Undime Goiás reúne 400 participantes em Fórum Estadual

A Undime Goiás realizou o XIII Fórum Estadual Ordinário da Seccional, nos dias 14, 15 e 16 de maio, em Luziânia/GO, município distante cerca de 190 quilômetros da capital Goiânia. O evento teve como tema “Qualidade, equidade e os novos desafios para o decênio” e reuniu 400 participantes. Na oportunidade, houve eleição da nova diretoria da Undime Goiás para o biênio 2025-2027. Anderlúcia de Castro Ferreira, Dirigente Municipal de Educação de Anicuns/GO, foi eleita presidente e vai comandar a seccional junto a Miguel Rodrigues Ribeiro, Dirigente Municipal de Educação de Rio Verde/GO, que assume a vice-presidência da Undime Goiás. Para a presidente eleita, as expectativas são grandes. “As responsabilidades também são muito grandes para este próximo biênio, tendo em vista que a Undime vem em um momento de muita ascensão dentro do estado de Goiás. Então, a expectativa é manter esse crescimento, manter esse ritmo, alcançar o maior número de municípios filiados possível durante esses próximos dois anos e fazer com que a instituição seja conhecida em todo o território goiano”, disse Anderlúcia. O presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, esteve presente no Fórum e participou da cerimônia de abertura, realizada no dia 14. Logo na sequência, Alessio ministrou a palestra “Financiamento da educação e o planejamento das redes para uma boa gestão”, na qual ressaltou que planejar envolve questões como: realização de diagnóstico; estabelecimento de objetivos, metas e estratégias; elaboração de projetos, programas e políticas; monitoramento e avaliação da implementação das propostas. Tudo isso, segundo ele, visando garantir o acesso, a permanência e a aprendizagem de todos os estudantes da rede ou do sistema de ensino. Para além disso, fez uma apresentação sobre as fontes de financiamento e novo o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), bem como as complementações VAAF, VAAT e VAAR. A programação do Fórum pautou ainda discussões sobre “A informática na BNCC: Planejamento e adequação das redes um ano após o parecer do Conselho Nacional de Educação”; “Planos Municipais de Educação e o Planejamento da nova década”; “Novo PAR e as perspectivas de financiamento da educação brasileira”; a estratégia Busca Ativa Escolar; apresentação do resultado de fluência e ICMS Educação; e o programa Aprender Valor, do Banco Central. Fonte: Undime Fotos: Marçal Dorneles para a Undime/GO Evento aconteceu nos dias 14, 15 e 16 de maio, em Luziânia/GO A Undime Goiás realizou o XIII Fórum Estadual Ordinário da Seccional, nos dias 14, 15 e 16 de maio, em Luziânia/GO, município distante cerca de 190 quilômetros da capital Goiânia. O evento teve como tema “Qualidade, equidade e os novos desafios para o decênio” e reuniu 400 participantes. Na oportunidade, houve eleição da nova diretoria da Undime Goiás para o biênio 2025-2027. Anderlúcia de Castro Ferreira, Dirigente Municipal de Educação de Anicuns/GO, foi eleita presidente e vai comandar a seccional junto a Miguel Rodrigues Ribeiro, Dirigente Municipal de Educação de Rio Verde/GO, que assume a vice-presidência da Undime Goiás. Para a presidente eleita, as expectativas são grandes. “As responsabilidades também são muito grandes para este próximo biênio, tendo em vista que a Undime vem em um momento de muita ascensão dentro do estado de Goiás. Então, a expectativa é manter esse crescimento, manter esse ritmo, alcançar o maior número de municípios filiados possível durante esses próximos dois anos e fazer com que a instituição seja conhecida em todo o território goiano”, disse Anderlúcia. O presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, esteve presente no Fórum e participou da cerimônia de abertura, realizada no dia 14. Logo na sequência, Alessio ministrou a palestra “Financiamento da educação e o planejamento das redes para uma boa gestão”, na qual ressaltou que planejar envolve questões como: realização de diagnóstico; estabelecimento de objetivos, metas e estratégias; elaboração de projetos, programas e políticas; monitoramento e avaliação da implementação das propostas. Tudo isso, segundo ele, visando garantir o acesso, a permanência e a aprendizagem de todos os estudantes da rede ou do sistema de ensino. Para além disso, fez uma apresentação sobre as fontes de financiamento e novo o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), bem como as complementações VAAF, VAAT e VAAR. A programação do Fórum pautou ainda discussões sobre “A informática na BNCC: Planejamento e adequação das redes um ano após o parecer do Conselho Nacional de Educação”; “Planos Municipais de Educação e o Planejamento da nova década”; “Novo PAR e as perspectivas de financiamento da educação brasileira”; a estratégia Busca Ativa Escolar; apresentação do resultado de fluência e ICMS Educação; e o programa Aprender Valor, do Banco Central. Fonte: UndimeFotos: Marçal Dorneles para a Undime/GO

Escolha de livros do PNLD para Educação de Jovens e Adultos vai até 23 de maio

Programa do FNDE garante materiais didáticos adaptados às especificidades da EJA para o ciclo 2026-2029 O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), informa que professores e gestores educacionais da Educação de Jovens e Adultos (EJA) têm até 23 de maio para registrar, na plataforma do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD Digital), a seleção de livros e materiais que serão utilizados no período de 2026 a 2029. Para orientar essa escolha, está disponível o Guia do PNLD EJA 2026, com resenhas, critérios de avaliação pedagógica e textos introdutórios para cada componente curricular. A modalidade EJA é reconhecida por atender jovens, adultos e idosos que não tiveram a oportunidade de concluir seus estudos na idade regular. Ao oferecer materiais didáticos elaborados com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, essa iniciativa contribui para a redução das desigualdades educacionais e promove a inclusão, valorizando as trajetórias de vida de milhares de brasileiros. O PNLD EJA vai atender a dois segmentos do ensino fundamental nas redes públicas: 1º segmento – anos iniciais Práticas de Alfabetização e Matemática: 8 volumes para as etapas 1 a 4.Práticas em Linguagens e Cultura Digital: 4 volumes para as etapas 1 e 2.Práticas do Mundo do Trabalho e Territórios: 4 volumes para as etapas 3 e 4. 2º segmento – anos finais (5ª à 8ª etapa) Práticas de Leitura e Escrita (Vol. 1 e 2)Práticas em Matemática (Vol. 1 e 2)Práticas em Ciências da Natureza (Vol. 1 e 2)Práticas em Ciências Humanas e Arte (Vol. 1 e 2)Práticas em Língua Estrangeira – Inglês (Vol. 1 e 2)Práticas em Práticas em Língua Estrangeira – Espanhol (Vol. 1 e 2) Atenção! Apenas para a coleção de Práticas em Língua Estrangeira – Espanhol não será necessário indicar segunda opção, pois só uma coleção foi aprovada para a escolha na avaliação pedagógica. Em relação às coleções de Práticas em Língua Estrangeira – Inglês e Práticas em Língua Estrangeira – Espanhol somente escolas que lecionam ambas as disciplinas devem solicitar livros dos dois componentes. Escolas que lecionam apenas um idioma devem registrar no sistema “Não desejo receber obras” para o idioma não ministrado. O registro ora mencionado também será a opção a ser marcada para o caso da escola que tenha alunado na Educação de Jovens e Adultos (EJA) no censo escolar 2024 e não queira receber as obras de EJA. Veja mais informações na página da Escolha do PNLD EJA 2026 a 2029. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/escolha-de-livros-do-pnld-para-educacao-de-jovens-e-adultos-vai-ate-23-de-maio   

MEC lança série do Criança Alfabetizada no Canal Educação

Programa mostrará o dia a dia nas escolas, as interações da comunidade escolar e a atuação de educadores e gestores para garantir a alfabetização das crianças na rede pública de ensino. Estreia dia 22 de maio na TV do MEC (Foto: Divulgacão/MEC)   A atuação de educadores e gestores educacionais para garantir a alfabetização das crianças na rede pública de ensino brasileira é tema da série Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, que será lançada na quinta-feira, dia 22 de maio, às 19h30 (horário de Brasília), no Canal Educação – a TV do Ministério da Educação (MEC). Serão 20 episódios de 15 a 30 minutos, com a apresentação de situações reais da rotina nas escolas e interações entre os diferentes atores da comunidade escolar.   A série mostrará experiências das turmas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental. Cada episódio terá uma temática e comentários de especialistas. O projeto faz parte da formação de professores e gestores da educação básica disponível no Canal Educação. Os episódios serão transmitidos sempre às quintas-feiras, às 19h30, pelo canal 2.3. Outras possibilidades de acesso podem ser conferidas na página da TV do MEC no portal do ministério. A produção também estará disponível na plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC (Avamec).   Compromisso Nacional Criança Alfabetizada – Lançado em 2023 pelo Governo Federal, a política tem como foco garantir a alfabetização das crianças na idade correta, ou seja, até o 2º ano do ensino fundamental, e recompor a aprendizagem de todas as crianças matriculadas nos anos iniciais do ensino fundamental, para amenizar o impacto da pandemia. Várias ações foram pensadas para garantir o sucesso do programa, entre elas o Selo Nacional Criança Alfabetizada, que premia os esforços das secretarias de educação estaduais e municipais.    A série Compromisso Nacional Criança Alfabetizada surge dentro desse cenário, a fim de somar na formação dos profissionais de educação. Estreia da série Compromisso Nacional Criança AlfabetizadaData: 22 de maio de 2025 (quinta-feira) Horário: 19h30 (horário de Brasília) Reprises: quinta-feira (22/5) às 23h30; sexta (23/5) às 6h, 13h e 20h30; sábado (24/5) às 11h30 e 23h; e domingo (25/5) às 20h. Onde assistir: sintonizando na TV, pelo Canal Educação no YouTube ou pelo canal do MEC no YouTube   Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-lanca-serie-do-crianca-alfabetizada-no-canal-educacao 

PDDE Equidade: saiba previsão de investimento por estado

Ministério da Educação detalhou os repasses para cada ente federativo. Até 2026, será investido R$ 1,3 bilhão para melhorar qualidade da oferta de ensino e infraestrutura física e pedagógica das escolas O Ministério da Educação (MEC) divulgou a previsão de investimentos para o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Equidade, que está em período de adesão para redes de ensino até o dia 6 de junho. A iniciativa busca melhorar a qualidade da oferta do ensino e a infraestrutura física e pedagógica de escolas da educação básica, com atenção àquelas em situação de maior vulnerabilidade. Até 2026, o programa vai repassar R$ 1,3 bilhão a unidades de ensino de todo o Brasil.  A previsão para este ano é de um repasse de R$ 378,5 milhões para os 26 estados e o Distrito Federal. O maior volume de recursos irá para a região Nordeste (R$ 234,9 milhões), seguida pelo Norte (R$ 85,4 milhões); Sudeste (R$ 43,2 milhões); Centro-Oeste (R$ 12,3 milhões); e Sul (R$ 2,6 milhões). Conheça a previsão de investimentos para cada estado: Estado  Orçamento  AC  R$ 5.027.310,00  AL  R$ 13.274.770,00  AM  R$ 23.917.870,00  AP  R$ 4.108.510,00  BA  R$ 46.626.050,00  CE  R$ 40.294.280,00  DF  R$ 368.750,00  ES  R$ 5.743.070,00  GO  R$ 4.970.810,00  MA  R$ 53.480.930,00  MG  R$ 23.913.210,00  MS  R$ 3.415.360,00  MT  R$ 3.566.060,00  PA  R$ 42.931.570,00  PB  R$ 20.022.000,00  PE  R$ 18.610.460,00  PI  R$ 23.771.080,00  PR  R$ 1.306.650,00  RJ  R$ 6.603.500,00  RN  R$ 6.419.630,00  RO  R$ 2.422.750,00  RR  R$ 2.763.940,00  RS  R$ 776.480,00  SC  R$ 585.750,00  SE  R$ 12.454.860,00  SP  R$ 6.952.140,00  TO  R$ 4.252.020,00  Elegíveis – Dos 5.570 municípios brasileiros, 3.039 possuem escolas elegíveis para receber os recursos do PDDE Equidade. Ao todo, 27.543 unidades escolares do país cumprem os requisitos do programa. Em oito estados, 100% das escolas poderão ser contempladas (Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Roraima e Sergipe). Os valores que cada unidade recebe variam conforme o número de estudantes e o programa aderido. Há distinção entre recursos de custeio, que incluem despesas operacionais e recursos de capital, que englobam investimentos em bens duráveis e infraestrutura.  O PDDE Equidade tem como objetivos estratégicos aprimorar as condições de oferta, a infraestrutura física e as práticas pedagógicas das escolas; promover a equidade, a inclusão e a superação das desigualdades educacionais; e reconhecer as diversidades.  Critérios – Para participar do programa, é preciso que a escola tenha uma Unidade Executora Própria (UEx) e esteja listada como elegível pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC. A lista de escolas aptas está disponível na página do PDDE Equidade. Os critérios técnicos e orçamentários usados para a seleção dessas unidades de ensino podem ser consultados no Anexo I da Resolução nº 17/2025, que regulamenta esse ciclo do programa.  A adesão ao programa pode ser realizada pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), em duas etapas: adesão pelas secretarias estaduais e municipais de educação (Entidades Executoras – EEx) e adesão das UEx representativas das escolas indicadas pela Secadi.  Modalidades – O PDDE Equidade é composto por três grandes frentes: PDDE Sala de Recursos Multifuncionais (SRM), que apoia a educação especial inclusiva; PDDE Água, Esgotamento Sanitário e Infraestrutura nas Escolas do Campo, Indígenas e Quilombolas, que promove melhorias estruturais nessas unidades; e PDDE Diversidades, que visa à implementação das diretrizes curriculares nacionais em dez linhas temáticas.  Nesse ciclo, os recursos se destinam às modalidades: educação especial; educação do campo; educação escolar indígena; educação escolar quilombola; educação para as relações étnico-raciais; educação bilíngue de surdos; e educação de jovens de adultos.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/pdde-equidade-saiba-previsao-de-investimento-por-estado 

MEC finaliza avaliações de edital do Selo Petronilha

Resultados preliminares serão apresentados durante a Marcha dos Prefeitos, que ocorre de 19 a 22/5. Divulgação dos resultados finais acontecerá até 25/5. Iniciativa reconhece ações voltadas à Erer e à EEQ (Foto: Ângelo Miguel/MEC)   O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), finalizou o prazo de avaliação das propostas para o Edital nº 1/2025, que institui o Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva. A iniciativa reconhece e apoia ações voltadas à educação para as relações étnico-raciais (Erer) e à educação escolar quilombola (EEQ) no âmbito das redes públicas de ensino. As propostas recebidas foram avaliadas por uma comissão especializada, conforme os critérios definidos no edital. Os resultados preliminares e os critérios de seleção serão apresentados durante a Marcha dos Prefeitos, que ocorre entre os dias 19 e 22 de maio, com posterior detalhamento aos secretários de educação. A divulgação dos resultados finais acontecerá até o dia 25 de maio. As secretarias de educação contempladas com apoio financeiro serão informadas oficialmente. Além disso, todas as instituições inscritas receberão comunicação formal por meio de ofício, independentemente do resultado. O MEC reforça o papel estratégico das políticas de Erer e EEQ na construção de uma educação pública antirracista, equitativa e comprometida com a valorização da diversidade étnico-racial no Brasil. Selo – O Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva de Educação para as Relações Étnico-Raciais tem como objetivo reconhecer e valorizar, por meio de um selo de reconhecimento, as secretarias de educação que se destacam por políticas, programas ou ações voltadas à formação de profissionais da educação para a implementação da Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003 (modificada pela Lei nº 11.645, de 2008). A iniciativa visa valorizar as redes de ensino que realizam ações para a promoção da equidade racial, a educação para as relações étnico-raciais e a educação escolar quilombola.   Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-finaliza-avaliacoes-de-edital-do-selo-petronilha 

Undime participa do Seminário Nacional da proposta formativa Leitura e Escrita na Educação Infantil

Evento aconteceu em Belo Horizonte e a instituição foi representada pelo presidente nacional, Alessio Costa Lima A Undime marcou presença, na sexta-feira (16), no Seminário Nacional da proposta formativa Leitura e Escrita na Educação Infantil – LEEI/CNCA e na inauguração da Casa da Infância da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O evento aconteceu na capital mineira, Belo Horizonte/MG. O presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, participou do evento e representou a instituição na mesa de abertura do seminário. Representantes da Undime/MG também participaram do evento. O Governo Federal criou o Programa Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-LEEI), com o objetivo de implementar e promover a formação continuada de profissionais da educação infantil para fortalecer o planejamento e a implementação de práticas pedagógicas que desenvolvam a linguagem oral, leitura e escrita das crianças. A medida foi publicada no Diário Oficial da União, por meio da Portaria MEC Nº 85, de 31 de janeiro de 2025, que institui o Programa no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA). O intuito do Pro-LEEI é formar professores para trabalhar pelo letramento e pelo desenvolvimento das linguagens de crianças da pré-escola (4 e 5 anos), respeitando as especificidades de cada faixa etária. O programa integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e segue princípios como a colaboração entre os entes federativos, a valorização das especificidades da educação infantil, a integração entre etapas da educação básica e a promoção da equidade educacional. Ao todo, 26 unidades federativas e 3.792 municípios (68% do total) já participaram do Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI), em 2024. A iniciativa reúne 223.964 professores de pré-escola em formação. Na ocasião, o presidente da Undime ressaltou a importância dessa ação de formação continuada dos professores da pré-escola de 4 e 5 anos de todo o país simultaneamente, envolvendo as universidades federais de cada estado nesse processo formativo. Segundo Alessio, além de assegurar um elevado padrão de qualificação técnica, possibilita essa aproximação entre universidades e redes de ensino, algo altamente benéfico para ambas as partes. Fonte: UndimeFotos: Undime/MG Evento aconteceu em Belo Horizonte e a instituição foi representada pelo presidente nacional, Alessio Costa Lima A Undime marcou presença, na sexta-feira (16), no Seminário Nacional da proposta formativa Leitura e Escrita na Educação Infantil – LEEI/CNCA e na inauguração da Casa da Infância da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O evento aconteceu na capital mineira, Belo Horizonte/MG. O presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, participou do evento e representou a instituição na mesa de abertura do seminário. Representantes da Undime/MG também participaram do evento. O Governo Federal criou o Programa Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-LEEI), com o objetivo de implementar e promover a formação continuada de profissionais da educação infantil para fortalecer o planejamento e a implementação de práticas pedagógicas que desenvolvam a linguagem oral, leitura e escrita das crianças. A medida foi publicada no Diário Oficial da União, por meio da Portaria MEC Nº 85, de 31 de janeiro de 2025, que institui o Programa no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA). O intuito do Pro-LEEI é formar professores para trabalhar pelo letramento e pelo desenvolvimento das linguagens de crianças da pré-escola (4 e 5 anos), respeitando as especificidades de cada faixa etária. O programa integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e segue princípios como a colaboração entre os entes federativos, a valorização das especificidades da educação infantil, a integração entre etapas da educação básica e a promoção da equidade educacional. Ao todo, 26 unidades federativas e 3.792 municípios (68% do total) já participaram do Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI), em 2024. A iniciativa reúne 223.964 professores de pré-escola em formação. Na ocasião, o presidente da Undime ressaltou a importância dessa ação de formação continuada dos professores da pré-escola de 4 e 5 anos de todo o país simultaneamente, envolvendo as universidades federais de cada estado nesse processo formativo. Segundo Alessio, além de assegurar um elevado padrão de qualificação técnica, possibilita essa aproximação entre universidades e redes de ensino, algo altamente benéfico para ambas as partes. Fonte: UndimeFotos: Undime/MG

Escola das Adolescências: webinário aborda novo ciclo de adesão

Evento será transmitido no dia 19 de maio pelo Canal do MEC no YouTube. Na data, será aberta a adesão ao ciclo 2025 do programa, que deverá ser realizada pelas secretarias de educação até o dia 20 de junho Para apresentar como deve ser realizada a adesão pelas secretarias de educação ao novo ciclo do programa Escola das Adolescências, o Ministério da Educação (MEC) promoverá, no dia 19 de maio, um webinário no Canal do MEC no YouTube. Na data, será aberta a adesão ao ciclo 2025 do programa, que deverá ser realizada pelas secretarias de educação até o dia 20 de junho. Promovido pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, o encontro será das 16h às 17h (horário de Brasília) e terá como público-alvo secretários de educação de todo o país. O programa Escola das Adolescências tem como foco o fortalecimento dos anos finais do ensino fundamental, por meio de apoio técnico-pedagógico e financeiro às redes de ensino. A adesão deverá ser realizada pelos secretários de educação por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec). Essa etapa é essencial para que as escolas participem das ações do programa e tenham acesso aos recursos financeiros e às formações previstas na política. No webinário, a coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Santos Farias, apresentará, de forma clara e orientada, o passo a passo que as redes de ensino devem seguir para realizar a adesão ao ciclo 2025 do programa. A coordenadora-geral de Estratégia da Educação Básica, Ana Valéria da Silva Dantas, também explicará as possibilidades de uso do recurso para a recomposição de aprendizagens. Durante o encontro, serão abordados o funcionamento da plataforma Simec e do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Interativo; além dos compromissos exigidos dos entes federativos e dos benefícios oferecidos pelo programa, incluindo apoio técnico, formativo e repasse de recursos financeiros para escolas priorizadas. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/escola-das-adolescencias-webinario-aborda-novo-ciclo-de-adesao Evento será transmitido no dia 19 de maio pelo Canal do MEC no YouTube. Na data, será aberta a adesão ao ciclo 2025 do programa, que deverá ser realizada pelas secretarias de educação até o dia 20 de junho Para apresentar como deve ser realizada a adesão pelas secretarias de educação ao novo ciclo do programa Escola das Adolescências, o Ministério da Educação (MEC) promoverá, no dia 19 de maio, um webinário no Canal do MEC no YouTube. Na data, será aberta a adesão ao ciclo 2025 do programa, que deverá ser realizada pelas secretarias de educação até o dia 20 de junho. Promovido pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, o encontro será das 16h às 17h (horário de Brasília) e terá como público-alvo secretários de educação de todo o país. O programa Escola das Adolescências tem como foco o fortalecimento dos anos finais do ensino fundamental, por meio de apoio técnico-pedagógico e financeiro às redes de ensino. A adesão deverá ser realizada pelos secretários de educação por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec). Essa etapa é essencial para que as escolas participem das ações do programa e tenham acesso aos recursos financeiros e às formações previstas na política. No webinário, a coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Santos Farias, apresentará, de forma clara e orientada, o passo a passo que as redes de ensino devem seguir para realizar a adesão ao ciclo 2025 do programa. A coordenadora-geral de Estratégia da Educação Básica, Ana Valéria da Silva Dantas, também explicará as possibilidades de uso do recurso para a recomposição de aprendizagens. Durante o encontro, serão abordados o funcionamento da plataforma Simec e do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Interativo; além dos compromissos exigidos dos entes federativos e dos benefícios oferecidos pelo programa, incluindo apoio técnico, formativo e repasse de recursos financeiros para escolas priorizadas. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/escola-das-adolescencias-webinario-aborda-novo-ciclo-de-adesao

Undime participa do Seminário Nacional sobre o Programa de Atenção Precoce na Infância

Encontro aconteceu em Pelotas/RS. Objetivo foi apresentar e debater os resultados preliminares do projeto piloto desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) (Foto: Undime) A Undime marcou presença, nesta quarta-feira (14), no Seminário Nacional sobre o Programa de Atenção Precoce na Infância (ProAPI), em Pelotas/RS. O evento é uma iniciativa do Ministério da Educação, em parceria com a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Rio Grande do Sul. O objetivo foi apresentar e debater os resultados preliminares do projeto piloto desenvolvido em parceria com a Universidade. O ProAPI é uma iniciativa inovadora voltada à promoção do desenvolvimento integral de crianças da educação especial e crianças em situação de vulnerabilidade matriculadas nas escolas públicas de educação infantil. O programa atua com foco nas famílias e nos contextos culturais e territoriais das crianças, tendo a escola como referência das ações. A proposta também prevê a articulação entre educação, saúde e assistência social, fortalecendo redes de apoio e promovendo a inclusão desde a primeira infância.  Na abertura, a Undime foi representada pela presidente da Região Sul, Maristela Guasselli. Também participaram do evento: a presidente da Undime/PA e Dirigente Municipal de Educação de Moju/PA, Sandra Lima; a presidente da Undime/PR e Dirigente Municipal de Educação de Sarandi/PR, Adriana Palmieiri; a vice-presidente da Undime/RJ e Dirigente Municipal de Educação de Nova Iguaçu/RJ, Maria Virginia Rocha; e a Dirigente Municipal de Educação de Campinorte/GO, Fernanda Perinelli. (Foto: Undime) O evento, coordenado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, contou com a presença do diretor de Políticas de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva, Alexandre Mapurunga. Na ocasião, ele destacou que o ministério tem um compromisso com a consolidação da educação inclusiva no país, fundamentada nos princípios de equidade, transversalidade e justiça social. Alexandre afirmou que a educação especial inclusiva atravessa todas as etapas e as modalidades da educação, desde a creche até o ensino superior, e informou que houve um avanço das matrículas nas classes comuns. “Segundo o Censo de 2024, nós temos mais de 2 milhões de matrículas na educação especial, um avanço de 18,9%, em relação ao ano de 2023, nas classes comuns da educação básica. Na educação infantil, esse crescimento foi ainda mais expressivo, de 252% nas matrículas de creche e 235% na pré-escola, entre 2020 e 2024”, ressaltou. (Foto: Undime) Ao longo do evento, foram apresentados os resultados do ProAPI piloto desenvolvido em Pelotas/RS, nas microrregiões de Fragata e Três Vendas, envolvendo escolas de educação infantil e Unidades Básicas de Saúde (UBS). Em Fragata, participaram oito escolas, que atendem 108 crianças da educação especial. Dessas, 89 demandam apoio ao desenvolvimento. No bairro de Três Vendas, em Pelotas/RS, sete escolas participaram da ação. Juntas, elas possuem 46 crianças da educação especial, e sete delas demandam apoio ao desenvolvimento. O projeto piloto focou em práticas centradas na família e nos contextos naturais, promovendo articulação entre escola, família, comunidade e políticas públicas. Além disso, realizou formações, visitas domiciliares, reuniões técnicas e oficinas pedagógicas, buscando fortalecer redes de apoio e inclusão. Para o diretor Alexandre Mapurunga, os dados do projeto mostram a necessidade de fortalecer o apoio às redes de ensino nas ações voltadas à educação especial na perspectiva inclusiva. “A gente tem atuado para assegurar instrumentos concretos que viabilizem a política. Já ampliamos os investimentos nas salas de recursos multifuncionais, atualizamos a lista de materiais, priorizamos as escolas com maior número de matrículas de quilombolas, indígenas, escolas do campo e da educação infantil”, comentou. Mapurunga ainda apontou a importância da formação dos professores, um dos eixos do projeto piloto em Pelotas, para que atendam os estudantes com necessidades especiais. “Ofertamos mais de 38 mil vagas de formação para professores e gestores. Criamos também um curso para professores das salas comuns, com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que atualmente está com 90 mil vagas. Isso tem sido um grande avanço, porque, até 2022, apenas 6% dos professores das salas comuns tinham alguma formação em educação especial inclusiva. Hoje, nós temos mais de 90 mil matrículas”, considerou. Além da Undime, participaram das atividades representantes oficiais do município de Pelotas/RS, do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), do Ministério da Saúde, pesquisadores da Associação de Pesquisadores em Educação Especial (ABPEE), da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped) e de universidades públicas. (Foto: MEC) (Foto: MEC) (Foto: MEC) Fonte: Undime com informações do MEC  Encontro aconteceu em Pelotas/RS. Objetivo foi apresentar e debater os resultados preliminares do projeto piloto desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) (Foto: Undime) A Undime marcou presença, nesta quarta-feira (14), no Seminário Nacional sobre o Programa de Atenção Precoce na Infância (ProAPI), em Pelotas/RS. O evento é uma iniciativa do Ministério da Educação, em parceria com a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Rio Grande do Sul. O objetivo foi apresentar e debater os resultados preliminares do projeto piloto desenvolvido em parceria com a Universidade. O ProAPI é uma iniciativa inovadora voltada à promoção do desenvolvimento integral de crianças da educação especial e crianças em situação de vulnerabilidade matriculadas nas escolas públicas de educação infantil. O programa atua com foco nas famílias e nos contextos culturais e territoriais das crianças, tendo a escola como referência das ações. A proposta também prevê a articulação entre educação, saúde e assistência social, fortalecendo redes de apoio e promovendo a inclusão desde a primeira infância.  Na abertura, a Undime foi representada pela presidente da Região Sul, Maristela Guasselli. Também participaram do evento: a presidente da Undime/PA e Dirigente Municipal de Educação de Moju/PA, Sandra Lima; a presidente da Undime/PR e Dirigente Municipal de Educação de Sarandi/PR, Adriana Palmieiri; a vice-presidente da Undime/RJ e Dirigente Municipal de Educação de Nova Iguaçu/RJ, Maria Virginia Rocha; e a Dirigente Municipal de Educação de Campinorte/GO, Fernanda Perinelli. (Foto: Undime) O evento, coordenado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, contou com a presença do diretor de Políticas de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva,

MEC orienta sobre diretrizes curriculares para magistério

Documento elaborado pelo Conselho Nacional de Educação estipulou instruções para cursos de licenciatura e de formação pedagógica para graduados não licenciados. Diretrizes estão disponíveis na página do CNE (Foto: Fábio Nakakura/MEC) O Ministério da Educação (MEC) homologou o Parecer CNE/CP nº 5/2025, que aprova as orientações do Conselho Nacional de Educação (CNE) para a implantação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar Básica, definidas pela Resolução CNE/CP nº 4/2024. As instruções são válidas para cursos de licenciatura, de formação pedagógica para graduados não licenciados e de segundas licenciaturas.  O parecer foi elaborado pelo CNE em parceria com o MEC, visando esclarecer diversas dúvidas que o colegiado recebeu da sociedade. O documento já havia sido aprovado pelo conselho em março deste ano. A homologação foi publicada, nesta quinta-feira, 15 de maio, no Diário Oficial da União. O parecer conta com 19 questões, detalhadamente abordadas. Entre as dúvidas mais levantadas pelos diversos atores sociais, estão perguntas acerca da existência de um curso de formação pedagógica em pedagogia para graduados não licenciados; de quais áreas é possível fazer a formação pedagógica; da existência de uma segunda licenciatura em pedagogia; e de como deve ser feita a transição curricular para seguir as determinações da Resolução CNE/CP nº 4/2024. O parecer completo está disponível na página do CNE, no portal do MEC. CNE – Órgão colegiado do MEC, o Conselho Nacional de Educação tem atribuições normativas, deliberativas e de assessoramento ao ministro da Educação no desempenho de suas funções, assim como atribuições do Poder Público Federal em matéria de educação. As Câmaras de Educação Básica e de Educação Superior, que compõem o conselho, são constituídas, cada uma, por 12 conselheiros. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-orienta-sobre-diretrizes-curriculares-para-magisterio Documento elaborado pelo Conselho Nacional de Educação estipulou instruções para cursos de licenciatura e de formação pedagógica para graduados não licenciados. Diretrizes estão disponíveis na página do CNE (Foto: Fábio Nakakura/MEC) O Ministério da Educação (MEC) homologou o Parecer CNE/CP nº 5/2025, que aprova as orientações do Conselho Nacional de Educação (CNE) para a implantação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar Básica, definidas pela Resolução CNE/CP nº 4/2024. As instruções são válidas para cursos de licenciatura, de formação pedagógica para graduados não licenciados e de segundas licenciaturas.  O parecer foi elaborado pelo CNE em parceria com o MEC, visando esclarecer diversas dúvidas que o colegiado recebeu da sociedade. O documento já havia sido aprovado pelo conselho em março deste ano. A homologação foi publicada, nesta quinta-feira, 15 de maio, no Diário Oficial da União. O parecer conta com 19 questões, detalhadamente abordadas. Entre as dúvidas mais levantadas pelos diversos atores sociais, estão perguntas acerca da existência de um curso de formação pedagógica em pedagogia para graduados não licenciados; de quais áreas é possível fazer a formação pedagógica; da existência de uma segunda licenciatura em pedagogia; e de como deve ser feita a transição curricular para seguir as determinações da Resolução CNE/CP nº 4/2024. O parecer completo está disponível na página do CNE, no portal do MEC. CNE – Órgão colegiado do MEC, o Conselho Nacional de Educação tem atribuições normativas, deliberativas e de assessoramento ao ministro da Educação no desempenho de suas funções, assim como atribuições do Poder Público Federal em matéria de educação. As Câmaras de Educação Básica e de Educação Superior, que compõem o conselho, são constituídas, cada uma, por 12 conselheiros. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-orienta-sobre-diretrizes-curriculares-para-magisterio

PDDE Equidade: saiba como aderir ao programa

Iniciativa do MEC busca melhorar qualidade da oferta do ensino e a infraestrutura de escolas em situação de maior vulnerabilidade. Redes municipais e estaduais têm até 6 de junho para realizar adesão pelo Simec O Ministério da Educação (MEC) abriu o período de adesão para o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Equidade, que vai até 6 de junho. A iniciativa busca melhorar a qualidade da oferta do ensino e a infraestrutura física e pedagógica de escolas da educação básica, com atenção àquelas em situação de maior vulnerabilidade. Até 2026, o programa vai repassar R$ 1,3 bilhão a unidades de ensino de todo o Brasil. Os valores que cada unidade recebe variam conforme o número de estudantes e o programa aderido. Há distinção entre recursos de custeio, que incluem despesas operacionais, e recursos de capital, que englobam investimentos em bens duráveis e infraestrutura. O PDDE Equidade tem como objetivos estratégicos aprimorar as condições de oferta, a infraestrutura física e as práticas pedagógicas das escolas; promover a equidade, a inclusão e a superação das desigualdades educacionais; e reconhecer as diversidades. Critérios – Para participar do programa, é preciso que a escola tenha uma Unidade Executora Própria (UEx) e esteja listada como elegível pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC. A lista de escolas aptas está disponível na página do PDDE Equidade. Os critérios técnicos e orçamentários usados para a seleção dessas unidades de ensino podem ser consultados no Anexo I da Resolução nº 17/2025, que regulamenta esse ciclo do programa. Passo a passo – A adesão é realizada em duas etapas: adesão pelas secretarias estaduais e municipais de educação (Entidades Executoras – EEx) e adesão das UEx representativas das escolas indicadas pela Secadi. Para isso, escolas e redes devem preencher formulário próprio disponibilizado no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). A documentação necessária para a adesão varia de acordo com o subprograma. De forma geral, o secretário assina o termo de adesão do município e cadastra a equipe técnica responsável por dar suporte aos representantes das escolas. Os representantes, por sua vez, também assinam a adesão e, dependendo do programa, cadastram um plano de trabalho, que deve incluir a lista de itens demandados pela escola.   Para auxiliar os gestores nesse processo, o MEC disponibilizou um Guia de Orientações do PDDE Equidade, com diretrizes sobre adesão, critérios de elegibilidade, valores de repasse e execução dos recursos, dividido em quatro partes: Visão Geral; Sala de Recursos Multifuncionais; PDDE Água, Esgotamento Sanitário e Infraestrutura nas Escolas do Campo, Indígenas e Quilombolas; e PDDE Diversidades.  Modalidades – O PDDE Equidade é composto por três grandes frentes: PDDE Sala de Recursos Multifuncionais (SRM), que apoia a educação especial inclusiva; PDDE Água, Esgotamento Sanitário e Infraestrutura nas Escolas do Campo, Indígenas e Quilombolas, que promove melhorias estruturais nessas unidades; e PDDE Diversidades, que visa à implementação das diretrizes curriculares nacionais em dez linhas temáticas. Nesse ciclo, os recursos se destinam às modalidades: educação especial; educação do campo; educação escolar indígena; educação escolar quilombola; educação para as relações étnico-raciais; educação bilíngue de surdos; e educação de jovens de adultos. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/pdde-equidade-saiba-como-aderir-ao-programa Iniciativa do MEC busca melhorar qualidade da oferta do ensino e a infraestrutura de escolas em situação de maior vulnerabilidade. Redes municipais e estaduais têm até 6 de junho para realizar adesão pelo Simec O Ministério da Educação (MEC) abriu o período de adesão para o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Equidade, que vai até 6 de junho. A iniciativa busca melhorar a qualidade da oferta do ensino e a infraestrutura física e pedagógica de escolas da educação básica, com atenção àquelas em situação de maior vulnerabilidade. Até 2026, o programa vai repassar R$ 1,3 bilhão a unidades de ensino de todo o Brasil. Os valores que cada unidade recebe variam conforme o número de estudantes e o programa aderido. Há distinção entre recursos de custeio, que incluem despesas operacionais, e recursos de capital, que englobam investimentos em bens duráveis e infraestrutura. O PDDE Equidade tem como objetivos estratégicos aprimorar as condições de oferta, a infraestrutura física e as práticas pedagógicas das escolas; promover a equidade, a inclusão e a superação das desigualdades educacionais; e reconhecer as diversidades. Critérios – Para participar do programa, é preciso que a escola tenha uma Unidade Executora Própria (UEx) e esteja listada como elegível pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC. A lista de escolas aptas está disponível na página do PDDE Equidade. Os critérios técnicos e orçamentários usados para a seleção dessas unidades de ensino podem ser consultados no Anexo I da Resolução nº 17/2025, que regulamenta esse ciclo do programa. Passo a passo – A adesão é realizada em duas etapas: adesão pelas secretarias estaduais e municipais de educação (Entidades Executoras – EEx) e adesão das UEx representativas das escolas indicadas pela Secadi. Para isso, escolas e redes devem preencher formulário próprio disponibilizado no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). A documentação necessária para a adesão varia de acordo com o subprograma. De forma geral, o secretário assina o termo de adesão do município e cadastra a equipe técnica responsável por dar suporte aos representantes das escolas. Os representantes, por sua vez, também assinam a adesão e, dependendo do programa, cadastram um plano de trabalho, que deve incluir a lista de itens demandados pela escola.   Para auxiliar os gestores nesse processo, o MEC disponibilizou um Guia de Orientações do PDDE Equidade, com diretrizes sobre adesão, critérios de elegibilidade, valores de repasse e execução dos recursos, dividido em quatro partes: Visão Geral; Sala de Recursos Multifuncionais; PDDE Água, Esgotamento Sanitário e Infraestrutura nas Escolas do Campo, Indígenas e Quilombolas; e PDDE Diversidades.  Modalidades – O PDDE Equidade é composto por três grandes frentes: PDDE Sala de Recursos Multifuncionais (SRM), que apoia a educação especial inclusiva; PDDE Água, Esgotamento Sanitário e Infraestrutura nas Escolas do Campo, Indígenas e Quilombolas, que promove melhorias estruturais nessas unidades; e PDDE Diversidades, que visa à implementação das diretrizes curriculares nacionais em dez linhas temáticas. Nesse ciclo, os recursos se destinam às modalidades: educação especial; educação do campo; educação escolar indígena; educação escolar quilombola; educação para as relações étnico-raciais; educação bilíngue de surdos; e educação de jovens de adultos. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/pdde-equidade-saiba-como-aderir-ao-programa