21/05/2008 Undime
Belo Horizonte se destaca na discussão das questões étnico-raciais nas escolas da Prefeitura. É o que aponta o livro "Igualdade das Relações Étnico- Raciais na Escola – possibilidades e desafios para a implementação da Lei nº10.639/2003", apresentado oficialmente aos profissionais da Rede Municipal de Educação, na última terça-feira. A publicação é resultado de uma consulta realizada em quinze escolas municipais de Belo Horizonte, São Paulo e Salvador, com o objetivo contribuir para o aprimoramento das políticas públicas relacionadas ao tema.
O livro traz dados inéditos sobre a implementação da Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileiras nos Ensinos Médio e Fundamental. Na análise geral, 98% dos estudantes mostram interesse em conhecer e aprender sobre a cultura afro e 70% dos professores tem conhecimento do lei. A consulta mostra que há uma variedade de materiais didáticos que abordam a história e a cultura afro-brasileira e africana . Belo Horizonte é cidade que apresenta maior diversidade e disponibilidade de bibliografia referente ao tema nas escolas. Perguntados sobre essa questão, 73% dos professores da capital mineira afirmaram conhecer os títulos apresentados pela pesquisa.
De acordo com a secretária adjunta de Educação, Macaé Evaristo, a pesquisa reflete as ações da Rede Municipal de Belo Horizonte. "A valorização da diversidade e superação da desigualdade étnico-racial integra a nossa política educacional há mais de uma década e, desde 2004, contamos com o Núcleo de Relações Étnico-Raciais e de Gênero para garantir a promoção da igualdade racial nas escolas e subsidiar o trabalho com a Lei 10.639/03. Anualmente, distribuímos, a todas as escolas, o kit de literatura afro-brasileira e realizamos uma mostra para toda a cidade, além de investir constantemente na formação dos nossos profissionais", relata .
O livro "Igualdade das Relações Étnico-Raciais na Escola – possibilidades e desafios para a implementação da Lei nº10.639/2003" é fruto da parceria entre Ação Educativa, Ceafro(Educação e Profissionalização para Igualdade Racial e de Gênero), CEERT(Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades), MIEIB (Movimento Interfóeruns de Educação Infantil no Brasil) e o Núcleo de Relações Etnico-Raciais e de Gênero da Prefeitura de Belo Horizonte.
Belo Horizonte se destaca na discussão das questões étnico-raciais nas escolas da Prefeitura. É o que aponta o livro "Igualdade das Relações Étnico- Raciais na Escola – possibilidades e desafios para a implementação da Lei nº10.639/2003", apresentado oficialmente aos profissionais da Rede Municipal de Educação, na última terça-feira. A publicação é resultado de uma consulta realizada em quinze escolas municipais de Belo Horizonte, São Paulo e Salvador, com o objetivo contribuir para o aprimoramento das políticas públicas relacionadas ao tema.O livro traz dados inéditos sobre a implementação da Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileiras nos Ensinos Médio e Fundamental. Na análise geral, 98% dos estudantes mostram interesse em conhecer e aprender sobre a cultura afro e 70% dos professores tem conhecimento do lei. A consulta mostra que há uma variedade de materiais didáticos que abordam a história e a cultura afro-brasileira e africana . Belo Horizonte é cidade que apresenta maior diversidade e disponibilidade de bibliografia referente ao tema nas escolas. Perguntados sobre essa questão, 73% dos professores da capital mineira afirmaram conhecer os títulos apresentados pela pesquisa. De acordo com a secretária adjunta de Educação, Macaé Evaristo, a pesquisa reflete as ações da Rede Municipal de Belo Horizonte. "A valorização da diversidade e superação da desigualdade étnico-racial integra a nossa política educacional há mais de uma década e, desde 2004, contamos com o Núcleo de Relações Étnico-Raciais e de Gênero para garantir a promoção da igualdade racial nas escolas e subsidiar o trabalho com a Lei 10.639/03. Anualmente, distribuímos, a todas as escolas, o kit de literatura afro-brasileira e realizamos uma mostra para toda a cidade, além de investir constantemente na formação dos nossos profissionais", relata . O livro "Igualdade das Relações Étnico-Raciais na Escola – possibilidades e desafios para a implementação da Lei nº10.639/2003" é fruto da parceria entre Ação Educativa, Ceafro(Educação e Profissionalização para Igualdade Racial e de Gênero), CEERT(Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades), MIEIB (Movimento Interfóeruns de Educação Infantil no Brasil) e o Núcleo de Relações Etnico-Raciais e de Gênero da Prefeitura de Belo Horizonte.