Ministro da Educação fala de proximidade com dirigentes e pede colaboração mútua

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Durante o discurso no 13º Fórum Nacional da Undime, o Ministro da Educação, Fernando Haddad, destacou a importância do trabalho de cada um dos dirigentes municipais na condução da educação plena para todos. E afirmou que, cada vez mais, essa missão está sendo feita por todos os entes da federação: “O conceito de um regime de colaboração está sendo, finalmente, criado no Brasil. A ideia de que o ministro da Educação não tem nenhuma rede dele. O ministro responde por todas as redes. Se nós formos cooperativos entre nós, se nós compreendermos que a interdependência dos sistemas é completa, nós vamos passar essa ideia para as nossas crianças. Quando uma criança vê disputa entre aqueles que deveriam estar juntos, defendendo seu direito, ela própria não vai ter um outro comportamento”, afirmou.

Haddad, ainda se dirigindo aos dirigente municipais, afirmou que as portas do Ministério estão abertas para reivindicações, por meio da Undime. Segundo ele, a relação com a instituição é muito estreita já que todas as decisões da educação básica são tomadas em conjunto com a Undime.

O ministro também falou da educação superior e da relação que mantém com a educação básica. Disse que um pai que passou pela universidade tem mais condições de orientar e educar o filho. “Quando você forma um jovem na superior, esse jovem é o pai da criança que vamos atender na base. Os pais com curso superior têm muito mais condição de dar atendimento à criança, complementando o trabalho da escola, do que um pai analfabeto”.

Ainda sobre educação superior, Haddad completou afirmando que as universidades públicas têm o dever de atender os professores que queiram se aperfeiçoar. Hoje, mais de 300 mil professores estão cursando ensino superior. “As universidades são parceiras em todas as suas atividades, não apenas na formação de professores, mas na extensão, na abertura dos campus para a comunidade. Tudo isso é um enorme sistema que tem de funcionar como uma engrenagem da cidadania, da democracia. Essa percepção é que eu vejo se enraizar nas nossas mentes e em nossos corações”, finalizou.

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