Conselho Fiscal da Undime aprova contas do primeiro semestre de 2026

A Undime realizou, nos dias 17 e 18 de setembro de 2026, reunião do Conselho Fiscal, na sede da instituição, em Brasília. O encontro teve como objetivo examinar o balanço contábil referente ao primeiro semestre de 2026. Durante a reunião, foram analisados documentos relacionados às receitas e despesas, aos saldos das contas correntes, aos projetos e parcerias institucionais, aos projetos com destinação específica e ao relatório dos 20% das anuidades repassadas pelas seccionais à Undime. Também foram apresentadas as receitas e despesas do 11º Fórum Nacional Extraordinário e os saldos das contas correntes de 31 de dezembro de 2025 e de 30 de junho de 2026. Participaram da reunião os conselheiros fiscais Alsione Pereira de Alencar Sulbaran, dirigente municipal de Educação de Pacaraima/RR; Humberto de Campos de Castilho, dirigente municipal de Educação de Sucupira/TO; e Samuel dos Santos Silva, dirigente municipal de Educação de Tartarugalzinho/AP; o secretário de Finanças da Undime, Anderson Passos dos Santos, dirigente municipal de Educação de Aratuípe/BA; e integrantes da equipe da Undime nacional: Maria Edineide de Almeida Batista, coordenadora institucional; Maria de Fátima Soares de Melo, coordenadora administrativa; Wendell Silva de Assunção, coordenador contábil; e Renata Dias Meireles Alencar, coordenadora de projetos. Ao final da análise, os conselheiros aprovaram, sem ressalvas, o exercício financeiro referente ao primeiro semestre de 2026.
PNAE tem repasses de 2026 concluídos pelo FNDE

Oito parcelas somaram cerca de R$ 6,7 bilhões transferidos a estados e municípios ao longo do exercício O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), concluiu, com o repasse da parcela de setembro, os pagamentos dos recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) às entidades executoras regulares, referentes ao exercício de 2026. Ao todo, foram transferidos cerca de R$ 6,7 bilhões a prefeituras e secretarias estaduais de educação em todo o país, distribuídos em oito parcelas ao longo do ano. A etapa final de pagamentos totalizou R$ 1,39 bilhão. Desse montante, aproximadamente R$ 458,6 milhões foram destinados às prefeituras municipais e cerca de R$ 938 milhões às secretarias estaduais de educação, resultado da soma entre o remanescente de agosto (R$ 579,5 milhões) e a parcela integral de setembro (R$ 817 milhões). Os recursos do PNAE são transferidos automaticamente pelo FNDE aos estados, municípios, Distrito Federal e escolas federais, sem necessidade de convênio, e têm caráter suplementar. Os repasses são destinados à execução da alimentação escolar para estudantes da educação básica pública, conforme as regras e os critérios estabelecidos para o programa. Fonte: https://www.gov.br/fnde/pt-br/assuntos/noticias-1/pnae-tem-repasses-de-2026-concluidos-pelo-fnde
Programa Escola em Tempo Integral: videoconferência orienta municípios sobre execução de recursos e Planos de Expansão

Encontro virtual será realizado no dia 24 de setembro, às 15h, e contará com representantes do MEC, FNDE e Undime A Undime, por meio do Conviva Educação, realiza no dia 24 de setembro, às 15h (horário de Brasília), uma videoconferência sobre Educação Integral em Tempo Integral. A atividade terá como foco a execução do saldo disponível em conta do Ciclo I do Programa Escola em Tempo Integral, a aplicação dos 4% do Fundeb e a elaboração dos Planos de Expansão. O encontro foi pensado para apoiar dirigentes e equipes técnicas das redes municipais de ensino na compreensão dos procedimentos relacionados ao programa e contribuir para o planejamento e a execução das ações de educação em tempo integral, além de apresentar informações sobre a aplicação dos recursos do Fundeb e a elaboração dos Planos de Expansão. A live é aberta às redes municipais de ensino e contará com a participação de Ulisses Anacleto Pereira Orlando, coordenador de Apoio Operacional ao Siope e SisCACS do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); Constança de Almeida Lazarin, coordenadora de Transferências Diretas do FNDE; Aline Zero Soares, coordenadora-geral de Educação Integral e Tempo Integral do Ministério da Educação (MEC); e Michele Lessa de Oliveira, coordenadora-geral de Manutenção da Educação Básica do MEC. A mediação será realizada por Jucilene Fernandes, dirigente municipal de educação de Balneário Rincão/SC, presidente da Undime/SC e da Região Sul. Serviço Programa Escola em Tempo Integral: execução do saldo em conta, aplicação dos 4% do Fundeb e elaboração dos Planos de Expansão Data: 24 de setembro Horário: 15h (horário de Brasília) Onde acompanhar: Plataforma Conviva Educação e pelo YouTube
Tá Sabendo destaca TIC Educação, novo Balcão Virtual do FNDE, calendário escolar e prêmio de Matemática

A 9ª edição do Tá Sabendo? já está no ar com informações que merecem a atenção de dirigentes municipais de educação e equipes técnicas das secretarias. Desta vez, o giro de notícias passa por tecnologia, gestão, planejamento do calendário escolar e valorização de experiências desenvolvidas dentro das escolas. Um dos assuntos é a TIC Educação, pesquisa que acompanha a presença das tecnologias digitais no cotidiano das escolas brasileiras e que iniciou uma nova edição. Ao todo, 1.405 unidades de ensino fundamental e médio foram selecionadas para o levantamento em diferentes regiões do país. Mais do que identificar a disponibilidade de computadores, internet e dispositivos móveis, a pesquisa permite acompanhar como esses recursos vêm sendo incorporados à gestão e às práticas pedagógicas. Os dados também ajudam a revelar diferenças entre realidades escolares e a apontar desafios que ainda precisam ser enfrentados pelas políticas educacionais. A participação das escolas selecionadas é, portanto, uma etapa importante para a construção desse panorama. A Undime integra a mobilização em torno da iniciativa, juntamente com o Ministério da Educação (MEC), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e a Unesco. Saiba mais. Para quem precisa tratar de demandas junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), há uma mudança importante. O Balcão Virtual ganhou uma nova dinâmica de atendimento e deixou de exigir agendamento prévio com as áreas técnicas. Agora, o primeiro contato é feito com a equipe de Relações Institucionais, que identifica a necessidade apresentada e orienta o representante. Quando for necessário aprofundar a demanda, profissionais das áreas técnicas poderão ser chamados para participar do atendimento on-line. A proposta é tornar mais simples o caminho percorrido pelos municípios para esclarecer dúvidas e buscar orientações junto à autarquia. Saiba mais. Outra novidade é o parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE), homologado pelo MEC, que estabelece que municípios que receberão partidas e localidades diretamente impactadas pelo torneio deverão fazer as adequações necessárias. Para as demais redes, a decisão sobre eventuais mudanças permanece no âmbito da autonomia local. Saiba mais A Undime participou da discussão que levou à orientação e defendeu a preservação dessa autonomia, considerando as diferentes realidades dos municípios brasileiros. Em qualquer cenário, as redes devem observar o cumprimento dos dias letivos e da carga horária estabelecidos pela legislação educacional. A edição termina com uma oportunidade para profissionais que desenvolvem experiências voltadas ao ensino da Matemática. A primeira edição do Prêmio Brasil de Ensino de Matemática na Educação Básica está com inscrições abertas até 12 de outubro. Realizada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), em parceria com a Associação Nacional dos Professores de Matemática na Educação Básica, a iniciativa pretende dar visibilidade a práticas desenvolvidas no ambiente escolar. Até 20 participantes poderão ser reconhecidos nesta primeira edição. Saiba mais. Esses e outros detalhes estão na nova edição do Tá Sabendo?. Acompanhe o informativo da Undime e fique por dentro das principais informações, oportunidades e orientações que impactam a educação pública municipal. Confira o novo episódio: Instagram: https://www.instagram.com/p/DdY0AYZjfp_/ Facebook: https://www.facebook.com/share/v/1BzfGUVhFg/
Undime participa da abertura do XIV Encontro da Fineduca e destaca desafios do financiamento da educação na Amazônia

Sandra Lima, vice-presidente da Undime na Região Norte, representou a instituição; evento segue até 18 de setembro, no Pará A Undime participou, nesta quarta-feira (16), da abertura do XIV Encontro da Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação (Fineduca), realizado na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém/PA. Com o tema “Financiamento necessário para uma educação de qualidade com equidade e com participação social”, o encontro reúne pesquisadores, gestores, profissionais da educação e representantes de instituições para discutir os desafios e as perspectivas do financiamento da educação brasileira. Representando a Undime na mesa de abertura, Sandra Lima, vice-presidente da Undime na Região Norte, presidente da Undime Pará e dirigente municipal de Educação de Moju/PA, destacou a necessidade de considerar as especificidades territoriais e socioeconômicas dos municípios brasileiros na definição das políticas de financiamento da educação. “Não há equidade sem financiar a desigualdade amazônica”, afirmou Sandra, ao levar ao encontro a perspectiva dos 5.569 municípios brasileiros e, especialmente, os desafios enfrentados pelas redes municipais da Amazônia. A dirigente ressaltou que os gestores municipais vivenciam diariamente os desafios de garantir o direito à educação em territórios marcados por grandes distâncias, diferentes condições de acesso e necessidades específicas de atendimento. Como exemplo, citou a realidade de redes que possuem comunidades ribeirinhas, quilombolas, campesinas e indígenas e dependem do transporte escolar fluvial. Sandra Lima também reforçou pautas historicamente defendidas pela Undime e pela Fineduca no debate sobre financiamento educacional. Entre elas está a implementação do Custo Aluno-Qualidade (CAQ) e do Custo Aluno-Qualidade Inicial (CAQi), mecanismos que consideram os insumos e as condições necessárias para assegurar uma educação de qualidade. Para a representante da Undime, o debate sobre qualidade precisa considerar os custos efetivamente necessários para garantir o atendimento educacional em diferentes contextos. “Um estudante na Ilha do Marajó não custa o mesmo que um estudante no centro de Belém”, exemplificou. A dirigente também destacou a defesa da aplicação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação pública, além da valorização dos profissionais que atuam diretamente nas redes de ensino e dos dirigentes municipais de Educação. Ao abordar as complementações do Fundeb — VAAF, VAAT e VAAR —, Sandra ressaltou a importância de que os recursos estejam articulados a políticas capazes de produzir avanços concretos na aprendizagem e na garantia do direito à educação. A participação da Undime na abertura do encontro também evidenciou os desafios cotidianos enfrentados pelos municípios amazônicos para assegurar o acesso e a permanência dos estudantes nas escolas. “Somos municípios na Amazônia que alfabetizamos na canoa, na cheia e na seca”, afirmou. A fala reforçou a necessidade de que as políticas de financiamento considerem as desigualdades territoriais e as diferentes condições de oferta da educação pública, de modo que o financiamento contribua efetivamente para a redução das desigualdades e para a garantia de oportunidades educacionais em todo o país. A representante da Undime encerrou a fala afirmando que tem a expectativa de que o encontro resulte em uma “Carta de Belém 2026” fortalecida, capaz de subsidiar o debate técnico e político sobre o financiamento da educação nos municípios. “Contem sempre com a Undime, pela educação pública de qualidade na Amazônia”, concluiu. Programação O XIV Encontro da Fineduca acontece nos dias 16, 17 e 18 de setembro de 2026 e a programação inclui debates sobre qualidade, equidade e participação social nas políticas públicas; critérios de redistribuição e controle social no Fundeb; financiamento, gestão e impactos das novas tecnologias no trabalho docente; privatização e condições de trabalho dos professores; além dos custos e do financiamento da educação na perspectiva da equidade.
Comunicação em rede é tema de reunião do Colegiado Ampliado e jornalistas das seccionais

A Undime realizou, nesta quarta-feira (16), reunião virtual do Colegiado Ampliado com uma agenda dedicada à comunicação institucional. Presidentes, vice-presidentes, coordenadores institucionais e profissionais de Comunicação das seccionais participaram do encontro, que teve como foco o fortalecimento dos fluxos de informação e a atuação integrada da instituição em todo o país. A programação contou com a participação de João Alegria, secretário-geral da Fundação Roberto Marinho, que conduziu a apresentação “Comunicação em rede: fazer chegar, compreender e agir”. Doutor em Educação Brasileira, João desenvolve pesquisas sobre a relação entre educação, comunicação e tecnologia, com foco no design de experiências de aprendizagem. Ao longo da conversa, um dos principais pontos destacados foi a necessidade de compreender a comunicação não apenas como apoio ou divulgação, mas como parte da própria governança da instituição. “Em uma organização nacional e capilar como a Undime, as decisões precisam percorrer um caminho que envolve entendimento, mobilização e, finalmente, ação nos municípios”, afirmou João Alegria. Nesse contexto, Alegria disse que comunicar bem vai além de fazer uma mensagem circular. “O desafio é garantir que a informação certa chegue às pessoas certas, no tempo certo, de maneira que permita compreender, decidir e agir”, ressaltou. Entre os princípios apresentados para uma boa comunicação em rede estão a classificação das informações antes de sua circulação; a definição de prioridades e regras de replicação; a utilização de cada canal de acordo com sua função; a produção de mensagens sintéticas e objetivas; e o acompanhamento do processo para verificar se a informação chegou e produziu a resposta esperada. Quando uma informação demandar mobilização, a orientação é que os profissionais de Comunicação sejam envolvidos desde o início do fluxo, e não apenas na etapa final de divulgação. A reunião também abriu espaço para diálogo e troca de experiências entre os participantes, reforçando a importância da articulação entre a Undime e as seccionais para tornar os fluxos de comunicação cada vez mais objetivos, ágeis, diáticos e eficientes. Para o presidente da Undime e dirigente municipal de Educação de Nova Odessa/SP, Luiz Miguel Garcia, o encontro reafirmou a comunicação como elemento estratégico para o funcionamento da rede. “A força da Undime não está apenas em sua capacidade de alcançar municípios de todas as regiões do país, mas também em transformar decisões e informações em compreensão compartilhada, mobilização territorial e ação concreta”, afirmou.
Boletim Em pauta – Edição nº 834 – 16 de setembro de 2026

El Niño e preparação das redes de ensino são tema do próximo debate no Conviva Educação Leia mais Pesquisa TIC Educação inicia coleta de dados com estudantes, professores, coordenadores e gestores escolares para a 17ª edição Leia mais MEC homologa parecer sobre ano letivo na Copa Feminina Leia mais Prêmio Criativos 2026 está com inscrições abertas para iniciativas de crianças e adolescentes que promovem uma internet melhor Leia mais PND 2026: locais de prova já estão disponíveis Leia mais MEC disponibiliza painel com dados do Ideb para análise da aprendizagem Leia mais Abordagem familiar na Busca Ativa Escolar Leia mais Guia orienta participação na 3ª edição do Selo de Alfabetização Leia mais Acolher para permanecer: como a Busca Ativa Escolar pode colaborar com o fortalecimento da educação antirracista nas escolas Leia mais Curso do MEC fortalece formação de coordenadores pedagógicos da rede pública Leia mais Prêmio Brasil de Ensino de Matemática abre inscrições Leia mais União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – Undime SCS. Q. 6 – Bloco A – Ed. Carioca. Salas 601, 607, 608, 610/615 Brasília/ DF A Undime preza pela proteção de crianças e adolescentes e pelo combate à exploração, aos abusos sexuais e ao trabalho infantil
Curso do MEC fortalece formação de coordenadores pedagógicos da rede pública

Com 210 horas, aperfeiçoamento integra as ações do Proditec e valoriza a colaboração entre profissionais da educação O Ministério da Educação (MEC) promove o Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Coordenadores Pedagógicos, por meio do Programa de Formação Continuada para Diretores Escolares e Técnicos das Secretarias de Educação (Proditec). A iniciativa é voltada a coordenadores pedagógicos de escolas públicas dos anos iniciais do ensino fundamental e busca fortalecer a atuação desses profissionais no processo de ensino e aprendizagem. A formação está alinhada à Política Nacional de Formação dos Profissionais da Educação Básica e às ações do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), instituído pelo Decreto nº 11.556, de 12 de junho de 2023. A articulação entre as iniciativas contribui para ampliar as oportunidades de formação continuada e reconhecer o papel dos coordenadores pedagógicos na construção de trajetórias escolares bem-sucedidas. Mentoria de Coordenadores – O curso tem como objetivo apoiar os coordenadores pedagógicos no aprimoramento das práticas de ensino e aprendizagem e no enfrentamento dos desafios presentes no cotidiano das escolas. A proposta valoriza a cultura colaborativa, a escuta ativa e a troca de experiências entre profissionais, criando espaços para reflexão sobre as diferentes realidades das redes de ensino. Entre os temas abordados estão a melhoria do projeto político-pedagógico (PPP), a mediação de conflitos, a atuação da coordenação pedagógica nos processos de alfabetização e o fortalecimento do trabalho coletivo. Com 210 horas de duração, o aperfeiçoamento é realizado integralmente de forma virtual, ao longo de cinco meses. A formação inclui encontros síncronos semanais de três horas e atividades assíncronas no ambiente virtual de aprendizagem (AVA). A proposta pedagógica é organizada em dez salas de aprendizagem, que combinam momentos de estudo e atividades práticas. A metodologia aproxima teoria e prática e considera as diferentes realidades das escolas e redes de ensino brasileiras. Assim, as experiências compartilhadas pelos participantes servem como ponto de partida para a reflexão e a construção coletiva de estratégias adequadas a cada contexto. Abrangência nacional – A oferta do curso ocorre em articulação com as secretarias estaduais e municipais de educação, possibilitando a participação de profissionais dos 26 estados e do Distrito Federal. Para aprovação, os cursistas devem atender aos critérios de avaliação estabelecidos para as atividades e ao percentual mínimo de frequência. Ao final, os participantes aprovados recebem certificação de curso de aperfeiçoamento com 210 horas. Entre os resultados esperados estão o fortalecimento da atuação dos coordenadores pedagógicos, a melhoria das práticas de ensino e aprendizagem, o desenvolvimento de planos de ação para o enfrentamento de desafios escolares e a consolidação de uma rede de formação continuada e colaboração entre profissionais da educação de diferentes regiões do país. Como participar – A participação no Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Coordenadores Pedagógicos ocorre em articulação com as secretarias estaduais e municipais de educação. Por isso, os profissionais interessados devem verificar junto à Secretaria de Educação de sua rede as orientações para participação na formação. Confira o passo a passo: Procure a secretaria de educação do seu estado ou município e verifique se a rede participa do curso. A secretaria de educação faz a adesão ao curso e inscreve os cursistas. A Secretaria de Educação Básica do MEC (SEB/MEC) seleciona os cursistas, de acordo com os critérios definidos nos termos de adesão estaduais e municipais. Esses termos ficam disponíveis no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), no módulo PAR 4, durante o período de inscrições. A universidade responsável pelo curso entra em contato com o cursista, pelo e-mail cadastrado pela secretaria de educação no Simec, para confirmar a matrícula. Participe dos encontros e realize as atividades síncronas e assíncronas previstas na formação. Cumpra os critérios de frequência e avaliação para receber o certificado do curso de aperfeiçoamento, com carga horária de 210 horas. Atenção: os procedimentos e os prazos de inscrição podem variar de acordo com a organização da oferta em cada rede de ensino. Consulte a secretaria de educação responsável para obter as orientações atualizadas. Em caso de dúvidas, o atendimento é realizado pelo telefone (61) 2022-8358 ou pelo e-mail proditec@mec.gov.br Fonte: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/setembro/curso-do-mec-fortalece-formacao-de-coordenadores-pedagogicos-da-rede-publica
El Niño e preparação das redes de ensino são tema do próximo debate no Conviva Educação

A Undime, por meio do Conviva Educação, em parceria com o Instituto Alana, realiza, na quinta-feira, dia 17 de setembro, às 15h (horário de Brasília), uma live sobre o fenômeno El Niño e os possíveis impactos dos eventos climáticos extremos nas redes de ensino. A proposta é apresentar a Nota Técnica sobre El Niño 2026/2027, elaborada pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden Educação), com apoio de parceiros técnicos. O documento reúne orientações para apoiar gestores públicos da educação e equipes técnicas das redes municipais e estaduais no planejamento e na preparação para possíveis impactos do fenômeno, considerando diferentes cenários de risco e as especificidades de cada local. Durante a live, que será realizada no YouTube do Conviva Educação, representantes da Undime, do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), do Instituto Alana e do Cemaden Educação irão apresentar os principais pontos da nota técnica e debater estratégias para fortalecer as redes de ensino e contribuir para que estejam mais preparadas para enfrentar situações que possam afetar o funcionamento das escolas e, consequentemente, a garantia do direito à educação. Serviço El Niño e Educação: o que você precisa saber Data: 17 de setembro de 2026 (quinta-feira) Horário: 15h (horário de Brasília) Transmissão: canal do Conviva Educação no YouTube Fonte: Conviva Educação
MEC disponibiliza painel com dados do Ideb para análise da aprendizagem

Ferramenta do Brasil Aprende+ reúne informações sobre notas, trajetória, níveis de proficiência de municípios e escolas de todo o país e grau de prioridade de cada unidade no território, para apoiar a análise de desempenho Já está disponível para consulta o Painel Estratégico de Priorização, ferramenta do Ministério da Educação (MEC) que reúne informações de municípios e escolas de todo o país. Integrado ao Brasil Aprende+, o painel permite analisar resultados educacionais a partir de diferentes indicadores e identificar situações que demandam maior atenção das redes de ensino. A ferramenta amplia o olhar sobre os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Além do resultado mais recente, o gestor pode consultar o perfil de sua rede de ensino e de suas instituições educacionais observando as trajetórias do indicador, detalhes do seu cálculo, os níveis de proficiência dos estudantes em língua portuguesa e matemática e a distância de cada nota em relação à meta estabelecida em 2021. O painel apresenta, enfim, o nível de prioridade de cada município e escola no território ao qual pertence. A indicação de prioridade é calculada pelo MEC a partir de diferentes informações. Ela não é um ranking: serve para indicar situações que podem demandar maior atenção das redes de ensino. A proposta é oferecer às redes uma visão organizada dos dados para subsidiar a tomada de decisões. A partir dessas informações, estados e municípios podem reconhecer os principais desafios de seus territórios, definir onde concentrar esforços e planejar, em regime de colaboração, ações voltadas à melhoria da aprendizagem. O painel permite analisar os resultados para além da nota mais recente do Ideb. A trajetória mostra, por exemplo, se os indicadores estão crescendo, estáveis ou em queda. Já os níveis de aprendizagem, combinados à descrição das escalas de proficiência do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), permitem identificar as habilidades já consolidadas e os maiores desafios em língua portuguesa e matemática. O Painel Estratégico de Priorização é uma das ferramentas do Brasil Aprende+ e integra o processo de análise dos resultados educacionais que será realizado pelas redes e escolas. Fonte: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/setembro/mec-disponibiliza-painel-com-dados-do-ideb-para-analise-da-aprendizagem
