Videoconferência vai abordar o papel da educação empreendedora na gestão municipal e na melhoria da aprendizagem

Encontro será no dia 23 de junho (terça-feira), às 15h (horário de Brasília) A Undime, em parceria com o Sebrae, por meio do Conviva Educação, realizará a videoconferência “Educação Empreendedora na Gestão Municipal: liderança, diálogo e mobilização para transformar a aprendizagem”, voltada aos dirigentes municipais de educação, equipes técnicas das secretarias e demais profissionais interessados no fortalecimento das redes públicas de ensino. O encontro será no dia 23 de junho (terça-feira), às 15h (horário de Brasília), e buscará propor uma reflexão sobre o papel da liderança educacional na construção de redes mais inovadoras, colaborativas e comprometidas com a aprendizagem dos estudantes. A partir da perspectiva da educação empreendedora, serão discutidas competências essenciais para a gestão educacional contemporânea, como visão de futuro, mobilização de pessoas, criatividade, planejamento, iniciativa, diálogo e capacidade de transformar desafios locais em oportunidades de desenvolvimento. Durante a transmissão, os participantes conhecerão estratégias e ferramentas que podem apoiar os municípios na articulação entre escolas, famílias, estudantes e comunidade, fortalecendo políticas e práticas educacionais alinhadas às necessidades dos territórios e à melhoria dos resultados de aprendizagem. A palestrante será: Luciana Allan, doutora em Educação pela Universidade de São Paulo (USP). Com mais de 25 anos de atuação na área educacional, ela lidera projetos nacionais e internacionais, participou do grupo de trabalho responsável pela elaboração da BNCC Computação para o Ministério da Educação (MEC) e é autora de obras sobre metodologias ativas, gestão e transformação educacional. A live também destacará como a educação empreendedora pode ser incorporada de maneira transversal à gestão das redes municipais, aos projetos pedagógicos e às políticas públicas educacionais, contribuindo para a formação de estudantes protagonistas, criativos, colaborativos e preparados para enfrentar os desafios do presente e do futuro. Não é necessário realizar inscrição. Basta acessar: https://convivaeducacao.org.br/videoconferencia para acompanhar e participar. Videoconferência “Educação Empreendedora na Gestão Municipal: liderança, diálogo e mobilização para transformar a aprendizagem”Data: 23 de junho de 2026, terça-feiraHorário: 15h (horário de Brasília)Link para acompanhar a transmissão: https://www.youtube.com/watch?v=AA9xMqjFg08   Fonte: Undime

Estratégia Busca Ativa Escolar apresenta recomendações para ampliar o acesso à Educação Infantil

UNICEF, Undime e parceiros institucionais criam publicação para subsidiar gestores/as públicos da educação na definição políticas públicas para a primeira infância   O UNICEF, a Undime e seus parceiros institucionais fazem um alerta urgente: os/as governantes e gestores/as públicos/as precisam apresentar soluções reais para a primeira infância. Embora o Brasil tenha avançado na garantia do direito à educação, o acesso à Educação Infantil permanece como um dos principais desafios para a equidade educacional, especialmente no atendimento em creche (0 a 3 anos) e na universalização da pré-escola (4 e 5 anos). Milhares de bebês e crianças seguem fora da escola, sobretudo em territórios marcados por maiores vulnerabilidades sociais. Para subsidiar o debate público e a elaboração de planos governamentais estratégicos, as instituições publicaram um guia prático focado na Busca Ativa Escolar (BAE), apontando caminhos para tirar bebês e crianças da exclusão educacional. O material subsidia gestores/as e técnicos/as federais, estaduais e municipais da educação, com recorte nas políticas de primeira infância, para a tomada de decisão visando a ampliação do acesso à Educação Infantil. “Investir no presente é condição fundamental para a construção de um futuro mais justo”, resumem as entidades no documento de recomendações. O tamanho do desafio O cenário brasileiro exige ações imediatas. Com a chegada do novo Plano Nacional de Educação (PNE 2026–2036), a meta de atendimento em creches subiu de 50% para 60%. No entanto, a realidade atual das redes municipais mostra o tamanho do gargalo: Déficit nas creches: cerca de 81% dos municípios brasileiros ofertam menos de 60% das vagas necessárias para a faixa de 0 a 3 anos; Atraso na pré-escola: embora a pré-escola (4 e 5 anos) devesse estar universalizada, 16% dos municípios ainda atendem menos de 90% das crianças dessa idade; O rosto da exclusão: a falta de acesso atinge de forma desigual a população, sendo a maioria das crianças excluídas negras, pardas ou indígenas (67%), do sexo masculino (55%) e pertencentes ao quintil mais pobre do país (40%). A boa notícia para os/as governantes e gestores/as públicos/as é que existe uma solução testada: a Busca Ativa Escolar. Com nove anos de implementação e mais de 320 mil (re)matrículas garantidas, a estratégia converte em matrícula efetiva cerca de 90% dos casos de crianças de 0 a 5 anos acompanhadas. 5 recomendações para os planos de governoO documento aponta também cinco diretrizes que não podem faltar nos planos governamentais de gestão: 1. Institucionalizar a Busca Ativa Escolar: transformar a BAE em uma estratégia permanente da política municipal, com fluxos claros e responsabilidades definidas; 2. Regime de colaboração ativo: buscar articulação com estados e a União, garantindo apoio técnico e financeiro para priorizar a primeira infância nos orçamentos municipais; 3. Intersetorialidade e uso de dados: cruzar dados da educação, saúde e assistência social de forma sistemática para localizar as crianças invisíveis ao sistema; 4. Planejamento inteligente da oferta: usar os dados da Busca Ativa Escolar para mapear a demanda real e expandir a rede de creches e pré-escolas de forma sustentável e focada; 5. Capacitação contínua: treinar as equipes municipais com foco na primeira infância e gestão orientada por dados.   Confira o documento completo AQUI. Fonte: Busca Ativa Escolarhttps://buscaativaescolar.org.br/noticia/estrategia-busca-ativa-escolar-apresenta-recomendacoes-para-ampliar-o-acesso-a-educacao-infantil

Inscrições abertas para compor Rede Nacional de Certificadores do Enem, da PND e do Enamed

Interessados podem se inscrever até 28 de junho. Podem se candidatar servidores públicos do Poder Executivo federal e docentes das redes públicas de ensino estaduais e municipais, efetivos e em exercício da docência em 2026 Estão abertas, até 28 de junho, as inscrições para a Rede Nacional de Certificadores (RNC). Os interessados em participar do processo seletivo devem se inscrever pelo Sistema RNC. A seleção é destinada a servidores públicos do Poder Executivo federal e a docentes efetivos das redes públicas de ensino estaduais e municipais que estejam em exercício da docência em 2026. Os selecionados atuarão na certificação dos procedimentos de logística operacional e de aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), da Prova Nacional Docente (PND) e do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). A remuneração regular é de R$ 510,00, e a excepcional, de R$ 864,00 por dia de atuação. O pagamento da demanda excepcional está restrito aos municípios de aplicação de provas sem certificadores disponíveis ou com número insuficiente. A medida se aplica a deslocamentos superiores a 150 km em cada trecho, partindo do município de origem, sendo a ida e a volta consideradas separadamente. Convocação – A relação dos inscritos convocados para realizar o curso de capacitação e as demais etapas do processo seletivo poderão ser consultadas no edital e no Sistema RNC. Os interessados com inscrição confirmada poderão realizar o curso de capacitação, promovido pelo Inep na modalidade a distância, por meio de plataforma virtual, conforme o número de vagas disponíveis. Confira os detalhes no edital Acesse o Sistema RNC   Fonte: Inephttps://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/institucional/inscricoes-abertas-para-compor-rede-nacional-de-certificadores-do-enem-da-pnd-e-do-enamed

Livro digital do PNLD: veja como utilizar a plataforma

Recursos de acessibilidade promovem inclusão e garantem maior autonomia aos estudantes A plataforma PNLD Digital permite o acesso eletrônico ao acervo do Programa Nacional do Livro e do Material Escolar (PNLD), contribuindo para ampliar a equidade nas oportunidades de aprendizagem de estudantes em todo o país. Como ter acesso? Os alunos e professores podem entrar no PNLD Digital por meio da autenticação do GOV.BR, em sincronia com o Sistema de Gestão Presente do MEC (SGP/MEC).   Confira o passo a passo para utilizar o Leitor Digital do PNLD.  Ao acessar a plataforma, o usuário encontra, na página inicial, as seções Meus Livros, Estante, Tutorial e Suporte. Na área Meus Livros, ficam disponíveis as obras vinculadas ao usuário, permitindo acesso rápido e offline aos materiais disponíveis para consulta e leitura. Para facilitar a localização da obra desejada, especialmente quando há muitas publicações disponíveis, é possível aplicar filtros como ano, série ou disciplina. Após encontrar o livro na Estante, o usuário pode selecioná-lo e realizar o download. A obra baixada ficará disponível na aba Meus Livros, onde poderá ser acessada para leitura na estante virtual. A navegação é simples e intuitiva, permitindo ao usuário avançar ou retornar no conteúdo, utilizar a barra de rolagem e acompanhar a leitura diretamente na tela. O leitor também conta com ferramentas de apoio, como busca por palavras ou expressões dentro da obra. A plataforma ainda possui uma área de Suporte, na qual o usuário pode registrar uma solicitação, informar seus dados de contato, selecionar o tipo de demanda e descrever eventuais problemas encontrados durante o uso. A plataforma foi desenvolvida pela Diretoria de Tecnologia do FNDE (DIRTI) em parceria com a Coordenação-Geral dos Programas do Livro da Diretoria de Ações Educacionais do FNDE (CGPLI/DIRAE), com a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC) e com o Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais (NEES), vinculado ao Instituto de Computação da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).  Acessibilidade  A plataforma possui padrões de acessibilidade para garantir que todos os estudantes, incluindo pessoas com deficiência visual, usem o conteúdo com autonomia. Audiodescrição e narração, vídeos legendados, mapas interativos, compatibilidade de tela e acesso ao conteúdo tanto no modo online como offline.   O sistema permite a personalização, como o ajuste de tema de visualização, alteração da configuração de texto, modificação de espaçamentos e adaptação da leitura de acordo com a necessidade do usuário. Opções de navegação também estão disponíveis, como acesso ao índice da obra, para facilitar a localização de capítulos ou unidades específicas.   Acervo  O PNLD Digital reúne, até o momento, 2.878 obras. São 982 títulos do PNLD 2023 dos anos iniciais do ensino fundamental, 804 obras literárias do PNLD 2023 anos iniciais, 724 obras do PNLD 2024 dos anos finais do ensino fundamental e 368 obras do PNLD 2026 do ensino médio. Ao todo, são R$ 128,2 milhões investidos para ofertar acesso gratuito aos livros para 40 milhões de estudantes e professores da rede pública de educação básica.  PNLD  Criado em 1937, o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) é a política pública educacional mais antiga do Brasil. O programa é responsável por avaliar e distribuir gratuitamente livros didáticos, pedagógicos e literários para escolas públicas de todo o país.  Desde 2023, o Governo Federal ampliou os investimentos no programa para atender diferentes etapas e modalidades da educação básica.   Somente entre 2023 e 2025, foram destinados R$ 6,5 bilhões para aquisição de livros e materiais didáticos, beneficiando milhões de estudantes e professores da rede pública brasileira.    Fonte: FNDEhttps://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias/livro-digital-do-pnld-veja-como-utilizar-a-plataforma

Criada comunidade de gestores de políticas de primeira infância

Iniciativa fomentará criação de políticas públicas efetivas para essa fase da vida. Colegiado desenvolverá suas atividades a partir da articulação federativa e do desenvolvimento de capacidades institucionais Foto: Divulgação/MEC O Ministério da Educação (MEC) publicou, no Diário Oficial da União (DOU) de terça-feira, 16 de junho, a Portaria nº 540/2026, que institui a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. A iniciativa visa promover o engajamento, a mobilização, a coordenação e a articulação de gestores públicos responsáveis pela implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI). Caberá aos entes federados e à Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância do MEC orientar a composição e o funcionamento da comunidade, de acordo com as diretrizes que garantem os direitos de crianças de zero a seis anos. O documento define que a comunidade desenvolverá suas atividades a partir de dois eixos estruturantes: pactuação e articulação federativa; e desenvolvimento de capacidades institucionais dos entes federados. O primeiro trata do fomento de oficinas, encontros técnicos e seminários que visem ao estudo, à análise e à discussão de iniciativas destinados à melhoria contínua das políticas públicas. Já o segundo diz respeito à concepção de instrumentos de ação pública, protocolos, sistemas de informação, monitoramento e avaliação destinados à ampliação das capacidades individuais e coletivas de gestão pública. A Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância será composta pelo conjunto de membros do Comitê Executivo da PNIPI, instituído em outubro de 2025, e pelas seguintes representações: – O titular da Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância do MEC; – Um gestor indicado pelo chefe do Poder Executivo de cada município, cuja população estimada no Censo Demográfico de 2022 seja menor ou igual a 20 mil habitantes; – Até dois gestores indicados pelo chefe do Poder Executivo de cada município, cuja população estimada no Censo Demográfico de 2022 seja maior que 20 mil habitantes e menor ou igual a cem mil habitantes; – Até três gestores indicados pelo chefe do Poder Executivo de cada município, cuja população estimada no Censo Demográfico de 2022 seja maior que 100 mil habitantes; – Dois gestores indicados pelo chefe do Poder Executivo de cada estado e pelo chefe do Poder Executivo do Distrito Federal. ECOA-PNIPI – O MEC também divulgou, na segunda-feira (15), no DOU, a Portaria nº 541/2026, que cria a Estratégia Conhecimento e Ação (ECOA), como parte da PNIPI. A iniciativa surge com a finalidade de fomentar, organizar, sistematizar e disseminar conhecimentos científicos e insumos técnicos sobre a primeira infância, bem como promover o desenvolvimento profissional de agentes públicos para a formulação, implementação, monitoramento e avaliação das ações governamentais, programas e projetos destinados à etapa de ensino. PNIPI – A Política Nacional Integrada da Primeira Infância foi instituída pelo Decreto nº 12.574/2025 como uma iniciativa do governo federal voltada ao desenvolvimento integral de crianças de zero a seis anos. A PNIPI reconhece a primeira infância como uma etapa decisiva para o desenvolvimento humano e articula ações das áreas de saúde, educação, assistência social, direitos humanos e gestão e inovação, buscando fortalecer a atuação do Estado de forma integrada, com foco na equidade e na garantia de direitos, especialmente para crianças em situação de maior vulnerabilidade.   Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/criada-comunidade-de-gestores-de-politicas-de-primeira-infancia

Portal Mais Professores tem pós-graduações com inscrições abertas

Na plataforma, é possível consultar informações sobre cursos de mestrado, doutorado e especializações ofertados pelo MEC e por instituições parceiras. No botão “oportunidades”, estão cursos com inscrições abertas Foto: Divulgação/MEC O Portal Mais Professores passou a divulgar novos cursos gratuitos de pós-graduação, mestrado, doutorado e especializações para docentes de todo o país. As formações são ofertadas por universidades federais e institutos federais em diferentes regiões brasileiras. A plataforma faz parte do programa Mais Professores para o Brasil do Ministério da Educação (MEC), que reúne um conjunto de iniciativas de valorização e qualificação do magistério da educação básica e de incentivo à docência no país. Os cursos são ofertados na modalidade presencial e à distância. Ao selecionar o botão “oportunidades” o usuário visualizará os cursos de pós-graduação com inscrições abertas ou que irão abrir em breve, conforme a imagem abaixo: Um dos objetivos do programa é enfrentar o déficit de formação adequada no país, tendo como base os dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao MEC, os quais indicam que 33% das docências da educação básica não possuem professores com formação compatível com a área em que atuam. A ampliação do acesso dos professores a cursos de pós-graduação gratuitos busca fortalecer a formação acadêmica e pedagógica do magistério. A plataforma reúne, em um único ambiente, informações sobre os cursos disponíveis, instituições ofertantes e prazos de inscrição. Para o MEC, investir na formação é essencial para garantir a qualidade do ensino e a melhoria das competências pedagógicas, atualizando os professores com novas metodologias e tecnologias. A plataforma está alinhada às Metas 15 e 16 do Plano Nacional de Educação (PNE). A primeira visa garantir que todos os professores da educação básica tenham formação específica de nível superior. Já a segunda pretende formar, em nível de pós-graduação, 50% dos professores da educação básica. Na plataforma, o interessado tem acesso a cursos do programa Universidade Aberta do Brasil (UAB), assim como a informações sobre pós-graduação lato sensu e programas de mestrado e doutorado abertos em universidades públicas. Também há formações oferecidas no Ambiente Virtual de Aprendizagem do Ministério da Educação (Avamec) e na plataforma Aprenda Mais. O professor tem acesso, ainda, a recursos educacionais da plataforma Mecred, iniciativa do MEC para integração e troca pedagógica. Além disso, o docente pode conhecer outras ações da pasta para formação, como o Programa Escola e Comunidade (Proec), o Programa de Formação Continuada para Diretores Escolares e Técnicos das Secretarias de Educação (Proditec) e o Programa Institucional de Fomento e Indução da Inovação da Formação Inicial e Continuada de Professores com Ênfase na Educação Integral (Prilei). Mais Professores – Instituído pelo Decreto nº 12.358/2025, o programa Mais Professores para o Brasil foi construído em reconhecimento ao papel central dos docentes no processo de aprendizagem dos estudantes e no sucesso das políticas educacionais. A iniciativa visa fortalecer a formação docente, incentivar o ingresso de professores no ensino público e valorizar os profissionais do magistério, proporcionando-lhes recursos e oportunidades de desenvolvimento profissional contínuo. O programa prevê, além do portal de formação, o Pé-de-Meia Licenciaturas, a bolsa Mais Professores para o Brasil, a Prova Nacional Docente e ações de valorização, como benefícios exclusivos em bancos públicos e descontos em hotéis. O Mais Professores visa atender 2,3 milhões de docentes em todo o país. Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/portal-mais-professores-tem-pos-graduacoes-com-inscricoes-abertas

Abertas inscrições para o Prêmio Nacional de Educação Fiscal

Interessados em participar da edição de 2026 podem inscrever projetos em quatro categorias até 30 de junho. Premiação reconhece iniciativas voltadas à educação fiscal, à transparência e ao controle social Foto: Divulgação   Estão abertas até 30 de junho as inscrições para o Prêmio Nacional de Educação Fiscal 2026. A iniciativa reconhece projetos voltados à compreensão da função social dos tributos, à transparência das contas públicas e ao fortalecimento do controle social. Realizada pela Associação Nacional de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e outros órgãos, a premiação é uma das principais ações nacionais de incentivo à educação fiscal e mobiliza iniciativas em todo o país. As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site oficial do prêmio, mediante preenchimento de formulário eletrônico e envio do descritivo do projeto, com informações sobre objetivos, execução e resultados. Os interessados podem inscrever projetos em quatro categorias. A categoria Escolas é destinada a instituições de educação infantil, ensino fundamental e ensino médio. Já a categoria Instituições contempla universidades, organizações do terceiro setor, prefeituras, secretarias e demais entidades públicas ou privadas. A categoria Imprensa é voltada a profissionais de comunicação com reportagens publicadas a partir de 1º de dezembro de 2025. Por fim, a categoria Tecnologia abrange soluções como aplicativos, programas e jogos voltados à disseminação da educação fiscal. Para as categorias Escolas e Instituições, os projetos precisam estar em andamento e apresentar resultados mensuráveis. Na categoria Imprensa, devem ser informadas as matérias publicadas dentro do período estabelecido. Já os participantes da categoria Tecnologia devem apresentar, além do formulário, um vídeo de apresentação (pitch) e um protótipo funcional da solução desenvolvida. Etapas de seleção – Após o encerramento das inscrições, os projetos seguem para a etapa estadual, que ocorrerá entre 24 de julho e 25 de setembro de 2026. Nessa fase, comissões técnicas realizarão análise de campo, com visitas presenciais, avaliação documental e entrevistas. Os melhores projetos de cada estado avançarão para a etapa nacional, quando serão avaliados por uma comissão julgadora interinstitucional. A cerimônia de premiação está prevista para dezembro, em Brasília. Ao todo, 17 iniciativas serão reconhecidas como finalistas nas quatro categorias. Os vencedores receberão troféu, certificado de reconhecimento e premiação financeira que pode chegar a R$ 15 mil. Na categoria Escolas, os responsáveis pelos três projetos mais bem colocados também receberão premiação adicional. Os finalistas terão participação garantida na cerimônia nacional, com custeio de deslocamento e hospedagem para um representante de cada iniciativa. Parceiros – O Prêmio Nacional de Educação Fiscal também conta com a parceria da Receita Federal do Brasil, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), do Grupo de Trabalho 66 de Educação Fiscal (Confaz), do Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (Encat), do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), do jornal Correio Braziliense, da TV Globo. Além disso, conta com o apoio das seguintes entidades representativas do Fisco: Sindicato dos Auditores-Fiscais (Sindifisco Nacional), União Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco Nacional), Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), Sindicato dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo (Sinafresp) e Sindifisco-MG.  Vídeo de divulgação   Fonte: MEChttps://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/abertas-inscricoes-parao-premio-nacional-de-educacao-fiscal

Boletim Em pauta – Edição nº 821 – 17 de junho de 2026

FNDE promove webinário sobre o Programa Escola em Tempo Integral Leia mais MEC lança coleção sobre cidadania e educação fiscal Leia mais MEC faz pré-lançamento dos Cadernos de Educação Popular Leia mais MEC abre adesão ao segundo ciclo do PDDE Equidade Leia mais Prazo para redes aderirem à PND termina quarta, 17 de junho Leia mais 7ª Reunião da Comissão de Apoio ao Saeb consolida resultados de 2025 e define ações para a avaliação de 2026 Leia mais Undime participa de reunião da Comissão de Apoio à Articulação entre os Sistemas de Avaliação da Educação Básica Leia mais Hip-Hop vira política educacional para combater desigualdade Leia mais Inscrições para o Prêmio Pnae 2026 estão abertas Leia mais Inscrições abertas para seminário de políticas para primeira infância Leia mais Já explorou os cursos autoinstrucionais da Busca Ativa Escolar? Leia mais

Novo recurso reúne formações gratuitas para apoiar profissionais da Educação na ampliação da oferta da educação integral no país

Temas como gestão e execução orçamentária, currículo integrado, projeto político-pedagógico, regime de colaboração e intersetorialidade estão presentes nos cursos para gestores e educadores Expansão de mais tempo na escola é vista como prioridade para as gestões municipais, segundo familiares de estudantes Atualmente, 25% das crianças e adolescentes estão matriculados em unidades que oferecem jornadas diárias acima de sete horas     Um novo recurso da Escola Fundação Itaú reúne sete formações gratuitas para acelerar a expansão da educação integral no Brasil. Voltada para profissionais de educação, a trilha trata de temas estratégicos como currículo integrado, gestão orçamentária, parcerias entre escola e assistência social, entre outros, com o objetivo de fortalecer práticas ligadas à concepção de Educação Integral. “Tratar a educação em tempo integral como um luxo é ignorar seu papel na redução das desigualdades. Mais do que ampliar a jornada escolar de quatro ou cinco para sete horas diárias, a proposta deve envolver projetos interdisciplinares e atividades práticas, culturais e esportivas que contribuam para o desenvolvimento pleno de crianças e adolescentes”, explica Patricia Mota Guedes, superintendente do Itaú Social. A trilha compõe um caminho personalizado de aprendizagem, organizado para ser flexível e adaptável às necessidades dos interessados. O conteúdo leva em conta a educação integral como algo além de ampliar a carga horária dos estudantes. A iniciativa inclui, por exemplo, formações que destacam o papel da educação integral na busca da equidade racial, na relação com a assistência social e no incentivo à criação de currículos que estejam conectados à cultura do território. Também estão disponíveis cursos voltados à administração e gestão orçamentária, adequação de projetos às legislações vigentes — como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) — e elaboração de Projetos Político-Pedagógicos (PPP). Confira: Base legal da Educação Integral Descrição: sistematiza os principais marcos normativos e orientações legais que sustentam a política de educação integral no Brasil.Carga horária: duas horas Gestão e execução orçamentária na Educação Integral Descrição: explora aspectos práticos da alocação, gestão e monitoramento de recursos para viabilizar a implementação das ações que compõem a educação integral.Carga horária: duas horas Educação Integral Antirracista Descrição: promove reflexões e práticas pedagógicas voltadas à equidade racial como eixo transversal do trabalho docente, valorizando a diversidade e o enfrentamento das desigualdades no contexto educacional.Carga horária: dez horas Projeto Político-Pedagógico (PPP) e a Educação Integral Descrição: discute o papel do PPP como instrumento orientador da proposta educativa, considerando a ampliação do tempo de permanência na escola e a formação integral de crianças, adolescentes e jovens.Carga horária: duas horas Currículo integrado na Educação Integral Descrição: apresenta caminhos para a construção de práticas curriculares que dialoguem com diferentes tempos, espaços e saberes.Carga horária: duas horas Parcerias como base para a expansão de matrículas na Educação IntegralDescrição: aborda estratégias de articulação entre diferentes instâncias e atores, fortalecendo o regime de colaboração e a atuação intersetorial.Carga horária: duas horas   Educação Integral e Assistência Social: conexões e redes de direitosDescrição: reflete sobre temas centrais relacionados à educação integral e às funções da Política de Assistência Social na garantia dos direitos de crianças, adolescentes e jovens.Carga horária: dez horas   Educação integral é prioridadePara 30% das famílias de estudantes, a ampliação da jornada escolar deve ser a principal função dos gestores públicos na educação. O tema é o mais citado pelos entrevistados na pesquisa Opinião das Famílias: Percepções e Contribuições para a Educação Municipal, realizada pelo Instituto Datafolha a pedido da Fundação Itaú e do Todos Pela Educação. O item fica à frente de outras prioridades históricas da comunidade escolar, como a melhora na infraestrutura escolar (20%); nas condições de trabalho dos professores (17%); e nos investimentos em alfabetização dos estudantes (17%). De acordo com os entrevistados, mais tempo na escola tem efeitos positivos no desenvolvimento socioemocional dos estudantes, como a promoção de habilidades de relacionamento, a expressão de emoções e a motivação para o futuro. O último Censo Escolar mostrou que 25% dos estudantes da rede pública estão em unidades que oferecem essa modalidade. Até 2036, a meta do Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece que 50% das matrículas estejam em instituições que ofereçam mais de sete horas letivas diárias. Sobre a Escola Fundação Itaú A plataforma oferece cerca de 150 cursos livres e gratuitos de arte, cultura e educação. Em um ano de existência, a plataforma recebeu quase 100 mil inscrições nas formações e emitiu mais de 24 mil certificados de conclusão. Os conteúdos são autoformativos e oferecem certificação.   Fonte: Itaú Social

Webinário traz orientações para o preenchimento do módulo Fundeb-VAAR-Condicionalidades, Ciclo 2026/2027

Transmissão ao vivo será nesta quinta-feira (18) com informações referentes às condicionalidades I e V da complementação VAAR-Fundeb Nesta quinta-feira, dia 18 de junho, às 15h (horário de Brasília) a Undime, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), realizará um webinário para trazer orientações acerca do preenchimento do módulo no Simec – Ciclo 2026/2027 referente às condicionalidades I e V da complementação VAAR-Fundeb. Em breve o Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (Simec) estará aberto para registro das informações e o objetivo do webinário é orientar sobre o preenchimento do módulo Fundeb-VAAR-Condicionalidades para que estados, municípios e Distrito Federal insira as devidas comprovações para o cumprimento das condicionalidades, conforme previsto na Lei 14.113/2020, que regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O cumprimento das condicionalidades de melhorias de gestão e resultados de redução de desigualdades educacionais é requisito para o município ter direito aos recursos da complementação-VAAR. Nesse momento, será necessário informar sobre: Condicionalidade I – Voltada para o provimento de gestores escolares por critérios técnicos;Condicionalidade V – Referente à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Complemento à BNCC da Computação. No webinário será apresentado, de forma detalhada, as funcionalidades do módulo, os campos a serem preenchidos, a documentação necessária e os principais aspectos relacionados à comprovação do cumprimento das condicionalidades de melhoria da gestão (I e V) do Valor Aluno Ano Resultado (VAAR), no âmbito do Fundeb. Além disso, o webinário será uma oportunidade para tirar de dúvidas e alinhar orientações técnicas junto às redes de ensino. A transmissão será ao vivo por meio dos canais da Undime e do MEC no YouTube. Para participar não é necessário realizar inscrição. Basta acessar o link convivaeducacao.org.br/videoconferencia Fundeb-VAAR: Orientações para o preenchimento do módulo no Simec – Ciclo 2026/2027Data: 18 de junho de 2026, quinta-feiraHorário: 15h (horário de Brasília)Link para acompanhar: https://www.youtube.com/watch?v=DSGG6blqCLA  Foto: Undime