As restantes estão em fase de conclusão e devem ser entregues ainda no primeiro semestre deste ano. As obras são resultado de um convênio firmado no ano de 2000 entre o governo do Estado, Ministério da Educação (MEC) e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
O governo do Estado ficou responsável pela construção das escolas com recursos do MEC; o Incra identificou as áreas e as prefeituras vão administrar as escolas. Além da obra, o governo do Estado, por meio da Secretaria Executiva de Educação (Seduc), adquire móveis e equipamentos.
As 26 escolas têm 92 salas de aula, com capacidade para atender 6.624 alunos residentes em assentamentos rurais, em dois turnos. Começarão a funcionar primeiramente oito escolas em Marabá, duas em Paragominas e uma em Ulianópolis, todas no sudeste do Pará. Estão em fase de conclusão mais uma escola em Marabá, cinco em Itupiranga, duas em São Domingos do Araguaia, duas em São João do Araguaia, duas em Nova Ipixuna e três em Novo Repartimento.
A coordenadora estadual do Fundescola, Maria Risolinda de Oliveira, informou que o convênio está em fase de aquisição do mobiliário e equipamentos. “As onze primeiras deverão começar as aulas logo, já as 15 restantes deverão ser entregues prontas e mobiliadas até 15 de março”, acrescentou. Ela informou também que foram repassados pelo MEC R$ 8 milhões e 996 mil para as obras e R$ 1,7 milhão para a compra de mobiliário e equipamentos.
O governo do Estado também assinou com o MEC mais dois convênios, pelo Fundescola, destinados à construção de escolas em áreas indígenas e nos municípios de Ananindeua, Marituba e Benevides, todos na Região Metropolitana de Belém.
Na RMB, estão sendo construídas quatro escolas, sendo uma em Ananindeua, com doze salas de aula; duas em Marituba, com seis salas, e uma em Benevides, com seis salas, totalizando um investimento de R$ 3 milhões e 849 mil. Para a compra de móveis e equipamentos destinados às escolas da Região Metropolitana e das aldeias indígenas foram liberados R$ 446 mil.


