O que este fluxograma revela sobre a estratégia Busca Ativa Escolar?

O fluxograma apresenta uma das possibilidades de organização da equipe da estratégia no estado ou município. Confira dicas para compor a equipe multidisciplinar da BAE! Há quem prefira imagens às palavras. Por isso, o convite de hoje é para a interpretação da imagem acima! O fluxograma apresenta uma das possibilidades de organização da equipe da estratégia Busca Ativa Escolar no estado ou município. Antes de encontrar explicações, que tal observar atentamente a imagem? Repare nas conexões entre as diferentes funções, nos espaços que ainda podem ser preenchidos e em como a estrutura favorece o trabalho colaborativo. Perceba a divisão clara de responsabilidades, o incentivo à comunicação organizada, o fluxo de acompanhamento das atividades e a possibilidade de ampliar a equipe de forma estruturada, permitindo que mais profissionais integrem a iniciativa sem sobrecarregar a coordenação. E lembre-se do papel e do perfil de cada membro da equipe, na hora de fazer a sua composição. O gestor(a) político(a), por exemplo, lidera o processo de articulação política da Busca Ativa Escolar. Já o(a) coordenador(a) operacional elabora e acompanha a execução do Plano de Ação e a implementação de todas as atividades da BAE no estado e município. Por outro lado, são os(as) agentes comunitários(as) que identificam, nos territórios onde atua, crianças e adolescentes que estão fora da escola ou em risco de abandoná-la, e emitem alertas sobre essas situações, enquanto os(as) técnicos(as) verificadores(as) fazem a visita domiciliar às famílias dessas crianças e adolescentes, após o alerta. Por fim, cabe aos(às) supervisores(as) institucionais realizar a gestão dos casos para encaminhamento aos diversos serviços públicos. Ficou curioso para conhecer melhor essa metodologia? Existem diversas formas de aprofundar seus conhecimentos sobre a Busca Ativa Escolar. Você pode realizar gratuitamente os cursos disponíveis no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) do UNICEF; consultar os guias e manuais disponíveis na Biblioteca do site da BAE; e participar das Salas de Aprendizagem, encontros ao vivo com tutoras, criados para apoiar a implementação da metodologia e esclarecer dúvidas. Caso exista alguma dificuldade, a estratégia possui ainda uma equipe de Suporte Técnico com 0800, Whatsapp e E-mail.   Fonte: Busca Ativa Escolarhttps://buscaativaescolar.org.br/noticia/o-que-este-fluxograma-revela-sobre-a-estrategia-busca-ativa-escolar

Inscrições para formação continuada são prorrogadas até 24/7

Formação apoia a atualização dos Projetos Político-Pedagógicos das escolas de tempo integral. Gestores, coordenadores e multiplicadores das redes de ensino podem confirmar a inscrição até a próxima sexta-feira (24) Foram prorrogadas até a próxima sexta-feira, 24 de julho, as inscrições para a Formação Continuada 2026 de escolas de tempo integral (ETI). A iniciativa é voltada a gestores escolares e coordenadores pedagógicos de escolas que ofertam essa modalidade de ensino. Nos estados, no Distrito Federal e em municípios de maior porte, também podem se inscrever profissionais das redes de ensino que atuarão como multiplicadores da formação.   O curso tem como objetivo apoiar a qualificação e a atualização dos Projetos Político-Pedagógicos (PPPs) das escolas, em alinhamento às Diretrizes Operacionais para a Educação em Tempo Integral, publicadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), por meio da Resolução CNE/CEB nº 7, de 1º de agosto de 2025.  Inscrição – Nesta primeira edição da formação para gestores(as), serão atendidos ao menos dois cursistas dentre 4.487 redes municipais (que são aquelas com maior quantitativo de matrículas em tempo integral), bem como todas as redes estaduais e do Distrito Federal (neste caso, com duas vagas institucionais para multiplicadores do curso). A distribuição das vagas levou em consideração critérios regionais e o quantitativo de escolas e matrículas em tempo integral em cada rede de ensino.  O fluxo inicial para as inscrições seguirá os passos abaixo:    – As Secretarias de Educação receberão instruções, via e-mail, para acesso ao sistema de inscrições da Formação ETI 2026. – O e-mail será encaminhado para a conta institucional do ente e para a conta/e-mail de trabalho do secretário de Educação registrados no Sistema Habilita do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), responsável por encaminhar as informações para o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec/PAR4).  – O acesso inicial deverá ser realizado pelo secretário de Educação ou por usuário autorizado a representar formalmente a secretaria no sistema.  – Na mensagem recebida na conta/e-mail de trabalho do secretário de Educação, deve-se:   1. Clicar no botão “Acessar o sistema”; 2. Visualizar a página de redirecionamento para acesso ao sistema;  3. Preencher, nessa página, o código enviado no e-mail do secretário de Educação (token de acesso); 4. Registrar o endereço de e-mail do secretário de Educação;  5. Clicar no botão “Acessar”.  As orientações detalhadas sobre a etapa das inscrições estão disponíveis na página de documentos , do portal do Ministério da Educação.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/inscricoes-para-formacao-continuada-sao-prorrogadas-ate-24-7 

Materiais didáticos apoiam redes de ensino na implementação da educação fiscal

Recursos podem ser utilizados em disciplinas eletivas, projetos pedagógicos e ações de educação integral da educação básica Fonte: FNDE As secretarias estaduais e municipais de educação interessadas em desenvolver ações de educação fiscal nas escolas já podem acessar os materiais didáticos do projeto Educação Fiscal, Cidadania e Controle Social nas Escolas, disponíveis no portal do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A iniciativa oferece recursos voltados à educação básica para utilização em disciplinas eletivas, projetos pedagógicos e outras ações educacionais e está alinhada às diretrizes da educação integral. Os materiais abordam temas como educação fiscal, orçamento público, transparência e controle social. A coleção reúne recursos didáticos destinados a estudantes e professores, organizados conforme as etapas da educação básica e alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O projeto é desenvolvido pelo FNDE em parceria com o Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE-CE) e o Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda, Finanças, Receitas ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz). Adesão A adesão ao projeto é voluntária. Estados e municípios interessados podem utilizar os materiais em suas redes de ensino e integrar os conteúdos às disciplinas eletivas e aos projetos pedagógicos locais, observadas as definições de cada sistema de ensino. Os materiais didáticos estão disponíveis na página do projeto no portal do FNDE. Fonte: Undime com informações do FNDE

Seis irmãos retornam à escola com apoio da Busca Ativa Escolar

Na ação realizada em Pacaraima no mês de junho, Zuleinnys conseguiu vagas para os seis filhos na escola pública municipal e na estadual, a partir da colaboração promovida pela BAE entre as secretarias    (Foto: UNICEF/BRZ/Yulibeth Carpintero)   Migrar é um processo marcado por incertezas. Chegar a um novo país significa aprender a conviver com uma língua diferente, compreender leis desconhecidas e reconstruir a vida longe de casa. Entre idas e vindas, Zuleinnys Bastardo se estabeleceu em Pacaraima, norte de Roraima, com os seis filhos, que estavam sem estudar desde a chegada, em março de 2026. Mãe de Damian, Daniel, Miguel, Zureilis, Maicol e Gabriel, de 2, 3, 8, 11, 13 e 16 anos, respectivamente, Zuleinnys tentou diversas vezes matricular seus filhos, mas esbarrou na falta de informação sobre os procedimentos necessários e na dificuldade de acessar os serviços. A situação começou a mudar quando, em uma visita domiciliar, a equipe do Busca Ativa Escolar (BAE) a encontrou. A iniciativa, implementada pela Secretaria Municipal de Educação de Pacaraima no âmbito do Selo UNICEF, identifica crianças e adolescentes fora da escola ou em risco de abandoná-la e apoia as famílias para garantir seu retorno às salas de aula. “Eu estava em casa quando chegaram algumas pessoas com a camisa do Busca Ativa Escolar, da Secretaria de Educação. Eles perguntaram sobre meus filhos e explicaram que poderiam ajudar com as matrículas”, conta. “Eles me apoiaram com os documentos necessários e inscreveram todos os meus filhos na escola. O que me deixou mais aliviada é que são escolas próximas, e que não precisarei deixar cada um em uma escola diferente”, disse. Em junho, o município de Pacaraima realizou mais uma ação da estratégia Busca Ativa Escolar. A Secretaria contou com carros de som que circularam a notícia pela cidade e visitas porta a porta, inclusive em comunidades indígenas. A procura para a efetivação de matrículas continuou mesmo após o dia D da ação. Em um município marcado pela mobilidade populacional e a chegada contínua de famílias refugiadas e migrantes, a secretária de educação, cultura e desporto de Pacaraima, Alsione Sulbaran, destaca que é necessário não apenas garantir a matrícula, mas também a permanência e o aprendizado dos estudantes. “Com o apoio de toda a rede de proteção, das famílias e da comunidade, trabalhamos para identificar e trazer de volta aqueles que interromperam seus estudos. Nosso compromisso é garantir acesso, permanência e aprendizagem, porque acreditamos que a educação transforma vidas e ajuda a construir um futuro melhor”, disse. Com a matrícula efetivada, Damian, Daniel, Miguel, Zureilis, Maicol e Gabriel puderam começar a frequentar a escola já no dia seguinte. E para que iniciassem essa nova etapa com as condições necessárias para aprender e participar das atividades escolares, a Secretaria Municipal de Educação também apoiou a família com a entrega de material escolar. “Antes, meus filhos viviam perguntando quando poderiam ir para a escola, porque viam os vizinhos saindo para estudar e também queriam estar lá. Quando souberam que tinham sido matriculados, ficaram muito felizes. Vieram me abraçar e comemorar a notícia”, relembra Zuleinnys.   Fonte: https://www.unicef.org/brazil/historias/seis-irmaos-retornam-a-escola-com-apoio-da-busca-ativa-escolar

Prazo do Diagnóstico Equidade é prorrogado até quarta (22/7)

Mapeamento busca subsidiar políticas públicas voltadas à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nas escolas. Até o momento, 96% dos questionários já foram enviados pelas redes de ensino As redes estaduais e municipais de ensino têm até a próxima quarta-feira, 22 de julho, para participar do Diagnóstico Equidade 2026. O envio das informações deve ser feito por meio do módulo da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), disponível no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec).  Até o momento, 96% dos questionários já foram enviados, o que corresponde a 5.324 municípios, além dos 26 estados e do Distrito Federal. Outros 1% está em preenchimento e 3% ainda não foram iniciados.  O diagnóstico reúne informações sobre os avanços e os desafios das redes de ensino na implementação da Lei nº 10.639/2003, alterada pela Lei nº 11.645/2008, que tornou obrigatório o ensino da história e da cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas.  O MEC alerta que o não envio das informações via Simec poderá inviabilizar o repasse de futuros investimentos operacionalizados no contexto do Plano de Ações Articuladas (PAR).  Objetivos – O mapeamento busca subsidiar políticas públicas voltadas à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nas escolas. O diagnóstico também busca monitorar a implementação da educação para as relações étnico-raciais (Erer), da educação escolar quilombola (EEQ) e da educação escolar indígena (EEI) nas redes públicas de ensino de todo o Brasil.  Os eixos do diagnóstico estão organizados em dez dimensões temáticas: fortalecimento do marco legal; formação de gestores e profissionais da educação; gestão educacional; materiais didáticos e paradidáticos; currículo; financiamento; indicadores, avaliação e monitoramento; gestão democrática e mecanismos de participação social; educação escolar quilombola; e educação escolar indígena.  Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola foi instituída pela Portaria nº 470/2024. Ela reúne ações e programas educacionais voltados à educação para as relações étnico-raciais, à educação escolar quilombola e ao tratamento de temas relacionados às desigualdades étnico-raciais e ao racismo nos ambientes de ensino.  Entre os eixos previstos na política estão a estruturação de um sistema de metas e monitoramento; a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; a formação de profissionais da área de ensino visando a atuação na educação para as relações étnico-raciais (Erer) e na educação escolar quilombola (EEQ); o desenvolvimento de capacidades institucionais para a condução dessas políticas nos entes federados; o reconhecimento de práticas educacionais antirracistas; as ações relacionadas às desigualdades étnico-raciais na educação; a educação escolar quilombola, conforme as Diretrizes Nacionais; e os protocolos de identificação e resposta a situações de racismo nas escolas públicas e privadas.    Fonte: MEC  https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/prazo-do-diagnostico-equidade-e-prorrogado-ate-quarta-22-7 

Autodiagnóstico ajuda professores a fortalecer o uso pedagógico de tecnologias digitais

Disponível gratuitamente pelo MEC, a ferramenta oferece uma devolutiva personalizada para que professores conheçam seu perfil digital e identifiquem caminhos para fortalecer a prática   As tecnologias digitais já fazem parte do cotidiano das escolas e ampliam as possibilidades de planejamento, ensino, avaliação e engajamento dos estudantes. Ao mesmo tempo, esse cenário também exige que professores desenvolvam saberes fundamentais para integrar esses recursos de forma intencional às práticas pedagógicas. Para apoiar esse processo, o Ministério da Educação (MEC) disponibiliza gratuitamente o Autodiagnóstico de Saberes Digitais Docentes, uma ferramenta on-line que permite aos professores da educação básica conhecerem seu perfil em relação ao uso pedagógico das tecnologias. O questionário é composto por 17 perguntas e, ao final, apresenta uma devolutiva personalizada com orientações para o desenvolvimento profissional. Mais do que classificar conhecimentos, o autodiagnóstico convida o professor a refletir sobre sua própria prática. A proposta é reconhecer pontos fortes, identificar oportunidades de desenvolvimento e apoiar a escolha de formações que façam sentido para o contexto de cada educador.   As três dimensões dos Saberes Digitais Docentes O referencial de Saberes Digitais Docentes está organizado em três dimensões, que contemplam diferentes aspectos da atuação do professor: Ensino e aprendizagem com uso de tecnologias digitais Relacionada ao planejamento e à condução das experiências de aprendizagem. Envolve competências como selecionar recursos digitais adequados aos objetivos pedagógicos, criar ou adaptar materiais, utilizar dados para acompanhar a aprendizagem e promover práticas inclusivas que ampliem a participação de todos os estudantes. Cidadania digital Além de utilizar tecnologias, é fundamental promover o uso responsável. Nessa dimensão, o referencial aborda aspectos como segurança, ética, pensamento crítico e o desenvolvimento de uma cultura digital consciente, preparando professores e estudantes para atuarem de forma responsável nos ambientes digitais. Desenvolvimento profissional O terceiro eixo considera que as tecnologias também podem fortalecer o próprio trabalho docente. Estão presentes competências relacionadas à formação continuada, à colaboração entre educadores e ao uso de ferramentas digitais para apoiar a comunicação, a gestão e o planejamento pedagógico.   Entenda os níveis de desenvolvimento do autodiagnóstico Ao finalizar o autodiagnóstico, o professor recebe uma devolutiva personalizada que apresenta o nível dos Saberes Digitais Docentes mais próximo de sua prática. Essa devolutiva convida à reflexão sobre a trajetória de formação e indica os próximos passos para fortalecer o uso pedagógico das tecnologias. Conheça, a seguir, as características de cada um dos cinco níveis de desenvolvimento dos Saberes Digitais Docentes: Iniciante Você está dando os primeiros passos no uso das tecnologias digitais em sua prática pedagógica. Nesse momento, começa a explorar recursos e possibilidades para apoiar o ensino e a aprendizagem em sala de aula. Familiarização Você já utiliza tecnologias digitais em situações específicas e começa a perceber como esses recursos podem enriquecer suas aulas. Aos poucos, amplia seu repertório e ganha mais confiança para incorporá-los à prática docente. Adaptação Você integra as tecnologias digitais ao planejamento e às atividades pedagógicas de forma cada vez mais intencional, alinhando seu uso aos objetivos de aprendizagem e às necessidades dos estudantes. Integração Você utiliza as tecnologias digitais de forma consistente e estratégica, articulando ferramentas, metodologias e práticas que fortalecem a participação dos estudantes e potencializam os processos de ensino e aprendizagem. Liderança Você vai além da integração das tecnologias à sua prática: compartilha experiências, apoia outros educadores e contribui para fortalecer uma cultura de inovação, colaboração e uso pedagógico das tecnologias na escola.   Formação continuada para avançar nos saberes digitais Conhecer o próprio perfil é apenas o primeiro passo. A partir dos resultados do autodiagnóstico, professores podem buscar formações alinhadas aos saberes que desejam fortalecer. Nesse contexto, a parceria entre a Fundação Telefônica Vivo e a Undime oferece uma seleção de cursos gratuitos da plataforma Escolas Conectadas, voltados ao desenvolvimento de competências digitais, metodologias inovadoras, cidadania digital, Inteligência Artificial e outros temas relevantes para a educação básica, como a implementação da BNCC Computação. As formações podem apoiar educadores em diferentes momentos de sua trajetória profissional, contribuindo para ampliar o uso intencional das tecnologias em sala de aula e fortalecer práticas pedagógicas que favoreçam a aprendizagem dos estudantes.   Conheça os cursos disponíveis e inscreva-se gratuitamente: https://www.escolasconectadas.org.br/offerings/undime-nacional-edicao-unica-2026

Censo Escolar: Undime promove live sobre a declaração do público da Educação Especial

Encontro promovido pela Undime, por meio do Conviva Educação, será realizado excepcionalmente no dia 20 de julho, às 19h, para tirar dúvidas antes do encerramento do prazo de declaração, em 31 de julho   A Undime, por meio do Conviva Educação, vai realizar uma live com o objetivo de orientar gestores e técnicos das redes municipais e estaduais de ensino para o preenchimento dos dados dos estudantes da Educação Especial no Censo Escolar, cujo prazo de declaração se encerra no dia 31 de julho. Em razão da proximidade do prazo final, a transmissão será realizada excepcionalmente em dia e horário diferentes da programação habitual do Conviva Educação. Anote na agenda: segunda-feira, 20 de julho, às 19h (horário de Brasília). O encontro abordará os critérios para a identificação e a declaração dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação no Censo Escolar. O correto registro dessas informações é fundamental para assegurar o financiamento destinado à oferta do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e contribuir para o planejamento das políticas públicas educacionais. A live terá como base o Guia de Identificação e Declaração do Público da Educação Especial no Censo Escolar, elaborado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Ministério Público e os Tribunais de Contas. Durante a transmissão, serão abordadas as principais dúvidas sobre o preenchimento dos dados, reforçando que o acesso ao AEE e os repasses de recursos do Fundeb não dependem da apresentação de diagnóstico clínico ou laudo médico, podendo ser fundamentados em avaliações pedagógicas, conforme orienta o guia. A live contará com a participação de representantes da Secadi/MEC, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), da Comissão Permanente de Educação do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Justiça (Copeduc), do Ministério Público de Rondônia (MP/RO) e do Conselho Nacional de Educação (CNE). A mediação do encontro será feita pela Undime. A participação é gratuita e não requer inscrição prévia. Basta acessar convivaeducacao.org.br/videoconferencia ou acompanhar a transmissão pelo canal do Conviva Educação no YouTube. ServiçoVideoconferênciaComo declarar os estudantes público da Educação Especial no Censo EscolarData: 20 de julho de 2025 Horário: 19h (horário de Brasília) Local: Canal do Conviva Educação no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=aw4enFsymf4 ou diretamente na plataforma: convivaeducacao.org.br/videoconferencia Fonte: Undime

Aberta adesão à Comunidade Nacional da Primeira Infância

Estados, municípios e o DF podem aderir até 31 de julho. Iniciativa reúne gestores de todo o país para fortalecer a governança, a cooperação federativa e a implementação de políticas públicas voltadas a bebês e crianças de até seis anos Foto: Angelo Miguel/MEC O Ministério da Educação (MEC) iniciou o processo de formação da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Os municípios, estados e o Distrito Federal podem assinar o termo de adesão até 31 de julho. Já o prazo para indicar os representantes vai até 15 de agosto. A iniciativa é coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), com a finalidade de fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) em todo o país. Instituída pela Portaria nº 540/2026, a comunidade é composta por gestores públicos indicados pelos entes federados e prioriza profissionais que atuam na liderança e coordenação estratégica das políticas públicas destinadas a bebês e crianças de até seis anos de idade. A participação permite aos entes federados integrarem uma rede de cooperação federativa voltada ao desenvolvimento de capacidades institucionais, à troca de experiências e ao aprimoramento das iniciativas. Entre os objetivos, a rede nacional de gestores visa fortalecer as capacidades institucionais dos entes federados para planejar, executar, monitorar e avaliar políticas públicas voltadas à primeira infância. A proposta também prevê a difusão de informações, ferramentas e conhecimentos técnicos que apoiem a gestão integrada e o aprimoramento contínuo das ações destinadas à primeira infância. Outra finalidade é estimular a cooperação entre os entes, promovendo uma governança mais articulada e intersetorial. A iniciativa ainda contribui para a formação de lideranças e o desenvolvimento das capacidades técnicas dos gestores. Eixos – A Comunidade está estruturada em dois eixos principais. O primeiro consiste na “Pactuação e Articulação Federativa”, que prevê a realização de oficinas, encontros técnicos e seminários para o estudo, a análise e a discussão de iniciativas, projetos e programas voltados à primeira infância, além de incentivar a cooperação entre os entes federativos para o aprimoramento contínuo das políticas públicas. Já o eixo de “Desenvolvimento de Capacidades Institucionais” contempla a criação de instrumentos de ação pública, protocolos, sistemas de informação, monitoramento e avaliação, bem como a oferta de ações formativas e estratégias voltadas ao fortalecimento das capacidades individuais e coletivas de gestão pública para a primeira infância. Orientações para adesão: Municípios: 1. Prefeitos(as) devem acessar o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec) e assinar o Termo de Adesão. 2. No Simec, indicar os representantes titulares e suplentes do município, observando os quantitativos fixados na portaria: – municípios com população de até 20 mil habitantes: indicar um gestor titular e respectivo suplente; – municípios com população superior a 20 mil e até 100 mil habitantes: indicar até dois gestores titulares e respectivos suplentes; – municípios com população superior a 100 mil habitantes: indicar até três gestores titulares e respectivos suplentes. 3. Finalizar o cadastro no Simec clicando em “Enviar para análise do MEC”. Estados e Distrito Federal: 1. Assinar o Termo de Adesão enviado por e-mail para os gabinetes dos governadores. 2. Reunir informações solicitadas via e-mail para o cadastro de dois representantes do estado na Comunidade e seus respectivos suplentes. 3. Enviar o Termo de Adesão assinado e as informações dos representantes para o e-mail primeirainfanciasnppi@mec.gov.br. Em caso de dúvidas, o MEC disponibiliza o seguinte e-mail: primeirainfanciasnppi@mec.gov.br. Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/aberta-adesao-a-comunidade-nacional-da-primeira-infancia

CadEJA: conheça a plataforma de cadastro para a Educação de Jovens e Adultos

Iniciativa permite que cidadãos manifestem interesse em voltar a estudar e reúne informações sobre a demanda e a oferta de vagas em todo o país Foto: Divulgação/MEC As inscrições para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) podem ser realizadas por meio do CadEJA – Cadastro da Educação de Jovens e Adultos, plataforma desenvolvida pelo Ministério da Educação (MEC) para reunir informações sobre a demanda por vagas e subsidiar a organização das matrículas pelas redes públicas de ensino. Por meio da plataforma, qualquer cidadão pode registrar seu interesse em voltar à escola. As informações cadastradas são utilizadas pelas redes públicas de ensino para organizar o atendimento à demanda e realizar, posteriormente, o processo de matrícula, de acordo com a disponibilidade de vagas e o calendário de cada estado ou município. Embora o cadastro permaneça disponível durante todo o ano, os prazos para ingresso no segundo semestre letivo de 2026 variam conforme a organização das redes estaduais e municipais de ensino. Passo a passo para inscrição Para se cadastrar basta acessar https://cadeja.mec.gov.br/ 1. Clicar no link “Quero voltar a estudar”; 2. Preencher dados pessoais; 3. Informar até qual série cursou no ensino fundamental; 4. Escolher o local de estudo; 5. Escolher o turno que deseja cursar as aulas; 6. Clicar em “Finalizar cadastro”. Caso tenha qualquer tipo de dificuldade, a plataforma conta com auxílio de áudio. Também é possível pedir ajuda a um parente ou amigo para realizar a inscrição. Para os servidores públicos que desejam atuar como “agentes de cadastro”, auxiliando as pessoas na realização do cadastro, é necessário: 1. Clicar no Link “Quero ser agente de cadastro”; 2. Preencher os dados solicitados; 3. Enviar documento que comprovem vínculo com órgão público; 4. Concordar com os termos de responsabilidade da plataforma; 5. Clicar no link “Concluir a habilitação”. Materiais de apoio Estão disponíveis vídeos tutoriais destinados a diferentes públicos. Há um vídeo com orientações para estudantes sobre o preenchimento do cadastro e outros três materiais destinados aos agentes de cadastro, operadores da plataforma e gestores das redes de ensino. Os conteúdos apresentam o passo a passo para habilitação de agentes, acompanhamento dos cadastros, encaminhamento dos estudantes às vagas disponíveis e monitoramento da oferta e da demanda pelas secretarias estaduais e municipais de educação. Os vídeos estão disponíveis no portal do MEC e no canal da pasta no YouTube. Fonte: Undime (com informações do MEC)

Últimos dias para preencher o Retrato da Educação Infantil

Redes municipais e distrital têm até o próximo domingo (19) para responder o questionário “Levantamento Nacional – Retrato da Educação Infantil no Brasil” sobre a demanda por vagas nessa etapa da educação básica Foto: Angelo Miguel/MEC Faltam poucos dias para o encerramento da coleta de dados da terceira edição do Levantamento Nacional – Retrato da Educação Infantil no Brasil 2026. Os municípios brasileiros e o Distrito Federal têm até o próximo domingo, 19 de julho, para responder ao questionário e contribuir para a atualização do diagnóstico nacional sobre a gestão da demanda por vagas na educação infantil. A iniciativa é realizada com apoio do Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação no Brasil (Gaepe-Brasil) e colaboração técnica do Instituto Articule.  Acesso ao questionário – O acesso ao questionário on-line pode ser realizado de duas formas: pelo link encaminhado ao endereço eletrônico do(a) secretário(a) municipal de Educação, cadastrado no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec) ou diretamente pelo Simec, clicando no banner do Retrato da Educação Infantil, disponível na opção “Questionários”, no menu superior da tela.  Para apoiar o preenchimento, o MEC disponibiliza os seguintes materiais:  – Manual de Preenchimento;   – Perguntas Frequentes;   – Questionário em PDF, para consulta prévia.   Além disso, a pasta disponibiliza um canal exclusivo para esclarecimento de dúvidas e suporte técnico. Basta enviar um e-mail para retratoei@mec.gov.br. O preenchimento leva, em média, 30 minutos, podendo ser interrompido e retomado posteriormente, sem perda das informações já registradas. Participação de todos os municípios – A participação é destinada a todos os municípios brasileiros e ao Distrito Federal, independentemente do porte da rede, da existência de lista de espera ou mesmo da oferta de educação infantil. Embora a participação seja voluntária, a adesão dos municípios é essencial para produzir um diagnóstico nacional sobre a gestão da demanda por vagas na educação infantil de todo o país. Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/ultimos-dias-para-preencher-o-retrato-da-educacao-infantil