Abertas inscrições para curso de educação inclusiva

Universidades públicas e institutos federais ofertam, em primeira etapa, 250 mil vagas para formação de professores em curso a distância de educação especial na perspectiva da educação inclusiva O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), abriu nesta segunda-feira, 21 de outubro, inscrições para o curso de educação especial na perspectiva da educação inclusiva destinado a professores que atuem em sala de aula na educação básica. As Universidades Federais da Bahia (UFBA) e de Pernambuco (UFPE); o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes); e as Universidades Estaduais de Ponta Grossa (UEPG), de Maringá (UEM) e de Pernambuco (UPE) estão ofertando parte das 250 mil vagas previstas para a primeira etapa da iniciativa. As aulas têm início previsto para março de 2025. O objetivo do curso é formar educadores para desenvolver concepções e um trabalho pedagógico alinhados com os princípios das políticas de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Com carga horária de 120 horas, a formação será ofertada na modalidade a distância, pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da Capes. Ao todo, cinquenta instituições de ensino superior serão responsáveis pela oferta do conteúdo e pelo processo de inscrição para preenchimento das vagas, que chegarão a 1,25 milhão. A relação das instituições participantes está disponível na página de Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), no site da Capes. A coordenação da formação ocorrerá por meio da UAB, em parceria com a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e a Universidade Federal de Goiás (UFG). Inscrição – O prazo para se inscrever no curso pela UFBA terminará em 15 de novembro, pelo site da Superintendência de Educação a Distância da instituição baiana. No Ifes, as inscrições irão até 7 de novembro, na página de processos seletivos do instituto federal. Nas duas universidades estaduais do Paraná, o período se encerrará em 21 de novembro, pelo site do Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e à Distância da UEPG. Nas Universidades Estadual (UPE) e Federal (UFPE) de Pernambuco, os interessados poderão se inscrever a partir de quarta-feira, 23 de outubro, até 10 de novembro, no espaço da educação a distância da UFPE. Conteúdo – O curso será composto por quatro módulos: 1. Direitos humanos, diversidade e educação inclusiva; 2. Desenvolvimento humano, ensino e aprendizagem na perspectiva da educação inclusiva; 3. Currículo, tecnologias e práticas pedagógicas inclusivas; 4. Práticas, recursos e materiais pedagógicos inclusivos na escola. Cada módulo terá leituras de material didático, atividades interativas mediadas pelos tutores, casos de ensino, relatos de experiências com observação e reflexão sobre as estratégias utilizadas. As avaliações ocorrerão mediante elaboração de textos, recursos e projetos. A formação pretende promover a reflexão sobre as pluralidades e singularidades de práticas pedagógicas no processo de ensino e aprendizagem do público da educação especial na sala de aula comum. Além disso, vai contribuir para a elaboração de práticas, recursos e materiais pedagógicos que colaborem para um projeto de escola inclusiva. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/abertas-inscricoes-para-curso-de-educacao-inclusiva Universidades públicas e institutos federais ofertam, em primeira etapa, 250 mil vagas para formação de professores em curso a distância de educação especial na perspectiva da educação inclusiva O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), abriu nesta segunda-feira, 21 de outubro, inscrições para o curso de educação especial na perspectiva da educação inclusiva destinado a professores que atuem em sala de aula na educação básica. As Universidades Federais da Bahia (UFBA) e de Pernambuco (UFPE); o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes); e as Universidades Estaduais de Ponta Grossa (UEPG), de Maringá (UEM) e de Pernambuco (UPE) estão ofertando parte das 250 mil vagas previstas para a primeira etapa da iniciativa. As aulas têm início previsto para março de 2025. O objetivo do curso é formar educadores para desenvolver concepções e um trabalho pedagógico alinhados com os princípios das políticas de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Com carga horária de 120 horas, a formação será ofertada na modalidade a distância, pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da Capes. Ao todo, cinquenta instituições de ensino superior serão responsáveis pela oferta do conteúdo e pelo processo de inscrição para preenchimento das vagas, que chegarão a 1,25 milhão. A relação das instituições participantes está disponível na página de Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), no site da Capes. A coordenação da formação ocorrerá por meio da UAB, em parceria com a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e a Universidade Federal de Goiás (UFG). Inscrição – O prazo para se inscrever no curso pela UFBA terminará em 15 de novembro, pelo site da Superintendência de Educação a Distância da instituição baiana. No Ifes, as inscrições irão até 7 de novembro, na página de processos seletivos do instituto federal. Nas duas universidades estaduais do Paraná, o período se encerrará em 21 de novembro, pelo site do Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e à Distância da UEPG. Nas Universidades Estadual (UPE) e Federal (UFPE) de Pernambuco, os interessados poderão se inscrever a partir de quarta-feira, 23 de outubro, até 10 de novembro, no espaço da educação a distância da UFPE. Conteúdo – O curso será composto por quatro módulos: 1. Direitos humanos, diversidade e educação inclusiva; 2. Desenvolvimento humano, ensino e aprendizagem na perspectiva da educação inclusiva; 3. Currículo, tecnologias e práticas pedagógicas inclusivas; 4. Práticas, recursos e materiais pedagógicos inclusivos na escola. Cada módulo terá leituras de material didático, atividades interativas mediadas pelos tutores, casos de ensino, relatos de experiências com observação e reflexão sobre as estratégias utilizadas. As avaliações ocorrerão mediante elaboração de textos, recursos e projetos. A formação pretende promover a reflexão sobre as pluralidades e singularidades de práticas pedagógicas no processo de ensino e aprendizagem do público da educação especial na sala de aula comum. Além

CNE aprova diretrizes para educação infantil

Resolução traz orientações que devem ser implementadas em todo o território nacional. Parâmetros visam à qualidade e equidade do ensino para promoção da aprendizagem e do desenvolvimento de crianças pequenas (Foto: Ângelo Miguel/MEC) O Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou na terça-feira, 22 de outubro, a Resolução CNE/CEB nº 1/2024, que aprova as Diretrizes Operacionais Nacionais de Qualidade e Equidade para a Educação Infantil. Elas devem ser implementadas em todo o território nacional pela União, pelos estados, pelos municípios e pelo Distrito Federal. As orientações já haviam sido homologadas pelo Ministério da Educação (MEC) por meio de despacho do ministro de Estado da Educação, Camilo Santana, em 15 de outubro. Pela primeira vez, o CNE estabelece, como norma nacional, a implementação de diretrizes nas políticas de educação infantil. O objetivo é garantir a qualidade e a equidade em termos de gestão educacional, infraestrutura, ambientes educativos, processos pedagógicos e demais condições promotoras da aprendizagem e do desenvolvimento dessa faixa etária. Além disso, a iniciativa busca promover o acesso e a permanência de bebês e crianças até os 5 anos na educação infantil. As Diretrizes Operacionais Nacionais de Qualidade e Equidade da Educação Infantil determinam parâmetros efetivos que devem ser considerados pelos sistemas de ensino e pelas instituições comprometidas com a educação infantil. A expectativa é que promovam a igualdade de oportunidades educacionais, levando em conta as diversas realidades e as muitas culturas dos territórios. Devem subsidiar, também, a construção de indicadores nacionais capazes de avançar na aferição da qualidade da educação infantil do País. A resolução define como educação infantil a primeira etapa da educação básica, oferecida nas creches e pré-escolas, em estabelecimentos educacionais públicos ou privados que educam e cuidam de crianças de 0 a 5 anos de idade no período diurno, em jornada integral ou parcial, regulados e supervisionados por órgão competente do sistema de ensino e submetidos a controle social. As orientações devem fundamentar, a partir de agora, processos de tomada de decisão na formulação, na implementação, no monitoramento e na avaliação das políticas públicas destinadas à educação infantil, nas três esferas de governo. Além disso, processos de gestão administrativa e pedagógica das instituições públicas e privadas de ensino devem observar a normativa. As diretrizes aplicam-se ao atendimento dessa etapa nas diferentes modalidades educacionais, respeitando as singularidades e características da educação escolar indígena, quilombola, bilíngue de surdos, especial e do campo. A norma ainda define as dimensões da qualidade a que creches e pré-escolas devem se adequar: gestão democrática; identidade e formação profissional; proposta pedagógica; avaliação da educação infantil; bem como infraestrutura e materiais. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/cne-aprova-diretrizes-para-educacao-infantil 

Tecnologias em sala de aula e uma escola voltada aos adolescentes encerram os debates do Fórum Regional Centro-Oeste

Debatedoras apresentaram dados sobre o uso de internet nas escolas   Os desafios da implementação das Políticas de Conectividade e de Educação Digital no cotidiano escolar foram debatidos por Ana dal Fabbro, coordenadora-geral de Tecnologia e Inovação da Educação Básica do Ministério da Educação (MEC) e Catherine Merchan, gerente de Estudos e Coalizões da Fundação Telefônica Vivo. A mediação do debate foi feita por Eduardo Ferreira da Silva, Dirigente Municipal de Educação de Canarana/MT e vice-presidente da Undime/MT. A mesa fez parte da programação do Fórum Regional Centro-Oeste, em Cuibá/MS, nesta terça-feira (22). Dal Fabbro iniciou falando sobre o desafio do acesso ao Wi-Fi nas escolas do Centro-Oeste. De acordo com o Censo Escolar de 2024, a região tem 6.737 escolas que ainda não dispõem da rede. “Muitas vezes as unidades de ensino até possuem o acesso, mas precisa ser melhorado para aumentar a velocidade e proporcionar uma melhor distribuição do sinal. A internet chega, mas ainda é preciso melhorar da porta para dentro”. Ana reforçou ainda a importância de trabalhar, na sala de aula, com currículos alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), incluindo cidadania digital e novas competências digitais adequadas a cada etapa de ensino (usar, entender e refletir sobre tecnologia), utilizar a tecnologia para apoiar uma gestão mais eficiente das secretarias e escolas, integrando dados e garantindo interoperabilidade de sistemas. Catherine Merchan, apresentou dados da pesquisa “Tecnologias Digitais nas escolas municipais do Brasil: cenário e recomendações”, organizada pelo Centro de Inovação para Educação Brasileira (Cieb), Telefônica Vivo e Undime, a exemplo de que pelo menos uma a cada cinco (21%) redes municipais do Brasil ainda não tem o ensino de Tecnologia e Computação no currículo dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Nos anos finais, são 17%. Já na Educação Infantil, o índice sobe para 37%. Na oportunidade, tratou sobre o desenvolvimento de competências digitais de estudantes. Segundo a pesquisa Tecnologias Digitais para inclusão e o crescimento, do Banco Mundial, 67% dos estudantes de 15 anos do Brasil – quase sete a cada dez – não conseguem diferenciar fatos de opiniões quando fazem leitura de textos. “Esse é um dado super importante nesse contexto dessas habilidades que são tão relevantes e nos traz um indicativo desafiador”. Uma escola atrativa para o adolescente “Os desafios das adolescências no processo de escolarização” foi tema do debate que teve a participação de Tereza Farias, coordenadora-geral de Ensino Fundamental do Ministério da Educação e Cláudia Nascimento, coordenadora de desenvolvimento e soluções do Itaú Social. A mediação foi feita por Angela Maria de Brito, Dirigente Municipal de Educação de Três Lagoas/MS e vice-presidente da Undime/MS. “Quem são os sujeitos de que estamos falando? Esse sujeito não é mais uma criança e ainda não é um jovem. Que nível de percepção do mundo ele tem nessa idade? A escola e a família percebem os processos que, por vezes, eles vivenciam, silenciam e ele se calam? Como é que a gente se conecta com essa geração de adolescentes nos anos finais do Ensino Fundamental? Precisamos refletir sobre os desafios que se colocam nessa transição”, comentou a representante do MEC ao apresentar o Programa Escola das Adolescências. Liderado pelo Ministério da Educação, o Programa Escola das Adolescências une esforços da União, Estados, Distrito Federal e municípios, com o objetivo de desenvolver uma proposta educacional que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil. A iniciativa visa promover um ambiente acolhedor, melhorar a qualidade social da educação, além de garantir o acesso, progresso e desenvolvimento integral dos estudantes. “Para que possamos transmitir a certeza de que é um bom programa, precisamos acreditar, enquanto gestores, para que essa confiança chegue até os professores e a formação deles contribua para o desenvolvimento dos nossos adolescentes”, afirmou Angela Maria de Brito, vice-presidente da Undime/MS. “No Brasil, apenas 5 em cada 10 estudantes seguem uma trajetória regular, sem abandono, reprovação ou repetência ao final do 9º ano do Ensino Fundamental”, destacou Cláudia Nascimento. Ela também apresentou dados focados na região Centro-Oeste, do estudo realizado pelo Itaú Social e Undime, intitulado “Percepções e desafios dos anos finais do Ensino Fundamental nas redes municipais de ensino”. A região tem 57% de redes municipais que ofertam essa etapa da educação básica. “As redes municipais da região enfrentam desafios para implementar espaços de diálogo e ações intersetoriais voltadas para questões relacionadas à saúde mental dos estudantes dos anos finais, sendo que 58% dessas redes implementam essas ações apenas ocasionalmente ou nunca”, explicou Cláudia Nascimento. Os desafios relacionados à saúde mental dialogam com a baixa frequência na oferta de temáticas de formação sobre problemas relacionados a bullying e dificuldades de convivência dos alunos e problemas relacionados a saúde mental e aspectos socioemocionais dos estudantes. Com relação a implementação de estratégias de transição entre as etapas, as redes municipais têm desafios e 41% das redes municipais realizam somente às vezes ou raramente ações para o fortalecimento da relação entre as famílias, escola e comunidade dos estudantes dos anos finais, explicou a coordenadora de desenvolvimento e soluções do Itaú Social. Fonte/Fotos: Undime

Gestão democrática, redução das desigualdades educacionais e o VAAR é tema destaque no Fórum Regional Centro-Oeste da Undime

Debate sobre educação antirracista também foi ponto de discussão no evento   O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) foi ponto de debate na manhã desta terça-feira, 22 de outubro, no Fórum Regional Centro-Oeste da Undime. A mesa intitulada “Gestão democrática, redução das desigualdades educacionais e o VAAR” contou contou com a participação de Valdoir Pedro Wathier, diretor de Monitoramento, Avaliação e Manutenção da Educação Básica do MEC; e Maria Teresa Gonzaga Alves, diretora de Estudos Educacionais do Inep. O presidente nacional da Undime, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, mediou as discussões sobre a temática. Valdoir iniciou falando sobre os avanços no Fundeb ao longo dos anos, apresentou as novidades do novo Fundeb, como por exemplo, a complementação da União, que está divida em três – Valor Aluno Ano Fundeb (VAAF); Valor Aluno Ano Total (VAAT); e Valor Aluno Ano Resultado (VAAR). Na ocasião, o representante do MEC detalhou a complementação VAAR explicando como funciona e quais são os princípios. Valdoir lembrou que o VAAR tem como foco a redução de desigualdades educacionais e, por isso, é necessário a rede atender a todas as condicionalidades e apresentar melhoria nos indicadores para então ser habilitada a receber a complementação. Segundo ele, o compromisso do MEC está no aprimoramento progressivo das metodologias, conferindo mais simplicidade, clareza e transparência; no aprimoramento dos cronogramas, para garantir previsibilidade e diligência; e o foco no essencial: melhoria do atendimento e da aprendizagem, com redução de desigualdades. Alerta aos municípios O prazo de atendimento às diligências para comprovação do cumprimento das condicionalidades – Ciclo 2024-2025 – por meio do módulo Fundeb – Condicionalidades VAAR do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec) vai até o dia 27 de outubro de 2024. Valdoir destacou a importância de todas as redes que se encontram em diligência responderem dentro do prazo. A data está disposta na Resolução Nº 9, de 11 de outubro de 2024. O não atendimento às diligências até 27 de outubro de 2024, poderá implicar em inabilitação do estado, do Distrito Federal ou do município na respectiva condicionalidade para recebimento da complementação VAAR no exercício subsequente. Saiba mais aqui. O presidente da Undime contextualizou o novo Fundeb, a partir do marco legal, e explicou detalhadamente sobre as complementações da União. No que se refere ao VAAR, Alessio especificou as cinco condicionalidades e reiterou o fato de que os dirigentes municipais de educação precisam compreender a importância do Fundeb, bem como as complementações da União. Maria Teresa, do Inep, destacou que nenhum país do mundo consegue coletar dados como o Brasil. “Somos referência na coleta de dados educacionais em nosso país. Os dados e informações que os municípios enviam auxiliam na compreensão do que precisa ser melhorado no que pese o processo da aprendizagem dos estudantes e outros fatores da educação pública”. Alessio finalizou a mesa dizendo da necessidade dos dirigentes conhecerem, ao menos, o básico sobre o financiamento público e que a educação básica é de responsabilidade dos municípios. “A nossa responsabilidade enquanto Dirigente Municipal de Educação está cada vez maior. Por isso, todos precisam se empoderar e compreender a importância que temos diante das constantes mudanças do cenário da educação brasileira”, destacou. O presidente ainda reforçou a importância dos municípios cumprirem as condicionalidades do VAAR. “As redes precisam centrar forças para melhorar constantemente os indicadores de atendimento, aprendizagem, redução das desigualdades e, ainda, o cumprimento das condicionalidades”, destacou Alessio. Educação antirracista Durante a mesa de discussão sobre “Como implementar as Leis 10.639/03 e 11.645/08 e promover o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”, realizada na manhã desta terça-feira (22), foram abordados temas cruciais para a promoção da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola. O encontro contou com a participação de Beatriz Soares Benedito, analista de Políticas Públicas do Instituto Alana; Eloya Rocha, coordenadora da Frente de Equidade Racial da Fundação Lemann; e Anderlúcia de Castro Ferreira, vice-presidente da Undime Goiás e Dirigente Municipal de Educação de Anicuns/GO, que mediou o debate. Beatriz Benedito trouxe à tona dados, obtidos em pesquisa do Instituto Alana com apoio da Undime, a qual informa que 71% dos municípios brasileiros ainda não cumprem a Lei 10.639/03, que torna obrigatória a inclusão da história e cultura afro-brasileira no currículo escolar. Os números evidenciam a necessidade de que as escolas elaborem planos de ação concretos. “A formação dos profissionais da educação é essencial, pois muitos desconhecem a legislação. Além disso, é fundamental envolver as famílias para combater o preconceito e a intolerância religiosa”, afirmou Beatriz. Eloya Rocha enfatizou a importância da coleta de dados étnico-raciais para a formulação de políticas públicas eficazes. “Conhecer a realidade das nossas crianças e jovens é o primeiro passo para garantir equidade na Educação Básica. Somente assim poderemos promover adequadamente a cultura afro-brasileira e indígena”, ressaltou. O debate destacou a urgência de ações concretas para que as respectivas leis sejam implementadas nas escolas, garantindo uma educação inclusiva e representativa, inclusive para fins der recebimento dos recusros do Funddeb, como o VAAR. Fonte/Foros: Undime

Fórum Regional Centro-Oeste: evento acontece em Cuiabá e reúne cerca de 500 participantes

Abertura contou com a presença de autoridades e foi precedida por apresentações culturais que encantaram o público presente Começou na manhã desta segunda-feira, 21 de outubro, o Fórum Regional Centro-Oeste da Undime. O evento acontece em Cuiabá/MT, e reúne Dirigentes Municipais de Educação, técnicos das secretarias e prefeitos dos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Para iniciar: muita música, dança e cultura local. Os participantes foram agraciados com a apresentação cultural do grupo de dança folclórica “Flor Rebeirinha”, de Cuiabá. Na sequência, o coral Canto & Encanto, formado pelos alunos da Escola Municipal de Ensino Básico (Emeb) Professora Salvelina Ferreira da Silva, do município de Várzea Grande/MT, se apresentou garantindo a animação dos participantes para o primeiro dia do Fórum. A cerimônia de abrtura contou com a presença de autoridades, entre eles: o presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação (DME) de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima; o vice-presidente nacional, presidente da Undime/MT e DME de Várzea Grande/MT, Silvio Fidelis; o presidente da Undime Região Centro-Oeste e DME de Catalão/GO, Leonardo Santa Cecília; a coordenadora-geral de Alfabetização da Secretaria de Educação Básica do MEC, Mônica Souza, na ocasião representando o Ministério da Educação; o diretor de Gestão, Articulação e Projetos Educacionais, do Fundo Nacional De Desenvolvimento da Educação (FNDE), Márcio Buzar; a chefe da Assessoria de Governança e Gestão Estratégica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Isabel Chagas; e o secretário de Estado de Educação do Mato Grosso, Alan Porto. Também participaram da abertura o deputado estadual, João Batista, representando a Assembleia Legislativa de Mato Grosso; o representante da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional MT, Rodrigo Araújo; o representante do Tribunal de Justiça do Mato Grosso, Túlio Dualibi; a diretora do Instituto de Educação da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Rute da Palma; a representante do Conselho Estadual de Educação do Mato Grosso, Adriana Tomassoni; a coordenadora da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme) seccional MT, Eva de Paulo Vieira Santos; a presidente do Fórum Matogrossense de Municípios (Mieib/MT), Jaqueline Pasuch; o presidente da Undime Goiás e DME de Rio Verde/GO, Miguel Rodrigues Ribeiro; a vice-presiente da Undime/MS e DME de Três Lagoas/MS, Angela Brito; o vice-presidente da Undime/MT e DME de Canarana/MT, Eduardo Ferreira da Silva; a vice-presidente da Undime Goiás e DME de Anicuns/GO, Anderlucia Ferreira; e a gerente de Estudos e Coalizões da Fundação Telefônica Vivo, Catherine Merchan, representando os parceiros institucionais da Undime. O presidente da Undime abriu o evento destacando que “é uma alegria e satisfação estarmos aqui hoje concluindo esse ciclo de Fóruns Regionais”. Alessio ressaltou que esses eventos com foco em cada umas das cinco regiões brasileiras têm dois principais objetivos: aproximar a relação da Undime com os dirigentes e equipes técncicas e proporcionar aos municípios uma aproximação com o Ministério da Educação, o FNDE e o Inep. “A ideia foi concentrar esforços e trazer um conjunto de técnicos dessas três instituições para ter contato direto com os diregentes e suas equipes, ouvir deles quais são suas demandas, questionamentos e o que pode ser aperfeiçoado”. O vice-presidente nacional, Silvio Fidelis, agradeceu a presença e participação de todos os que estão no evento. E ressaltou que a parceria dos governos federal, estaduais e municipais faz a diferença para o fortalecimento do regime de colaboração, que é fundamental para avançar na qualidade da educação. Também estão presentes no evento representantes do Ceará, Piauí, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo. A programação completa do Fórum está disponível no site do evento. Fóruns Regionais Em 2024, a Undime decidiu inovar ao realizar cinco fóruns, um em cada região do país. Habitualmente, era realizado um grande evento nacional, em uma cidade brasileira que recebia Dirigentes Municipais de Educação de todos os estados. A partir da novidade, implementada este ano, todas as regiões tiveram a oportunidade de descentralizar os debates, estando mais perto dos municípios, em busca de proporcionar um ambiente aberto para o diálogo e o compartilhamento de experiências. Os eventos começaram em março, na cidade de Aracaju/SE, que sediou o Fórum do Nordeste. Depois, o município de São Paulo/SP foi o local escolhido para reunir os Dirigentes do Sudeste. Em junho, Curitiba/PR foi palco do evento da região Sul, e em julho, Belém/PA sediou o Fórum Regional Norte. O do Centro-Oeste é o último dos cinco eventos e marca o encerramento da realização dessa iniciativa. Fonte/Fotos: Undime Abertura contou com a presença de autoridades e foi precedida por apresentações culturais que encantaram o público presente Começou na manhã desta segunda-feira, 21 de outubro, o Fórum Regional Centro-Oeste da Undime. O evento acontece em Cuiabá/MT, e reúne Dirigentes Municipais de Educação, técnicos das secretarias e prefeitos dos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Para iniciar: muita música, dança e cultura local. Os participantes foram agraciados com a apresentação cultural do grupo de dança folclórica “Flor Rebeirinha”, de Cuiabá. Na sequência, o coral Canto & Encanto, formado pelos alunos da Escola Municipal de Ensino Básico (Emeb) Professora Salvelina Ferreira da Silva, do município de Várzea Grande/MT, se apresentou garantindo a animação dos participantes para o primeiro dia do Fórum. A cerimônia de abrtura contou com a presença de autoridades, entre eles: o presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação (DME) de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima; o vice-presidente nacional, presidente da Undime/MT e DME de Várzea Grande/MT, Silvio Fidelis; o presidente da Undime Região Centro-Oeste e DME de Catalão/GO, Leonardo Santa Cecília; a coordenadora-geral de Alfabetização da Secretaria de Educação Básica do MEC, Mônica Souza, na ocasião representando o Ministério da Educação; o diretor de Gestão, Articulação e Projetos Educacionais, do Fundo Nacional De Desenvolvimento da Educação (FNDE), Márcio Buzar; a chefe da Assessoria de Governança e Gestão Estratégica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Isabel Chagas; e o secretário de Estado de Educação do Mato Grosso, Alan Porto. Também participaram da abertura o deputado estadual, João Batista, representando a Assembleia Legislativa de Mato Grosso; o representante

Bicentenário do Senado: kit para alunos do 5º ano é lançado no Plenário

Projeto é uma iniciativa que reafirma o compromisso desta Casa com a educação e a formação cívica dos nossos futuros cidadãos e cidadãs O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, lançou em setembro um kit pedagógico sobre o bicentenário da Casa. Com o nome de “Desafio Senado 200 anos – Uma Aventura pela Democracia”, o projeto é voltado para estudantes e professores do 5º ano do ensino fundamental. Conforme explicou Pacheco, o kit busca compartilhar algumas importantes diretrizes constitucionais com os alunos do 5º ano, com temas como a representação política, a produção das leis e a soberania popular. A ideia é imprimir e distribuir cerca de 2,5 milhões de cópias do material, que alcançarão aproximadamente 75 mil escolas públicas em todo o território nacional. A distribuição vai ocorrer de setembro a novembro deste ano e será feita pelos Correios, começando pelas localidades mais distantes dos seus centros de logística. Pacheco destacou que as comemorações dos 200 anos do Senado vão além da questão institucional, pois o Senado busca promover a educação política, ao incentivar o diálogo, a participação cidadã e o fortalecimento da democracia. – Esse projeto é uma iniciativa que reafirma o compromisso desta Casa com a educação e a formação cívica dos nossos futuros cidadãos e cidadãs, e com um processo educacional que promova o entendimento e a valorização do processo democrático, garantindo que a próxima geração de brasileiros esteja bem preparada para participar ativamente da vida nacional, registrou o presidente. O projeto Com um caderno de atividades do aluno, o kit contém materiais lúdicos e educativos, como uma capa que se transforma em jogo, materiais para montagem de uma versão do Plenário em sala de aula e uma trilha educativa, que explora aspectos da história do Brasil e do Senado, da Constituição e dos direitos e deveres dos cidadãos. Segue junto, também, material de apresentação do projeto à direção escolar e de orientação para os professores. O projeto segue a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e pretende apoiar os professores no desafio de formar cidadãos conscientes de seus direitos e deveres. O Senado vai enviar para as escolas um material especialmente formatado para suscitar reflexão e aprendizado sobre a cidadania. Também será ofertado aos professores um curso on-line de 40 horas, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), para proporcionar uma melhor utilização do material. De acordo com o diretor-executivo de Gestão do Senado, Marcio Tancredi, o desafio é uma iniciativa no sentido de envolver o futuro cidadão. Ele destaca que os alunos do 5º ano estão aprendendo sobre cidadania e nesse momento o Senado coloca um conjunto de materiais na mão do professor, como forma de discutir temas importantes para a democracia e para a construção do país. Tancredi ainda acrescenta que, além da parte mais séria, em que entram conhecimentos e informações, o kit tem também brincadeiras de montar, como um dado e um pequeno material em 3D do Plenário do Senado. – O projeto vai ajudar o aluno a conhecer um pouco mais os Poderes constituídos, conhecer como é que funciona o Parlamento, como é a vida no Senado, e dar uma formação cívica ao aluno. É também uma forma de ter uma compreensão melhor de como é a relação do cidadão com o Estado e com a comunidade dele, registrou Tancredi. Cidadania Segundo Erika Radespiel, especialista em educação e idealizadora do projeto, o desafio foi pensado para promover uma aproximação da comunidade escolar com o Senado. Ela aponta que é uma forma lúdica de promover a formação dos alunos para a cidadania e para a democracia. Segundo Erika, os alunos do 5º ano foram escolhidos porque a BNCC prevê objetivos específicos para esse ano do ensino fundamental a respeito da compreensão do sistema político brasileiro, da ética e da responsabilidade para a construção de uma sociedade livre, justa e solidária. – O projeto traz conceitos e informações a respeito do sistema político brasileiro, dos nossos direitos, do sistema democrático, e como nós podemos e devemos participar desse processo, em especial do processo legislativo, que diz respeito ao Congresso Nacional. Fonte: Agência SenadoFoto: Saulo Cruz/Agência Senado Projeto é uma iniciativa que reafirma o compromisso desta Casa com a educação e a formação cívica dos nossos futuros cidadãos e cidadãs O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, lançou em setembro um kit pedagógico sobre o bicentenário da Casa. Com o nome de “Desafio Senado 200 anos – Uma Aventura pela Democracia”, o projeto é voltado para estudantes e professores do 5º ano do ensino fundamental. Conforme explicou Pacheco, o kit busca compartilhar algumas importantes diretrizes constitucionais com os alunos do 5º ano, com temas como a representação política, a produção das leis e a soberania popular. A ideia é imprimir e distribuir cerca de 2,5 milhões de cópias do material, que alcançarão aproximadamente 75 mil escolas públicas em todo o território nacional. A distribuição vai ocorrer de setembro a novembro deste ano e será feita pelos Correios, começando pelas localidades mais distantes dos seus centros de logística. Pacheco destacou que as comemorações dos 200 anos do Senado vão além da questão institucional, pois o Senado busca promover a educação política, ao incentivar o diálogo, a participação cidadã e o fortalecimento da democracia., Esse projeto é uma iniciativa que reafirma o compromisso desta Casa com a educação e a formação cívica dos nossos futuros cidadãos e cidadãs, e com um processo educacional que promova o entendimento e a valorização do processo democrático, garantindo que a próxima geração de brasileiros esteja bem preparada para participar ativamente da vida nacional, registrou o presidente. O projeto Com um caderno de atividades do aluno, o kit contém materiais lúdicos e educativos, como uma capa que se transforma em jogo, materiais para montagem de uma versão do Plenário em sala de aula e uma trilha educativa, que explora aspectos da história do Brasil e do Senado, da Constituição e dos direitos e deveres dos cidadãos. Segue junto, também, material de apresentação do projeto à direção escolar e de orientação para os professores.

Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e Censo Escolar são temas debatidos no Fórum Regional Centro-Oeste

Mesas aconteceram na manhã desta segunda-feira (21) e contaram com representantes do MEC e Inep Após a cerimônia de abertura do Fórum Regional Centro-Oeste da Undime, nesta segunda-feira (21), a programação seguiu com a realização de duas mesas ainda no período da manhã. A “Execução do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada: regime de colaboração, monitoramento e avaliação das atividades e resultados” foi o tema da primeira mesa do evento. Participam da discussão a coordenadora-geral de Alfabetização da Secretaria de Educação Básica do MEC, Mônica Maria Silva de Souza; e o articulador do CAEd na implementação e execução da Plataforma Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, Caíque Bellato, de maneira on-line. A mesa foi mediada pelo presidente da Região Centro-Oeste, Leonardo Santa Cecília, Dirigente Municipal de Educação de Catalão/GO. Em sua fala, Mônica apresentou os desafios do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, instituído pelo Decreto Nº 11.556, de 12 de junho de 2023, para garantir a alfabetização de todas as crianças do Brasil até o final do 2º ano do ensino fundamental, além da recuperação das aprendizagens das crianças do 3º, 4º e 5º anos afetadas pela pandemia. O Compromisso prevê o estabelecimento de um regime de colaboração entre União, Estados, DF e Municípios; a definição de metas pactuadas de alfabetização com monitoramento e acompanhamento sistemático; a implementação de estratégias e de apoio técnico e financeiro da União para melhorar a infraestrutura física e pedagógica das escolas públicas; o apoio para disponibilização de materiais didáticos complementares de alfabetização para estudantes e materiais pedagógicos para professores; e a criação da plataforma de avaliação da alfabetização e desenvolvimento de estratégias formativas. Na ocasião, a coordenadora explicou ainda como está o Compromisso e quais são suas instâncias e atribuições. Mônica falou também sobre o Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, iniciativa do Ministério da Educação que visa reconhecer o trabalho das Secretarias de Educação na alfabetização das crianças brasileiras, celebrando os avanços alcançados ao longo do ano. Podem participar as Secretarias Estaduais, Municipais e Distrital de Educação que aderiram ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Além disso, as Secretarias Estaduais e Distrital devem ter pelo menos um articulador estadual da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa), enquanto as Secretarias Municipais precisam contar com um articulador municipal da Renalfa, que serão responsáveis por inscrever suas respectivas secretarias por meio do Simec entre os dias 08/10 e 08/11/2024. O articulador do Caed, Caíque Bellato, falou sobre a Plataforma de Avaliações Periódicas do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), que apoia professores e gestores na avaliação do processo de alfabetização e nas intervenções pedagógicas necessárias para garantir o direito à alfabetização das crianças. A plataforma integra as avaliações à rotina escolar, com três ciclos avaliativos propostos para os meses de março, junho e outubro. Nela, os educadores têm acesso a instrumentos de avaliação em leitura, língua portuguesa e matemática, voltados para alunos do 1º ao 5º ano, o que facilita o acompanhamento das aprendizagens e permite um ensino mais personalizado. Censo Escolar O Censo Escolar como ferramenta para qualificar a colaboração federativa foi tema abordado na segunda mesa do evento. A principal pesquisa estatística da educação básica, coordenada pelo Inep e realizada em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país, foi o foco da discussão a partir do contexto das matrículas em EJA e em Tempo Integral e a construção do Indicador Criança Alfabetizada. A mesa contou com a participação de três representantes do Inep: a chefe da Assessoria de Governança e Gestão Estratégica do Inep, Isabel Chagas; a coordenadora-geral substituta do Censo Escolar da Educação Básica do Inep, Aline Perfeito; e o diretor de Avaliação da Educação Básica do Inep, Rubens Campos de Lacerda Junior. A mediação foi feita por Miguel Rodrigues Ribeiro, Dirigente Municipal de Educação de Rio Verde/GO e presidente da Undime/GO. “Para nós, fazer o Censo Escolar é coordenar pesquisa em rede. Nosso país é grande e diverso, por isso é importante que as escolas tenham disponíveis os registros administrativos e escolares de matrícula e frequência à escola” disse Aline Perfeito, ao iniciar o debate. Em sua participação, Lacerda Junior destacou que é preciso, da parte do Inep, qualificar as entregas para que os gestores tenham dados e informações que auxiliem no planejamento das ações nas unidades escolares, garantindo, então, os resultados esperados na aprendizagem dos estudantes. Isabel Chagas concluiu o debate dizendo sobre a importância do Censo. “O Censo Escolar é uma das políticas educacionais mais antigas, com 93 anos de existência. Isso demonstra que o Censo é um instrumento que apresenta subsídios e qualidade nas informações fundamentais para o trabalho das redes escolares”, destacou. O debate encerrou as atividades da manhã do primeiro dia do Fórum Regional Centro-Oeste, que acontece em Cuiabá/MT e reúne cerca de 500 Dirigentes Municipais de Educação e técnicos das Secretarias de Educação. Fonte/Fotos: Undime Mesas aconteceram na manhã desta segunda-feira (21) e contaram com representantes do MEC e Inep Após a cerimônia de abertura do Fórum Regional Centro-Oeste da Undime, nesta segunda-feira (21), a programação seguiu com a realização de duas mesas ainda no período da manhã. A “Execução do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada: regime de colaboração, monitoramento e avaliação das atividades e resultados” foi o tema da primeira mesa do evento. Participam da discussão a coordenadora-geral de Alfabetização da Secretaria de Educação Básica do MEC, Mônica Maria Silva de Souza; e o articulador do CAEd na implementação e execução da Plataforma Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, Caíque Bellato, de maneira on-line. A mesa foi mediada pelo presidente da Região Centro-Oeste, Leonardo Santa Cecília, Dirigente Municipal de Educação de Catalão/GO. Em sua fala, Mônica apresentou os desafios do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, instituído pelo Decreto Nº 11.556, de 12 de junho de 2023, para garantir a alfabetização de todas as crianças do Brasil até o final do 2º ano do ensino fundamental, além da recuperação das aprendizagens das crianças do 3º, 4º e 5º anos afetadas pela pandemia. O Compromisso prevê o

Ética na educação, memorial de gestão e educação integral pautam debates do Fórum Regional Centro-Oeste

A programação da tarde do primeiro dia do Fórum Região Centro-Oeste da Undime, realizado nesta segunda-feira (21), começou com a palestra sobre “A ética na educação e o memorial de gestão como instrumento para sua efetivação”. Terezinha Rios, doutora em Educação e pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Formação de Educadores da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), abordou sobre a “Ética e Competência e Compreender e Ensinar: por uma docência da melhor qualidade”, temática que também é título de seu livro. Mediada por Silvio Fidelis, Dirigente Municipal de Educação de Várzea Grande/MT, presidente da Undime/MT e vice-presidente nacional da Undime, Rios destacou que os seres humanos não vivem só, mas convivem em sociedade. “Precisamos do senso e da responsabilidade de todo o coletivo, pois ninguém sobrevive sozinho, sem informações e partilha. Assim, destaco que memorável é o que merece ser lembrado. E o que merece ser lembrado é o que tem significado para todos dentro de um determinado território”. “Registrar é algo muito significativo. Poder relembrar significa construir uma educação mais democrática e contínua. A Educação precisa e deve continuar viva com tudo aquilo que foi construído” finalizou. Para colaborar com os municípios nessa ação de elaborar o Memorial de Gestão, o Conviva Educação oferece a ferramenta de Memorial de Gestão. A partir dela, a secretaria de educação pode criar o documento, que vai servir como norteador e orientador para apoiar a transição de gestão, com informações importantes de tudo o que foi feito nos últimos quatro anos. A ferramenta é composta por diversos formulários, cada um relativo a uma área de gestão, como: Administrativa, Pedagógica, Orçamentária e Financeira, Alimentação Escolar, Transporte Escolar, entre outras. No último dia 17 de outubro, a Undime realizou videoconefrência com a temática “Memorial de Gestão: como fazer uma transição republicana”. O vídeo está disponível na íntegra no Youtube. Confira aqui. Educação integral, integrada e integradora e as dimensões do ser Para encerrar o primeiro dia de debates do Fórum Regional Centro-Oeste, a última mesa-redonda abordou o tema da educação integral, integrada e integradora, destacando as diversas dimensões do ser. O painel contou com a participação de Aline Zero, coordenadora de Educação Integral em Tempo Integral do MEC; Georgia Maria Pompeo e Silva, auditora Federal de Finanças e Controle na Controladoria Regional da União em Mato Grosso; Ana Paula Sacchi Kuhar, analista Tributária e representante nacional de Cidadania Fiscal da Receita Federal; e Marcos Antonio Fari Junior, professor de Educação Física e Mestre em Educação. A mediação foi conduzida por Alessio Costa Lima, presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE. Ele iniciou sua fala ressaltando que a educação integral apresenta desafios significativos, espec/ialmente em termos de concepção. “Não podemos pensar em uma educação que não considere as dimensões do ser. A verdadeira educação é aquela que promove o desenvolvimento da criança em múltiplos aspectos. É essencial entender que a educação na perspectiva integral do ser humano requer uma ampliação da jornada escolar”, afirmou. Alessio também destacou que a educação integral não deve ser uma simples aplicação de um modelo de currículo de um município em outro. “É preocupante a ideia de ‘copiar e colar’ currículos. A realidade de cada município é única e, muitas vezes, não pode ser adequada em outro contexto. Portanto, é fundamental que essa discussão seja qualificada na escolha de componentes e tempos. O currículo não é algo simples; ele demanda um trabalho cuidadoso, que valorize a equipe pedagógica, diretores e professores, e que seja elaborado de forma colaborativa.” Fonte/Fotos: Undime A programação da tarde do primeiro dia do Fórum Região Centro-Oeste da Undime, realizado nesta segunda-feira (21), começou com a palestra sobre “A ética na educação e o memorial de gestão como instrumento para sua efetivação”. Terezinha Rios, doutora em Educação e pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Formação de Educadores da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), abordou sobre a “Ética e Competência e Compreender e Ensinar: por uma docência da melhor qualidade”, temática que também é título de seu livro. Mediada por Silvio Fidelis, Dirigente Municipal de Educação de Várzea Grande/MT, presidente da Undime/MT e vice-presidente nacional da Undime, Rios destacou que os seres humanos não vivem só, mas convivem em sociedade. “Precisamos do senso e da responsabilidade de todo o coletivo, pois ninguém sobrevive sozinho, sem informações e partilha. Assim, destaco que memorável é o que merece ser lembrado. E o que merece ser lembrado é o que tem significado para todos dentro de um determinado território”. “Registrar é algo muito significativo. Poder relembrar significa construir uma educação mais democrática e contínua. A Educação precisa e deve continuar viva com tudo aquilo que foi construído” finalizou. Para colaborar com os municípios nessa ação de elaborar o Memorial de Gestão, o Conviva Educação oferece a ferramenta de Memorial de Gestão. A partir dela, a secretaria de educação pode criar o documento, que vai servir como norteador e orientador para apoiar a transição de gestão, com informações importantes de tudo o que foi feito nos últimos quatro anos. A ferramenta é composta por diversos formulários, cada um relativo a uma área de gestão, como: Administrativa, Pedagógica, Orçamentária e Financeira, Alimentação Escolar, Transporte Escolar, entre outras. No último dia 17 de outubro, a Undime realizou videoconefrência com a temática “Memorial de Gestão: como fazer uma transição republicana”. O vídeo está disponível na íntegra no Youtube. Confira aqui.Educação integral, integrada e integradora e as dimensões do ser Para encerrar o primeiro dia de debates do Fórum Regional Centro-Oeste, a última mesa-redonda abordou o tema da educação integral, integrada e integradora, destacando as diversas dimensões do ser. O painel contou com a participação de Aline Zero, coordenadora de Educação Integral em Tempo Integral do MEC; Georgia Maria Pompeo e Silva, auditora Federal de Finanças e Controle na Controladoria Regional da União em Mato Grosso; Ana Paula Sacchi Kuhar, analista Tributária e representante nacional de Cidadania Fiscal da Receita Federal; e Marcos Antonio Fari Junior, professor de Educação

Bicentenário do Senado: kit para alunos do 5º ano é lançado no Plenário

Projeto é uma iniciativa que reafirma o compromisso desta Casa com a educação e a formação cívica dos nossos futuros cidadãos e cidadãs   O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, lançou em setembro um kit pedagógico sobre o bicentenário da Casa. Com o nome de “Desafio Senado 200 anos – Uma Aventura pela Democracia”, o projeto é voltado para estudantes e professores do 5º ano do ensino fundamental. Conforme explicou Pacheco, o kit busca compartilhar algumas importantes diretrizes constitucionais com os alunos do 5º ano, com temas como a representação política, a produção das leis e a soberania popular. A ideia é imprimir e distribuir cerca de 2,5 milhões de cópias do material, que alcançarão aproximadamente 75 mil escolas públicas em todo o território nacional. A distribuição vai ocorrer de setembro a novembro deste ano e será feita pelos Correios, começando pelas localidades mais distantes dos seus centros de logística. Pacheco destacou que as comemorações dos 200 anos do Senado vão além da questão institucional, pois o Senado busca promover a educação política, ao incentivar o diálogo, a participação cidadã e o fortalecimento da democracia. — Esse projeto é uma iniciativa que reafirma o compromisso desta Casa com a educação e a formação cívica dos nossos futuros cidadãos e cidadãs, e com um processo educacional que promova o entendimento e a valorização do processo democrático, garantindo que a próxima geração de brasileiros esteja bem preparada para participar ativamente da vida nacional — registrou o presidente. O projeto Com um caderno de atividades do aluno, o kit contém materiais lúdicos e educativos, como uma capa que se transforma em jogo, materiais para montagem de uma versão do Plenário em sala de aula e uma trilha educativa, que explora aspectos da história do Brasil e do Senado, da Constituição e dos direitos e deveres dos cidadãos. Segue junto, também, material de apresentação do projeto à direção escolar e de orientação para os professores. O projeto segue a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e pretende apoiar os professores no desafio de formar cidadãos conscientes de seus direitos e deveres. O Senado vai enviar para as escolas um material especialmente formatado para suscitar reflexão e aprendizado sobre a cidadania. Também será ofertado aos professores um curso on-line de 40 horas, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), para proporcionar uma melhor utilização do material. De acordo com o diretor-executivo de Gestão do Senado, Marcio Tancredi, o desafio é uma iniciativa no sentido de envolver o futuro cidadão. Ele destaca que os alunos do 5º ano estão aprendendo sobre cidadania e nesse momento o Senado coloca um conjunto de materiais na mão do professor, como forma de discutir temas importantes para a democracia e para a construção do país. Tancredi ainda acrescenta que, além da parte mais séria, em que entram conhecimentos e informações, o kit tem também brincadeiras de montar, como um dado e um pequeno material em 3D do Plenário do Senado. — O projeto vai ajudar o aluno a conhecer um pouco mais os Poderes constituídos, conhecer como é que funciona o Parlamento, como é a vida no Senado, e dar uma formação cívica ao aluno. É também uma forma de ter uma compreensão melhor de como é a relação do cidadão com o Estado e com a comunidade dele — registrou Tancredi. Cidadania Segundo Erika Radespiel, especialista em educação e idealizadora do projeto, o desafio foi pensado para promover uma aproximação da comunidade escolar com o Senado. Ela aponta que é uma forma lúdica de promover a formação dos alunos para a cidadania e para a democracia. Segundo Erika, os alunos do 5º ano foram escolhidos porque a BNCC prevê objetivos específicos para esse ano do ensino fundamental a respeito da compreensão do sistema político brasileiro, da ética e da responsabilidade para a construção de uma sociedade livre, justa e solidária. — O projeto traz conceitos e informações a respeito do sistema político brasileiro, dos nossos direitos, do sistema democrático, e como nós podemos e devemos participar desse processo, em especial do processo legislativo, que diz respeito ao Congresso Nacional. Fonte: Agência SenadoFoto: Saulo Cruz/Agência Senado

Ética na educação, memorial de gestão e educação integral pautam debates do Fórum Regional Centro-Oeste

  A programação da tarde do primeiro dia do Fórum Região Centro-Oeste da Undime, realizado nesta segunda-feira (21), começou com a palestra sobre “A ética na educação e o memorial de gestão como instrumento para sua efetivação”. Terezinha Rios, doutora em Educação e pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Formação de Educadores da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), abordou sobre a “Ética e Competência e Compreender e Ensinar: por uma docência da melhor qualidade”, temática que também é título de seu livro. Mediada por Silvio Fidelis, Dirigente Municipal de Educação de Várzea Grande/MT, presidente da Undime/MT e vice-presidente nacional da Undime, Rios destacou que os seres humanos não vivem só, mas convivem em sociedade. “Precisamos do senso e da responsabilidade de todo o coletivo, pois ninguém sobrevive sozinho, sem informações e partilha. Assim, destaco que memorável é o que merece ser lembrado. E o que merece ser lembrado é o que tem significado para todos dentro de um determinado território”. “Registrar é algo muito significativo. Poder relembrar significa construir uma educação mais democrática e contínua. A Educação precisa e deve continuar viva com tudo aquilo que foi construído” finalizou. Para colaborar com os municípios nessa ação de elaborar o Memorial de Gestão, o Conviva Educação oferece a ferramenta de Memorial de Gestão. A partir dela, a secretaria de educação pode criar o documento, que vai servir como norteador e orientador para apoiar a transição de gestão, com informações importantes de tudo o que foi feito nos últimos quatro anos. A ferramenta é composta por diversos formulários, cada um relativo a uma área de gestão, como: Administrativa, Pedagógica, Orçamentária e Financeira, Alimentação Escolar, Transporte Escolar, entre outras. No último dia 17 de outubro, a Undime realizou videoconefrência com a temática “Memorial de Gestão: como fazer uma transição republicana”. O vídeo está disponível na íntegra no Youtube. Confira aqui. Educação integral, integrada e integradora e as dimensões do ser Para encerrar o primeiro dia de debates do Fórum Regional Centro-Oeste, a última mesa-redonda abordou o tema da educação integral, integrada e integradora, destacando as diversas dimensões do ser. O painel contou com a participação de Aline Zero, coordenadora de Educação Integral em Tempo Integral do MEC; Georgia Maria Pompeo e Silva, auditora Federal de Finanças e Controle na Controladoria Regional da União em Mato Grosso; Ana Paula Sacchi Kuhar, analista Tributária e representante nacional de Cidadania Fiscal da Receita Federal; e Marcos Antonio Fari Junior, professor de Educação Física e Mestre em Educação. A mediação foi conduzida por Alessio Costa Lima, presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE. Ele iniciou sua fala ressaltando que a educação integral apresenta desafios significativos, espec/ialmente em termos de concepção. “Não podemos pensar em uma educação que não considere as dimensões do ser. A verdadeira educação é aquela que promove o desenvolvimento da criança em múltiplos aspectos. É essencial entender que a educação na perspectiva integral do ser humano requer uma ampliação da jornada escolar”, afirmou. Alessio também destacou que a educação integral não deve ser uma simples aplicação de um modelo de currículo de um município em outro. “É preocupante a ideia de ‘copiar e colar’ currículos. A realidade de cada município é única e, muitas vezes, não pode ser adequada em outro contexto. Portanto, é fundamental que essa discussão seja qualificada na escolha de componentes e tempos. O currículo não é algo simples; ele demanda um trabalho cuidadoso, que valorize a equipe pedagógica, diretores e professores, e que seja elaborado de forma colaborativa.” Fonte/Fotos: Undime