacional de Educação (PNE). O Programa busca, ainda, garantir a recomposição das aprendizagens, com foco na alfabetização de 100% das crianças matriculadas no 3º, no 4º e no 5º ano, tendo em vista o impacto da pandemia para esse público. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/abril/mec-anuncia-r-16-milhoes-para-cantinhos-de-leitura Iniciativa foi divulgada durante webinário transmitido nesta terça-feira (22). Recurso vai possibilitar a criação de espaços para o contato direto das crianças com os livros em escolas de educação infantil (Foto: João Neto/MEC) O Ministério da Educação (MEC) anunciou, durante webinário realizado nesta terça-feira, 22 de abril, o investimento de R$ 16 milhões para o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Cantinho da Leitura. A iniciativa, desenvolvida pelo Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), tem como objetivo fomentar a instalação de ambientes agradáveis e estimulantes que promovam o contato direto de crianças pequenas com os livros. Segundo a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, a ampliação do atendimento à educação infantil reflete o compromisso do ministério com a criação de ambientes que oportunizem a leitura para mais crianças. “Queremos implementar esse cantinho nas salas de aula da educação infantil de todo Brasil, para que as crianças tenham contato com os livros, possam folhear, escutar histórias e, a partir dessas experiências, também compartilhar as suas histórias de vida. Isso é importante para que, quando elas chegarem no 2º ano, já estejam familiarizadas com o mundo da leitura, que nesse momento precisa ser mediado por adultos, pais e professores”, destacou Kátia. Nos últimos dois anos, o MEC já investiu mais de R$ 170 milhões na instalação de 49 mil novos Cantinhos da Leitura nas salas de aula de 1º e 2º ano do ensino fundamental. A ação está alinhada ao Programa de Formação Continuada Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-LEEI), instituído pela Portaria nº 85/2025, por meio do qual serão planejadas e implementadas práticas pedagógicas para o desenvolvimento das crianças no campo da linguagem oral, da leitura e da escrita. A coordenadora do Programa Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-LEEI) do MEC, Mônica Correia Baptista, ressaltou que a expansão do programa é um avanço que deve ser comemorado por todos. “Essa é mais uma ação que comprova o compromisso do MEC com os municípios, com a política de equidade, com o futuro da educação do Brasil”, celebrou. O MEC disponibilizará a lista de instituições de educação infantil elegíveis aos municípios e aos estados para seleção pelos secretários estaduais e municipais de educação, que acontecerá no período de 28 de abril a 9 de maio. Após esse processo, as instituições selecionadas pelas secretarias deverão confirmar o interesse no sistema PDDE Interativo e elaborar um plano de ação no período de 12 a 30 de maio de 2025. Cada sala de pré-escola receberá um aporte de R$ 1.235, com a distribuição de 30% para capital e 70% para custeio, conforme as diretrizes estabelecidas pela Resolução nº 22/2023. As instituições de educação infantil selecionadas em 2025 receberão apoio e assistência técnica para a regularização e a realização da confirmação e do planejamento pela Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa),
Inscrições abertas para seleção de experiências em educação integral

Parceria do MEC com a UFMG, iniciativa visa mapear e reconhecer experiências das redes públicas de ensino na oferta de tempo integral. Inscrições ficarão abertas até 16 de maio O Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), está com o período de inscrições aberto para a seleção de experiências inspiradoras de gestão e projetos pedagógicos de educação integral em tempo integral. A iniciativa faz parte do Programa Escola em Tempo Integral, voltado à criação de matrículas em tempo integral em todas as etapas e as modalidades da educação básica. As inscrições seguem abertas até o dia 16 de maio, por meio do site Educação Integral – Experiências Inspiradoras. O Edital nº 2/2025 trata do chamamento público para a seleção de experiências inspiradoras. A seleção tem como objetivo identificar, mapear e divulgar experiências inspiradoras de gestão pública e projetos pedagógicos de educação integral em tempo integral, com vistas ao alcance com qualidade e equidade da Meta 6 do Plano Nacional de Educação (PNE): ampliar a oferta de educação em tempo integral em, pelo menos, 50% das escolas públicas do Brasil, de modo a atender, pelo menos, 25% dos estudantes da educação básica. De acordo com o Edital, as experiências deverão contemplar escolas e creches da educação básica: educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, com a oferta de educação em tempo integral, incluindo as modalidades de ensino. As redes podem ainda contemplar o trabalho de gestão de toda a secretaria de educação. As boas práticas deverão ser inscritas por representantes das secretarias de educação municipais e estaduais. As experiências inscritas deverão ser encaminhadas exclusivamente via internet, utilizando o Roteiro de Relato disponível no Anexo 1 do edital e devem estar relacionadas a um dos seis eixos estabelecidos no edital. São eles: Gestão Democrática e Participação Social; Currículo Integrado e Práticas Pedagógicas; Territórios, Culturas e Saberes; Diversidade, Inclusão e Equidade; Gestão Administrativa, Financeira e Pedagógica; e Intersetorialidade e Articulação em Rede. Etapas – As etapas de seleção são as seguintes: pré-seleção das propostas; análise; classificação; decisão preliminar; etapa de recurso, se cabível; decisão final e divulgação dos resultados. A análise será realizada por uma comissão de profissionais da educação e pesquisadores com experiência em gestão e projetos pedagógicos de Educação Integral em Tempo Integral. Essa comissão será convidada pelo grupo Territórios, Educação Integral e Cidadania (TEIA), que representa a UFMG na parceria, e pela Secretaria de Educação Básica do MEC. O resultado da seleção das experiências inspiradoras será divulgado no portal do MEC dia 23 de junho. A comissão analisará aspectos como a diversidade regional, socioeconômica, socioterritorial e cultural; diversidade de etapas e modalidades de ensino; densidade demográfica e o número de matrículas da rede; tempo de implementação da experiência; e resultados alcançados. As iniciativas selecionadas serão difundidas por meio das seguintes estratégias para inspirar mais secretarias de educação e escolas na implementação da educação integral em tempo integral: Mapa de Experiências: mapa interativo com a finalidade de identificar, situar e constituir um repositório das experiências inscritas no edital de seleção, podendo abarcar até 5.597 experiências de todo o país. Mostra Nacional de Práticas Inspiradoras de Gestão e de Projetos Pedagógicos de Educação Integral em Tempo Integral: evento presencial, em Brasília (DF), com o objetivo de promover momentos de troca, reflexão e colaboração entre escolas/creches e secretarias de educação. Reunirá até 125 experiências com financiamento de despesas de diárias e passagens aéreas/terrestres para participação de dois representantes de cada experiência selecionada. A Mostra poderá contar ainda com a participação de público em geral às próprias expensas. Caderno de Narrativas: e-book com o objetivo de apresentar a sistematização de experiências selecionadas no âmbito do edital. Serão contempladas até 25 experiências narradas em produção textual elaborada entre os responsáveis pelas experiências selecionadas e equipe de pesquisadores do edital. Para tanto, serão realizadas visitas de campo e concessão de até duas bolsas de pesquisa aos representantes da experiência selecionada. Rede de Trocas: intercâmbio de escolas/creches e secretarias de educação com o objetivo de aprimorar as experiências selecionadas no edital. Por meio de seminários e visitas formativas in loco, o Edital financiará as despesas de diárias e passagens aéreas/terrestres de dois representantes de até 75 experiências selecionadas. A Rede de Trocas poderá contar ainda com a participação de mais experiências inscritas no edital, às próprias expensas. Produção Audiovisual: produção com o objetivo de disseminar desafios, transformações e inspirações de destaque entre as experiências selecionadas no edital. Escola em Tempo Integral – O Programa fomenta a criação de matrículas em tempo integral (igual ou superior a 7h diárias ou 35h semanais) em todas as etapas e as modalidades da educação básica. Essa medida proporciona a ampliação da jornada de tempo na perspectiva da educação integral e a priorização das escolas que atendem estudantes em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica. O Governo Federal fornece assistência técnica e financeira considerando propostas pedagógicas alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Leia a íntegra do Edital e conheça as regras! Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/abril/inscricoes-abertas-para-selecao-de-experiencias-em-educacao-integral Parceria do MEC com a UFMG, iniciativa visa mapear e reconhecer experiências das redes públicas de ensino na oferta de tempo integral. Inscrições ficarão abertas até 16 de maio O Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), está com o período de inscrições aberto para a seleção de experiências inspiradoras de gestão e projetos pedagógicos de educação integral em tempo integral. A iniciativa faz parte do Programa Escola em Tempo Integral, voltado à criação de matrículas em tempo integral em todas as etapas e as modalidades da educação básica. As inscrições seguem abertas até o dia 16 de maio, por meio do site Educação Integral – Experiências Inspiradoras. O Edital nº 2/2025 trata do chamamento público para a seleção de experiências inspiradoras. A seleção tem como objetivo identificar, mapear e divulgar experiências inspiradoras de gestão pública e projetos pedagógicos de educação integral em tempo integral, com vistas ao alcance com qualidade e equidade da Meta 6 do Plano Nacional
MEC anuncia R$ 16 milhões para Cantinhos de Leitura

Iniciativa foi divulgada durante webinário transmitido nesta terça-feira (22). Recurso vai possibilitar a criação de espaços para o contato direto das crianças com os livros em escolas de educação infantil (Foto: João Neto/MEC) O Ministério da Educação (MEC) anunciou, durante webinário realizado nesta terça-feira, 22 de abril, o investimento de R$ 16 milhões para o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Cantinho da Leitura. A iniciativa, desenvolvida pelo Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), tem como objetivo fomentar a instalação de ambientes agradáveis e estimulantes que promovam o contato direto de crianças pequenas com os livros. Segundo a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, a ampliação do atendimento à educação infantil reflete o compromisso do ministério com a criação de ambientes que oportunizem a leitura para mais crianças. “Queremos implementar esse cantinho nas salas de aula da educação infantil de todo Brasil, para que as crianças tenham contato com os livros, possam folhear, escutar histórias e, a partir dessas experiências, também compartilhar as suas histórias de vida. Isso é importante para que, quando elas chegarem no 2º ano, já estejam familiarizadas com o mundo da leitura, que nesse momento precisa ser mediado por adultos, pais e professores”, destacou Kátia. Nos últimos dois anos, o MEC já investiu mais de R$ 170 milhões na instalação de 49 mil novos Cantinhos da Leitura nas salas de aula de 1º e 2º ano do ensino fundamental. A ação está alinhada ao Programa de Formação Continuada Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-LEEI), instituído pela Portaria nº 85/2025, por meio do qual serão planejadas e implementadas práticas pedagógicas para o desenvolvimento das crianças no campo da linguagem oral, da leitura e da escrita. A coordenadora do Programa Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-LEEI) do MEC, Mônica Correia Baptista, ressaltou que a expansão do programa é um avanço que deve ser comemorado por todos. “Essa é mais uma ação que comprova o compromisso do MEC com os municípios, com a política de equidade, com o futuro da educação do Brasil”, celebrou. O MEC disponibilizará a lista de instituições de educação infantil elegíveis aos municípios e aos estados para seleção pelos secretários estaduais e municipais de educação, que acontecerá no período de 28 de abril a 9 de maio. Após esse processo, as instituições selecionadas pelas secretarias deverão confirmar o interesse no sistema PDDE Interativo e elaborar um plano de ação no período de 12 a 30 de maio de 2025. Cada sala de pré-escola receberá um aporte de R$ 1.235, com a distribuição de 30% para capital e 70% para custeio, conforme as diretrizes estabelecidas pela Resolução nº 22/2023. As instituições de educação infantil selecionadas em 2025 receberão apoio e assistência técnica para a regularização e a realização da confirmação e do planejamento pela Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa), bem como pelas secretarias de educação estaduais e municipais, responsáveis por selecionar as escolas elegíveis no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Compromisso – O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada é realizado em regime de colaboração entre a União e os entes federados. O objetivo é garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, conforme previsto na Meta 5 do Plano Nacional de Educação (PNE). O Programa busca, ainda, garantir a recomposição das aprendizagens, com foco na alfabetização de 100% das crianças matriculadas no 3º, no 4º e no 5º ano, tendo em vista o impacto da pandemia para esse público. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/abril/mec-anuncia-r-16-milhoes-para-cantinhos-de-leitura
