O almanaque do Escrevendo o Futuro, em seu segundo ano, chega aos professores com reportagens e as notícias mais recentes do Programa, além de informações e dicas para quem está concluindo as oficinas de criação de textos
O quarto número da revista Na Ponta do Lápis começou a ser enviado aos professores que participam do Programa Escrevendo o Futuro. Em seu segundo ano, a publicação apresenta um novo projeto gráfico e uma nova seção, “Histórias do Escrevendo o Futuro”, que pretende coletar, entre os professores, “causos” e situações marcantes envolvendo participantes do Programa. Na inauguração da seção, é apresentada a história dos alunos de Rodrigo Negrão, professor da EMEF Antônio de Freitas Filho, em Itaí (SP), que convenceram a prefeitura da cidade a trocar as carteiras da escola com os textos de opinião que enviaram ao Prêmio. “A idéia é publicar uma história a cada edição, aproveitando as experiências que envolveram professores, alunos e comunidades nos seis anos do Programa”, explicou Cida Laginestra, uma das editoras da revista.
A nova edição dá dicas para os professores que estão concluindo as oficinas com seus alunos e destaca o prazo final para o envio dos textos às Undimes estaduais. Ela também traz uma entrevista com a professora Roxane Rojo, da Unicamp, falando da importância do trabalho com gêneros textuais. Outro destaque é o texto da jornalista Ana Maria Tahan que fala da vida de sua avó, a poeta Cora Coralina.
Almanaque parceiro
Professores afirmam que o almanaque tornou-se parceiro nas atividades em sala de aula, ao trazer novidades, curiosidades e experiências de professores de todo o país. Esse último aspecto é o mais valorizado pela professora Jorgina Rossi, da EE Profº Mário Teixeira Mariano, na Freguesia do Ó, bairro da capital paulista. Segundo ela, “a experiência de um professor transforma-se em experiência para outros professores, e isso inova nosso dia-a-dia”. Jorgina também destaca o fato de a publicação trazer artigos e entrevistas com especialistas e pesquisadores: “A entrevista da professora Roxane, falando da importância de conhecer vários gêneros de texto, foi muito esclarecedora”. Maida Brum, professora do Instituto Visconde de Cairu, no município gaúcho de Santa Rosa, trabalhou com o Programa em anos anteriores e hoje utiliza o almanaque em suas aulas para alunas do curso normal, com oficinas para futuras professoras. “Ele é bem claro para o professor. Aproveito muito para aplicar em oficinas de poesia”.


