Conviva promove, em dezembro, Salas de Apoio para tratar do Memorial de Gestão

Ação foi realizada em novembro e segue durante todo esse mês com foco em como construir o documento   Com o objetivo de apoiar os dirigentes municipais de educação e equipes técnicas na elaboração do Memorial de Gestão, o Conviva realizará mais uma rodada de encontros virtuais ao longo do mês dezembro de 2024. Ao todo, serão quatro encontros intitulados de Salas de Apoio para tratar sobre a construção do documento que as Secretarias de Educação devem fazer com informações sobre as ações realizadas durante a gestão para que sejam conhecidas pelos novos profissionais que vão assumir em 2025, garantindo continuidade das políticas educacionais. O Memorial de Gestão vai servir como um norteador e orientador para apoiar a transição de gestão, pois reunirá informações importantes de tudo o que foi feito nos últimos quatro anos. Os encontros têm caráter técnico e para participar não é necessário realizar inscrição. Basta acessar o link bit.ly/memorialconviva nos dias e horários marcados, conforme o cronograma a seguir: – 6/12, sexta-feira, às 15h (horário de Brasília)– 13/12, sexta-feira, às 15h (horário de Brasília)– 16/12, segunda-feira, às 15h (horário de Brasília)– 17/12, terça-feira, às 15h (horário de Brasília) Ferramenta Memorial de Gestão O Conviva dispõe da ferramenta Memorial de Gestão, que é gratuita para os municípios. Ela é composta por 13 formulários, cada um relativo a uma área de gestão, como Administrativa, Pedagógica, Orçamentária e Financeira, Alimentação, Transporte, entre outros. A funcionalidade possibilita a construção de relatórios que apoiam a transição de gestão entre equipes da Secretaria Municipal de Educação. Ela pode ser usada para registrar a memória dos ciclos de mandato, contribuindo para que cada rede municipal e deixe seu legado. Os profissionais que assumirem a Secretaria após as eleições e os que continuarão terão acesso aos dados da rede e compreendem o contexto do município, favorecendo o planejamento e a continuidade das ações. O preenchimento dos formulários deve ser feito por profissionais autorizados pelo Usuário Principal do município cadastrado no Conviva – que é o(a) Dirigente Municipal de Educação (DME) ou alguém indicado por ele(a) – na área de “Permissões das Ferramentas”. No canal do Conviva no Youtube é possível encontrar uma playlist com três vídeos que tratam da ferramenta e podem auxiliar na compreensão da ferramenta, bem como de tudo o que a envolve. Clique aqui e assista. Clique aqui e acesse também a página de introdução da ferramenta Memorial de Gestão com mais informações. Fonte: Conviva Educação

Brasil divulga resultados da primeira participação no Timss

Estudo internacional apresenta dados de desempenho de estudantes em ciências e matemática no 4ºe no 8º ano. Pesquisa também informa sobre influência do bullying nos resultados de estudantes   O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), divulgou, nesta quarta-feira, 4 de dezembro, os resultados da primeira edição do Estudo Internacional de Tendências em Matemática e Ciências (Timss) aplicada no Brasil. O país registrou médias de desempenho significativamente inferiores à média internacional.     Ciências Matemática 4º ano Média Internacional 494 503 Brasil 425 400 8º ano Média Internacional 478 478 Brasil 420 378   As redes privada e federal alcançaram uma média de desempenho superior à geral brasileira em todas as etapas (4º e 8º anos do ensino fundamental), nos dois domínios avaliados – matemática e ciências. As escolas localizadas na zona urbana registraram média maior do que a das escolas rurais. O Timss é organizado pela Associação Internacional para a Avaliação do Desempenho Educacional (IEA). Os dados permitem comparações entre países e ao longo do tempo, oferecendo uma visão global do desempenho educacional. O Brasil aderiu ao estudo em 2022 e a primeira aplicação foi realizada entre agosto e setembro de 2023. Amostra – A aplicação do Timss contou com a participação de 44.900 estudantes de escolas públicas e privadas em todo o país. Desses, 22.130 estavam matriculados no 4º ano do ensino fundamental e 22.770, no 8º ano. Ao todo, 796 escolas participaram da pesquisa no 4º ano, com informações coletadas de 1.187 professores de matemática e ciências. Já no 8º ano, 849 escolas foram envolvidas, com a colaboração de 904 professores de matemática e 916 de ciências. O Brasil atingiu taxas de participação de pelo menos 75% tanto no 4º quanto no 8º ano. Bullying – De acordo com os dados do estudo internacional, o bullying tem uma forte influência no desempenho escolar dos estudantes brasileiros. No 4º ano, 24% dos alunos afirmaram sofrer bullying, e esses estudantes apresentaram uma média de desempenho de 368 pontos em matemática e 387 pontos em ciências. Por outro lado, 48% dos estudantes que relataram nunca ou quase nunca sofrer bullying alcançaram uma média de 427 e 459 pontos, respectivamente, demonstrando uma diferença significativa de desempenho. No 8º ano, 23% dos alunos também indicaram sofrer bullying. Esses estudantes tiveram uma média de 384 pontos em ciências e 346 pontos em matemática. Os 43% brasileiros que alegaram sofrer bullying quase nunca ou nunca alcançaram a média de 446 pontos em ciências e de 403 em matemática. O estudo também informa sobre a interação dos resultados com o nível socioeconômico e senso de pertencimento à escola. Timss – O estudo é aplicado em ciclos de 4 anos (1995, 1999, 2003, 2007, 2011, 2015, 2019 e 2023). O objetivo é avaliar o desempenho de estudantes do 4º e 8º anos do ensino fundamental nas áreas de matemática e ciências, além de analisar os contextos de aprendizagem. A escala de proficiência do Timss é dividida em quatro níveis e pontos de corte: avançado (625), alto (550), intermediário (475) e baixo (400). Esses níveis são usados para categorizar os resultados dos alunos, refletindo sua capacidade nas áreas de matemática e ciências. Embora o estudo seja aplicado tanto no 4º quanto no 8º ano do ensino fundamental, os pontos de corte da escala de proficiência são os mesmos para os dois anos, ou seja, os critérios de desempenho que definem os diferentes níveis de proficiência não variam dependendo da série escolar. Isso permite uma comparação direta entre os desempenhos dos alunos de diferentes países e sistemas educacionais, independentemente de estarem no 4º ou no 8º ano. Confira os resultados do Timss 2023Saiba mais sobre o Timss    Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/acoes-internacionais/brasil-divulga-resultados-da-primeira-participacao-no-timss

Inscrições para o Encontro Nacional do PNAE começam nesta quarta-feira, 4 de dezembro

Evento será realizado nos dias 4 e 5 de fevereiro de 2025, em Brasília A edição de 2025 do Encontro Nacional do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) abrirá inscrições nesta semana, ampliando as oportunidades para gestores, conselheiros e nutricionistas participarem do evento sobre alimentação escolar no Brasil. O encontro será realizado nos dias 4 e 5 de fevereiro de 2025, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. As inscrições seguem o cronograma abaixo, sempre com início às 12h: – 4/12: Gestores de educação – 5/12: Conselheiros do PNAE – 6/12: Nutricionistas Fortalecimento da política pública e troca de experiências O Encontro Nacional do PNAE é uma oportunidade para debater os avanços do programa, promover a troca de experiências e alinhar estratégias que assegurem a execução de políticas de alimentação escolar de forma eficiente e inclusiva. A programação inclui palestras, painéis temáticos e atividades práticas, com foco no fortalecimento da gestão, fiscalização e inovação. Uma política consolidada e em expansão Com quase 70 anos de existência, o PNAE é referência global em alimentação escolar, beneficiando mais de 40 milhões de estudantes em todo o Brasil e viabilizando a distribuição de 50 milhões de refeições diárias em parceria com estados e municípios. O programa tem como base a Lei da Alimentação Escolar, que prevê a expansão de sua abrangência para toda a educação básica, incluindo a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Além disso, determina que ao menos 30% dos recursos repassados pelo FNDE sejam destinados à aquisição de produtos da agricultura familiar, fortalecendo a economia local e promovendo uma alimentação saudável. A atuação brasileira na área é reconhecida internacionalmente. O país já apoiou cerca de 80 nações na implementação de programas semelhantes e, desde 2023, compartilha a copresidência da Coalizão Global pela Alimentação Escolar com França e Finlândia.   Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/inscricoes-para-o-encontro-nacional-do-pnae-comecam-nesta-quarta-feira-4-de-dezembro

Novas instituições ofertam cursos de educação inclusiva

Quatro instituições de educação superior do Rio Grande do Sul abriram as inscrições para o Curso de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Ao todo, 26 instituições confirmaram a abertura de inscrições para a formação (Foto: Istock) Atualmente, quatro instituições de educação superior do Rio Grande do Sul estão com as inscrições abertas até 10 de janeiro de 2025, para o Curso de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. As matrículas para a formação estão abertas em 26 instituições públicas brasileira, das 50 participantes do curso que, inicialmente, terá oferta de 250 mil vagas. A realização da formação é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC), por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). No Rio Grande do Sul, as inscrições foram abertas na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), na Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), na Universidade Federal do Pampa (Unipampa) e na Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Podem participar da formação professores e gestores da educação básica da rede pública e privada do estado, que possuem diploma de graduação em cursos de licenciatura em qualquer área do conhecimento, ou diploma de complementação pedagógica, equivalente à licenciatura. O edital conjunto pode ser acessado no site da UFSM. Nos cursos em geral, estão aptos a participar professores que atuam em sala de aula da educação básica. Os prazos de término das inscrições variam, pois, as instituições possuem processos seletivos próprios. A relação das participantes está disponível na página Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), no site da Capes. O objetivo é formar educadores para desenvolver concepções e trabalhos pedagógicos alinhados com os princípios das políticas de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. O curso também abordará aspectos políticos e legais, participação e direitos humanos relacionados à acessibilidade, intersetorialidade, interculturalidade e interseccionalidade. Inscrições – A formação ocorrerá por meio da UAB e terá carga horária de 120 horas. As inscrições já estão abertas nas seguintes instituições: Universidade Federal do Tocantins (UFT); Universidade Federal de Roraima (UFRR); Universidades Estadual e Federal do Maranhão (UEMA e UFMA); Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Universidade Federal da Bahia (UFBA); Universidades Estadual e Federal de Pernambuco (UPE e UFPE); Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (Unesp); Universidades Estaduais de Ponta Grossa e Maringá (UEPG e UEM); Universidade Estadual e Federal da Paraíba (UEPB e UFPB); Universidades Estadual e Federal do Rio Grande do Norte (UERN e UFRN); Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade Estadual do Mato Grosso (Unemat); Universidade Estadual do Ceará (UECE); Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa); Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ); Instituto Federal de Goiás (IFG) e Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes).  Todas as informações sobre prazos e documentos necessários para inscrição podem ser acessadas nos links acima.  Conteúdo – O curso será composto por quatro módulos:  – Direitos humanos, diversidade e educação inclusiva;   – Desenvolvimento humano, ensino e aprendizagem na perspectiva da educação inclusiva;   – Currículo, tecnologias e práticas pedagógicas inclusivas; e  – Práticas, recursos e materiais pedagógicos inclusivos na escola. Cada módulo terá leituras de material didático, atividades interativas mediadas pelos tutores, casos de ensino, relatos de experiências com observação e reflexão sobre as estratégias utilizadas. As avaliações ocorrerão mediante elaboração de textos, recursos e projetos.   A formação pretende promover a reflexão sobre as pluralidades e singularidades de práticas pedagógicas no processo de ensino e aprendizagem do público da educação especial na sala de aula comum. Além disso, vai contribuir para a elaboração de práticas, recursos e materiais pedagógicos que colaborem para um projeto de escola inclusiva.   Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/dezembro/novas-instituicoes-ofertam-cursos-de-educacao-inclusiva Quatro instituições de educação superior do Rio Grande do Sul abriram as inscrições para o Curso de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Ao todo, 26 instituições confirmaram a abertura de inscrições para a formação (Foto: Istock) Atualmente, quatro instituições de educação superior do Rio Grande do Sul estão com as inscrições abertas até 10 de janeiro de 2025, para o Curso de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. As matrículas para a formação estão abertas em 26 instituições públicas brasileira, das 50 participantes do curso que, inicialmente, terá oferta de 250 mil vagas. A realização da formação é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC), por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). No Rio Grande do Sul, as inscrições foram abertas na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), na Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), na Universidade Federal do Pampa (Unipampa) e na Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Podem participar da formação professores e gestores da educação básica da rede pública e privada do estado, que possuem diploma de graduação em cursos de licenciatura em qualquer área do conhecimento, ou diploma de complementação pedagógica, equivalente à licenciatura. O edital conjunto pode ser acessado no site da UFSM. Nos cursos em geral, estão aptos a participar professores que atuam em sala de aula da educação básica. Os prazos de término das inscrições variam, pois, as instituições possuem processos seletivos próprios. A relação das participantes está disponível na página Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), no site da Capes. O objetivo é formar educadores para desenvolver concepções e trabalhos pedagógicos alinhados com os princípios das políticas de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. O curso também abordará aspectos políticos e legais, participação e direitos humanos relacionados à acessibilidade, intersetorialidade, interculturalidade e interseccionalidade. Inscrições – A formação ocorrerá por meio da UAB e terá carga horária de 120 horas. As inscrições já estão abertas nas seguintes instituições: Universidade Federal do Tocantins (UFT); Universidade Federal de Roraima (UFRR); Universidades Estadual e Federal do Maranhão (UEMA e UFMA); Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Universidade Federal da Bahia (UFBA); Universidades Estadual e Federal de Pernambuco (UPE e UFPE); Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (Unesp); Universidades Estaduais de Ponta Grossa e Maringá (UEPG e UEM); Universidade Estadual e Federal da Paraíba (UEPB e UFPB); Universidades Estadual e Federal do Rio Grande do Norte (UERN e UFRN); Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade Estadual do Mato Grosso (Unemat); Universidade Estadual do Ceará (UECE); Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa); Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ); Instituto Federal de Goiás (IFG) e Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes).  Todas as informações sobre prazos e documentos necessários para inscrição podem ser

Seminário reúne gestores da recomposição das aprendizagens

Objetivo é fortalecer regime de colaboração entre União, estados e municípios. MEC enviou para a Presidência da República proposta de Decreto para regulamentar o Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens (Foto: SEB/MEC) Começou nesta segunda-feira, 2 de dezembro, em Brasília (DF), o encontro com dirigentes e representantes das redes de ensino de todo o país que participam do Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens. Promovido pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), o evento vai até terça-feira, 3 de dezembro. O objetivo é fortalecer o regime de colaboração entre a União, os estados e os municípios, para ampliar a qualidade social da educação, reafirmar o compromisso com a inclusão e construir políticas que impactem positivamente a vida de milhões de estudantes brasileiros. O pacto é uma política pública construída de forma colaborativa pelo MEC com os entes nacionais, representados pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). A iniciativa oferece apoio técnico e financeiro para estados e municípios implementarem ações e programas com foco na melhoria dos índices de aprendizagem da educação básica, por meio da estratégia de recomposição das aprendizagens dos estudantes dessa etapa de ensino. Na abertura, transmitida pelo canal do MEC no YouTube, a secretária de Educação Básica, Katia Schweickardt, anunciou que já foi encaminhado para assinatura do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o Decreto que regulamentará o Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens. O documento deve ser assinado nos próximos dias e tornará a inciativa uma política de Estado. “Nós começamos com um grande desafio, definindo os padrões de desempenho da alfabetização. A partir disso, nós temos metas pactuadas com estados e municípios, lideradas pelo presidente Lula, para que cada município, estado e, nós da União, possamos garantir e entregar para as crianças brasileiras a possibilidade de estarem alfabetizadas e com algumas competências e habilidades minimamente definidas ao final do segundo ano [do ensino fundamental], entre 7 e 8 anos de idade. A gente está fazendo história entregando para a sociedade o que ela espera. A recomposição das aprendizagens é um determinante para a gente”, ressaltou a secretária. Schweickardt lembrou que no estado do Ceará, onde o ministro da Educação, Camilo Santana, nasceu e governou, a educação é modelo para todo o país, mas que a principal lição para o Brasil não são os resultados e, sim, as lideranças políticas que mantiveram ações continuadas, com prioridade para e educação e valorizando o regime de colaboração. “Essa é a chave. Nem sempre os resultados serão favoráveis, mas se você persegue o regime de colaboração, o estado apoiando, os municípios construindo os consensos possíveis, os resultados virão. Os resultados têm que ser consequência do trabalho de organização, de gestão, de acreditar que a gente pode fazer mais e melhor, especialmente para as crianças, adolescentes, jovens e adultos mais socialmente vulneráveis”, disse. A secretária ainda afirmou que é uma satisfação enorme coordenar as políticas nacionais de educação básica e ver que cada vez mais as lideranças no governo estão sendo representadas por pessoas negras, pardas, indígenas e quilombolas. “Isso não é uma coisa qualquer, a gente tem posicionado intencionalmente essas lideranças, porque a representatividade importa muito. Eu viajo o Brasil todo por causa do Pé-de-Meia e muitas meninas e meninos vêm falar comigo. Eles se veem e eles acreditam. Isso não é uma coisa trivial, porque eles são tão invisibilizados, há tanta indiferença é tão natural que eles não tenham condição de chegar, que não importam para escola, não importam para ninguém, que se não estivermos aqui, eles não vão acreditar que podem”, apontou. Mesa de Abertura – A mesa de abertura contou também com a participação do diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica, Alexsandro Santos; do presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Manuel Palácios; da subsecretária de Educação do Distrito Federal, da professora Iêdes Braga, representando o Consed; da Dirigente Municipal de Educação de Moju (PA), Sandra Helena Lima, representando a Undime; e da coordenadora geral de Estratégia da Educação Básica, Ana Valéria Dantas, moderadora da mesa. Alexsandro Santos lembrou que esse diálogo com os estados e municípios começou há cerca de um ano e meio, que foram produzidos guias de orientação e que também foram oferecidos cursos de formação na área. “Hoje o encontro conta com a presença de 54 gestores formados, representando cada um dos estados. Chegamos aqui em um seminário nacional dialogando sobre essa política, a partir de uma perspectiva que não é mais de curto prazo. O Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens é uma estratégia permanente do Estado brasileiro para lidar com esses desafios que nós temos na sala de aula, nas escolas, para a garantia do direito de aprendizagem para todo mundo”, falou. Santos também contou que, inicialmente, a discussão da recomposição da aprendizagem apareceu logo após a pandemia de covid-19, mas se ampliou nos anos seguintes. Para ele, é preciso que o governo esteja preparado cada vez mais para situações críticas ambientais que afetam os sistemas de ensino e o funcionamento das escolas. “Nossos problemas de aprendizagem e de escolarização não estão concentrados só quando a gente tem eventos extremos. Estão na história da educação brasileira, uma história de desigualdade das aprendizagens em que sempre alguns estudantes ficavam para trás – os estudantes negros, mais pobres, estudantes do campo e indígenas. A sociedade brasileira normalizou essa questão, porque eram grupos vulneráveis, mas a pandemia trouxe isso para um segmento que nunca tinha experimentado, as crianças da classe média branca enfrentaram as mesmas questões”, explicou. O seminário ocorre no auditório do Edifício-Anexo do MEC e nesses dois dias serão promovidas reflexões, formações e trocas de experiências essenciais para a superação das defasagens educacionais. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/dezembro/seminario-reune-gestores-da-recomposicao-das-aprendizagens Objetivo é fortalecer regime de colaboração entre União, estados e municípios. MEC enviou para a Presidência da República proposta de Decreto para regulamentar o Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens (Foto: SEB/MEC) Começou nesta segunda-feira, 2 de

Curso de educação étnico-racial é ofertado em 43 instituições

UFSM, UFRGS, Unipampa e FURG terão mais de 12 mil vagas destinadas a professores ou gestores de educação básica do RS. Formação ocorre em todo o país e oferta 150 mil vagas para profissionais da educação Com a ampliação para o Rio Grande do Sul, o curso de extensão “Formação para Docência e Gestão em Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola”, disponibilizado pela Universidade Aberta do Brasil (UAB) – instituição vinculada ao Ministério da Educação (MEC) –, passou a ser oferecido em 43 instituições de ensino superior de todo o país. A formação oferece 150 mil vagas para profissionais da educação básica e podem participar professores e gestores que atuam nesta etapa de ensino.  Agora, as universidades federais de Santa Maria (UFSM), do Rio Grande do SUL (UFRGS), do Pampa (Unipampa) e do Rio Grande (FURG) participam da formação, que terá o início das aulas em março de 2025. A iniciativa é uma parceria do MEC com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq).  As inscrições devem ser feitas nos sites das próprias instituições, com o preenchimento de todos os campos da ficha de inscrição on-line. A relação das 40 instituições que aderiram à formação está disponível na página Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), no site da Capes.  Curso – O objetivo do curso é fomentar o letramento racial de educadores; contribuir para a sua formação de acordo com os princípios da educação étnico-racial e da educação escolar quilombola; além de promover o desenvolvimento de conhecimentos, saberes e práticas pedagógicas que valorizem tradições, culturas e línguas ancestrais.  As aulas terão início em março de 2025 e a formação será coordenada pela UAB, em parceria com a Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ). Com carga de 120 horas, o curso será ofertado na modalidade a distância do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da Capes. Há quatro módulos na composição: Panorama Étnico-Racial e Quilombola Brasileiro; Culturas e Territorialidades; Educação Antirracista na Prática; e Gestão Democrática para a Diversidade.   Durante a formação, além da discussão sobre sistemas de avaliação e criação de projetos políticos pedagógicos, será desenvolvida uma proposta educacional antirracista que inclui atividades pedagógicas para transformar o ambiente escolar e as relações entre os professores, os alunos e a comunidade. O conteúdo está em conformidade com os marcos legais dessas modalidades de educação, assim como com as pesquisas e os estudos científicos que orientam a inclusão desse público nos sistemas de ensino no Brasil.   Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola foi criada pela Portaria nº 470/2024. Seu objetivo é implementar ações e programas educacionais destinados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola. O público-alvo é formado por gestores, professores, funcionários, alunos, abrangendo toda a comunidade escolar.  São compromissos da política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para as relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade EEQ, com implementação das Diretrizes Nacionais; e implementar protocolos de prevenção e resposta ao racismo nas escolas (públicas e privadas) e nas instituições de educação superior.  Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/dezembro/curso-de-educacao-etnico-racial-e-ofertado-em-43-instituicoes UFSM, UFRGS, Unipampa e FURG terão mais de 12 mil vagas destinadas a professores ou gestores de educação básica do RS. Formação ocorre em todo o país e oferta 150 mil vagas para profissionais da educação Com a ampliação para o Rio Grande do Sul, o curso de extensão “Formação para Docência e Gestão em Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola”, disponibilizado pela Universidade Aberta do Brasil (UAB) – instituição vinculada ao Ministério da Educação (MEC) –, passou a ser oferecido em 43 instituições de ensino superior de todo o país. A formação oferece 150 mil vagas para profissionais da educação básica e podem participar professores e gestores que atuam nesta etapa de ensino.  Agora, as universidades federais de Santa Maria (UFSM), do Rio Grande do SUL (UFRGS), do Pampa (Unipampa) e do Rio Grande (FURG) participam da formação, que terá o início das aulas em março de 2025. A iniciativa é uma parceria do MEC com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq).  As inscrições devem ser feitas nos sites das próprias instituições, com o preenchimento de todos os campos da ficha de inscrição on-line. A relação das 40 instituições que aderiram à formação está disponível na página Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), no site da Capes.  Curso – O objetivo do curso é fomentar o letramento racial de educadores; contribuir para a sua formação de acordo com os princípios da educação étnico-racial e da educação escolar quilombola; além de promover o desenvolvimento de conhecimentos, saberes e práticas pedagógicas que valorizem tradições, culturas e línguas ancestrais.  As aulas terão início em março de 2025 e a formação será coordenada pela UAB, em parceria com a Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ). Com carga de 120 horas, o curso será ofertado na modalidade a distância do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da Capes. Há quatro módulos na composição: Panorama Étnico-Racial e Quilombola Brasileiro; Culturas e Territorialidades; Educação Antirracista na Prática; e Gestão Democrática para a Diversidade.   Durante a formação, além da discussão sobre sistemas de avaliação e criação de projetos políticos pedagógicos, será desenvolvida uma proposta educacional antirracista que inclui atividades pedagógicas para transformar o ambiente escolar e as relações entre os professores, os alunos e a comunidade. O conteúdo está em conformidade com os marcos legais dessas modalidades de educação, assim como com as pesquisas e os estudos científicos que orientam a inclusão desse público nos sistemas de ensino no Brasil.   Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola foi criada pela Portaria nº 470/2024. Seu objetivo é implementar ações

Elaboradores de itens do Enem: divulgado resultado final da seleção

Candidatos classificados serão convocados para capacitação no 1º semestre de 2025. Docentes aprovados serão responsáveis por elaborar e revisar itens do Enem O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 2 de dezembro, a classificação definitiva do processo seletivo para elaboradores e revisores de itens do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O resultado tem como base a pontuação obtida pela análise dos documentos comprobatórios, referentes às informações declaradas na inscrição. Os candidatos classificados serão convocados ao longo do primeiro semestre de 2025, de acordo com as necessidades do Banco Nacional de Itens (BNI), para a capacitação que poderá ocorrer na modalidade presencial ou a distância. A convocação não garante a condição de colaborador. É necessário concluir o processo de treinamento e obter rendimento mínimo nas atividades para ser aprovado. – O Inep selecionará docentes das áreas avaliadas no Enem. São elas: Linguagens e códigos; matemática e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e ciências humanas e sociais aplicadas. – Serão destinadas 20% das vagas de cada área a candidatos autodeclarados pretos, pardos e quilombolas; 3% para candidatos autodeclarados indígenas; 5% para candidatas mulheres e 5% para pessoas com deficiência. Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem se tornou a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni). Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são usados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, por exemplo o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. Acesse a classificação do processo seletivo Acesse o edital do processo seletivo Acesse o Sistema BNI Saiba mais sobre o Enem Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/enem/elaboradores-de-itens-divulgado-resultado-final-da-selecao Candidatos classificados serão convocados para capacitação no 1º semestre de 2025. Docentes aprovados serão responsáveis por elaborar e revisar itens do Enem O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 2 de dezembro, a classificação definitiva do processo seletivo para elaboradores e revisores de itens do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O resultado tem como base a pontuação obtida pela análise dos documentos comprobatórios, referentes às informações declaradas na inscrição. Os candidatos classificados serão convocados ao longo do primeiro semestre de 2025, de acordo com as necessidades do Banco Nacional de Itens (BNI), para a capacitação que poderá ocorrer na modalidade presencial ou a distância. A convocação não garante a condição de colaborador. É necessário concluir o processo de treinamento e obter rendimento mínimo nas atividades para ser aprovado.- O Inep selecionará docentes das áreas avaliadas no Enem. São elas: Linguagens e códigos; matemática e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e ciências humanas e sociais aplicadas. – Serão destinadas 20% das vagas de cada área a candidatos autodeclarados pretos, pardos e quilombolas; 3% para candidatos autodeclarados indígenas; 5% para candidatas mulheres e 5% para pessoas com deficiência. Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem se tornou a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni). Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são usados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, por exemplo o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. Acesse a classificação do processo seletivo Acesse o edital do processo seletivo Acesse o Sistema BNI Saiba mais sobre o Enem Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/enem/elaboradores-de-itens-divulgado-resultado-final-da-selecao

Novo Sistema de Monitoramento e Avaliação de Programas Educacionais é aprovado pelo FNDE

Ferramenta, que deve começar a ser utilizada em 2025, busca aprimorar a gestão educacional com foco em eficiência e políticas baseadas em evidências Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) de segunda-feira, 2, a Portaria nº 1.026, de 27 de novembro de 2024, que estabelece a aprovação do Sistema de Monitoramento e Avaliação de Programas Educacionais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Simav-FNDE). A ferramenta, que deve começara a operar no próximo ano, visa qualificar a gestão de programas e ações conduzidos pela autarquia, vinculada ao Ministério da Educação (MEC), garantindo maior eficiência na aplicação dos recursos públicos e fortalecendo políticas educacionais baseadas em evidências. “O Simav-FNDE foi desenvolvido para aprimorar os processos de formulação, implementação, monitoramento e avaliação de programas educacionais. Segundo o texto da Portaria, o sistema contribuirá para a melhoria da qualidade do gasto público, tornando mais eficazes as ações do FNDE em benefício da educação brasileira”, explica Fernanda Pacobahyba, presidente da autarquia. Com a publicação, fica revogada a Portaria nº 412, de 18 de novembro de 2011, que estabelecia diretrizes para o monitoramento e avaliação dos programas educacionais do FNDE. Contudo, ao longo dos anos, tornou-se necessário atualizar os procedimentos para atender às novas demandas e desafios da educação brasileira. O novo sistema tornará a avaliação mais eficiente e dinâmica, garantindo que as ações do FNDE sejam baseadas em dados concretos e atendam de forma mais precisa às necessidades de gestores e estudantes. A Portaria entrou em vigor na data de sua publicação e está disponível para consulta no Diário Oficial da União. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/novo-sistema-de-monitoramento-e-avaliacao-de-programas-educacionais-e-aprovado-pelo-fnde Ferramenta, que deve começar a ser utilizada em 2025, busca aprimorar a gestão educacional com foco em eficiência e políticas baseadas em evidências Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) de segunda-feira, 2, a Portaria nº 1.026, de 27 de novembro de 2024, que estabelece a aprovação do Sistema de Monitoramento e Avaliação de Programas Educacionais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Simav-FNDE). A ferramenta, que deve começara a operar no próximo ano, visa qualificar a gestão de programas e ações conduzidos pela autarquia, vinculada ao Ministério da Educação (MEC), garantindo maior eficiência na aplicação dos recursos públicos e fortalecendo políticas educacionais baseadas em evidências. “O Simav-FNDE foi desenvolvido para aprimorar os processos de formulação, implementação, monitoramento e avaliação de programas educacionais. Segundo o texto da Portaria, o sistema contribuirá para a melhoria da qualidade do gasto público, tornando mais eficazes as ações do FNDE em benefício da educação brasileira”, explica Fernanda Pacobahyba, presidente da autarquia. Com a publicação, fica revogada a Portaria nº 412, de 18 de novembro de 2011, que estabelecia diretrizes para o monitoramento e avaliação dos programas educacionais do FNDE. Contudo, ao longo dos anos, tornou-se necessário atualizar os procedimentos para atender às novas demandas e desafios da educação brasileira. O novo sistema tornará a avaliação mais eficiente e dinâmica, garantindo que as ações do FNDE sejam baseadas em dados concretos e atendam de forma mais precisa às necessidades de gestores e estudantes. A Portaria entrou em vigor na data de sua publicação e está disponível para consulta no Diário Oficial da União. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/novo-sistema-de-monitoramento-e-avaliacao-de-programas-educacionais-e-aprovado-pelo-fnde

Enade 2024 licenciaturas: questionário da Avaliação Prática deve ser preenchido até 5 de dezembro

O instrumento, que é uma novidade desta edição, consiste na prestação de informações sobre as atividades desenvolvidas durante o estágio Os estudantes concluintes que fizeram o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2024 têm até o dia 5 de dezembro para preencher o Questionário da Avaliação Prática. O instrumento, que é uma novidade desta edição, consiste na prestação de informações sobre as atividades desenvolvidas durante o estágio, sua percepção sobre essa etapa de formação e o preenchimento do plano de aula que será avaliado pelo supervisor. Após o preenchimento do Questionário da Avaliação Prática pelo estudante, o supervisor assistirá à regência de aula e a avaliará, anotando a pontuação pertinente, conforme orientações do Inep, com o prazo de até 10 dias corridos após a data da aula para lançar sua avaliação no formulário adequado no Sistema Enade. Cursos avaliados – A edição de 2024 avaliou licenciaturas das áreas de artes visuais; ciências biológicas; ciências sociais; computação; educação física; filosofia; física; geografia; história; letras (inglês); letras (português); letras (português e espanhol); letras (português e inglês); matemática; música; pedagogia e química. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aplicou as provas teóricas no último domingo, 24 de novembro. Enade – Realizado anualmente pelo Inep, o Enade é um dos componentes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). O exame avalia o rendimento dos concluintes dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares, o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao aprofundamento da formação geral e profissional, bem como o nível de atualização dos estudantes com relação à realidade brasileira e mundial. Acesse o Sistema Enade Acesse o edital do Enade 2024Acesse a Portaria (nº 610/2024)Acesse a Portaria (nº 611/2024)Acesse as Matrizes de Prova do Enade das Licenciaturas Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/enade/enade-2024-questionario-da-avaliacao-pratica-deve-ser-preenchido-ate-5-12 O instrumento, que é uma novidade desta edição, consiste na prestação de informações sobre as atividades desenvolvidas durante o estágio Os estudantes concluintes que fizeram o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2024 têm até o dia 5 de dezembro para preencher o Questionário da Avaliação Prática. O instrumento, que é uma novidade desta edição, consiste na prestação de informações sobre as atividades desenvolvidas durante o estágio, sua percepção sobre essa etapa de formação e o preenchimento do plano de aula que será avaliado pelo supervisor. Após o preenchimento do Questionário da Avaliação Prática pelo estudante, o supervisor assistirá à regência de aula e a avaliará, anotando a pontuação pertinente, conforme orientações do Inep, com o prazo de até 10 dias corridos após a data da aula para lançar sua avaliação no formulário adequado no Sistema Enade. Cursos avaliados – A edição de 2024 avaliou licenciaturas das áreas de artes visuais; ciências biológicas; ciências sociais; computação; educação física; filosofia; física; geografia; história; letras (inglês); letras (português); letras (português e espanhol); letras (português e inglês); matemática; música; pedagogia e química. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aplicou as provas teóricas no último domingo, 24 de novembro. Enade – Realizado anualmente pelo Inep, o Enade é um dos componentes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). O exame avalia o rendimento dos concluintes dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares, o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao aprofundamento da formação geral e profissional, bem como o nível de atualização dos estudantes com relação à realidade brasileira e mundial. Acesse o Sistema Enade Acesse o edital do Enade 2024Acesse a Portaria (nº 610/2024)Acesse a Portaria (nº 611/2024)Acesse as Matrizes de Prova do Enade das Licenciaturas Fonte: Inep https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/enade/enade-2024-questionario-da-avaliacao-pratica-deve-ser-preenchido-ate-5-12

Colegiado Ampliado da Undime se reúne em Gramado, no Rio Grande do Sul

Durante o último encontro presencial de 2024, grupo celebrou os 38 anos da Undime, comemorados em outubro Ao som de música gaúcha e dança típica regional. Assim foi a recepção dos participantes da Reunião do Colegiado Ampliado da Undime, realizada em Gramado, no Rio Grande do Sul. Dirigentes Municipais de Educação que compõem a diretoria executiva nacional, presidentes estaduais, vice-presidentes e coordenadores institucionais que estiveram presentes puderam contemplar uma apresentação cultural do Grupo Folclórico Laços da Tradição, do município de São Francisco de Paula/RS. A reunião aconteceu nos dias 2 e 3 de dezembro. Após a apresentação, o presidente nacional e Dirigente Municipal de Educação (DME) de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima; o vice-presidente nacional e presidente da Undime/MT, Silvio Fidelis, DME de Várzea Grande/MT; e a anfitriã, presidente da Undime Região Sul e Undime/RS, Maristela Guasselli, DME de Novo Hamburgo/RS, deram início à programação do encontro com falas de boas-vindas ao público presente. Ainda na manhã do primeiro dia, o encontro contou com a participação da oficial de Educação do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) Brasil, Julia Ribeiro, que apresentou aos participantes as possibilidades e novidades do UNICEF para 2025 e falou sobre ações e projetos, incluindo a estratégia Busca Ativa Escolar, visando a proteção e a garantia de direitos às crianças. Julia falou sobre o Novo Programa de País 2024-2028, do UNICEF, que aborda temas prioritários como Saúde e Desenvolvimento Infantil; Educação; Proteção contra as violências; Água e Saneamento, Proteção Social; e Participação Cidadã e Gestão por Resultados. No que se refere à Busca Ativa Escolar, a representante do UNICEF apresentou dados sobre o cenário da exclusão e abandono escolar no Brasil. Segundo a Pnad Contínua de 2023, mais de 1,3 milhão de crianças e adolescentes estão fora da escola. Desses 442 mil têm idade entre 4 e 5 anos, 158 mil entre 6 e 14 anos e 742 mil entre 15 e 17 anos. Cerca de 430 mil abandonaram a escola em 2023, de acordo com o Censo Escolar. Julia lembrou que o perfil da exclusão escolar é de maioria negra e parda, moradora de áreas periféricas ou rurais e vive em famílias de alta vulnerabilidade socioeconômica. Nesse sentido, a estratégia Busca Ativa Escolar visa apoiar os governos na identificação, registro, controle e acompanhamento de crianças e adolescentes que estão fora da escola ou em risco de evasão. Por meio da Busca Ativa Escolar, municípios e estados têm dados concretos que possibilitam planejar, desenvolver e implementar políticas públicas que contribuam para a garantia de direitos de meninas e meninos. Atualmente, a estratégia desenvolvida pelo UNICEF, em parceria com a Undime e com apoio do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), conta com a adesão de 3.592 municípios e 21 estados. À tarde, os dirigentes e coordenadores institucionais se reuniram para celebrar os 38 anos da Undime, comemorados em outubro. O momento foi marcado por um bolo ao som de um canto de parabéns coletivo. Em sequência às atividades previstas, o presidente da Undime falou sobre 5ª reunião da Comissão Intergovernamental de Financiamento para a Educação Básica de Qualidade (CIF), realizada no dia 29 de novembro, que tratou entre outros pontos sobre o balanço das ações da Comissão em 2024 e o planejamento para 2025 (leia mais aqui). A programação seguiu com momentos destinados ao relato das participações da Undime em reuniões e eventos, referentes aos últimos meses; apresentação das prestações de contas dos Fóruns Regionais, realizados ao longo de 2024; além de informes gerais bem como definições de ações para o próximo ano. O segundo dia da reunião foi dedicado ao planejamento para 2025 no que se refere às orientações às seccionais para a realização dos Fóruns Estaduais Ordinários e discussões sobre o 20º Fórum Nacional Ordinário da Undime. Fonte/Fotos: Undime Durante o último encontro presencial de 2024, grupo celebrou os 38 anos da Undime, comemorados em outubro Ao som de música gaúcha e dança típica regional. Assim foi a recepção dos participantes da Reunião do Colegiado Ampliado da Undime, realizada em Gramado, no Rio Grande do Sul. Dirigentes Municipais de Educação que compõem a diretoria executiva nacional, presidentes estaduais, vice-presidentes e coordenadores institucionais que estiveram presentes puderam contemplar uma apresentação cultural do Grupo Folclórico Laços da Tradição, do município de São Francisco de Paula/RS. A reunião aconteceu nos dias 2 e 3 de dezembro. Após a apresentação, o presidente nacional e Dirigente Municipal de Educação (DME) de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima; o vice-presidente nacional e presidente da Undime/MT, Silvio Fidelis, DME de Várzea Grande/MT; e a anfitriã, presidente da Undime Região Sul e Undime/RS, Maristela Guasselli, DME de Novo Hamburgo/RS, deram início à programação do encontro com falas de boas-vindas ao público presente. Ainda na manhã do primeiro dia, o encontro contou com a participação da oficial de Educação do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) Brasil, Julia Ribeiro, que apresentou aos participantes as possibilidades e novidades do UNICEF para 2025 e falou sobre ações e projetos, incluindo a estratégia Busca Ativa Escolar, visando a proteção e a garantia de direitos às crianças.Julia falou sobre o Novo Programa de País 2024-2028, do UNICEF, que aborda temas prioritários como Saúde e Desenvolvimento Infantil; Educação; Proteção contra as violências; Água e Saneamento, Proteção Social; e Participação Cidadã e Gestão por Resultados. No que se refere à Busca Ativa Escolar, a representante do UNICEF apresentou dados sobre o cenário da exclusão e abandono escolar no Brasil. Segundo a Pnad Contínua de 2023, mais de 1,3 milhão de crianças e adolescentes estão fora da escola. Desses 442 mil têm idade entre 4 e 5 anos, 158 mil entre 6 e 14 anos e 742 mil entre 15 e 17 anos. Cerca de 430 mil abandonaram a escola em 2023, de acordo com o Censo Escolar. Julia lembrou que o perfil da exclusão escolar é de maioria negra e parda, moradora de áreas periféricas ou rurais e vive em famílias de alta vulnerabilidade