Entendendo o bê-a-bá

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Oficinas utilizam Conviva, em tempo real, para auxiliar dirigentes a compreender temas e a planejar ações nas mais diversas áreas

Jaílson José da Silva, dirigente municipal de educação de Catolé do Rocha (PB), foi um dos participantes da oficina Plano Municipal de Educação (PME), realizada na tarde de hoje (28). Silva buscava diretrizes que pudessem subsidiar uma reformulação do plano já existente em sua cidade. Saiu da atividade satisfeito, especialmente por ter usado o Conviva durante as explicações e demonstrações: ?O site é bem completo, ele traz muitos recursos?, declarou. Lucimeire Ferreira, dirigente de Água Limpa (GO), teve a mesma opinião. Ela participou da oficina Gestão Orçamentária e Financeira e achou que a interatividade durante a exposição dos pontos foi fundamental para fixar o conteúdo. ?O sistema vai dando todas orientações para que a gente preencha e trabalhe melhor com os nossos recursos?, afirmou.

E não apenas isso, ambos destacaram que suas dúvidas ? ainda que novas possam surgir no dia-a-dia das suas atividades ? foram sanadas. ?Procurei essa oficina porque os dirigentes municipais têm que correr atrás do orçamento já que as verbas são curtas. Por isso precisamos aprender a trabalhar a questão dos gastos, daquilo que entra e sai nos caixas?, pontuou Lucimeire.

E é isso mesmo. ?O grande desafio do gestor é poder compreender com profundidade como é a legislação, de que forma chegam os recursos e como eles podem ser aplicados?, avalia Carlos Sanches, palestrante da oficina Gestão Orçamentária e Financeira. Sanches defende que o Conviva pode auxiliar os secretários ? que geralmente não são os responsáveis pela gestão dos recursos ? a entender de forma global todo o processo e, quem sabe, no futuro, receber o aval de secretarias de Fazenda e Planejamento para que possam gerir a parte orçamentária que cabe à pasta da Educação. ?O desafio é dotar esses secretários de conhecimento com profundidade para que quando puderem gerir os recursos com competência e conhecimento , possam passar a fazer isso?.

PME – ?O tema é de sumo interesse para os municípios porque é a partir desse Plano que a gente começa a elaborar perspectivas novas para a educação do município fazendo com que, cada vez mais, o aprendizado dos nossos alunos seja ampliado?, defendeu José da Silva.

João de Monlevade, palestrante, vai na mesma linha e acrescenta: é preciso planejamento. ?O principal problema é que no Brasil, especialmente na educação, não se tem uma cultura de planejamento. Nós agimos por reflexo, em cima de necessidades explícitas?, critica. ?Essa falta de cultura, de planejamento, acaba inibindo as possibilidades riquíssimas de se elaborar e de se executar um PME?, completa.

João  Molevade, especialista do Conviva (Foto: Undime)
João Molevade, especialista do Conviva (Foto: Undime)

Planejamento também é o que defende Maria Cecilia Amendola Motta, que ministrou a oficina de Gestão da Estrutura e Documentação e que amanhã (29) ministra a de Indicadores Educacionais. ?Se eu tiver indicadores de estrutura das escolas, mostrando se a escola tem ou não isso ou aquilo, então na gestão de estrutura eu vou me organizar para planejar?, finalizou fazendo a ponte entre os dois temas.

Maria Cecilia Amendola Motta, especialista do Conviva (Foto: Undime)
Maria Cecilia Amendola Motta, especialista do Conviva (Foto: Undime)

Autor: Kalinka Iaquinto para Undime

 

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