3ª edição do Prêmio Escolas Sustentáveis: inscrições abertas

Concurso retorna mais uma vez ao Brasil, Colômbia e México para fortalecer o compromisso das escolas que estão deixando uma marca positiva em suas comunidades   A Santillana, a Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e a Fundação Santillana lançaram a III edição do Prêmio Escolas Sustentáveis, um concurso internacional destinado a escolas do Brasil, México e Colômbia, com o objetivo de identificar, reconhecer e dar visibilidade ao compromisso das instituições de ensino com a sustentabilidade. Para Francisco Cuadrado, presidente executivo da Santillana, “o Prêmio Escolas Sustentáveis é uma iniciativa fundamental dentro da nossa estratégia de sustentabilidade. Graças a ela, conseguimos conhecer projetos reais que estão tendo um impacto significativo em seu entorno, o que demonstra que a educação realmente pode transformar a sociedade”. Mariano Jabonero, secretário-geral da OEI, celebrou esta nova edição do prêmio, afirmando que “trata-se de uma iniciativa que já se consolida como uma das mais representativas da Ibero-América para impulsionar uma educação comprometida com a sustentabilidade, o desenvolvimento e a preservação ambiental”, além de “estar alinhada com os objetivos da COP 30, que será realizada no final do ano no Brasil, com a colaboração da OEI na sua organização”. O prêmio conta com duas categorias: – Educação infantil/pré-escola e ensino fundamental (anos iniciais): voltada para ações desenvolvidas nas primeiras etapas da educação. – Ensino médio/educação secundária/ensino médio completo: direcionada a experiências que envolvam as últimas etapas escolares. No caso do Brasil, também poderão ser inscritas iniciativas da EJA (Educação de Jovens e Adultos) nessa categoria. O Prêmio Escolas Sustentáveis terá uma primeira etapa nacional, na qual um júri selecionará as iniciativas mais relevantes de cada país. A mais destacada em cada categoria receberá um prêmio de R$ 17.500,00 reais, um troféu, um certificado do prêmio Escolas Sustentáveis e o passaporte para a final internacional, que neste ano será realizada no Brasil. Na ocasião, será anunciada a escola vencedora desta terceira edição, que receberá um prêmio de R$ 29 mil reais. As instituições de ensino interessadas em participar do concurso já podem inscrever seus projetos ESG (ambientais, sociais ou de governança) pelo site www.premioescuelassostenibles.com. Como novidade deste ano, a plataforma de registro foi renovada para facilitar a inscrição das escolas e melhorar a experiência do usuário. Mais de 2.000 projetos O Prêmio Escolas Sustentáveis retorna após o sucesso das duas primeiras edições, que reuniram mais de 2.000 projetos de sustentabilidade. Todos eles podem ser consultados no site do prêmio. Para Luciano Monteiro, diretor executivo da Fundação Santillana no Brasil, “este banco de projetos é uma das partes mais valiosas do prêmio. Compartilhar todas essas experiências e boas práticas nos permite valorizá-las e inspirar outras escolas da América Latina”. Uma das iniciativas que pode ser vista no site é a vencedora do ano passado: “Em busca dos jardins”, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Saint-Hilaire, do Brasil. Iniciado em 2019, o projeto tem como objetivo formar mulheres líderes por meio de mediações leitoras e diálogos sobre desigualdade de gênero, além de promover ações contra a violência de gênero, autocuidado e saúde mental. A iniciativa tem sido uma poderosa ferramenta para envolver a comunidade escolar e melhorar a qualidade de vida no território, abordando temas como abuso sexual e desigualdade educacional, ao mesmo tempo em que fortalece o protagonismo feminino. Fonte: Santillana com adaptações

Prorrogado prazo de adesão ao Escola que Protege

Redes de ensino podem aderir ao programa até 19 de maio, por meio do Simec. Iniciativa do MEC visa promover um ambiente mais seguro, respeitoso e inclusivo, fortalecendo a cultura de paz nas escolas   O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), prorrogou o período de adesão ao Programa Escola que Protege (ProEP). As redes estaduais e municipais terão até o dia 19 de maio para realizar a adesão voluntária à iniciativa, que deverá ser feita por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). O ProEP é uma estratégia nacional que articula ações pedagógicas, formação continuada de profissionais da educação, apoio psicossocial, valorização da diversidade e fomento às práticas restaurativas e à cultura de paz. O programa busca promover um ambiente escolar seguro, respeitoso e inclusivo em todo o país, por meio de ações articuladas de prevenção, enfrentamento e resposta à violência nas escolas. A adesão voluntária dos estados, dos municípios e do Distrito Federal é condição fundamental para que as iniciativas previstas sejam implementadas de forma capilarizada e sensível às realidades locais, pois são estruturadas a partir da colaboração entre os entes federativos. O ProEP incentiva a elaboração de planos territoriais intersetoriais de prevenção e resposta e atua no apoio à reconstrução da comunidade escolar em casos de violência extrema.  A iniciativa integra o Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave), que apoia as redes de ensino e qualifica as respostas institucionais frente às diversas expressões de violência no ambiente escolar. O ProEP oferece apoio técnico e financeiro, formações, materiais pedagógicos e assessoramento em situações de violência extrema, visando fortalecer a segurança, a equidade e a cultura de paz nas escolas.  O MEC coordena nacionalmente o ProEP, garantindo assistência técnica e financeira, promovendo formações e apoiando ações intersetoriais em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). Aos entes que aderirem ao programa, caberá o compromisso de construir e executar planos de enfrentamento, nomear equipes responsáveis, mobilizar as redes escolares e participar da governança interfederativa.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/prorrogado-prazo-de-adesao-ao-escola-que-protege 

Undime Amazonas promove Fórum Estadual e debate políticas educacionais e garantia do direito à aprendizagem com equidade e redução das desigualdades

Nos dias 7 e 8 de maio, a Undime Amazonas realizou o 8º Fórum Estadual Ordinário da seccional, com o tema “Gestão da Educação: políticas educacionais, garantia do direito à aprendizagem com equidade e redução das desigualdades educacionais”. O evento aconteceu em Manaus e contou com a participação de Dirigentes Municipais de Educação e equipes técnicas das secretarias de educação. De acordo com a seccional, o Fórum reuniu um total de 150 participantes. Na ocasião, ocorreu a eleição e posse da nova diretoria executiva da Undime Amazonas. Marcus Lúcio de Sousa, Dirigente Municipal de Educação de Tefé/AM, foi eleito presidente da seccional e ficará à frente da instituição no biênio 2025-2027. Vanessa Raquel Silvestre Miglioranza, Dirigente Municipal de Educação de Itacoatiara/AM, assume a vice-presidência. Em sua primeira fala após a eleição, o novo presidente destacou a relevância do trabalho em rede e o compromisso com uma gestão democrática e voltada para os territórios: “Assumo esta missão com o coração cheio de responsabilidade e esperança. Agradeço o apoio Undime e reafirmo que seguiremos sendo espaço de escuta ativa, articulação técnica e luta por políticas públicas que respeitem a diversidade de nossos municípios. Nosso desafio é garantir que cada criança, jovem e adulto amazonense tenha o direito de aprender respeitado, com equidade e dignidade. A educação no Amazonas não pode ser pensada a partir de um único centro: ela deve emergir dos territórios, das realidades ribeirinhas, indígenas e urbanas que compõem a nossa identidade”. No decorrer dos dois dias de Fórum, a programação pautou discussões sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), os indicadores e os cálculos do VAAR; programas e ações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); implementação das Políticas Educacionais em território amazonense com foco no Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, Programa Escolas das Adolescências e a recomposição das aprendizagens, Formação Continuada de Gestores e Professores com foco nos resultados das aprendizagens, Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, Política de Alfabetização de Jovens e Adultos e a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq). No dia 8 de maio, o presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, participou do evento e ministrou palestra sobre o piso salarial dos professores. Também foram pontos de debates outros assuntos, como o ICMS Educacional e a estratégia Busca Ativa Escolar. Fonte: Undime (com informações da Undime/AM e da Secretaria Municipal de Educação de Tefé/AM) Fotos: Undime/AM e Secretaria Municipal de Educação de Tefé/AM Na ocasião, houve eleição da diretoria executiva da seccional para o biênio 2025-2027 Nos dias 7 e 8 de maio, a Undime Amazonas realizou o 8º Fórum Estadual Ordinário da seccional, com o tema “Gestão da Educação: políticas educacionais, garantia do direito à aprendizagem com equidade e redução das desigualdades educacionais”. O evento aconteceu em Manaus e contou com a participação de Dirigentes Municipais de Educação e equipes técnicas das secretarias de educação. De acordo com a seccional, o Fórum reuniu um total de 150 participantes. Na ocasião, ocorreu a eleição e posse da nova diretoria executiva da Undime Amazonas. Marcus Lúcio de Sousa, Dirigente Municipal de Educação de Tefé/AM, foi eleito presidente da seccional e ficará à frente da instituição no biênio 2025-2027. Vanessa Raquel Silvestre Miglioranza, Dirigente Municipal de Educação de Itacoatiara/AM, assume a vice-presidência. Em sua primeira fala após a eleição, o novo presidente destacou a relevância do trabalho em rede e o compromisso com uma gestão democrática e voltada para os territórios: “Assumo esta missão com o coração cheio de responsabilidade e esperança. Agradeço o apoio Undime e reafirmo que seguiremos sendo espaço de escuta ativa, articulação técnica e luta por políticas públicas que respeitem a diversidade de nossos municípios. Nosso desafio é garantir que cada criança, jovem e adulto amazonense tenha o direito de aprender respeitado, com equidade e dignidade. A educação no Amazonas não pode ser pensada a partir de um único centro: ela deve emergir dos territórios, das realidades ribeirinhas, indígenas e urbanas que compõem a nossa identidade”. No decorrer dos dois dias de Fórum, a programação pautou discussões sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), os indicadores e os cálculos do VAAR; programas e ações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); implementação das Políticas Educacionais em território amazonense com foco no Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, Programa Escolas das Adolescências e a recomposição das aprendizagens, Formação Continuada de Gestores e Professores com foco nos resultados das aprendizagens, Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, Política de Alfabetização de Jovens e Adultos e a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq). No dia 8 de maio, o presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, participou do evento e ministrou palestra sobre o piso salarial dos professores. Também foram pontos de debates outros assuntos, como o ICMS Educacional e a estratégia Busca Ativa Escolar. Fonte: Undime (com informações da Undime/AM e da Secretaria Municipal de Educação de Tefé/AM)Fotos: Undime/AM e Secretaria Municipal de Educação de Tefé/AM

Semana Nacional Sede de Aprender pelo Direito à Água nas Escolas será realizada de 2 a 6 de junho

Iniciativa será realizada pelo Grupo de Trabalho Sede de Aprender, instituído no âmbito do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em uma articulação com os Ministérios Públicos e Tribunais de Contas em todo o país No período de 2 e 6 de junho de 2025, o Grupo de Trabalho Sede de Aprender, instituído no âmbito do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em uma articulação com os Ministérios Públicos e Tribunais de Contas em todo o país, promoverá a Semana Nacional Sede de Aprender pelo Direito à Água nas Escolas. A Semana mobilizará fiscalizações presenciais em escolas públicas que apresentem ausência de acesso à água, à água potável, inexistência de saneamento básico ou de banheiros, comprometendo a saúde, a dignidade e o processo de aprendizagem de crianças e adolescentes. A escolha da data visa potencializar a relevância do tema, considerando que o dia 3 de junho é o Dia Nacional da Educação Ambiental, e o dia 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente. Paralelo a isso, o CNMP instituiu o “Grupo de Trabalho Saneamento nas Escolas – Projeto Sede de Aprender” com o objetivo de desenvolver metodologias e soluções digitais que facilitem a comunicação e a coordenação de atividades voltadas à universalização do saneamento básico nas escolas. Nesse sentido, no dia 14 de abril, foi lançado painel BI sobre os dados informados pelo Censo Escolar 2024 que retratam o fornecimento de água, de água potável, de saneamento básico e de banheiros nas escolas do Brasil. A ferramenta mostra, por exemplo, que das 181.065 escolas em atividade, 6.658 não possuem água potável. O painel permite a identificação das escolas em situação de irregularidade, incluindo possibilidade de pesquisa com matriz de criticidade para as escolas com um número maior de problemas e/ou de alunos em risco. A plataforma pode ser acessada neste link: https://public.tableau.com/views/SededeAprender/SededeAprender A ferramenta deve ser consultada por dirigentes municipais de educação e técnicos das Secretarias, para que possam verificar se há escolas de seu município em uma dessas situações, conforme informações disponíveis no Censo Escolar 2024. É importante que tais dados sejam verificados e confirmados, para possíveis diligências junto ao Censo Escolar 2025 ou para a implementação de ações, a fim de dirimir situações em que os alunos não tenham acesso à água potável. Fonte: Undime com informações do CNMP Iniciativa será realizada pelo Grupo de Trabalho Sede de Aprender, instituído no âmbito do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em uma articulação com os Ministérios Públicos e Tribunais de Contas em todo o país No período de 2 e 6 de junho de 2025, o Grupo de Trabalho Sede de Aprender, instituído no âmbito do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em uma articulação com os Ministérios Públicos e Tribunais de Contas em todo o país, promoverá a Semana Nacional Sede de Aprender pelo Direito à Água nas Escolas. A Semana mobilizará fiscalizações presenciais em escolas públicas que apresentem ausência de acesso à água, à água potável, inexistência de saneamento básico ou de banheiros, comprometendo a saúde, a dignidade e o processo de aprendizagem de crianças e adolescentes. A escolha da data visa potencializar a relevância do tema, considerando que o dia 3 de junho é o Dia Nacional da Educação Ambiental, e o dia 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente. Paralelo a isso, o CNMP instituiu o “Grupo de Trabalho Saneamento nas Escolas – Projeto Sede de Aprender” com o objetivo de desenvolver metodologias e soluções digitais que facilitem a comunicação e a coordenação de atividades voltadas à universalização do saneamento básico nas escolas. Nesse sentido, no dia 14 de abril, foi lançado painel BI sobre os dados informados pelo Censo Escolar 2024 que retratam o fornecimento de água, de água potável, de saneamento básico e de banheiros nas escolas do Brasil. A ferramenta mostra, por exemplo, que das 181.065 escolas em atividade, 6.658 não possuem água potável. O painel permite a identificação das escolas em situação de irregularidade, incluindo possibilidade de pesquisa com matriz de criticidade para as escolas com um número maior de problemas e/ou de alunos em risco. A plataforma pode ser acessada neste link: https://public.tableau.com/views/SededeAprender/SededeAprender A ferramenta deve ser consultada por dirigentes municipais de educação e técnicos das Secretarias, para que possam verificar se há escolas de seu município em uma dessas situações, conforme informações disponíveis no Censo Escolar 2024. É importante que tais dados sejam verificados e confirmados, para possíveis diligências junto ao Censo Escolar 2025 ou para a implementação de ações, a fim de dirimir situações em que os alunos não tenham acesso à água potável. Fonte: Undime com informações do CNMP

Campanha Faça Bonito – Proteja nossas crianças e adolescentes é tema de videoconferência

Transmissão será nesta quinta-feira, 15 de maio, às 15h (horário de Brasília) 18 de maio é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data é uma importante conquista na luta pelos direitos humanos de crianças e adolescentes no Brasil. E como parte dessa mobilização nacional, a Undime em parceria com o Ministério da Educação (MEC) realizará videoconferência intitulada “A escola faz bonito protegendo nossas crianças e adolescentes”. A transmissão será realizada pelo canal do Conviva Educação e do MEC no YouTube, nesta quinta-feira, 15 de maio, às 15h (horário de Brasília). O debate acontece em atenção à necessidade de promover uma cultura dos direitos humanos nas instituições de ensino, conforme previsto nas Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, onde as comunidades escolares de todo o país devem se sentir motivadas a se juntarem a essa luta, por meio do desenvolvimento de ações pedagógicas que contribuam para a prevenção e o enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, em articulação com a rede de atendimento dos direitos da criança e do adolescente do município. Anote na agenda e reúna sua equipe para acompanhar! Não é necessário realizar inscrição, basta acessar o link https://www.youtube.com/watch?v=eOsJP0TWfaw Quem participar ao vivo e preencher a lista de presença, receberá uma declaração de participação. Fonte: Undime Transmissão será nesta quinta-feira, 15 de maio, às 15h (horário de Brasília) 18 de maio é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data é uma importante conquista na luta pelos direitos humanos de crianças e adolescentes no Brasil. E como parte dessa mobilização nacional, a Undime em parceria com o Ministério da Educação (MEC) realizará videoconferência intitulada “A escola faz bonito protegendo nossas crianças e adolescentes”. A transmissão será realizada pelo canal do Conviva Educação e do MEC no YouTube, nesta quinta-feira, 15 de maio, às 15h (horário de Brasília). O debate acontece em atenção à necessidade de promover uma cultura dos direitos humanos nas instituições de ensino, conforme previsto nas Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, onde as comunidades escolares de todo o país devem se sentir motivadas a se juntarem a essa luta, por meio do desenvolvimento de ações pedagógicas que contribuam para a prevenção e o enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, em articulação com a rede de atendimento dos direitos da criança e do adolescente do município. Anote na agenda e reúna sua equipe para acompanhar! Não é necessário realizar inscrição, basta acessar o link https://www.youtube.com/watch?v=eOsJP0TWfaw Quem participar ao vivo e preencher a lista de presença, receberá uma declaração de participação. Fonte: Undime

Campanha Faça Bonito – Proteja nossas crianças e adolescentes é tema de videoconferência

Transmissão será nesta quinta-feira, 15 de maio, às 15h (horário de Brasília)   18 de maio é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data é uma importante conquista na luta pelos direitos humanos de crianças e adolescentes no Brasil. E como parte dessa mobilização nacional, a Undime em parceria com o Ministério da Educação (MEC) realizará videoconferência intitulada “A escola faz bonito protegendo nossas crianças e adolescentes”. A transmissão será realizada pelo canal do Conviva Educação e do MEC no YouTube, nesta quinta-feira, 15 de maio, às 15h (horário de Brasília). O debate acontece em atenção à necessidade de promover uma cultura dos direitos humanos nas instituições de ensino, conforme previsto nas Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, onde as comunidades escolares de todo o país devem se sentir motivadas a se juntarem a essa luta, por meio do desenvolvimento de ações pedagógicas que contribuam para a prevenção e o enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, em articulação com a rede de atendimento dos direitos da criança e do adolescente do município. Anote na agenda e reúna sua equipe para acompanhar! Não é necessário realizar inscrição, basta acessar o link https://www.youtube.com/watch?v=eOsJP0TWfaw  Quem participar ao vivo e preencher a lista de presença, receberá uma declaração de participação. Fonte: Undime

Semana Nacional Sede de Aprender pelo Direito à Água nas Escolas será realizada de 2 a 6 de junho

Iniciativa será realizada pelo Grupo de Trabalho Sede de Aprender, instituído no âmbito do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em uma articulação com os Ministérios Públicos e Tribunais de Contas em todo o país     No período de 2 e 6 de junho de 2025, o Grupo de Trabalho Sede de Aprender, instituído no âmbito do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em uma articulação com os Ministérios Públicos e Tribunais de Contas em todo o país, promoverá a Semana Nacional Sede de Aprender pelo Direito à Água nas Escolas. A Semana mobilizará fiscalizações presenciais em escolas públicas que apresentem ausência de acesso à água, à água potável, inexistência de saneamento básico ou de banheiros, comprometendo a saúde, a dignidade e o processo de aprendizagem de crianças e adolescentes. A escolha da data visa potencializar a relevância do tema, considerando que o dia 3 de junho é o Dia Nacional da Educação Ambiental, e o dia 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente. Paralelo a isso, o CNMP instituiu o “Grupo de Trabalho Saneamento nas Escolas – Projeto Sede de Aprender” com o objetivo de desenvolver metodologias e soluções digitais que facilitem a comunicação e a coordenação de atividades voltadas à universalização do saneamento básico nas escolas. Nesse sentido, no dia 14 de abril, foi lançado painel BI sobre os dados informados pelo Censo Escolar 2024 que retratam o fornecimento de água, de água potável, de saneamento básico e de banheiros nas escolas do Brasil. A ferramenta mostra, por exemplo, que das 181.065 escolas em atividade, 6.658 não possuem água potável. O painel permite a identificação das escolas em situação de irregularidade, incluindo possibilidade de pesquisa com matriz de criticidade para as escolas com um número maior de problemas e/ou de alunos em risco. A plataforma pode ser acessada neste link: https://public.tableau.com/views/SededeAprender/SededeAprender  A ferramenta deve ser consultada por dirigentes municipais de educação e técnicos das Secretarias, para que possam verificar se há escolas de seu município em uma dessas situações, conforme informações disponíveis no Censo Escolar 2024. É importante que tais dados sejam verificados e confirmados, para possíveis diligências junto ao Censo Escolar 2025 ou para a implementação de ações, a fim de dirimir situações em que os alunos não tenham acesso à água potável. Fonte: Undime com informações do CNMP  

Undime Amazonas promove Fórum Estadual e debate políticas educacionais e garantia do direito à aprendizagem com equidade e redução das desigualdades

Na ocasião, houve eleição da diretoria executiva da seccional para o biênio 2025-2027 Nos dias 7 e 8 de maio, a Undime Amazonas realizou o 8º Fórum Estadual Ordinário da seccional, com o tema “Gestão da Educação: políticas educacionais, garantia do direito à aprendizagem com equidade e redução das desigualdades educacionais”. O evento aconteceu em Manaus e contou com a participação de Dirigentes Municipais de Educação e equipes técnicas das secretarias de educação. De acordo com a seccional, o Fórum reuniu um total de 150 participantes. Na ocasião, ocorreu a eleição e posse da nova diretoria executiva da Undime Amazonas. Marcus Lúcio de Sousa, Dirigente Municipal de Educação de Tefé/AM, foi eleito presidente da seccional e ficará à frente da instituição no biênio 2025-2027. Vanessa Raquel Silvestre Miglioranza, Dirigente Municipal de Educação de Itacoatiara/AM, assume a vice-presidência. Em sua primeira fala após a eleição, o novo presidente destacou a relevância do trabalho em rede e o compromisso com uma gestão democrática e voltada para os territórios: “Assumo esta missão com o coração cheio de responsabilidade e esperança. Agradeço o apoio Undime e reafirmo que seguiremos sendo espaço de escuta ativa, articulação técnica e luta por políticas públicas que respeitem a diversidade de nossos municípios. Nosso desafio é garantir que cada criança, jovem e adulto amazonense tenha o direito de aprender respeitado, com equidade e dignidade. A educação no Amazonas não pode ser pensada a partir de um único centro: ela deve emergir dos territórios, das realidades ribeirinhas, indígenas e urbanas que compõem a nossa identidade”.   No decorrer dos dois dias de Fórum, a programação pautou discussões sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), os indicadores e os cálculos do VAAR; programas e ações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); implementação das Políticas Educacionais em território amazonense com foco no Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, Programa Escolas das Adolescências e a recomposição das aprendizagens, Formação Continuada de Gestores e Professores com foco nos resultados das aprendizagens, Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, Política de Alfabetização de Jovens e Adultos e a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq). No dia 8 de maio, o presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, participou do evento e ministrou palestra sobre o piso salarial dos professores. Também foram pontos de debates outros assuntos, como o ICMS Educacional e a estratégia Busca Ativa Escolar.   Fonte: Undime (com informações da Undime/AM e da Secretaria Municipal de Educação de Tefé/AM)Fotos: Undime/AM e Secretaria Municipal de Educação de Tefé/AM

Fundação Itaú investe na capacitação de formadores

Inscrições para o curso de mestrado profissional em educação na PUC de São Paulo terminam no dia 16 de maio A Fundação Itaú é parceira da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo no curso “Mestrado profissional em educação: formação de formadores”. Serão selecionados até 30 candidatos que terão aulas sobre desenvolvimento do profissional de formação. Os interessados devem se inscrever até às 16 horas do dia 16 de maio no site. O custo da mensalidade dos selecionados para o mestrado será pago pela Fundação Itaú. O edital não prevê outras despesas como hospedagem, transporte e alimentação. As aulas ocorrerão de forma presencial no Campus da PUC, com exceção de atividades complementares, que poderão ser realizadas de maneira on-line. O curso é destinado aos técnicos de secretarias estaduais e municipais de todo o país, em cargos efetivos e que atuam na rede como formadores ou em setores responsáveis por promover formação de professores. Confira as linhas de atuação do curso: Linha de Pesquisa 1Desenvolvimento Profissional do Formador: Políticas Educacionais e Práticas Educativas de FormaçãoApresenta uma perspectiva de reflexão sobre as políticas educacionais vigentes e a prática profissional. A formação ainda oferecerá apropriação de conhecimentos específicos, habilidades, valores e disposições para atuar nos sistemas de ensino, nas escolas ou em demais espaços educativos. Linha de Pesquisa 2Desenvolvimento Profissional do Formador: Políticas Educacionais e Avaliação em Espaços EducativosObjetiva o preparo profissional do formador para atuar nos processos avaliativos da instituição, na avaliação da aprendizagem do aluno, nas políticas públicas de avaliação e nos processos formativos voltados ao campo da avaliação educacional. Oferece subsídios para a análise das práticas avaliativas e do desempenho de docentes e alunos, de modo a possibilitar condições para o contínuo aperfeiçoamento das ações educativas. O resultado do edital será divulgado em 12 de junho. A taxa de inscrição é de R$ 407, que serão pagos à universidade. As aulas têm início no segundo semestre de 2025 e terão duração de cinco semestres. Mestrado profissional em educação: formação de formadoresInscrições: até às 16 horas do dia 16 de maioLocal: campus da PUC São PauloTaxa de inscrição: R$ 407, pagos à PUCIsenção: para ex-alunos que concluíram Graduação, Especialização ou Mestrado na PUC-SP e os que concluirão seus cursos no 1º semestre de 2025Vagas: 30Edital de inscrição: site da PUC (clique aqui)Resultado: 12 de junhoDúvidas: por e-mail formep@pucsp.br ou pelo telefone (11) 3670-8060 Fonte: Itaú Social https://www.itausocial.org.br/noticias/fundacao-itau-investe-na-capacitacao-de-formadores/ Inscrições para o curso de mestrado profissional em educação na PUC de São Paulo terminam no dia 16 de maio A Fundação Itaú é parceira da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo no curso “Mestrado profissional em educação: formação de formadores”. Serão selecionados até 30 candidatos que terão aulas sobre desenvolvimento do profissional de formação. Os interessados devem se inscrever até às 16 horas do dia 16 de maio no site. O custo da mensalidade dos selecionados para o mestrado será pago pela Fundação Itaú. O edital não prevê outras despesas como hospedagem, transporte e alimentação. As aulas ocorrerão de forma presencial no Campus da PUC, com exceção de atividades complementares, que poderão ser realizadas de maneira on-line. O curso é destinado aos técnicos de secretarias estaduais e municipais de todo o país, em cargos efetivos e que atuam na rede como formadores ou em setores responsáveis por promover formação de professores. Confira as linhas de atuação do curso: Linha de Pesquisa 1Desenvolvimento Profissional do Formador: Políticas Educacionais e Práticas Educativas de FormaçãoApresenta uma perspectiva de reflexão sobre as políticas educacionais vigentes e a prática profissional. A formação ainda oferecerá apropriação de conhecimentos específicos, habilidades, valores e disposições para atuar nos sistemas de ensino, nas escolas ou em demais espaços educativos. Linha de Pesquisa 2Desenvolvimento Profissional do Formador: Políticas Educacionais e Avaliação em Espaços EducativosObjetiva o preparo profissional do formador para atuar nos processos avaliativos da instituição, na avaliação da aprendizagem do aluno, nas políticas públicas de avaliação e nos processos formativos voltados ao campo da avaliação educacional. Oferece subsídios para a análise das práticas avaliativas e do desempenho de docentes e alunos, de modo a possibilitar condições para o contínuo aperfeiçoamento das ações educativas. O resultado do edital será divulgado em 12 de junho. A taxa de inscrição é de R$ 407, que serão pagos à universidade. As aulas têm início no segundo semestre de 2025 e terão duração de cinco semestres. Mestrado profissional em educação: formação de formadoresInscrições: até às 16 horas do dia 16 de maioLocal: campus da PUC São PauloTaxa de inscrição: R$ 407, pagos à PUCIsenção: para ex-alunos que concluíram Graduação, Especialização ou Mestrado na PUC-SP e os que concluirão seus cursos no 1º semestre de 2025Vagas: 30Edital de inscrição: site da PUC (clique aqui)Resultado: 12 de junhoDúvidas: por e-mail formep@pucsp.br ou pelo telefone (11) 3670-8060 Fonte: Itaú Social https://www.itausocial.org.br/noticias/fundacao-itau-investe-na-capacitacao-de-formadores/

Undime participa do 1° Encontro do Marco Referencial de Equidade na Educação

Na ocasião, foi lançado o edital da Medalha Paulo Freire de boas práticas em educação de jovens e adultos A Undime marcou presença no 1° Encontro do Marco Referencial de Equidade na Educação, realizado nos dias 7, 8 e 9 de maio, em São Paulo. O evento foi uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e com o apoio da Universidade de São Paulo (USP). Os debates reuniram especialistas em educação, gestores públicos, legisladores, representantes do Ministério Público, ativistas, representantes do terceiro setor e de movimentos sociais. “Estamos aqui para repensar as bases do nosso contrato social educacional, o que construímos e o que a gente precisa refazer. Esse é o momento certo, porque um Plano Nacional de Educação (PNE) está sendo construído e um Sistema Nacional de Educação está sendo pensado. Esse marco, que começamos a construir, é uma construção coletiva e dinâmica”, destacou a secretária da Secadi, Zara Figueiredo. (Foto: João Stangherlin) A proposta do Marco Referencial de Equidade na Educação é oferecer uma estrutura conceitual e prática que incorpore a equidade como princípio estruturante das políticas públicas educacionais. Parte do reconhecimento de que a educação brasileira, historicamente marcada por desigualdades, precisa de soluções que considerem a distribuição diferenciada de recursos e oportunidades para corrigir desigualdades e valorizar as diversidades presentes na sociedade.  O vice-presidente da Undime Bahia e Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA, Anderson Passos, representou a Undime na cerimônia de abertura do evento, bem como no lançamento do PDDE Equidade. A presidente da Undime Região Nordeste, Josevanda Franco; e a coordenadora institucional, Maria Edineide de Almeida Batista, também participaram do evento. O Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Equidade visa fortalecer as políticas educacionais comprometidas com a justiça social e a redução das desigualdades no país, ampliando o suporte a escolas e redes de ensino para a superação de barreiras que afetam o acesso, a permanência e a aprendizagem dos estudantes. Por meio do PDDE Equidade, serão investidos R$ 1,3 bilhão até o ano de 2026. O prazo de adesão vai até 6 de junho, via Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Integram o PDDE Equidade os seguintes programas: Programa Sala de Recursos Multifuncionais; Programa Água e Esgotamento Sanitário nas Escolas Rurais; Programa PDDE Escolas Rurais: Campo, Indígenas e Quilombolas; e Programa PDDE Diversidades – Educação Especial, Educação Bilíngue de Surdos, Educação de Jovens e Adultos, Educação do Campo, Educação Escolar Indígena, Educação Escolar Quilombola, Educação para as Relações Étnico-Raciais, Escolas Sustentáveis e Educação para as Juventudes e Educação em Direitos Humanos. Saiba mais aqui. Medalha Paulo Freire em EJA Nesta sexta-feira, 9 de maio, ocorreu a cerimônia de lançamento do edital da Medalha Paulo Freire de boas práticas em educação de jovens e adultos (EJA). O prêmio integra o Pacto EJA e visa identificar, reconhecer, estimular e disseminar inovações e experiências educacionais relevantes para a superação do analfabetismo, implementadas pelas redes públicas de ensino no Brasil. A Undime Undime foi representada na mesa pelo presidente nacional e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima. Alessio parabenizou o MEC pela iniciativa e afirmou que “quando nos debruçamos sobre os dados, percebemos que o maior problema não é a falta de qualidade na Educação. O maior problema é a desigualdade educacional que impera no nosso país e que, durante muito tempo, essa desigualdade foi velada. Trata-se de uma mudança política quando percebemos o foco e a preocupação buscando de fato reduzir essas desigualdades educacionais, que sabemos que é o reflexo da enorme desigualdade econômica desse país”, disse. O presidente da Undime destacou ainda a relevância da construção de um Marco Referencial de Equidade na Educação que, segundo ele, tem potencial para ser um divisor de águas. Alessio lembrou das ações realizadas pelo atual governo que fortalecem o combate às desigualdades educacionais no país, como a instituição do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação na Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA); e o avanço do fator de ponderação da EJA no Fundeb, para o exercício de 2025. O edital da Medalha Paulo Freire foi publicado no Diário Oficial da União e pode ser consultado aqui. Poderão concorrer à honraria todas as secretarias municipais e estaduais de educação, e 20 delas serão premiadas. Também está prevista uma menção honrosa para as redes que aumentarem o número de matrículas na EJA no Censo Escolar 2025, em comparação ao do ano passado.   A lista das secretarias elegíveis será divulgada 15 dias após os dados do Censo Escolar 2025. O período de inscrições será aberto uma semana depois. Entre os critérios para a participação, é necessário ter aderido ao Pacto EJA e ter registrado aumento do número de matrículas na comparação com os dados do Censo Escolar de 2024. As redes municipais precisarão obter uma pontuação no Índice de Esforço de Alfabetização (IEA) que as classifique entre as 50% melhores. Já as estaduais deverão ter uma pontuação no Índice de Esforço de Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (IEQ) que as classifique entre as 60% melhores. As redes que cumprirem os critérios de elegibilidade poderão inscrever experiências pedagógicas realizadas no âmbito da EJA em espaço escolar ou no âmbito do Programa Brasil Alfabetizado.   Ana Maria Araújo Freire, Dona Nita, mulher de Paulo Freire, também esteve presente no lançamento da iniciativa. Fonte: Undime com informações do MECFoto: Undime Na ocasião, foi lançado o edital da Medalha Paulo Freire de boas práticas em educação de jovens e adultos A Undime marcou presença no 1° Encontro do Marco Referencial de Equidade na Educação, realizado nos dias 7, 8 e 9 de maio, em São Paulo. O evento foi uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e com o apoio da Universidade de São Paulo