Undime Bahia elege nova Diretoria no XXI Fórum da Seccional

DME de Castro Alves, Zilda Cerqueira, foi eleita presidente estadual, ao lado de Anderson Passos, DME de Aratuípe, que agora assume a função de vice-presidente Com o público de 1.200 participantes, de 350 municípios, a Undime Bahia realizou, de 26 a 28 de março, o XXI Fórum Ordinário da seccional. Dirigentes Municipais, equipes técnicas das Secretarias de Educação, gestores escolares, coordenadores pedagógicos, conselheiros, educadores, pesquisadores, especialistas, membros de órgãos deliberativos e consultivos da Educação, cidadãos e cidadãs da sociedade civil participaram do evento realizado em Salvador/BA. O presidente nacional da Undime, Alessio Costa Lima, Dirigente Municipal de Educação (DME) de Ibaretama/CE, participou da abertura do evento, na quarta-feira (26). Na oportunidade, reiterou a satisfação em estar em território baiano. “É muito bom poder acompanhar o crescimento da educação neste estado, onde os 417 municípios seguem recebendo atenção especial, graças a Undime e a esse coletivo, apoiado pela Secretaria de Estado e Ministério da Educação, que tem retomado em todo país a efetivação das políticas públicas em educação”. Também compuseram a mesa de abertura, Anderson Passos, DME de Aratuípe/BA e então presidente da Undime Bahia; Rowenna Brito, secretária da Educação do Estado; Anita Martinez, representando a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação; Antônio Marcos (Tone), prefeito de Aratuípe; Rui Oliveira, coordenador da APLB-Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia; Penildon Silva Filho, vice-Reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA); a coordenadora da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), Gilvânia Nascimento; Roberto Gondim, presidente do Conselho Estadual de Educação da Bahia; João Danilo, coordenador do Fórum Estadual de Educação da Bahia (FEEBA); Valdir Silva, da Federação dos Profissionais de Educação; e Maria Sofia, estudante da rede municipal de Castro Alves/BA. O anfitrião Anderson Passos ressaltou: “o Fórum da Undime é um dos maiores eventos de educação do estado, senão, o maior, e por isso, a responsabilidade que a União dos Dirigentes Municipais de Educação assume é muito grande. Por isso, contar com o apoio de todas as representações desta mesa de abertura é fundamental para que continuemos chegando aos 417 municípios do estado”. Ao longo dos três dias de evento, os participantes debateram temas estruturantes da educação pública brasileira em formato de palestras, oficinas para técnicos e plenárias com mesas de ConversAÇÃO. Além disso, o evento contou com um amplo espaço de expositores, no qual os participantes puderam conhecer algumas das iniciativas de parceiros institucionais da seccional, bem como produtos e tecnologias de empresas credenciadas, e o compartilhamento de experiências exitosas dos municípios que já logram bons resultados na implementação das Políticas Públicas em Regime de Colaboração no Estado. Ainda durante o evento, no início da noite da quinta-feira (27), aconteceu a eleição da nova diretoria da Undime Bahia para o próximo biênio, 2025/2027. A DME de Castro Alves, Zilda Cerqueira, foi eleita presidente da Seccional, ao lado de Anderson Passos, DME de Aratuípe, que passa a assumir a função de vice-presidente da Undime/BA. Fonte: Undime (com informações da Undime Bahia)Fotos: Undime
Em Florianópolis, Undime Santa Catarina reúne mais de 750 participantes em Fórum Estadual

Além da programação repleta de atividades, evento contemplou a eleição da nova diretoria da seccional para o biênio 2025-2027 Nos dias 25, 26 e 27 de março, a Undime Santa Catarina realizou o Fórum da seccional com o tema “Gestão participativa na educação”. O evento aconteceu no Centro de Convenções Oceania, em Florianópolis/SC, e reuniu mais de 750 participantes vindos de diferentes municípios de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. O evento foi palco de grandes debates com especialistas e referências da área educacional. Com foco na rede pública municipal, o Fórum buscou inspirar gestores, técnicos e educadores a atuarem de maneira colaborativa visando as melhores soluções para o município, a partir de conteúdos exclusivos, insights e networking. No dia 25, além da cerimônia de abertura, a programação do Fórum contemplou a palestra intitulada “A educação mudou… bem na minha vez!” com Dado Schneider. Na sequência, a seccional promoveu uma confraternização e a entrega do Prêmio Undime-SC: reconhecimento Selo Criança Alfabetizada. No dia 26 de março, as palestras foram as seguintes: A colaboração que gera impacto na educação; Agenda dos 100 primeiros dias de gestão; Liderança pública e qualidade social na educação; Geração conectada e o equilíbrio digital; BNCC Computação e a implementação em redes municipais de educação; e Conhecendo o Novo Plano de Ações Articuladas (PAR). No último dia do Fórum, 27 de março, os debates foram relacionados ao Sistema Estadual de Avaliação: educação por evidências; Escola em Tempo Integral: orientações para a execução financeira; e Programas e ações do FNDE. O presidente nacional da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Ibaretama/CE, Alessio Costa Lima, marcou presença no evento e fez uma apresentação da organização e funcionamento da Undime, contando a história da instituição, objetivos, o que defende como princípios, além da concepção de educação e como fazê-la da forma como é defendida. “A gente deu um panorama do que é a Undime, pois ao conhecer melhor a instituição, cada um pode se sentir mais motivado a participar e fazer parte, somar conosco, na construção dessa instituição que há 38 anos é a referência na defesa do direito à educação pública nos 5.569 municípios brasileiros”, disse. Costa também ressaltou a importância dos Fóruns como instrumento essencial aos novos dirigentes que estão assumindo os mandatos. Houve ainda plantões de atendimento, ao longo de todo o evento, sobre: Compromisso Nacional Criança Alfabetizada – MEC; Programa Nacional de Educação Empreendedora – Sebrae; Prestação de Contas e Obras – FNDE; BNCC Computação – MEC; Novo PAR – MEC; PNEERQ – MEC; EJA – MEC; Tempo Integral – MEC; Escola das Adolescências – MEC; e Assessoria Undime/SC. O Fórum contou ainda com um espaço chamado de Feira Educacional, que recebeu mais de 25 expositores de empresas parceiras da seccional. Foram diversas oportunidades em produtos, serviços e soluções que apresentaram inovações para a educação pública municipal, além de ser um espaço para networking. Nova diretoria Na manhã desta quinta-feira (27), foi eleita a Diretoria Executiva da Undime Santa Catarina para o biênio 2025-2027. A presidente eleita é Jucilene Antônio Fernandes, Dirigente Municipal de Educação de Balneário Rincão/SC. Alex Cleidir Tardetti, Dirigente Municipal de Educação de São Lourenço do Oeste/SC assume a vice-presidência da seccional catarinense. De maneira democrática e consensual, foi constituída previamente uma chapa única, apresentada aos Dirigentes Municipais de Educação presentes no evento, que votaram pela aprovação da equipe diretiva. O grupo formado por mais de 80 membros terá representantes de todas as regiões do Estado na luta pela qualidade da educação catarinense. Eles foram indicados a compor a Diretoria Executiva, Conselho Fiscal, Conselho Estadual e Nacional de Representantes, assim como para representar a Undime/SC no Fórum Nacional. Fonte: Undime com informações da Undime/SCFotos: Undime/SC
Estados e municípios têm até 31 de março para regularizar obras da educação

Sem resposta no prazo, 863 obras paralisadas e inacabadas do Pacto pela Retomada poderão ser canceladas pelo FNDE O prazo para estados e municípios responderem às diligências técnicas do Pacto Nacional pela Retomada de Obras na Educação Básica e Profissionalizante termina na próxima segunda-feira, 31 de março. Com 863 obras ainda pendentes de resposta, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), alerta que a não regularização dos projetos resultará em seu cancelamento. Fernanda Pacobahyba, presidente do FNDE, ressaltou que o prazo foi prorrogado diversas vezes para permitir que as administrações estaduais e municipais se ajustassem à situação. “Temos dado várias oportunidades para que as obras sejam regularizadas, mas agora o prazo é definitivo. Sem uma resposta até o dia 31 de março, as obras serão canceladas”, afirmou. O pacto tem como objetivo retomar e concluir obras paralisadas em escolas de educação básica e profissionalizante. Até o momento, 1.825 obras foram aprovadas, sendo que 287 já foram concluídas. O programa prevê um investimento total de R$ 4,1 bilhões, o que poderá gerar a criação de mais de 552 mil vagas em tempo integral ou até 1,1 milhão de vagas em dois turnos nas redes públicas de ensino em todo o país. É essencial que os entes federativos atendam aos prazos estabelecidos para garantir a execução dos projetos e a melhoria das condições de ensino nas escolas públicas. Confira quantas obras por UF ainda não responderam às diligências técnicas iniciais: UNIDADE FEDERATIVA QUANTIDADE OBRAS AC 5 AL 14 AM 27 AP 12 BA 96 CE 60 DF 1 ES 3 GO 63 MA 108 MG 38 MS 3 MT 24 PA 104 PB 15 PE 60 PI 51 PR 19 RJ 19 RN 17 RO 4 RR 15 RS 21 SC 9 SE 22 SP 19 TO 34 TOTAL 863 Acesse a lista de obras. Clique aqui. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/estados-e-municipios-tem-ate-31-de-marco-para-regularizar-obras-da-educacao Sem resposta no prazo, 863 obras paralisadas e inacabadas do Pacto pela Retomada poderão ser canceladas pelo FNDE O prazo para estados e municípios responderem às diligências técnicas do Pacto Nacional pela Retomada de Obras na Educação Básica e Profissionalizante termina na próxima segunda-feira, 31 de março. Com 863 obras ainda pendentes de resposta, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), alerta que a não regularização dos projetos resultará em seu cancelamento. Fernanda Pacobahyba, presidente do FNDE, ressaltou que o prazo foi prorrogado diversas vezes para permitir que as administrações estaduais e municipais se ajustassem à situação. “Temos dado várias oportunidades para que as obras sejam regularizadas, mas agora o prazo é definitivo. Sem uma resposta até o dia 31 de março, as obras serão canceladas”, afirmou. O pacto tem como objetivo retomar e concluir obras paralisadas em escolas de educação básica e profissionalizante. Até o momento, 1.825 obras foram aprovadas, sendo que 287 já foram concluídas. O programa prevê um investimento total de R$ 4,1 bilhões, o que poderá gerar a criação de mais de 552 mil vagas em tempo integral ou até 1,1 milhão de vagas em dois turnos nas redes públicas de ensino em todo o país. É essencial que os entes federativos atendam aos prazos estabelecidos para garantir a execução dos projetos e a melhoria das condições de ensino nas escolas públicas. Confira quantas obras por UF ainda não responderam às diligências técnicas iniciais: UNIDADE FEDERATIVA QUANTIDADE OBRAS AC 5 AL 14 AM 27 AP 12 BA 96 CE 60 DF 1 ES 3 GO 63 MA 108 MG 38 MS 3 MT 24 PA 104 PB 15 PE 60 PI 51 PR 19 RJ 19 RN 17 RO 4 RR 15 RS 21 SC 9 SE 22 SP 19 TO 34 TOTAL 863 Acesse a lista de obras. Clique aqui. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/estados-e-municipios-tem-ate-31-de-marco-para-regularizar-obras-da-educacao
Undime Mato Grosso reúne Dirigentes Municipais de Educação em Nobres

Fórum Estadual tem como tema “O papel da educação inclusiva, acessível e sustentável na transformação das cidades” Nos dias 27 e 28 de março de 2025, a União dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime/MT) realizará o 17º Fórum Ordinário, no Complexo Turístico Canaã, em Nobres/MT. O município é um ponto turístico que recebe visitantes do Brasil inteiro para conhecer as belezas naturais, e é a cidade onde atualmente Silvio Fidelis, vice-presidente nacional da Undime e presidente da Undime/MT, está como Dirigente Municipal de Educação. O evento, que se inicia nesta quinta-feira (27), reúne dirigentes municipais de educação, gestores públicos, especialistas e representantes de diversas entidades para debater o tema “O papel da educação inclusiva, acessível e sustentável na transformação das cidades”. A programação inclui palestras, debates e conferências com renomados profissionais do setor educacional. O destaque vai para a Conferência de Abertura, que abordará a importância de políticas educacionais para redução das desigualdades raciais e sociais, ministrada por Zara Figueiredo, secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC). O Fórum também contará com a presença do presidente da Undime Nacional, Alessio Costa Lima. Outros assuntos em pauta são: educação em tempo integral, busca ativa escolar, governança colaborativa, educação inclusiva no século XXI, novo PAR, gestão curricular e regime de colaboração entre estados e municípios. Além disso, ocorrerá ao longo do evento atendimento do FNDE. O evento também contará com o processo eleitoral para a escolha da nova diretoria da Undime/MT para o biênio 2025-2027. O 17º Fórum Ordinário é um momento estratégico para troca de experiências e fortalecimento das políticas públicas educacionais, reafirmando o compromisso com uma educação inclusiva, acessível, sustentável e transformadora. Serviço 17° Fórum Estadual Ordinário dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso Data: 27 e 28 de março de 2025 Local: Complexo Canaã – Nobres/MT Fonte: Undime/ MT Fórum Estadual tem como tema “O papel da educação inclusiva, acessível e sustentável na transformação das cidades” Nos dias 27 e 28 de março de 2025, a União dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime/MT) realizará o 17º Fórum Ordinário, no Complexo Turístico Canaã, em Nobres/MT. O município é um ponto turístico que recebe visitantes do Brasil inteiro para conhecer as belezas naturais, e é a cidade onde atualmente Silvio Fidelis, vice-presidente nacional da Undime e presidente da Undime/MT, está como Dirigente Municipal de Educação. O evento, que se inicia nesta quinta-feira (27), reúne dirigentes municipais de educação, gestores públicos, especialistas e representantes de diversas entidades para debater o tema “O papel da educação inclusiva, acessível e sustentável na transformação das cidades”. A programação inclui palestras, debates e conferências com renomados profissionais do setor educacional. O destaque vai para a Conferência de Abertura, que abordará a importância de políticas educacionais para redução das desigualdades raciais e sociais, ministrada por Zara Figueiredo, secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC). O Fórum também contará com a presença do presidente da Undime Nacional, Alessio Costa Lima. Outros assuntos em pauta são: educação em tempo integral, busca ativa escolar, governança colaborativa, educação inclusiva no século XXI, novo PAR, gestão curricular e regime de colaboração entre estados e municípios. Além disso, ocorrerá ao longo do evento atendimento do FNDE. O evento também contará com o processo eleitoral para a escolha da nova diretoria da Undime/MT para o biênio 2025-2027. O 17º Fórum Ordinário é um momento estratégico para troca de experiências e fortalecimento das políticas públicas educacionais, reafirmando o compromisso com uma educação inclusiva, acessível, sustentável e transformadora. Serviço 17° Fórum Estadual Ordinário dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso Data: 27 e 28 de março de 2025 Local: Complexo Canaã – Nobres/MT Fonte: Undime/ MT
Instituído Programa Escola que Protege

Lançado em 2024, o Programa foi oficializado pela Portaria nº 1/2025 dos Ministérios da Educação e da Justiça e Segurança Pública. Ações ocorrem no âmbito do Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil) O Programa Escola que Protege (ProEP) foi instituído oficialmente pelos Ministérios da Educação (MEC) e da Justiça e Segurança Pública (MJSP), no âmbito do Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave). Lançado em outubro de 2024, o objetivo do ProEP é promover um ambiente escolar seguro e inclusivo, além de operacionalizar ações de enfrentamento às violências nas escolas. A Portaria Interministerial MEC/MJSP nº 1/2025 foi publicada nesta quarta-feira, 26 de março, no Diário Oficial da União (DOU). O ProEP implementa estratégias pedagógicas e de formação continuada para a prevenção das violências, além de estratégias intersetoriais de prevenção e resposta rápida em casos de ataque de violência extrema, em articulação com os estados, os municípios e o Distrito Federal. A coordenação do Programa é realizada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC. O Programa busca fomentar os espaços de convivência democrática e a participação estudantil na promoção da cultura de paz e do respeito à diversidade; promover ações de combate ao bullying, discriminação e outras formas de violência; e construir estratégias de monitoramento e comunicação que permitam a coleta e a divulgação de dados sobre a violência escolar. Além disso, de acordo com a Portaria, o ProEP tem como objetivos contribuir para a formação continuada dos profissionais da educação no desenvolvimento de competências para prevenção e resposta à violência em ambiente escolar; apoiar e pactuar com as redes de ensino na construção de planos territoriais intersetoriais de enfrentamento das violências nas escolas; e apoiar os entes e as instituições de ensino na intervenção imediata e na reconstrução da comunidade escolar em caso de ataque de violência extrema. A Portaria ainda determina que o MEC poderá prestar apoio técnico e financeiro para as secretarias estaduais e municipais de educação, com o pagamento de bolsa à equipe executiva territorial para atender a demandas específicas; e a oferta de cursos de formação continuada por meio de plataformas como o Ambiente Virtual de Aprendizagem do Ministério da Educação (Avamec), abordando temas como práticas restaurativas e de acolhimento; mediação de conflitos; cidadania e democracia; e promoção da cultura de paz. Segundo o normativo, o MEC poderá fornecer materiais pedagógicos e guias práticos que orientem a implementação das ações previstas nos planos subnacionais de enfrentamento e prevenção das violências nas escolas, incluindo protocolos de segurança, prevenção de bullying e estratégias para lidar com emergências. Além disso, prestará apoio às comunidades escolares que tenham sido vítimas de violência extrema, facilitando o acesso a redes de apoio e reabilitação. Adesão – A adesão ao Programa será voluntária, por meio da assinatura do termo de adesão pelos secretários de educação das redes de ensino no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Leia a íntegra da Portaria MEC/MJSP nº 01/2025. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/marco/instituido-programa-escola-que-protege Lançado em 2024, o Programa foi oficializado pela Portaria nº 1/2025 dos Ministérios da Educação e da Justiça e Segurança Pública. Ações ocorrem no âmbito do Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil) O Programa Escola que Protege (ProEP) foi instituído oficialmente pelos Ministérios da Educação (MEC) e da Justiça e Segurança Pública (MJSP), no âmbito do Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave). Lançado em outubro de 2024, o objetivo do ProEP é promover um ambiente escolar seguro e inclusivo, além de operacionalizar ações de enfrentamento às violências nas escolas. A Portaria Interministerial MEC/MJSP nº 1/2025 foi publicada nesta quarta-feira, 26 de março, no Diário Oficial da União (DOU). O ProEP implementa estratégias pedagógicas e de formação continuada para a prevenção das violências, além de estratégias intersetoriais de prevenção e resposta rápida em casos de ataque de violência extrema, em articulação com os estados, os municípios e o Distrito Federal. A coordenação do Programa é realizada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC. O Programa busca fomentar os espaços de convivência democrática e a participação estudantil na promoção da cultura de paz e do respeito à diversidade; promover ações de combate ao bullying, discriminação e outras formas de violência; e construir estratégias de monitoramento e comunicação que permitam a coleta e a divulgação de dados sobre a violência escolar. Além disso, de acordo com a Portaria, o ProEP tem como objetivos contribuir para a formação continuada dos profissionais da educação no desenvolvimento de competências para prevenção e resposta à violência em ambiente escolar; apoiar e pactuar com as redes de ensino na construção de planos territoriais intersetoriais de enfrentamento das violências nas escolas; e apoiar os entes e as instituições de ensino na intervenção imediata e na reconstrução da comunidade escolar em caso de ataque de violência extrema. A Portaria ainda determina que o MEC poderá prestar apoio técnico e financeiro para as secretarias estaduais e municipais de educação, com o pagamento de bolsa à equipe executiva territorial para atender a demandas específicas; e a oferta de cursos de formação continuada por meio de plataformas como o Ambiente Virtual de Aprendizagem do Ministério da Educação (Avamec), abordando temas como práticas restaurativas e de acolhimento; mediação de conflitos; cidadania e democracia; e promoção da cultura de paz. Segundo o normativo, o MEC poderá fornecer materiais pedagógicos e guias práticos que orientem a implementação das ações previstas nos planos subnacionais de enfrentamento e prevenção das violências nas escolas, incluindo protocolos de segurança, prevenção de bullying e estratégias para lidar com emergências. Além disso, prestará apoio às comunidades escolares que tenham sido vítimas de violência extrema, facilitando o acesso a redes de apoio e reabilitação. Adesão – A adesão ao Programa será voluntária, por meio da assinatura do termo de adesão pelos secretários de educação das redes de ensino no Sistema Integrado de Monitoramento,
FNDE e Cecampe Norte oferecem capacitações presenciais sobre o PDDE

Ações ocorrem em municípios do Pará, Tocantins, Amazonas e Roraima; formações seguem com inscrições abertas e vagas disponíveis (Imagem: MEC) O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), em parceria com o Centro Colaborador de Apoio ao Monitoramento e à Gestão de Programas Educacionais da Região Norte (Cecampe Norte), está promovendo uma série de capacitações presenciais sobre o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). As formações são voltadas a gestores escolares, técnicos e membros das Unidades Executoras (UExs), com foco na melhoria da aplicação dos recursos públicos e no fortalecimento da gestão educacional. A iniciativa é fruto da parceria entre o FNDE e a Universidade Federal do Pará (UFPA), responsável pela certificação das formações como cursos de extensão. As atividades ocorrem em municípios dos estados do Pará, Tocantins, Amazonas e Roraima, e seguem com inscrições abertas para algumas localidades nos próximos dias. As formações buscam qualificar equipes escolares com conteúdos técnicos, práticos e adaptados à realidade regional. Os encontros também proporcionam momentos de escuta e troca de experiências entre os participantes. Segundo Amanda Vargas Maia, coordenadora de Planejamento, Adesão e Execução do PDDE, “nosso objetivo é garantir que os recursos cheguem de forma mais eficiente às escolas, impactando positivamente o ensino e a infraestrutura das unidades escolares. A troca de experiências entre os participantes também é um ponto fundamental, pois fortalece as práticas de gestão em todo o estado e, assim, traz bons resultados para a execução do PDDE nas escolas”. Próximas capacitações com inscrições abertas: 27 e 28/03 – Araguatins (TO) https://cecampenorte.com/app/#/curso/228/visualizar 27 e 28/03 – Ananás, Riachinho e Wanderlândia (TO) https://cecampenorte.com/app/#/curso/229/visualizar 27 e 28/03 – Caapiranga (AM) https://cecampenorte.com/app/#/curso/236/visualizar 03 e 04/04 – Abaetetuba (PA) https://cecampenorte.com/app/#/curso/212/visualizar 03 e 04/04 – Anajás (PA) https://cecampenorte.com/app/#/curso/213/visualizar 03 e 04/04 – Mucajaí (RR) https://cecampenorte.com/app/#/curso/231/visualizar As vagas são limitadas e as inscrições devem ser realizadas diretamente nos links indicados acima, conforme a localidade de interesse. Todos os cursos são gratuitos e contam com certificação de extensão universitária pela UFPA. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-e-cecampe-norte-oferecem-capacitacoes-presenciais-sobre-o-pdde Ações ocorrem em municípios do Pará, Tocantins, Amazonas e Roraima; formações seguem com inscrições abertas e vagas disponíveis (Imagem: MEC) O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), em parceria com o Centro Colaborador de Apoio ao Monitoramento e à Gestão de Programas Educacionais da Região Norte (Cecampe Norte), está promovendo uma série de capacitações presenciais sobre o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). As formações são voltadas a gestores escolares, técnicos e membros das Unidades Executoras (UExs), com foco na melhoria da aplicação dos recursos públicos e no fortalecimento da gestão educacional. A iniciativa é fruto da parceria entre o FNDE e a Universidade Federal do Pará (UFPA), responsável pela certificação das formações como cursos de extensão. As atividades ocorrem em municípios dos estados do Pará, Tocantins, Amazonas e Roraima, e seguem com inscrições abertas para algumas localidades nos próximos dias. As formações buscam qualificar equipes escolares com conteúdos técnicos, práticos e adaptados à realidade regional. Os encontros também proporcionam momentos de escuta e troca de experiências entre os participantes. Segundo Amanda Vargas Maia, coordenadora de Planejamento, Adesão e Execução do PDDE, “nosso objetivo é garantir que os recursos cheguem de forma mais eficiente às escolas, impactando positivamente o ensino e a infraestrutura das unidades escolares. A troca de experiências entre os participantes também é um ponto fundamental, pois fortalece as práticas de gestão em todo o estado e, assim, traz bons resultados para a execução do PDDE nas escolas”. Próximas capacitações com inscrições abertas: 27 e 28/03 – Araguatins (TO) https://cecampenorte.com/app/#/curso/228/visualizar 27 e 28/03 – Ananás, Riachinho e Wanderlândia (TO) https://cecampenorte.com/app/#/curso/229/visualizar 27 e 28/03 – Caapiranga (AM) https://cecampenorte.com/app/#/curso/236/visualizar 03 e 04/04 – Abaetetuba (PA) https://cecampenorte.com/app/#/curso/212/visualizar 03 e 04/04 – Anajás (PA) https://cecampenorte.com/app/#/curso/213/visualizar 03 e 04/04 – Mucajaí (RR) https://cecampenorte.com/app/#/curso/231/visualizar As vagas são limitadas e as inscrições devem ser realizadas diretamente nos links indicados acima, conforme a localidade de interesse. Todos os cursos são gratuitos e contam com certificação de extensão universitária pela UFPA. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/fnde-e-cecampe-norte-oferecem-capacitacoes-presenciais-sobre-o-pdde
Novo PAC Seleções Educação: inscrições vão até 31 de março

Municípios de todo o Brasil têm até o final deste mês para apresentarem propostas para a construção de novas creches e para a aquisição de ônibus escolares. MEC investirá R$ 2,3 bilhões nesta etapa Os municípios brasileiros e o Distrito Federal (DF) têm até o dia 31 de março para se inscreverem na segunda etapa do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) Seleções para a educação. O Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vai investir R$ 2,3 bilhões nesta fase do programa. A seletiva financiará a construção de 500 novas creches e pré-escolas de educação infantil e a aquisição de mil novos ônibus do Programa Caminhos da Escola. As seleções para obras da educação infantil e para a compra dos veículos estão disponíveis a todos os municípios. Já o Distrito Federal só poderá concorrer para a construção de creches e pré-escolas. As propostas podem ser encaminhadas pelo Portal do Novo PAC. Clique aqui e assista à videoconferência realizada pela Undime sobre esse assunto. Entre os benefícios dessa nova seleção, estão a dispensa de adimplência do município para assinatura do termo de compromisso; o aproveitamento de licitação anterior; a oferta de projeto padronizado; a dispensa de análise de adequações de projetos padronizados até o limite de 5% do orçamento; e a simplificação dos fluxos de pagamento, reduzindo o número de vistorias, conforme o valor da obra. Educação infantil – Para a construção de creches e pré-escolas, o MEC destinará R$ 1,75 bilhão. As capitais e o DF poderão mandar até 10 propostas de creches ou pré-escolas, sendo que cada pedido deve obrigatoriamente corresponder à construção de uma nova unidade. Os demais municípios poderão encaminhar uma proposta cada. O projeto padronizado de creche ou pré-escola fornecido pelo FNDE atende até 188 crianças de 0 a 5 anos e 11 meses, em dois turnos; ou 94, da mesma faixa etária, em período integral. Também há a opção de apresentar um projeto próprio de creche ou pré-escola, desde que atenda aos requisitos do manual. Para a submissão da proposta, é preciso indicar a disponibilidade do terreno e o documento que comprove que o Poder Executivo é o detentor da área. Cada lote deve ter metragem mínima de 45 metros de largura por 35 metros de profundidade, com declividade máxima de 3%. Todas as declarações precisam estar assinadas pelo prefeito, seja via certificação eletrônica ou com reconhecimento em cartório. O valor médio pago em reais para cada unidade escolar é de R$ 3,5 milhões nessa edição do programa. Caso o custo seja superior, o município deverá pagar o valor excedente. As contrapartidas das capitais e do DF variam a partir da Capacidade de Pagamento (Capag) ou do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Aos demais municípios, a contrapartida mínima é de 1% do valor pactuado. A previsão é que as novas creches poderão criar até 94 mil vagas nos dois turnos ou 47 mil vagas em tempo integral para crianças de 0 a 5 anos. A iniciativa prioriza, também, o atendimento aos municípios com baixa capacidade para realização de obras, a fim de fortalecer o direito à educação para todos. O objetivo é reduzir as desigualdades educacionais, ampliando o acesso à educação, de modo que sejam cumpridas as metas do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2025. Ônibus escolares – Já para a compra de mil veículos do Programa Caminho da Escola, o MEC disponibilizará R$ 500 milhões. Os municípios podem encaminhar uma única proposta, limitada a um ônibus para cada. Os veículos têm tamanhos específicos, variando entre 13 e 59 lugares cada. A escolha por cada um dos modelos disponíveis pode ser ressaltada nas propostas. A previsão é beneficiar até 120 mil alunos, garantindo mais segurança e conforto para eles, além de contribuir para a redução da evasão escolar na educação básica. Serão priorizados os municípios com pequena capacidade financeira para a compra de equipamentos e que apresentam déficit de cobertura, em especial na zona rural. PAC Seleções – A segunda etapa do Novo PAC Seleções prevê um investimento total de R$ 49,2 bilhões, distribuídos entre os seguintes eixos estratégicos: saúde; educação; ciência e tecnologia; cidades sustentáveis e resilientes; infraestrutura social e inclusiva. Cada modalidade terá regras específicas para a participação de estados, municípios, concessionárias privadas e empresas públicas, dependendo do tipo de projeto a ser implementado. Fonte: FNDE https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/novo-pac-selecoes-educacao-inscricoes-vao-ate-31-3 Municípios de todo o Brasil têm até o final deste mês para apresentarem propostas para a construção de novas creches e para a aquisição de ônibus escolares. MEC investirá R$ 2,3 bilhões nesta etapa Os municípios brasileiros e o Distrito Federal (DF) têm até o dia 31 de março para se inscreverem na segunda etapa do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) Seleções para a educação. O Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vai investir R$ 2,3 bilhões nesta fase do programa. A seletiva financiará a construção de 500 novas creches e pré-escolas de educação infantil e a aquisição de mil novos ônibus do Programa Caminhos da Escola. As seleções para obras da educação infantil e para a compra dos veículos estão disponíveis a todos os municípios. Já o Distrito Federal só poderá concorrer para a construção de creches e pré-escolas. As propostas podem ser encaminhadas pelo Portal do Novo PAC. Clique aqui e assista à videoconferência realizada pela Undime sobre esse assunto. Entre os benefícios dessa nova seleção, estão a dispensa de adimplência do município para assinatura do termo de compromisso; o aproveitamento de licitação anterior; a oferta de projeto padronizado; a dispensa de análise de adequações de projetos padronizados até o limite de 5% do orçamento; e a simplificação dos fluxos de pagamento, reduzindo o número de vistorias, conforme o valor da obra. Educação infantil – Para a construção de creches e pré-escolas, o MEC destinará R$ 1,75 bilhão. As capitais e o DF poderão mandar até 10 propostas de creches ou pré-escolas, sendo que cada pedido deve obrigatoriamente corresponder à construção de uma nova unidade. Os demais municípios poderão encaminhar uma proposta cada. O projeto padronizado de creche ou pré-escola fornecido pelo FNDE atende até 188 crianças de 0 a 5 anos e 11 meses, em dois turnos; ou 94, da mesma faixa etária, em período integral. Também há a opção de apresentar um projeto próprio de creche ou pré-escola, desde que atenda aos requisitos do manual. Para a submissão da proposta, é preciso indicar a disponibilidade do terreno e o documento que comprove que o Poder Executivo é o detentor da área. Cada lote deve ter metragem mínima de 45 metros de largura por 35 metros de profundidade, com declividade máxima de 3%. Todas as declarações precisam estar assinadas pelo prefeito, seja via certificação eletrônica ou com reconhecimento em cartório. O valor médio pago em reais para cada
MEC lança guia prático para Prova Nacional Docente

Redes de ensino têm até 17 de abril para aderir à PND, que ocorre em outubro deste ano. Prova pode ser usada em concursos e seleções de professores estaduais e municipais, como etapa única ou complementar O Ministério da Educação (MEC) realizará, em outubro, a Prova Nacional Docente (PND), um exame criado para melhorar a qualidade da formação, estimular a realização de concursos públicos e induzir o aumento de professores nas redes públicas de ensino. A iniciativa faz parte do programa Mais Professores para o Brasil, que reúne ações de reconhecimento e qualificação do magistério da educação básica e de incentivo à docência no país. Lançado pelo MEC, o guia prático apresenta recomendações gerais e exemplifica algumas hipóteses de como a PND pode ser utilizada nos processos seletivos e estar prevista nos editais. Acesse aqui o Guia Prático – Prova Nacional Docente. As redes públicas de ensino poderão optar por utilizar a PND como etapa única ou complementar, tanto dos concursos públicos quanto dos processos simplificados de contratação que venham a realizar. E, para orientar gestores das secretarias de Educação, de Administração e de Gestão, o MEC elaborou um guia prático com foco principalmente na elaboração dos editais de seleção e concurso. O documento aprofunda possíveis caminhos de utilização do exame a partir da legislação vigente. Além do guia, o Ministério preparou modelo com estrutura de edital, contemplando as hipóteses para concursos públicos e processos seletivos simplificados, exemplificando seções e cláusulas relativas à PND. As redes estaduais e municipais têm até o dia 17 de abril para aderir à Prova Nacional Docente. O processo deve ser feito pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). A adesão é voluntária. O MEC também elaborou um Tutorial de Acesso e Adesão para detalhar o passo a passo. Todos os materiais estão também disponíveis no Simec. Após a adesão, as redes devem publicar seus processos seletivos com indicação do uso da nota da PND e cadastrar no sistema o edital de seleção até junho. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) abrirá, então, as inscrições para o exame, depois divulgará a lista de redes que aderiram e os docentes interessados poderão se inscrever. A prova será aplicada pelo Instituto em outubro deste ano. Mais Professores – Instituído pelo Decreto nº 12.358/2025, o programa Mais Professores para o Brasil foi construído em reconhecimento ao papel central dos docentes no processo de aprendizagem dos estudantes e no sucesso das políticas educacionais. A iniciativa visa fortalecer a formação docente, incentivar o ingresso de professores no ensino público e valorizar os profissionais do magistério, proporcionando-lhes recursos e oportunidades de desenvolvimento profissional contínuo. O programa prevê, além da Prova Nacional Docente, as seguintes iniciativas: Pé-de-Meia Licenciaturas, Bolsa Mais Professores, Portal de Formação e ações de valorização em parceria com bancos públicos e outros ministérios. O programa visa atender 2,3 milhões de docentes em todo o país. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/marco/mec-lanca-guia-pratico-para-prova-nacional-docente Redes de ensino têm até 17 de abril para aderir à PND, que ocorre em outubro deste ano. Prova pode ser usada em concursos e seleções de professores estaduais e municipais, como etapa única ou complementar O Ministério da Educação (MEC) realizará, em outubro, a Prova Nacional Docente (PND), um exame criado para melhorar a qualidade da formação, estimular a realização de concursos públicos e induzir o aumento de professores nas redes públicas de ensino. A iniciativa faz parte do programa Mais Professores para o Brasil, que reúne ações de reconhecimento e qualificação do magistério da educação básica e de incentivo à docência no país. Lançado pelo MEC, o guia prático apresenta recomendações gerais e exemplifica algumas hipóteses de como a PND pode ser utilizada nos processos seletivos e estar prevista nos editais. Acesse aqui o Guia Prático – Prova Nacional Docente. As redes públicas de ensino poderão optar por utilizar a PND como etapa única ou complementar, tanto dos concursos públicos quanto dos processos simplificados de contratação que venham a realizar. E, para orientar gestores das secretarias de Educação, de Administração e de Gestão, o MEC elaborou um guia prático com foco principalmente na elaboração dos editais de seleção e concurso. O documento aprofunda possíveis caminhos de utilização do exame a partir da legislação vigente. Além do guia, o Ministério preparou modelo com estrutura de edital, contemplando as hipóteses para concursos públicos e processos seletivos simplificados, exemplificando seções e cláusulas relativas à PND. As redes estaduais e municipais têm até o dia 17 de abril para aderir à Prova Nacional Docente. O processo deve ser feito pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). A adesão é voluntária. O MEC também elaborou um Tutorial de Acesso e Adesão para detalhar o passo a passo. Todos os materiais estão também disponíveis no Simec. Após a adesão, as redes devem publicar seus processos seletivos com indicação do uso da nota da PND e cadastrar no sistema o edital de seleção até junho. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) abrirá, então, as inscrições para o exame, depois divulgará a lista de redes que aderiram e os docentes interessados poderão se inscrever. A prova será aplicada pelo Instituto em outubro deste ano. Mais Professores – Instituído pelo Decreto nº 12.358/2025, o programa Mais Professores para o Brasil foi construído em reconhecimento ao papel central dos docentes no processo de aprendizagem dos estudantes e no sucesso das políticas educacionais. A iniciativa visa fortalecer a formação docente, incentivar o ingresso de professores no ensino público e valorizar os profissionais do magistério, proporcionando-lhes recursos e oportunidades de desenvolvimento profissional contínuo. O programa prevê, além da Prova Nacional Docente, as seguintes iniciativas: Pé-de-Meia Licenciaturas, Bolsa Mais Professores, Portal de Formação e ações de valorização em parceria com bancos públicos e outros ministérios. O programa visa atender 2,3 milhões de docentes em todo o país. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/marco/mec-lanca-guia-pratico-para-prova-nacional-docente
MEC lança guia prático para Prova Nacional Docente

Redes de ensino têm até 17 de abril para aderir à PND, que ocorre em outubro deste ano. Prova pode ser usada em concursos e seleções de professores estaduais e municipais, como etapa única ou complementar O Ministério da Educação (MEC) realizará, em outubro, a Prova Nacional Docente (PND), um exame criado para melhorar a qualidade da formação, estimular a realização de concursos públicos e induzir o aumento de professores nas redes públicas de ensino. A iniciativa faz parte do programa Mais Professores para o Brasil, que reúne ações de reconhecimento e qualificação do magistério da educação básica e de incentivo à docência no país. Lançado pelo MEC, o guia prático apresenta recomendações gerais e exemplifica algumas hipóteses de como a PND pode ser utilizada nos processos seletivos e estar prevista nos editais. Acesse aqui o Guia Prático – Prova Nacional Docente. As redes públicas de ensino poderão optar por utilizar a PND como etapa única ou complementar, tanto dos concursos públicos quanto dos processos simplificados de contratação que venham a realizar. E, para orientar gestores das secretarias de Educação, de Administração e de Gestão, o MEC elaborou um guia prático com foco principalmente na elaboração dos editais de seleção e concurso. O documento aprofunda possíveis caminhos de utilização do exame a partir da legislação vigente. Além do guia, o Ministério preparou modelo com estrutura de edital, contemplando as hipóteses para concursos públicos e processos seletivos simplificados, exemplificando seções e cláusulas relativas à PND. As redes estaduais e municipais têm até o dia 17 de abril para aderir à Prova Nacional Docente. O processo deve ser feito pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). A adesão é voluntária. O MEC também elaborou um Tutorial de Acesso e Adesão para detalhar o passo a passo. Todos os materiais estão também disponíveis no Simec. Após a adesão, as redes devem publicar seus processos seletivos com indicação do uso da nota da PND e cadastrar no sistema o edital de seleção até junho. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) abrirá, então, as inscrições para o exame, depois divulgará a lista de redes que aderiram e os docentes interessados poderão se inscrever. A prova será aplicada pelo Instituto em outubro deste ano. Mais Professores – Instituído pelo Decreto nº 12.358/2025, o programa Mais Professores para o Brasil foi construído em reconhecimento ao papel central dos docentes no processo de aprendizagem dos estudantes e no sucesso das políticas educacionais. A iniciativa visa fortalecer a formação docente, incentivar o ingresso de professores no ensino público e valorizar os profissionais do magistério, proporcionando-lhes recursos e oportunidades de desenvolvimento profissional contínuo. O programa prevê, além da Prova Nacional Docente, as seguintes iniciativas: Pé-de-Meia Licenciaturas, Bolsa Mais Professores, Portal de Formação e ações de valorização em parceria com bancos públicos e outros ministérios. O programa visa atender 2,3 milhões de docentes em todo o país. Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/marco/mec-lanca-guia-pratico-para-prova-nacional-docente
MEC ouviu professores que ensinam matemática em 2.060 cidades

Docentes dos ensinos fundamental e médio e da EPT de 26 estados e do DF já participaram do levantamento, que termina no dia 28 de março. Contribuições ajudarão a formular estratégias para uma educação matemática de qualidade (Foto: Fábio Nakakura/MEC) O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), concluirá, nesta sexta-feira, 28 de março, a Escuta Nacional de Professores e Professoras que Ensinam Matemática. A iniciativa já ouviu profissionais do ensino fundamental e do ensino médio da educação básica e da educação profissional e tecnológica (EPT) de 26 estados e do Distrito Federal, em mais de 2.060 municípios. O objetivo é coletar contribuições dos docentes a fim de orientar e definir ações e estratégias para a melhoria da aprendizagem nessa área de conhecimento, com base nas necessidades e nas demandas apontadas pelos professores e professoras. Com a iniciativa, espera-se não somente melhorar as práticas pedagógicas no país, mas também fortalecer as vozes dos educadores, garantindo sua valorização e considerando suas diferentes perspectivas, na definição de políticas públicas para o ensino e a aprendizagem da matemática. Por meio de um questionário online, os cerca de 600 mil professores que ensinam matemática em todo o Brasil poderão responder à pesquisa de forma autônoma e anônima. O tempo necessário para completar o questionário é de 20 a 30 minutos. O questionário da escuta aborda aspectos como perfil dos professores; crenças e atitudes; percurso formativo; contexto em que atuam; clima escolar; e currículos e práticas pedagógicas. Cada participante deve refletir sobre sua experiência de acordo com a etapa de ensino e a escola em que atuam. Quem desejar também pode preencher o formulário mais de uma vez, quando for o caso de ter atuação em contextos diferentes, em mais de uma etapa, escola ou rede de ensino. Para que as respostas sejam consideradas pela escuta, é necessário completar todo o questionário. A Escuta Nacional de Professores e Professoras de Matemática foi lançada durante um webinário no qual foram debatidos: os panoramas do componente curricular no país; os desafios e as possibilidades da matemática no Brasil; a experiência das escolas na mobilização de estudantes para a Olimpíada de Matemática (OBMEP); os panoramas de pesquisas internacionais sobre a matemática; a estrutura da pesquisa; o guia da Escuta Nacional; e a disponibilidade do MEC em ouvir os educadores. A transmissão do webinário está disponível no canal do YouTube do MEC. A elaboração do projeto contou com o apoio de pesquisadores das universidades públicas vinculados à Sociedade Brasileira de Matemática (SBM); à Associação Nacional de Professores de Matemática da Educação Básica (ANPMat); e à Olimpíada de Professores de Matemática do Ensino Médio (OPMBr); além de representantes de instituições como Itaú Social; Rede de Conhecimento Social; Porvir; e Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede). Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/marco/mec-ouviu-professores-que-ensinam-matematica-em-2-060-cidades Docentes dos ensinos fundamental e médio e da EPT de 26 estados e do DF já participaram do levantamento, que termina no dia 28 de março. Contribuições ajudarão a formular estratégias para uma educação matemática de qualidade (Foto: Fábio Nakakura/MEC) O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), concluirá, nesta sexta-feira, 28 de março, a Escuta Nacional de Professores e Professoras que Ensinam Matemática. A iniciativa já ouviu profissionais do ensino fundamental e do ensino médio da educação básica e da educação profissional e tecnológica (EPT) de 26 estados e do Distrito Federal, em mais de 2.060 municípios. O objetivo é coletar contribuições dos docentes a fim de orientar e definir ações e estratégias para a melhoria da aprendizagem nessa área de conhecimento, com base nas necessidades e nas demandas apontadas pelos professores e professoras. Com a iniciativa, espera-se não somente melhorar as práticas pedagógicas no país, mas também fortalecer as vozes dos educadores, garantindo sua valorização e considerando suas diferentes perspectivas, na definição de políticas públicas para o ensino e a aprendizagem da matemática. Por meio de um questionário online, os cerca de 600 mil professores que ensinam matemática em todo o Brasil poderão responder à pesquisa de forma autônoma e anônima. O tempo necessário para completar o questionário é de 20 a 30 minutos. O questionário da escuta aborda aspectos como perfil dos professores; crenças e atitudes; percurso formativo; contexto em que atuam; clima escolar; e currículos e práticas pedagógicas. Cada participante deve refletir sobre sua experiência de acordo com a etapa de ensino e a escola em que atuam. Quem desejar também pode preencher o formulário mais de uma vez, quando for o caso de ter atuação em contextos diferentes, em mais de uma etapa, escola ou rede de ensino. Para que as respostas sejam consideradas pela escuta, é necessário completar todo o questionário. A Escuta Nacional de Professores e Professoras de Matemática foi lançada durante um webinário no qual foram debatidos: os panoramas do componente curricular no país; os desafios e as possibilidades da matemática no Brasil; a experiência das escolas na mobilização de estudantes para a Olimpíada de Matemática (OBMEP); os panoramas de pesquisas internacionais sobre a matemática; a estrutura da pesquisa; o guia da Escuta Nacional; e a disponibilidade do MEC em ouvir os educadores. A transmissão do webinário está disponível no canal do YouTube do MEC. A elaboração do projeto contou com o apoio de pesquisadores das universidades públicas vinculados à Sociedade Brasileira de Matemática (SBM); à Associação Nacional de Professores de Matemática da Educação Básica (ANPMat); e à Olimpíada de Professores de Matemática do Ensino Médio (OPMBr); além de representantes de instituições como Itaú Social; Rede de Conhecimento Social; Porvir; e Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede). Fonte: MEC https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/marco/mec-ouviu-professores-que-ensinam-matematica-em-2-060-cidades
