MEC abre adesão ao PDDE Escola das Adolescências

Período de adesão começará na quinta-feira (31). Ao todo, 15 mil escolas estão aptas a receber o financiamento. Webinário tirou dúvidas sobre a participação das secretarias de educação no programa (Foto: Divulgação MEC) O Ministério da Educação (MEC) abrirá nesta quinta-feira, 31 de outubro, o período de adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Escola das Adolescências para as secretarias de educação estaduais, municipais e distrital. O prazo para manifestação de interesse irá até 14 de novembro, de acordo com a Resolução CD/FNDE nº 23/2024, que dispõe sobre os critérios, as formas de transferência, a execução e a prestação de contas dos recursos. Em 2024, serão disponibilizados cerca de R$ 94 milhões para mais de 15 mil escolas de anos finais elegíveis em todo o Brasil. A adesão deverá ser feita pelos secretários de educação municipais, distrital e estaduais, por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Eles vão selecionar as escolas participantes e, em seguida, assinar o termo de adesão e compromisso do programa. Após esse procedimento, o diretor de cada escola selecionada também deverá fazer a adesão, via PDDE Interativo, a partir da assinatura de um termo de compromisso. O período para que as escolas confirmem seu interesse no PDDE Interativo irá de 15 a 29 de novembro. Com a adesão, os entes federados se comprometem a promover ações sistêmicas de melhoria contínua dos insumos, processos e resultados educacionais dos anos finais do ensino fundamental. A intenção é reduzir as desigualdades educacionais e garantir plenamente o acesso, a permanência e a conclusão dos estudos na idade adequada. O valor a ser destinado a cada unidade da Federação visa atender ao turno que possua o maior número de turmas com o público-alvo dos anos finais. O montante será baseado na quantidade de salas de aulas, conforme dados do Censo Escolar do ano anterior, até o limite do orçamento destinado a essa ação. O valor de referência é de R$ 1,3 mil por turma. Escola das Adolescências – O Programa Escola das Adolescências tem como objetivo dar apoio técnico e financeiro para ampliar a qualidade dos anos finais do ensino fundamental, em face das singularidades vividas pelos pré-adolescentes e adolescentes nesse período da vida escolar. O apoio financeiro é vinculado às ações de um dos eixos estruturantes da política, o de organização curricular e pedagógica. Os critérios para a seleção priorizam as escolas com maior vulnerabilidade socioeconômica, maior percentual de matrícula de estudantes negros e localização diferenciada, apurados pelo Censo Escolar. A verba deve ser utilizada em despesas de custeio e capital, com foco na aquisição de recursos didático-pedagógicos para a diversificação de insumos adequados ao desenvolvimento de clubes de letramentos, científico, matemático, literário e de ação comunitária. Além disso, o recurso pode ser investido em espaços de apoio ao reagrupamento, com ênfase em estudantes que possuam defasagem de aprendizagem em língua portuguesa, matemática e ciências da natureza. Webinário – Nesta quarta-feira, 30 de outubro, a Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC realizou um webinário a fim de orientar redes de ensino e escolas sobre as etapas de adesão ao programa. O evento foi transmitido pelo canal do MEC no YouTube e apresentou um passo a passo do processo. Na ocasião, a coordenadora-geral de Ensino Fundamental da SEB, Tereza Farias, relembrou que, no mês de maio deste ano, o MEC realizou um amplo e longo processo de escuta aos estudantes durante a primeira Semana Nacional da Escuta das Adolescências. “Chegamos a 20 mil escolas dos anos finais e pudemos registrar as impressões, perspectivas e, principalmente, as proposições de mais de 2,2 milhões de estudantes do 6º ao 9º ano. Foi uma escuta histórica, que afirmou a importância de construirmos políticas públicas educacionais pensando nos sujeitos, dialogando com os interesses e as expectativas que esse público traz”, ressaltou. Farias pontuou também que, em seguida, a política foi lançada e que é responsabilidade do MEC a coordenação, organização, orientação e redistribuição equitativa dos recursos entre os entes federados: “Lançamos, no mês de julho, a Portaria nº 635, que instituiu o programa. Desde então, trabalhamos diuturnamente com um conjunto de técnicos que representam as secretarias de educação estaduais, municipais e distrital. Eles constituem a rede nacional dos articuladores técnicos do programa”. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/mec-abre-adesao-ao-pdde-escola-das-adolescencias Período de adesão começará na quinta-feira (31). Ao todo, 15 mil escolas estão aptas a receber o financiamento. Webinário tirou dúvidas sobre a participação das secretarias de educação no programa (Foto: Divulgação MEC) O Ministério da Educação (MEC) abrirá nesta quinta-feira, 31 de outubro, o período de adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Escola das Adolescências para as secretarias de educação estaduais, municipais e distrital. O prazo para manifestação de interesse irá até 14 de novembro, de acordo com a Resolução CD/FNDE nº 23/2024, que dispõe sobre os critérios, as formas de transferência, a execução e a prestação de contas dos recursos. Em 2024, serão disponibilizados cerca de R$ 94 milhões para mais de 15 mil escolas de anos finais elegíveis em todo o Brasil. A adesão deverá ser feita pelos secretários de educação municipais, distrital e estaduais, por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Eles vão selecionar as escolas participantes e, em seguida, assinar o termo de adesão e compromisso do programa. Após esse procedimento, o diretor de cada escola selecionada também deverá fazer a adesão, via PDDE Interativo, a partir da assinatura de um termo de compromisso. O período para que as escolas confirmem seu interesse no PDDE Interativo irá de 15 a 29 de novembro. Com a adesão, os entes federados se comprometem a promover ações sistêmicas de melhoria contínua dos insumos, processos e resultados educacionais dos anos finais do ensino fundamental. A intenção é reduzir as desigualdades educacionais e garantir plenamente o acesso, a permanência e a conclusão dos estudos na idade adequada. O valor a ser destinado a cada unidade da Federação visa atender ao turno que possua o maior número de turmas com
MEC abre adesão ao PDDE Escola das Adolescências

Período de adesão começará na quinta-feira (31). Ao todo, 15 mil escolas estão aptas a receber o financiamento. Webinário tirou dúvidas sobre a participação das secretarias de educação no programa (Foto: Divulgação MEC) O Ministério da Educação (MEC) abrirá nesta quinta-feira, 31 de outubro, o período de adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Escola das Adolescências para as secretarias de educação estaduais, municipais e distrital. O prazo para manifestação de interesse irá até 14 de novembro, de acordo com a Resolução CD/FNDE nº 23/2024, que dispõe sobre os critérios, as formas de transferência, a execução e a prestação de contas dos recursos. Em 2024, serão disponibilizados cerca de R$ 94 milhões para mais de 15 mil escolas de anos finais elegíveis em todo o Brasil. A adesão deverá ser feita pelos secretários de educação municipais, distrital e estaduais, por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Eles vão selecionar as escolas participantes e, em seguida, assinar o termo de adesão e compromisso do programa. Após esse procedimento, o diretor de cada escola selecionada também deverá fazer a adesão, via PDDE Interativo, a partir da assinatura de um termo de compromisso. O período para que as escolas confirmem seu interesse no PDDE Interativo irá de 15 a 29 de novembro. Com a adesão, os entes federados se comprometem a promover ações sistêmicas de melhoria contínua dos insumos, processos e resultados educacionais dos anos finais do ensino fundamental. A intenção é reduzir as desigualdades educacionais e garantir plenamente o acesso, a permanência e a conclusão dos estudos na idade adequada. O valor a ser destinado a cada unidade da Federação visa atender ao turno que possua o maior número de turmas com o público-alvo dos anos finais. O montante será baseado na quantidade de salas de aulas, conforme dados do Censo Escolar do ano anterior, até o limite do orçamento destinado a essa ação. O valor de referência é de R$ 1,3 mil por turma. Escola das Adolescências – O Programa Escola das Adolescências tem como objetivo dar apoio técnico e financeiro para ampliar a qualidade dos anos finais do ensino fundamental, em face das singularidades vividas pelos pré-adolescentes e adolescentes nesse período da vida escolar. O apoio financeiro é vinculado às ações de um dos eixos estruturantes da política, o de organização curricular e pedagógica. Os critérios para a seleção priorizam as escolas com maior vulnerabilidade socioeconômica, maior percentual de matrícula de estudantes negros e localização diferenciada, apurados pelo Censo Escolar. A verba deve ser utilizada em despesas de custeio e capital, com foco na aquisição de recursos didático-pedagógicos para a diversificação de insumos adequados ao desenvolvimento de clubes de letramentos — científico, matemático, literário e de ação comunitária. Além disso, o recurso pode ser investido em espaços de apoio ao reagrupamento, com ênfase em estudantes que possuam defasagem de aprendizagem em língua portuguesa, matemática e ciências da natureza. Webinário – Nesta quarta-feira, 30 de outubro, a Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC realizou um webinário a fim de orientar redes de ensino e escolas sobre as etapas de adesão ao programa. O evento foi transmitido pelo canal do MEC no YouTube e apresentou um passo a passo do processo. Na ocasião, a coordenadora-geral de Ensino Fundamental da SEB, Tereza Farias, relembrou que, no mês de maio deste ano, o MEC realizou um amplo e longo processo de escuta aos estudantes durante a primeira Semana Nacional da Escuta das Adolescências. “Chegamos a 20 mil escolas dos anos finais e pudemos registrar as impressões, perspectivas e, principalmente, as proposições de mais de 2,2 milhões de estudantes do 6º ao 9º ano. Foi uma escuta histórica, que afirmou a importância de construirmos políticas públicas educacionais pensando nos sujeitos, dialogando com os interesses e as expectativas que esse público traz”, ressaltou. Farias pontuou também que, em seguida, a política foi lançada e que é responsabilidade do MEC a coordenação, organização, orientação e redistribuição equitativa dos recursos entre os entes federados: “Lançamos, no mês de julho, a Portaria nº 635, que instituiu o programa. Desde então, trabalhamos diuturnamente com um conjunto de técnicos que representam as secretarias de educação estaduais, municipais e distrital. Eles constituem a rede nacional dos articuladores técnicos do programa”. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/mec-abre-adesao-ao-pdde-escola-das-adolescencias
Undime participa de audiência pública sobre Sistema Nacional de Educação

Instituição foi representada pelo presidente Alessio Costa Lima A Undime participou nesta terça-feira, 29 de outubro, de audiência pública promovida pela subcomissão permanente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados que trata do Sistema Nacional de Educação (SNE). O debate abordou a colaboração federativa e a autonomia dos entes. A audiência, proposta pela deputada Adriana Ventura, fomentou o diálogo entre os diferentes atores envolvidos na construção de consensos e no aprimoramento das propostas de regulamentação do SNE. A deputada destacou que o sistema surgiu como uma iniciativa para organizar a coordenação entre a União, os estados e os municípios, buscando otimizar as responsabilidades educacionais no país. Além da Undime também participaram do debate Maurício Holanda, Secretário de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino do Ministério da Educação (MEC); Lorena Reis, Assessora de Projetos Estratégicos da Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais; Marcia Bernardes, representando a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo; e João Batista de Oliveira Presidente do Instituto Alfa e Beto. Durante a audiência, Alessio apresentou as sugestões da Undime para o PLP 235/2019 do Senado, que estabelece o Sistema Nacional de Educação. Entre as propostas, destacam-se: considerar o Conselho Nacional de Educação (CNE) como a instância normatizadora do SNE, garantindo sua autonomia administrativa; criar um Conselho Federal de Educação, responsável pela rede federal de ensino; aprimorar as definições de atribuições e competências dos conselhos nacional, estaduais e municipais; desenvolver o conceito de regime de colaboração, que possui objetivos distintos da cooperação federativa; e detalhar a composição do CNE, assegurando a participação de representantes do Consed, da Undime, da Uncme e do Foncede. “Apresentamos pontos que consideramos essenciais para o avanço do PL, como a necessidade de reconhecer o Conselho Nacional de Educação como a instância normatizadora da educação no país, garantindo sua autonomia administrativa. Além disso, é fundamental assegurar a participação das redes estaduais e municipais na composição do CNE, para que esta instância nacional tenha representação direta dos municípios e estados. Um órgão composto exclusivamente pelo governo federal não pode normatizar para todo o Brasil. Defendemos um conselho nacional, autônomo e com representação tripartite da União, estados e municípios”, afirmou. Alessio também sugeriu que o SNE determine que os atos normativos dos conselhos de educação sejam analisados pelo respectivo poder executivo em até 90 dias, para homologação ou devolução para reexame. Propôs, ainda, que os fóruns estaduais tenham composição semelhante à do Fórum Nacional de Educação (FNE) e ressaltou a importância das conferências nacionais, estaduais e municipais no processo de construção, implementação, monitoramento e avaliação das políticas públicas. Por fim, enfatizou a necessidade de aprimorar a definição do CAQ (insumos, composição) e de não limitar sua implementação à disponibilidade orçamentária anual da União, além de detalhar os princípios do Sinaeb, diretrizes e dimensões. Fonte: UndimeFoto: Reprodução Youtube
Governo Federal realiza a 2ª Semana Brasileira de Educação Midiática

Evento será de 29 de outubro a 1º de novembro com atividades que fortalecem habilidades de comunicação dos estudantes em temas como meio ambiente e mudanças climáticas, promoção do jornalismo de qualidade e direitos no ambiente digital A 2ª Semana Brasileira de Educação Midiática, realizada em parceria pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Ministério da Educação e Unesco, com apoio da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), será realizada de 29 de outubro a 1º de novembro de 2024. A iniciativa tem como tema “Conectando territórios e diversidades”, além tratar de assuntos como meio ambiente e mudanças do clima, direitos de crianças e adolescentes nos meios digitais e jornalismo nas escolas. Integridade da informação, jornalismo, mudanças climáticas e direitos no ambiente digital estão na pauta esse ano. Dando continuidade à primeira edição realizada em 2023, a 2ª Semana Brasileira de Educação Midiática será uma celebração das diversidades presentes nas iniciativas de educação midiática em todo o Brasil. O evento representa uma oportunidade para promover a troca de saberes e experiências entre educadores, estudantes, ativistas e cidadãos de todo o país, fortalecendo uma educação midiática que respeite e valorize as vozes de todas as regiões. O intuito é debater sobre as diferentes realidades no país que entrelaçam a experiência com a informação nos meios digitais. A abertura do evento, no dia 29 de outubro, será sediada no auditório do Anexo do MEC, em Brasília/DF, de 14h as 17h. A Undime participa representada pelo presidente, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE. As inscrições para o evento presencial podem ser feitas acessando este formulário digital. Além disso, por meio da página especial dedicada à 2ª Semana, pessoas interessadas em participar podem acessar vários planos de aula feitos por parceiros da Secom PR e do MEC, disponíveis para baixar gratuitamente. Segundo Fábio Meirelles, diretor do Departamento de Direitos na Rede e Educação Midiática da Secom PR, a Semana tem por objetivo mobilizar educadores e interessados na temática a organizarem suas próprias atividades nos territórios “Convidamos professores, estudantes, integrantes de organizações da sociedade civil a participarem organizando atividades em suas regiões, como oficinas, rodas de conversa e o que mais quiserem propor”, afirma. As propostas podem ser feitas a partir de formulário disponível no site da Secom PR, que disponibiliza também planos de aula e um repositório de conteúdos para inspirar educadores. “A partir disso, a iniciativa de cada um fará parte de uma agenda nacional, ampliando o acesso à educação midiática em todas as partes do Brasil, ajudando a construir um ambiente digital mais inclusivo, seguro e diverso”, conclui Meirelles. Na programação, estão previstas mesas de discussão, oficinas digitais de práticas de educação midiática, painéis sobre o papel da comunicação pública na promoção da educação midiática e sobre como identificar o jornalismo de qualidade, além de espaços de discussão com parceiros da França, da Dinamarca e do Reino Unido. Para participar basta inscrever sua atividade no formulário e a iniciativa fará parte de uma agenda nacional, ampliando o acesso à educação midiática em todas as partes do Brasil, e ajudando a construir um ambiente digital mais inclusivo, seguro e diverso. CLIQUE AQUI E PARTICIPE Fonte: Undime (com informações da Secom PR) Evento será de 29 de outubro a 1º de novembro com atividades que fortalecem habilidades de comunicação dos estudantes em temas como meio ambiente e mudanças climáticas, promoção do jornalismo de qualidade e direitos no ambiente digital A 2ª Semana Brasileira de Educação Midiática, realizada em parceria pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Ministério da Educação e Unesco, com apoio da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), será realizada de 29 de outubro a 1º de novembro de 2024. A iniciativa tem como tema “Conectando territórios e diversidades”, além tratar de assuntos como meio ambiente e mudanças do clima, direitos de crianças e adolescentes nos meios digitais e jornalismo nas escolas. Integridade da informação, jornalismo, mudanças climáticas e direitos no ambiente digital estão na pauta esse ano. Dando continuidade à primeira edição realizada em 2023, a 2ª Semana Brasileira de Educação Midiática será uma celebração das diversidades presentes nas iniciativas de educação midiática em todo o Brasil. O evento representa uma oportunidade para promover a troca de saberes e experiências entre educadores, estudantes, ativistas e cidadãos de todo o país, fortalecendo uma educação midiática que respeite e valorize as vozes de todas as regiões. O intuito é debater sobre as diferentes realidades no país que entrelaçam a experiência com a informação nos meios digitais. A abertura do evento, no dia 29 de outubro, será sediada no auditório do Anexo do MEC, em Brasília/DF, de 14h as 17h. A Undime participa representada pelo presidente, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE. As inscrições para o evento presencial podem ser feitas acessando este formulário digital. Além disso, por meio da página especial dedicada à 2ª Semana, pessoas interessadas em participar podem acessar vários planos de aula feitos por parceiros da Secom PR e do MEC, disponíveis para baixar gratuitamente. Segundo Fábio Meirelles, diretor do Departamento de Direitos na Rede e Educação Midiática da Secom PR, a Semana tem por objetivo mobilizar educadores e interessados na temática a organizarem suas próprias atividades nos territórios “Convidamos professores, estudantes, integrantes de organizações da sociedade civil a participarem organizando atividades em suas regiões, como oficinas, rodas de conversa e o que mais quiserem propor”, afirma. As propostas podem ser feitas a partir de formulário disponível no site da Secom PR, que disponibiliza também planos de aula e um repositório de conteúdos para inspirar educadores. “A partir disso, a iniciativa de cada um fará parte de uma agenda nacional, ampliando o acesso à educação midiática em todas as partes do Brasil, ajudando a construir um ambiente digital mais inclusivo, seguro e diverso”, conclui Meirelles. Na programação, estão previstas mesas de discussão, oficinas digitais de práticas de
Participantes do Fórum Regional Centro-Oeste podem acessar o certificado na página do evento

Para a emissão do documento, é necessário preencher a ficha de avaliação Dirigentes municipais de educação e técnicos das secretarias que participaram do Fórum Regional Centro-Oeste da Undime, realizado em Cuiabá/ MT, nos dias 21 e 22 de outubro, já podem baixar seus certificados de participação. Para acessar o certificado, siga estas etapas: – Acesse a página do evento (clique aqui). – Localize o ícone “Certificado de Participação” e clique nele. – Informe seu CPF e clique em “Verificar Certificado”. Para a emissão do certificado, é necessário preencher todos os campos da ficha de avaliação do evento. Após a conclusão desta etapa, o certificado estará disponível para download. O Fórum Regional Centro-Oeste, foi o último de cinco eventos que a Undime realizou em cada região do país. Em dois dias de evento, foram abordados os desafios atuais da educação pública, de maneira regionalizada, visando a melhoria da qualidade da educação ofertada pelas redes municipais de ensino. Fonte: Undime Para a emissão do documento, é necessário preencher a ficha de avaliação Dirigentes municipais de educação e técnicos das secretarias que participaram do Fórum Regional Centro-Oeste da Undime, realizado em Cuiabá/ MT, nos dias 21 e 22 de outubro, já podem baixar seus certificados de participação. Para acessar o certificado, siga estas etapas: – Acesse a página do evento (clique aqui). – Localize o ícone “Certificado de Participação” e clique nele. – Informe seu CPF e clique em “Verificar Certificado”. Para a emissão do certificado, é necessário preencher todos os campos da ficha de avaliação do evento. Após a conclusão desta etapa, o certificado estará disponível para download. O Fórum Regional Centro-Oeste, foi o último de cinco eventos que a Undime realizou em cada região do país. Em dois dias de evento, foram abordados os desafios atuais da educação pública, de maneira regionalizada, visando a melhoria da qualidade da educação ofertada pelas redes municipais de ensino. Fonte: Undime
Censo Escolar: pesquisa sobre diversidade e inclusão segue até 6 de dezembro

Diretores e gestores escolares devem preencher o formulário no Sistema Educacenso. Levantamento é complementar ao Censo Escolar Segue em andamento, no âmbito do Censo Escolar, a Pesquisa Suplementar sobre Diversidade e Inclusão. Os diretores ou gestores escolares devem acessar e preencher o formulário, no Sistema Educacenso, até o dia 6 de dezembro. O levantamento é realizado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A pesquisa contempla aspectos como possíveis eventos que tenham impactado o ano letivo; o funcionamento, a estrutura da escola e a atuação dos profissionais no período noturno; as ações desenvolvidas no ambiente escolar (entre elas, as voltadas à educação ambiental, interdisciplinares e aos direitos humanos); a alimentação escolar; e os registros de informações que detalham os perfis dos alunos (como dados sobre possíveis deficiências e transtornos). – Um dos objetivos é ampliar e qualificar o conhecimento sobre as escolas brasileiras, seus estudantes e profissionais da educação. – O levantamento complementa os dados apurados no Censo Escolar sobre diversidade e inclusão. Censo Escolar – Principal pesquisa estatística da educação básica, o Censo Escolar é coordenado pelo Inep e realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país. O levantamento abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional. As estatísticas de matrículas servem de base para o repasse de recursos do governo federal e para o planejamento e a divulgação das avaliações realizadas pelo Inep. O Censo Escolar também é uma ferramenta fundamental para que os atores educacionais possam compreender a situação educacional do Brasil, das unidades Federativas e dos municípios, bem como das escolas, permitindo-lhes acompanhar a efetividade das políticas públicas educacionais. Essa compreensão é proporcionada por meio de um conjunto amplo de indicadores que possibilitam monitorar o desenvolvimento da educação brasileira. Entre eles, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (ldeb), as taxas de rendimento e de fluxo escolar, além da distorção idade-série, todos calculados com base no Censo Escolar. Parte dos indicadores também serve de referência para o monitoramento e cumprimento das metas do Plano Nacional da Educação (PNE). Acesse o Sistema Educacenso Saiba mais sobre o Censo Escolar Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/censo-escolar/pesquisa-sobre-diversidade-e-inclusao-segue-ate-6-12 Diretores e gestores escolares devem preencher o formulário no Sistema Educacenso. Levantamento é complementar ao Censo Escolar Segue em andamento, no âmbito do Censo Escolar, a Pesquisa Suplementar sobre Diversidade e Inclusão. Os diretores ou gestores escolares devem acessar e preencher o formulário, no Sistema Educacenso, até o dia 6 de dezembro. O levantamento é realizado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A pesquisa contempla aspectos como possíveis eventos que tenham impactado o ano letivo; o funcionamento, a estrutura da escola e a atuação dos profissionais no período noturno; as ações desenvolvidas no ambiente escolar (entre elas, as voltadas à educação ambiental, interdisciplinares e aos direitos humanos); a alimentação escolar; e os registros de informações que detalham os perfis dos alunos (como dados sobre possíveis deficiências e transtornos). – Um dos objetivos é ampliar e qualificar o conhecimento sobre as escolas brasileiras, seus estudantes e profissionais da educação.- O levantamento complementa os dados apurados no Censo Escolar sobre diversidade e inclusão. Censo Escolar – Principal pesquisa estatística da educação básica, o Censo Escolar é coordenado pelo Inep e realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país. O levantamento abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional. As estatísticas de matrículas servem de base para o repasse de recursos do governo federal e para o planejamento e a divulgação das avaliações realizadas pelo Inep. O Censo Escolar também é uma ferramenta fundamental para que os atores educacionais possam compreender a situação educacional do Brasil, das unidades Federativas e dos municípios, bem como das escolas, permitindo-lhes acompanhar a efetividade das políticas públicas educacionais. Essa compreensão é proporcionada por meio de um conjunto amplo de indicadores que possibilitam monitorar o desenvolvimento da educação brasileira. Entre eles, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (ldeb), as taxas de rendimento e de fluxo escolar, além da distorção idade-série, todos calculados com base no Censo Escolar. Parte dos indicadores também serve de referência para o monitoramento e cumprimento das metas do Plano Nacional da Educação (PNE). Acesse o Sistema Educacenso Saiba mais sobre o Censo Escolar Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/censo-escolar/pesquisa-sobre-diversidade-e-inclusao-segue-ate-6-12
Universidades abrem inscrição para curso de educação inclusiva

Ao todo, 50 instituições de ensino superior vão ofertar 250 mil vagas para formação de professores em curso promovido pelo MEC em parceria com a Capes. Dessas, 12 já estão com matrículas abertas (Foto: Reprodução Istock) Diversas instituições de ensino superior estão com matrículas abertas para o Curso de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Professores que atuam em sala de aula da educação básica podem participar da formação. Os interessados têm até o dia 15 de novembro para se inscreverem. Em todo o país, 50 instituições de ensino superior aderiram ao curso e vão oferecer, inicialmente, 250 mil vagas. As inscrições já estão abertas em 12 instituições: Universidade Federal do Tocantins (UFT); Universidade Federal de Roraima (UFRR); Universidades Estadual e Federal do Maranhão (UEMA e UFMA); Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Universidade Federal da Bahia (UFBA); Universidades Estadual e Federal de Pernambuco (UPE e UFPE); Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (Unesp); Universidades Estaduais de Ponta Grossa e Maringá (UEPG e UEM); e Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes). Todas as informações sobre prazo e documentos necessários para inscrição podem ser acessados nos links citados. Em todas as etapas da iniciativa, serão ofertadas, no total, mais de 1 milhão de vagas. A formação ocorrerá por meio da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e terá carga horária de 120 horas. A realização é uma iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC). A relação das instituições participantes está disponível na página Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil, no site da Capes. Conteúdo – O curso será composto por quatro módulos: 1 – Direitos humanos, diversidade e educação inclusiva; 2 – Desenvolvimento humano, ensino e aprendizagem na perspectiva da educação inclusiva; 3 – Currículo, tecnologias e práticas pedagógicas inclusivas; e 4 – Práticas, recursos e materiais pedagógicos inclusivos na escola. Cada módulo terá leituras de material didático, atividades interativas mediadas pelos tutores, casos de ensino, relatos de experiências com observação e reflexão sobre as estratégias utilizadas. As avaliações ocorrerão mediante elaboração de textos, recursos e projetos. A formação pretende promover a reflexão sobre as pluralidades e singularidades de práticas pedagógicas no processo de ensino e aprendizagem do público da educação especial na sala de aula comum. Além disso, vai contribuir para a elaboração de práticas, recursos e materiais pedagógicos que colaborem para um projeto de escola inclusiva. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/universidades-abrem-inscricao-para-curso-de-educacao-inclusiva Ao todo, 50 instituições de ensino superior vão ofertar 250 mil vagas para formação de professores em curso promovido pelo MEC em parceria com a Capes. Dessas, 12 já estão com matrículas abertas (Foto: Reprodução Istock) Diversas instituições de ensino superior estão com matrículas abertas para o Curso de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Professores que atuam em sala de aula da educação básica podem participar da formação. Os interessados têm até o dia 15 de novembro para se inscreverem. Em todo o país, 50 instituições de ensino superior aderiram ao curso e vão oferecer, inicialmente, 250 mil vagas. As inscrições já estão abertas em 12 instituições: Universidade Federal do Tocantins (UFT); Universidade Federal de Roraima (UFRR); Universidades Estadual e Federal do Maranhão (UEMA e UFMA); Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Universidade Federal da Bahia (UFBA); Universidades Estadual e Federal de Pernambuco (UPE e UFPE); Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (Unesp); Universidades Estaduais de Ponta Grossa e Maringá (UEPG e UEM); e Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes). Todas as informações sobre prazo e documentos necessários para inscrição podem ser acessados nos links citados. Em todas as etapas da iniciativa, serão ofertadas, no total, mais de 1 milhão de vagas. A formação ocorrerá por meio da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e terá carga horária de 120 horas. A realização é uma iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC). A relação das instituições participantes está disponível na página Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil, no site da Capes. Conteúdo – O curso será composto por quatro módulos:1 – Direitos humanos, diversidade e educação inclusiva; 2 – Desenvolvimento humano, ensino e aprendizagem na perspectiva da educação inclusiva; 3 – Currículo, tecnologias e práticas pedagógicas inclusivas; e4 – Práticas, recursos e materiais pedagógicos inclusivos na escola. Cada módulo terá leituras de material didático, atividades interativas mediadas pelos tutores, casos de ensino, relatos de experiências com observação e reflexão sobre as estratégias utilizadas. As avaliações ocorrerão mediante elaboração de textos, recursos e projetos. A formação pretende promover a reflexão sobre as pluralidades e singularidades de práticas pedagógicas no processo de ensino e aprendizagem do público da educação especial na sala de aula comum. Além disso, vai contribuir para a elaboração de práticas, recursos e materiais pedagógicos que colaborem para um projeto de escola inclusiva. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/universidades-abrem-inscricao-para-curso-de-educacao-inclusiva
Censo Escolar: pesquisa sobre diversidade e inclusão segue até 6 de dezembro

Diretores e gestores escolares devem preencher o formulário no Sistema Educacenso. Levantamento é complementar ao Censo Escolar Segue em andamento, no âmbito do Censo Escolar, a Pesquisa Suplementar sobre Diversidade e Inclusão. Os diretores ou gestores escolares devem acessar e preencher o formulário, no Sistema Educacenso, até o dia 6 de dezembro. O levantamento é realizado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A pesquisa contempla aspectos como possíveis eventos que tenham impactado o ano letivo; o funcionamento, a estrutura da escola e a atuação dos profissionais no período noturno; as ações desenvolvidas no ambiente escolar (entre elas, as voltadas à educação ambiental, interdisciplinares e aos direitos humanos); a alimentação escolar; e os registros de informações que detalham os perfis dos alunos (como dados sobre possíveis deficiências e transtornos). – Um dos objetivos é ampliar e qualificar o conhecimento sobre as escolas brasileiras, seus estudantes e profissionais da educação. – O levantamento complementa os dados apurados no Censo Escolar sobre diversidade e inclusão. Censo Escolar – Principal pesquisa estatística da educação básica, o Censo Escolar é coordenado pelo Inep e realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país. O levantamento abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional. As estatísticas de matrículas servem de base para o repasse de recursos do governo federal e para o planejamento e a divulgação das avaliações realizadas pelo Inep. O Censo Escolar também é uma ferramenta fundamental para que os atores educacionais possam compreender a situação educacional do Brasil, das unidades Federativas e dos municípios, bem como das escolas, permitindo-lhes acompanhar a efetividade das políticas públicas educacionais. Essa compreensão é proporcionada por meio de um conjunto amplo de indicadores que possibilitam monitorar o desenvolvimento da educação brasileira. Entre eles, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (ldeb), as taxas de rendimento e de fluxo escolar, além da distorção idade-série, todos calculados com base no Censo Escolar. Parte dos indicadores também serve de referência para o monitoramento e cumprimento das metas do Plano Nacional da Educação (PNE). Acesse o Sistema Educacenso Saiba mais sobre o Censo Escolar Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/censo-escolar/pesquisa-sobre-diversidade-e-inclusao-segue-ate-6-12
Universidades abrem inscrição para curso de educação inclusiva

Ao todo, 50 instituições de ensino superior vão ofertar 250 mil vagas para formação de professores em curso promovido pelo MEC em parceria com a Capes. Dessas, 12 já estão com matrículas abertas (Foto: Reprodução Istock) Diversas instituições de ensino superior estão com matrículas abertas para o Curso de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Professores que atuam em sala de aula da educação básica podem participar da formação. Os interessados têm até o dia 15 de novembro para se inscreverem. Em todo o país, 50 instituições de ensino superior aderiram ao curso e vão oferecer, inicialmente, 250 mil vagas. As inscrições já estão abertas em 12 instituições: Universidade Federal do Tocantins (UFT); Universidade Federal de Roraima (UFRR); Universidades Estadual e Federal do Maranhão (UEMA e UFMA); Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Universidade Federal da Bahia (UFBA); Universidades Estadual e Federal de Pernambuco (UPE e UFPE); Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (Unesp); Universidades Estaduais de Ponta Grossa e Maringá (UEPG e UEM); e Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes). Todas as informações sobre prazo e documentos necessários para inscrição podem ser acessados nos links citados. Em todas as etapas da iniciativa, serão ofertadas, no total, mais de 1 milhão de vagas. A formação ocorrerá por meio da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e terá carga horária de 120 horas. A realização é uma iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC). A relação das instituições participantes está disponível na página Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil, no site da Capes. Conteúdo – O curso será composto por quatro módulos: 1 – Direitos humanos, diversidade e educação inclusiva; 2 – Desenvolvimento humano, ensino e aprendizagem na perspectiva da educação inclusiva; 3 – Currículo, tecnologias e práticas pedagógicas inclusivas; e 4 – Práticas, recursos e materiais pedagógicos inclusivos na escola. Cada módulo terá leituras de material didático, atividades interativas mediadas pelos tutores, casos de ensino, relatos de experiências com observação e reflexão sobre as estratégias utilizadas. As avaliações ocorrerão mediante elaboração de textos, recursos e projetos. A formação pretende promover a reflexão sobre as pluralidades e singularidades de práticas pedagógicas no processo de ensino e aprendizagem do público da educação especial na sala de aula comum. Além disso, vai contribuir para a elaboração de práticas, recursos e materiais pedagógicos que colaborem para um projeto de escola inclusiva. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/outubro/universidades-abrem-inscricao-para-curso-de-educacao-inclusiva
Participantes do Fórum Regional Centro-Oeste podem acessar o certificado na página do evento

Para a emissão do documento, é necessário preencher a ficha de avaliação Dirigentes municipais de educação e técnicos das secretarias que participaram do Fórum Regional Centro-Oeste da Undime, realizado em Cuiabá/ MT, nos dias 21 e 22 de outubro, já podem baixar seus certificados de participação. Para acessar o certificado, siga estas etapas: – Acesse a página do evento (clique aqui). – Localize o ícone “Certificado de Participação” e clique nele. – Informe seu CPF e clique em “Verificar Certificado”. Para a emissão do certificado, é necessário preencher todos os campos da ficha de avaliação do evento. Após a conclusão desta etapa, o certificado estará disponível para download. O Fórum Regional Centro-Oeste, foi o último de cinco eventos que a Undime realizou em cada região do país. Em dois dias de evento, foram abordados os desafios atuais da educação pública, de maneira regionalizada, visando a melhoria da qualidade da educação ofertada pelas redes municipais de ensino. Fonte: Undime
