Dirigentes municipais têm a chance de, na manhã de sexta-feira (30), esclarecer últimas dúvidas junto aos dirigentes e técnicos do MEC

Amanhã termina o 6º Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação e até o momento centenas de dirigentes municipais já passaram pelos estandes do Ministério da Educação (MEC) para esclarecer alguns pontos e apresentar demandas. Quem ainda não conseguiu tirar suas dúvidas em relação a temas ligados ao governo federal, ainda pode fazer isso: de 9h às 13h os representantes de diversas secretarias e institutos da Pasta estarão disponíveis para atender os dirigentes municipais.
Milta Alves Ribeiro Maron, dirigente municipal de Educação de Salto (SP) chegou ao Fórum com o objetivo de saber mais sobre o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). ?Essa comunicação à distância, ao mesmo tempo em que possibilita agilidade, maior transparência etc., ela também dificulta um pouco porque nem sempre o sistema responde da forma como a gente quer?, avaliou. Para ela, estar cara a cara com um técnico e poder fazer questionamentos ajudam, e muito, na solução dos problemas. ?São coisas que parecem simples como problemas de senhas, de andamento de uma compra que a gente não conseguiu ter retorno, de uma obra que ainda não foi visitada, mas que precisa ser?, exemplifica.
E não são apenas os representantes das secretarias de educação que ficam contentes com essa troca. ?Aproveitamos para também aprender, porque quem está na posição de gestor de uma política nacional como nós, no Ministério da Educação, necessita ouvir bastante os gestores municipais para aprender com essa grande pluralidade existente no Brasil?, declara Martinha Clarete Dutra dos Santos, diretora de Políticas de Educação Especial do Ministério da Educação (MEC). Para ela, uma política nacional como a proposta pelo governo federal não pode ser tão rígida a ponto de não funcionar diante das diversas realidades do país e nem tão aberta de modo que não tenha uma concepção e uma diretriz. ?Aproveitamos para aprender, ouvir, entender e aprimorar a formulação e implementação da política e para compartilhar nossa vivência no processo nacional de construção de uma educação pública gratuita e de qualidade?.
Martinha destaca que foram cerca de 300 atendimentos diários. Momentos em que os dirigentes levavam aos representantes da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi). Entre as dúvidas estavam questões sobre implementação de ações complementares de apoio, a equipamentos, assessoramento técnico e pedagógico, entre outras.
Autor: Kalinka Iaquinto para Undime


