Undime participa do I Encontro da Rede de Intersetorialidade com a Educação

O encontro foi realizado pelo MEC entre os dias 20 e 22 de maio, em Salvador, na Bahia   A Undime marcou presença no I Encontro da Rede de Intersetorialidade com a Educação: diálogos nacional e internacional. O evento aconteceu de 20 a 22 de maio por meio da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase) do Ministério da Educação (MEC). A diretoria nacional foi representada pelo vice-presidente da Undime Bahia, Anderson Passos, Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA, presidente da Undime Bahia. Com o propósito de construir diálogos entre os diversos atores nacionais e, também, internacionais, o evento agregou a produção de seminários que permitiram o mapeamento de aproximadamente 106 experiências intersetoriais na educação, implementadas por mais de 100 municípios. Para o representante da Undime, o momento foi extremamente rico e inspirador. “Participar do I Encontro da Rede de Intersetorialidade com a Educação, representando a Undime e nosso querido município de Aratuípe/ BA, reafirma nosso compromisso com a construção de políticas públicas integradas, que dialogam com as diversas áreas e fortalecem a educação como eixo central do desenvolvimento social. Seguimos acreditando na potência da intersetorialidade para transformar realidades e garantir direitos”, afirmou Anderson Passos, presidente da Undime/ BA. As experiências possibilitaram a construção da rede de intersetorialidade com a educação, integrada por pontos focais indicados pelos dirigentes municipais de educação. Participaram do evento representantes de 45 municípios, de 16 estados. As experiências mapeadas e convidadas a se apresentar foram listadas e disponibilizadas na plataforma Interações, do Instituto Federal do Ceará (IFCE).  As experiências inauguram a Comunidade de Práticas, que prosseguem de modo on-line com a tarefa de sistematizar toda a produção compartilhada pelos participantes nas Oficinas de Cooperação. As oficinas foram mediadas por educadores que desenvolvem a metodologia da Pedagogia da Cooperação, método que visa contribuir para a prática da intersetorialidade em cada um dos territórios representados no encontro.   Também participam do evento, representantes da Undime de outros estados, como a presidente da Undime Maranhão, Karla Nascimento; e a presidente da Undime Roraima, Alsione Sulbaran.   Fonte: Undime (com informações do MEC)Fotos: MEC

Semana Mundial do Brincar 2025: proteger o encantamento das infâncias

Qualquer pessoa, organização ou coletivo em todo o Brasil pode preparar e colocar em prática atividades gratuitas com autonomia, como brincadeiras, palestras, debates, rodas de conversa, entre outras Em sua 16ª edição, a Semana Mundial do Brincar 2025 traz como tema Proteger o encantamento das infâncias. Inspirada na carta de princípios da Aliança pela Infância, que afirma que “as crianças têm direito de sonhar e crescer em seu próprio tempo”, convidamos todas as pessoas a reencantar seu olhar sobre a infância. Proteger a infância é um ato de amor e responsabilidade coletiva. Para isso, é preciso que cada um de nós reconheça o valor de cada criança e se comprometa com a proteção e garantia de seus direitos, celebrando sua alegria, curiosidade e autenticidade. Qualquer pessoa, organização ou coletivo em todo o Brasil pode preparar e colocar em prática atividades gratuitas com autonomia, como brincadeiras, palestras, debates, rodas de conversa, entre outras. O preenchimento do formulário de inscrição não é obrigatório, mas é incentivado, pois as atividades cadastradas pelo formulário entram para a programação oficial, disponibilizada no site da Aliança pela Infância. Acompanhe a programação nacional na página da Aliança pela Infância. Proteger e encantamento das infâncias Acreditamos que proteger o encantamento da infância é: – um compromisso de todas e todos. É agir com profundo respeito e valorização, garantindo que as crianças possam existir no mundo com potência, preservando sua essência com plenitude e dignidade. – garantir cuidados e direitos básicos e fundamentais e cultivar as melhores condições para que a infância floresça. – promover e manter vivos o tempo e o espaço para o brincar livre, a linguagem natural das crianças, essencial para seu desenvolvimento integral. Brincar é a maneira como elas exploram o mundo, experimentam a criatividade, constroem vínculos e se conectam consigo mesmas e com o outro. – assegurar ambientes seguros, acessíveis e acolhedores, seja nas zonas rurais ou em espaços urbanos, que devem ser planejados com inclusão e cuidado. – respeitar as necessidades e interesses de bebês e crianças, seus ritmos individuais, e reconhecer a infância como um tempo de experiências únicas e autênticas, que deve ser vivido no presente, livre de pressões externas e do uso excessivo de telas. Isso exige uma sociedade comprometida com o respeito ao diálogo, à valorização das diferenças, à empatia, à paciência, à justiça climática e ao equilíbrio ambiental. – viver a infância no presente, livre de pressões externas como a hipercompetitividade ou o excesso de expectativas. É necessário equilibrar o contato com as telas, preservando o tempo para interações humanas, brincadeiras ao ar livre, a espontaneidade própria das crianças, a força de sua criatividade e o encantamento – delas e nosso – com o mundo real. O tempo da criança é agora. Ela merece vivê-lo por inteiro, com liberdade para ser quem é, cercada de cuidado, respeito e oportunidades para crescer em um mundo que a valorize como indivíduo potente. É preciso nos encantarmos pela infância para protegê-las e garantir seus direitos de forma plena. Semana Mundial do Brincar – SMB25 A SMB25 é um chamado à sociedade para reencantar seu olhar em relação às crianças, promovendo o brincar livre, o respeito ao tempo e aos ritmos das crianças, e a criação de ambientes acolhedores, essenciais para a infância plena e digna em todo o Brasil. Promovida pela Aliança pela Infância no Brasil, com o apoio da terre des hommes – Alemanha (tdh-A), a Semana Mundial do Brincar acontece sempre em torno do Dia Mundial do Brincar (28 de maio) e visa convocar uma participação coletiva para valorizar o ato de brincar, ressaltando sua importância no desenvolvimento das crianças e criando oportunidades para que o brincar aconteça em diferentes contextos. A SMB também busca contribuir para a garantia do direito de brincar previsto em leis e instrumentos como a Convenção dos Direitos da Criança (CDC) da ONU, a Constituição Federal do Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o Marco Legal da Primeira Infância e tem se tornado um direito garantido em lei em quase 100 cidades brasileiras em 15 estados brasileiros. Também existem Leis Estaduais em SP, MS, AM, PB e PE. Aliança pela Infância No Brasil, o movimento em respeito à infância e ao brincar como direito chegou em 2001, pelas mãos da educadora Ute Craemer. Movimento pelo respeito à essência da criança e ao tempo da infância, a Aliança pela Infância atua para inspirar e oferecer experiências, por meio de produção e disseminação de conhecimentos, compartilhamento de saberes e por vivências significativas que valorizem o ABCD da Infância – aprender, brincar, comer e dormir – como base de uma vida plena e cheia de encantamento. Para isso, atua em rede, com seus núcleos, com pessoas e com a sociedade civil organizada. Reconhecida como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), atua há mais de 20 anos no Brasil, desenvolvendo um trabalho em rede com pessoas comprometidas com a infância, organizadas em núcleos e voluntários em diversas regiões do país. Proteger o encantamento das infâncias é tema que norteia as ações da Aliança pela Infância em 2025, especialmente da Semana Mundial do Brincar (de 24 de maio a 1º de junho) e da Semana da Infância e Cultura de Paz (de 6 a 12 de outubro). Serviço: Semana Mundial do Brincar 2025 – Proteger o encantamento das infâncias De 24 de maio a 1º de junho – GRATUITO – Gratuito Link para incluir sua atividade na programação: https://aliancapelainfancia.org.br/inscreva-sua-atividade-na-semana-mundial-brincar-2025/ Página com materiais de apoio e dicas de como participar da SMB: https://aliancapelainfancia.org.br/como-participar-da-semana-mundial-do-brincar-2025 Hashtags: #smb2025 e #semanamundialdobrincar. Acompanhe as informações, novidades e programação em: aliancapelainfancia.org.br/ fb.com:aliancapelainfancia / instagram.com: @aliancapelainfancia Fonte: Aliança pela Infância Qualquer pessoa, organização ou coletivo em todo o Brasil pode preparar e colocar em prática atividades gratuitas com autonomia, como brincadeiras, palestras, debates, rodas de conversa, entre outras Em sua 16ª edição, a Semana Mundial do Brincar 2025 traz como tema Proteger o encantamento das infâncias. Inspirada na carta de princípios da Aliança pela Infância, que afirma que “as

PDDE Equidade: saiba como serão os investimentos por modalidade

Composto por três grandes frentes, programa tem previsão de investir R$ 379 milhões em 2025. Adesão das redes de ensino vai até o dia 6 de junho e deve ser realizada pelo Simec O Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Equidade, iniciativa do Ministério da Educação (MEC), repassará, em 2025, R$ 379 milhões para unidades de ensino de todo o Brasil. Considerando o período de 2023 a 2026, a previsão da pasta é investir R$ 1,3 bilhão por meio do programa . As redes de ensino estaduais e municipais têm até o dia 6 de junho para aderir à iniciativa, que tem como objetivo melhorar a qualidade do ensino e a infraestrutura física e pedagógica de escolas da educação básica, com atenção àquelas em situação de maior vulnerabilidade. O PDDE Equidade é composto por três grandes frentes: PDDE Sala de Recursos Multifuncionais (SRM): focado no apoio à educação especial inclusiva. A iniciativa conta com um orçamento previsto de R$ 201,6 milhões para 2025, beneficiando 6.713 escolas; PDDE Água, Esgotamento Sanitário e Infraestrutura nas Escolas do Campo, Indígenas e Quilombolas: voltado para melhorias estruturais em 2.973 escolas do campo, indígenas e quilombolas. Em 2025, estão previstos cerca de R$ 102 milhões para essa modalidade; e PDDE Diversidades: visa à implementação das diretrizes curriculares nacionais em dez linhas temáticas. Nesse ciclo, a previsão de investimento é de R$ 75 milhões, que se destinam às modalidades de educação especial; educação do campo; educação escolar indígena; educação escolar quilombola; educação para as relações étnico-raciais; educação bilíngue de surdos; e educação de jovens e adultos (EJA). Ao todo, 21.242 escolas serão beneficiadas pelo programa. O PDDE Equidade consiste na destinação anual, pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), de recursos financeiros, em caráter suplementar, às escolas públicas de educação básica das redes estaduais, municipais e do Distrito Federal. O propósito é aprimorar as condições de oferta e a infraestrutura física e pedagógica das escolas para garantir o direito à educação para todos os estudantes, promovendo a equidade e a superação das desigualdades educacionais, reconhecendo as diversidades e assegurando a inclusão no ambiente escolar. Elegíveis – Dos 5.570 municípios brasileiros, 3.039 possuem escolas elegíveis para receber os recursos do PDDE Equidade. Ao todo, 27.543 unidades escolares do país cumprem os requisitos do programa e podem fazer a adesão. Os valores que cada unidade recebe variam conforme o número de estudantes e o programa aderido. Há distinção entre recursos de custeio, que incluem despesas operacionais, e recursos de capital, que englobam investimentos em bens duráveis e infraestrutura. Critérios – Para participar do programa, é preciso que a escola tenha uma Unidade Executora Própria (UEx) e esteja listada como elegível pelo MEC. A lista de escolas aptas está disponível na página do PDDE Equidade. Os critérios técnicos e orçamentários usados para a seleção dessas unidades de ensino podem ser consultados no Anexo I da Resolução nº 17/2025, que regulamenta esse ciclo do programa. A adesão ao programa pode ser realizada até o dia 6 de junho pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), em duas etapas: adesão pelas secretarias estaduais e municipais de educação (Entidades Executoras – EEx) e adesão das UEx representativas das escolas indicadas pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC. As etapas podem ser feitas simultaneamente. Dessa forma, as escolas não precisam aguardar a adesão pelas secretarias. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/pdde-equidade-saiba-como-serao-os-investimentos-por-modalidade Composto por três grandes frentes, programa tem previsão de investir R$ 379 milhões em 2025. Adesão das redes de ensino vai até o dia 6 de junho e deve ser realizada pelo Simec O Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Equidade, iniciativa do Ministério da Educação (MEC), repassará, em 2025, R$ 379 milhões para unidades de ensino de todo o Brasil. Considerando o período de 2023 a 2026, a previsão da pasta é investir R$ 1,3 bilhão por meio do programa . As redes de ensino estaduais e municipais têm até o dia 6 de junho para aderir à iniciativa, que tem como objetivo melhorar a qualidade do ensino e a infraestrutura física e pedagógica de escolas da educação básica, com atenção àquelas em situação de maior vulnerabilidade. O PDDE Equidade é composto por três grandes frentes: PDDE Sala de Recursos Multifuncionais (SRM): focado no apoio à educação especial inclusiva. A iniciativa conta com um orçamento previsto de R$ 201,6 milhões para 2025, beneficiando 6.713 escolas;PDDE Água, Esgotamento Sanitário e Infraestrutura nas Escolas do Campo, Indígenas e Quilombolas: voltado para melhorias estruturais em 2.973 escolas do campo, indígenas e quilombolas. Em 2025, estão previstos cerca de R$ 102 milhões para essa modalidade; ePDDE Diversidades: visa à implementação das diretrizes curriculares nacionais em dez linhas temáticas. Nesse ciclo, a previsão de investimento é de R$ 75 milhões, que se destinam às modalidades de educação especial; educação do campo; educação escolar indígena; educação escolar quilombola; educação para as relações étnico-raciais; educação bilíngue de surdos; e educação de jovens e adultos (EJA). Ao todo, 21.242 escolas serão beneficiadas pelo programa.O PDDE Equidade consiste na destinação anual, pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), de recursos financeiros, em caráter suplementar, às escolas públicas de educação básica das redes estaduais, municipais e do Distrito Federal. O propósito é aprimorar as condições de oferta e a infraestrutura física e pedagógica das escolas para garantir o direito à educação para todos os estudantes, promovendo a equidade e a superação das desigualdades educacionais, reconhecendo as diversidades e assegurando a inclusão no ambiente escolar. Elegíveis – Dos 5.570 municípios brasileiros, 3.039 possuem escolas elegíveis para receber os recursos do PDDE Equidade. Ao todo, 27.543 unidades escolares do país cumprem os requisitos do programa e podem fazer a adesão. Os valores que cada unidade recebe variam conforme o número de estudantes e o programa aderido. Há distinção entre recursos de custeio, que incluem despesas operacionais, e recursos de capital, que englobam investimentos em bens duráveis e infraestrutura. Critérios – Para participar do programa, é preciso que a escola tenha uma Unidade

PDDE Equidade: saiba como serão os investimentos por modalidade

Composto por três grandes frentes, programa tem previsão de investir R$ 379 milhões em 2025. Adesão das redes de ensino vai até o dia 6 de junho e deve ser realizada pelo Simec   O Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Equidade, iniciativa do Ministério da Educação (MEC), repassará, em 2025, R$ 379 milhões para unidades de ensino de todo o Brasil. Considerando o período de 2023 a 2026, a previsão da pasta é investir R$ 1,3 bilhão por meio do programa . As redes de ensino estaduais e municipais têm até o dia 6 de junho para aderir à iniciativa, que tem como objetivo melhorar a qualidade do ensino e a infraestrutura física e pedagógica de escolas da educação básica, com atenção àquelas em situação de maior vulnerabilidade. O PDDE Equidade é composto por três grandes frentes: PDDE Sala de Recursos Multifuncionais (SRM): focado no apoio à educação especial inclusiva. A iniciativa conta com um orçamento previsto de R$ 201,6 milhões para 2025, beneficiando 6.713 escolas; PDDE Água, Esgotamento Sanitário e Infraestrutura nas Escolas do Campo, Indígenas e Quilombolas: voltado para melhorias estruturais em 2.973 escolas do campo, indígenas e quilombolas. Em 2025, estão previstos cerca de R$ 102 milhões para essa modalidade; e PDDE Diversidades: visa à implementação das diretrizes curriculares nacionais em dez linhas temáticas. Nesse ciclo, a previsão de investimento é de R$ 75 milhões, que se destinam às modalidades de educação especial; educação do campo; educação escolar indígena; educação escolar quilombola; educação para as relações étnico-raciais; educação bilíngue de surdos; e educação de jovens e adultos (EJA). Ao todo, 21.242 escolas serão beneficiadas pelo programa. O PDDE Equidade consiste na destinação anual, pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), de recursos financeiros, em caráter suplementar, às escolas públicas de educação básica das redes estaduais, municipais e do Distrito Federal. O propósito é aprimorar as condições de oferta e a infraestrutura física e pedagógica das escolas para garantir o direito à educação para todos os estudantes, promovendo a equidade e a superação das desigualdades educacionais, reconhecendo as diversidades e assegurando a inclusão no ambiente escolar. Elegíveis – Dos 5.570 municípios brasileiros, 3.039 possuem escolas elegíveis para receber os recursos do PDDE Equidade. Ao todo, 27.543 unidades escolares do país cumprem os requisitos do programa e podem fazer a adesão. Os valores que cada unidade recebe variam conforme o número de estudantes e o programa aderido. Há distinção entre recursos de custeio, que incluem despesas operacionais, e recursos de capital, que englobam investimentos em bens duráveis e infraestrutura. Critérios – Para participar do programa, é preciso que a escola tenha uma Unidade Executora Própria (UEx) e esteja listada como elegível pelo MEC. A lista de escolas aptas está disponível na página do PDDE Equidade. Os critérios técnicos e orçamentários usados para a seleção dessas unidades de ensino podem ser consultados no Anexo I da Resolução nº 17/2025, que regulamenta esse ciclo do programa. A adesão ao programa pode ser realizada até o dia 6 de junho pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), em duas etapas: adesão pelas secretarias estaduais e municipais de educação (Entidades Executoras – EEx) e adesão das UEx representativas das escolas indicadas pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC. As etapas podem ser feitas simultaneamente. Dessa forma, as escolas não precisam aguardar a adesão pelas secretarias. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/pdde-equidade-saiba-como-serao-os-investimentos-por-modalidade 

Semana Mundial do Brincar 2025: proteger o encantamento das infâncias

 Qualquer pessoa, organização ou coletivo em todo o Brasil pode preparar e colocar em prática atividades gratuitas com autonomia, como brincadeiras, palestras, debates, rodas de conversa, entre outras Em sua 16ª edição, a Semana Mundial do Brincar 2025 traz como tema Proteger o encantamento das infâncias. Inspirada na carta de princípios da Aliança pela Infância, que afirma que “as crianças têm direito de sonhar e crescer em seu próprio tempo”, convidamos todas as pessoas a reencantar seu olhar sobre a infância. Proteger a infância é um ato de amor e responsabilidade coletiva. Para isso, é preciso que cada um de nós reconheça o valor de cada criança e se comprometa com a proteção e garantia de seus direitos, celebrando sua alegria, curiosidade e autenticidade.  Qualquer pessoa, organização ou coletivo em todo o Brasil pode preparar e colocar em prática atividades gratuitas com autonomia, como brincadeiras, palestras, debates, rodas de conversa, entre outras. O preenchimento do formulário de inscrição não é obrigatório, mas é incentivado, pois as atividades cadastradas pelo formulário entram para a programação oficial, disponibilizada no site da Aliança pela Infância. Acompanhe a programação nacional na página da Aliança pela Infância.  Proteger e encantamento das infâncias Acreditamos que proteger o encantamento da infância é:  – um compromisso de todas e todos. É agir com profundo respeito e valorização, garantindo que as crianças possam existir no mundo com potência, preservando sua essência com plenitude e dignidade.  – garantir cuidados e direitos básicos e fundamentais e cultivar as melhores condições para que a infância floresça.   – promover e manter vivos o tempo e o espaço para o brincar livre, a linguagem natural das crianças, essencial para seu desenvolvimento integral. Brincar é a maneira como elas exploram o mundo, experimentam a criatividade, constroem vínculos e se conectam consigo mesmas e com o outro.  – assegurar ambientes seguros, acessíveis e acolhedores, seja nas zonas rurais ou em espaços urbanos, que devem ser planejados com inclusão e cuidado.  – respeitar as necessidades e interesses de bebês e crianças, seus ritmos individuais, e reconhecer a infância como um tempo de experiências únicas e autênticas, que deve ser vivido no presente, livre de pressões externas e do uso excessivo de telas. Isso exige uma sociedade comprometida com o respeito ao diálogo, à valorização das diferenças, à empatia, à paciência, à justiça climática e ao equilíbrio ambiental.   – viver a infância no presente, livre de pressões externas como a hipercompetitividade ou o excesso de expectativas. É necessário equilibrar o contato com as telas, preservando o tempo para interações humanas, brincadeiras ao ar livre, a espontaneidade própria das crianças, a força de sua criatividade e o encantamento – delas e nosso – com o mundo real.  O tempo da criança é agora. Ela merece vivê-lo por inteiro, com liberdade para ser quem é, cercada de cuidado, respeito e oportunidades para crescer em um mundo que a valorize como indivíduo potente. É preciso nos encantarmos pela infância para protegê-las e garantir seus direitos de forma plena.  Semana Mundial do Brincar – SMB25 A SMB25 é um chamado à sociedade para reencantar seu olhar em relação às crianças, promovendo o brincar livre, o respeito ao tempo e aos ritmos das crianças, e a criação de ambientes acolhedores, essenciais para a infância plena e digna em todo o Brasil.  Promovida pela Aliança pela Infância no Brasil, com o apoio da terre des hommes – Alemanha (tdh-A), a Semana Mundial do Brincar acontece sempre em torno do Dia Mundial do Brincar (28 de maio) e visa convocar uma participação coletiva para valorizar o ato de brincar, ressaltando sua importância no desenvolvimento das crianças e criando oportunidades para que o brincar aconteça em diferentes contextos.    A SMB também busca contribuir para a garantia do direito de brincar previsto em leis e instrumentos como a Convenção dos Direitos da Criança (CDC) da ONU, a Constituição Federal do Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o Marco Legal da Primeira Infância e tem se tornado um direito garantido em lei em quase 100 cidades brasileiras em 15 estados brasileiros. Também existem Leis Estaduais em SP, MS, AM, PB e PE.  Aliança pela Infância  No Brasil, o movimento em respeito à infância e ao brincar como direito chegou em 2001, pelas mãos da educadora Ute Craemer. Movimento pelo respeito à essência da criança e ao tempo da infância, a Aliança pela Infância atua para inspirar e oferecer experiências, por meio de produção e disseminação de conhecimentos, compartilhamento de saberes e por vivências significativas que valorizem o ABCD da Infância – aprender, brincar, comer e dormir – como base de uma vida plena e cheia de encantamento. Para isso, atua em rede, com seus núcleos, com pessoas e com a sociedade civil organizada.   Reconhecida como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), atua há mais de 20 anos no Brasil, desenvolvendo um trabalho em rede com pessoas comprometidas com a infância, organizadas em núcleos e voluntários em diversas regiões do país.  Proteger o encantamento das infâncias é tema que norteia as ações da Aliança pela Infância em 2025, especialmente da Semana Mundial do Brincar (de 24 de maio a 1º de junho) e da Semana da Infância e Cultura de Paz (de 6 a 12 de outubro).  Serviço: Semana Mundial do Brincar 2025 – Proteger o encantamento das infâncias De 24 de maio a 1º de junho – GRATUITO – Gratuito Link para incluir sua atividade na programação: https://aliancapelainfancia.org.br/inscreva-sua-atividade-na-semana-mundial-brincar-2025/  Página com materiais de apoio e dicas de como participar da SMB:  https://aliancapelainfancia.org.br/como-participar-da-semana-mundial-do-brincar-2025  Hashtags: #smb2025 e #semanamundialdobrincar.  Acompanhe as informações, novidades e programação em: aliancapelainfancia.org.br/ fb.com:aliancapelainfancia / instagram.com: @aliancapelainfancia  Fonte: Aliança pela Infância 

Undime debate educação em tempo integral na Câmara dos Deputados

Comissão que trata do novo Plano Nacional de Educação realizou audiência pública nesta quinta-feira (22); Undime foi representada pelo presidente nacional, Alessio Costa Lima A Undime, representada pelo presidente nacional, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, participou nesta quinta-feira, 22 de maio, de audiência pública sobre ensino em tempo integral, promovida pela comissão especial que analisa o novo Plano Nacional de Educação (PNE). O debate atendeu ao pedido dos deputados Adriana Ventura (Novo-SP) e Moses Rodrigues (União– CE) e foi presidido pela deputada Socorro Neri (PP-AC). Além da Undime, também participaram como convidados: Valdoir Pedro Wathier, diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica do Ministério da Educação; Ana Paula Pereira, diretora executiva do Instituto Sonho Grande; Raiana Ribeiro, diretora de Programas da Cidade Escola Aprendiz; Sonia Dias, gerente de Desenvolvimento e Soluções da Fundação Itaú; Marcos Raggazzi, presidente da Associação Brasileira da Educação Básica de Livre Iniciativa (Abreduc); Jhonatan Almada, diretor do Centro de Inovação para a Excelência em Políticas Públicas (CIEPP); Paulo Fernando de Vasconcelos Dutra, Doutor em Educação pela Universidade Federal de Pernambuco; e Elizabeth Regina Nunes Guedes, vice-presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras dos Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado do Rio de Janeiro (Semerj). Alessio iniciou sua apresentação ressaltando a importância da educação integral em tempo integral e a sua abordagem que visa ao desenvolvimento completo dos estudantes em todas as dimensões, isto é, cognitiva, física, emocional, social, cultural e política. Apresentou, ainda, o que a Undime considera como os principais desafios da educação integral em tempo integral, tais como definição do currículo, seleção de profissionais e concursos, formação de professores, alimentação escolar, transporte escolar e infraestrutura. “Deixo aqui registrado aos parlamentares que não dá para fazer educação em tempo integral sem um olhar especial para a garantia da alimentação escolar. É fundamental esse esforço de todos, sobretudo da União, nessa contrapartida aos entes federados, principalmente aos municípios que detêm menor poder de investimento, e o Congresso pode ajudar no sentido de ampliar a per capta do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) para escola em tempo integral”. Outra reivindicação apresentada é que não seja determinada uma carga horária mínima diária (7h) para a implementação da EITI, a fim de que as redes possam organizar as 35 horas de maneiras diferentes ao longo dos dias da semana. Alessio reforçou, ainda a necessidade de se definir o conceito arquitetônico da escola de tempo integral do Brasil, detalhando a infraestrutura, materiais e equipamentos, considerando os insumos e o padrão mínimo do CAQ/ CAQI. “No Brasil falta definirmos o conceito arquitetônico da escola em tempo integral. Nossas escolas foram pensadas em um modelo parcial, então, qual seria o modelo de uma escola em tempo integral? Pressupõe salas climatizadas, quadras cobertas, laboratórios, vestiários, cozinhas, refeitórios, sala de música, de artes, áreas verdes… é fundamental resguardamos no espaço educativo locais para arte, cultura e esportes. Além de garantir investimentos compatíveis para a manutenção destas escolas. Esse é um ponto fundamental”, complementou. Sobre a Comissão Especial A Comissão Especial sobre o Plano Nacional de Educação 2024-2034 discute o Projeto de Lei 2614/24, que prevê 18 objetivos a serem cumpridos até 2034 nas áreas de educação infantil, alfabetização, ensinos fundamental e médio, educação integral, diversidade e inclusão, educação profissional e tecnológica, educação superior, estrutura e funcionamento da educação básica. A educação em tempo integral é o 6º objetivo. Fonte: Undime (com informações da Agência Câmara de Notícias)Foto: Reprodução YouTube Comissão que trata do novo Plano Nacional de Educação realizou audiência pública nesta quinta-feira (22); Undime foi representada pelo presidente nacional, Alessio Costa Lima A Undime, representada pelo presidente nacional, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, participou nesta quinta-feira, 22 de maio, de audiência pública sobre ensino em tempo integral, promovida pela comissão especial que analisa o novo Plano Nacional de Educação (PNE). O debate atendeu ao pedido dos deputados Adriana Ventura (Novo-SP) e Moses Rodrigues (União– CE) e foi presidido pela deputada Socorro Neri (PP-AC). Além da Undime, também participaram como convidados: Valdoir Pedro Wathier, diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica do Ministério da Educação; Ana Paula Pereira, diretora executiva do Instituto Sonho Grande; Raiana Ribeiro, diretora de Programas da Cidade Escola Aprendiz; Sonia Dias, gerente de Desenvolvimento e Soluções da Fundação Itaú; Marcos Raggazzi, presidente da Associação Brasileira da Educação Básica de Livre Iniciativa (Abreduc); Jhonatan Almada, diretor do Centro de Inovação para a Excelência em Políticas Públicas (CIEPP); Paulo Fernando de Vasconcelos Dutra, Doutor em Educação pela Universidade Federal de Pernambuco; e Elizabeth Regina Nunes Guedes, vice-presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras dos Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado do Rio de Janeiro (Semerj). Alessio iniciou sua apresentação ressaltando a importância da educação integral em tempo integral e a sua abordagem que visa ao desenvolvimento completo dos estudantes em todas as dimensões, isto é, cognitiva, física, emocional, social, cultural e política. Apresentou, ainda, o que a Undime considera como os principais desafios da educação integral em tempo integral, tais como definição do currículo, seleção de profissionais e concursos, formação de professores, alimentação escolar, transporte escolar e infraestrutura. “Deixo aqui registrado aos parlamentares que não dá para fazer educação em tempo integral sem um olhar especial para a garantia da alimentação escolar. É fundamental esse esforço de todos, sobretudo da União, nessa contrapartida aos entes federados, principalmente aos municípios que detêm menor poder de investimento, e o Congresso pode ajudar no sentido de ampliar a per capta do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) para escola em tempo integral”. Outra reivindicação apresentada é que não seja determinada uma carga horária mínima diária (7h) para a implementação da EITI, a fim de que as redes possam organizar as 35 horas de maneiras diferentes ao longo dos dias da semana. Alessio reforçou, ainda a necessidade de se definir o conceito arquitetônico da escola de tempo integral do Brasil, detalhando a infraestrutura, materiais e equipamentos, considerando os insumos e o padrão mínimo do CAQ/ CAQI. “No Brasil falta definirmos o conceito arquitetônico da

MEC e Secom apresentam Guia de Educação Digital e Midiática

Webinário realizado nesta quarta-feira (21) abordou conceitos e caminhos para a implementação curricular pelas redes de ensino. Evento também marcou o lançamento de 60 novos cursos sobre educação digital e IA O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), lançou nesta quarta-feira, 21 de maio, o Guia de Educação Digital e Midiática: como elaborar e implementar o currículo nas escolas. A publicação, realizada em colaboração com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR), contém orientações para apoiar as redes de ensino na inclusão da educação digital e midiática nos currículos. O webinário, transmitido pelo canal do MEC no YouTube, também lançou 60 novos cursos sobre a temática no Ambiente Virtual de Aprendizagem do Ministério da Educação (Avamec). “Queremos apoiar gestores escolares e redes educacionais com os fundamentos pedagógicos, orientações, de como fazer para adaptar os currículos e o que considerar para as formações de professores e professoras, trazendo exemplos de boas práticas. A gente precisa, cada vez mais, fomentar nos nossos estudantes a perspectiva crítica e reflexiva sobre os conteúdos que estão disponíveis e traduzir isso nos nossos currículos”, destacou a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt. A coordenadora-geral de Tecnologia e Inovação da SEB, Ana Dal Fabbro, apresentou conceitos sobre o tema e ressaltou a importância de as redes revisarem seus currículos e realizarem um planejamento para a formação de seus professores ainda este ano. O prazo estabelecido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) para alteração é até o fim de 2025, com implementação obrigatória a partir de 2026. “É essencial, hoje, se desenvolver competências para analisar, criar e se posicionar de forma ética no ambiente digital. Por isso, precisamos preparar nossas crianças e adolescentes para enfrentar os riscos do mundo digital, como desinformação, cyberbulling, vício e exposição a conteúdos sensíveis. Estamos, assim, fortalecendo o papel da escola como espaço central no desenvolvimento da cultura e da cidadania digital, com inovação e responsabilidade”, afirmou Fabbro. Representando a Secom, o diretor de Direitos na Rede e Educação Midiática, David Almansa, ressaltou que o governo não tem medido esforços para acompanhar a evolução tecnológica que tem ocorrido no mundo e que causa impactos nas diferentes comunidades. Por isso, é importante que essa tecnologia seja bem-utilizada pelos alunos e alunas. “Entendemos que a educação digital é um tema novo para muitos professores e professoras, por isso estamos lançando esse guia. Nós pretendemos formar mais de 300 mil professores para estarem habilitados a ensinar educação digital e midiática, pois temos preocupação com a formação de novas gerações”, observou Almansa. Durante o webinário, a doutora Lilian Bacich, especialista em educação e tecnologia, destacou a importância de integrar materiais já disponibilizados pelo MEC para fortalecer a implementação da educação digital e midiática nas redes de ensino. Ela enfatizou que o novo guia deve ser utilizado em conjunto com o Referencial de Saberes Digitais e sua ferramenta de diagnóstico, permitindo que as redes identifiquem suas necessidades formativas e planejem ações pedagógicas mais eficazes. Bacich também mencionou de que maneira os novos cursos lançados podem ser utilizados de forma autoinstrucional, junto a outros elementos para potencializar o processo formativo dos professores. As formações já estão disponíveis no Avamec. Destinadas a professores, gestores e equipes técnicas, abordam temas como letramento digital, uso pedagógico de tecnologias e inteligência artificial na educação.  Conheça a coleção de publicações do MEC para gestores educacionais sobre educação digital e midiática Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-e-secom-apresentam-guia-de-educacao-digital-e-midiatica Webinário realizado nesta quarta-feira (21) abordou conceitos e caminhos para a implementação curricular pelas redes de ensino. Evento também marcou o lançamento de 60 novos cursos sobre educação digital e IA O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), lançou nesta quarta-feira, 21 de maio, o Guia de Educação Digital e Midiática: como elaborar e implementar o currículo nas escolas. A publicação, realizada em colaboração com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR), contém orientações para apoiar as redes de ensino na inclusão da educação digital e midiática nos currículos. O webinário, transmitido pelo canal do MEC no YouTube, também lançou 60 novos cursos sobre a temática no Ambiente Virtual de Aprendizagem do Ministério da Educação (Avamec). “Queremos apoiar gestores escolares e redes educacionais com os fundamentos pedagógicos, orientações, de como fazer para adaptar os currículos e o que considerar para as formações de professores e professoras, trazendo exemplos de boas práticas. A gente precisa, cada vez mais, fomentar nos nossos estudantes a perspectiva crítica e reflexiva sobre os conteúdos que estão disponíveis e traduzir isso nos nossos currículos”, destacou a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt. A coordenadora-geral de Tecnologia e Inovação da SEB, Ana Dal Fabbro, apresentou conceitos sobre o tema e ressaltou a importância de as redes revisarem seus currículos e realizarem um planejamento para a formação de seus professores ainda este ano. O prazo estabelecido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) para alteração é até o fim de 2025, com implementação obrigatória a partir de 2026. “É essencial, hoje, se desenvolver competências para analisar, criar e se posicionar de forma ética no ambiente digital. Por isso, precisamos preparar nossas crianças e adolescentes para enfrentar os riscos do mundo digital, como desinformação, cyberbulling, vício e exposição a conteúdos sensíveis. Estamos, assim, fortalecendo o papel da escola como espaço central no desenvolvimento da cultura e da cidadania digital, com inovação e responsabilidade”, afirmou Fabbro. Representando a Secom, o diretor de Direitos na Rede e Educação Midiática, David Almansa, ressaltou que o governo não tem medido esforços para acompanhar a evolução tecnológica que tem ocorrido no mundo e que causa impactos nas diferentes comunidades. Por isso, é importante que essa tecnologia seja bem-utilizada pelos alunos e alunas. “Entendemos que a educação digital é um tema novo para muitos professores e professoras, por isso estamos lançando esse guia. Nós pretendemos formar mais de 300 mil professores para estarem habilitados a ensinar educação digital e midiática, pois temos preocupação com a formação de novas gerações”, observou Almansa. Durante o webinário, a doutora Lilian Bacich, especialista em educação e tecnologia, destacou a importância de integrar materiais já disponibilizados pelo MEC para fortalecer a implementação da educação digital e midiática nas redes de

Undime debate educação em tempo integral na Câmara dos Deputados

Comissão que trata do novo Plano Nacional de Educação realizou audiência pública nesta quinta-feira (22); Undime foi representada pelo presidente nacional, Alessio Costa Lima   A Undime, representada pelo presidente nacional, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, participou nesta quinta-feira, 22 de maio, de audiência pública sobre ensino em tempo integral, promovida pela comissão especial que analisa o novo Plano Nacional de Educação (PNE). O debate atendeu ao pedido dos deputados Adriana Ventura (Novo-SP) e Moses Rodrigues (União– CE) e foi presidido pela deputada Socorro Neri (PP-AC). Além da Undime, também participaram como convidados: Valdoir Pedro Wathier, diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica do Ministério da Educação; Ana Paula Pereira, diretora executiva do Instituto Sonho Grande; Raiana Ribeiro, diretora de Programas da Cidade Escola Aprendiz; Sonia Dias, gerente de Desenvolvimento e Soluções da Fundação Itaú; Marcos Raggazzi, presidente da Associação Brasileira da Educação Básica de Livre Iniciativa (Abreduc); Jhonatan Almada, diretor do Centro de Inovação para a Excelência em Políticas Públicas (CIEPP); Paulo Fernando de Vasconcelos Dutra, Doutor em Educação pela Universidade Federal de Pernambuco; e Elizabeth Regina Nunes Guedes, vice-presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras dos Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado do Rio de Janeiro (Semerj). Alessio iniciou sua apresentação ressaltando a importância da educação integral em tempo integral e a sua abordagem que visa ao desenvolvimento completo dos estudantes em todas as dimensões, isto é, cognitiva, física, emocional, social, cultural e política.  Apresentou, ainda, o que a Undime considera como os principais desafios da educação integral em tempo integral, tais como definição do currículo, seleção de profissionais e concursos, formação de professores, alimentação escolar, transporte escolar e infraestrutura. “Deixo aqui registrado aos parlamentares que não dá para fazer educação em tempo integral sem um olhar especial para a garantia da alimentação escolar. É fundamental esse esforço de todos, sobretudo da União, nessa contrapartida aos entes federados, principalmente aos municípios que detêm menor poder de investimento, e o Congresso pode ajudar no sentido de ampliar a per capta do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) para escola em tempo integral”.  Outra reivindicação apresentada é que não seja determinada uma carga horária mínima diária (7h) para a implementação da EITI, a fim de que as redes possam organizar as 35 horas de maneiras diferentes ao longo dos dias da semana. Alessio reforçou, ainda a necessidade de se definir o conceito arquitetônico da escola de tempo integral do Brasil, detalhando a infraestrutura, materiais e equipamentos, considerando os insumos e o padrão mínimo do CAQ/ CAQI. “No Brasil falta definirmos o conceito arquitetônico da escola em tempo integral. Nossas escolas foram pensadas em um modelo parcial, então, qual seria o modelo de uma escola em tempo integral? Pressupõe salas climatizadas, quadras cobertas, laboratórios, vestiários, cozinhas, refeitórios, sala de música, de artes, áreas verdes… é fundamental resguardamos no espaço educativo locais para arte, cultura e esportes. Além de garantir investimentos compatíveis para a manutenção destas escolas. Esse é um ponto fundamental”, complementou. Sobre a Comissão Especial A Comissão Especial sobre o Plano Nacional de Educação 2024-2034 discute o Projeto de Lei 2614/24, que prevê 18 objetivos a serem cumpridos até 2034 nas áreas de educação infantil, alfabetização, ensinos fundamental e médio, educação integral, diversidade e inclusão, educação profissional e tecnológica, educação superior, estrutura e funcionamento da educação básica. A educação em tempo integral é o 6º objetivo. Fonte: Undime (com informações da Agência Câmara de Notícias)Foto: Reprodução YouTube  

MEC e Secom apresentam Guia de Educação Digital e Midiática

Webinário realizado nesta quarta-feira (21) abordou conceitos e caminhos para a implementação curricular pelas redes de ensino. Evento também marcou o lançamento de 60 novos cursos sobre educação digital e IA   O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), lançou nesta quarta-feira, 21 de maio, o Guia de Educação Digital e Midiática: como elaborar e implementar o currículo nas escolas. A publicação, realizada em colaboração com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR), contém orientações para apoiar as redes de ensino na inclusão da educação digital e midiática nos currículos. O webinário, transmitido pelo canal do MEC no YouTube, também lançou 60 novos cursos sobre a temática no Ambiente Virtual de Aprendizagem do Ministério da Educação (Avamec). “Queremos apoiar gestores escolares e redes educacionais com os fundamentos pedagógicos, orientações, de como fazer para adaptar os currículos e o que considerar para as formações de professores e professoras, trazendo exemplos de boas práticas. A gente precisa, cada vez mais, fomentar nos nossos estudantes a perspectiva crítica e reflexiva sobre os conteúdos que estão disponíveis e traduzir isso nos nossos currículos”, destacou a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt. A coordenadora-geral de Tecnologia e Inovação da SEB, Ana Dal Fabbro, apresentou conceitos sobre o tema e ressaltou a importância de as redes revisarem seus currículos e realizarem um planejamento para a formação de seus professores ainda este ano. O prazo estabelecido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) para alteração é até o fim de 2025, com implementação obrigatória a partir de 2026. “É essencial, hoje, se desenvolver competências para analisar, criar e se posicionar de forma ética no ambiente digital. Por isso, precisamos preparar nossas crianças e adolescentes para enfrentar os riscos do mundo digital, como desinformação, cyberbulling, vício e exposição a conteúdos sensíveis. Estamos, assim, fortalecendo o papel da escola como espaço central no desenvolvimento da cultura e da cidadania digital, com inovação e responsabilidade”, afirmou Fabbro. Representando a Secom, o diretor de Direitos na Rede e Educação Midiática, David Almansa, ressaltou que o governo não tem medido esforços para acompanhar a evolução tecnológica que tem ocorrido no mundo e que causa impactos nas diferentes comunidades. Por isso, é importante que essa tecnologia seja bem-utilizada pelos alunos e alunas. “Entendemos que a educação digital é um tema novo para muitos professores e professoras, por isso estamos lançando esse guia. Nós pretendemos formar mais de 300 mil professores para estarem habilitados a ensinar educação digital e midiática, pois temos preocupação com a formação de novas gerações”, observou Almansa. Durante o webinário, a doutora Lilian Bacich, especialista em educação e tecnologia, destacou a importância de integrar materiais já disponibilizados pelo MEC para fortalecer a implementação da educação digital e midiática nas redes de ensino. Ela enfatizou que o novo guia deve ser utilizado em conjunto com o Referencial de Saberes Digitais e sua ferramenta de diagnóstico, permitindo que as redes identifiquem suas necessidades formativas e planejem ações pedagógicas mais eficazes. Bacich também mencionou de que maneira os novos cursos lançados podem ser utilizados de forma autoinstrucional, junto a outros elementos para potencializar o processo formativo dos professores. As formações já estão disponíveis no Avamec. Destinadas a professores, gestores e equipes técnicas, abordam temas como letramento digital, uso pedagógico de tecnologias e inteligência artificial na educação.  Conheça a coleção de publicações do MEC para gestores educacionais sobre educação digital e midiática Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-e-secom-apresentam-guia-de-educacao-digital-e-midiatica   

MEC abre inscrições para curso de mentoria a diretores escolares

Iniciativa busca fortalecer a atuação de diretores escolares, com foco no desenvolvimento da liderança pedagógica, administrativa e colaborativa. Prazo para adesão vai até 8 de junho (Foto: Fábio Nakakura/MEC) O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), abriu inscrições para o Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares. A iniciativa integra o Programa de Formação Continuada para Diretores Escolares e Técnicos das Secretarias de Educação (Proditec). O prazo de adesão vai até o dia 8 de junho. Para participar do curso, as secretarias estaduais e municipais de educação devem acessar o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). No Módulo PAR 4, estará a opção de adesão ao Proditec, na qual deverão ser indicados os nomes dos respectivos diretores escolares e técnicos das secretarias de educação escolhidos para a formação. O ministério recomenda que essa adesão seja realizada com antecedência. O objetivo é fortalecer a atuação de diretores escolares e técnicos das secretarias de educação, promovendo o desenvolvimento da liderança pedagógica, administrativa e colaborativa. O foco será no enfrentamento das questões ligadas à gestão escolar, com base em experiências compartilhadas, diálogo entre pares e valorização da escuta ativa. Assim, busca-se consolidar a a cultura da mentoria como instrumento formativo e estratégico no âmbito das redes públicas de ensino.  A formação terá carga horária de 210 horas, distribuídas ao longo de 20 semanas, com aulas síncronas semanais, conduzidas por professores especialistas de universidades públicas; e atividades assíncronas, com materiais didáticos, fóruns de discussão e tarefas práticas realizadas em ambiente virtual de aprendizagem.  No conteúdo programático, estarão temas fundamentais para a gestão escolar contemporânea, como: princípios e práticas de mentoria; cultura colaborativa e escuta ativa; liderança e comunicação institucional; gestão democrática e projeto político-pedagógico; planejamento e uso de recursos financeiros; avaliação educacional; e relações interpessoais e enfrentamento da violência nas escolas.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-abre-inscricoes-para-curso-de-mentoria-a-diretores-escolares Iniciativa busca fortalecer a atuação de diretores escolares, com foco no desenvolvimento da liderança pedagógica, administrativa e colaborativa. Prazo para adesão vai até 8 de junho (Foto: Fábio Nakakura/MEC) O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), abriu inscrições para o Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares. A iniciativa integra o Programa de Formação Continuada para Diretores Escolares e Técnicos das Secretarias de Educação (Proditec). O prazo de adesão vai até o dia 8 de junho. Para participar do curso, as secretarias estaduais e municipais de educação devem acessar o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). No Módulo PAR 4, estará a opção de adesão ao Proditec, na qual deverão ser indicados os nomes dos respectivos diretores escolares e técnicos das secretarias de educação escolhidos para a formação. O ministério recomenda que essa adesão seja realizada com antecedência. O objetivo é fortalecer a atuação de diretores escolares e técnicos das secretarias de educação, promovendo o desenvolvimento da liderança pedagógica, administrativa e colaborativa. O foco será no enfrentamento das questões ligadas à gestão escolar, com base em experiências compartilhadas, diálogo entre pares e valorização da escuta ativa. Assim, busca-se consolidar a a cultura da mentoria como instrumento formativo e estratégico no âmbito das redes públicas de ensino.  A formação terá carga horária de 210 horas, distribuídas ao longo de 20 semanas, com aulas síncronas semanais, conduzidas por professores especialistas de universidades públicas; e atividades assíncronas, com materiais didáticos, fóruns de discussão e tarefas práticas realizadas em ambiente virtual de aprendizagem.  No conteúdo programático, estarão temas fundamentais para a gestão escolar contemporânea, como: princípios e práticas de mentoria; cultura colaborativa e escuta ativa; liderança e comunicação institucional; gestão democrática e projeto político-pedagógico; planejamento e uso de recursos financeiros; avaliação educacional; e relações interpessoais e enfrentamento da violência nas escolas.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-abre-inscricoes-para-curso-de-mentoria-a-diretores-escolares