Assista à integra da videoconferência sobre a VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente

Exibida ao vivo pelo YouTube, a transmissão também celebrou o Dia Mundial do Meio Ambiente A Undime, por meio da plataforma Conviva Educação e em parceria com o Ministério da Educação (MEC), promoveu, nesta quinta-feira (5), videoconferência sobre a VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA). Realizada pelo YouTube, a transmissão também celebrou o Dia Mundial do Meio Ambiente, reforçando a importância da participação das escolas na construção de territórios mais sustentáveis. Com o tema “Vamos transformar o Brasil com educação e justiça climática”, a VI CNIJMA busca engajar estudantes e professores no debate sobre as mudanças do clima e o papel da educação ambiental. A Conferência, dividida em várias etapas, envolve as mais de 61 mil escolas de anos finais do ensino fundamental em todo o país, atingindo mais de 9 milhões de estudantes e 775 mil professores. A iniciativa é coordenada pelo MEC, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Para a coordenadora-geral de Educação Ambiental para a Diversidade e Sustentabilidade do MEC, Viviane Vazzi, a conferência é uma oportunidade de aproximar o tema das mudanças climáticas do dia a dia escolar: “A conferência é pensada para que as escolas ensinem ao Brasil como estão cuidando do clima. Para que tenhamos territórios saudáveis, seguros e resilientes, e para que cada criança e adolescente que participe se perceba como natureza, construindo seus passos a partir da terra-mãe, para que eles possam ter o seu direito ao futuro preservado e garantido”, explicou, Viviane Vazzi. Além de estimular a participação ativa de crianças e adolescentes, a CNIJMA reforça a necessidade de justiça social na pauta ambiental, considerando que os impactos da crise climática atingem de forma mais intensa as comunidades mais vulneráveis. Nesse contexto, a escola assume papel central como espaço de conscientização, reflexão e construção de soluções. Também participaram da videoconferência Marcos Sorrentino, Diretor do Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima; José Janielson, consultor da Secadi/ MEC; e Victoria Castanho, consultora do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. A mediação ficou por conta de Joária Vieira, vice-presidente da Undime no Rio Grande do Norte e Dirigente Municipal de Educação de Rio do Fogo/RN. Assista à íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=VhjzqwsiO34 Fonte: Conviva Educação (com informações do MEC)
PDDE Equidade: prazo para adesão é ampliado até 25 de junho

Secretarias de educação ainda podem ingressar no programa por meio do Simec. Iniciativa prevê investimento de R$ 1,3 bilhão até 2026, para infraestrutura e projetos pedagógicos de equidade em escolas priorizadas A adesão das secretarias estaduais e municipais de educação ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Equidade foi prorrogada para o dia 25 de junho. A iniciativa do Ministério da Educação (MEC), que prevê investimentos de R$ 1,3 bilhão até 2026, busca melhorar a qualidade da oferta e a infraestrutura física e pedagógica das escolas da educação básica, especialmente aquelas em situação de maior vulnerabilidade. A adesão pode ser feita por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Com a alteração no cronograma, o pagamento será realizado em dois ciclos. As escolas que já fizeram suas adesões até esta sexta-feira, 6 de junho, receberão os recursos no primeiro ciclo. Elas ainda poderão, até o dia 25 de junho, aprimorar seus planos de atendimento preenchidos, sem comprometer o recebimento dos valores. Já aquelas escolas que aderirem a partir do dia 7 até o final do prazo serão contempladas no segundo ciclo de pagamento. Até o momento, 100% das redes estaduais, 91% das redes municipais e 75% das escolas elegíveis já realizaram a adesão. A prorrogação do prazo de adesão ocorreu em resposta a escolas com diferentes modalidades de ensino, que sinalizaram a necessidade de mais tempo para se dedicarem à construção do plano de atendimento, respeitando a participação da comunidade escolar. Dessa forma, a decisão preza pelos princípios de equidade e gestão democrática que norteiam todas as ações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, garantindo atenção aos diversos contextos escolares. O PDDE Equidade é coordenado pela Secadi, em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada à pasta. O programa surgiu como resposta à necessidade de garantir o direito à educação com qualidade, respeitando as especificidades socioculturais dos diferentes territórios e sujeitos. De acordo com o MEC, a equidade não consiste em oferecer o mesmo para todos, mas assegurar que cada escola tenha o que precisa para garantir o acesso, a permanência e a aprendizagem de seus estudantes. A ação fortalece a política de inclusão e justiça social na educação, contribuindo para um sistema educacional mais democrático e acessível. Entre 2023 e 2024, foram empenhados R$ 668 milhões para o programa, beneficiando 28.871 escolas. Este ano, com as mudanças no PDDE Equidade, serão repassados R$ 380 milhões por meio das seguintes linhas de financiamento das escolas: Programa Sala de Recursos Multifuncionais; Programa Água e Esgotamento Sanitário nas Escolas Rurais; PDDE Escolas Rurais: Campo, Indígenas e Quilombolas; e PDDE Diversidades: Educação Especial, Educação Bilíngue de Surdos, Educação de Jovens e Adultos, Educação do Campo, Educação Escolar Indígena, Educação Escolar Quilombola, Educação para as Relações Étnico-Raciais, Escolas Sustentáveis e Educação para as Juventudes e Educação em Direitos Humanos. Adesão Para aderir ao programa, a escola deve estar listada como elegível pela Secadi, de acordo com critérios técnicos e orçamentários, e ter uma Unidade Executora Própria (UEx). A adesão é realizada em duas etapas: adesão pelas secretarias estaduais e municipais de educação (Entidades Executoras – EEx) e adesão das UEx representativas das escolas indicadas pela Secadi. Os valores que cada unidade receberá vão variar conforme o número de estudantes e o programa aderido. Há distinção entre recursos de custeio, que incluem despesas operacionais, e recursos de capital, que englobam investimentos em bens duráveis e infraestrutura. A documentação necessária para a adesão varia de acordo com o tipo de entidade representante, que, por sua vez, é agrupada conforme a respectiva instituição. No entanto, um dos documentos principais a serem anexados pela instituição de ensino durante o processo de adesão é o plano de trabalho, que deve incluir a lista de itens demandados pela escola. O MEC disponibilizou um Guia de Orientações do PDDE Equidade, com diretrizes sobre adesão, critérios de elegibilidade, valores de repasse e execução dos recursos, dividido em quatro partes: Visão Geral; Sala de Recursos Multifuncionais; PDDE Água, Esgotamento Sanitário e Infraestrutura nas Escolas do Campo, Indígenas e Quilombolas; e PDDE Diversidades. Além disso, disponibilizou Guias de Navegação com tutoriais de passo-a-passo para secretários de educação, técnicos das secretarias e representantes das UEx. O PDDE Equidade tem como objetivos estratégicos fortalecer a gestão democrática e autônoma das escolas; promover a justiça social e a equidade na educação pública; valorizar os saberes e as culturas dos diferentes grupos sociais atendidos; e garantir recursos que assegurem ambientes educativos acessíveis, seguros e acolhedores. Na página do PDDE Equidade, no portal do MEC, estão disponíveis mais informações sobre o programa, bem como valores referenciais de cálculo para repasses. Fonte: MECFoto: Divulgação https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/junho/pdde-equidade-prazo-para-adesao-e-ampliado-ate-25-de-junho
Conheça os seis projetos vencedores do Prêmio Criativos Escola + Natureza, que reconhece o protagonismo estudantil na transformação ambiental

Premiação recebeu 1.593 inscrições e mobilizou mais de 60 mil estudantes e 5 mil educadores de 738 municípios; grupos participarão de atividades relacionadas à COP30 O Prêmio Criativos Escola + Natureza anunciou nesta quinta-feira (5), em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, os seis projetos premiados na edição de 2025. As iniciativas reconhecidas das cidades de Manaus (AM), Carnaíba (PE), Codó (MA), Estância (SE), Porto Alegre (RS) e Corumbá (MS) criaram soluções práticas e eficazes para transformar a natureza na escola e no seu entorno. Entre os projetos reconhecidos pela premiação do programa Criativos da Escola, do Instituto Alana, estão ações de valorização de saberes e culturas indígenas, soluções para o reaproveitamento da água e para filtrar resíduos tóxicos na produção de alimentos e iniciativas que usam a arte para conscientizar sobre questões ambientais. Representando os seis biomas brasileiros – Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal –, os projetos se destacaram pela originalidade, criatividade, protagonismo estudantil na formulação e desenvolvimento das propostas, compromisso com a preservação ambiental e potencial de transformação socioambiental. “Ver esses estudantes representando os biomas brasileiros em atividades ligadas à COP30 é mais do que um reconhecimento, é um chamado à escuta e à ação. Crianças e adolescentes já vivenciam os impactos da crise climática em seus territórios e estão criando soluções a partir dessas realidades. Os projetos premiados mostram como essa mudança já começou nas escolas, nas comunidades e na força de quem acredita que cada ação conta na construção de um futuro mais justo, sustentável e, claro, verde”, ressalta Ana Claudia Leite, especialista em educação e culturas infantis do Instituto Alana. Os projetos premiados representam as instituições de ensino: Instituto de Educação do Amazonas, de Manaus (AM); Escola Técnica Estadual Professor Paulo Freire, de Carnaíba (PE); Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão, de Codó (MA); Instituto Federal de Sergipe, de Estância (SE); Escola Municipal de Ensino Fundamental Saint-Hilaire, de Porto Alegre (RS) e Escola Municipal Rural de Educação Integral Polo Sebastião Rolon – Extensão Nazaré, de Corumbá (MS). Eles foram selecionados entre 33 iniciativas finalistas da premiação. Além dos vencedores, chegaram à etapa final projetos do Distrito Federal e de 14 estados: Amazonas, Pará, Maranhão, Bahia, Ceará, Pernambuco, Sergipe, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Conheça os seis projetos premiados: Amazônia | Projeto: “O diálogo com a natureza: Povos indígenas da Amazônia e a sustentabilidade”, de Manaus (AM) Desenvolvido por estudantes do 3º ano do Ensino Médio do Instituto de Educação do Amazonas, de Manaus (AM), o projeto valoriza os saberes e culturas indígenas e mostra como eles são fundamentais para a proteção da natureza. Por meio de pesquisas, conversas com lideranças indígenas, vivências culturais e ações educativas, os estudantes integram esses conhecimentos tradicionais ao currículo escolar, reforçando o vínculo entre educação e território. Cerrado | Projeto: “Protótipo de Sistema de Reuso de Água na promoção da sustentabilidade e o uso responsável dos recursos naturais”, de Códó (MA) A partir da observação cotidiana do desperdício de água nos bebedouros da escola, estudantes dos 1º e 3º anos do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão, em Codó, idealizaram e construíram um sistema de reaproveitamento de água. O protótipo inclui captação, filtragem e redistribuição da água para usos não potáveis, como irrigação e descarga de sanitários. O sistema, já parcialmente implantado, utiliza sensores, energia solar e materiais acessíveis, transformando tecnologia em prática educativa e sustentável dentro da própria comunidade escolar. Caatinga | Projeto: “Filtropinha: dos resíduos aos recursos”, de Carnaíba (PE) Estudantes do 2º ano do Ensino Médio da Escola Técnica Estadual (ETE) Paulo Freire, de Carnaíba (PE), criaram um filtro de baixo custo, feito com cascas de pinha e carvão ativado, capaz de reduzir a toxicidade da manipueira — um resíduo altamente poluente gerado na produção de farinha de mandioca. A iniciativa alia saberes tradicionais e ciência, com o objetivo de preservar os recursos naturais e proteger a saúde da comunidade quilombola onde vivem duas integrantes da equipe. Mata Atlântica | Projeto: “Ecotech”, de Estância (SE) Em meio à crescente degradação ambiental e ao avanço das mudanças climáticas, um grupo de estudantes do 2º ano do Ensino Médio do Instituto Federal de Sergipe, de Estância (SE), criou um projeto para a defesa de ecossistemas ameaçados como os manguezais e as restingas, áreas de grande biodiversidade e essenciais para a conservação da Mata Atlântica. A iniciativa teve impacto direto na comunidade local, ao promover a valorização dos conhecimentos tradicionais — especialmente os das marisqueiras e pescadores artesanais — e fortalecer a conservação da fauna e flora da região, como o aratu, o maçunim, a ostra, o camarão e a mangaba, fruto símbolo do estado. Pampa | Projeto: “Colocar o coração no ritmo da Terra: reflorestando mentes e corações”, de Porto Alegre (RS) Desenvolvido por uma equipe multidisciplinar de alunos dos 1º, 4º, 5º e 7º anos do Ensino Fundamental e do 1º ano do Ensino Médio da Escola Municipal de Ensino Fundamental Saint-Hilaire, em Porto Alegre (RS), a iniciativa teve como foco a revitalização e valorização do Parque Saint-Hilaire, uma área próxima à escola, rica em natureza, cultura e memória local. Inspirados em autores indígenas e negros, os estudantes deram visibilidade às queimadas ilegais que ocorrem no local e criaram atividades educativas, artísticas e ambientais para conscientizar a comunidade sobre a importância de cuidar e se apropriar do território. Pantanal | Projeto: “Queimadas no Pantanal”, de Corumbá (MS) Sensibilizados pelas constantes queimadas que atingem o Pantanal, estudantes dos 6º ao 9º anos da Escola Municipal Rural de Educação Integral Polo Sebastião Rolon – Extensão Nazaré, em Corumbá (MS), decidiram conscientizar sobre o problema por meio da arte. As crianças criaram uma peça teatral autoral, onde explicam os impactos das queimadas, como preveni-las e a quem recorrer em casos de emergência ambiental. A iniciativa une expressão artística, educação ambiental e engajamento social, mostrando que é possível mobilizar uma comunidade por meio da cultura. Até três estudantes
Divulgado resultado do Selo Petronilha

Foram selecionadas 20 secretarias de educação que receberão R$ 200 mil por projeto. Iniciativas devem estar relacionadas às relações étnico-raciais e à educação escolar quilombola O Ministério da Educação (MEC) divulgou, nesta sexta-feira, 6 de junho, as 20 secretarias de educação premiadas com o Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva de Educação para as Relações Étnico-Raciais. Foram selecionadas até duas iniciativas por secretaria, relacionadas à Educação para as Relações Étnico-Raciais (Erer) ou à Educação Escolar Quilombola (EEQ). A iniciativa faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), coordenada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, responsável pelo lançamento do Selo. Confira, em ordem alfabética, as secretarias de educação premiadas: – Angra dos Reis (RJ); – Araraquara (SP); – Araripe (CE); – Brasília (DF); – Cabo Frio (RJ); – Campo Grande (MS); – Castelo (ES); – Chapecó (SC); – Ibipitanga (BA); – Jequié (BA); – Machados (PE); – Moju (PA); – Natuba (PB); – Nova Iguaçu (RJ); – Nova Petrópolis (RS); – Porto Alegre (RS); – São Carlos (SP); – Sinop (MT); – União dos Palmares (AL) e – Vinhedo (SP). Cada secretaria selecionada receberá apoio financeiro no valor de R$ 200 mil por iniciativa, por meio do Plano de Ações Articuladas (PAR). Os recursos são destinados à manutenção, ao fortalecimento, à sistematização e à disseminação das ações propostas. O auxílio financeiro deverá ser usado para apoiar a continuidade e/ou o aprimoramento das ações selecionadas. Para participar da seleção, as redes precisavam ter aderido à Pneerq e participado do Diagnóstico Equidade. Outro pré-requisito era ter atingido a pontuação mínima nos índices de Formação da Educação para as Relações Étnico-Raciais e de Formação da Educação Escolar Quilombola. As secretarias de educação contempladas apresentaram até duas propostas voltadas à promoção de uma educação comprometida com a equidade racial, a valorização das histórias e das culturas afro-brasileiras e quilombolas e a construção de práticas pedagógicas antirracistas em seus territórios. A entrega do Selo Petronilha representa o reconhecimento do compromisso dessas secretarias com a implementação de políticas educacionais voltadas à superação do racismo e à promoção da justiça social por meio da educação. A seleção foi realizada com base nos seguintes critérios: relevância da iniciativa; envolvimento comunitário nas ações; formação continuada dos profissionais da educação; e sustentabilidade institucional das iniciativas. Selo – O Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva de Educação para as Relações Étnico-Raciais tem como objetivo reconhecer e valorizar, por meio de um selo de reconhecimento, as secretarias de educação que se destacam por políticas, programas ou ações voltadas à formação de profissionais da educação para a implementação da Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003 (modificada pela Lei nº 11.645, de 2008). A iniciativa visa promover a equidade racial na educação, valorizando as redes de ensino que realizam ações para a promoção da equidade racial, da educação para as relações étnico-raciais e da educação escolar quilombola. Fonte: MECFoto: Ângelo Miguel/MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/junho/divulgado-resultado-do-selo-petronilha
Portaria autoriza uso de recursos do Fundeb como contrapartida em obras de educação básica

Medida, que atende solicitação feita pela Undime, permite que secretarias municipais de educação complementem o financiamento de obras pactuadas com o FNDE, mas exige cautela e prestação de contas detalhada Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) a Portaria nº 505, de 3 de junho de 2025, que autoriza estados e municípios a utilizarem recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) como contrapartida em termos de compromisso firmados com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A medida foi solicitada pela Undime ao FNDE como forma de apoiar os municípios e viabilizar que os entes federativos venham a ter condições de concluir as obras que estão sendo repactuadas. Na prática, a publicação permite que as secretarias municipais de educação empreguem parte do Fundeb, como contrapartida, para viabilizar obras e serviços de engenharia e infraestrutura escolar voltados à educação básica, como construções, reformas e ampliações de escolas. A portaria estabelece que os recursos devem estar estritamente vinculados à obra pactuada, respeitando os percentuais mínimos de aplicação do Fundeb (incluindo a remuneração do magistério) e garantindo o pagamento direto aos fornecedores pela conta única do Fundeb, mediante comprovação da execução. Além disso, a prestação de contas deverá detalhar cada despesa, para garantir transparência e fiscalização. Para os Dirigentes Municipais de Educação, a medida representa uma oportunidade para destravar obras paradas ou em andamento. O presidente da Undime, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/ CE, celebra a publicação da portaria. “O FNDE atendeu prontamente o nosso pleito e isso representa um importante avanço no sentido estarmos realmente possibilitando a conclusão dessas obras que estão há anos inacabadas”, afirmou. Leia a íntegra da Portaria nº 505, de 3 de junho de 2025. Fonte: UndimeFoto: Freepik Medida, que atende solicitação feita pela Undime, permite que secretarias municipais de educação complementem o financiamento de obras pactuadas com o FNDE, mas exige cautela e prestação de contas detalhada Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) a Portaria nº 505, de 3 de junho de 2025, que autoriza estados e municípios a utilizarem recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) como contrapartida em termos de compromisso firmados com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A medida foi solicitada pela Undime ao FNDE como forma de apoiar os municípios e viabilizar que os entes federativos venham a ter condições de concluir as obras que estão sendo repactuadas. Na prática, a publicação permite que as secretarias municipais de educação empreguem parte do Fundeb, como contrapartida, para viabilizar obras e serviços de engenharia e infraestrutura escolar voltados à educação básica, como construções, reformas e ampliações de escolas. A portaria estabelece que os recursos devem estar estritamente vinculados à obra pactuada, respeitando os percentuais mínimos de aplicação do Fundeb (incluindo a remuneração do magistério) e garantindo o pagamento direto aos fornecedores pela conta única do Fundeb, mediante comprovação da execução. Além disso, a prestação de contas deverá detalhar cada despesa, para garantir transparência e fiscalização. Para os Dirigentes Municipais de Educação, a medida representa uma oportunidade para destravar obras paradas ou em andamento. O presidente da Undime, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/ CE, celebra a publicação da portaria. “O FNDE atendeu prontamente o nosso pleito e isso representa um importante avanço no sentido estarmos realmente possibilitando a conclusão dessas obras que estão há anos inacabadas”, afirmou. Leia a íntegra da Portaria nº 505, de 3 de junho de 2025. Fonte: UndimeFoto: Freepik
Nova diretoria da Undime Minas Gerais é eleita durante o XXIX Fórum Estadual

Evento em Belo Horizonte reuniu dirigentes municipais de educação e especialistas para debater os desafios e as prioridades da educação pública municipal A seccional Minas Gerais da Undime elegeu sua nova diretoria executiva para o biênio 2025–2027 durante o XXIX Fórum Estadual, realizado nos dias 4 e 5 de junho de 2025, no Hotel Dayrell, em Belo Horizonte. Com o tema central “Educação se faz com responsabilidade, ética e compromisso de todos”, o Fórum reforçou o compromisso da instituição com a valorização da educação pública, promovendo um ambiente colaborativo e formativo para todos os participantes. O evento reuniu dirigentes municipais de educação, especialistas e representantes de órgãos públicos para debater os desafios e as prioridades da educação pública municipal. Entre conferências, painéis e debates, o encontro também reservou espaço para a escolha da nova diretoria. A nova gestão será liderada por Jônatas Gonçalves Rêgo, Dirigente Municipal de Educação de Mirabela/MG, eleito presidente. Como vice-presidente, assume Juliana de Paula Mendonça, Dirigente Municipal de Educação de Varginha/MG. Ao todo, 74 dirigentes municipais de educação do estado compõem a chapa eleita, ocupando os cargos de presidente estadual, vice-presidente, diretores, membros do Conselho Nacional de Representantes e delegados. O presidente nacional da Undime, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, participou do evento na quarta-feira, 4 de junho, ministrando uma palestra sobre a importância da Undime no cenário educacional e discutindo o Novo Fundeb. A programação do XXIX Fórum Estadual da Undime MG contou com a presença palestrantes como Lourdes Atié, socióloga e educadora; Dra. Filó, médica pediatra; Dr. Lucas Andrade, presidente do Instituto Direito na Escola; o Secretário de Estado da Educação de Minas Gerais, Igor de Alvarenga Oliveira; além de representantes do Conselho Estadual de Educação (CEEMG), do Ministério da Educação (MEC) e técnicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Fonte: Undime (com informações da Undime MG)Fotos: Undime MG Evento em Belo Horizonte reuniu dirigentes municipais de educação e especialistas para debater os desafios e as prioridades da educação pública municipal A seccional Minas Gerais da Undime elegeu sua nova diretoria executiva para o biênio 2025–2027 durante o XXIX Fórum Estadual, realizado nos dias 4 e 5 de junho de 2025, no Hotel Dayrell, em Belo Horizonte. Com o tema central “Educação se faz com responsabilidade, ética e compromisso de todos”, o Fórum reforçou o compromisso da instituição com a valorização da educação pública, promovendo um ambiente colaborativo e formativo para todos os participantes. O evento reuniu dirigentes municipais de educação, especialistas e representantes de órgãos públicos para debater os desafios e as prioridades da educação pública municipal. Entre conferências, painéis e debates, o encontro também reservou espaço para a escolha da nova diretoria. A nova gestão será liderada por Jônatas Gonçalves Rêgo, Dirigente Municipal de Educação de Mirabela/MG, eleito presidente. Como vice-presidente, assume Juliana de Paula Mendonça, Dirigente Municipal de Educação de Varginha/MG. Ao todo, 74 dirigentes municipais de educação do estado compõem a chapa eleita, ocupando os cargos de presidente estadual, vice-presidente, diretores, membros do Conselho Nacional de Representantes e delegados. O presidente nacional da Undime, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, participou do evento na quarta-feira, 4 de junho, ministrando uma palestra sobre a importância da Undime no cenário educacional e discutindo o Novo Fundeb. A programação do XXIX Fórum Estadual da Undime MG contou com a presença palestrantes como Lourdes Atié, socióloga e educadora; Dra. Filó, médica pediatra; Dr. Lucas Andrade, presidente do Instituto Direito na Escola; o Secretário de Estado da Educação de Minas Gerais, Igor de Alvarenga Oliveira; além de representantes do Conselho Estadual de Educação (CEEMG), do Ministério da Educação (MEC) e técnicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Fonte: Undime (com informações da Undime MG)Fotos: Undime MG
Boletim Em pauta – Edição nº 779 – 5 de junho de 2025

FNDE realiza pesquisa sobre aquisição de produtos da agricultura familiar para o PNAE Leia mais Guia Digital do PNLD Obras Literárias já está disponível para os anos iniciais do ensino fundamental Leia mais MEC retoma Profuncionário, com investimento de R$ 21 mi Leia mais Divulgada lista de experiências inspiradoras inscritas Leia mais Crianças e adolescentes que transformam: Prêmio Criativos Escola + Natureza anuncia 33 finalistas de todas as regiões do Brasil Leia mais Undime Acre elege nova diretoria durante o XIX Fórum Estadual Leia mais Conviva debate educação para as relações étnico-raciais Leia mais Escolas podem receber recursos para projetos de formação cidadã Leia mais Dirigentes da Undime debatem parâmetros nacionais de qualidade e equidade da educação infantil em Seminário Regional Leia mais Projetos de educação podem receber até R$500 mil para ações que garantam o direito de crianças e adolescentes Leia mais Undime Alagoas elege diretoria para o biênio 2025-2027 Leia mais Undime debate Semana de Educação Cidadã no Senado Federal Leia mais MEC abre período de indicação de escolas para a Educação Conectada Leia mais Undime lança editais para seleção de patrocinadores masters e empresas interessadas em expor no 20º Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação Leia mais PDDE Equidade: saiba como serão os investimentos por modalidade Leia mais MEC abre inscrições para curso de mentoria a diretores escolares Leia mais Aberto ciclo de adesão para o Escola das Adolescências Leia mais
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Evento em Belo Horizonte reuniu dirigentes municipais de educação e especialistas para debater os desafios e as prioridades da educação pública municipal A seccional Minas Gerais da Undime elegeu sua nova diretoria executiva para o biênio 2025–2027 durante o XXIX Fórum Estadual, realizado nos dias 4 e 5 de junho de 2025, no Hotel Dayrell, em Belo Horizonte. Com o tema central “Educação se faz com responsabilidade, ética e compromisso de todos”, o Fórum reforçou o compromisso da instituição com a valorização da educação pública, promovendo um ambiente colaborativo e formativo para todos os participantes. O evento reuniu dirigentes municipais de educação, especialistas e representantes de órgãos públicos para debater os desafios e as prioridades da educação pública municipal. Entre conferências, painéis e debates, o encontro também reservou espaço para a escolha da nova diretoria. A nova gestão será liderada por Jônatas Gonçalves Rêgo, Dirigente Municipal de Educação de Mirabela/MG, eleito presidente. Como vice-presidente, assume Juliana de Paula Mendonça, Dirigente Municipal de Educação de Varginha/MG. Ao todo, 74 dirigentes municipais de educação do estado compõem a chapa eleita, ocupando os cargos de presidente estadual, vice-presidente, diretores, membros do Conselho Nacional de Representantes e delegados. O presidente nacional da Undime, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, participou do evento na quarta-feira, 4 de junho, ministrando uma palestra sobre a importância da Undime no cenário educacional e discutindo o Novo Fundeb. A programação do XXIX Fórum Estadual da Undime MG contou com a presença palestrantes como Lourdes Atié, socióloga e educadora; Dra. Filó, médica pediatra; Dr. Lucas Andrade, presidente do Instituto Direito na Escola; o Secretário de Estado da Educação de Minas Gerais, Igor de Alvarenga Oliveira; além de representantes do Conselho Estadual de Educação (CEEMG), do Ministério da Educação (MEC) e técnicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Fonte: Undime (com informações da Undime MG)Fotos: Undime MG
Guia Digital do PNLD Obras Literárias já está disponível para os anos iniciais do ensino fundamental

Documento reúne resenhas, modelo de ata e orientações para apoiar a opção das obras por professores e gestores escolares O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), disponibilizou o Guia Digital do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) – Obras Literárias para os Anos Iniciais, o qual oferece informações completas para orientar a escolha das obras por professores e gestores escolares da educação pública brasileira. O material já está disponível no portal do FNDE, neste link. A escolha do PNLD Obras Literárias – Anos iniciais do Ensino Fundamental, destinada aos estudantes e professores dos anos iniciais do ensino fundamental – 1º ao 5º ano, está aberta e irá ocorrer do dia 3/6/2025 a 25/6/2025, no sistema PNLD Digital. A iniciativa contempla escolas com estudantes do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, com acervos literários divididos em duas categorias: Categoria 1, voltada para o 1º ao 3º ano, e Categoria 2, destinada ao 4º e 5º ano. As escolas poderão consultar resenhas das obras, informações técnicas detalhadas e um modelo de ata automatizado, documento essencial para formalizar o processo de escolha no sistema PNLD Digital. “Escolher os livros que farão parte do acervo escolar é uma demonstração da autonomia da escola. O Guia do PNLD orienta esse processo democrático, em que a decisão deve ser tomada coletivamente pelos professores, com base nas diretrizes pedagógicas e na realidade local de cada rede de ensino”, destaca Anderson Sampaio, diretor de Ações Educacionais do FNDE. Ferramenta pedagógica completa O guia apresenta resenhas das obras, classificações por temas e gêneros literários, código de coleção, título dos volumes e indicação da categoria correspondente. Além disso, oferece instruções sobre o uso da plataforma PNLD Digital, incluindo os passos necessários para o registro da ata de escolha, etapa obrigatória para que as obras selecionadas cheguem às escolas. “O guia foi pensado para apoiar integralmente professores e gestores. Com ele, é possível alinhar a escolha dos livros ao projeto pedagógico das escolas, garantindo coerência temática, diversidade cultural e qualidade literária”, explica Patrícia Costa Dias, coordenadora-geral dos Programas do Livro (CGPLI). O guia está disponível em três versões: sem a resenha, em formato ePUB e o com a resenha das obras. Importância da ata e cadastro atualizado A equipe do FNDE também alerta para os cuidados no momento do registro da escolha no sistema. O modelo de ata disponibilizado no guia já traz os títulos das obras organizadas por acervo, o que reduz erros no preenchimento. A ata deve ser anexada no PNLD Digital, durante a escolha. Além disso, o cadastro do diretor da escola precisa estar atualizado para garantir o acesso à plataforma PNLD Digital. A atualização do perfil de diretores é fundamental. O secretário ou a secretária de educação local deve verificar e aprovar as solicitações de cadastro no sistema para que a diretoria possa realizar a escolha. Escolha alinhada à realidade de cada rede A escolha das obras deve considerar a proposta pedagógica da escola, sua realidade sociocultural e os temas abordados nos livros. Mesmo nos casos em que a rede opta por uma escolha unificada, é importante que os professores participem do processo avaliativo. “Essa participação fortalece o vínculo entre os conteúdos trabalhados em sala de aula e os interesses dos estudantes. Os temas presentes nas obras, como descoberta de si, amizade, mundo natural e diversão, dialogam diretamente com a infância e com o desenvolvimento integral”, reforça Eliane de Carvalho Silva, coordenadora de Apoio às Redes de Ensino (COARE). Um compromisso com a leitura A entrega dos acervos literários aos anos iniciais do ensino fundamental representa mais um passo no compromisso com a promoção do direito à leitura e ao desenvolvimento de competências cognitivas, emocionais e sociais desde os primeiros anos escolares. Para mais informações, acesse: https://www.gov.br/fnde/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas/programas-do-livro Fonte: FNDE (com adaptações)Foto: Divulgação https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/guia-digital-do-pnld-obras-literarias-ja-esta-disponivel-para-os-anos-iniciais-do-ensino-fundamental Documento reúne resenhas, modelo de ata e orientações para apoiar a opção das obras por professores e gestores escolares O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), disponibilizou o Guia Digital do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) – Obras Literárias para os Anos Iniciais, o qual oferece informações completas para orientar a escolha das obras por professores e gestores escolares da educação pública brasileira. O material já está disponível no portal do FNDE, neste link. A escolha do PNLD Obras Literárias – Anos iniciais do Ensino Fundamental, destinada aos estudantes e professores dos anos iniciais do ensino fundamental – 1º ao 5º ano, está aberta e irá ocorrer do dia 3/6/2025 a 25/6/2025, no sistema PNLD Digital. A iniciativa contempla escolas com estudantes do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, com acervos literários divididos em duas categorias: Categoria 1, voltada para o 1º ao 3º ano, e Categoria 2, destinada ao 4º e 5º ano. As escolas poderão consultar resenhas das obras, informações técnicas detalhadas e um modelo de ata automatizado, documento essencial para formalizar o processo de escolha no sistema PNLD Digital. “Escolher os livros que farão parte do acervo escolar é uma demonstração da autonomia da escola. O Guia do PNLD orienta esse processo democrático, em que a decisão deve ser tomada coletivamente pelos professores, com base nas diretrizes pedagógicas e na realidade local de cada rede de ensino”, destaca Anderson Sampaio, diretor de Ações Educacionais do FNDE. Ferramenta pedagógica completa O guia apresenta resenhas das obras, classificações por temas e gêneros literários, código de coleção, título dos volumes e indicação da categoria correspondente. Além disso, oferece instruções sobre o uso da plataforma PNLD Digital, incluindo os passos necessários para o registro da ata de escolha, etapa obrigatória para que as obras selecionadas cheguem às escolas. “O guia foi pensado para apoiar integralmente professores e gestores. Com ele, é possível alinhar a escolha dos livros ao projeto pedagógico das escolas, garantindo coerência temática, diversidade cultural e qualidade literária”, explica Patrícia Costa Dias, coordenadora-geral dos Programas do Livro (CGPLI). O guia está disponível em três versões: sem a
FNDE realiza pesquisa sobre aquisição de produtos da agricultura familiar para o PNAE

Gestores municipais e estaduais podem responder ao formulário on-line até sexta-feira (6/6) Está disponível pesquisa sobre aquisição de produtos da agricultura familiar para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), executado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Gestores municipais e estaduais devem responder ao formulário on-line até sexta-feira (6/6). O objetivo é aperfeiçoar o processo de compra de itens provenientes da agricultura familiar para escolas municipais e estaduais. De acordo com a coordenadora-geral do PNAE, Karine Santos, o levantamento é organizado por equipe técnica que garante total sigilo aos dados fornecidos pelos entes federados. “As informações registradas por gestores e gestoras terão tratamento confidencial e servirão de base para o desenvolvimento de estratégias que fortaleçam e otimizem a aquisição de produtos da agricultura familiar no âmbito do PNAE. Incentivamos a participação de todos os municípios e unidades federativas, para qualificar a alimentação e a segurança nutricional de estudantes em todo o Brasil”, ressalta Karine Santos. A pesquisa é conduzida pela Divisão de Desenvolvimento da Agricultura Familiar no PNAE (Didaf), vinculada à Coordenação de Segurança Alimentar e Nutricional (Cosan) da Coordenação-Geral do PNAE do FNDE. Dúvidas ou solicitações de esclarecimentos podem ser encaminhadas para didaf@fnde.gov.br. Estrutura da pesquisa – O formulário contém 21 perguntas de fácil e rápida resposta para gestores municipais e estaduais: – 5 questões sobre a identificação dos órgãos e das pessoas responsáveis por fornecer as informações.– 16 questões que abordam os processos de aquisição de produtos da agricultura familiar nos anos de 2022, 2023 e 2024, investigando:– Qualidade de alcance do PNAE em relação ao fornecimento de produtos da agricultura familiar;– Percentual atingido e valor investido em cada ano;– Motivos de eventual não aquisição em razão da falta de cobertura do PNAE;– Existência de capacitação ou apoio técnico para aprimorar a compra da agricultura familiar;– Dificuldades encontradas pelo município ou estado para acessar o programa;– Sugestões e comentários sobre o processo de aquisição. Acesse aqui a pesquisa. Fonte e foto: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-recebe-pesquisa-sobre-aquisicao-de-produtos-da-agricultura-familiar-para-o-pnae Gestores municipais e estaduais podem responder ao formulário on-line até sexta-feira (6/6) Está disponível pesquisa sobre aquisição de produtos da agricultura familiar para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), executado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Gestores municipais e estaduais devem responder ao formulário on-line até sexta-feira (6/6). O objetivo é aperfeiçoar o processo de compra de itens provenientes da agricultura familiar para escolas municipais e estaduais. De acordo com a coordenadora-geral do PNAE, Karine Santos, o levantamento é organizado por equipe técnica que garante total sigilo aos dados fornecidos pelos entes federados. “As informações registradas por gestores e gestoras terão tratamento confidencial e servirão de base para o desenvolvimento de estratégias que fortaleçam e otimizem a aquisição de produtos da agricultura familiar no âmbito do PNAE. Incentivamos a participação de todos os municípios e unidades federativas, para qualificar a alimentação e a segurança nutricional de estudantes em todo o Brasil”, ressalta Karine Santos. A pesquisa é conduzida pela Divisão de Desenvolvimento da Agricultura Familiar no PNAE (Didaf), vinculada à Coordenação de Segurança Alimentar e Nutricional (Cosan) da Coordenação-Geral do PNAE do FNDE. Dúvidas ou solicitações de esclarecimentos podem ser encaminhadas para didaf@fnde.gov.br. Estrutura da pesquisa – O formulário contém 21 perguntas de fácil e rápida resposta para gestores municipais e estaduais: – 5 questões sobre a identificação dos órgãos e das pessoas responsáveis por fornecer as informações.- 16 questões que abordam os processos de aquisição de produtos da agricultura familiar nos anos de 2022, 2023 e 2024, investigando:- Qualidade de alcance do PNAE em relação ao fornecimento de produtos da agricultura familiar;- Percentual atingido e valor investido em cada ano;- Motivos de eventual não aquisição em razão da falta de cobertura do PNAE;- Existência de capacitação ou apoio técnico para aprimorar a compra da agricultura familiar;- Dificuldades encontradas pelo município ou estado para acessar o programa;- Sugestões e comentários sobre o processo de aquisição. Acesse aqui a pesquisa.Fonte e foto: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-recebe-pesquisa-sobre-aquisicao-de-produtos-da-agricultura-familiar-para-o-pnae
