MEC oferta 1.600 vagas no mestrado profissional em matemática

Inscrições para o Exame Nacional de Acesso (ENA) do Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (ProfMat) estão abertas até 30 de setembro. Curso será oferecido em 82 instituições, distribuídas nas cinco regiões brasileiras (Foto: Divulgação/MEC) O Ministério da Educação (MEC), por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), abriu inscrição para o Exame Nacional de Acesso (ENA) do Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (ProfMat). Serão ofertadas 1.600 vagas, distribuídas pelas cinco regiões do Brasil, em 82 instituições de ensino superior. A Capes concederá bolsa a até 30% dos ingressantes no primeiro semestre de 2025. Os interessados podem se inscrever até 30 de setembro, pelo portal do ProfMat, conforme previsto no Edital nº 18/2024, que rege o processo seletivo dessa edição do programa. A aplicação da prova ocorrerá no dia 9 de outubro, das 14h às 17h. O principal público-alvo são os professores da rede pública de educação básica, que precisam estar ativos em sala de aula durante todo o período do curso. A Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), em parceria com o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), coordena a iniciativa nacionalmente. ProMat – Com mais de 7,3 mil pessoas tituladas desde 2011, o ProfMat é o maior e mais antigo curso ofertado no âmbito do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu para Qualificação de Professores da Educação Básica (ProEB). As outras áreas são Artes, Biologia, Educação Física, Educação Inclusiva, Filosofia, Física, Geografia, História (que nessa edição também terá doutorado), Letras, Química e Sociologia. As 1.600 vagas no ProfMat fazem parte das 6.775 que serão abertas no âmbito do ProEB em 2025, o que representa a maior oferta da história do Programa. Serão 6.659 oportunidades em cursos de mestrado profissional e 116 no doutorado profissional de História. ProEB – O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu para Qualificação de Professores da Educação Básica proporciona a formação continuada stricto sensu, em nível de mestrado e doutorado profissionais, aos docentes em exercício na rede pública de educação básica. Os cursos são híbridos. O ProEB, criado em 2011, apoia as instituições associadas, responsáveis pela implantação e pela execução de cursos em todo o território nacional, com áreas de concentração e temáticas vinculadas diretamente à melhoria da educação básica. Ao todo, há 13 programas, sendo 12 de mestrado e um de doutorado. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/agosto/mec-oferta-1-600-vagas-no-mestrado-profissional-em-matematica Inscrições para o Exame Nacional de Acesso (ENA) do Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (ProfMat) estão abertas até 30 de setembro. Curso será oferecido em 82 instituições, distribuídas nas cinco regiões brasileiras (Foto: Divulgação/MEC) O Ministério da Educação (MEC), por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), abriu inscrição para o Exame Nacional de Acesso (ENA) do Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (ProfMat). Serão ofertadas 1.600 vagas, distribuídas pelas cinco regiões do Brasil, em 82 instituições de ensino superior. A Capes concederá bolsa a até 30% dos ingressantes no primeiro semestre de 2025. Os interessados podem se inscrever até 30 de setembro, pelo portal do ProfMat, conforme previsto no Edital nº 18/2024, que rege o processo seletivo dessa edição do programa. A aplicação da prova ocorrerá no dia 9 de outubro, das 14h às 17h. O principal público-alvo são os professores da rede pública de educação básica, que precisam estar ativos em sala de aula durante todo o período do curso. A Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), em parceria com o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), coordena a iniciativa nacionalmente. ProMat – Com mais de 7,3 mil pessoas tituladas desde 2011, o ProfMat é o maior e mais antigo curso ofertado no âmbito do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu para Qualificação de Professores da Educação Básica (ProEB). As outras áreas são Artes, Biologia, Educação Física, Educação Inclusiva, Filosofia, Física, Geografia, História (que nessa edição também terá doutorado), Letras, Química e Sociologia. As 1.600 vagas no ProfMat fazem parte das 6.775 que serão abertas no âmbito do ProEB em 2025, o que representa a maior oferta da história do Programa. Serão 6.659 oportunidades em cursos de mestrado profissional e 116 no doutorado profissional de História. ProEB – O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu para Qualificação de Professores da Educação Básica proporciona a formação continuada stricto sensu, em nível de mestrado e doutorado profissionais, aos docentes em exercício na rede pública de educação básica. Os cursos são híbridos. O ProEB, criado em 2011, apoia as instituições associadas, responsáveis pela implantação e pela execução de cursos em todo o território nacional, com áreas de concentração e temáticas vinculadas diretamente à melhoria da educação básica. Ao todo, há 13 programas, sendo 12 de mestrado e um de doutorado. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/agosto/mec-oferta-1-600-vagas-no-mestrado-profissional-em-matematica

FNDE abre inscrições para o Encontro Nacional do PNAE 2024

Agendado para os dias 12 e 13 de novembro, em Brasília, evento reunirá gestores, especialistas e convidados para debater e aprimorar a política de alimentação escolar no Brasil O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) abriu nesta quinta-feira, 15, as inscrições para o Encontro Nacional do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) 2024, que será realizado nos dias 12 e 13 de novembro, em Brasília (DF). Gestores escolares, nutricionistas, conselheiros e integrantes de Centros Colaboradores em Alimentação e Nutrição Escolar (Cecanes) interessados em participar do evento podem se inscrever até o dia 5 de novembro. O encontro tem como objetivo discutir e aprimorar a política de alimentação escolar no Brasil, promovendo a troca de conhecimentos e experiências entre os participantes e fortalecendo a implementação do PNAE. De acordo com a coordenação-geral do programa, o evento será composto por atividades focadas em capacitação e discussões estratégicas, com vistas a garantir a qualidade da alimentação oferecida nas escolas públicas. A programação inclui premiações e seis oficinas técnicas que abordarão soluções inovadoras e colaborativas para os desafios enfrentados na implementação do PNAE. As oficinas reunirão participantes para desenvolver ideias criativas e práticas, focando em diferentes aspectos da gestão do programa. O PNAE, que existe há quase sete décadas, atende de forma universal a mais de 40 milhões de estudantes da rede básica de ensino em 5.570 municípios brasileiros. Quase 150 mil escolas, incluindo as federais, filantrópicas e comunitárias conveniadas com o poder público, são atendidas pelos recursos suplementares do FNDE para garantir uma alimentação adequada e nutritiva no ambiente escolar. As inscrições deverão ser realizadas por meio dos segmentos e links descritos abaixo: – Gestores Escolares: Link de inscrição – Nutricionistas: Link de inscrição – Conselheiros: Link de inscrição – Cecanes: Link de inscrição Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-abre-inscricoes-para-o-encontro-nacional-do-pnae-2024 Agendado para os dias 12 e 13 de novembro, em Brasília, evento reunirá gestores, especialistas e convidados para debater e aprimorar a política de alimentação escolar no Brasil O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) abriu nesta quinta-feira, 15, as inscrições para o Encontro Nacional do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) 2024, que será realizado nos dias 12 e 13 de novembro, em Brasília (DF). Gestores escolares, nutricionistas, conselheiros e integrantes de Centros Colaboradores em Alimentação e Nutrição Escolar (Cecanes) interessados em participar do evento podem se inscrever até o dia 5 de novembro. O encontro tem como objetivo discutir e aprimorar a política de alimentação escolar no Brasil, promovendo a troca de conhecimentos e experiências entre os participantes e fortalecendo a implementação do PNAE. De acordo com a coordenação-geral do programa, o evento será composto por atividades focadas em capacitação e discussões estratégicas, com vistas a garantir a qualidade da alimentação oferecida nas escolas públicas. A programação inclui premiações e seis oficinas técnicas que abordarão soluções inovadoras e colaborativas para os desafios enfrentados na implementação do PNAE. As oficinas reunirão participantes para desenvolver ideias criativas e práticas, focando em diferentes aspectos da gestão do programa. O PNAE, que existe há quase sete décadas, atende de forma universal a mais de 40 milhões de estudantes da rede básica de ensino em 5.570 municípios brasileiros. Quase 150 mil escolas, incluindo as federais, filantrópicas e comunitárias conveniadas com o poder público, são atendidas pelos recursos suplementares do FNDE para garantir uma alimentação adequada e nutritiva no ambiente escolar. As inscrições deverão ser realizadas por meio dos segmentos e links descritos abaixo: – Gestores Escolares: Link de inscrição – Nutricionistas: Link de inscrição – Conselheiros: Link de inscrição – Cecanes: Link de inscrição Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-abre-inscricoes-para-o-encontro-nacional-do-pnae-2024

Undime participa da 2ª Reunião Ordinária de 2024 do Fórum Nacional de Educação

Evento aconteceu nos dias 12 e 13 de agosto, em Brasília; objetivo foi discutir o projeto de lei do novo PNE, que deverá orientar as políticas educacionais dos próximos dez anos (Foto: Ester Cruz, Capes) A Undime participou, nos dias 12 e 13 de agosto, da 2ª Reunião Ordinária de 2024 do Fórum Nacional de Educação (FNE). A instituição foi representada pelo membro titular Alessio Costa Lima, presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE; e pela suplente Vivian Ka, assessora de Políticas Públicas Educacionais. Na ocasião, participantes debateram o texto e a tramitação do Projeto de Lei do Plano Nacional de Educação (PNE) 2024-2034 – PL Nº 2.614/2024, que está sendo analisado pelo Congresso Nacional e que deverá orientar as políticas educacionais dos próximos dez anos. Além disso, estavam na pauta discussões sobre o G20 Educação Social, que será realizado de 14 a 16 de novembro, no Rio de Janeiro; a interação dos Fóruns de Educação com as Assembleias Legislativas por meio das suas Comissões de Educação; dentre outros assuntos. Conforme previsto no regimento interno, o Fórum Nacional de Educação realiza duas reuniões ordinárias por ano. A primeira aconteceu nos dias 4 e 5 de março, quando foram promovidos debates sobre as políticas educacionais em andamento, com destaque para a formulação do novo PNE. O encontro também envolveu a atuação de comissões e grupos de trabalho para a organização do processo de avaliação e sistematização dos resultados da Conferência Nacional de Educação (Conae) 2024. Sobre o FNE O Fórum Nacional de Educação é um espaço de interlocução entre a sociedade civil e o Estado brasileiro, assim como uma reivindicação histórica da comunidade educacional e fruto de deliberação da Conae 2010. De caráter permanente, o Fórum foi criado pela Portaria nº 1.407/2010 e instituído por lei com a aprovação do PNE. Em 2023, o FNE foi restituído por meio da Portaria nº 478/2023. (Foto: Undime) Fonte: Undime com informações do MEC Evento aconteceu nos dias 12 e 13 de agosto, em Brasília; objetivo foi discutir o projeto de lei do novo PNE, que deverá orientar as políticas educacionais dos próximos dez anos (Foto: Ester Cruz, Capes) A Undime participou, nos dias 12 e 13 de agosto, da 2ª Reunião Ordinária de 2024 do Fórum Nacional de Educação (FNE). A instituição foi representada pelo membro titular Alessio Costa Lima, presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE; e pela suplente Vivian Ka, assessora de Políticas Públicas Educacionais. Na ocasião, participantes debateram o texto e a tramitação do Projeto de Lei do Plano Nacional de Educação (PNE) 2024-2034 – PL Nº 2.614/2024, que está sendo analisado pelo Congresso Nacional e que deverá orientar as políticas educacionais dos próximos dez anos. Além disso, estavam na pauta discussões sobre o G20 Educação Social, que será realizado de 14 a 16 de novembro, no Rio de Janeiro; a interação dos Fóruns de Educação com as Assembleias Legislativas por meio das suas Comissões de Educação; dentre outros assuntos. Conforme previsto no regimento interno, o Fórum Nacional de Educação realiza duas reuniões ordinárias por ano. A primeira aconteceu nos dias 4 e 5 de março, quando foram promovidos debates sobre as políticas educacionais em andamento, com destaque para a formulação do novo PNE. O encontro também envolveu a atuação de comissões e grupos de trabalho para a organização do processo de avaliação e sistematização dos resultados da Conferência Nacional de Educação (Conae) 2024. Sobre o FNE O Fórum Nacional de Educação é um espaço de interlocução entre a sociedade civil e o Estado brasileiro, assim como uma reivindicação histórica da comunidade educacional e fruto de deliberação da Conae 2010. De caráter permanente, o Fórum foi criado pela Portaria nº 1.407/2010 e instituído por lei com a aprovação do PNE. Em 2023, o FNE foi restituído por meio da Portaria nº 478/2023. (Foto: Undime) Fonte: Undime com informações do MEC

Undime participa de evento que debate Regime de Colaboração Intermunicipal

Encontro reuniu dirigentes municipais, especialistas, pesquisadores, gestores públicos e lideranças educacionais para conversar sobre desafios e oportunidades que o modelo apresenta para o fortalecimento da gestão educacional brasileira O presidente da Undime Região Sudeste e Undime/SP, Luiz Miguel Martins Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP, representou a instituição, nesta quarta-feira (14), no evento “Regime de Colaboração Intermunicipal: Por que é preciso potencializar esse mecanismo?”, em Brasília. Realizado pela rede de ADEs do Brasil, o encontro teve por objetivo debater a partir de discussões relacionadas ao novo Plano Nacional de Educação e ao Sistema Nacional de Educação, o Regime de Colaboração Intermunicipal. Nesse sentido, dirigentes municipais, especialistas, pesquisadores, gestores públicos e lideranças educacionais se reuniram para conversar sobre desafios e oportunidades que o modelo apresenta para o fortalecimento da gestão educacional brasileira. Os participantes foram convidados a conhecer as lideranças de 22 iniciativas, de 12 diferentes estados brasileiros que decidiram se organizar em Arranjos de Desenvolvimento de Educação (ADEs) ou Consórcios, visando superar a inequidade entre os municípios, o isolamento e as fragilidades financeiras, técnicas e administrativas. O representante da Undime participou da primeira mesa de debates que tratou sobre “Experiências de Regime de Colaboração Intermunicipal (RCI) e porque é preciso potencializar esse mecanismo” junto a Maurício Holanda, secretário da Sase/MEC; Karla Janys, Dirigente Municipal de Educação de Açailândia/MA, presidente da Undime/MA e líder do ADE Adera (MA); e Felipe Camarão, vice-governador e secretário de Estado de Educação do Maranhão. A mediação foi de Fernando Abrucio, doutor em Ciência Política pela USP, professor e pesquisador da FGV-SP. O evento contou ainda com outras três mesas de debates que pautaram discussões sobre início de gestão e a importância do Regime de Colaboração Intermunicipal; durante a gestão e metas comuns à luz dos Planos Municipais de Educação; e final da gestão: diálogos sobre a transição de gestão em experiências de RCI. Fonte/Fotos: Undime Encontro reuniu dirigentes municipais, especialistas, pesquisadores, gestores públicos e lideranças educacionais para conversar sobre desafios e oportunidades que o modelo apresenta para o fortalecimento da gestão educacional brasileira O presidente da Undime Região Sudeste e Undime/SP, Luiz Miguel Martins Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP, representou a instituição, nesta quarta-feira (14), no evento “Regime de Colaboração Intermunicipal: Por que é preciso potencializar esse mecanismo?”, em Brasília. Realizado pela rede de ADEs do Brasil, o encontro teve por objetivo debater a partir de discussões relacionadas ao novo Plano Nacional de Educação e ao Sistema Nacional de Educação, o Regime de Colaboração Intermunicipal. Nesse sentido, dirigentes municipais, especialistas, pesquisadores, gestores públicos e lideranças educacionais se reuniram para conversar sobre desafios e oportunidades que o modelo apresenta para o fortalecimento da gestão educacional brasileira. Os participantes foram convidados a conhecer as lideranças de 22 iniciativas, de 12 diferentes estados brasileiros que decidiram se organizar em Arranjos de Desenvolvimento de Educação (ADEs) ou Consórcios, visando superar a inequidade entre os municípios, o isolamento e as fragilidades financeiras, técnicas e administrativas. O representante da Undime participou da primeira mesa de debates que tratou sobre “Experiências de Regime de Colaboração Intermunicipal (RCI) e porque é preciso potencializar esse mecanismo” junto a Maurício Holanda, secretário da Sase/MEC; Karla Janys, Dirigente Municipal de Educação de Açailândia/MA, presidente da Undime/MA e líder do ADE Adera (MA); e Felipe Camarão, vice-governador e secretário de Estado de Educação do Maranhão. A mediação foi de Fernando Abrucio, doutor em Ciência Política pela USP, professor e pesquisador da FGV-SP. O evento contou ainda com outras três mesas de debates que pautaram discussões sobre início de gestão e a importância do Regime de Colaboração Intermunicipal; durante a gestão e metas comuns à luz dos Planos Municipais de Educação; e final da gestão: diálogos sobre a transição de gestão em experiências de RCI. Fonte/Fotos: Undime

Videoconferência apresenta guia de apoio às transições e alocação de matrículas dos anos finais do ensino fundamental

Transmissão será nesta sexta-feira (16), pelo Conviva Educação Nesta sexta-feira, 16 de agosto, às 15h (horário de Brasília), Undime, Consed e MEC realizam videoconferência de apresentação do “Guia de apoio às transições e alocação de matrículas dos anos finais”, no âmbito do Programa Escola das Adolescências. Participam a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Kátia Schweickardt; o diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos; a coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias; a secretária de Estado da Educação de Alagoas, Roseane Vasconcelos; a superintendente do Itaú Social, Patrícia Mota Guedes; a diretora do Instituto Reúna, Kátia Smole; e a representante do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Economia Social (LEPES/USP), Mayra Ponti. A mediação será feita pelo presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima. A transmissão é aberta ao pública e será pelo Conviva Educação e pelo canal do MEC no YouTube. O evento destaca as potencialidades colaborativas entre entes federativos na redução das desigualdades educacionais nos anos finais do ensino fundamental, além de discutir a promoção de aprendizagens essenciais e a recomposição de aprendizagens, para diminuir a evasão e o abandono escolar. De acordo com o MEC, esse será o primeiro de uma série de dez guias de apoio técnico do Programa Escola das Adolescências, que serão lançados ainda em 2024. Este primeiro guia incide, sobretudo, na oferta de subsídios e evidências para apoiar as tomadas de decisão dos entes federados acerca das matrículas dos anos finais, fortalecendo o regime de colaboração. Sobre o Escola das Adolescências O Programa Escola das Adolescências, instituído pela Portaria nº 635/2024, é uma estratégia do governo federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro para fortalecer os anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). Conjugando esforços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a iniciativa busca construir uma proposta para essa etapa de ensino que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil; promova um espaço acolhedor; e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes.  A política inclui produção e divulgação de guias temáticos sobre os anos finais do ensino fundamental, assim como incentiva, financeiramente, escolas priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais. Além disso, estimula maior conexão da organização da escola e do currículo com as características dos sujeitos dos anos finais, para apoiar a construção de trajetórias de sucesso escolar dos pré-adolescentes e adolescentes. Suas estratégias se dividem em três eixos: governança; organização curricular e pedagógica; e desenvolvimento profissional.  Fonte: Undime com informações do MEC Transmissão será nesta sexta-feira (16), pelo Conviva Educação Nesta sexta-feira, 16 de agosto, às 15h (horário de Brasília), Undime, Consed e MEC realizam videoconferência de apresentação do “Guia de apoio às transições e alocação de matrículas dos anos finais”, no âmbito do Programa Escola das Adolescências. Participam a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Kátia Schweickardt; o diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos; a coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias; a secretária de Estado da Educação de Alagoas, Roseane Vasconcelos; a superintendente do Itaú Social, Patrícia Mota Guedes; a diretora do Instituto Reúna, Kátia Smole; e a representante do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Economia Social (LEPES/USP), Mayra Ponti. A mediação será feita pelo presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima. A transmissão é aberta ao pública e será pelo Conviva Educação e pelo canal do MEC no YouTube. O evento destaca as potencialidades colaborativas entre entes federativos na redução das desigualdades educacionais nos anos finais do ensino fundamental, além de discutir a promoção de aprendizagens essenciais e a recomposição de aprendizagens, para diminuir a evasão e o abandono escolar. De acordo com o MEC, esse será o primeiro de uma série de dez guias de apoio técnico do Programa Escola das Adolescências, que serão lançados ainda em 2024. Este primeiro guia incide, sobretudo, na oferta de subsídios e evidências para apoiar as tomadas de decisão dos entes federados acerca das matrículas dos anos finais, fortalecendo o regime de colaboração. Sobre o Escola das Adolescências O Programa Escola das Adolescências, instituído pela Portaria nº 635/2024, é uma estratégia do governo federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro para fortalecer os anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). Conjugando esforços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a iniciativa busca construir uma proposta para essa etapa de ensino que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil; promova um espaço acolhedor; e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes.  A política inclui produção e divulgação de guias temáticos sobre os anos finais do ensino fundamental, assim como incentiva, financeiramente, escolas priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais. Além disso, estimula maior conexão da organização da escola e do currículo com as características dos sujeitos dos anos finais, para apoiar a construção de trajetórias de sucesso escolar dos pré-adolescentes e adolescentes. Suas estratégias se dividem em três eixos: governança; organização curricular e pedagógica; e desenvolvimento profissional.  Fonte: Undime com informações do MEC

Boletim Em pauta – Edição nº 750 – 15 de agosto de 2024

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Undime participa de evento que debate Regime de Colaboração Intermunicipal

Encontro reuniu dirigentes municipais, especialistas, pesquisadores, gestores públicos e lideranças educacionais para conversar sobre desafios e oportunidades que o modelo apresenta para o fortalecimento da gestão educacional brasileira O presidente da Undime Região Sudeste e Undime/SP, Luiz Miguel Martins Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP, representou a instituição, nesta quarta-feira (14), no evento “Regime de Colaboração Intermunicipal: Por que é preciso potencializar esse mecanismo?”, em Brasília. Realizado pela rede de ADEs do Brasil, o encontro teve por objetivo debater a partir de discussões relacionadas ao novo Plano Nacional de Educação e ao Sistema Nacional de Educação, o Regime de Colaboração Intermunicipal. Nesse sentido, dirigentes municipais, especialistas, pesquisadores, gestores públicos e lideranças educacionais se reuniram para conversar sobre desafios e oportunidades que o modelo apresenta para o fortalecimento da gestão educacional brasileira. Os participantes foram convidados a conhecer as lideranças de 22 iniciativas, de 12 diferentes estados brasileiros que decidiram se organizar em Arranjos de Desenvolvimento de Educação (ADEs) ou Consórcios, visando superar a inequidade entre os municípios, o isolamento e as fragilidades financeiras, técnicas e administrativas. O representante da Undime participou da primeira mesa de debates que tratou sobre “Experiências de Regime de Colaboração Intermunicipal (RCI) e porque é preciso potencializar esse mecanismo” junto a Maurício Holanda, secretário da Sase/MEC; Karla Janys, Dirigente Municipal de Educação de Açailândia/MA, presidente da Undime/MA e líder do ADE Adera (MA); e Felipe Camarão, vice-governador e secretário de Estado de Educação do Maranhão. A mediação foi de Fernando Abrucio, doutor em Ciência Política pela USP, professor e pesquisador da FGV-SP. O evento contou ainda com outras três mesas de debates que pautaram discussões sobre início de gestão e a importância do Regime de Colaboração Intermunicipal; durante a gestão e metas comuns à luz dos Planos Municipais de Educação; e final da gestão: diálogos sobre a transição de gestão em experiências de RCI. Fonte/Fotos: Undime  

FNDE abre inscrições para o Encontro Nacional do PNAE 2024

Agendado para os dias 12 e 13 de novembro, em Brasília, evento reunirá gestores, especialistas e convidados para debater e aprimorar a política de alimentação escolar no Brasil O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) abriu nesta quinta-feira, 15, as inscrições para o Encontro Nacional do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) 2024, que será realizado nos dias 12 e 13 de novembro, em Brasília (DF). Gestores escolares, nutricionistas, conselheiros e integrantes de Centros Colaboradores em Alimentação e Nutrição Escolar (Cecanes) interessados em participar do evento podem se inscrever até o dia 5 de novembro. O encontro tem como objetivo discutir e aprimorar a política de alimentação escolar no Brasil, promovendo a troca de conhecimentos e experiências entre os participantes e fortalecendo a implementação do PNAE. De acordo com a coordenação-geral do programa, o evento será composto por atividades focadas em capacitação e discussões estratégicas, com vistas a garantir a qualidade da alimentação oferecida nas escolas públicas. A programação inclui premiações e seis oficinas técnicas que abordarão soluções inovadoras e colaborativas para os desafios enfrentados na implementação do PNAE. As oficinas reunirão participantes para desenvolver ideias criativas e práticas, focando em diferentes aspectos da gestão do programa. O PNAE, que existe há quase sete décadas, atende de forma universal a mais de 40 milhões de estudantes da rede básica de ensino em 5.570 municípios brasileiros. Quase 150 mil escolas, incluindo as federais, filantrópicas e comunitárias conveniadas com o poder público, são atendidas pelos recursos suplementares do FNDE para garantir uma alimentação adequada e nutritiva no ambiente escolar. As inscrições deverão ser realizadas por meio dos segmentos e links descritos abaixo: – Gestores Escolares: Link de inscrição – Nutricionistas: Link de inscrição – Conselheiros: Link de inscrição – Cecanes: Link de inscrição Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-abre-inscricoes-para-o-encontro-nacional-do-pnae-2024   

MEC oferta 1.600 vagas no mestrado profissional em matemática

Inscrições para o Exame Nacional de Acesso (ENA) do Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (ProfMat) estão abertas até 30 de setembro. Curso será oferecido em 82 instituições, distribuídas nas cinco regiões brasileiras (Foto: Divulgação/MEC)   O Ministério da Educação (MEC), por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), abriu inscrição para o Exame Nacional de Acesso (ENA) do Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (ProfMat). Serão ofertadas 1.600 vagas, distribuídas pelas cinco regiões do Brasil, em 82 instituições de ensino superior. A Capes concederá bolsa a até 30% dos ingressantes no primeiro semestre de 2025. Os interessados podem se inscrever até 30 de setembro, pelo portal do ProfMat, conforme previsto no Edital nº 18/2024, que rege o processo seletivo dessa edição do programa. A aplicação da prova ocorrerá no dia 9 de outubro, das 14h às 17h. O principal público-alvo são os professores da rede pública de educação básica, que precisam estar ativos em sala de aula durante todo o período do curso. A Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), em parceria com o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), coordena a iniciativa nacionalmente. ProMat – Com mais de 7,3 mil pessoas tituladas desde 2011, o ProfMat é o maior e mais antigo curso ofertado no âmbito do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu para Qualificação de Professores da Educação Básica (ProEB). As outras áreas são Artes, Biologia, Educação Física, Educação Inclusiva, Filosofia, Física, Geografia, História (que nessa edição também terá doutorado), Letras, Química e Sociologia. As 1.600 vagas no ProfMat fazem parte das 6.775 que serão abertas no âmbito do ProEB em 2025, o que representa a maior oferta da história do Programa. Serão 6.659 oportunidades em cursos de mestrado profissional e 116 no doutorado profissional de História. ProEB – O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu para Qualificação de Professores da Educação Básica proporciona a formação continuada stricto sensu, em nível de mestrado e doutorado profissionais, aos docentes em exercício na rede pública de educação básica. Os cursos são híbridos. O ProEB, criado em 2011, apoia as instituições associadas, responsáveis pela implantação e pela execução de cursos em todo o território nacional, com áreas de concentração e temáticas vinculadas diretamente à melhoria da educação básica. Ao todo, há 13 programas, sendo 12 de mestrado e um de doutorado. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/agosto/mec-oferta-1-600-vagas-no-mestrado-profissional-em-matematica   

Undime participa da 2ª Reunião Ordinária de 2024 do Fórum Nacional de Educação

Evento aconteceu nos dias 12 e 13 de agosto, em Brasília; objetivo foi discutir o projeto de lei do novo PNE, que deverá orientar as políticas educacionais dos próximos dez anos (Foto: Ester Cruz, Capes)   A Undime participou, nos dias 12 e 13 de agosto, da 2ª Reunião Ordinária de 2024 do Fórum Nacional de Educação (FNE). A instituição foi representada pelo membro titular Alessio Costa Lima, presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE; e pela suplente Vivian Ka, assessora de Políticas Públicas Educacionais. Na ocasião, participantes debateram o texto e a tramitação do Projeto de Lei do Plano Nacional de Educação (PNE) 2024-2034 – PL Nº 2.614/2024, que está sendo analisado pelo Congresso Nacional e que deverá orientar as políticas educacionais dos próximos dez anos. Além disso, estavam na pauta discussões sobre o G20 Educação Social, que será realizado de 14 a 16 de novembro, no Rio de Janeiro; a interação dos Fóruns de Educação com as Assembleias Legislativas por meio das suas Comissões de Educação; dentre outros assuntos. Conforme previsto no regimento interno, o Fórum Nacional de Educação realiza duas reuniões ordinárias por ano. A primeira aconteceu nos dias 4 e 5 de março, quando foram promovidos debates sobre as políticas educacionais em andamento, com destaque para a formulação do novo PNE. O encontro também envolveu a atuação de comissões e grupos de trabalho para a organização do processo de avaliação e sistematização dos resultados da Conferência Nacional de Educação (Conae) 2024. Sobre o FNE O Fórum Nacional de Educação é um espaço de interlocução entre a sociedade civil e o Estado brasileiro, assim como uma reivindicação histórica da comunidade educacional e fruto de deliberação da Conae 2010. De caráter permanente, o Fórum foi criado pela Portaria nº 1.407/2010 e instituído por lei com a aprovação do PNE. Em 2023, o FNE foi restituído por meio da Portaria nº 478/2023.   (Foto: Undime) Fonte: Undime com informações do MEC