25/06/2014 Undime
Qual a importância da participação na elaboração de diagnósticos para os Planos de Educação?
A partir desta pergunta, o professor Doutor em educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e consultor técnico do Senado Federal, João Monlevade, destacou a necessidade de se elaborar tanto o diagnóstico da demanda, quanto da oferta do ensino: ?para isso, pode-se fazer discussões coletivas envolvendo a participação de mães, pais, crianças e jovens e adultos que estejam nas redes de ensino?.
De acordo com Monlevade, em entrevista realizada durante o 6º Fórum Nacional Extraordinário da Undime [União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação], quanto mais participativa for a elaboração do diagnóstico do Plano de Educação, mas ele será autêntico e mais será assegurada a sua efetividade.
?Tudo o que se faz em termos de tornar sujeitos todos os atores é para dar a qualidade fundamental de um Plano que é ser democrático e participativo. Sem isso, ele pode ser cientificamente bonito, ter todos os diagnósticos matematicamente controlados e expressos, mas vai ser frio e ineficaz. A participação é a disposição da população para executar e avaliar o próprio Plano?, complementou o professor.
Veja abaixo o vídeo com o professor Doutor João Monlevade:
Autor: De Olho nos Planos
Qual a importância da participação na elaboração de diagnósticos para os Planos de Educação? A partir desta pergunta, o professor Doutor em educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e consultor técnico do Senado Federal, João Monlevade, destacou a necessidade de se elaborar tanto o diagnóstico da demanda, quanto da oferta do ensino: ?para isso, pode-se fazer discussões coletivas envolvendo a participação de mães, pais, crianças e jovens e adultos que estejam nas redes de ensino?. De acordo com Monlevade, em entrevista realizada durante o 6º Fórum Nacional Extraordinário da Undime [União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação], quanto mais participativa for a elaboração do diagnóstico do Plano de Educação, mas ele será autêntico e mais será assegurada a sua efetividade. ?Tudo o que se faz em termos de tornar sujeitos todos os atores é para dar a qualidade fundamental de um Plano que é ser democrático e participativo. Sem isso, ele pode ser cientificamente bonito, ter todos os diagnósticos matematicamente controlados e expressos, mas vai ser frio e ineficaz. A participação é a disposição da população para executar e avaliar o próprio Plano?, complementou o professor. Veja abaixo o vídeo com o professor Doutor João Monlevade: Autor: De Olho nos Planos http://www.deolhonosplanos.org.br/video-planos-de-educacao-e-a-elaboracao-participativa-de-diagnosticos-por-joao-monlevade/