Projetos de educação podem receber até R$500 mil para ações que garantam o direito de crianças e adolescentes

Nova edição do Edital FIA (Fundos da Infância e Adolescência) selecionará iniciativas que promovam a equidade de ensino, a permanência do estudante na escola, ofereçam atividades culturais e esportivas, entre outras ações que assegurem o direito à educação; interessados poderão se inscrever até o dia 11 de julho, desde que projetos sejam indicados pelo CMDCA (Conselhos Municipais da Criança e do Adolescente) do município Estão abertas as inscrições para o novo Edital FIA (Fundos da Infância e Adolescência), que destinará até R$500 mil para a realização de projetos que contribuam com a garantia do direito à educação. As iniciativas devem ser indicadas pelos CMDCAs (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente) dos municípios e o cadastro poderá ser feito até o dia 11 de julho, no site do Itaú Social. A última edição do edital selecionou 40 propostas educacionais de diversas regiões do país, movimentando R$18,8 milhões para ações que asseguram o direito à educação de crianças e adolescentes. Os recursos são provenientes da destinação de 1% do Imposto de Renda devido das empresas do Conglomerado Itaú Unibanco Holding S.A. “Garantir o acesso à educação de qualidade para crianças e adolescentes é um dever do Estado, mas também uma responsabilidade compartilhada com toda a sociedade. O Edital FIA representa uma oportunidade valiosa para que as comunidades se mobilizem em prol da proteção e do desenvolvimento de jovens, contribuindo para ampliar o acesso a uma educação mais justa, inclusiva e transformadora”, afirma a gerente de Desenvolvimento e Soluções do Itaú Social, Sonia Dias. Serão priorizadas iniciativas que:– Ofereçam atividades educativas, culturais e esportivas para crianças e adolescentes no contraturno escolar, possibilitando a oferta de educação em tempo integral; – Enfrentem e previnam problemas que estejam limitando a trajetória escolar e o desenvolvimento educacional de crianças e adolescentes; – Capacitem profissionais que atuam no Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente – professores, educadores sociais, técnicos e outros – para reconhecimento e intervenção em fatores que estejam dificultando a trajetória escolar e o desenvolvimento educacional de crianças e adolescentes; – Realizem diagnóstico local de problemas e fatores que estejam limitando ou impedindo o acesso à escola ou a manutenção da vida escolar de crianças e adolescentes; – Realizem campanhas de comunicação na comunidade local com foco no direito à Educação;– Articulem ações conjuntas envolvendo escolas, entidades sociais e outros agentes locais, com objetivo na restauração, manutenção e fortalecimento da trajetória escolar e do aprendizado de crianças e adolescentes. Durante o período de inscrição será realizado um webinário para que os interessados possam tirar suas dúvidas a respeito do edital. Para participar do processo seletivo, os CMDCA’s precisam demonstrar que o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente, por ele gerido, está legalmente constituído e ativo. Para mais informações, entre em contato pelo e-mail itausocial-edital@prattein.com.br ou pelos telefones/WhatsApp (11) 97639- 6455 ou (11) 97852-5010. Sobre o Edital FIAInscrições: até às 18 horas do dia 11 de julho Cadastro: itausocial.org.br/editais/ Resultado: anunciado em janeiro de 2026 Dúvidas: editalfia@fundacaoitau.org.br ou pelos telefones/WhatsApp (11) 94246-9320 e (11) 99846-9320. Fonte: Itaú Social Foto: Instituto Girassol / Arquivo pessoal Nova edição do Edital FIA (Fundos da Infância e Adolescência) selecionará iniciativas que promovam a equidade de ensino, a permanência do estudante na escola, ofereçam atividades culturais e esportivas, entre outras ações que assegurem o direito à educação; interessados poderão se inscrever até o dia 11 de julho, desde que projetos sejam indicados pelo CMDCA (Conselhos Municipais da Criança e do Adolescente) do município Estão abertas as inscrições para o novo Edital FIA (Fundos da Infância e Adolescência), que destinará até R$500 mil para a realização de projetos que contribuam com a garantia do direito à educação. As iniciativas devem ser indicadas pelos CMDCAs (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente) dos municípios e o cadastro poderá ser feito até o dia 11 de julho, no site do Itaú Social. A última edição do edital selecionou 40 propostas educacionais de diversas regiões do país, movimentando R$18,8 milhões para ações que asseguram o direito à educação de crianças e adolescentes. Os recursos são provenientes da destinação de 1% do Imposto de Renda devido das empresas do Conglomerado Itaú Unibanco Holding S.A. “Garantir o acesso à educação de qualidade para crianças e adolescentes é um dever do Estado, mas também uma responsabilidade compartilhada com toda a sociedade. O Edital FIA representa uma oportunidade valiosa para que as comunidades se mobilizem em prol da proteção e do desenvolvimento de jovens, contribuindo para ampliar o acesso a uma educação mais justa, inclusiva e transformadora”, afirma a gerente de Desenvolvimento e Soluções do Itaú Social, Sonia Dias. Serão priorizadas iniciativas que:- Ofereçam atividades educativas, culturais e esportivas para crianças e adolescentes no contraturno escolar, possibilitando a oferta de educação em tempo integral; – Enfrentem e previnam problemas que estejam limitando a trajetória escolar e o desenvolvimento educacional de crianças e adolescentes; – Capacitem profissionais que atuam no Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente – professores, educadores sociais, técnicos e outros – para reconhecimento e intervenção em fatores que estejam dificultando a trajetória escolar e o desenvolvimento educacional de crianças e adolescentes; – Realizem diagnóstico local de problemas e fatores que estejam limitando ou impedindo o acesso à escola ou a manutenção da vida escolar de crianças e adolescentes; – Realizem campanhas de comunicação na comunidade local com foco no direito à Educação;- Articulem ações conjuntas envolvendo escolas, entidades sociais e outros agentes locais, com objetivo na restauração, manutenção e fortalecimento da trajetória escolar e do aprendizado de crianças e adolescentes. Durante o período de inscrição será realizado um webinário para que os interessados possam tirar suas dúvidas a respeito do edital. Para participar do processo seletivo, os CMDCA’s precisam demonstrar que o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente, por ele gerido, está legalmente constituído e ativo. Para mais informações, entre em contato pelo e-mail itausocial-edital@prattein.com.br ou pelos telefones/WhatsApp (11) 97639- 6455 ou (11) 97852-5010. Sobre o Edital FIAInscrições: até
Escolas podem receber recursos para projetos de formação cidadã

Secretarias estaduais, municipais e distrital de educação interessadas em participar têm até o dia 8 de junho para formalizar adesão. Mais de 38 mil escolas públicas em todo país podem receber os recursos O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), abriu a adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Escola e Comunidade – Ciclo 2025, por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), módulo PAR 4. As secretarias estaduais, municipais e distrital de educação interessadas em participar têm até o dia 8 de junho para formalizar a adesão. Ao todo, 38.847 escolas públicas de todo o país podem receber os recursos do programa, que destinará recursos para projetos de formação cidadã. A participação é condição essencial para que as escolas da rede pública elaborem e enviem os seus Projetos de Formação pelo sistema PDDE Interativo e recebam recursos financeiros destinados à implementação das ações planejadas. A iniciativa faz parte do Programa Escola e Comunidade (Proec), que visa fomentar a parceria entre a escola, a família e a comunidade, na perspectiva da educação integral. Isso se dá por meio da participação de estudantes, profissionais da educação, familiares e membros da comunidade em projetos de formação que envolvam a promoção da cidadania, da cultura de paz e democrática e a melhoria da qualidade da educação pública brasileira. As escolas elegíveis para o Ciclo 2025 do PDDE Escola e Comunidade estão localizadas em 4.888 municípios, cobrindo todos os 27 estados brasileiros. Essa abrangência reforça o potencial do Programa Escola e Comunidade de impactar de forma significativa a realidade educacional de diferentes contextos regionais e sociais. Kátia Schweickardt, secretária de Educação Básica do MEC, destaca que a iniciativa “contribui para a construção de projetos educativos mais democráticos, colaborativos e alinhados às realidades locais”. A maioria das escolas elegíveis é da rede municipal, o que representa 60,2% do total – 23.406 escolas. Já as escolas da rede estadual somam 15.441 unidades, correspondendo a 39,8%. Para a SEB, essa distribuição mostra a forte presença das redes locais na oferta da educação básica e seu protagonismo nas ações de formação voltadas à comunidade escolar. Segundo a diretora de Formação Docente e Valorização dos Profissionais da Educação, Rita Esther Luna, esses números refletem não apenas o tamanho das redes estaduais e municipais, mas também o compromisso dos sistemas de ensino com o fortalecimento da relação entre escola, família e comunidade. Cada escola participante deve elaborar um Projeto de Formação no sistema PDDE Interativo, contendo no mínimo três ações planejadas. A primeira delas, obrigatória, é a oficina intitulada “Pense antes de compartilhar: o poder da informação e o perigo das fake news“, disponível no portal do Proec. As ações devem promover a cidadania, a cultura de paz, os direitos humanos e o respeito à diversidade. “O projeto deve ser elaborado com o apoio do conselho escolar, que também será responsável pelo acompanhamento da execução e prestação de contas dos recursos”, afirmou o coordenador-geral de Formação de Gestores e Técnicos da Educação Básica da SEB, Roberto Junior. Para acessar os documentos orientadores, vídeos e demais informações sobre o PDDE Escola e Comunidade – Ciclo 2025, acesse: https://www.gov.br/mec/pt-br/proec Fonte: MECFoto: Divulgação https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/escolas-podem-receber-recursos-para-projetos-de-formacao-cidada Secretarias estaduais, municipais e distrital de educação interessadas em participar têm até o dia 8 de junho para formalizar adesão. Mais de 38 mil escolas públicas em todo país podem receber os recursos O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), abriu a adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Escola e Comunidade – Ciclo 2025, por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), módulo PAR 4. As secretarias estaduais, municipais e distrital de educação interessadas em participar têm até o dia 8 de junho para formalizar a adesão. Ao todo, 38.847 escolas públicas de todo o país podem receber os recursos do programa, que destinará recursos para projetos de formação cidadã. A participação é condição essencial para que as escolas da rede pública elaborem e enviem os seus Projetos de Formação pelo sistema PDDE Interativo e recebam recursos financeiros destinados à implementação das ações planejadas. A iniciativa faz parte do Programa Escola e Comunidade (Proec), que visa fomentar a parceria entre a escola, a família e a comunidade, na perspectiva da educação integral. Isso se dá por meio da participação de estudantes, profissionais da educação, familiares e membros da comunidade em projetos de formação que envolvam a promoção da cidadania, da cultura de paz e democrática e a melhoria da qualidade da educação pública brasileira. As escolas elegíveis para o Ciclo 2025 do PDDE Escola e Comunidade estão localizadas em 4.888 municípios, cobrindo todos os 27 estados brasileiros. Essa abrangência reforça o potencial do Programa Escola e Comunidade de impactar de forma significativa a realidade educacional de diferentes contextos regionais e sociais. Kátia Schweickardt, secretária de Educação Básica do MEC, destaca que a iniciativa “contribui para a construção de projetos educativos mais democráticos, colaborativos e alinhados às realidades locais”. A maioria das escolas elegíveis é da rede municipal, o que representa 60,2% do total – 23.406 escolas. Já as escolas da rede estadual somam 15.441 unidades, correspondendo a 39,8%. Para a SEB, essa distribuição mostra a forte presença das redes locais na oferta da educação básica e seu protagonismo nas ações de formação voltadas à comunidade escolar. Segundo a diretora de Formação Docente e Valorização dos Profissionais da Educação, Rita Esther Luna, esses números refletem não apenas o tamanho das redes estaduais e municipais, mas também o compromisso dos sistemas de ensino com o fortalecimento da relação entre escola, família e comunidade. Cada escola participante deve elaborar um Projeto de Formação no sistema PDDE Interativo, contendo no mínimo três ações planejadas. A primeira delas, obrigatória, é a oficina intitulada “Pense antes de compartilhar: o poder da informação e o perigo das fake news”, disponível no portal do Proec. As ações devem promover a cidadania, a cultura de paz, os direitos humanos e o respeito à diversidade. “O projeto deve ser elaborado com
Crianças e adolescentes que transformam: Prêmio Criativos Escola + Natureza anuncia 33 finalistas de todas as regiões do Brasil

Com 1.593 projetos inscritos, premiação destaca protagonismo estudantil na transformação da realidade; anúncio dos seis grupos premiados acontece no Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho De norte a sul do país, milhares de estudantes se mobilizaram para criar projetos capazes de transformar a natureza com ideias criativas e ações concretas que fazem a diferença. Por isso, o Prêmio Criativos Escola + Natureza, promovido pelo programa Criativos da Escola, do Instituto Alana, com apoio da Undime e do Greenpeace Brasil, anunciou a relação com os 33 projetos finalistas da premiação, que figuram entre os destaques nacionais e seguem concorrendo ao prêmio final. A revelação dos seis grupos premiados será feita em 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente. Os projetos finalistas vêm de todas as regiões do país, representando 15 estados e os seis biomas brasileiros: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal. Além do Distrito Federal, 14 estados brasileiros estão representados. A lista de finalistas contempla escolas das cidades de: Manaus (AM); Belém, Maracanã e Marituba (PA); Imperatriz e Codó (MA); Salvador, Sitio do Quinto e Mutuípe (BA); Maracanaú (CE); Petrolina, Carnaíba e Itapissuma (PE); Aracaju e Estância (SE); Brasília (DF); Corumbá (MS); Santana de Parnaíba, Jundiaí e Osasco (SP); Rio de Janeiro (RJ); Juiz de Fora (MG); São José dos Pinhais (PR); Florianópolis (SC); Porto Alegre, Capivari do Sul e Canguçu (RS). As iniciativas finalistas se destacam por seu impacto socioambiental, originalidade, criatividade, empatia, trabalho em equipe e, principalmente, pelo protagonismo estudantil. Entre os temas abordados estão a valorização de saberes indígenas e tradicionais, reflorestamento, combate às queimadas, preservação das águas e práticas sustentáveis construídas de forma colaborativa. “Esses projetos demonstram que a infância e a adolescência estão pensando e criando boas respostas para enfrentarmos os desafios ambientais do presente e do futuro. Ao conectar cultura, ciência, história, tecnologia e saberes tradicionais, os finalistas do Prêmio Criativos Escola + Natureza mostram que, por meio da educação e da ação coletiva, é possível transformar a realidade local e inspirar um futuro mais sustentável para todos. Essas ideias são sementes que, com o apoio e engajamento de todos, podem crescer e florescer, contribuindo para a transformação da natureza e para a construção de um mundo mais consciente e equilibrado”, afirma Gabriel Salgado, gerente de Educação e Culturas Infanto-Juvenis do Instituto Alana. Um dos grandes destaques desta edição é que os projetos vencedores não apenas receberão reconhecimento nacional mas, também, viverão uma experiência inédita: os estudantes premiados participarão de atividades relacionadas à COP30, que acontece em novembro, em Belém (PA). Além disso, participarão de uma atividade junto ao Greenpeace Brasil, reforçando o compromisso em defesa do meio ambiente. Esta edição recebeu 1.593 inscrições, engajando mais de 60 mil estudantes e 5.300 educadores de 738 municípios brasileiros. Entre os projetos inscritos, 468 incluíram estudantes com deficiência, e mais de 90% das propostas vieram de escolas públicas, com forte presença de instituições estaduais (51%) e municipais (33,2%). Escolas federais, privadas e organizações da sociedade civil também marcaram presença. Confira todos os projetos finalistas organizados por bioma e inspire-se com as ideias de quem já está mudando o mundo a partir de ações dentro e fora da escola. Do coração da floresta à mata tropical, passando pelas planícies alagadas, cerrados, pampas e pelas caatingas, os projetos finalistas mostram que cuidar da natureza pode, e deve, contar com a participação e o protagonismo dos estudantes. AMAZÔNIA: “Trilha Maker – COP30” – Marituba (PA)Tecnologia, inclusão e sustentabilidade se encontram nesse projeto inovador, que traz uma proposta educacional acessível e prática para que os estudantes discutam soluções ambientais reais. A iniciativa conecta educação, tecnologia e ação em um percurso criativo rumo à COP30. “Clube Azul: Pela cultura oceânica” – Maracanã (PA)O projeto, que mergulha na conexão entre a floresta e os mares, une monitoramento ambiental, educação científica, cultura oceânica e engajamento comunitário para despertar o senso de pertencimento e responsabilidade sobre a vida marinha, mostrando que tudo está interligado. “O diálogo com a natureza: Povos indígenas da Amazônia e a sustentabilidade” – Manaus (AM)Inspirados nos saberes ancestrais, estudantes de Manaus criaram um projeto que valoriza o conhecimento indígena como ferramenta essencial para a sustentabilidade. Por meio de pesquisas, jogos tradicionais e atividades culturais, eles promovem o respeito às tradições e reforçam a importância da diversidade para o futuro do planeta. “Placa de controle térmico de açaí: identidade regional e sustentabilidade” – Belém (PA)E se o caroço do açaí, além de saboroso, também ajudasse a refrescar nossas casas? Essa é a proposta criativa dos estudantes de Belém, que desenvolveram placas térmicas sustentáveis a partir do fruto amazônico, unindo inovação, identidade regional e eficiência energética. CAATINGA: “Amigos do Velho Chico” – Petrolina (PE)Com fones nos ouvidos e microfones em mãos, os estudantes do Sertão pernambucano criaram um podcast educativo para defender o Rio São Francisco. A série de episódios aborda a conservação do Velho Chico com linguagem acessível e compromisso ambiental, somando vozes em prol das águas do sertão. “Filtropinha: dos resíduos aos recursos” – Carnaíba (PE)A manipueira, o líquido tóxico que sobra da produção da farinha de mandioca, ganhou um novo destino na cidade de Carnaíba. Usando cascas de pinha, estudantes desenvolveram um filtro de baixo custo para reduzir o impacto ambiental desse resíduo, transformando o problema em solução com criatividade e ciência. “Mapeamento das Águas dos Pitaguary: a mulher indígena na ciência das águas” – Maracanaú (CE)Unindo ciência e ancestralidade, o projeto percorreu aldeias indígenas para analisar a qualidade das águas consumidas pelas comunidades Pitaguary. As descobertas alarmantes se tornaram um alerta público e o protagonismo das pesquisadoras indígenas mostrou que a força da transformação também vem das margens. “Observatório Socioambiental – SOS Sertão” – Sítio do Quinto (BA)No semiárido baiano, os estudantes decidiram mapear os principais desafios socioambientais da cidade e agir. O projeto identifica problemas locais e articula a comunidade para cobrar soluções do poder público. Um verdadeiro laboratório cívico e ambiental, onde o protagonismo estudantil se transforma em política local. CERRADO: “AlertaITZ: Aplicativo de Monitoramento Ambiental e Alertas de Desastres
Dirigentes da Undime debatem parâmetros nacionais de qualidade e equidade da educação infantil em Seminário Regional

Evento em Recife destaca a importância da gestão federativa colaborativa e reúne representantes dos estados do Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte Representantes da Undime participaram nesta quinta-feira (29) e sexta-feira (30) do Seminário Regional Nordeste I sobre os Parâmetros Nacionais de Qualidade e Equidade da Educação Infantil. O evento acontece em Recife/PE e é direcionado aos estados do Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Estiveram presentes pela Undime: Andreika Amarante, presidente da seccional Pernambuco e DME de Igarassu/PE; José Fernando, vice-presidente da Undime/PE e DME de Limoeiro/PE; Petrúcio de Lima Ferreira, presidente da Undime/RN e DME de Goianinha/RN; Ana Paula Nunes, presidente da Undime Paraíba e DME de Princesa Isabel/PB; Verúzia Jardim, vice-presidente da Undime Ceará e DME de Quixadá/CE; e Karla Nascimento, presidente da Undime Maranhão e DME de Açailândia/MA. A presidente da seccional anfitriã, Andreika Amarante, participou da solenidade de abertura, representando os Dirigentes Municipais de Educação, e, na sequência mediou o primeiro painel do evento, com o tema “O Desafio da Governança Federativa Colaborativa na Gestão da Educação Infantil com Qualidade e Equidade”. Petrúcio Ferreira, presidente da Undime/RN, mediou a mesa 3, que debateu a atualização das normativas de Educação Infantil, enquanto Karla Nascimento, presidente da Undime/MA, representou a instituição na mediação da mesa 4, com o tema “Atualização do Instrumento de Autoavaliação das Instituições de Educação Infantil”. Este encontro foi o segundo de uma série de sete seminários promovidos pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC) em todas as regiões do país, com o objetivo de fortalecer o Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade da Educação Infantil, por meio da gestão federativa colaborativa. Os debates têm abordado a implementação da Resolução CNE/CEB nº 1/2024, que estabelece parâmetros obrigatórios para orientar políticas públicas e garantir uma Educação Infantil de qualidade e com equidade em todo o Brasil. Fonte e fotos: Undime Evento em Recife destaca a importância da gestão federativa colaborativa e reúne representantes dos estados do Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte Representantes da Undime participaram nesta quinta-feira (29) e sexta-feira (30) do Seminário Regional Nordeste I sobre os Parâmetros Nacionais de Qualidade e Equidade da Educação Infantil. O evento acontece em Recife/PE e é direcionado aos estados do Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Estiveram presentes pela Undime: Andreika Amarante, presidente da seccional Pernambuco e DME de Igarassu/PE; José Fernando, vice-presidente da Undime/PE e DME de Limoeiro/PE; Petrúcio de Lima Ferreira, presidente da Undime/RN e DME de Goianinha/RN; Ana Paula Nunes, presidente da Undime Paraíba e DME de Princesa Isabel/PB; Verúzia Jardim, vice-presidente da Undime Ceará e DME de Quixadá/CE; e Karla Nascimento, presidente da Undime Maranhão e DME de Açailândia/MA. A presidente da seccional anfitriã, Andreika Amarante, participou da solenidade de abertura, representando os Dirigentes Municipais de Educação, e, na sequência mediou o primeiro painel do evento, com o tema “O Desafio da Governança Federativa Colaborativa na Gestão da Educação Infantil com Qualidade e Equidade”. Petrúcio Ferreira, presidente da Undime/RN, mediou a mesa 3, que debateu a atualização das normativas de Educação Infantil, enquanto Karla Nascimento, presidente da Undime/MA, representou a instituição na mediação da mesa 4, com o tema “Atualização do Instrumento de Autoavaliação das Instituições de Educação Infantil”. Este encontro foi o segundo de uma série de sete seminários promovidos pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC) em todas as regiões do país, com o objetivo de fortalecer o Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade da Educação Infantil, por meio da gestão federativa colaborativa. Os debates têm abordado a implementação da Resolução CNE/CEB nº 1/2024, que estabelece parâmetros obrigatórios para orientar políticas públicas e garantir uma Educação Infantil de qualidade e com equidade em todo o Brasil. Fonte e fotos: Undime
Conviva debate educação para as relações étnico-raciais

Videoconferência abordou a aplicabilidade das legislações sobre Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola A Undime, por meio da plataforma Conviva Educação e com o apoio do Ministério da Educação, realizou no dia 29 de maio (quinta-feira), às 15h (horário de Brasília), videoconferência com o tema “Aplicabilidade das legislações sobre Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola”. A iniciativa debateu o papel do sistema de justiça nas demandas relacionadas à educação escolar quilombola e à educação para as relações étnico-raciais, com a participação de Lara Oliveira Vilela, coordenadora-geral de Educação para as Relações Étnico-Raciais; da professora Dra. Gládis Kaercher (UFRGS), integrante da Comissão de Acompanhamento, Desenvolvimento e Avaliação das Ações de Educação Étnico-Racial do MEC; do procurador da República do Ministério Público Federal da Paraíba (MPF/PB), José Godoy Bezerra de Souza. A mediação ficou a cargo de Anderson Passos, Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA e presidente da Undime Bahia, que é representante da Undime na Comissão Nacional de Educação Escolar Quilombola. Confira a íntegra na galeria de vídeos do Conviva: https://convivaeducacao.org.br/galeria/790 Fonte: Conviva Educação Videoconferência abordou a aplicabilidade das legislações sobre Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola A Undime, por meio da plataforma Conviva Educação e com o apoio do Ministério da Educação, realizou no dia 29 de maio (quinta-feira), às 15h (horário de Brasília), videoconferência com o tema “Aplicabilidade das legislações sobre Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola”. A iniciativa debateu o papel do sistema de justiça nas demandas relacionadas à educação escolar quilombola e à educação para as relações étnico-raciais, com a participação de Lara Oliveira Vilela, coordenadora-geral de Educação para as Relações Étnico-Raciais; da professora Dra. Gládis Kaercher (UFRGS), integrante da Comissão de Acompanhamento, Desenvolvimento e Avaliação das Ações de Educação Étnico-Racial do MEC; do procurador da República do Ministério Público Federal da Paraíba (MPF/PB), José Godoy Bezerra de Souza. A mediação ficou a cargo de Anderson Passos, Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA e presidente da Undime Bahia, que é representante da Undime na Comissão Nacional de Educação Escolar Quilombola. Confira a íntegra na galeria de vídeos do Conviva: https://convivaeducacao.org.br/galeria/790 Fonte: Conviva Educação
Crianças e adolescentes que transformam: Prêmio Criativos Escola + Natureza anuncia 33 finalistas de todas as regiões do Brasil

Com 1.593 projetos inscritos, premiação destaca protagonismo estudantil na transformação da realidade; anúncio dos seis grupos premiados acontece no Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho De norte a sul do país, milhares de estudantes se mobilizaram para criar projetos capazes de transformar a natureza com ideias criativas e ações concretas que fazem a diferença. Por isso, o Prêmio Criativos Escola + Natureza, promovido pelo programa Criativos da Escola, do Instituto Alana, com apoio da Undime e do Greenpeace Brasil, anunciou a relação com os 33 projetos finalistas da premiação, que figuram entre os destaques nacionais e seguem concorrendo ao prêmio final. A revelação dos seis grupos premiados será feita em 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente. Os projetos finalistas vêm de todas as regiões do país, representando 15 estados e os seis biomas brasileiros: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal. Além do Distrito Federal, 14 estados brasileiros estão representados. A lista de finalistas contempla escolas das cidades de: Manaus (AM); Belém, Maracanã e Marituba (PA); Imperatriz e Codó (MA); Salvador, Sitio do Quinto e Mutuípe (BA); Maracanaú (CE); Petrolina, Carnaíba e Itapissuma (PE); Aracaju e Estância (SE); Brasília (DF); Corumbá (MS); Santana de Parnaíba, Jundiaí e Osasco (SP); Rio de Janeiro (RJ); Juiz de Fora (MG); São José dos Pinhais (PR); Florianópolis (SC); Porto Alegre, Capivari do Sul e Canguçu (RS). As iniciativas finalistas se destacam por seu impacto socioambiental, originalidade, criatividade, empatia, trabalho em equipe e, principalmente, pelo protagonismo estudantil. Entre os temas abordados estão a valorização de saberes indígenas e tradicionais, reflorestamento, combate às queimadas, preservação das águas e práticas sustentáveis construídas de forma colaborativa. “Esses projetos demonstram que a infância e a adolescência estão pensando e criando boas respostas para enfrentarmos os desafios ambientais do presente e do futuro. Ao conectar cultura, ciência, história, tecnologia e saberes tradicionais, os finalistas do Prêmio Criativos Escola + Natureza mostram que, por meio da educação e da ação coletiva, é possível transformar a realidade local e inspirar um futuro mais sustentável para todos. Essas ideias são sementes que, com o apoio e engajamento de todos, podem crescer e florescer, contribuindo para a transformação da natureza e para a construção de um mundo mais consciente e equilibrado”, afirma Gabriel Salgado, gerente de Educação e Culturas Infanto-Juvenis do Instituto Alana. Um dos grandes destaques desta edição é que os projetos vencedores não apenas receberão reconhecimento nacional mas, também, viverão uma experiência inédita: os estudantes premiados participarão de atividades relacionadas à COP30, que acontece em novembro, em Belém (PA). Além disso, participarão de uma atividade junto ao Greenpeace Brasil, reforçando o compromisso em defesa do meio ambiente. Esta edição recebeu 1.593 inscrições, engajando mais de 60 mil estudantes e 5.300 educadores de 738 municípios brasileiros. Entre os projetos inscritos, 468 incluíram estudantes com deficiência, e mais de 90% das propostas vieram de escolas públicas — com forte presença de instituições estaduais (51%) e municipais (33,2%). Escolas federais, privadas e organizações da sociedade civil também marcaram presença. Confira todos os projetos finalistas organizados por bioma e inspire-se com as ideias de quem já está mudando o mundo a partir de ações dentro e fora da escola. Do coração da floresta à mata tropical, passando pelas planícies alagadas, cerrados, pampas e pelas caatingas, os projetos finalistas mostram que cuidar da natureza pode — e deve — contar com a participação e o protagonismo dos estudantes. AMAZÔNIA: “Trilha Maker – COP30” – Marituba (PA)Tecnologia, inclusão e sustentabilidade se encontram nesse projeto inovador, que traz uma proposta educacional acessível e prática para que os estudantes discutam soluções ambientais reais. A iniciativa conecta educação, tecnologia e ação em um percurso criativo rumo à COP30. “Clube Azul: Pela cultura oceânica” – Maracanã (PA)O projeto, que mergulha na conexão entre a floresta e os mares, une monitoramento ambiental, educação científica, cultura oceânica e engajamento comunitário para despertar o senso de pertencimento e responsabilidade sobre a vida marinha, mostrando que tudo está interligado. “O diálogo com a natureza: Povos indígenas da Amazônia e a sustentabilidade” – Manaus (AM)Inspirados nos saberes ancestrais, estudantes de Manaus criaram um projeto que valoriza o conhecimento indígena como ferramenta essencial para a sustentabilidade. Por meio de pesquisas, jogos tradicionais e atividades culturais, eles promovem o respeito às tradições e reforçam a importância da diversidade para o futuro do planeta. “Placa de controle térmico de açaí: identidade regional e sustentabilidade” – Belém (PA)E se o caroço do açaí, além de saboroso, também ajudasse a refrescar nossas casas? Essa é a proposta criativa dos estudantes de Belém, que desenvolveram placas térmicas sustentáveis a partir do fruto amazônico, unindo inovação, identidade regional e eficiência energética. CAATINGA: “Amigos do Velho Chico” – Petrolina (PE)Com fones nos ouvidos e microfones em mãos, os estudantes do Sertão pernambucano criaram um podcast educativo para defender o Rio São Francisco. A série de episódios aborda a conservação do Velho Chico com linguagem acessível e compromisso ambiental, somando vozes em prol das águas do sertão. “Filtropinha: dos resíduos aos recursos” – Carnaíba (PE)A manipueira, o líquido tóxico que sobra da produção da farinha de mandioca, ganhou um novo destino na cidade de Carnaíba. Usando cascas de pinha, estudantes desenvolveram um filtro de baixo custo para reduzir o impacto ambiental desse resíduo, transformando o problema em solução com criatividade e ciência. “Mapeamento das Águas dos Pitaguary: a mulher indígena na ciência das águas” – Maracanaú (CE)Unindo ciência e ancestralidade, o projeto percorreu aldeias indígenas para analisar a qualidade das águas consumidas pelas comunidades Pitaguary. As descobertas alarmantes se tornaram um alerta público e o protagonismo das pesquisadoras indígenas mostrou que a força da transformação também vem das margens. “Observatório Socioambiental – SOS Sertão” – Sítio do Quinto (BA)No semiárido baiano, os estudantes decidiram mapear os principais desafios socioambientais da cidade e agir. O projeto identifica problemas locais e articula a comunidade para cobrar soluções do poder público. Um verdadeiro laboratório cívico e ambiental, onde o protagonismo estudantil se transforma em política local. CERRADO: “AlertaITZ: Aplicativo de Monitoramento Ambiental
Conviva debate educação para as relações étnico-raciais

Videoconferência abordou a aplicabilidade das legislações sobre Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola A Undime, por meio da plataforma Conviva Educação e com o apoio do Ministério da Educação, realizou no dia 29 de maio (quinta-feira), às 15h (horário de Brasília), videoconferência com o tema “Aplicabilidade das legislações sobre Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola”. A iniciativa debateu o papel do sistema de justiça nas demandas relacionadas à educação escolar quilombola e à educação para as relações étnico-raciais, com a participação de Lara Oliveira Vilela, coordenadora-geral de Educação para as Relações Étnico-Raciais; da professora Dra. Gládis Kaercher (UFRGS), integrante da Comissão de Acompanhamento, Desenvolvimento e Avaliação das Ações de Educação Étnico-Racial do MEC; do procurador da República do Ministério Público Federal da Paraíba (MPF/PB), José Godoy Bezerra de Souza. A mediação ficou a cargo de Anderson Passos, Dirigente Municipal de Educação de Aratuípe/BA e presidente da Undime Bahia, que é representante da Undime na Comissão Nacional de Educação Escolar Quilombola. Confira a íntegra na galeria de vídeos do Conviva: https://convivaeducacao.org.br/galeria/790 Fonte: Conviva Educação
Escolas podem receber recursos para projetos de formação cidadã

Secretarias estaduais, municipais e distrital de educação interessadas em participar têm até o dia 8 de junho para formalizar adesão. Mais de 38 mil escolas públicas em todo país podem receber os recursos O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), abriu a adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Escola e Comunidade – Ciclo 2025, por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), módulo PAR 4. As secretarias estaduais, municipais e distrital de educação interessadas em participar têm até o dia 8 de junho para formalizar a adesão. Ao todo, 38.847 escolas públicas de todo o país podem receber os recursos do programa, que destinará recursos para projetos de formação cidadã. A participação é condição essencial para que as escolas da rede pública elaborem e enviem os seus Projetos de Formação pelo sistema PDDE Interativo e recebam recursos financeiros destinados à implementação das ações planejadas. A iniciativa faz parte do Programa Escola e Comunidade (Proec), que visa fomentar a parceria entre a escola, a família e a comunidade, na perspectiva da educação integral. Isso se dá por meio da participação de estudantes, profissionais da educação, familiares e membros da comunidade em projetos de formação que envolvam a promoção da cidadania, da cultura de paz e democrática e a melhoria da qualidade da educação pública brasileira. As escolas elegíveis para o Ciclo 2025 do PDDE Escola e Comunidade estão localizadas em 4.888 municípios, cobrindo todos os 27 estados brasileiros. Essa abrangência reforça o potencial do Programa Escola e Comunidade de impactar de forma significativa a realidade educacional de diferentes contextos regionais e sociais. Kátia Schweickardt, secretária de Educação Básica do MEC, destaca que a iniciativa “contribui para a construção de projetos educativos mais democráticos, colaborativos e alinhados às realidades locais”. A maioria das escolas elegíveis é da rede municipal, o que representa 60,2% do total – 23.406 escolas. Já as escolas da rede estadual somam 15.441 unidades, correspondendo a 39,8%. Para a SEB, essa distribuição mostra a forte presença das redes locais na oferta da educação básica e seu protagonismo nas ações de formação voltadas à comunidade escolar. Segundo a diretora de Formação Docente e Valorização dos Profissionais da Educação, Rita Esther Luna, esses números refletem não apenas o tamanho das redes estaduais e municipais, mas também o compromisso dos sistemas de ensino com o fortalecimento da relação entre escola, família e comunidade. Cada escola participante deve elaborar um Projeto de Formação no sistema PDDE Interativo, contendo no mínimo três ações planejadas. A primeira delas, obrigatória, é a oficina intitulada “Pense antes de compartilhar: o poder da informação e o perigo das fake news“, disponível no portal do Proec. As ações devem promover a cidadania, a cultura de paz, os direitos humanos e o respeito à diversidade. “O projeto deve ser elaborado com o apoio do conselho escolar, que também será responsável pelo acompanhamento da execução e prestação de contas dos recursos”, afirmou o coordenador-geral de Formação de Gestores e Técnicos da Educação Básica da SEB, Roberto Junior. Para acessar os documentos orientadores, vídeos e demais informações sobre o PDDE Escola e Comunidade – Ciclo 2025, acesse: https://www.gov.br/mec/pt-br/proec Fonte: MECFoto: Divulgação https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/escolas-podem-receber-recursos-para-projetos-de-formacao-cidada
Dirigentes da Undime debatem parâmetros nacionais de qualidade e equidade da educação infantil em Seminário Regional

Evento em Recife destaca a importância da gestão federativa colaborativa e reúne representantes dos estados do Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte Representantes da Undime participaram nesta quinta-feira (29) e sexta-feira (30) do Seminário Regional Nordeste I sobre os Parâmetros Nacionais de Qualidade e Equidade da Educação Infantil. O evento acontece em Recife/PE e é direcionado aos estados do Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Estiveram presentes pela Undime: Andreika Amarante, presidente da seccional Pernambuco e DME de Igarassu/PE; José Fernando, vice-presidente da Undime/PE e DME de Limoeiro/PE; Petrúcio de Lima Ferreira, presidente da Undime/RN e DME de Goianinha/RN; Ana Paula Nunes, presidente da Undime Paraíba e DME de Princesa Isabel/PB; Verúzia Jardim, vice-presidente da Undime Ceará e DME de Quixadá/CE; e Karla Nascimento, presidente da Undime Maranhão e DME de Açailândia/MA. A presidente da seccional anfitriã, Andreika Amarante, participou da solenidade de abertura, representando os Dirigentes Municipais de Educação, e, na sequência mediou o primeiro painel do evento, com o tema “O Desafio da Governança Federativa Colaborativa na Gestão da Educação Infantil com Qualidade e Equidade”. Petrúcio Ferreira, presidente da Undime/RN, mediou a mesa 3, que debateu a atualização das normativas de Educação Infantil, enquanto Karla Nascimento, presidente da Undime/MA, representou a instituição na mediação da mesa 4, com o tema “Atualização do Instrumento de Autoavaliação das Instituições de Educação Infantil”. Este encontro foi o segundo de uma série de sete seminários promovidos pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC) em todas as regiões do país, com o objetivo de fortalecer o Compromisso Nacional pela Qualidade e Equidade da Educação Infantil, por meio da gestão federativa colaborativa. Os debates têm abordado a implementação da Resolução CNE/CEB nº 1/2024, que estabelece parâmetros obrigatórios para orientar políticas públicas e garantir uma Educação Infantil de qualidade e com equidade em todo o Brasil. Fonte e fotos: Undime
Projetos de educação podem receber até R$500 mil para ações que garantam o direito de crianças e adolescentes

Nova edição do Edital FIA (Fundos da Infância e Adolescência) selecionará iniciativas que promovam a equidade de ensino, a permanência do estudante na escola, ofereçam atividades culturais e esportivas, entre outras ações que assegurem o direito à educação; interessados poderão se inscrever até o dia 11 de julho, desde que projetos sejam indicados pelo CMDCA (Conselhos Municipais da Criança e do Adolescente) do município Estão abertas as inscrições para o novo Edital FIA (Fundos da Infância e Adolescência), que destinará até R$500 mil para a realização de projetos que contribuam com a garantia do direito à educação. As iniciativas devem ser indicadas pelos CMDCAs (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente) dos municípios e o cadastro poderá ser feito até o dia 11 de julho, no site do Itaú Social. A última edição do edital selecionou 40 propostas educacionais de diversas regiões do país, movimentando R$18,8 milhões para ações que asseguram o direito à educação de crianças e adolescentes. Os recursos são provenientes da destinação de 1% do Imposto de Renda devido das empresas do Conglomerado Itaú Unibanco Holding S.A. “Garantir o acesso à educação de qualidade para crianças e adolescentes é um dever do Estado, mas também uma responsabilidade compartilhada com toda a sociedade. O Edital FIA representa uma oportunidade valiosa para que as comunidades se mobilizem em prol da proteção e do desenvolvimento de jovens, contribuindo para ampliar o acesso a uma educação mais justa, inclusiva e transformadora”, afirma a gerente de Desenvolvimento e Soluções do Itaú Social, Sonia Dias. Serão priorizadas iniciativas que:– Ofereçam atividades educativas, culturais e esportivas para crianças e adolescentes no contraturno escolar, possibilitando a oferta de educação em tempo integral; – Enfrentem e previnam problemas que estejam limitando a trajetória escolar e o desenvolvimento educacional de crianças e adolescentes; – Capacitem profissionais que atuam no Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente – professores, educadores sociais, técnicos e outros – para reconhecimento e intervenção em fatores que estejam dificultando a trajetória escolar e o desenvolvimento educacional de crianças e adolescentes; – Realizem diagnóstico local de problemas e fatores que estejam limitando ou impedindo o acesso à escola ou a manutenção da vida escolar de crianças e adolescentes; – Realizem campanhas de comunicação na comunidade local com foco no direito à Educação;– Articulem ações conjuntas envolvendo escolas, entidades sociais e outros agentes locais, com objetivo na restauração, manutenção e fortalecimento da trajetória escolar e do aprendizado de crianças e adolescentes. Durante o período de inscrição será realizado um webinário para que os interessados possam tirar suas dúvidas a respeito do edital. Para participar do processo seletivo, os CMDCA’s precisam demonstrar que o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente, por ele gerido, está legalmente constituído e ativo. Para mais informações, entre em contato pelo e-mail itausocial-edital@prattein.com.br ou pelos telefones/WhatsApp (11) 97639- 6455 ou (11) 97852-5010. Sobre o Edital FIAInscrições: até às 18 horas do dia 11 de julho Cadastro: itausocial.org.br/editais/ Resultado: anunciado em janeiro de 2026 Dúvidas: editalfia@fundacaoitau.org.br ou pelos telefones/WhatsApp (11) 94246-9320 e (11) 99846-9320. Fonte: Itaú Social Foto: Instituto Girassol / Arquivo pessoal
