MEC promoverá novo Ciclo Formativo da Renalfa em Brasília

Encontro reúne articuladores estaduais em Brasília (DF), de 24 a 26 de março, com foco no fortalecimento das políticas de alfabetização no país. Iniciativa integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada Foto: Divulgação/MEC O Ministério da Educação (MEC) realizará, de 24 a 26 de março, em Brasília (DF), o 5º Ciclo Formativo da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa), iniciativa voltada ao fortalecimento das políticas públicas de alfabetização no país. A ação integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e reunirá articuladores estaduais da Renalfa. As atividades serão realizadas pela manhã, das 8h às 12h, e terão transmissão ao vivo pelo canal do MEC no YouTube. O evento tem como objetivo promover o diálogo técnico sobre avaliação, formação de professores e governança, contribuindo para a consolidação de uma agenda regional comprometida com o direito de todas as crianças à aprendizagem. A iniciativa é promovida em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). Ao longo dos três dias de programação, serão realizadas mesas de diálogo, painéis técnicos com especialistas, além de espaços dedicados a experiências e vivências exitosas nos territórios. Os debates abordarão temas como avaliação, letramento, formação docente, governança, equidade e implementação de políticas públicas educacionais. Renalfa – Instituída pela Portaria nº 1.774/2023, a Renalfa é um componente fundamental do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, ao ampliar a capacidade institucional dos sistemas municipais e estaduais de ensino. A rede conta com mais de sete mil articuladores, sendo cinco nacionais; distribuídos da seguinte forma: cinco em âmbito nacional; dois em cada estado e no Distrito Federal; três por região; e um em cada município. Com atuação integrada às políticas educacionais de alfabetização em todo o país, a Renalfa busca promover a melhoria contínua da qualidade da alfabetização. Compromisso – O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada é realizado em regime de colaboração entre a União e os entes federados. O objetivo é garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, conforme previsto na Meta 5 do Plano Nacional de Educação (PNE). O programa busca, ainda, garantir a recomposição das aprendizagens, com foco na alfabetização de 100% das crianças matriculadas no 3º, no 4º e no 5º ano, tendo em vista o impacto da pandemia para esse público. Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/marco/mec-promovera-novo-ciclo-formativo-da-renalfa-em-brasilia
Boletim Em pauta – Edição nº 810 – 18 de março de 2026

Evento lançará Olimpíada de Professores de Língua Portuguesa Leia mais MEC divulga lista de redes elegíveis à Medalha Paulo Freire Leia mais Aberta a adesão ao programa de cidadania e sustentabilidade Leia mais Bett Brasil 2026: inscrições abertas! Leia mais Canal do Conviva Educação no YouTube alcança 100 mil inscritos Leia mais Aprovada metodologia de aferição das condicionalidades do VAAR Leia mais Pesquisa nacional do MEC avalia impacto da lei de celulares Leia mais
MEC lança Guia de Mediações Pedagógicas em live do Conviva nesta quinta-feira (19)

Para assistir, não é necessário fazer inscrição prévia, basta acessar a transmissão no dia e horário marcados Nesta quinta-feira, 19 de março, a Undime, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), realiza uma videoconferência para lançar oficialmente o Guia de Mediações Pedagógicas, material elaborado no âmbito do Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens. A transmissão será ao vivo, a partir das 15h (horário de Brasília), pelos canais do Conviva Educação e do MEC no YouTube. Elaborado em parceria com o Instituto Reúna, o Guia integra o conjunto de apoio técnico da União, por meio do Ministério da Educação, às redes estaduais e municipais e tem como principal objetivo orientar a organização, implementação e o acompanhamento de práticas de mediação pedagógica voltadas à recomposição das aprendizagens. O documento orienta a estruturação da mediação pedagógica em seus diferentes níveis, da secretaria à escola, da equipe gestora aos professores, promovendo o diálogo entre diagnóstico, planejamento, ação e acompanhamento. A live é aberta ao público e voltada a redes e sistemas de ensino, profissionais da educação, estudantes da educação básica, instituições formadoras, parceiros institucionais e demais interessados na temática. Participam da transmissão, ao vivo, representantes do MEC, Instituto Reúna e Undime. Para acompanhar o lançamento, não é necessário fazer inscrição prévia, basta acessar a transmissão no dia e horário marcados:https://www.youtube.com/watch?v=IJW5FwGhWZM Sobre o Conviva Educação Lançado em 2013, o Conviva Educação é uma plataforma gratuita criada pela Undime, com apoio de institutos e fundações, para apoiar a gestão da educação municipal em todo o país. Reúne ferramentas para planejamento, organização da rede e monitoramento de indicadores, além de conteúdos formativos, videoconferências, notícias e espaços de troca entre gestores e equipes técnicas de todo o Brasil. Recentemente, o canal do Conviva no YouTube alcançou a marca de 100 mil inscritos, consolidando-se como um importante espaço de formação e disseminação de informações. A plataforma oferece orientações técnicas, entrevistas, formações e debates sobre temas estratégicos da educação pública que impactam diretamente o cotidiano das redes de ensino. Fonte: Conviva Educação
Educação Digital e Midiática passa a integrar critérios do VAAR

Redes de ensino deverão comprovar atualização curricular para atender à Condicionalidade V e acessar recursos da complementação do Fundeb. MEC apoia implementação por meio da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas Foto: Wanderley Pessoa A incorporação da educação digital e midiática nos currículos da educação básica passa a integrar os critérios analisados para habilitação das redes de ensino ao Valor Anual por Aluno por Redução de Desigualdades (VAAR), mecanismo de complementação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A medida foi discutida e aprovada na 1ª reunião ordinária da Comissão Intergovernamental de Financiamento para a Educação Básica de Qualidade (CIF), realizada em 5 de março, que definiu a metodologia de aferição das condicionalidades da complementação-VAAR para 2026, com efeitos na distribuição dos recursos da complementação no exercício de 2027. A CIF é composta por representantes do Ministério da Educação (MEC), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), além de representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Entre os critérios analisados está a Condicionalidade V, que verifica se estados, municípios e o Distrito Federal possuem referenciais curriculares alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e, a partir de agora, se esses documentos incorporam as competências previstas na BNCC Computação e nas Diretrizes Operacionais Nacionais sobre o uso de dispositivos digitais em espaços escolares e a integração curricular de educação digital e midiática. Na prática, as redes de ensino deverão demonstrar que seus currículos foram atualizados e aprovados pelas instâncias competentes dos sistemas de ensino, contemplando competências relacionadas ao pensamento computacional, à compreensão do mundo digital e à participação crítica na cultura digital. Diretrizes nacionais orientam atualização curricular – A incorporação da educação digital e midiática aos currículos resulta de um processo de construção normativa e pedagógica desenvolvido ao longo dos últimos anos no país. A BNCC, homologada em 2017, já estabelece na Competência Geral nº 5 o desenvolvimento da cultura digital como direito de aprendizagem dos estudantes. Em 2022, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou o Parecer e a Resolução CNE/CEB nº 1/2022 que instituem a BNCC Computação, detalhando as competências e habilidades relacionadas ao pensamento computacional, ao mundo digital e à cultura digital a serem desenvolvidas nas etapas da educação básica. Na sequência, a Política Nacional de Educação Digital (PNED), instituída pela Lei nº 14.533/2023, reforçou a obrigatoriedade de integrar essas aprendizagens aos currículos escolares como parte da formação integral dos estudantes. Mais recentemente, o CNE aprovou as Diretrizes Operacionais Nacionais sobre o uso de dispositivos digitais em espaços escolares e a integração curricular da educação digital e midiática, por meio da Resolução CNE/CEB nº 2/2025. As diretrizes estabeleceram o prazo de dezembro de 2025 para atualização dos currículos das redes de ensino, com implementação a partir de 2026, e orientam estados e municípios na organização pedagógica da educação digital e midiática. A normativa prevê que essa integração pode ocorrer de forma transversal às áreas do conhecimento ou como componente curricular específico, permitindo que cada rede de ensino defina a estratégia mais adequada para cada etapa e para seu contexto educacional. Nesse sentido, a decisão da CIF reforça um processo de regulamentação e indução de políticas públicas já em curso, conduzido pelo Ministério da Educação em articulação com o Conselho Nacional de Educação e com as p de ensino, para garantir o direito de aprendizagem relacionado à educação digital e midiática na educação básica. Apoio às redes de ensino – Para apoiar estados e municípios nesse processo, o MEC desenvolve um conjunto de ações no âmbito da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec). Um dos pilares dessa estratégia tem sido o apoio à atualização curricular e ao planejamento pedagógico das redes de ensino. Desde 2024, o MEC mantém uma agenda de assessoria técnica aos estados, com mais de 120 reuniões realizadas, além de um encontro nacional com representantes das 27 unidades da federação e seis encontros regionais presenciais voltados ao diálogo com as redes de ensino. Também foi ofertada uma especialização de 360 horas em Educação Digital e Midiática, que já conta com adesão de mais de 4.700 redes municipais de ensino. No campo da formação docente, o MEC disponibiliza, no Portal de Formação Mais Professores, mais de 80 cursos sobre educação digital e midiática, por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC (Avamec), que já somam mais de 470 mil certificações emitidas. Outra iniciativa importante é o Referencial de Saberes Digitais Docentes, acompanhado de uma ferramenta de autodiagnóstico dos saberes digitais, que apoia no mapeamento do nível de maturidade nas dimensões estabelecidas e já conta com mais de 175 mil professores de redes participantes. O MEC também lançou o guia “Educação Digital e Midiática: como elaborar e implementar o currículo nas escolas”, que reúne orientações pedagógicas para apoiar redes de ensino na atualização curricular e na integração dessas competências ao cotidiano escolar. Formação para cidadania no mundo digital – A integração da educação digital e midiática aos currículos busca garantir que estudantes da educação básica desenvolvam competências essenciais para compreender, criar e participar de forma crítica, segura e responsável no mundo digital. Em um contexto marcado pela expansão das tecnologias digitais, pela circulação intensa de informações e pelos desafios relacionados à desinformação, ao uso responsável das plataformas digitais e à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, fortalecer essas aprendizagens nas escolas públicas torna-se cada vez mais urgente. Nesse cenário, a complementação-VAAR do Fundeb também contribui para incentivar políticas educacionais que ampliem oportunidades de aprendizagem e promovam maior equidade entre as redes de ensino, fortalecendo o compromisso do país com uma educação digital inclusiva, crítica e alinhada aos desafios contemporâneos. Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/marco/educacao-digital-e-midiatica-passa-a-integrar-criterios-do-vaar
Evento lançará Olimpíada de Professores de Língua Portuguesa

Encontro acontece na sexta-feira (20), com transmissão no canal do MEC no YouTube, para apresentar a 8ª edição da olimpíada e orientar docentes de escolas públicas. Projeto integra o programa Escola das Adolescências Foto: Divulgação/MEC Valorizar quem ensina e fortalecer a aprendizagem nas escolas públicas brasileiras. Esse é o objetivo do lançamento da Olimpíada de Professores de Língua Portuguesa (OPLP), iniciativa do Ministério da Educação (MEC) que busca incentivar o desenvolvimento profissional de professores e promover o seu reconhecimento. A transmissão ocorrerá no dia 20 de março, pelos canais do MEC – acesse aqui – e da Universidade Federal do Piauí (UFPI) no YouTube. O concurso formativo é uma ação do programa Escola das Adolescências, que fortalece também políticas educacionais de protagonismo estudantil e desenvolvimento integral, ao contribuir para a melhoria da leitura e da escrita nas escolas, incentivando práticas pedagógicas qualificadas e processos contínuos de formação docente. Essa é a oitava edição do projeto, que reafirma o compromisso com a construção de ambientes escolares mais acolhedores, democráticos e conectados às realidades dos estudantes. Durante o evento, serão apresentados os detalhes sobre a participação dos docentes. Podem participar professores e professoras que estejam lecionando, em 2026, para estudantes da rede pública matriculados nos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, incluindo classes de aceleração para estudantes com defasagem idade-série. Etapas – A OPLP é organizada em diferentes etapas ao longo do ano, envolvendo escolas, municípios, estados e uma comissão nacional de avaliação. O período de adesão das secretarias de educação e inscrição dos professores ocorre entre 20 de março e 30 de abril. Em seguida, de 25 de maio a 21 de agosto, os docentes desenvolvem sequências didáticas nas escolas, realizando atividades com suas turmas, elaborando relatos de prática e organizando os registros do trabalho pedagógico realizado. A etapa escolar, realizada de 16 de março a 9 de setembro, envolve a formação de comissões julgadoras nas escolas para selecionar os relatos de prática que representarão cada unidade de ensino. Depois, entre 10 de setembro e 16 de outubro, ocorre a etapa municipal, quando as secretarias municipais organizam novas comissões avaliadoras para escolher os trabalhos que seguirão para a fase seguinte. A etapa estadual acontece de 19 de outubro a 3 de novembro, com a seleção dos relatos que representarão cada estado na olimpíada. Essa etapa inclui a realização de um encontro on-line, com atividades pedagógicas e culturais, além da avaliação pelas comissões julgadoras, responsáveis pela definição dos finalistas. Na sequência, os trabalhos classificados participam da etapa nacional e final, realizada de 16 de novembro a 2 de dezembro, quando a comissão julgadora nacional seleciona os professores e turmas vencedores e promove o Sarau Nacional. O processo é concluído com o evento de premiação, previsto para 10 de dezembro, momento em que são revelados e celebrados os vencedores da edição. Escola das Adolescências – O Escola das Adolescências é um programa de fortalecimento para os anos finais do ensino fundamental. Ele conjuga esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal e tem como objetivo construir uma proposta para a referida etapa que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil; promova um espaço acolhedor; e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes. Essa é uma estratégia do governo federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro, que inclui a produção e a divulgação de guias temáticos sobre os anos finais do ensino fundamental e incentiva financeiramente escolas priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais. Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/marco/evento-lancara-olimpiada-de-professores-de-lingua-portuguesa
MEC divulga lista de redes elegíveis à Medalha Paulo Freire

Três secretarias estaduais e 764 municipais foram admitidas para concorrer à premiação. Além da medalha, iniciativa prevê a concessão de apoio financeiro às selecionadas no valor de R$ 200 mil por meio do PAR Foto: Wanderley Pessoa O Ministério da Educação (MEC) divulgou, nesta sexta-feira, 13 de março, a lista com as redes de ensino municipais e estaduais elegíveis à Medalha Paulo Freire em 2026, referente ao Censo Escolar de 2025. Ao todo, foram admitidas três secretarias estaduais e 764 municipais. As inscrições para participar da seleção devem abrir em breve, quando as redes elegíveis poderão apontar suas experiências educacionais inovadoras voltadas à superação do analfabetismo no Brasil e à qualificação da educação de jovens e adultos (EJA). A medalha é uma ação estratégica do MEC que reconhece, valoriza e estimula políticas públicas educacionais nos territórios. Além da medalha, a premiação prevê a concessão de apoio financeiro às redes selecionadas no valor de R$ 200 mil por meio do Plano de Ações Articuladas (PAR). Integrante do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA), a iniciativa reafirma o compromisso do Governo do Brasil com o direito à alfabetização de jovens, adultos e pessoas idosas. Critérios – Podem concorrer à Medalha Paulo Freire as secretarias de educação que aderiram ao Pacto EJA; registraram aumento do número de matrículas na EJA, conforme comparação entre os dados do Censo Escolar de 2024 e 2025; alcançaram pontuação no Índice de Esforço de Alfabetização (IEA) que as classifique entre as 50% melhores redes (para redes municipais); e alcançaram pontuação no Índice de Esforço de Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (IEQ) que as classifique entre as 60% melhores redes (para redes estaduais e distrital). As redes elegíveis podem inscrever experiências pedagógicas de EJA realizadas em espaço escolar ou comunitário, por meio do Programa Brasil Alfabetizado. A data de inscrição para concorrer à Medalha Paulo Freire será divulgada em breve no site do Ministério da Educação. As experiências serão avaliadas por representantes do MEC; do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime); da Comissão Nacional de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos (CNAEJA); da Comissão Nacional de Educação do Campo (Conec); e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Entre os critérios para avaliação das experiências estão a articulação com a continuidade dos estudos; a participação dos sujeitos da EJA e da comunidade; a formação continuada de educadores; a organização da chamada pública; as estratégias de combate à evasão; a sustentabilidade institucional; e o impacto, o monitoramento e a possibilidade de replicação da iniciativa. Contexto – A Medalha Paulo Freire foi criada para ajudar a combater o expressivo número de jovens, adultos e idosos não alfabetizados no país e a redução das matrículas na modalidade EJA nos últimos anos, conforme dados do Censo Escolar 2024. Por meio da implementação do Pacto EJA, instituído pelo Decreto nº 12.048/2024, o MEC retomou a concessão da premiação, que havia sido interrompida, com foco no incentivo à ampliação da oferta de EJA e à melhoria da qualidade das políticas de alfabetização. A iniciativa constitui-se, assim, como uma estratégia de mobilização nacional e interfederativa, estimulando os entes federados a fortalecerem suas ações de alfabetização na EJA. Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/marco/mec-divulga-lista-de-redes-elegiveis-a-medalha-paulo-freire
Aberta a adesão ao programa de cidadania e sustentabilidade

Objetivo é reforçar ações de educação para cidadania e sustentabilidade nas escolas em todas as etapas de educação básica. Nesta sexta-feira (13), pasta realizou, no YouTube do MEC, webinário para explicar a adesão Foto: Divulgação/Instituto Federal de Goiás (IFG) O Ministério da Educação (MEC) abre, a partir desta segunda-feira, 16 de março, até 19 de abril, o período de adesão ao Programa Educação para a Cidadania e para a Sustentabilidade, lançado em 2025, por meio da Portaria nº 642/2025. A iniciativa visa fortalecer a democracia e promover práticas sustentáveis em todas as etapas de educação básica, incentivando estados e municípios a integrarem temas como políticas públicas, controle social, ética e desenvolvimento sustentável. O intuito é assegurar a implementação dos temas da macroárea Civismo e Cidadania que já estão previstos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A adesão é voluntária e deve ser realizada pelos secretários de educação estaduais e municipais por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec). Assim, com o objetivo de falar sobre o processo de adesão e mobilizar as redes de ensino de todo o país, a pasta realizou um webinário na última sexta-feira, 13 de março, no canal do YouTube do MEC. Participaram do evento gestores estaduais e municipais da educação básica. Cidadania para sustentabilidade – Criado para ampliar a mobilização em torno das políticas voltadas à formação cidadã, ao respeito aos direitos humanos e à promoção da sustentabilidade socioambiental, o programa busca apoiar redes de ensino na elaboração de ações, estratégias e materiais pedagógicos que dialoguem com desafios contemporâneos e contribuam para uma cultura democrática e de participação social. A educação para a cidadania e a sustentabilidade é formada por um conjunto de práticas pedagógicas planejadas, interdisciplinares e transversais, bem como de ações de gestão escolar e educacional. Essas iniciativas contribuirão para o desenvolvimento completo dos estudantes, de modo a ampliar a capacidade de compreender e valorizar o Estado Democrático de Direito, reconhecer a importância do voto universal, respeitar a diversidade humana e compreender as desigualdades sociais. O programa busca, ainda, que os estudantes entendam a interdependência entre o meio ambiente e a sociedade, e que reconheçam e valorizem os direitos de diversos grupos sociais, como crianças, idosos, mulheres, populações negras e indígenas, entre outros. Implementado pelo MEC em parceria com estados, Distrito Federal e municípios, o programa conta com três eixos: governança interfederativa e articulação nos territórios; orientação curricular e formação de profissionais da educação; e monitoramento, avaliação e disseminação de boas práticas. Para cada eixo, serão definidas ações de acordo com as necessidades de cada território, em colaboração com as secretarias de educação. Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/marco/adesao-ao-programa-de-cidadania-e-sustentabilidade-comeca-16-3
Bett Brasil 2026: inscrições abertas!

Evento estimula o diálogo entre pessoas e tecnologia para redesenhar o presente e futuro da educação; Silvio Meira, Leandro Karnal, Claudia Costin e João Branco são nomes já confirmados na programação. Evento acontece de 5 a 8 de maio, em São Paulo (Foto: Divulgação Bett Brasil) A Bett Brasil, que será realizada de 5 a 8 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, chega com uma proposta clara: ampliar o diálogo entre pessoas, soluções digitais, práticas pedagógicas e políticas públicas para gerar transformações reais na educação brasileira. Com o tema “Inteligências Individuais, Coletivas e Artificiais: todas em nós, agora! Quando elas dialogam, a educação se transforma”, a 31ª edição do evento contará com 13 auditórios simultâneos, mais de 450 palestrantes, mais de 22 países representados e convida educadores, gestores, formuladores de políticas e empresas a refletirem sobre como diferentes capacidades humanas e tecnológicas podem atuar de forma integrada no cotidiano das escolas, das redes de ensino e das organizações educacionais. A proposta parte do princípio de que o avanço educacional acontece quando essas dimensões dialogam, e não quando operam de forma isolada. “A educação é o eixo central para o desenvolvimento humano, social e econômico, e a Bett Brasil assumiu o protagonismo como o ponto de encontro para o ecossistema educacional. Líderes, gestores, empreendedores, educadores e especialistas se reunirão no evento para compartilhar boas ideias, apresentar inovações e desenvolver soluções para uma educação mais inclusiva, equitativa e de qualidade”, afirma a diretora-geral da Bett Brasil, Claudia Valério. Inscrições Para dirigentes municipais de educação e equipes técnicas das secretarias de educação adimplentes com a Undime, há condições especiais para participação no evento. Os interessados em participar devem procurar a seccional da Undime no estado e solicitar mais informações. Clique aqui para acessar os contatos da Undime em cada estado. Conteúdos organizados em eixos e experiências complementares A agenda da Bett Brasil 2026 será organizada em quatro grandes eixos temáticos, que atravessam toda a programação e orientam os debates ao longo dos quatro dias de evento. O eixo InteliGENTE aborda o poder das inteligências individuais, valorizando o autoconhecimento, competências socioemocionais, saúde mental e práticas pedagógicas centradas no estudante. Já HumaNÓS coloca em evidência a força do coletivo, a gestão educacional, o reencantamento docente, a colaboração entre redes e o papel social da escola. O subtema InteligêncIA explora o uso responsável de soluções digitais, automação e recursos baseados em dados aplicados à educação, enquanto Diálogos de Inteligências funciona como um espaço de síntese, conectando tecnologia, cidadania digital, inclusão, inovação social e novos modelos educacionais. “A Bett Brasil nasce do encontro entre ideias, pessoas e experiências. Em 2026, queremos provocar reflexões profundas, mas sobretudo apresentar caminhos práticos para que a educação avance de maneira mais inclusiva, ética e conectada com a realidade das escolas e das redes”, afirma Adriana Martinelli, Diretora de Conteúdo da Bett Brasil. Essas temáticas ganham vida em diferentes ambientes de conteúdo, pensados para públicos e contextos específicos. O Congresso de Educação Básica reúne professores e coordenadores pedagógicos para discutir práticas e metodologias aplicáveis à sala de aula. A iniciativa conta com diferentes formatos de diálogos, como a Roda de Conversa, Aquário, Sala de Aula Invertida, Espaço Criativo e Workshops, com o propósito de incentivar a participação da plateia, promover o compartilhamento de ideias e estimular novos aprendizados. O Fórum de Gestores concentra debates sobre liderança, políticas educacionais e gestão de redes privadas. Já o Auditório de Educação Pública amplia o diálogo com secretários, dirigentes e autoridades, abordando desafios estruturais do ensino no país. A programação inclui ainda o Fórum Ahead by Bett, dedicado às discussões sobre a Educação Superior e Profissional, o Summit de IA na Educação, auditório exclusivo para debater o impacto da Inteligência Artificial na educação e uma das novidades da Bett Brasil neste ano, e o Bett Startups, com exposições de soluções startups e edtechs, além de auditório exclusivo para debater ideias e projetos para o ecossistema educacional. Lideranças que pautam o debate de inovação educacional no Brasil A Bett Brasil 2026 já confirmou a presença de nomes centrais do debate educacional brasileiro. Entre eles, Manuel Palácios, presidente do Inep, que discutirá o chamado “Enem dos Professores” e os desafios da formação e da carreira docente. Alessandra Borelli, diretora do Departamento de Defesa e Segurança da FIESP, abordará a proteção e a educação no ambiente digital. Claudia Costin, ex-diretora global de Educação do Banco Mundial e atual presidente do Instituto Salto, trará reflexões sobre políticas públicas, equidade e inovação educacional em larga escala. Especialistas em desenvolvimento humano e tecnologia também compõem a programação. Alguns deles são: a filósofa e psicanalista Viviane Mosé, referência nos debates sobre sociedade em rede e os desafios do mundo contemporâneo; o cientista-chefe da TDS.company, Sílvio Meira, um dos principais pensadores brasileiros sobre inovação, tecnologia e transformação digital; João Branco, eleito o profissional de marketing mais admirado do Brasil e listado entre os Top 10 CMOs da Forbes; Leandro Karnal, professor, historiador e escritor, um dos intelectuais mais influentes da atualidade; o psicoterapeuta e orientador profissional, Leo Fraiman, conhecido por sua atuação em temas ligados ao desenvolvimento socioemocional; a consultora pedagógica de inovação do Instituto Escolas Criativa, Giselle Santos; e Rosa Alegria, fundadora do Teach the Future Brasil (TTF Brasil), movimento internacional que discute educação para futuros possíveis e uma das futuristas mulheres mais reconhecidas na América Latina. Confira aqui a programação completa. Fonte: Bett Brasil com alterações
Canal do Conviva Educação no YouTube alcança 100 mil inscritos

Com cerca de 800 vídeos publicados, o canal já soma quase 4 milhões de visualizações e se consolida como espaço de formação e troca para professores, gestores e técnicos da educação municipal O canal do Conviva Educação no YouTube alcançou a marca de 100 mil inscritos, reforçando seu papel como um importante espaço de formação e disseminação de informações voltadas à gestão educacional nos municípios brasileiros. Com a marca, o canal recebeu do YouTube a Placa de Prata, reconhecimento concedido pela plataforma a criadores que atingem 100 mil inscritos e que simboliza o crescimento do canal e o engajamento do público com os conteúdos publicados. Ao longo dos anos, o YouTube do Conviva se consolidou como um ambiente sólido e permanente de aprendizagem e troca de experiências. Entre os conteúdos disponíveis estão orientações técnicas, entrevistas, formações, jornadas pedagógicas e debates sobre temas estratégicos da educação pública e da gestão das redes municipais de ensino que impactam diretamente o dia a dia da sala de aula. Lançado em 2013, o Conviva Educação é uma plataforma gratuita, criada pela Undime, com apoio de institutos e fundações, para auxiliar a gestão da educação municipal em todo o país. No Conviva, é possível encontrar ferramentas que contribuem com o planejamento da educação municipal, a organização da rede e o monitoramento de indicadores educacionais, além de acessar conteúdos formativos, videoconferências, notícias atualizadas e espaços de troca entre gestores e equipes técnicas de todo o Brasil. Para a o presidente da Undime, Luiz Miguel Gracia, alcançar 100 mil inscritos demonstra a força da rede construída em torno do Conviva Educação. “O canal no YouTube se consolidou como um espaço de encontro entre gestores, especialistas e professores que compartilham conhecimentos e contribuem para o fortalecimento da educação pública. Esse também é o propósito do Conviva Educação, que foi criado para otimizar o trabalho das secretarias municipais de educação. O canal amplia esse apoio ao levar informações, orientações e experiências que fazem diferença no cotidiano da gestão”, afirma. Um dos destaques da programação do canal são as transmissões ao vivo realizadas semanalmente, às quintas-feiras, ou excepcionalmente às terças-feiras, sempre às 15h (horário de Brasília). Por meio de conversas com especialistas, Dirigentes Municipais de Educação e parceiros sobre temas relevantes para redes de ensino, os conteúdos buscam promover o fortalecimento da gestão educacional e a colaboração entre os municípios. As videoconferências integram a estratégia do Conviva Educação de ampliar o acesso à informação e à formação continuada de dirigentes, equipes técnicas e profissionais da educação. Ao longo dos anos, os materiais divulgados já alcançaram quase 4 milhões de visualizações. Ainda não segue o canal? Inscreva-se e ative as notificações para acompanhar conteúdos, formações e transmissões ao vivo sobre gestão da educação pública. Acesse: www.youtube.com/@plataformaconvivaeducação Em caso de dúvidas, a equipe do Conviva está à disposição pelo WhatsApp: (61) 98217-0057. Fonte: Conviva Educação https://convivaeducacao.org.br/fique_atento/5963
Prazo para inscrição de experiências inspiradoras em ETI vai até 13 de março

Redes públicas de ensino que tenham práticas inspiradoras de gestão e projetos pedagógicos têm até esta sexta-feira, 13 de março, para se inscreverem. Objetivo é valorizar e divulgar as ações desenvolvidas Foto: Divulgação/MEC As redes de ensino de todo país que possuam práticas inspiradoras de gestão e projetos pedagógicos de educação em tempo integral têm até esta sexta-feira, 13 de março, para inscrever seus projetos. A seleção é regida pelo Edital nº 1/2026 do Ministério da Educação (MEC) e integra o programa Escola em Tempo Integral, com o objetivo de valorizar e dar visibilidade a essas ações. O processo seletivo busca identificar experiências que rompem com a fragmentação do conhecimento e buscam transformar a cultura escolar em uma educação plural, participativa e integrada à realidade do território. São práticas que resultam da superação de desafios por parte das escolas ou redes de ensino e que podem ser sistematizadas e disseminadas como referência para outras realidades. As iniciativas inscritas devem estar relacionadas a eixos estruturantes da educação integral em tempo integral, como gestão democrática; currículo integrado; valorização dos territórios e saberes locais; promoção da equidade e da inclusão; fortalecimento da gestão educacional; e articulação intersetorial com outras políticas públicas. As experiências selecionadas serão sistematizadas e divulgadas pelo MEC em diferentes formatos, como publicações, ambientes digitais e ações de intercâmbio entre redes, com o objetivo de fortalecer a troca de conhecimentos e apoiar a consolidação da política de educação integral em tempo integral no Brasil. Participação – De acordo com o edital, podem participar secretarias de educação dos estados, municípios e do Distrito Federal, que poderão inscrever experiências realizadas em creches e escolas da educação básica, abrangendo a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, em suas diferentes modalidades. Não serão consideradas propostas ainda não executadas ou experiências vinculadas a escolas militarizadas. A inscrição deverá ser realizada pelo secretário de educação ou por representante oficialmente designado, mediante envio de formulário eletrônico e documentação prevista no edital. As experiências serão analisadas a partir de critérios, como relevância pedagógica, consistência da implementação, alinhamento às diretrizes da educação integral e potencial de inspirar outras redes de ensino. Confira o cronograma da iniciativa: ETAPA/FASE DATA Período de inscrição 26 de janeiro a 13 de março de 2026 Webinário de lançamento do edital (evento de abertura do período de inscrições) 26 de janeiro de 2026 Período de homologação das inscrições – análise documental 13 a 19 de março de 2026 Divulgação das inscrições homologadas 20 de março de 2026 Período de recurso quanto à homologação das inscrições 23 e 24 de março de 2026 Divulgação da lista final de inscrições homologadas 30 de março de 2026 Divulgação do resultado preliminar 12 de maio de 2026 Período de recurso 13 e 14 de maio de 2026 Divulgação do resultado final 25 de maio de 2026 Lançamento do Mapa de Experiências atualizado novembro de 2026 Publicação do Caderno de Narrativas novembro de 2026 Rede de Trocas novembro de 2026 Escola em tempo integral – O programa Escola em Tempo Integral fomenta a criação de matrículas em tempo integral (igual ou superior a 7 horas diárias ou 35 horas semanais) em todas as etapas e modalidades da educação básica. A medida proporciona a ampliação da jornada de tempo, na perspectiva da educação integral, e a priorização das escolas que atendem estudantes em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica. O governo federal fornece assistência técnica e financeira, considerando propostas pedagógicas alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/marco/prazo-para-inscricao-de-experiencias-inspiradoras-em-eti-vai-ate-13-3
