MEC abre inscrições para curso de mentoria a diretores escolares

Iniciativa busca fortalecer a atuação de diretores escolares, com foco no desenvolvimento da liderança pedagógica, administrativa e colaborativa. Prazo para adesão vai até 8 de junho (Foto: Fábio Nakakura/MEC) O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), abriu inscrições para o Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares. A iniciativa integra o Programa de Formação Continuada para Diretores Escolares e Técnicos das Secretarias de Educação (Proditec). O prazo de adesão vai até o dia 8 de junho. Para participar do curso, as secretarias estaduais e municipais de educação devem acessar o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). No Módulo PAR 4, estará a opção de adesão ao Proditec, na qual deverão ser indicados os nomes dos respectivos diretores escolares e técnicos das secretarias de educação escolhidos para a formação. O ministério recomenda que essa adesão seja realizada com antecedência. O objetivo é fortalecer a atuação de diretores escolares e técnicos das secretarias de educação, promovendo o desenvolvimento da liderança pedagógica, administrativa e colaborativa. O foco será no enfrentamento das questões ligadas à gestão escolar, com base em experiências compartilhadas, diálogo entre pares e valorização da escuta ativa. Assim, busca-se consolidar a a cultura da mentoria como instrumento formativo e estratégico no âmbito das redes públicas de ensino.  A formação terá carga horária de 210 horas, distribuídas ao longo de 20 semanas, com aulas síncronas semanais, conduzidas por professores especialistas de universidades públicas; e atividades assíncronas, com materiais didáticos, fóruns de discussão e tarefas práticas realizadas em ambiente virtual de aprendizagem.  No conteúdo programático, estarão temas fundamentais para a gestão escolar contemporânea, como: princípios e práticas de mentoria; cultura colaborativa e escuta ativa; liderança e comunicação institucional; gestão democrática e projeto político-pedagógico; planejamento e uso de recursos financeiros; avaliação educacional; e relações interpessoais e enfrentamento da violência nas escolas.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-abre-inscricoes-para-curso-de-mentoria-a-diretores-escolares Iniciativa busca fortalecer a atuação de diretores escolares, com foco no desenvolvimento da liderança pedagógica, administrativa e colaborativa. Prazo para adesão vai até 8 de junho (Foto: Fábio Nakakura/MEC) O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), abriu inscrições para o Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares. A iniciativa integra o Programa de Formação Continuada para Diretores Escolares e Técnicos das Secretarias de Educação (Proditec). O prazo de adesão vai até o dia 8 de junho. Para participar do curso, as secretarias estaduais e municipais de educação devem acessar o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). No Módulo PAR 4, estará a opção de adesão ao Proditec, na qual deverão ser indicados os nomes dos respectivos diretores escolares e técnicos das secretarias de educação escolhidos para a formação. O ministério recomenda que essa adesão seja realizada com antecedência. O objetivo é fortalecer a atuação de diretores escolares e técnicos das secretarias de educação, promovendo o desenvolvimento da liderança pedagógica, administrativa e colaborativa. O foco será no enfrentamento das questões ligadas à gestão escolar, com base em experiências compartilhadas, diálogo entre pares e valorização da escuta ativa. Assim, busca-se consolidar a a cultura da mentoria como instrumento formativo e estratégico no âmbito das redes públicas de ensino.  A formação terá carga horária de 210 horas, distribuídas ao longo de 20 semanas, com aulas síncronas semanais, conduzidas por professores especialistas de universidades públicas; e atividades assíncronas, com materiais didáticos, fóruns de discussão e tarefas práticas realizadas em ambiente virtual de aprendizagem.  No conteúdo programático, estarão temas fundamentais para a gestão escolar contemporânea, como: princípios e práticas de mentoria; cultura colaborativa e escuta ativa; liderança e comunicação institucional; gestão democrática e projeto político-pedagógico; planejamento e uso de recursos financeiros; avaliação educacional; e relações interpessoais e enfrentamento da violência nas escolas.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-abre-inscricoes-para-curso-de-mentoria-a-diretores-escolares

Boletim Em pauta – Edição nº 777 – 21 de maio de 2025

Aberto ciclo de adesão para o Escola das Adolescências Leia mais Escolha de livros do PNLD para Educação de Jovens e Adultos vai até 23 de maio Leia mais MEC lança série do Criança Alfabetizada no Canal Educação Leia mais PDDE Equidade: saiba previsão de investimento por estado Leia mais MEC finaliza avaliações de edital do Selo Petronilha Leia mais Undime Goiás reúne 400 participantes em Fórum Estadual Leia mais Undime participa do Seminário Nacional sobre o Programa de Atenção Precoce na Infância Leia mais MEC orienta sobre diretrizes curriculares para magistério Leia mais Tempo Integral: inscrição para seleção de experiências inspiradoras vai até 1º de junho Leia mais Comissão Especial da Câmara sobre o novo Plano Nacional de Educação realiza primeira audiência pública Leia mais Programa Escola em Tempo Integral: redes de ensino são orientadas sobre execução financeira Leia mais VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente: confira as atualizações do calendário Leia mais

MEC abre inscrições para curso de mentoria a diretores escolares

Iniciativa busca fortalecer a atuação de diretores escolares, com foco no desenvolvimento da liderança pedagógica, administrativa e colaborativa. Prazo para adesão vai até 8 de junho  (Foto: Fábio Nakakura/MEC)   O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), abriu inscrições para o Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares. A iniciativa integra o Programa de Formação Continuada para Diretores Escolares e Técnicos das Secretarias de Educação (Proditec). O prazo de adesão vai até o dia 8 de junho. Para participar do curso, as secretarias estaduais e municipais de educação devem acessar o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). No Módulo PAR 4, estará a opção de adesão ao Proditec, na qual deverão ser indicados os nomes dos respectivos diretores escolares e técnicos das secretarias de educação escolhidos para a formação. O ministério recomenda que essa adesão seja realizada com antecedência. O objetivo é fortalecer a atuação de diretores escolares e técnicos das secretarias de educação, promovendo o desenvolvimento da liderança pedagógica, administrativa e colaborativa. O foco será no enfrentamento das questões ligadas à gestão escolar, com base em experiências compartilhadas, diálogo entre pares e valorização da escuta ativa. Assim, busca-se consolidar a a cultura da mentoria como instrumento formativo e estratégico no âmbito das redes públicas de ensino.  A formação terá carga horária de 210 horas, distribuídas ao longo de 20 semanas, com aulas síncronas semanais, conduzidas por professores especialistas de universidades públicas; e atividades assíncronas, com materiais didáticos, fóruns de discussão e tarefas práticas realizadas em ambiente virtual de aprendizagem.  No conteúdo programático, estarão temas fundamentais para a gestão escolar contemporânea, como: princípios e práticas de mentoria; cultura colaborativa e escuta ativa; liderança e comunicação institucional; gestão democrática e projeto político-pedagógico; planejamento e uso de recursos financeiros; avaliação educacional; e relações interpessoais e enfrentamento da violência nas escolas.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-abre-inscricoes-para-curso-de-mentoria-a-diretores-escolares 

Aberto ciclo de adesão para o Escola das Adolescências

Programa tem como foco o fortalecimento dos anos finais do ensino fundamental, por meio de apoio técnico-pedagógico e financeiro às redes de ensino. Período de adesão vai até o dia 20 de junho (Foto: Divulgação/MEC) O Ministério da Educação (MEC) abriu, nesta segunda-feira, 19 de maio, o período de adesão ao Programa Escola das Adolescências para o ciclo de 2025. O programa tem como foco o fortalecimento dos anos finais do ensino fundamental, por meio de apoio técnico-pedagógico e financeiro às redes de ensino. A adesão deverá ser realizada pelas secretarias de educação municipais e estaduais por meio da plataforma Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (Simec) até o dia 20 de junho. Em webinário realizado pela Secretaria de Educação Básica (SEB) e transmitido pelo canal do MEC no YouTube, o ministério apresentou o passo a passo para que as redes possam ingressar no programa e ter acesso aos recursos financeiros e às formações previstas na política pública. “Estamos fazendo um esforço de apoio técnico e financeiro priorizado para criar uma estratégia que olhe para as especificidades dos anos finais do ensino fundamental”, destacou a coordenadora-geral de Ensino Fundamental da SEB/MEC, Tereza Santos Farias. Segundo a coordenadora, o MEC apoia uma cooperação de esforços entre os entes federativos, para construir uma escola que se conecte mais com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil. “Vamos promover um espaço acolhedor e que impulsione a qualidade social e o desenvolvimento integral dos estudantes, porque a adolescência é o segundo período de maior plasticidade cerebral, período de oportunidades e de riscos, e os esforços do programa se dirigem para fomentar estratégias para aprender mais, com mais sentido e significado”, reforçou. Participou do encontro a coordenadora de Estratégia da Educação Básica, Daiane Lopes, orientando sobre as formas de uso do recurso do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) também para a recomposição de aprendizagens. Além disso, esteve presente a coordenadora-geral de Educação Ambiental para a Diversidade e Sustentabilidade da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, Viviane Vazzi, que apresentou a Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA), orientando redes e escolas de anos finais a realizarem a etapa escolar da conferência, que se volta ao fortalecimento de ações formativas no campo da educação ambiental e cujo prazo se estende até 30 de junho. Escola das Adolescências – O Programa Escola das Adolescências, instituído pela Portaria nº 635/2024, é uma estratégia do Governo Federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro para fortalecer os anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). Conjugando esforços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a iniciativa busca construir uma proposta para essa etapa de ensino que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil; promova um espaço acolhedor; e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes.  A política inclui produção e divulgação de guias temáticos sobre os anos finais do ensino fundamental, assim como incentiva, financeiramente, escolas priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais. Além disso, encoraja maior conexão com as características dos anos finais, para apoiar a construção de trajetórias de sucesso escolar. Suas estratégias se dividem em três eixos: governança; organização curricular e pedagógica; e desenvolvimento profissional.   Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-abre-ciclo-de-adesao-para-o-escola-das-adolescencias Programa tem como foco o fortalecimento dos anos finais do ensino fundamental, por meio de apoio técnico-pedagógico e financeiro às redes de ensino. Período de adesão vai até o dia 20 de junho (Foto: Divulgação/MEC) O Ministério da Educação (MEC) abriu, nesta segunda-feira, 19 de maio, o período de adesão ao Programa Escola das Adolescências para o ciclo de 2025. O programa tem como foco o fortalecimento dos anos finais do ensino fundamental, por meio de apoio técnico-pedagógico e financeiro às redes de ensino. A adesão deverá ser realizada pelas secretarias de educação municipais e estaduais por meio da plataforma Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (Simec) até o dia 20 de junho. Em webinário realizado pela Secretaria de Educação Básica (SEB) e transmitido pelo canal do MEC no YouTube, o ministério apresentou o passo a passo para que as redes possam ingressar no programa e ter acesso aos recursos financeiros e às formações previstas na política pública. “Estamos fazendo um esforço de apoio técnico e financeiro priorizado para criar uma estratégia que olhe para as especificidades dos anos finais do ensino fundamental”, destacou a coordenadora-geral de Ensino Fundamental da SEB/MEC, Tereza Santos Farias. Segundo a coordenadora, o MEC apoia uma cooperação de esforços entre os entes federativos, para construir uma escola que se conecte mais com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil. “Vamos promover um espaço acolhedor e que impulsione a qualidade social e o desenvolvimento integral dos estudantes, porque a adolescência é o segundo período de maior plasticidade cerebral, período de oportunidades e de riscos, e os esforços do programa se dirigem para fomentar estratégias para aprender mais, com mais sentido e significado”, reforçou. Participou do encontro a coordenadora de Estratégia da Educação Básica, Daiane Lopes, orientando sobre as formas de uso do recurso do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) também para a recomposição de aprendizagens. Além disso, esteve presente a coordenadora-geral de Educação Ambiental para a Diversidade e Sustentabilidade da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, Viviane Vazzi, que apresentou a Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA), orientando redes e escolas de anos finais a realizarem a etapa escolar da conferência, que se volta ao fortalecimento de ações formativas no campo da educação ambiental e cujo prazo se estende até 30 de junho. Escola das Adolescências – O Programa Escola das Adolescências, instituído pela Portaria nº 635/2024, é uma estratégia do Governo Federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro para fortalecer os anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). Conjugando esforços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a iniciativa busca construir uma proposta para essa etapa de ensino que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil; promova um espaço

Aberto ciclo de adesão para o Escola das Adolescências

Programa tem como foco o fortalecimento dos anos finais do ensino fundamental, por meio de apoio técnico-pedagógico e financeiro às redes de ensino. Período de adesão vai até o dia 20 de junho (Foto: Divulgação/MEC)   O Ministério da Educação (MEC) abriu, nesta segunda-feira, 19 de maio, o período de adesão ao Programa Escola das Adolescências para o ciclo de 2025. O programa tem como foco o fortalecimento dos anos finais do ensino fundamental, por meio de apoio técnico-pedagógico e financeiro às redes de ensino. A adesão deverá ser realizada pelas secretarias de educação municipais e estaduais por meio da plataforma Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (Simec) até o dia 20 de junho. Em webinário realizado pela Secretaria de Educação Básica (SEB) e transmitido pelo canal do MEC no YouTube, o ministério apresentou o passo a passo para que as redes possam ingressar no programa e ter acesso aos recursos financeiros e às formações previstas na política pública. “Estamos fazendo um esforço de apoio técnico e financeiro priorizado para criar uma estratégia que olhe para as especificidades dos anos finais do ensino fundamental”, destacou a coordenadora-geral de Ensino Fundamental da SEB/MEC, Tereza Santos Farias. Segundo a coordenadora, o MEC apoia uma cooperação de esforços entre os entes federativos, para construir uma escola que se conecte mais com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil. “Vamos promover um espaço acolhedor e que impulsione a qualidade social e o desenvolvimento integral dos estudantes, porque a adolescência é o segundo período de maior plasticidade cerebral, período de oportunidades e de riscos, e os esforços do programa se dirigem para fomentar estratégias para aprender mais, com mais sentido e significado”, reforçou. Participou do encontro a coordenadora de Estratégia da Educação Básica, Daiane Lopes, orientando sobre as formas de uso do recurso do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) também para a recomposição de aprendizagens. Além disso, esteve presente a coordenadora-geral de Educação Ambiental para a Diversidade e Sustentabilidade da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, Viviane Vazzi, que apresentou a Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA), orientando redes e escolas de anos finais a realizarem a etapa escolar da conferência, que se volta ao fortalecimento de ações formativas no campo da educação ambiental e cujo prazo se estende até 30 de junho. Escola das Adolescências – O Programa Escola das Adolescências, instituído pela Portaria nº 635/2024, é uma estratégia do Governo Federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro para fortalecer os anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). Conjugando esforços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a iniciativa busca construir uma proposta para essa etapa de ensino que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil; promova um espaço acolhedor; e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes.  A política inclui produção e divulgação de guias temáticos sobre os anos finais do ensino fundamental, assim como incentiva, financeiramente, escolas priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais. Além disso, encoraja maior conexão com as características dos anos finais, para apoiar a construção de trajetórias de sucesso escolar. Suas estratégias se dividem em três eixos: governança; organização curricular e pedagógica; e desenvolvimento profissional.   Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-abre-ciclo-de-adesao-para-o-escola-das-adolescencias   

Escolha de livros do PNLD para Educação de Jovens e Adultos vai até 23 de maio

Programa do FNDE garante materiais didáticos adaptados às especificidades da EJA para o ciclo 2026-2029 O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), informa que professores e gestores educacionais da Educação de Jovens e Adultos (EJA) têm até 23 de maio para registrar, na plataforma do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD Digital), a seleção de livros e materiais que serão utilizados no período de 2026 a 2029. Para orientar essa escolha, está disponível o Guia do PNLD EJA 2026, com resenhas, critérios de avaliação pedagógica e textos introdutórios para cada componente curricular. A modalidade EJA é reconhecida por atender jovens, adultos e idosos que não tiveram a oportunidade de concluir seus estudos na idade regular. Ao oferecer materiais didáticos elaborados com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, essa iniciativa contribui para a redução das desigualdades educacionais e promove a inclusão, valorizando as trajetórias de vida de milhares de brasileiros. O PNLD EJA vai atender a dois segmentos do ensino fundamental nas redes públicas: 1º segmento – anos iniciais Práticas de Alfabetização e Matemática: 8 volumes para as etapas 1 a 4.Práticas em Linguagens e Cultura Digital: 4 volumes para as etapas 1 e 2.Práticas do Mundo do Trabalho e Territórios: 4 volumes para as etapas 3 e 4. 2º segmento – anos finais (5ª à 8ª etapa) Práticas de Leitura e Escrita (Vol. 1 e 2)Práticas em Matemática (Vol. 1 e 2)Práticas em Ciências da Natureza (Vol. 1 e 2)Práticas em Ciências Humanas e Arte (Vol. 1 e 2)Práticas em Língua Estrangeira – Inglês (Vol. 1 e 2)Práticas em Práticas em Língua Estrangeira – Espanhol (Vol. 1 e 2) Atenção! Apenas para a coleção de Práticas em Língua Estrangeira – Espanhol não será necessário indicar segunda opção, pois só uma coleção foi aprovada para a escolha na avaliação pedagógica. Em relação às coleções de Práticas em Língua Estrangeira – Inglês e Práticas em Língua Estrangeira – Espanhol somente escolas que lecionam ambas as disciplinas devem solicitar livros dos dois componentes. Escolas que lecionam apenas um idioma devem registrar no sistema “Não desejo receber obras” para o idioma não ministrado. O registro ora mencionado também será a opção a ser marcada para o caso da escola que tenha alunado na Educação de Jovens e Adultos (EJA) no censo escolar 2024 e não queira receber as obras de EJA. Veja mais informações na página da Escolha do PNLD EJA 2026 a 2029. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/escolha-de-livros-do-pnld-para-educacao-de-jovens-e-adultos-vai-ate-23-de-maio Programa do FNDE garante materiais didáticos adaptados às especificidades da EJA para o ciclo 2026-2029 O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), informa que professores e gestores educacionais da Educação de Jovens e Adultos (EJA) têm até 23 de maio para registrar, na plataforma do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD Digital), a seleção de livros e materiais que serão utilizados no período de 2026 a 2029. Para orientar essa escolha, está disponível o Guia do PNLD EJA 2026, com resenhas, critérios de avaliação pedagógica e textos introdutórios para cada componente curricular. A modalidade EJA é reconhecida por atender jovens, adultos e idosos que não tiveram a oportunidade de concluir seus estudos na idade regular. Ao oferecer materiais didáticos elaborados com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, essa iniciativa contribui para a redução das desigualdades educacionais e promove a inclusão, valorizando as trajetórias de vida de milhares de brasileiros. O PNLD EJA vai atender a dois segmentos do ensino fundamental nas redes públicas: 1º segmento – anos iniciais Práticas de Alfabetização e Matemática: 8 volumes para as etapas 1 a 4.Práticas em Linguagens e Cultura Digital: 4 volumes para as etapas 1 e 2.Práticas do Mundo do Trabalho e Territórios: 4 volumes para as etapas 3 e 4. 2º segmento – anos finais (5ª à 8ª etapa) Práticas de Leitura e Escrita (Vol. 1 e 2)Práticas em Matemática (Vol. 1 e 2)Práticas em Ciências da Natureza (Vol. 1 e 2)Práticas em Ciências Humanas e Arte (Vol. 1 e 2)Práticas em Língua Estrangeira – Inglês (Vol. 1 e 2)Práticas em Práticas em Língua Estrangeira – Espanhol (Vol. 1 e 2)Atenção! Apenas para a coleção de Práticas em Língua Estrangeira – Espanhol não será necessário indicar segunda opção, pois só uma coleção foi aprovada para a escolha na avaliação pedagógica. Em relação às coleções de Práticas em Língua Estrangeira – Inglês e Práticas em Língua Estrangeira – Espanhol somente escolas que lecionam ambas as disciplinas devem solicitar livros dos dois componentes. Escolas que lecionam apenas um idioma devem registrar no sistema “Não desejo receber obras” para o idioma não ministrado. O registro ora mencionado também será a opção a ser marcada para o caso da escola que tenha alunado na Educação de Jovens e Adultos (EJA) no censo escolar 2024 e não queira receber as obras de EJA. Veja mais informações na página da Escolha do PNLD EJA 2026 a 2029. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/escolha-de-livros-do-pnld-para-educacao-de-jovens-e-adultos-vai-ate-23-de-maio

PDDE Equidade: saiba previsão de investimento por estado

Ministério da Educação detalhou os repasses para cada ente federativo. Até 2026, será investido R$ 1,3 bilhão para melhorar qualidade da oferta de ensino e infraestrutura física e pedagógica das escolas O Ministério da Educação (MEC) divulgou a previsão de investimentos para o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Equidade, que está em período de adesão para redes de ensino até o dia 6 de junho. A iniciativa busca melhorar a qualidade da oferta do ensino e a infraestrutura física e pedagógica de escolas da educação básica, com atenção àquelas em situação de maior vulnerabilidade. Até 2026, o programa vai repassar R$ 1,3 bilhão a unidades de ensino de todo o Brasil.  A previsão para este ano é de um repasse de R$ 378,5 milhões para os 26 estados e o Distrito Federal. O maior volume de recursos irá para a região Nordeste (R$ 234,9 milhões), seguida pelo Norte (R$ 85,4 milhões); Sudeste (R$ 43,2 milhões); Centro-Oeste (R$ 12,3 milhões); e Sul (R$ 2,6 milhões). Conheça a previsão de investimentos para cada estado: Estado Orçamento AC R$ 5.027.310,00 AL R$ 13.274.770,00 AM R$ 23.917.870,00 AP R$ 4.108.510,00 BA R$ 46.626.050,00 CE R$ 40.294.280,00 DF R$ 368.750,00 ES R$ 5.743.070,00 GO R$ 4.970.810,00 MA R$ 53.480.930,00 MG R$ 23.913.210,00 MS R$ 3.415.360,00 MT R$ 3.566.060,00 PA R$ 42.931.570,00 PB R$ 20.022.000,00 PE R$ 18.610.460,00 PI R$ 23.771.080,00 PR R$ 1.306.650,00 RJ R$ 6.603.500,00 RN R$ 6.419.630,00 RO R$ 2.422.750,00 RR R$ 2.763.940,00 RS R$ 776.480,00 SC R$ 585.750,00 SE R$ 12.454.860,00 SP R$ 6.952.140,00 TO R$ 4.252.020,00 Elegíveis – Dos 5.570 municípios brasileiros, 3.039 possuem escolas elegíveis para receber os recursos do PDDE Equidade. Ao todo, 27.543 unidades escolares do país cumprem os requisitos do programa. Em oito estados, 100% das escolas poderão ser contempladas (Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Roraima e Sergipe). Os valores que cada unidade recebe variam conforme o número de estudantes e o programa aderido. Há distinção entre recursos de custeio, que incluem despesas operacionais e recursos de capital, que englobam investimentos em bens duráveis e infraestrutura.  O PDDE Equidade tem como objetivos estratégicos aprimorar as condições de oferta, a infraestrutura física e as práticas pedagógicas das escolas; promover a equidade, a inclusão e a superação das desigualdades educacionais; e reconhecer as diversidades.  Critérios – Para participar do programa, é preciso que a escola tenha uma Unidade Executora Própria (UEx) e esteja listada como elegível pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC. A lista de escolas aptas está disponível na página do PDDE Equidade. Os critérios técnicos e orçamentários usados para a seleção dessas unidades de ensino podem ser consultados no Anexo I da Resolução nº 17/2025, que regulamenta esse ciclo do programa.  A adesão ao programa pode ser realizada pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), em duas etapas: adesão pelas secretarias estaduais e municipais de educação (Entidades Executoras – EEx) e adesão das UEx representativas das escolas indicadas pela Secadi.  Modalidades – O PDDE Equidade é composto por três grandes frentes: PDDE Sala de Recursos Multifuncionais (SRM), que apoia a educação especial inclusiva; PDDE Água, Esgotamento Sanitário e Infraestrutura nas Escolas do Campo, Indígenas e Quilombolas, que promove melhorias estruturais nessas unidades; e PDDE Diversidades, que visa à implementação das diretrizes curriculares nacionais em dez linhas temáticas.  Nesse ciclo, os recursos se destinam às modalidades: educação especial; educação do campo; educação escolar indígena; educação escolar quilombola; educação para as relações étnico-raciais; educação bilíngue de surdos; e educação de jovens de adultos.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/pdde-equidade-saiba-previsao-de-investimento-por-estado Ministério da Educação detalhou os repasses para cada ente federativo. Até 2026, será investido R$ 1,3 bilhão para melhorar qualidade da oferta de ensino e infraestrutura física e pedagógica das escolas O Ministério da Educação (MEC) divulgou a previsão de investimentos para o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Equidade, que está em período de adesão para redes de ensino até o dia 6 de junho. A iniciativa busca melhorar a qualidade da oferta do ensino e a infraestrutura física e pedagógica de escolas da educação básica, com atenção àquelas em situação de maior vulnerabilidade. Até 2026, o programa vai repassar R$ 1,3 bilhão a unidades de ensino de todo o Brasil.  A previsão para este ano é de um repasse de R$ 378,5 milhões para os 26 estados e o Distrito Federal. O maior volume de recursos irá para a região Nordeste (R$ 234,9 milhões), seguida pelo Norte (R$ 85,4 milhões); Sudeste (R$ 43,2 milhões); Centro-Oeste (R$ 12,3 milhões); e Sul (R$ 2,6 milhões). Conheça a previsão de investimentos para cada estado: Estado Orçamento AC R$ 5.027.310,00 AL R$ 13.274.770,00 AM R$ 23.917.870,00 AP R$ 4.108.510,00 BA R$ 46.626.050,00 CE R$ 40.294.280,00 DF R$ 368.750,00 ES R$ 5.743.070,00 GO R$ 4.970.810,00 MA R$ 53.480.930,00 MG R$ 23.913.210,00 MS R$ 3.415.360,00 MT R$ 3.566.060,00 PA R$ 42.931.570,00 PB R$ 20.022.000,00 PE R$ 18.610.460,00 PI R$ 23.771.080,00 PR R$ 1.306.650,00 RJ R$ 6.603.500,00 RN R$ 6.419.630,00 RO R$ 2.422.750,00 RR R$ 2.763.940,00 RS R$ 776.480,00 SC R$ 585.750,00 SE R$ 12.454.860,00 SP R$ 6.952.140,00 TO R$ 4.252.020,00 Elegíveis – Dos 5.570 municípios brasileiros, 3.039 possuem escolas elegíveis para receber os recursos do PDDE Equidade. Ao todo, 27.543 unidades escolares do país cumprem os requisitos do programa. Em oito estados, 100% das escolas poderão ser contempladas (Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Roraima e Sergipe). Os valores que cada unidade recebe variam conforme o número de estudantes e o programa aderido. Há distinção entre recursos de custeio, que incluem despesas operacionais e recursos de capital, que englobam investimentos em bens duráveis e infraestrutura.  O PDDE Equidade tem como objetivos estratégicos aprimorar as condições de oferta, a infraestrutura física e as práticas pedagógicas das escolas; promover a equidade, a inclusão e a superação das desigualdades educacionais; e reconhecer as diversidades.  Critérios – Para participar do programa, é preciso que a escola tenha uma Unidade Executora Própria (UEx) e esteja listada como elegível pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC. A lista de escolas aptas está disponível na página do PDDE Equidade. Os critérios técnicos e orçamentários usados para a seleção dessas unidades de ensino podem ser consultados no Anexo I da Resolução nº 17/2025, que regulamenta esse ciclo do programa.  A adesão ao programa pode ser realizada pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), em duas etapas: adesão pelas secretarias estaduais e municipais de educação (Entidades Executoras – EEx) e adesão das UEx representativas das escolas indicadas pela Secadi.  Modalidades – O PDDE Equidade é composto por três grandes frentes: PDDE Sala de Recursos Multifuncionais (SRM), que apoia a educação especial inclusiva; PDDE Água, Esgotamento Sanitário e Infraestrutura nas Escolas do Campo, Indígenas

Prazo de adesão ao Programa Escola que Protege termina nesta segunda (19)

Redes de ensino podem aderir ao programa até 19 de maio, por meio do Simec. Iniciativa do MEC visa promover um ambiente mais seguro, respeitoso e inclusivo, fortalecendo a cultura de paz nas escolas As redes estaduais e municipais têm até segunda-feira, 19 de maio, para aderir ao Programa Escola que Protege (ProEP). A adesão é voluntária e deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). O programa no Ministério da Educação (MEC) é coordenado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). O ProEP é uma estratégia nacional que articula ações pedagógicas, formação continuada de profissionais da educação, apoio psicossocial, valorização da diversidade e fomento às práticas restaurativas e à cultura de paz. O programa busca promover um ambiente escolar seguro, respeitoso e inclusivo em todo o país, por meio de ações articuladas de prevenção, enfrentamento e resposta à violência nas escolas. A adesão voluntária dos estados, dos municípios e do Distrito Federal é condição fundamental para que as iniciativas previstas sejam implementadas de forma capilarizada e sensível às realidades locais, pois são estruturadas a partir da colaboração entre os entes federativos. O ProEP incentiva a elaboração de planos territoriais intersetoriais de prevenção e resposta e atua no apoio à reconstrução da comunidade escolar em casos de violência extrema.  A iniciativa integra o Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave), que apoia as redes de ensino e qualifica as respostas institucionais frente às diversas expressões de violência no ambiente escolar. O ProEP oferece apoio técnico e financeiro, formações, materiais pedagógicos e assessoramento em situações de violência extrema, visando fortalecer a segurança, a equidade e a cultura de paz nas escolas.  O MEC coordena nacionalmente o ProEP, garantindo assistência técnica e financeira, promovendo formações e apoiando ações intersetoriais em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). Aos entes que aderirem ao programa, caberá o compromisso de construir e executar planos de enfrentamento, nomear equipes responsáveis, mobilizar as redes escolares e participar da governança interfederativa.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/prazo-de-adesao-ao-proep-termina-nesta-segunda-19 Redes de ensino podem aderir ao programa até 19 de maio, por meio do Simec. Iniciativa do MEC visa promover um ambiente mais seguro, respeitoso e inclusivo, fortalecendo a cultura de paz nas escolas As redes estaduais e municipais têm até segunda-feira, 19 de maio, para aderir ao Programa Escola que Protege (ProEP). A adesão é voluntária e deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). O programa no Ministério da Educação (MEC) é coordenado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). O ProEP é uma estratégia nacional que articula ações pedagógicas, formação continuada de profissionais da educação, apoio psicossocial, valorização da diversidade e fomento às práticas restaurativas e à cultura de paz. O programa busca promover um ambiente escolar seguro, respeitoso e inclusivo em todo o país, por meio de ações articuladas de prevenção, enfrentamento e resposta à violência nas escolas. A adesão voluntária dos estados, dos municípios e do Distrito Federal é condição fundamental para que as iniciativas previstas sejam implementadas de forma capilarizada e sensível às realidades locais, pois são estruturadas a partir da colaboração entre os entes federativos. O ProEP incentiva a elaboração de planos territoriais intersetoriais de prevenção e resposta e atua no apoio à reconstrução da comunidade escolar em casos de violência extrema.  A iniciativa integra o Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave), que apoia as redes de ensino e qualifica as respostas institucionais frente às diversas expressões de violência no ambiente escolar. O ProEP oferece apoio técnico e financeiro, formações, materiais pedagógicos e assessoramento em situações de violência extrema, visando fortalecer a segurança, a equidade e a cultura de paz nas escolas.  O MEC coordena nacionalmente o ProEP, garantindo assistência técnica e financeira, promovendo formações e apoiando ações intersetoriais em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). Aos entes que aderirem ao programa, caberá o compromisso de construir e executar planos de enfrentamento, nomear equipes responsáveis, mobilizar as redes escolares e participar da governança interfederativa.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/prazo-de-adesao-ao-proep-termina-nesta-segunda-19

MEC lança série do Criança Alfabetizada no Canal Educação

Programa mostrará o dia a dia nas escolas, as interações da comunidade escolar e a atuação de educadores e gestores para garantir a alfabetização das crianças na rede pública de ensino. Estreia dia 22 de maio na TV do MEC (Foto: Divulgacão/MEC) A atuação de educadores e gestores educacionais para garantir a alfabetização das crianças na rede pública de ensino brasileira é tema da série Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, que será lançada na quinta-feira, dia 22 de maio, às 19h30 (horário de Brasília), no Canal Educação – a TV do Ministério da Educação (MEC). Serão 20 episódios de 15 a 30 minutos, com a apresentação de situações reais da rotina nas escolas e interações entre os diferentes atores da comunidade escolar.   A série mostrará experiências das turmas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental. Cada episódio terá uma temática e comentários de especialistas. O projeto faz parte da formação de professores e gestores da educação básica disponível no Canal Educação. Os episódios serão transmitidos sempre às quintas-feiras, às 19h30, pelo canal 2.3. Outras possibilidades de acesso podem ser conferidas na página da TV do MEC no portal do ministério. A produção também estará disponível na plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC (Avamec).   Compromisso Nacional Criança Alfabetizada – Lançado em 2023 pelo Governo Federal, a política tem como foco garantir a alfabetização das crianças na idade correta, ou seja, até o 2º ano do ensino fundamental, e recompor a aprendizagem de todas as crianças matriculadas nos anos iniciais do ensino fundamental, para amenizar o impacto da pandemia. Várias ações foram pensadas para garantir o sucesso do programa, entre elas o Selo Nacional Criança Alfabetizada, que premia os esforços das secretarias de educação estaduais e municipais.    A série Compromisso Nacional Criança Alfabetizada surge dentro desse cenário, a fim de somar na formação dos profissionais de educação. Estreia da série Compromisso Nacional Criança AlfabetizadaData: 22 de maio de 2025 (quinta-feira) Horário: 19h30 (horário de Brasília) Reprises: quinta-feira (22/5) às 23h30; sexta (23/5) às 6h, 13h e 20h30; sábado (24/5) às 11h30 e 23h; e domingo (25/5) às 20h. Onde assistir: sintonizando na TV, pelo Canal Educação no YouTube ou pelo canal do MEC no YouTube   Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-lanca-serie-do-crianca-alfabetizada-no-canal-educacao Programa mostrará o dia a dia nas escolas, as interações da comunidade escolar e a atuação de educadores e gestores para garantir a alfabetização das crianças na rede pública de ensino. Estreia dia 22 de maio na TV do MEC (Foto: Divulgacão/MEC) A atuação de educadores e gestores educacionais para garantir a alfabetização das crianças na rede pública de ensino brasileira é tema da série Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, que será lançada na quinta-feira, dia 22 de maio, às 19h30 (horário de Brasília), no Canal Educação – a TV do Ministério da Educação (MEC). Serão 20 episódios de 15 a 30 minutos, com a apresentação de situações reais da rotina nas escolas e interações entre os diferentes atores da comunidade escolar.   A série mostrará experiências das turmas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental. Cada episódio terá uma temática e comentários de especialistas. O projeto faz parte da formação de professores e gestores da educação básica disponível no Canal Educação. Os episódios serão transmitidos sempre às quintas-feiras, às 19h30, pelo canal 2.3. Outras possibilidades de acesso podem ser conferidas na página da TV do MEC no portal do ministério. A produção também estará disponível na plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC (Avamec).   Compromisso Nacional Criança Alfabetizada – Lançado em 2023 pelo Governo Federal, a política tem como foco garantir a alfabetização das crianças na idade correta, ou seja, até o 2º ano do ensino fundamental, e recompor a aprendizagem de todas as crianças matriculadas nos anos iniciais do ensino fundamental, para amenizar o impacto da pandemia. Várias ações foram pensadas para garantir o sucesso do programa, entre elas o Selo Nacional Criança Alfabetizada, que premia os esforços das secretarias de educação estaduais e municipais.    A série Compromisso Nacional Criança Alfabetizada surge dentro desse cenário, a fim de somar na formação dos profissionais de educação. Estreia da série Compromisso Nacional Criança AlfabetizadaData: 22 de maio de 2025 (quinta-feira) Horário: 19h30 (horário de Brasília) Reprises: quinta-feira (22/5) às 23h30; sexta (23/5) às 6h, 13h e 20h30; sábado (24/5) às 11h30 e 23h; e domingo (25/5) às 20h. Onde assistir: sintonizando na TV, pelo Canal Educação no YouTube ou pelo canal do MEC no YouTube   Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-lanca-serie-do-crianca-alfabetizada-no-canal-educacao

MEC finaliza avaliações de edital do Selo Petronilha

Resultados preliminares serão apresentados durante a Marcha dos Prefeitos, que ocorre de 19 a 22/5. Divulgação dos resultados finais acontecerá até 25/5. Iniciativa reconhece ações voltadas à Erer e à EEQ (Foto: Ângelo Miguel/MEC) O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), finalizou o prazo de avaliação das propostas para o Edital nº 1/2025, que institui o Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva. A iniciativa reconhece e apoia ações voltadas à educação para as relações étnico-raciais (Erer) e à educação escolar quilombola (EEQ) no âmbito das redes públicas de ensino. As propostas recebidas foram avaliadas por uma comissão especializada, conforme os critérios definidos no edital. Os resultados preliminares e os critérios de seleção serão apresentados durante a Marcha dos Prefeitos, que ocorre entre os dias 19 e 22 de maio, com posterior detalhamento aos secretários de educação. A divulgação dos resultados finais acontecerá até o dia 25 de maio. As secretarias de educação contempladas com apoio financeiro serão informadas oficialmente. Além disso, todas as instituições inscritas receberão comunicação formal por meio de ofício, independentemente do resultado. O MEC reforça o papel estratégico das políticas de Erer e EEQ na construção de uma educação pública antirracista, equitativa e comprometida com a valorização da diversidade étnico-racial no Brasil. Selo – O Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva de Educação para as Relações Étnico-Raciais tem como objetivo reconhecer e valorizar, por meio de um selo de reconhecimento, as secretarias de educação que se destacam por políticas, programas ou ações voltadas à formação de profissionais da educação para a implementação da Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003 (modificada pela Lei nº 11.645, de 2008). A iniciativa visa valorizar as redes de ensino que realizam ações para a promoção da equidade racial, a educação para as relações étnico-raciais e a educação escolar quilombola.   Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-finaliza-avaliacoes-de-edital-do-selo-petronilha Resultados preliminares serão apresentados durante a Marcha dos Prefeitos, que ocorre de 19 a 22/5. Divulgação dos resultados finais acontecerá até 25/5. Iniciativa reconhece ações voltadas à Erer e à EEQ (Foto: Ângelo Miguel/MEC) O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), finalizou o prazo de avaliação das propostas para o Edital nº 1/2025, que institui o Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva. A iniciativa reconhece e apoia ações voltadas à educação para as relações étnico-raciais (Erer) e à educação escolar quilombola (EEQ) no âmbito das redes públicas de ensino. As propostas recebidas foram avaliadas por uma comissão especializada, conforme os critérios definidos no edital. Os resultados preliminares e os critérios de seleção serão apresentados durante a Marcha dos Prefeitos, que ocorre entre os dias 19 e 22 de maio, com posterior detalhamento aos secretários de educação. A divulgação dos resultados finais acontecerá até o dia 25 de maio. As secretarias de educação contempladas com apoio financeiro serão informadas oficialmente. Além disso, todas as instituições inscritas receberão comunicação formal por meio de ofício, independentemente do resultado. O MEC reforça o papel estratégico das políticas de Erer e EEQ na construção de uma educação pública antirracista, equitativa e comprometida com a valorização da diversidade étnico-racial no Brasil. Selo – O Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva de Educação para as Relações Étnico-Raciais tem como objetivo reconhecer e valorizar, por meio de um selo de reconhecimento, as secretarias de educação que se destacam por políticas, programas ou ações voltadas à formação de profissionais da educação para a implementação da Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003 (modificada pela Lei nº 11.645, de 2008). A iniciativa visa valorizar as redes de ensino que realizam ações para a promoção da equidade racial, a educação para as relações étnico-raciais e a educação escolar quilombola.   Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-finaliza-avaliacoes-de-edital-do-selo-petronilha