Mais de 1 milhão de alunos participaram da Semana da Escuta das Adolescências

Ação é voltada para estudantes dos anos finais do ensino fundamental de todo o Brasil e acontece até 31 de maio A Semana da Escuta das Adolescências nas Escolas — promovida pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e as redes de ensino estaduais, municipais e distrital — já contou com a participação de mais de 1 milhão de estudantes dos anos finais do ensino fundamental. Eles responderam ao formulário que possui questões as quais buscam conhecer, de forma mais aprofundada, os estudantes da etapa de ensino, com enfoque em dimensões conectadas à aprendizagem, ao clima, à convivência, à inovação e à participação. Haverá uma devolutiva dos resultados, com os dados agregados por escola e redes, por meio de relatório simplificado, com dados anonimizados dos estudantes. Essa é a primeira etapa de uma política nacional de fortalecimento dos anos finais, que o MEC está construindo em diálogo interfederativo. A Semana da Escuta das Adolescências nas Escolas teve seu início no dia 13 de maio e segue até o dia 31 do mesmo mês, acomodando a diversidade de calendários das redes de ensino, com destaque para a especificidade do Rio Grande do Sul. O estado terá um calendário diferenciado, a ser definido posteriormente. O programa Escola das Adolescências será lançado logo após a Semana da Escuta. Ele conta com os insumos desse diagnóstico para o desenho e a implementação das iniciativas de apoio técnico e financeiro, que incluem ações de governança dos anos finais, desenvolvimento profissional de educadores e orientações curriculares voltadas a essa etapa. A fim de chegar ao marco de mais de 1 milhão de estudantes ouvidos e mais de 10 mil escolas participantes até agora, o MEC conta com o trabalho colaborativo da Rede Nacional de Articuladores Técnicos dos Anos Finais. Ela tem cooperado nos esforços para a construção da política em todo o País, em regime de colaboração. A partir das atividades nas escolas e da devolutiva que será feita junto às redes e escolas com os dados consolidados, o MEC disponibilizará orientações aos gestores escolares para que possam construir um Plano de Ação Participativo da Escola para realizar a devolutiva junto aos estudantes e planejar estratégias a partir dela. Webinários – Em abril, o MEC, o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) organizaram dois webinários preparatórios para a Semana da Escuta das Adolescências nas Escolas. Os encontros contaram com a participação de especialistas, gestores de redes de ensino, gestores escolares, professores e adolescentes, que compartilharam suas experiências. Além disso, foram apresentados os instrumentos da escuta, os quais são diferenciados para 6º e 7º anos e para 8º e 9º anos, a fim de fomentar que os estudantes sejam envolvidos no diagnóstico do território e na criação e implementação de soluções. O primeiro webinário prévio à Semana foi o “Escutar e acolher na escola das adolescências”, e o segundo webinário foi o “Participar e conviver na escola das adolescências”. Escola das Adolescências – MEC, Undime e Consed estão desenvolvendo uma política de fortalecimento dos anos finais do ensino fundamental, o programa Escola das Adolescências. A Semana da Escuta se insere como mais um passo relevante na construção dessa política. O objetivo do programa, ainda em desenvolvimento, será ampliar os esforços da cooperação federativa, de forma que possam convergir para a constituição de uma escola acolhedora que impulsione a qualidade social da educação. Assim, melhorará o acesso, o progresso, a aprendizagem e o desenvolvimento integral dos estudantes adolescentes dos anos finais. O Escola das Adolescências será organizado em três eixos: Governança; Desenvolvimento Profissional; e Organização Curricular e Pedagógica. Ademais, prevê apoio técnico e financeiro para fortalecer o regime de colaboração na melhoria dos anos finais do ensino fundamental, considerando as singularidades dos sujeitos da etapa, a focalização no apoio às transições escolares e as formas de reorganizar tempos e espaços para instituir um currículo intencional, que expanda e articule diferentes experiências formativas, na perspectiva da ampliação dos letramentos e da autonomia intelectual. Saiba mais em Semana da Escuta das Adolescências nas Escolas Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/maio/mais-de-1-mi-de-alunos-participaram-da-semana-da-escuta-das-adolescencias
MEC debate ICMS Educacional em seminário

Evento realizado em parceria com Consed e Undime debateu experiências estaduais e municipais na implementação do ICMS Educacional Com o intuito de fortalecer o diálogo acerca do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) com base em indicadores da educação – o ICMS Educacional –, o Ministério da Educação (MEC) realizou o webinário “ICMS Educacional: experiências estaduais”. O encontro faz parte do Ciclo de Debates sobre ICMS Educacional promovido pela Secretaria de Educação Básica (SEB), em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Esse foi o segundo encontro virtual sobre a implementação do ICMS Educacional e discutiu a aplicação do imposto nos estados da Paraíba, do Maranhão, do Rio Grande do Norte, do Ceará e da Bahia, apresentados por representantes das respectivas secretarias de educação. A abertura do evento contou com a presença do diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica do MEC, Valdoir Wathier; do presidente da Undime, Alessio Costa Lima; e da secretária da Educação de Goiás, Fátima Gavioli, representando o Consed. Valdoir Wathier explicou que o ICMS Educacional é uma iniciativa constituída na previsão de que 10% dos recursos do ICMS sejam distribuídos aos municípios de cada estado com base em indicadores educacionais. “Por isso, todas as instituições do Brasil precisam ficar muito atentas de quais são esses indicadores definidos em cada estado e o que é preciso fazer, em termos de ações concretas nas políticas educacionais, para garantir essa canalização de recursos com base nesses resultados”, afirmou, destacando também que tais resultados devem estar ligados à equidade. O presidente da Undime pontuou que “esses indicadores são de melhoria de aprendizagem e redução da questão da desigualdade, levando em consideração o nível socioeconômico dos educandos”. Também considerou o ICMS Educacional um grande avanço em termo de regime de colaboração federativa, por apresentar uma legislação nacional que obriga todos os estados a terem uma lei estadual disciplinando esse mecanismo. Na mesma linha, Fátima Gavioli afirmou que “a proposta do ICMS Educacional é uma das importantes ferramentas e, talvez, a melhor ferramenta que foi desenvolvida nos últimos anos para melhorar as nossas escolas e a qualidade da educação das escolas”. Ela também destacou a importância da complementação do VAAR no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A SEB promove esse ciclo de debates com o intuito de contribuir para a discussão e para o entendimento acerca da implementação do ICMS Educacional pelos estados. Para disseminar ainda mais os conhecimentos acerca do ICMS Educacional, o MEC também disponibiliza um guia sobre o tema, que está disponível na página de Financiamento da Educação Básica. Transmissão Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/maio/mec-debate-icms-educacional-em-seminario
Boletim Em pauta – Edição nº 739 – 22 de maio de 2024

Fórum Undime Região Sudeste: confira as apresentações utilizadas nas palestras Leia mais Tecnologia educacional, online e gratuita, quebra barreiras no ensino da Matemática Leia mais Undime participa da Premiação da I Olimpíada de Professores de Matemática do Ensino Médio Leia mais Primeira Infância: escolas devem apresentar monitoramento Leia mais MEC cria programa para formar diretores e técnicos da educação Leia mais Busca Ativa Escolar atinge a marca de 250 mil (re)matrículas no país Leia mais Fórum Regional da Undime promove debates estratégicos para a melhoria da educação no Sudeste brasileiro Leia mais Educação digital, políticas de conectividade e desafios das adolescências encerram os debates do Fórum Sudeste Leia mais Redução das desigualdades educacionais é tema de debate no Fórum Sudeste Leia mais Segundo dia do Fórum Regional Sudeste da Undime começa debatendo educação antirracista Leia mais Criança Alfabetizada: formação docente ocorre no Brasil todo Leia mais Fórum Regional Sudeste: nova Lei de Licitações e educação integral norteiam os debates da tarde do primeiro dia Leia mais Começou, em São Paulo, o Fórum Regional Sudeste da Undime Leia mais
MEC debate ICMS Educacional em seminário

Evento realizado em parceria com Consed e Undime debateu experiências estaduais e municipais na implementação do ICMS Educacional Com o intuito de fortalecer o diálogo acerca do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) com base em indicadores da educação – o ICMS Educacional –, o Ministério da Educação (MEC) realizou o webinário “ICMS Educacional: experiências estaduais”. O encontro faz parte do Ciclo de Debates sobre ICMS Educacional promovido pela Secretaria de Educação Básica (SEB), em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Esse foi o segundo encontro virtual sobre a implementação do ICMS Educacional e discutiu a aplicação do imposto nos estados da Paraíba, do Maranhão, do Rio Grande do Norte, do Ceará e da Bahia, apresentados por representantes das respectivas secretarias de educação. A abertura do evento contou com a presença do diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica do MEC, Valdoir Wathier; do presidente da Undime, Alessio Costa Lima; e da secretária da Educação de Goiás, Fátima Gavioli, representando o Consed. Valdoir Wathier explicou que o ICMS Educacional é uma iniciativa constituída na previsão de que 10% dos recursos do ICMS sejam distribuídos aos municípios de cada estado com base em indicadores educacionais. “Por isso, todas as instituições do Brasil precisam ficar muito atentas de quais são esses indicadores definidos em cada estado e o que é preciso fazer, em termos de ações concretas nas políticas educacionais, para garantir essa canalização de recursos com base nesses resultados”, afirmou, destacando também que tais resultados devem estar ligados à equidade. O presidente da Undime pontuou que “esses indicadores são de melhoria de aprendizagem e redução da questão da desigualdade, levando em consideração o nível socioeconômico dos educandos”. Também considerou o ICMS Educacional um grande avanço em termo de regime de colaboração federativa, por apresentar uma legislação nacional que obriga todos os estados a terem uma lei estadual disciplinando esse mecanismo. Na mesma linha, Fátima Gavioli afirmou que “a proposta do ICMS Educacional é uma das importantes ferramentas e, talvez, a melhor ferramenta que foi desenvolvida nos últimos anos para melhorar as nossas escolas e a qualidade da educação das escolas”. Ela também destacou a importância da complementação do VAAR no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A SEB promove esse ciclo de debates com o intuito de contribuir para a discussão e para o entendimento acerca da implementação do ICMS Educacional pelos estados. Para disseminar ainda mais os conhecimentos acerca do ICMS Educacional, o MEC também disponibiliza um guia sobre o tema, que está disponível na página de Financiamento da Educação Básica. Transmissão Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/maio/mec-debate-icms-educacional-em-seminario
Fórum Regional Sul: evento vai promover ação solidária em prol do Rio Grande do Sul

Undime vai incentivar que os participantes inscritos levem itens de material escolar para serem destinados aos estudantes das escolas municipais afetadas pelas enchentes O município de Curitiba/PR vai sediar o Fórum da Undime Região Sul da Undime. O evento será realizado nos dias 3 e 4 de junho de 2024 e pretende reunir Dirigentes Municipais de Educação, técnicos das secretarias e prefeitos dos municípios de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná. Em solidariedade ao Rio Grande do Sul, a Undime vai incentivar que os participantes inscritos levem itens de material escolar para serem destinados aos estudantes das escolas municipais. A orientação é que cada participante leve os materiais para serem encaminhados às famílias vítimas das enchentes. Serão dois dias de imersão em temas estruturantes da educação pública por meio de conferências, mesas-redondas e oficinas ministradas por técnicos do Ministério da Educação (MEC), Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A proposta é proporcionar um ambiente aberto para o diálogo e a troca de experiências visando a melhoria da qualidade da educação ofertada pelas redes municipais de ensino. A programação completa do evento está disponível no site do Fórum. Como realizar a inscrição? Podem participar do evento Dirigentes Municipais de Educação e técnicos(as) de municípios adimplentes com a Undime (ano de referência 2023 ou 2024). No ato da inscrição, o(a) participante será informado(a) se o respectivo município está adimplente com a Undime (seccional e nacional). A cada duas inscrições por município a terceira é gratuita. Para realizar a inscrição basta acessar o site do evento: https://forunsregionais.undime.org.br/regional-sul O investimento para participar é de R$ 400,00 (quatrocentos reais) por pessoa, que deverá ser pago via boleto bancário. Notas de empenho não são aceitas como comprovante de pagamento. Caso algum município de outra região deseje participar do Fórum do Sul, é necessário que manifeste interesse por meio do e-mail: forunsnacionais@undime.org.br Fonte: Undime
Fórum Undime Região Sudeste: confira as apresentações utilizadas nas palestras

Evento reuniu centenas de participantes, em São Paulo, nos dias 16 e 17 de maio O Fórum Regional Sudeste da Undime teve a presença de centenas de pessoas, entre dirigentes municipais de educação e técnicos, dos municípios do Sudeste do país. O evento foi realizado em São Paulo nos dias 16 e 17 de maio. Confira as apresentações dos palestrantes que permitiram a divulgação dos materiais: 16 de maio Execução do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada: regime de colaboração, monitoramento e avaliação das atividades e resultados – Radson Lima Vila Verde, coordenador na Coordenação-Geral de Apoio às Redes de Educação Básica (CGARE/DAGE). https://undime.org.br/uploads/documentos/phpuoN8Gz_664d0c3dbe40b.pdf – Caíque Bellato, articulador CAEd na implementação e execução da Plataforma Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, do Ministério de Educação (MEC). https://undime.org.br/uploads/documentos/phpVRmzON_664d0c04384b9.pdf O Censo Escolar como ferramenta para qualificar a colaboração federativa: matrículas em EJA e em Tempo Integral / Construção do Indicador Criança Alfabetizada – Fábio Pereira Bravin, coordenador-geral de Controle de Qualidade e de Tratamento da Informação no Inep. https://undime.org.br/uploads/documentos/phplXGtrT_664d0c7b8d1e3.pdf – Clara Machado da Silva, coordenadora-geral do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpAU0yg8_664d0c5fde84c.pdf Educação integral, integrada e integradora e as dimensões do ser – Aline Zero Soares, coordenadora de projetos de Educação Integral em Tempo Integral na SEB/MEC. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpJO9N4W_664d0cd5031dc.pdf – Márcio Sobral, chefe do Núcleo de Ouvidoria e Prevenção da Corrupção na Controladoria-Geral da União. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpQUhiv8_664d0cee322a7.pdf – Marcos Antonio Fari Junior, professor de Educação Física e mestre em educação. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpu33QLB_664d0e9301b03.pdf – Maria Lúcia Voto, gerente de gestão do Instituto Ayrton Senna. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpgCp3fF_664d0d8ebbca9.PDF 17 de maio Como implementar as Leis 10.639/03 e 11.645/08 e promover o ensino da “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena” – Valquiria Santos Silva, coordenadora-geral de Formação Continuada para as Relações Étnico-Raciais e a Educação Escolar Quilombola na Secadi. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpiupYS3_664dee2def936.pdf – Beatriz Soares Benedito, analista de políticas públicas no Instituto Alana. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpawzWOl_664dee4a12429.pdf Gestão democrática, redução das desigualdades educacionais e o VAAR – Valdoir Pedro Wathier, diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica na SEB/MEC. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpuUvX5t_664dee71a0846.pdf – Adolfo Samuel de Oliveira, coordenador- geral de Estudos Educacionais no Inep. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpECjMPp_664dee8d59f61.pdf – Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE e presidente da Undime. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpYkx5F9_664deeb1c3e4f.pdf Os desafios da implementação das Políticas de Conectividade e de Educação Digital no cotidiano escolar – Ana dal Fabbro, coordenadora-geral de Tecnologia e Inovação da Educação Básica na SEB/MEC. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpLx2WOW_664def391405a.pdf – André Luiz da Cunha, líder da estratégia de assessoria técnica às redes para a implementação do complemento à BNCC sobre computação na Fundação Telefônica Vivo. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpYuaSCg_664def15df95b.pdf Os desafios das adolescências e juventudes no processo de Escolarização – Patrícia Mota Guedes, superintendente do Itaú Social. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpcMuySt_664def7a1b48e.pdf Fonte: Undime
MEC promove videoconferência sobre ICMS Educacional e experiências estaduais

Transmissão será nesta quarta-feira, 22 de maio, pelo canal do MEC no YouTube e pelo Conviva Educação O Ministério da Educação (MEC) vai realizar, em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a videoconferência “ICMS Educacional: experiências estaduais” — relativo ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). O evento será nesta quarta-feira, 22 de maio, e faz parte do Ciclo de Debates sobre ICMS Educacional promovido pela Secretaria de Educação Básica (SEB). A transmissão será pelo canal do MEC e do Conviva Educação no YouTube, a partir das 15h. O momento visa fortalecer o diálogo entre os diversos atores do sistema educacional brasileiro, de modo a contribuir para a melhoria da educação básica em todo o País, com foco na redução das desigualdades educacionais. A instituição do ICMS Educacional em todos os estados do Brasil é previsão constitucional, decorrente da Emenda Constitucional nº 108/2020. Para induzir o processo de formalização da lei e de sua execução, a matéria também está prevista na Lei do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A norma trata do regime de colaboração entre estado e municípios, um dos requisitos obrigatórios para que as redes possam se habilitar ao recebimento da complementação Valor Aluno Ano por Resultado (VAAR)/Redução das Desigualdades. A SEB é coordenadora da Comissão Intergovernamental de Financiamento (CIF) para a Educação Básica de Qualidade, colegiado responsável pela aprovação das metodologias de aferição das condicionalidades previstas na Lei do Fundeb. Sendo assim, a SEB promoverá esse ciclo de debates com o intuito de contribuir para a discussão e para o entendimento acerca da implementação do ICMS Educacional pelos estados. A Secretaria é responsável, ainda, pela aferição do cumprimento da condicionalidade que trata do regime de colaboração. A metodologia aprovada pela CIF para essa condicionalidade estabelece ações que precisam ser garantidas para a implantação do ICMS Educacional. Este deve distribuir o mínimo de 10% dos recursos do ICMS, no máximo, até 2025. O segundo encontro virtual sobre a implementação do ICMS Educacional se dará sob o ponto de vista dos implementadores, os estados. O evento contará com a presença do diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica do MEC, Valdoir Wathier, e com representantes do Consed e da Undime. Para a sessão de debates sobre as experiências estaduais, participarão representantes das secretarias de educação da Bahia, da Paraíba, do Maranhão, do Rio Grande do Norte e do Ceará. A visão municipal acerca da implementação do ICMS Educacional também será abordada no encontro. O primeiro encontro virtual sobre o tema aconteceu em 8 de maio (confira aqui). Foram ouvidos especialistas de universidades; instituições de pesquisa; a Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados; e representantes do MEC e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Fonte: MEC com adaptações https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/maio/mec-promove-icms-educacional-sobre-experiencias-estaduais
Fórum Undime Região Sudeste: confira as apresentações utilizadas nas palestras

Evento reuniu centenas de participantes, em São Paulo, nos dias 16 e 17 de maio O Fórum Regional Sudeste da Undime teve a presença de centenas de pessoas, entre dirigentes municipais de educação e técnicos, dos municípios do Sudeste do país. O evento foi realizado em São Paulo nos dias 16 e 17 de maio. Confira as apresentações dos palestrantes que permitiram a divulgação dos materiais: 16 de maioExecução do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada: regime de colaboração, monitoramento e avaliação das atividades e resultados– Radson Lima Vila Verde, coordenador na Coordenação-Geral de Apoio às Redes de Educação Básica (CGARE/DAGE). https://undime.org.br/uploads/documentos/phpuoN8Gz_664d0c3dbe40b.pdf– Caíque Bellato, articulador CAEd na implementação e execução da Plataforma Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, do Ministério de Educação (MEC). https://undime.org.br/uploads/documentos/phpVRmzON_664d0c04384b9.pdf O Censo Escolar como ferramenta para qualificar a colaboração federativa: matrículas em EJA e em Tempo Integral / Construção do Indicador Criança Alfabetizada – Fábio Pereira Bravin, coordenador-geral de Controle de Qualidade e de Tratamento da Informação no Inep. https://undime.org.br/uploads/documentos/phplXGtrT_664d0c7b8d1e3.pdf– Clara Machado da Silva, coordenadora-geral do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpAU0yg8_664d0c5fde84c.pdf Educação integral, integrada e integradora e as dimensões do ser – Aline Zero Soares, coordenadora de projetos de Educação Integral em Tempo Integral na SEB/MEC. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpJO9N4W_664d0cd5031dc.pdf– Márcio Sobral, chefe do Núcleo de Ouvidoria e Prevenção da Corrupção na Controladoria-Geral da União. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpQUhiv8_664d0cee322a7.pdf– Marcos Antonio Fari Junior, professor de Educação Física e mestre em educação. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpu33QLB_664d0e9301b03.pdf– Maria Lúcia Voto, gerente de gestão do Instituto Ayrton Senna. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpgCp3fF_664d0d8ebbca9.PDF 17 de maio Como implementar as Leis 10.639/03 e 11.645/08 e promover o ensino da “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena” – Valquiria Santos Silva, coordenadora-geral de Formação Continuada para as Relações Étnico-Raciais e a Educação Escolar Quilombola na Secadi. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpiupYS3_664dee2def936.pdf– Beatriz Soares Benedito, analista de políticas públicas no Instituto Alana. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpawzWOl_664dee4a12429.pdf Gestão democrática, redução das desigualdades educacionais e o VAAR – Valdoir Pedro Wathier, diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica na SEB/MEC. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpuUvX5t_664dee71a0846.pdf– Adolfo Samuel de Oliveira, coordenador- geral de Estudos Educacionais no Inep. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpECjMPp_664dee8d59f61.pdf– Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE e presidente da Undime. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpYkx5F9_664deeb1c3e4f.pdf Os desafios da implementação das Políticas de Conectividade e de Educação Digital no cotidiano escolar – Ana dal Fabbro, coordenadora-geral de Tecnologia e Inovação da Educação Básica na SEB/MEC. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpLx2WOW_664def391405a.pdf– André Luiz da Cunha, líder da estratégia de assessoria técnica às redes para a implementação do complemento à BNCC sobre computação na Fundação Telefônica Vivo. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpYuaSCg_664def15df95b.pdf Os desafios das adolescências e juventudes no processo de Escolarização – Patrícia Mota Guedes, superintendente do Itaú Social. https://undime.org.br/uploads/documentos/phpcMuySt_664def7a1b48e.pdf Fonte: Undime
Tecnologia educacional, online e gratuita, quebra barreiras no ensino da Matemática

Iniciativa torna mais acessível abordagem desenvolvida na Universidade de Stanford; alunos apresentaram ganhos de até 1,3 ano de aprendizagem matemática em apenas dez dias Transformar a matemática em algo atrativo para estudantes parece ser um desafio quase impossível aos professores. A disciplina com fama de vilã pode e deve ser encarada de uma forma aberta, criativa e visual, buscando a equidade. Essa forma inovadora de compreender a matemática está disponível por meio do “Curso de Férias: Mentalidades Matemáticas”, nova tecnologia educacional oferecida gratuitamente pelo Itaú Social e desenvolvida pelo Instituto Sidarta. Voltada para secretarias de educação que queiram melhorar os índices de aprendizagem em matemática, a iniciativa sugere a realização de uma imersão com duração média de dez dias, envolvendo professores e alunos no período de recesso escolar. Atividades cuidadosamente planejadas apresentam os princípios da abordagem e ajudam os docentes a pensar estratégias para adotar em sala de aula. A abordagem Mentalidades Matemáticas foi desenvolvida na Universidade de Stanford (EUA) e é aplicada no Brasil há oito anos. Suas experiências exitosas vêm mostrando que resolver problemas pode ser divertido, além de gerar grandes benefícios para a aprendizagem. “Conhecemos essa experiência em Stanford e logo decidimos que seria muito importante desenvolver essa tecnologia aqui no Brasil. Porém, para nós, não se tratava apenas de aplicar aqui o que foi feito lá. Nós tropicalizamos essa tecnologia: mantivemos o que há de mais central nela, o desenvolvimento do pensamento matemático profundo e crítico, e a redesenhamos levando em conta o contexto brasileiro, contando com a contribuição de professores de todo o país. O Curso de Férias MM desenvolve importantes habilidades matemáticas nos alunos em um curto período de tempo, o que, combinado a mais políticas públicas, pode nos ajudar a recuperar as defasagens das crianças e adolescentes em um intervalo de tempo bem menor”, explica Marina França, gerente de inovação educacional do Mentalidades Matemáticas. A Tecnologia Educacional foi criada com base em casos de sucesso do Mentalidades Matemáticas no Brasil: o Curso de Férias de Cotia (SP) e a formação de docentes em Vespasiano (MG). No município paulista, uma imersão presencial de dez dias, realizada com alunos de quarto e quinto anos do Ensino Fundamental, foi responsável por um salto equivalente a 1 ano e 3 meses em escolaridade matemática, calculado pelo desempenho na avaliação MARS (Mathematics Assessment Resource Service). Por ser oferecida gratuitamente, a proposta é contribuir com a melhora nos índices de aprendizagem da disciplina pelo país. Conforme os dados do último Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica), apenas 5% dos estudantes de escolas públicas que terminam o Ensino Médio alcançam nível adequado de aprendizagem em matemática. “É preciso romper a narrativa de que a matemática é uma área do conhecimento direcionada a uma parcela específica de estudantes. Para isso, é fundamental levar em consideração que o ensino da disciplina é um desafio no contexto brasileiro, especialmente em relação às desigualdades sociais e educacionais aprofundadas pela pandemia de Covid-19. Repensar novos modelos de ensino que sejam mais atrativos é essencial para tornar o letramento matemático acessível a todas e todos”, diz a coordenadora de Educação Infantil do Itaú Social, Juliana Yade. Agora é diversão Jakeline, uma das alunas que participou do Curso de Férias realizado em Cotia (SP), lembra que não tinha afinidade com a matéria. No entanto, após os dez dias de atividades, sua relação com a disciplina tornou-se mais positiva. “A matemática não é tão chata. Na verdade, eu acho que ela é bem divertida porque você pode vê-la em todo lugar, com vários jeitos de resolver. Fica muito mais fácil desse jeito”. Já em Vespasiano (MG) a professora Ione Clarice, que participou da formação de docentes, observou que o maior medo de sua turma era errar na frente de seus colegas. Por conta desse temor, os estudantes transformaram a matemática em uma espécie de “bicho-papão” na escola. Logo nos primeiros dias participando da formação do Mentalidades Matemáticas, a professora entendeu que esse receio deveria se transformar em oportunidade de ensino. “Consegui demonstrar que errar não é um problema, pois, quando erram, consigo saber onde está a dificuldade e posso ajudar”, diz. Dentro de casa Não é só na escola que o impacto do curso de férias foi sentido. Bruna Santos, mãe Matheus Ryan, estudante de Cotia (SP), percebeu que seu filho ficou participativo com as tarefas domésticas. “Ele realizou as atividades em grupo tantas vezes que acabou trazendo a experiência para casa. Eu e o pai dele trabalhamos fora e chegamos tarde. Ele me ajudou bastante com as lições dos irmãos mais novos”. Sobre a Tecnologia Educacional A Tecnologia Educacional Curso de Férias: Mentalidades Matemáticas consiste em um percurso que engloba estratégias formativas para implementar o Curso de Férias, com métodos para acompanhar, monitorar e avaliar os processos de sua implementação e gestão na rede de ensino, além de conteúdos, repertório conceitual e a ciência que fundamenta a abordagem do Mentalidades Matemáticas. Sobre o Mentalidades Matemáticas A abordagem pedagógica desenvolvida pela professora de Educação Matemática da Universidade Stanford (EUA), Jo Boaler, incentiva discussões colaborativas e valoriza as diferentes maneiras de pensar a disciplina. A iniciativa é baseada em estudos da neurociência e considera que todos são capazes de aprender matemática. As atividades apresentam uma matemática mais visual, criativa e aberta, trazendo propostas colaborativas e estimulando uma nova maneira de pensar e se relacionar com a disciplina. Aplicado no Brasil pelo Instituto Sidarta, o programa já formou mais de 11 mil professores e impactou mais de um milhão de estudantes em cidades como São Paulo, Cotia (SP), Itu (SP), Altamira (PA), Santana do Ipanema (AL) e Vespasiano (MG). Fonte: Itaú Social Foto: Itaú Social
Undime participa da Premiação da I Olimpíada de Professores de Matemática do Ensino Médio

(Foto: Undime) Instituição foi representada pelo presidente nacional, Alessio Costa Lima O presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, participou, na manhã desta terça-feira, 21 de maio, do Seminário de Práticas Exitosas no Ensino de Matemática e da Premiação da I Olimpíada de Professores de Matemática do Ensino Médio. O evento foi realizado pelo Ministério da Educação, em Brasília, em parceria com o conselho gestor da Olimpíada Brasileira de Professores de Matemática do Ensino Médio (OPMbr), e reuniu profissionais da educação brasileira com o objetivo de promover o diálogo sobre as habilidades docentes para o ensino de matemática na educação básica. A Olímpiada é uma iniciativa que visa contribuir com a divulgação dos trabalhos de professores que têm compromisso com o ensino e a aprendizagem de seus alunos e o evento teve como objetivos a difusão de boas práticas do ensino de matemática em âmbito nacional e o reconhecimento dos professores premiados pelo Ministério da Educação. A premiação foi o reconhecimento dos 10 professores que receberam medalha de ouro, entre os mais de 550 inscritos das redes públicas do Brasil, por seu conhecimento e práticas didáticas e pedagógicas de êxito numa área que vem se mostrando desafiadora para as redes da educação básica. O evento contou com a participação da secretária-executiva do MEC, Izolda Cela; a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt; o líder do grupo que promoveu a Olímpiada, Maurício Endo; o secretário de Estado da Educação da Paraíba e representante do Consed, Antonio Roberto Souza, entre outras autoridades. (Foto: Fábio Nakakura/MEC) (Foto: Undime) Na ocasião, o presidente da Undime saudou todos os professores brasileiros, em especial, os de matemática, parabenizou o MEC pelo apoio à iniciativa e ressaltou que “vivemos um momento bem difícil quando falamos da atratividade da carreira do magistério e, de forma específica, da área de matemática”. Para ele, o campo das ciências exatas é um campo que tem se mostrado bastante árido. “Nós, que fazemos parte da educação básica, sentimos lá na ponta a ausência desses profissionais qualificados ainda. Não temos professores de matemática suficientes para as demandas e as necessidades do nosso país”. Como representante das redes municipais de educação, Alessio disse que gostaria de ter mais professores de matemática não só nos Ensino Médio e Anos Finais do Fundamental, mas também nos Anos Iniciais do Fundamental. Ele destacou ainda que a forma como a matemática é trabalhada com as crianças é o que faz com que a criança goste ou não. “Quando a criança tem um professor que é apaixonado pela matemática, que gosta daquilo que faz, ele ensina de uma outra forma. Não basta ter o conhecimento da matemática, o maior desafio é ter a metodologia adequada para tocar cada criança”. (Foto: Undime) As autoridades também lembraram a importância da formação continuada e da valorização dos profissionais da educação, enquanto eixos estruturantes do trabalho em todas as redes e sistemas de ensino. (Foto: Fábio Nakakura/MEC) Conheça os dez medalhistas de ouro: Christiano Otávio de Rezende Sena — Cefet-MG Campus I, em Belo Horizonte (MG) Felipe Mascagna Bittencourt Lima — IFSP Campus São João da Boa Vista Jardim Itália, em São João da Boa Vista (SP) José Fábio de Araújo Lima — EE Centro Integrado de Educação Assis Chateaubriand, em Feira de Santana (BA) Josieli Fátima Tonin Pagliosa — EE Normal José Bonifácio, em Erechim (RS) Kácio José Cardoso Santos — Centro Estadual de Educação Profissional Professora Lourdinha Guerra, em Parnamirim (RN) Milena Monique de Santana Gomes — EE Olivina Olivia Carneiro da Cunha, em João Pessoa (PB) Roberto Cesa Cucharero Peregrina — CE Prefeito Mendes de Moraes Ilha do Governador, no Rio de Janeiro (RJ) Romis de Sousa Moraes — Escola Municipal Madre Teresa de Jesus, em Ourilândia do Norte (PA) Rubens Lopes Netto — Centro de Educação Quilombola Deputado Júlio Pires Monteles, em Anapurus (MA) Silmara Louise da Silva — EE David Campista, em Poços de Caldas (MG) A cerimônia foi transmitida ao vivo pelo canal do MEC no Youtube. Assista: Fonte: Undime
